A Polícia Marítima de Portugal efectuou o resgate de 45 migrantes, incluindo 42 homens, duas mulheres e uma criança, que se encontravam a bordo de uma embarcação a cerca de 18 milhas náuticas (aproximadamente 10 quilómetros) a sudoeste da ilha de Gavdos, na Grécia.
Segundo a Autoridade Marítima Nacional, esta ação foi realizada no âmbito da missão “Joint Operation (JO) Greece 2026”. Após um pedido de intervenção das autoridades gregas, foi realizada a intercepção da embarcação que transportava os migrantes, sendo que entre eles se encontrava uma mulher grávida. As condições físicas dos resgatados eram satisfatórias, não necessitando de assistência médica. Subsequentemente, os migrantes foram transportados para o porto de Karave, onde aguardaram a chegada das autoridades competentes.
Além deste resgate, na sexta-feira e no sábado passados, a Polícia Marítima portuguesa realizou a intercepção de um total de 145 pessoas nas proximidades da mesma ilha. No sábado, foram recuperados 43 homens, sendo 40 de nacionalidade bangladeshiana e três de nacionalidade sudanesa. No dia anterior, 102 migrantes foram resgatados, incluindo 91 homens, 10 mulheres e uma criança, que se encontravam a bordo de duas embarcações a cerca de 31 milhas náuticas a sul de Gavdos.
A Polícia Marítima participa na missão “Joint Operation (JO) Greece 2026”, coordenada pela Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira (Frontex). Esta operação visa apoiar a Guarda Costeira da Grécia, focando na vigilância das fronteiras marítimas externas da União Europeia e na resposta a situações de risco para a vida humana no mar.
Nas últimas semanas, as comunicações entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, têm estado focadas em questões críticas sobre o conflito em curso.
Trump expressou a sua opinião sobre a liderança ucraniana, afirmando que os ucranianos deveriam considerar a possibilidade de “arranjar um novo presidente”, indicativo de uma insatisfação com a actual capacidade de Zelensky para negociar acordos eficazes.
Neste domingo, Zelensky respondeu a esta pressão, anunciando a sua disposição para interromper os ataques a refinarias, desde que a Rússia também cesse os seus ataques à infraestrutura energética da Ucrânia. Esta declaração marca uma clara tentativa de diálogo em meio a tensões crescentes entre os dois países.
A situação continua em evolução e será acompanhada de perto pelas autoridades e pela população moçambicana, dada a relevância dos desdobramentos internacionais para a segurança e a estabilidade regional.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, revelou ao órgão noticioso Axios que o anúncio de um possível cessar-fogo energético por parte da Rússia foi uma “novidade” para ele.
Zelensky afirmou: “Mas se os russos concordam com um cessar-fogo energético, a Ucrânia vai aceitar”.
Este assunto tem dominado os diálogos entre Zelensky e o ex-Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que recentemente fez chamadas à Ucrânia para considerar a mudança de liderança, ao alegar que o actual governo está a falhar em alcançar acordos significativos.
No último domingo, Zelensky anunciou que estava disposto a interromper os ataques a refinarias russas, caso a Rússia também cesse os ataques à rede energética da Ucrânia.
A CESAL Moçambique pretende contratar um(a) Consultor(a) individual ou equipa consultora para realizar a Avaliação Externa Final do Projecto Makultura – “Cultura, Conhecimento E Novas Tecnologia Ao Serviço Da Justiça Global Em Maputo”. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar três (3) Psicólogos – Ancuabe/Macomia/Chiure. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial de Inclusão Social – Gênero e Inclusão da Deficiência (Chiure). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar três (3) Oficiais de Saúde e Nutrição (Ancuabe, Chiure e Macomia). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Saúde e Nutrição (Chiure). Saiba mais.
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Três cidadãos moçambicanos, dos 14 que tinham sido recrutados ilegalmente por um nacional chinês, regressaram ao aeroporto de Chimoio, na província de Manica, no centro de Moçambique.
O grupo, inicialmente composto por 14 indivíduos, foi levado para a República Centro-Africana (RCA) com a promessa de emprego numa mina de exploração de ouro. Contudo, 11 desses cidadãos ainda permanecem desaparecidos, com esforços a decorrer para localizar outras possíveis vítimas deste esquema.
Os três repatriados têm idades compreendidas entre os 21 e 49 anos. Abílio Mate, porta-voz da Direcção Provincial de Migração de Manica, informou que o grupo que regressou era constituído por sete pessoas, tendo quatro desaparecidos na cidade de Ndele, na RCA, antes de conseguirem retornar a Moçambique.
