Três indivíduos, com idades entre 20 e 26 anos, encontram-se detidos na cidade de Quelimane, indiciados pelo roubo de portas de um armazém. Este crime ocorreu na capital provincial da Zambézia.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) revelou que dois dos suspeitos já trabalharam como guardas no referido armazém, enquanto o terceiro é irmão de um ex-funcionário da mesma empresa, circunstâncias que terão facilitado a execução do delito.
De acordo com Maximino Amílcar, porta-voz do SERNIC na Zambézia, os suspeitos subtraíram um total de 55 portas, provocando prejuízos que ascendem a mais de 270 mil meticais. Até ao momento, 13 portas foram recuperadas, tendo sido já comercializadas a compradores individuais.
As investigações indicam que o grupo actuava durante a madrugada, retirando as portas por volta da meia-noite e transportando-as para a residência de um dos implicados. Posteriormente, o material era entregue a um terceiro elemento, encarregado da sua venda.
A detenção ocorreu quando um dos indivíduos tentava vender parte do material a um cidadão nigeriano, que se revelou ser conterrâneo do proprietário dos bens roubados. Esta coincidência levantou suspeitas que conduziram à intervenção das autoridades, resultando na captura do primeiro suspeito, que apontou o paradeiro dos restantes comparsas.
Os detidos confessaram a prática do crime e aguardam agora o desenrolar dos trâmites legais.
O Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, reuniu-se em Pequim com o seu homólogo chinês, Xi Jinping, que manifestou o seu compromisso com a agenda de desenvolvimento de Moçambique.
De acordo com uma nota divulgada pelo gabinete de Chapo, o comprometimento do líder chinês fortaleceu a confiança mútua e a determinação de consolidar parcerias estratégicas que terão um impacto directo na vida dos moçambicanos.
Chapo afirmou que o seu governo continuará a envidar esforços em direcção à independência económica de Moçambique. Durante o encontro, convidou empresas chinesas a investirem na construção de estradas com portagens em Moçambique.
O Presidente expressou o desejo de que as relações sino-moçambicanas mudem o foco de um ângulo político para um mais económico. Actualmente, segundo dados do Banco de Moçambique, referentes ao terceiro trimestre de 2025, a China representa 1,5% do Investimento Estrangeiro Directo em Moçambique, posicionando-se assim em sexto lugar na lista dos investidores.
Na segunda-feira, Chapo, durante a sua visita à província de Qinghai, reiterou o convite às empresas chinesas para construírem estradas em Moçambique. Propôs a adopção do modelo BOT (Build-Operate-Transfer), em que a empresa chinesa construiria a estrada e operá-la-ia por um período de 20 a 30 anos, recuperando os seus custos através de portagens. Estes contractos teriam opção de renovação.
“As nossas relações políticas e diplomáticas são excelentes”, sublinhou Chapo. “Agora, almejamos abrir uma nova página na cooperação económica e comercial”.
O Presidente aproveitou a ocasião para agradecer a Xi Jinping pela exoneração de tarifas a Moçambique e a 52 outros países africanos, ao abrigo de um acordo que entrará em vigor a 31 de Maio.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial de Inclusão Social – Género e Inclusão da Deficiência (Cabo Delgado – Pemba). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial de Parcerias baseado(a) em: Nampula. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar dois (2) Oficiais de Mercadorias Locais (Matola e Manhiça). Saiba mais.
A CRH Consultores, Lda pretende recrutar um/a (1) Consultor(a) de Viagens, para uma empresa que opera no ramo de Turismo, Logística e Transporte. Saiba mais.
As autoridades da província central da Zambézia afirmam que não há crise de combustível na região. Em declarações feitas na segunda-feira à estação de televisão independente STV, o director dos serviços de infra-estrutura da província, João Tsembene, assegurou que existem estoques de 80.000 metros cúbicos de gasolina e 100.000 metros cúbicos de gasóleo.
“O nosso território não está a enfrentar uma crise”, frisou Tsembene. “Registam-se algumas irregularidades na distribuição de combustível em certos pontos, mas, de uma forma geral, a situação é estável.” O director informou ainda que a Zambézia recebeu combustível do terminal marítimo da empresa estatal de combustíveis, a Petromoc, e que estão a ser tomadas medidas para minimizar o tempo em que as bombas de gasolina ficam sem combustíveis. Segundo ele, as bombas da Petromoc têm estado sem abastecimento durante cerca de dois dias, porém as bombas de outras empresas mantêm-se operacionais.
