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Sexta-feira, Julho 3, 2026
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Mortes provocadas pelos terremotos na Venezuela sobem para 1.450

O número de mortos em decorrência dos terramotos que atingiram a Venezuela na última quarta-feira, 24 de junho, subiu para 1.450, de acordo com informações divulgadas neste domingo, pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez. O balanço anterior, divulgado no sábado, contabilizava 1.430 vítimas fatais.

Rodríguez também revelou que 774 edifícios foram afectados pelos sismos, dos quais 189 desabaram completamente e 585 sofreram danos parciais.

Até o momento, o governo venezuelano não apresentou uma estimativa oficial de desaparecidos. Contudo, o Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários das Nações Unidas (ONU) estima que cerca de 50 mil pessoas continuam desaparecidas.

Dados da plataforma Desaparecidos Terramoto Venezuela, criada por organizações da sociedade civil para reunir informações sobre as vítimas, indicam que 48 mil pessoas ainda estão sem contacto. A mesma plataforma relata que 14,5 mil pessoas, inicialmente consideradas desaparecidas, já foram localizadas.

As autoridades continuam a trabalhar nas operações de resgate e assistência às vítimas do desastre natural, que causou devastação em várias regiões do país.

Caia regista destruição de 300 hectares de culturas por fauna bravia

A presença de elefantes e búfalos tem causado danos significativos a cerca de trezentos hectares de terras agrícolas no distrito de Caia, colocando em risco a segurança alimentar da região. 

As culturas de milho, mapira e mandioca foram as mais afectadas, conforme revelou Domingos Alfândega, director do Serviço Distrital das Actividades Económicas de Caia.

Estima-se que aproximadamente três mil famílias estejam a enfrentar as consequências desta devastação, o que eleva a urgência de medidas para mitigar a situação e proteger as comunidades locais.

O problema, que surge em um contexto de crescente dependência da agricultura, exige uma resposta imediata das autoridades competentes para assegurar a subsistência dos agricultores e a estabilidade alimentar na região.

Niassa retoma construção de 40 salas de aula após longa paralisação

Nos próximos dias, serão reiniciadas as obras de construção de cerca de 40 salas de aula nos dezasseis distritos da província do Niassa. Esta informação foi revelada pelo director provincial da Educação e Cultura, Matias Chapungo, durante a VI Reunião Provincial de Planificação.

As empreitadas, que haviam sido suspensas devido às restrições financeiras impostas pela pandemia da Covid-19, enfrentaram limitações de financiamento tanto por parte do Governo quanto dos parceiros de cooperação. Esta situação agrava-se num contexto de crise económica global, que tem gerado vários desafios.

Matias Chapungo não divulgou o montante total do investimento, contudo, mencionou que a paralisação prolongada das obras resultou em novos entraves. Vários empreiteiros têm exigido a actualização dos projectos e dos custos associados, o que poderá levar a uma necessidade de reforço do financiamento inicialmente previsto.

Apesar das dificuldades apresentadas, o Governo reafirma o seu compromisso em mobilizar os recursos necessários para garantir o reinício das obras ainda neste ano.

Quadrilha detida por assalto a fábrica e posse de armas em Tete

Quatro indivíduos foram detidos, indiciados de roubo e posse ilegal de armas de fogo, no distrito de Moatize, na província de Tete.

O grupo é acusado de estar envolvido num assalto perpetrado no início de Março num empreendimento fabril localizado no posto administrativo de Benga.

De acordo com Feleciano da Câmera, porta-voz do Comando Provincial da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Tete, os criminosos imobilizaram o agente de segurança do local, subtraíram a sua arma e ameaçaram os proprietários, levando consigo cerca de dois milhões de meticais, bem como jóias e telemóveis.

As investigações policiais resultaram na recuperação da arma de fogo roubada, além de electrodomésticos e uma motorizada. Os suspeitos confessaram ter adquirido esses bens com o valor obtido durante o assalto. Para completar o quadro, outros dois membros do mesmo grupo encontram-se em custódia policial nas províncias de Manica e no distrito de Angónia, elevando o total de envolvidos para seis.

Maputo reabre Avenida Joaquim Chissano após melhorias no sistema de esgoto

A Avenida Joaquim Chissano, uma das principais artérias da cidade de Maputo, foi oficialmente reaberta à circulação rodoviária após um período de intervenções que se estendeu por cerca de dois anos.