“Todas as condições foram criadas para que eles regressassem ao seu lar. No entanto, quatro pessoas desapareceram naquele país. As diligências estão a ser efectuadas para localizar esses cidadãos e trazê-los de volta”, explicou Mate.
O porta-voz acrescentou que são levadas a cabo investigações para localizar o cidadão de nacionalidade chinesa responsável pelo recrutamento ilegal, uma vez que se suspeita que ele tenha ligações com outros indivíduos em Moçambique.
Os três cidadãos que regressaram serão auscultados para relatar as circunstâncias que os levaram até à RCA. “Contamos com a colaboração das vítimas, pois acreditamos que o cidadão chinês tem conexões com algumas pessoas ainda presentes em Moçambique”, afirmou Mate.
Helton Inoque, um dos repatriados e que possui 21 anos, relatou à AIM que conheceu o nacional chinês em Manica, enquanto trabalhava numa empresa mineira. “Eu já tinha trabalhado com ele no ano passado. Contactou um amigo meu que nos falou sobre a proposta de emprego. Aceitámos e ele veio nos buscar. Saímos de Manica em Maio. Inicialmente, o destino era o Congo”, disse.
Contudo, de acordo com Helton, a situação alterou-se ao chegarem a Adis Abeba, na Etiópia. “Percebemos que o nosso destino não era o Congo. Fomos encaminhados para a República Centro-Africana. O salário combinado era de 40 mil meticais (cerca de 625 dólares) com bónus e subsídios. No entanto, ao chegarmos, o salário reduziu para 30 mil e, por fim, para apenas 15 mil meticais. A partir daí, começou a confusão”, contou.
Durante o tempo em que estiveram na mina, as condições eram precárias, com falta de refeições e alojamento em condições desumanas. “Nos últimos dias de confusão, o chinês retirou-nos todas as mantas e outros bens necessários do nosso dia a dia”, lamentou Helton.
Os cidadãos haviam sido recrutados para operar bombas de água e máquinas escavadeiras na mina.
O presidente do Conselho de Administração da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Tomás Matola, enfatizou o papel crucial da HCB como um dos principais activos estratégicos de Moçambique.
A afirmação foi feita durante a Conferência Internacional de Investimentos de Tete 2026, onde Matola abordou a importância da empresa na segurança energética do país.
O dirigente sublinhou que, mesmo perante a crise hidrológica de 2025, a HCB priorizou o abastecimento ao mercado nacional, reduzindo as exportações conforme a necessidade. De acordo com dados apresentados na conferência, no ano de 2025, 56% da energia fornecida pela HCB foi destinada ao mercado interno, enquanto 39% foi exportada para a África do Sul e 5% para o Zimbabwe.
Matola também referiu que a empresa está actualmente a realizar um esforço significativo na reabilitação do seu parque electroprodutor. Esta iniciativa visa prolongar a vida útil das infra-estruturas por mais três décadas, assegurando a continuidade do contributo da HCB para o desenvolvimento energético de Moçambique.
As autoridades talibãs procederam à detenção de dezenas de mulheres no Afeganistão nos últimos meses, com base em alegações de violações dos códigos de vestuário e da proibição de aparecimento público sem a presença de um guardião masculino.
A informação foi divulgada na quinta-feira pela Missão das Nações Unidas para o Afeganistão (UNAMA).
Segundo a UNAMA, foram registadas pelo menos 52 detenções de mulheres e uma rapariga nas cidades de Cabul e Herat, entre Julho e Setembro deste ano. As infracções reportadas incluem o uso de lenços coloridos, maquiagem, deixar cabelo à mostra e a omissão do chador, uma vestimenta que cobre todo o corpo.
A missão da ONU expressou a sua profunda preocupação em relação a estas detenções e encarceramentos, bem como às ameaças de prisão que as mulheres enfrentam. A UNAMA enfatizou que o número real de casos pode ser muito maior, devido à subnotificação que resulta de preocupações com a segurança e do estigma associado. Além disso, referiu que há relatos de abusos verbais, espancamentos e ameaças a mulheres, incluindo aquelas que exercem actividades comerciais.
Até ao momento, o Governo talibã não comentou a declaração da UNAMA. Em Junho passado, as autoridades afegãs abriram fogo contra participantes de um raro protesto em Herat, motivado por estas detenções. Este incidente resultou na morte de pelo menos uma pessoa e em diversos feridos, conforme relataram testemunhas.