Em contrapartida, na cidade de Maputo, a escassez de combustível continua a ser um problema significativo. Longas filas de veículos continuam a formar-se nas estações de serviço que ainda têm gasolina e gasóleo disponível. Esta situação tem desestimulado os cidadãos a realizarem viagens de longa distância, resultando em muitos dos mini-autocarros que tradicionalmente transportam passageiros de Maputo para a África do Sul estarem estacionados. Aspiring passengers enfrentam ainda uma longa espera.
Uma mulher à espera de um transporte para a África do Sul relatou ao jornal “O País” que não há nenhuma disponibilidade. “Não há combustível”, afirmou. “Neste momento, não há transportes a operar. Estamos apenas sentados aqui.”
A falta de combustível, aliada à inexistência de passageiros, coloca os operadores de transporte em situação de prejuízo. Os condutores de autocarros manifestaram aos repórteres a incerteza sobre quando conseguirão retomar as viagens rumo à África do Sul. Alguns motoristas confessaram ter tentado contornar a escassez em Maputo reabastecendo os seus veículos na África do Sul, apesar do preço do combustível ser mais elevado do que em Moçambique.
O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, reafirmou o apoio incondicional do país ao princípio de uma só China e ao conceito de “um país, dois sistemas” durante um encontro com o Primeiro-Ministro da China, Li Qiang, no Grande Salão do Povo, em Beijing.
Durante a reunião, Chapo destacou a importância da reunificação da República Popular da China, sublinhando que Taiwan pertence à China. Este princípio aplica-se igualmente a regiões como Hong Kong e Macau, que já fazem parte da “Grande China” e têm a possibilidade de manter os seus sistemas económicos liberais por um período determinado.
“Estou aqui para reafirmar o firme e incondicional apoio de Moçambique ao princípio de uma só China e um país, dois sistemas. Acredito que, sob a sábia e pragmática liderança do Presidente Xi Jinping, a República Popular da China alcançará a reunificação total e harmoniosa do país,” afirmou Chapo.
O Chefe do Estado moçambicano condenou também as acusações de violações dos direitos humanos em regiões como Tibete e Xinjiang, classificando-as como infundadas, e repudiou as tentativas de isolamento económico e social da China.
A visita de Daniel Chapo à China ocorre a convite do Presidente Xi Jinping, e após o encontro, o Presidente moçambicano prestou homenagem ao depositar uma coroa de flores na Praça Tiananmen, também conhecida como Praça da Paz Celestial.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que a prorrogação do cessar-fogo com o Irã é “altamente improvável”, a menos que um acordo definitivo seja alcançado entre as partes.
O norte-americano também enfatizou que o bloqueio dos EUA na região do Estreito de Ormuz permanecerá em vigor até que um acordo seja completamente finalizado.
“É altamente improvável que eu estenda”, afirmou Trump em entrevista à Bloomberg, acrescentando que não será pressionado a aceitar um acordo desfavorável. “Temos todo o tempo do mundo”, completou.
O cessar-fogo, acordado entre os Estados Unidos e o Irã no dia 7 deste mês, possui uma duração de duas semanas, com o prazo para expiração marcado para esta quarta-feira (22).
As negociações diplomáticas entre os dois países continuam incertas. O Irã, por sua vez, indicou que ainda não decidiu se enviará representantes ao Paquistão, após a Marinha americana ter sequestrado uma embarcação iraniana que tentava atravessar o bloqueio dos EUA no Golfo do Omã. O porta-voz da chancelaria iraniana, Esmail Baqaei, afirmou: “Não há planos e nenhuma decisão foi tomada a este respeito”.
No domingo, militares dos EUA interceptaram o navio M/V Touska, de bandeira iraniana, alegando que a embarcação desobedeceu a avisos para retornar durante um período de seis horas.
Do lado americano, Trump mencionou que o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, já está a caminho de Islamabad, capital do Paquistão, para participações nas conversas com o Irã. A delegação americana também inclui o enviado especial de Trump para o Oriente Médio, Steve Witkoff.
A situação continua a evoluir, com a comunidade internacional a observar atentamente os desdobramentos nas relações entre os dois países.