Esta reabertura insere-se no âmbito do Projecto de Ampliação e Modernização da Rede de Esgoto – Sistema 2.

Segundo o Município de Maputo, a nova infraestrutura representa um avanço significativo para a saúde pública, a protecção ambiental e o desenvolvimento sustentável da capital. Estima-se que cerca de 12 mil famílias beneficiarão directamente das melhorias proporcionadas pelo projecto, que visa expandir o acesso ao serviço de esgoto em vários bairros da cidade. O objectivo é claro: reduzir a poluição ambiental, evitar descargas de águas residuais no mar e eliminar ligações clandestinas ao sistema.

O investimento total para a concretização deste projecto alcançou os 13 milhões de dólares. As intervenções realizaram a construção de 7 quilómetros de nova rede de esgoto, a reabilitação de 3 quilómetros da infraestrutura já existente e a construção de duas novas estações elevatórias, reforçando assim a capacidade do sistema de esgoto da cidade.

Delegação dos Países Baixos explora potencial do café no Parque Nacional da Gorongosa

Uma delegação composta por 11 elementos dos Países Baixos, liderada por Marchel Gerrmann, Embaixador para o Comércio e Director de Desenvolvimento Económico Sustentável, visitou o Parque Nacional da Gorongosa, com especial ênfase na produção de café.

A missão é parte da preparação para a implementação do programa GV4G, cujo objectivo é fortalecer três cadeias de valor estratégicas em Moçambique: soja, caju e café. O programa tem como foco os corredores da Beira, na zona centro, e de Nacala, no norte do país, visando promover o crescimento económico sustentável, atrair investimento europeu e gerar oportunidades para 38 mil produtores, bem como 3.500 micro, pequenas e médias empresas.

Esta iniciativa está integrada no Fórum de Negócios União Europeia e Moçambique (Mozambique–EU Business Global Gateway Fórum 2026) e na cerimónia de assinatura do programa Green Value for Growth (GV4G), no valor de 60 milhões de euros, financiado pela União Europeia e pela Embaixada do Reino dos Países Baixos em Moçambique, realizada recentemente.

Após a visita ao Parque Nacional, a delegação prosseguiu para uma missão exploratória nas províncias de Manica e Sofala, no centro de Moçambique. Na Serra da Gorongosa, a equipa teve a oportunidade de observar a transformação das comunidades locais através de sistemas agroflorestais, com ênfase no cultivo de café à sombra de árvores nativas, uma prática que favorece a conservação do solo, dos recursos hídricos e da biodiversidade.

Durante a visita, os membros da delegação interagiram com produtores locais e visitaram a unidade de processamento de café da Gorongosa, onde o produto é preparado para entrada nos mercados. Um dos participantes comentou: “A Gorongosa mostra que é possível produzir café de qualidade, proteger a floresta e gerar rendimento para as comunidades,” conforme divulgado num comunicado de imprensa do Parque Nacional de Gorongosa recebido na redacção da AIM.

LAM acelera transformação para recuperar sustentabilidade e eficiência

O Secretário de Estado para os Transportes, Chinguane Mabote, apelou à paciência durante o processo de reestruturação da companhia aérea pública, Linhas Aéreas de Moçambique (LAM). 

Esta iniciativa insere-se na estratégia do governo para construir uma rede de transportes moderna que impulsione o desenvolvimento socioeconómico do país.

Como parte do plano de reestruturação, a LAM está agora sob a gestão de três empresas públicas: a Companhia dos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), a seguradora EMOSE, cada uma detendo 15,4% das acções da LAM, e a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), empresa responsável pela operação da barragem de Cahora Bassa no rio Zambeze, na província central de Tete, que possui 25,2% das acções.

Esta medida surge num momento crítico, em que a LAM tenta recuperar-se de uma situação de falência, devido a dívidas superiores a 230 milhões de dólares com fornecedores, resultado de casos de desvio de fundos.

Em 2024, a companhia estava sob a gestão da empresa sul-africana Fly Modern Ark (FMA), contratada pelo governo na tentativa de reverter a situação financeira da companhia. No entanto, os esforços não foram suficientes para sanar os problemas enfrentados.

