23 C
Matola
Quarta-feira, Abril 22, 2026
Site Página 2213

Roubo falhado e “justiça” feita

Os ladrões, dotados de perícia, agem de forma instantânea, sendo quase difícil a sua neutralização. Mas um e outro acaba caindo nas mãos dos cidadãos de quem tenta lesar.

Um dos últimos casos por nós testemunhado e captado pela objectiva de Jaime Macamo deu-se há dias semana finda em plena luz do dia na Avenida Consiglieri Pedroso, na baixa da cidade de Maputo, quando um gatuno foi surpreendido a desmontar um dos espelhos retrovisores de um carro turismo estacionado.

O que para o jovem, de cerca de 20 anos de idade e de tranças, devia ter sido mais um roubo bem sucedido, como em tantas outras vezes anteriores, transformou-se numa desgraça. Os proprietários da viatura, incluindo uma mulher, caíram-no em cima, dando uma “sova” com todos os meios à sua disposição. Houve os que descalçaram para usar os sapatos no “tratamento” do ladrão, enquanto o arrastavam para a 1ª Esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM), que funciona num dos extremos daquela rodovia.

Roubo falhado e “justiça” feita

O roubo de acessórios constitui um dos males sem fim à vista na cidade de Maputo e noutros grandes centros urbanos do país, embora a cada dia se procure melhorar as estratégias do seu combate.

De reforço da fixação daqueles acessórios no veículo através de rebites, evoluiu-se para a estampagem de matrículas ou nomes do proprietário, mas mesmo assim os ladrões não desarmam para a infelicidade dos automobilistas.

Esporadicamente, a Polícia leva a cabo campanhas no Mercado Estrela Vermelha, principal ponto de venda de acessórios de segunda mão, mas logo que se retira os intervenientes retomam a actuação, num ciclo vicioso sem fim à vista.

Jornal Noticias

Olhos virados para a pequenada

O grupo de música infantil Pimpolhos irá proceder hoje à venda e assinatura de autógrafos do seu quinto disco intitulado “Os Meninos do Planeta Azul”, nas Escolas Primárias e Completas 7 de Setembro e Filipe Samuel Magaia, a partir das 9.00 horas.

A esta sessão, irá se seguir logo à tarde, na Feira Popular, um concerto para a pequenada, em paralelo com outra apresentação que parte do grupo fará na praia do Tofo, em Inhambane.

O quinto disco dos Pimpolhos foi lançado no principio deste ano e contém 14 faixas musicais que versam sobre temas de valores ético-morais, visando também incutir no seio das crianças, o gosto pela música infantil, com ritmos que variam desde a Marrabenta até ao Funk

Amanhã, o grupo irá almoçar com crianças órfãs em um infantário no bairro de Ndlavela.

Hoje e amanhã o Parque dos Continuadores será também palco da “Festa da Pequenada”, uma iniciativa da cantora moçambicana Lizha James. O evento contará para além da presença da anfitriã, Lizha James, com os músicos, Zico, Neyma, Liloca, Mc Roger, Puto Júnior, e figuras da Disnelândia, com início a partir das 10.horas.

Olhos virados para a pequenada

O Festival de Teatro de Inverno que teve inicio na semana passada no Tetro Mapiko da Casa Velha com apresentação da peça “Sete irmãos” do grupo ECA-Teatro da Escola de Comunicação e Arte da Universidade Eduardo Mondlane, seguida no domingo pelas peças “Vinte Minutos da Verdade” pelo grupo Nkhululeko, e “Kuphanda” pelo Makwerhinho, continua este fim de semana com apresentação de quatro peças.

Hoje, o mesmo espaço vai acolher as obras “A Face do Beirense” pelo grupo Malua, e “Vinte e Zinco” pelo Ximbitana. Já amanhã, o “Mapiko” será palco das actuações dos grupos Skendla e Gumula com “Os Mucavel” e “La Luna Blanca”, respectivamente.
Ainda nas artes cénicas, o grupo de teatro da UEM, Fungulamasso, apresenta hoje às 18:00 horas, no Centro Cultural Universitário da Universidade Eduardo Mondlane, a peça “Os Incríveis”. A peça reflecte em torno da discriminação do deficiente físico e do idoso.

O CCU vai acolher também no mesmo dia, a venda da obra vencedora do “Prémio Literário da TDM 2012”, na categoria de Conto, intitulada “Histórias Indecentes”, da autoria de Nelson Manhisse.