Desde a ascensão ao poder em Agosto de 2021, após a retirada das forças lideradas pelos Estados Unidos, os talibãs impuseram uma interpretação estrita da lei islâmica, não tolerando o incumprimento das suas normas. As regras aplicadas envolvem severas restrições aos direitos das mulheres e raparigas, incluindo a proibição de frequentar a escola além do nível básico e limitações quanto ao vestuário e locais que podem frequentar.
As mulheres no Afeganistão são obrigadas a usar o hijab completo em público, incluindo um lenço na cabeça, uma túnica longa que cubra o corpo e uma cobertura facial. O cumprimento dessas normas é supervisionado pelo Ministério para a Propagação da Virtude e Prevenção do Vício.
Nos últimos quatro meses, a província da Zambézia registou a trágica perda de oito vidas devido a explosões e incêndios em habitações provocados pelo manuseamento e armazenamento inadequados de combustível.
A alarmante informação foi divulgada pelo comandante provincial da Polícia da República de Moçambique na Zambézia, Marinho Muchanga, durante uma reunião de concertação que envolveu representantes do Governo, transportadores e gasolineiras.
Durante o encontro, o comandante Muchanga elucidou que as explosões se deveram a temperaturas elevadas nos locais onde o combustível estava em armazenamento. Esta situação suscita preocupações sobre a segurança e a gestão de combustíveis na região, destacando a necessidade urgente de medidas preventivas.
Adicionalmente, as autoridades revelaram a detenção de 21 indivíduos envolvidos em actividades de contrabando e venda ilegal de combustíveis. Um agente da corporação policial também foi alvo de sanções devido ao seu envolvimento em práticas irregulares, especificamente por utilizar a sua posição para abastecer galões pessoalmente e vendê-los aos condutores que aguardavam na fila para reabastecimento.
Esta situação levanta questões acerca da supervisão e regulação do sector de combustíveis na Zambézia, a fim de garantir a segurança da população e prevenir tragédias futuras.
Moçambique atingiu um marco histórico ao completar um ano sem registos de raptos, um feito que vem após 15 anos consecutivos de incidentes deste tipo.
A declaração foi feita pelo Presidente da República, Daniel Chapo, durante a cerimónia de abertura da Conferência Internacional de Investimentos de Tete (CIIT 2026), que decorreu ontem.
O Chefe do Estado enalteceu a importância deste acontecimento, afirmando que representa um avanço significativo na segurança do país, proporcionando maior confiança aos empresários nacionais e investidores estrangeiros. Esta conquista é vista como um passo fundamental para a promoção de um ambiente de negócios mais seguro e propício ao investimento em Moçambique.
Este feito não só assinala um período de tranquilidade no país, como também reflete os esforços do governo em garantir a segurança pública e criar um clima favorável ao crescimento económico.
A conferência realizada em Tete visa reunir investidores e empresários, oferecendo uma plataforma para discutir oportunidades de investimento e desenvolvimento sustentável em diversas áreas da economia moçambicana.
O Instituto de Cereais de Moçambique (ICM) anunciou um fortaleço nas suas operações de compra de milho na província de Tete, como medida estratégica para fazer frente aos impactos adversos do fenómeno climático El Niño.
A iniciativa surge num contexto de preocupações crescentes sobre a segurança alimentar no país, especialmente face às previsões de seca e outros eventos climáticos extremos associados ao El Niño, que podem comprometer a produção agrícola e o abastecimento de cereais.
Em declarações à imprensa, o director do ICM, Carlos Mavume, salientou a importância de garantir o acesso contínuo ao milho, dado o seu papel fundamental na alimentação da população moçambicana. “Estamos a intensificar a aquisição de milho nas comunidades locais, para podermos assegurar o fornecimento adequado e a estabilidade dos preços no mercado,” afirmou Mavume.
O ICM está a colaborar com produtores, cooperativas e associações de agricultores na região de Tete para facilitar a venda do cereal. Além disso, o organismo está a monitorar de perto a evolução das condições climáticas e a sua possível influência na colheita.
Com esta medida, o ICM espera não só assegurar reservas estratégicas de milho, mas também promover a resiliência das comunidades rurais, que são frequentemente as mais afectadas por eventos climáticos adversos. A expectativa é que a iniciativa ajude a mitigar os impactos do El Niño, promovendo a estabilidade da oferta de alimentos e o sustento das famílias moçambicanas.