Durante uma visita de trabalho às instalações da LAM, o Secretário de Estado sublinhou que a transportadora nacional é um activo estratégico para a integração territorial, desenvolvimento do turismo, expansão do comércio e deslocação de pessoas entre as províncias do país e a região.

“Manifestamos confiança no processo de modernização da companhia aérea e exortamos as equipas técnicas e de gestão a manterem-se focadas na segurança, pontualidade e eficiência operacional”, afirmou Mabote.

O secretário também reuniu-se com a cadeia de logística e serviços de transporte aéreo em Moçambique, que inclui os Serviços de Manuseamento de Aeroportos de Moçambique (MAHS), a Mozambique Express (MEX) e a SMS Catering.

Conforme o Plano Director de Aviação Civil (PDAC 2026-2045), o governo planeia investir mais de 710 milhões de dólares em aviação civil até 2045, abrangendo a modernização de aeroportos, sistemas de navegação aérea e segurança, prevendo que Maputo receba cerca de 2,8 milhões de passageiros por ano.

Do investimento total previsto, 440 milhões de dólares serão direcionados para a modernização da infraestrutura aeroportuária, representando quase dois terços do montante total.

Gaza se prepara para autossuficiência alimentar com investimentos em agro-pecuária

A governadora da província de Gaza, Margarida Mapandzene Chongo, destacou as potencialidades para a produção de carnes e cereais em larga escala na região, com o objectivo de alcançar a autossuficiência alimentar.

A afirmação ocorreu durante a feira do distrito de Chongoene, um espaço dedicado à promoção das oportunidades económicas e de investimento no sector agro-pecuário e de processamento.

“Em termos de hortícolas e de arroz, este distrito está bem preparado. Tem uma área de cerca de 60 mil hectares que podem produzir diversas culturas, com especial enfoque em hortícolas e cereais”, afirmou a governadora durante o seu discurso.

Margarida Mapandzene frisou que Chongoene possui as condições necessárias para se estabelecer como um actor importante na cadeia de valor do agro-negócio da província. Com isso, poderá contribuir significativamente para a segurança alimentar e para a geração de renda no distrito.

A iniciativa visa garantir o desenvolvimento sustentável da agricultura e promover a melhoria das condições de vida das comunidades locais.

Governo quer fortalecer ligações rodoviárias e marítimas com novos investimentos

O Governo de Moçambique avança com uma estratégia robusta de investimento destinada à manutenção, reabilitação e modernização das infraestruturas rodoviárias e marítimas.

O principal objectivo é assegurar uma interligação nacional e internacional mais segura, que facilite a mobilidade de pessoas e bens, além de impulsionar o comércio com os países do Interland.

Calido Naico, representante do Ministério dos Transportes e Logística, partilhou esta informação durante a primeira reunião do sector dos Transportes e Comunicações na província do Niassa, que decorreu sob o lema “Transporte Seguro como Garante da Mobilidade de Pessoas e Bens”. Naico destacou o reforço nas obras de reconstrução e apetrechamento dos corredores logísticos das cidades de Maputo, Beira e Nacala, considerados fundamentais para o escoamento de mercadorias e para o fortalecimento das ligações comerciais na região.

O representante do Governo reafirmou o compromisso do Executivo em consolidar a interligação, realçando que a modernização dos corredores mencionados é crucial para a província do Niassa, integrando-a na rede logística nacional. “Estamos empenhados na modernização dos corredores de Maputo, Beira e Nacala, onde a província do Niassa desempenha um papel importante, para facilitar a circulação de pessoas e o escoamento de mercadorias para os países do Interland”, afirmou Naico.

Esta iniciativa do Governo visa, assim, fortalecer as condições de transporte, promovendo um ambiente mais eficiente e seguro para a movimentação de bens e cidadãos.

Governo garante serviços essenciais e infraestrutura em Maiaca

O secretário de Estado no Niassa, Silva Livone, confirmou, este domingo, a implementação de intervenções significativas para a melhoria dos serviços essenciais no posto administrativo de Maiaca, localizado no distrito de Maúa.

Esta afirmação foi feita durante uma visita de trabalho de dois dias à região, onde se dirigiu à população local.