O grupo extremista Boko Haram lançou uma grave ameaça na Nigéria, afirmando que mais de 400 reféns, incluindo mulheres e crianças, serão executados caso o governo não pague um resgate superior a R$ 18,5 milhões dentro de um prazo de 72 horas.
Em um vídeo enviado à mídia local, integrantes do grupo armados e com o rosto coberto emitiram o ultimato, afirmando que, se a quantia não for paga, as vítimas “desaparecerão para sempre”. O porta-voz do grupo, que aparece nas imagens, declarou que esta é a “primeira e última mensagem”, deixando claro que o tempo para a resposta é limitado.
Um dos membros do grupo advertiu: “Se nossas exigências não forem atendidas, transferimos essas vítimas para outros locais”, enfatizando que a ordem é em nome de Alá e que o prazo estabelecido deve ser rigorosamente respeitado.
Até o momento, não houve manifestação oficial do governo nigeriano em resposta a esta ameaça. A situação levanta sérias preocupações sobre a segurança dos reféns e a eficácia das medidas de combate ao extremismo na região. A comunidade internacional observa atentamente a evolução deste caso, que destaca a contínua luta da Nigéria contra o terrorismo e a violência extremista.
As autoridades moçambicanas asseguraram que a Mozambique Airlines (LAM) dispõe de combustível suficiente para continuar as suas operações nos próximos 30 dias.
A companhia aérea afirma que não há riscos de redução na frequência dos voos nas suas rotas domésticas, mesmo face à incerteza dos mercados internacionais de energia resultante do conflito armado entre os Estados Unidos e o Irão.
O bloqueio do Estreito de Ormuz, um ponto crucial no transporte de quase 20% das vendas de petróleo a nível mundial, tem impactado directamente o fluxo de navios que transportam gás e petróleo.
Aproximadamente 80% das importações de combustível de Moçambique passam por rotas associadas a este estreito, o que levanta preocupações sobre as repercussões económicas da guerra no Médio Oriente.
Em Maputo, a situação das reservas de combustível é crítica, com longas filas de veículos a formarem-se nas bombas onde há disponibilidade de gasolina e gasóleo. Esta escassez tem desincentivado os cidadãos a realizarem viagens de longa distância.
Agostinho Langa, presidente da empresa moçambicana de portos e caminhos-de-ferro (CFM), garantiu que o fornecimento de combustível de aviação está assegurado e que o plano operacional da LAM se mantém intacto. “Não iremos reduzir nenhuma rota. Continuaremos a operar normalmente”, afirmou.
Langa esclareceu que a LAM adquire o seu combustível, principalmente, através dos distribuidores Puma Energy e Petromoc, os quais são responsáveis pelo fornecimento de combustível de aviação (Jet A1). “Temos a garantia de que haverá combustível para pelo menos os próximos 30 dias”, acrescentou.
Entretanto, Langa admitiu que a evolução da situação geopolítica internacional poderá exercer pressão sobre os preços do combustível. “A situação no Médio Oriente é sensível, e existe tensão entre os Estados Unidos e o Irão. Se ocorrer um aumento nos preços do combustível, a LAM seguramente será obrigada a rever algumas decisões”, alertou.
Dados das autoridades portuárias mostram que o país continua a receber volumes significativos de combustível nos principais portos. Um dos navios que opera no terminal está a descarregar aproximadamente 15 milhões de litros de gasóleo, numa operação que começou recentemente e deverá ser concluída nas próximas horas. Outro navio também está previsto para chegar, com a carga de cerca de 21,3 milhões de litros de gasolina.
No Porto Central da Beira, cerca de 26 milhões de litros de gasóleo e 52 milhões de litros de gasolina foram descarregados nos últimos dias para abastecer o mercado. “Considerando a volatilidade do mercado internacional, associada a tensões geopolíticas, especialmente na região do Golfo Pérsico, apelamos para um uso racional do combustível. Há indícios de que algumas empresas distribuidoras enfrentam constrangimentos de liquidez para garantir pagamentos e garantias bancárias em moeda estrangeira, o que poderá influenciar a taxa de fornecimento”, concluiu.
Apesar das dificuldades, as autoridades reafirmam que os navios que transportam combustível continuam a chegar aos terminais portuários, o que deverá garantir o abastecimento do mercado nacional e dos serviços essenciais da LAM.
Um ex-funcionário do Município da Vila da Macia, identificado como D. Sumbane, de 31 anos, encontra-se detido sob a acusação de falsificação de moeda nacional.