António Munguambe, administrador da Electricidade de Moçambique (EDM), sublinhou a urgência de fortalecer a rede eléctrica na província de Tete, em resposta ao aumento da actividade mineira, industrial e agrícola.
Este reforço é considerado vital para atrair investimentos na região, que possui recursos minerais abundantes, um potencial agrícola significativo e uma localização estratégica.
Munguambe afirmou que a energia deve ser encarada como um motor de investimento, transcendendo a sua função como infra-estrutura básica. As iniciativas anunciadas pela EDM incluem a expansão do acesso à electricidade, o reforço da rede eléctrica e a melhoria da qualidade do fornecimento. Um dos focos primordiais será a adequação da infra-estrutura para fazer face à crescente procura dos grandes consumidores, especialmente no sector mineiro.
Entre os projectos em andamento destacam-se, a construção de linhas de transporte de energia de 220 kV que ligarão Matambo, Caunje, Moatize e Biribiri. Igualmente em plano está a expansão e reabilitação das redes de média e baixa tensão em diversos distritos da província.
As medidas visam não só satisfazer as necessidades actuais, mas também preparar Tete para um futuro marcado pelo crescimento industrial e exploração de recursos.
O Governo da Bélgica anunciou a disponibilização de 47 milhões de dólares para apoiar iniciativas de resiliência climática em Moçambique.
A decisão foi comunicada durante uma conferência que reuniu representantes de ambos os países, onde foram discutidos os desafios que as mudanças climáticas impõem à nação moçambicana.
Este investimento visa fortalecer a capacidade de Moçambique em enfrentar fenómenos climáticos extremos, como ciclones e inundações, que têm afectado severamente várias regiões do país. A ajuda será direccionada para projectos que promovam a adaptação e mitigação dos efeitos das alterações climáticas, abrangendo áreas como agricultura sustentável, gestão de recursos hídricos e recuperação ambiental.
Durante o encontro, o embaixador da Bélgica em Moçambique destacou a importância da cooperação internacional na luta contra as mudanças climáticas, salientando que a iniciativa visa não só apoiar a resiliência do país, mas também contribuir para a integração de Moçambique nas estratégias de desenvolvimento sustentável da região.
As partes acordaram em que o investimento será acompanhado por um conjunto de medidas que visam garantir a eficácia e transparência na implementação dos projectos financiados. O envolvimento das comunidades locais será fundamental para o sucesso das intervenções, reforçando a necessidade de uma abordagem colaborativa.
Com esta contribuição significativa, o Reino da Bélgica reafirma o seu compromisso em promover um desenvolvimento sustentável em Moçambique, reconhecendo a vulnerabilidade do país face às mudanças climáticas e a necessidade de acções imediatas e eficazes.
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A PSI Moçambique, organização não-governamental internacional que implementa programas de saúde pública em parceria com o Governo de Moçambique e parceiros de desenvolvimento, pretende recrutar um(a): Representante Nacional. Saiba mais.
A JustaPaz – Centro de Transformação de Conflitos, Governação e Direitos Humanos está a contratar serviços de Consultoria para a Avaliação do Projecto. Saiba mais.
A selecção nacional de futebol de praia realiza, na tarde de hoje, uma sessão de treinos na arena da Costa do Sol, em preparação para o embate previsto para o próximo domingo contra a Tanzânia.
Este jogo corresponde à primeira “mão” da única eliminatória que irá definir o acesso ao Campeonato Africano das Nações de Futebol de Praia, a ter lugar no Senegal, entre 28 de Novembro e 6 de Dezembro.
O segundo encontro da eliminatória está marcado para o período de 16 a 18 deste mês, também na arena da Costa do Sol, em Maputo. O seleccionador nacional, Saidate Moveia, encontra-se a trabalhar com um total de 20 jogadores nesta crucial semana de preparação.
O grupo orientado por Moveia segue um plano de preparação detalhado que abrange a melhoria da condição física, a organização táctica da equipa e o aprimoramento das técnicas de finalização. A expectativa é elevada entre os jogadores e toda a nação, que aguarda com ansiedade pelo desempenho da selecção neste importante torneio.
O político moçambicano Venâncio Mondlane posiciona-se como uma das figuras políticas mais influentes em termos de alcance digital, ocupando o terceiro lugar em um ranking global de transmissões em directo.
Este destaque surge após uma análise realizada pela Universidade de Witwatersrand, que utilizou ferramentas de Inteligência Artificial para avaliar o impacto das transmissões ao vivo de diversos líderes mundiais.