Livone sublinhou a importância da expansão da rede escolar, do sector da saúde e do fornecimento de energia eléctrica, assim como a disponibilização de água potável. Além disso, destacou o empenho do Governo em reparar as vias de acesso, especialmente a estrada que liga Maiaca à sede do distrito, cuja deterioração tem prejudicado a comunicação e o transporte na área.

“Estamos conscientes que a localidade não se desenvolve num único dia; trata-se de um processo. No que diz respeito à energia, já estamos a tomar medidas, e a estrada será reabilitada em breve. A questão do abastecimento de água também é uma prioridade que vamos abordar”, afirmou Livone. O secretário de Estado assegurou ainda que o Governo irá trabalhar na ampliação do hospital local para incluir serviços de maternidade.

A visita do responsável do Governo deu a esperança da comunidade em melhorias concretas, que visam o desenvolvimento sustentado na região.

Vagas de emprego do dia 29 de Junho de 2026

Foram publicadas hoje, dia 29 de Junho no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Clique aqui para baixar a edição em PDF.

Vagas de emprego abertas para hoje:

1. Vaga para HR Expat Coordinator

A McDermott International pretende recrutar um (1) HR Expat Coordinator. Saiba mais.

2. Vaga para Auditor/ Gestor Senior

A EY pretende recrutar um (1) Auditor/ Gestor Senior. Saiba mais.

3. Vaga para Logistics Technical Trainee

A AB InBev pretende recrutar um (1) Logistics Technical Trainee. Saiba mais.

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vaga para Procurement Intern

A DP World pretende recrutar um (1) Procurement Intern. Saiba mais.

2. Vaga para Cash and Voucher Specialist

A Norwegian Refugee Council (NRC) pretende recrutar um (1) Cash and Voucher Specialist Mozambique Pemba. Saiba mais.

3. Vaga para Senior Security Specialist

A McDermott pretende recrutar um (1) Senior Security Specialist. Saiba mais.

4. Vaga para Gestor Comercial Sénior

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Comercial Sénior. Saiba mais.

5. Vaga para Chefe de Operações

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Chefe de Operações. Saiba mais.

6. Vaga para Procurement Officer

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Procurement Officer. Saiba mais.

7. Vaga para Analista Financeiro

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Analista Financeiro. Saiba mais.

8. Vaga para Assistente de Marketing

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Marketing. Saiba mais.

9. Vaga para Técnico Superior de Recursos Humanos

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior de Recursos Humanos. Saiba mais.

10. Vaga para Chefe de Cozinha Executivo

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Chefe de Cozinha Executivo. Saiba mais.

11. Vaga para Chefe de Cozinha a la carte

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Chefe de Cozinha a la carte. Saiba mais.

12. Vaga para Empregado de Mesa Gourmet

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Empregado de Mesa Gourmet. Saiba mais.

13. Vaga para Pasteleiro Gourmet

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Pasteleiro Gourmet. Saiba mais.

14. Vaga para Barista Latte

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Barista Latte. Saiba mais.

15. Vaga para Sushi Chef

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Sushi Chef. Saiba mais.

16. Vaga para Supervisor/a de Saúde e Nutrição

A Action Contre La Faim pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Supervisor/a de Saúde e Nutrição. Saiba mais.

17. Vaga para Consultor(a) Oficial de Monitoria, Avaliação e Aprendizagem do Projecto LAGO

O CESC – Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil é uma organização moçambicana, sem fins lucrativos pretende recrutar um/a (1) Consultor(a) Oficial de Monitoria, Avaliação e Aprendizagem do Projecto LAGO. Saiba mais.

18. Vaga para Completions Field Engineer/Specialist – Sand Control

A SLB pretende recrutar um (1) Completions Field Engineer/Specialist – Sand Control. Saiba mais.

19. Vaga para Education Programme Development Manager

A Norwegian Refugee Council (NRC) pretende recrutar um (1) Education Programme Development Manager Mozambique Pemba. Saiba mais.

20. Vaga para National Agronomist

A FAO Mozambique pretende recrutar um (1) National Agronomist. Saiba mais.

21. Vaga para Specialized Operator

A Mota-Engil pretende recrutar um (1) Specialized Operator. Saiba mais.

22. Vaga para Country Coordinator, Mozambique, CRVS

A Vital Strategies pretende recrutar um (1) Country Coordinator, Mozambique, CRVS. Saiba mais.