A prisão ocorreu na passada sexta-feira, por volta das 19 horas, quando Sumbane foi apanhado a tentar depositar uma nota falsa de mil meticais junto a um agente de moeda electrónica na localidade.
Conforme avançado pela Rádio Comunitária da Macia, o agente, ao identificar irregularidades na cédula, alertou imediatamente a Polícia da República de Moçambique (PRM), que se encarregou da detenção do suspeito. Em declarações à imprensa, Sumbane admitiu a prática delituosa, revelando que produziu a nota na cidade da Beira, na província de Sofala, utilizando uma impressora a cores e papel A4. Após a impressão, recortou a cédula com uma lâmina para simular a sua autenticidade.
O percurso criminal de Sumbane não é recente. A Rádio Comunitária da Macia reporta que o acusado já tinha sido expulso do Conselho Municipal da Vila da Macia em decorrência de alegações de falsificação da assinatura do presidente local.
Meses depois, foi detido por furto de um computador pertencente à Rádio Municipal da Macia. Há também registo de uma detenção anterior, ocorrida no ano passado na cidade da Beira, por suspeita de falsificação de moeda, tendo sido libertado após pagamento de caução.
Transportadores semi-colectivos de passageiros no município da Matola protagonizaram um protesto esta manhã, erguendo barricadas na Estrada Velha da Matola e impedindo a circulação de viaturas. A manifestação surge como resposta à severa escassez de combustíveis líquidos que tem afectado a região.
Os manifestantes bloquearam as estradas com pedras, resultando em filas intermináveis de viaturas e munícipes que, munidos de galões, aguardam a oportunidade de adquirir combustível. O cenário de tumulto na área é visível, com muitos a tentar encontrar soluções para a insatisfação crescente em relação à situação que enfrentam.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) foi chamada a intervir no local, mobilizando-se para remover os obstáculos e restaurar a normalidade na transitabilidade da via. No entanto, os angariadores e cobradores de passageiros continuaram a insistir na obstrução da estrada, intensificando os confrontos.
Os residentes locais e motoristas aguardam ansiosamente por uma resolução do conflito, na esperança de que a situação melhore e as filas para combustíveis diminuam num futuro próximo.
A Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) reportou prejuízos na ordem de 12 milhões de dólares resultantes da suspensão da circulação de comboios na Linha do Limpopo.
Esta interrupção, que já dura cerca de três meses, impede a realização de aproximadamente 130 comboios que ligam o Zimbabwe a Maputo.
Agostinho Langa, presidente do Conselho de Administração dos CFM, revelou que o plano inicial previa a reabertura da linha em meados de Março. A Linha do Limpopo é crucial para a mobilidade de pessoas e mercadorias, especialmente para países sem acesso ao mar, como o Zimbabwe, que importa diversos produtos, incluindo combustíveis e cereais.
A suspensão da circulação é atribuída a cheias e inundações que afectaram severamente a região Sul de Moçambique em Janeiro. Neste momento, a CFM está a avançar com obras de reabilitação da linha, com um investimento estimado de até 25 milhões de dólares. A previsão é que a circulação de comboios seja retoma no dia 1 de Maio.
O Ministério do Trabalho, Género e Acção Social (MTGAS) condenou a publicação de um anúncio de emprego no jornal Notícias, datado de 16 de Abril, onde a nacionalidade chinesa era destacada como um factor de vantagem para o cargo de gestor administrativo na cidade de Maputo.
De acordo com um comunicado emitido pela instituição, este critério é considerado potencialmente discriminatório e poderá afastar candidatos moçambicanos, numa prática já identificada no mercado de trabalho nacional.
O MTGAS ressalta que a legislação laboral estabelece que a contratação de cidadãos estrangeiros deve ocorrer apenas em situações excepcionais, e unicamente quando se comprove a inexistência de mão-de-obra nacional qualificada.
Face a estas considerações, o ministério determinou a revisão imediata do procedimento de seleção. Além disso, advertiu que comportamentos semelhantes poderão resultar em acções de fiscalização, bem como na aplicação de sanções. O MTGAS fez ainda um apelo às entidades empregadoras para que respeitem escrupulosamente a legislação em vigor.
Alunos da Escola Básica 19 de Outubro, localizada nos arredores da capital, receberam novos materiais escolares, numa iniciativa do músico Arnaldo Manhice, recentemente premiado como Melhor Voz Masculina no Ngoma 2025.