Segundo os dados obtidos, o ex-Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, lidera a lista com 454 mil espectadores simultâneos, correspondente a 41,5% do total analisado. Donald Trump, ex-Presidente dos Estados Unidos, segue em segundo lugar com 380 mil espectadores (34,7%). Mondlane, que desempenhou o papel de candidato presidencial, regista 260 mil espectadores simultâneos, o que representa 23,8% da amostra.
Este desempenho notável coloca Mondlane no lugar de destaque como o político africano com maior impacto nas transmissões digitais. A análise sublinha que esta nova capacidade de mobilização digital tem contribuído significativamente para a projecção internacional de Moçambique, especialmente em um contexto onde o país historicamente teve uma presença relativamente discreta nos debates digitais globais.
O fenómeno ganhou ainda mais força durante a crise pós-eleitoral de 2024, quando a utilização de dispositivos móveis transformou a forma como a mobilização política ocorre. Durante este período, a importância das transmissões ao vivo superou os métodos tradicionais de comunicação, como comícios e caravanas partidárias.
Registos indicam que, em Outubro de 2024, uma transmissão realizada por Mondlane ultrapassou os 100 mil espectadores simultâneos em menos de 15 minutos, atingindo um pico de aproximadamente 140 mil utilizadores conectados ao mesmo tempo.
A África do Sul expressou o seu agradecimento ao Governo de Moçambique pelo esforço que resultou na libertação de um cidadão sul-africano sequestrado em Setembro, na província de Niassa.
O indivíduo, um mecânico de 30 anos originário da província do Limpopo, foi libertado no passado domingo, após um mês em cativeiro.
De acordo com uma nota emitida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros sul-africano, a Embaixada da África do Sul em Maputo desempenhou um papel significativo ao colaborar com diversas entidades moçambicanas na assistência consular e na mediada da libertação do seu cidadão. O homem trabalhava numa coutada de caça no distrito de Marrupa quando foi raptado.
A prontidão da diplomacia entre os dois países ressalta a importância da cooperação regional na resolução de incidentes de segurança.
O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo proferiu, recentemente, uma condenação de 16 anos de prisão a Tito Coutinho e Marcelino Valentim, ambos culpados pelo crime de homicídio agravado na forma tentada.
A acção criminosa, de carácter violento, foi dirigida a um jovem de 17 anos, que foi amarrado e queimado no bairro das Mahotas.
Além da pena de prisão, a 10.ª Secção Criminal estipulou que os arguidos deverão pagar solidariamente uma indemnização de 200 mil meticais à vítima, representada pelos seus tutores legais.
Segundo os factos estabelecidos na sentença, os eventos ocorreram na madrugada de 6 de Março deste ano, quando o adolescente regressava para casa após assistir a um jogo de futebol. Ao passar pela residência dos arguidos, foi interrogado sobre a sua localização e, após a resposta, acabou por ser perseguido e acusado de furto.
O jovem foi atado com fios de energia, tendo os braços e pernas imobilizados para trás. Enquanto se encontrava em situação de domínio, foi alvo de agressões físicas, sendo esbofeteado repetidamente pelos acusados, que interrogaram-no acerca de um furto alegado ocorrido na sua casa.
Segundo a juíza Ivandra Uamusse, os arguidos, com a vítima ainda amarrada, recorreram a petróleo usado para incêndios, despejando-o na área do pescoço e ombro do jovem antes de atearem fogo.
As implicações desta condenação visam reafirmar a posição da justiça moçambicana face a comportamentos criminosos que atentam contra a vida e a dignidade humana.
As autoridades americanas anunciaram a detenção de um homem de 30 anos, James Cody Bryant, no estado de Washington, por suspeita de conivência num atentado perpetrado numa escola no Canadá em Fevereiro deste ano.
O ataque, que teve como autor Jesse Van Rootselaar, uma mulher transgénero de 18 anos, resultou na morte de oito pessoas, incluindo seis alunos e uma professora assistente.
Segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Bryant teve várias interacções com a autora do ataque, oferecendo-lhe conselhos técnicos, enviando-lhe dinheiro para a compra de sapatos utilizados durante o atentado e planeando uma transmissão ao vivo dos eventos. O procurador do distrito ocidental de Washington, Neil Floyd, afirmou que Bryant possuía a informação necessária para alertar as autoridades, mas optou por não o fazer, encorajando a atiradora.