23. Vaga para Consultor – Construção da Linha Base para o Projeto

A CESAL pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor – Construção da Linha Base para o Projeto “RIBERAGRO: ALIANÇA PARA AGROFLORESTA, ÁGUA E BIODIVERSIDADE”. Saiba mais.

24. Vaga para Territory Manager Nampula

A Vodafone pretende recrutar um (1) Territory Manager Nampula. Saiba mais.

25. Vaga para Cluster Supervisor Niassa

A Vodafone pretende recrutar um (1) Cluster Supervisor Niassa. Saiba mais.

26. Vaga para Workshop Supervisor

A Mota-Engil pretende recrutar um (1) Workshop Supervisor. Saiba mais.

27. Vaga para Assistente Administrativo

A CRH Consultores, Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.

28. Vaga para Estagiários(as)

A PANGARA, S.A., empresa sediada na Cidade de Maputo, pretende recrutar Estagiários(as). Saiba mais.

29. Vaga para Oficial Técnico de Governação Inclusiva

A Handicap International/Humanity & Inclusion (HI) pretende recrutar um (1) Oficial Técnico de Governação Inclusiva. Saiba mais.

30. Vaga para Empresa para Elaboração de Projecto Executivo e Construção de Muro de Vedação

O CESC – Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil é uma organização moçambicana, sem fins lucrativos pretende recrutar uma (1) Empresa para Elaboração de Projecto Executivo e Construção de Muro de Vedação. Saiba mais.

Colisão entre comboios na Polónia deixa feridos e provoca descarrilamento

Um acidente ferroviário ocorreu na aldeia de Bialosliwie, na região centro-oeste da Polónia, na tarde desta quinta-feira, quando dois comboios de passageiros colidiram. 

O incidente resultou no descarrilamento de três carruagens de um dos comboios e envolveu aproximadamente 220 passageiros.

Segundo os bombeiros da Grande Polónia, citados pela TVP Poznan, pelo menos duas pessoas ficaram feridas, embora não haja informações sobre a gravidade dos seus ferimentos. Um dos comboios é operado pela Polregio, a maior empresa de transporte de passageiros em curtas distâncias do país, enquanto o outro pertence à PKP Intercity, responsável pelo transporte de passageiros de longa distância.

As autoridades relataram que os dois comboios estavam a viajar em paralelo na mesma direcção. Segundo um porta-voz da PKP, o comboio da Polregio permitiu que o outro, que estava atrasado, passasse na linha em que se encontrava.

Para responder ao acidente, pelo menos 16 equipas de bombeiros foram mobilizadas para o local. Como resultado da colisão, parte do tráfego ferroviário na região foi suspenso até sexta-feira, e uma investigação foi aberta para apurar as causas do acidente.

Quase 40 mil pessoas continuam desaparecidas após terramotos na Venezuela

Após os terramotos que abalaram a Venezuela na noite de quarta-feira (24), cerca de 40 mil pessoas estão registadas como desaparecidas.

Essa informação foi disponibilizada em uma plataforma criada de forma voluntária pelos próprios venezuelanos, com o intuito de apoiar as buscas.

O site “Desaparecidos Terramoto Venezuela” permite que familiares e amigos registem pessoas desaparecidas por meio de um formulário que inclui dados como nome, idade, última localização conhecida, descrição física e foto. Até o momento, a plataforma recebeu 43.308 registos de desaparecidos, dos quais 39.989 permanecem sem contacto e 3.319 já foram localizadas. O governo venezuelano não divulgou até agora um balanço oficial sobre o número de pessoas desaparecidas no país.

Além de permitir o registo de desaparecidos, o site oferece um campo para que aqueles que divulgaram um desaparecimento possam ser contactados caso alguém veja a pessoa registada na plataforma.

O número de vítimas dos tremores aumentou na tarde desta quinta-feira, com o governo informando que 188 pessoas perderam a vida em decorrência dos terramotos, e mais de 1.500 ficaram feridas. Em resposta à tragédia, a presidente interina do país, Delcy Rodríguez, decretou estado de emergência. Os abalos sísmicos foram sentidos também em países vizinhos, como a Colômbia e em várias cidades do Brasil.