O gesto solidário foi possibilitado através das edições do espectáculo beneficente “Vibrações de Esperança”, realizadas em 2025, que contaram com a colaboração de vários artistas nacionais, como Daniel Joshua, Fernando Luís, Tchakaze, Rock Manuel, Dudas Aled e Mister Avalanche. A doação inclui cadernos, compassos, mochilas e outros artigos essenciais para o início do ano lectivo.
Clementina Macamo, uma das alunas beneficiadas, destacou a importância do material para o seu desempenho escolar. O corpo docente da escola também elogiou a iniciativa, considerando-a um apoio essencial para a comunidade educativa.
Arnaldo Manhice, que lançou no ano passado o álbum “Pfula Mbilo” (que significa “Abre o Coração” em xichangana), já está a preparar o seu próximo concerto, agendado para o dia 16 de Maio de 2026. O evento contará com a participação de Hélio Beatz, Roberto Chitsondzo, Xavier Machiana e Natural Macuácua.
Desta vez, para aceder ao espectáculo, os participantes deverão trazer um kit escolar, que incluirá cinco cadernos e esferográficas, os quais serão posteriormente doados à Escola Primária Calanga, situada no distrito da Manhiça, na província de Maputo.
A Paramount Pictures confirmou o desenvolvimento de um terceiro filme da icónica saga ‘Top Gun’, que trará de volta Tom Cruise e o produtor Jerry Bruckheimer.
Esta notícia surge na esteira do estrondoso sucesso de ‘Top Gun: Maverick’, lançado em 2022, que arrecadou cerca de 1,5 mil milhões de dólares nas bilheteiras globais, superando todas as expectativas, mesmo quando muitos cinemas ainda enfrentavam restrições devido à pandemia de COVID-19.
Tom Cruise regressou à pele do tenente Pete “Maverick” Mitchell, 36 anos após o seu primeiro papel no filme original de 1986, um feito que encantou tanto críticos como o público. O anúncio do terceiro capítulo não é inteiramente inesperado, uma vez que o projecto estava em desenvolvimento desde 2024. A confirmação oficial por parte da Paramount marca, assim, um momento significativo para os fãs da franquia, com a expectativa de que Cruise, agora com 63 anos, continue a representar um dos personagens mais emblemáticos do cinema.
Ainda não se sabe se Joseph Kosinski, responsável pela direcção de ‘Top Gun: Maverick’, irá repetir o seu papel na sequela. Paralelamente, a Paramount está a preparar-se para adquirir a Warner Bros. em um negócio avaliado em 111 mil milhões de dólares, integrando assim ‘Top Gun 3’ no âmbito do futuro conglomerado, uma fusão que suscita polémica entre figuras da indústria e do entretenimento.
Este novo desenvolvimento promete manter acesa a paixão dos aficionados por cinema e por histórias que celebram a aviação e a bravura.
O político sul-africano Julius Malema, líder do Partido dos Combatentes da Liberdade Económica (EFF), foi condenado na passada terça-feira a cinco anos de prisão efectiva por posse ilegal e disparo de arma de fogo em público.
Esta decisão gerou polémica, uma vez que Malema alega que a marcação da sua sentença foi injusta e pautada por preconceitos raciais.
Durante o julgamento, o político expressou a sua indignação, acusando a juíza responsável pelo caso de racismo e alegada incompetência. Malema foi considerado culpado de cinco crimes, incluindo a violação da Lei de Controle de Armas, tendo a sentença sido proferida em tribunal.
Embora tenha sido autorizado a recorrer da sentença, o político não poderá contestar a condenação que o declara culpado. Caso o recurso não seja bem-sucedido, Malema enfrentará o cumprimento da pena de prisão, o que resultará na perda do seu assento no Parlamento e na impossibilidade de se candidatar às eleições gerais de 2029.
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Delcy Rodríguez, presidente interina da Venezuela, fez um apelo aos líderes dos Estados Unidos e da União Europeia para cessarem as sanções impostas ao país. O pedido ocorre no início de uma peregrinação nacional que Rodríguez organizou para exigir o levantamento das sanções contra a Venezuela.
“Falo ao povo dos EUA, falo ao povo da Europa, falo aos seus governos, às suas autoridades: basta de sanções contra o nobre povo venezuelano”, declarou Rodríguez após atravessar a icónica Ponte do Lago Maracaibo, situada no estado de Zulia, no noroeste do país, na fronteira com a Colômbia.