O tiroteio ocorreu na Escola Tumbler Ridge, situada na província da Colúmbia Britânica, onde a atiradora também foi encontrada morta pela polícia, aparentemente após ter cometido suicídio. Antes do ataque na escola, Rootselaar havia assassinado a mãe e o irmão, com as autoridades a referirem um histórico de problemas mentais da jovem.
Relatos indicam que, durante as suas conversas, Rootselaar discutiu cenários de violência com armas com um chatbot da OpenAI, levando alguns funcionários a sugerir que as autoridades canadenses fossem alertadas. No entanto, esse pedido foi recusado pela liderança da empresa, resultando numa acção judicial por parte das famílias das vítimas.
Bryant e Rootselaar conheceram-se três anos antes do ataque, através da plataforma Omegle. Durante a sua comunicação, Bryant chegou a sugerir à jovem que apagassem o histórico das conversas e que utilizassem uma VPN para evitar detecções ao publicarem um vídeo do tiroteio. No dia do atentado, continuou a aconselhá-la, mesmo após os homicídios de sua família.
As investigações continuam enquanto as autoridades analisam as implicações da colaboração entre o detido e a atiradora.
Ossufo Momade, presidente da Renamo, deslocou-se à cidade de Nampula para realizar uma conferência de imprensa onde reafirmou a sua posição à frente do partido.
Durante o encontro, Momade sublinhou que não tenciona abandonar a liderança através de métodos coercivos, reforçando o seu compromisso em dirigir a formação política de forma estável e orientada para o diálogo.
O líder da Renamo fez referência às recentes tensões internas no partido, afirmando que mudanças na liderança devem ocorrer apenas por meio de processos democráticos e legítimos. Momade enfatizou a importância da união e da concertação entre os membros da Renamo, apelando à continuidade da luta pelos direitos dos moçambicanos.
Na sua intervenção, o político garantiu que irá manter a sua agenda focada na promoção da paz e na defesa dos interesses do povo moçambicano. Este enfoque, segundo Momade, é crucial para enfrentar os desafios socioeconómicos que o país enfrenta actualmente.
Vários apoiantes de Ossufo Momade estiveram presentes no evento, manifestando a sua solidariedade e apoio à liderança do presidente do partido. A conferência, que contou com a presença de jornalistas e observadores, foi marcada por um ambiente de afirmação e determinação dos líderes da Renamo.
Os próximos passos da Renamo, assim como as possíveis repercussões nas dinâmicas políticas em Moçambique, permanecem em foco à medida que o partido continua a trabalhar para consolidar a sua posição no cenário político nacional.
O preço de referência da castanha de caju ao produtor foi estabelecido em 48 meticais por quilograma para a campanha 2026/2027, um incremento de três meticais em comparação com o valor praticado na campanha anterior.
A decisão foi oficializada na quarta-feira, 7 de Outubro, em Maputo, durante a primeira sessão do Comité de Amêndoas, que contou com a presença de representantes do Governo, produtores e operadores da indústria do caju.
O Ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, Roberto Mito Albino, sublinhou que a definição deste novo preço é um passo significativo para proporcionar maior previsibilidade aos intervenientes da cadeia de valor do caju. Além disso, é uma medida para manter a produção deste produto estratégico economicamente atractiva para os produtores nacionais.
Na campanha 2025/2026, o preço de referência tinha sido fixado em 45 meticais por quilograma. Para a nova campanha, foram levados em consideração factores como os custos de produção, a qualidade da castanha, as flutuações nos preços internacionais, a taxa de câmbio, a capacidade da indústria nacional e as condições de procura nos mercados principais.
Roberto Albino também destacou que o mercado internacional do caju é altamente competitivo, onde a evolução dos preços da castanha em bruto, custos de transporte e logística, bem como as condições de oferta nos países produtores e processadores, impactam a remuneração dos diversos intervenientes.
O ministro enfatizou a importância de equilibrar a remuneração dos produtores com a competitividade da cadeia de valor, especialmente em relação à indústria nacional de processamento e aos operadores de comercialização e exportação. A nova referência de 48 meticais por quilograma visa, portanto, fortalecer a cadeia de valor do caju, apoiar a indústria nacional e optimizar a posição de Moçambique nos mercados internacionais.
A Associação Nacional dos Professores (ANAPRO) expressou, através de Carlos Muhate, uma forte insatisfação relativamente ao recente discurso do Chefe de Estado de Moçambique.
Segundo...
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