Maputo sediará o Mercado das Indústrias Culturais e Criativas de Moçambique

A capital moçambicana acolhe, entre os dias 30 de Julho e 1 de Agosto, a primeira edição do Mercado das Indústrias Culturais e Criativas de Moçambique (MICMZ). Esta iniciativa visa emergir como uma plataforma primordial para a circulação cultural, a cooperação internacional e a promoção da economia criativa no país e em toda a região africana.

O evento reunirá uma diversidade de intervenientes, incluindo criadores, produtores culturais, investidores, instituições, compradores e o público, abrangendo diferentes sectores das indústrias criativas. Áreas como música, literatura, moda, cinema, audiovisual, fotografia, gastronomia, design, artes visuais, jogos electrónicos e cultura digital encontram-se no centro das atenções.

Durante os três dias de programação, o MICMZ incluirá conferências, showcases, exposições, debates, encontros profissionais, sessões de networking, apresentações artísticas, bem como uma componente de negócios (B2B) orientada para o fortalecimento de parcerias comerciais, a circulação de produtos criativos e a criação de oportunidades de investimento no sector.

Os organizadores antecipam a participação de mais de 100 convidados de renome, tanto a nível nacional quanto internacional, com destaque para artistas, investigadores, comunicadores, estrategas culturais, designers, produtores e outros profissionais das indústrias criativas africanas e da diáspora. Entre os nomes confirmados, a estratega sul-africana da economia criativa Sinamandla Kwepile, a cantora sul-africana Ntunja, o artista afro-brasileiro NICOW e a jornalista e curadora digital brasileira Domi Valansi marcarão presença.

No que diz respeito ao panorama nacional, profissionais de destaque como Jaime Mirandolino, Sérgio Jeremias Langa e Vasco Daniel Mahumane estarão representados, contribuindo para o enriquecimento das discussões e actividades do evento.

Recentemente, o MICMZ firmou um memorando de entendimento com a Global Creative Summit da África do Sul, criando um quadro de cooperação bilateral que visa promover a mobilidade artística, o intercâmbio cultural, a formação, as co-produções e o desenvolvimento da economia criativa em África.

O Mercado das Indústrias Culturais e Criativas de Moçambique promete, assim, ser um marco significativo no calendário cultural do país e da região.

Inclusão de pessoas com deficiência nas respostas a emergências é urgente

O Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência (FAMOD) chamou a atenção para a necessidade urgente de adoptar respostas humanitárias mais inclusivas, enfatizando que as pessoas com deficiência devem ser uma prioridade no planeamento e na implementação das acções de emergência.

Durante um encontro realizado na cidade de Maputo, o FAMOD destacou que milhares de cidadãos enfrentam continuação de barreiras que dificultam o acesso à assistência em tempos de calamidade, o que agrava a vulnerabilidade destes indivíduos em momentos críticos.

O presidente do FAMOD, Zeca José Chaúque, reforçou que a assistência humanitária não deve excluir nenhum cidadão em função da sua condição física, sensorial ou intelectual. “Nenhuma pessoa deve ser deixada para trás durante uma emergência. A inclusão das pessoas com deficiência deve ser um elemento central na resposta a situações de emergência calamitosa”, afirmou.

Este apelo apresenta especial relevância no contexto das cheias que devastaram várias regiões do país este ano, resultando na destruição de habitações, na perda de meios de subsistência e no deslocamento de milhares de famílias.

Para abordar esta situação, o FAMOD promoveu uma iniciativa de consulta directa às pessoas com deficiência afectadas pelos desastres. Este esforço teve o apoio de diversos parceiros, incluindo o Programa Mundial de Alimentação (PMA), membros do Disability Work Group, representantes governamentais e organizações humanitárias nacionais e internacionais.

Durante o encontro, a Directora Nacional da Save the Children em Moçambique, Ilaria Manunza, defendeu que a inclusão deve ser uma prioridade, não resultando de acções isoladas ou da boa vontade de algumas instituições. A inclusão da deficiência, segundo Manunza, deve estar integrada de forma sistemática em todas as fases da resposta humanitária, desde a avaliação das necessidades até à implementação e recuperação das comunidades.

Manunza insistiu na importância da responsabilidade colectiva entre todos os intervenientes do sector humanitário, incluindo o Governo, organizações de pessoas com deficiência, associações especializadas e doadores. “Precisamos de um compromisso que envolva todos, com funções definidas e mecanismos de prestação de contas”, declarou.