A presidente interina, que assumiu o cargo após a detenção de Nicolás Maduro em Caracas pelos EUA em Janeiro, enfatizou que a Venezuela não está a pedir esmola, mas sim a “reivindicar os seus direitos”. “Um direito fundamental é que a Venezuela esteja livre de sanções para que se possa desenvolver livremente com o mundo, sem intervenções, sem restrições, sem limitações”, acrescentou durante o evento, transmitido pelo canal de televisão estatal Venezolana de Televisión (VTV).
A peregrinação, que possui três rotas, deverá prolongar-se até 1 de Maio, data em que Rodríguez deve anunciar um aumento “responsável” do salário mínimo, que está congelado em 130 bolívares mensais desde Março de 2022, valor que equivale a cerca de 27 cêntimos de dólar ao câmbio actual.
Além do estado de Zulia, a mobilização iniciou no estado de Táchira, também na fronteira com a Colômbia, onde esteve presente o ministro do Interior, Diosdado Cabello. A mobilização estendeu-se ainda à região do Amazonas, no sul do país, onde participaram o presidente da Assembleia Nacional e irmão de Maduro, Jorge Rodríguez.
As sanções impostas pelos EUA, pela União Europeia e por outros países, como Canadá e Reino Unido, têm sido fundamentais na limitação da capacidade da Venezuela de gerar receitas, especialmente devido à sua dependência do petróleo bruto. As restrições têm isolado o país do sistema financeiro internacional, impactando o comércio, o investimento e a capacidade do Estado para honrar suas dívidas.
Apesar de alguns sinais de alívio, as restrições estruturais ao sector petrolífero e ao financiamento estatal permanecem, com ativos venezuelanos no exterior congelados ou sob controle, e sanções individuais contra membros da elite chavista ainda em vigor.
O posto administrativo de Chai, situado no distrito de Macomia, na província de Cabo Delgado, enfrenta uma grave escalada de acções terroristas.
De acordo com informação divulgada pelo Administrador do distrito, Tomás Badai, tragicamente, duas pessoas perderam a vida em consequência desses ataques.
Os incidentes violentos agravam ainda mais a situação de segurança na região, que tem sido afectada por conflitos armados nos últimos anos. A administração local tem envidado esforços no sentido de garantir a protecção da população e a normalização da vida comunitária.
Para mais informações, ouça o relato de Tomás Badai sobre a situação actual em Chai.
A província de Tete enfrenta uma necessidade urgente de dois milhões de dólares, equivalente a cento e trinta e seis milhões de meticais, para a reposição de equipamentos meteorológicos obsoletos.
Esta verba é essencial para a aquisição de estações meteorológicas modernas que atendam aos desafios actuais.
Jorge Alguineiro, Director Provincial dos Transportes e Comunicações de Tete, salientou que a compra destes novos instrumentos permitirá uma melhor planificação das actividades agrícolas na região. A modernização dos equipamentos contribuirá significativamente para o desenvolvimento do sector, proporcionando informações mais precisas e relevantes para os agricultores.
A preocupação com a meteorologia é crucial, visto que as alterações climáticas têm impacto directo na produção agrícola e, consequentemente, na segurança alimentar da população. A actual situação exige uma resposta rápida e eficaz por parte das autoridades locais e nacionais.
Uma conduta de água de consumo rompera no cruzamento entre a Avenida 25 de Setembro e a Rua da Imprensa, na cidade de Maputo. A situação levou a uma inundação considerável na área, afectando o trânsito e a rotina dos cidadãos.
Uma equipa das Águas de Moçambique iniciou os trabalhos de reparação da avaria desde o dia anterior, com o objectivo de mitigar a interrupção no fornecimento de água que prejudica diversas instituições e residências nas proximidades. Os técnicos responsáveis pela intervenção confirmaram que o incidente foi detectado nas primeiras horas do dia e que, de imediato, foram encerradas várias válvulas de distribuição de água, permitindo a redução da pressão na rede.
No entanto, a água continua a jorrar no local, resultado do fluxo proveniente das condutas da zona alta da cidade, que descem por gravidade para a zona baixa, agravando a inundação no cruzamento em questão. A equipa técnica permanece mobilizada na área para resolver a situação o mais rapidamente possível.
Foram publicadas hoje, dia 02 de Setembro no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:
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