Entre as prioridades identificadas estão a necessidade de recolher e utilizar dados desagregados para orientar decisões, fortalecer a participação activa das organizações de pessoas com deficiência, financiar medidas de acessibilidade e integrar a inclusão nas estratégias de planeamento e distribuição de recursos.

O FAMOD sublinhou que a auscultação junto das vítimas das cheias visa não apenas a elaboração de um relatório técnico, mas sim a criação de um verdadeiro instrumento de mudança, defendendo que a inclusão deve deixar de ser vista como uma questão secundária para se tornar um princípio fundamental em todas as intervenções humanitárias.

FADM celebram formação de novos fuzileiros com cerimónia de imposição de boinas

Quatro Companhias de fuzileiros das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) celebraram a conclusão do 37.º curso de formação de praças fuzileiros, com a imposição de boinas.

A cerimónia decorreu na capital, sob a supervisão do Contra-almirante Bernardo Nchocomala, comandante do Ramo da Marinha de Guerra.

Durante o evento, o Contra-almirante Nchocomala dirigiu palavras de incentivo aos novos fuzileiros, destacando a importância dos conhecimentos adquiridos ao longo dos sete meses de formação. O comandante apelou aos formandos que mantenham a coragem e o compromisso de servir ao país, valores essenciais para o desempenho das suas funções.

A especialização foi conduzida por instrutores nacionais e teve como objectivo preparar os militares para os desafios que enfrentarão no desempenho das suas actividades operacionais.

A cerimónia marca um momento significativo para as Forças Armadas de Defesa de Moçambique, simbolizando não apenas a conclusão de um ciclo de formação, mas também o fortalecimento das capacidades defensivas do país.

Índia doa ambulâncias para fortalecer defesa de Moçambique

O Governo de Moçambique recebeu oficialmente duas ambulâncias, doadas pelo Governo da Índia, em uma cerimónia realizada no Clube Militar, situado na cidade de Maputo.

A entrega esteve a cargo do coronel Puneet Attri, que entregou os veículos ao secretário permanente do Ministério da Defesa Nacional, Augusto Mueio, na presença de representantes dos ministérios da Saúde e da Defesa Nacional.

De acordo com um comunicado enviado ao jornal “Notícias”, a cooperação na área de defesa é considerada um componente fundamental nas relações bilaterais entre Moçambique e a Índia, duas nações que partilham o Oceano Índico. Este vínculo reforça o compromisso mútuo com a segurança colectiva e a paz regional.

Durante o evento, o coronel Attri reafirmou a determinação da Índia em apoiar o desenvolvimento das capacidades das Forças Armadas de Moçambique, especialmente no que diz respeito às prioridades e necessidades do país. O comunicado salientou que a doação de equipamentos militares tem sido uma prática regular na colaboração entre as duas nações nos últimos anos. Esta parceria já se concretizou com a entrega de diversas plataformas navais, peças sobressalentes críticas e simuladores de tiro, além das ambulâncias agora recebidas.

SENAMI regista crescimento significativo de cidadãos expulsos dos países vizinhos

Durante o mês de Maio, um total de 5.302 cidadãos moçambicanos foram deportados dos países vizinhos por permanência e entrada ilegais. 

Estes indivíduos encontravam-se a trabalhar em condições clandestinas, o que resultou numa cifra alarmante que marca um aumento de aproximadamente 38% em comparação ao mesmo período de 2022, quando foram registadas 3.841 deportações.

A informação foi divulgada pelo porta-voz do Serviço Nacional de Migração (SENAMI), Juca Bata, que destacou que entre os deportados, cerca de 800 indivíduos foram vítimas de xenofobia. Os restantes foram expulsos em razão de terem violado as normas de entrada, permanência ou exercício de actividades laborais exigidas pelas autoridades dos países anfitriões.

Esta situação revela a crescente vulnerabilidade dos trabalhadores moçambicanos que buscam melhores oportunidades além-fronteiras, reflectindo não apenas a complexidade da migração na região, mas também os desafios enfrentados por aqueles que tentam sobreviver em mercados de trabalho hostis.

PR Chapo convoca academia a enfrentar ameaças à segurança nacional em Moçambique

O Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, instou a Academia de Estudos Estratégicos Avançados (AAEE) a desempenhar um papel central na geração de conhecimento para enfrentar o terrorismo, o crime organizado e outras ameaças emergentes à segurança nacional.

A declaração foi feita em Maputo, durante a cerimónia de posse de António Supeia como chanceler da AAEE e Nelson Rego como vice-chanceler da mesma instituição.

Chapo referiu que o país está a ser confrontado com ameaças cada vez mais complexas que exigem inteligência, investigação científica e pensamento estratégico, superando as respostas militares tradicionais. “O terrorismo na província do Cabo Delgado, os sequestros, o tráfico de drogas, o cibercrime, a exploração ilegal de recursos naturais e a desinformação constituem desafios reais que requerem pessoal altamente qualificado e respostas integradas do Estado”, afirmou.

O Presidente enfatizou que a AAEE deve ultrapassar a visão de uma mera instituição educativa, devendo tornar-se um verdadeiro centro nacional de pensamento estratégico ao serviço do Estado moçambicano. Ele ressaltou a importância de contar com especialistas capazes de realizar análises aprofundadas e encontrar soluções concretas para os principais desafios de segurança e desenvolvimento.

Entre as prioridades destacadas, Chapo salientou a necessidade de um estudo aprofundado sobre o terrorismo em Cabo Delgado, que inclua a identificação das suas origens, redes de financiamento e métodos de recrutamento, bem como estratégias para fortalecer a resiliência das comunidades afectadas.

O Presidente também solicitou uma investigação mais aprofundada sobre sequestros, crime organizado transnacional, tráfico de drogas, cibercrime e a disseminação de notícias falsas nas redes sociais.

“Precisamos de um pensamento estratégico produzido em Moçambique, para Moçambique. Desejamos soluções adaptadas à nossa realidade. A segurança nacional deixou de ser apenas uma questão militar; tornou-se multidimensional e depende cada vez mais da qualidade do pessoal encarregado da sua gestão”, declarou.

Chapo acrescentou que a Academia é uma instituição vital para defender a soberania do Estado, a integridade territorial e os interesses estratégicos. “O nosso dever é proteger os avanços conseguidos através dos sacrifícios de gerações de moçambicanos e preparar o país para os desafios futuros”, sublinhou.

Segundo o Presidente, a conquista da independência económica é a missão primária da atual geração, afirmando que “este objetivo requer o fortalecimento da agricultura, da indústria, da educação, da saúde e da infraestrutura, assim como o combate à corrupção”.

Inhambane se torna hub cultural com festival de jazz relevante

O músico Moreira Chonguiça e o governador da província de Inhambane, Francisco Pagula, firmaram recentemente um memorando de entendimento com o intuito de posicionar a região como um centro de arte, cultura e turismo. A assinatura do acordo ocorreu na cidade de Inhambane e pretende tornar a província uma referência mundial nesse âmbito.

O primeiro passo na implementação deste memorando será a realização do Festival Internacional de Jazz de Vilankulo, agendado para ser lançado no dia 5 de Novembro, durante a segunda edição da Conferência Internacional do Turismo. Este evento marco pretende acolher diversos artistas e destacar as potencialidades de Inhambane no cenário cultural.

A Fundação Moreira Chonguiça, responsável pela promoção do festival, irá também actuar em fóruns estratégicos e na captação de fundos junto a entidades nacionais e internacionais, públicas e privadas. Moreira Chonguiça destacou que este acordo “visará criar condições que evidenciem as valências de Inhambane, distribuindo-as por toda a cadeia de valor.”

Francisco Pagula manifestou a sua confiança no projecto, referindo que “tudo que estamos a fazer pode parecer insano, mas é fundamental para a transformação cultural que almejamos.” O governador enfatizou ainda que Inhambane representa cerca de 60% do turismo nacional e que a parceria com a Fundação Moreira Chonguiça é um passo essencial para o desenvolvimento cultural da província. O evento de Novembro será, segundo Pagula, associado ao “summing tourism”, contribuindo assim para a valorização da oferta turística local.

As expectativas em torno do festival são elevadas, com a comunidade local e os visitantes à espera de um evento que não apenas celebre a música, mas também reforce a identidade cultural de Inhambane.

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