Jornal Noticias

Gert Engels elegeu os 27 ‘Mambas’ para tentar Mundial de 2014

A gigantesca operação Guiné-Conacri/Egipto já está na ordem do dia. E o objectivo está claro: conquistar os seis pontos de modo a avivar as esperanças de apuramento para a próxima etapa da fase de qualificação africana para o Campeonato do Mundo Brasil-2014. O primeiro desafio, a ter lugar a 9 de junho, em Conacri, é referente à 4.ª jornada; o segundo, dia 16, no Zimpeto. Jogos de capital importância para os Mambas, que estarão também atentos à evolução dos acontecimentos no jogo entre Zimbabwe e Egipto, torcendo para que os vizinhos ganhem.

Inicialmente agendado para iniciar os trabalhos esta sexta-feira – a Liga Moçambicana de Futebol não adiou a 11.ª jornada do Moçambola – o programa dos treinos foi adiado para a próxima segunda-feira, no Estádio Nacional do Zimpeto. Assim sendo, os Mambas têm apenas dois dias para uma concentração efectiva e respectivos treinos em Maputo, uma vez que seguem viagem para Conacri na quarta-feira, esperando-se que na capital guineense o seleccionador Gert Engels prossiga com a montagem das estratégias a adoptar neste importantíssimo embate.

A lista dos pré-convocados contempla 27 nomes, registando-se algumas novidades, nomeadamente, dos guarda-redes Gervásio e Germano, assim como o defesa Mambucho e o avançado Belito.

A boa forma de Sonito, aliada aos golos que tem vindo a marcar, valeu-lhe a chamada para os trabalhos da Selecção Nacional, incluindo o seu colega de equipa Reginaldo, que já se encontra recuperado de uma lesão.

Gert Engels elegeu os 27 'mambas' para tentar Mundial de 2014

Eis a pré-convocatória:

Guarda-redes: Germano (Fer. Maputo), Gervásio(Costa do Sol) e Ricardo Campos(Boavista).
Defesas: Dito e João Mazive(ambos Costa do Sol), Reinildo(Fer. Beira), Chico e Mambucho(ambos Fer. Maputo), Mexer(Nacional), Gabito(Maxaquene), Miro e Zainadine Júnior (ambos Liga Muçulmana).
Médios: Alvarito e Manuelito II(ambos Costa do Sol), Kito(Maxaquene), Momed Hagi(Liga Muçulmana), Dominguez(Sundowns), Diogo(Fer. Maputo) e Eduardo Jumisse(Vaslui).
Avançados: Reginaldo Fait, Hélder Pelembe e Sonito(todos Liga Muçulmana), Tony (Costa do Sol), Mário(Fer. Beira), Belito (Fer. Nampula), Telinho(Naval) e Clésio(Benfica).

RM

Trabalhadores da CMC ameaçam paralisar obras do Millennium Challenge Account

Adiamentos sucessivos no pagamento de salários por parte da gigante empreiteira CMC-Africa Austral, que está a reabilitar a Estrada Nacional Número 1 no troço Namialo Nacarôa, na província nortenha de Nampula, está a ameaçar paralisar as já atrasadas obras financiadas pelo governo norte-americano através do Millennium Challenge Account.

Segundo apurou a nossa fonte, o empreiteiro não está a proceder ao pagamento de salários em atraso referente a um mês e agora a massa laboral ameaça seriamente paralisar as obras.

Fontes no terreno asseguram que o financiador das obras, a Millennium Challenge Account, já disponibilizou os fundos à CMC, mas por caprichos que só “os donos da empresa sabem” não nos querem pagar.

Ainda de acordo com as fontes, o patronato garante pagamento a partir de 7 de Junho próximo.
A Reportagem da nossa fonte ainda não conseguiu obter explicação da CMC e continua a envidar esforços para o efeito.

Canalmoz

Duzentos e noventa milhões para agricultura empresarial

O ministro da Indústria e Comércio, Armando Inroga, que fez ontem o lançamento dos dois programas, afirmou que os empresários devem apropriar-se do projecto através da prestação de serviços agrários, sendo objectivos do programa dar mais cunho à cadeia de valor, garantindo a segurança alimentar, e revigorar o sector familiar nas províncias da Zambézia, Sofala, Manica e Tete, na região centro, bem como em Nacala, na região norte do país.

Os dois programas serão implementados num horizonte de três a cinco anos, podendo haver novos investimento, dependendo dos sucessos que forem alcançados.

O primeiro programa, orçado em 170 milhões de meticais, é designado FINAGRO e visa prestar apoio ao investimento de agro-negócios destinado ao sector privado em Moçambique. Será implementado pela TechnoServe e Agência de Desenvolvimento do Zambeze, e visa dar suporte a pequenas e médias empresas, associações e cooperativas que operam no ramo agrário, pré-processamento, comercialização e actividades de exportação.

Segundo o ministro da Indústria e Comércio, o programa irá, igualmente, promover parcerias entre os agricultores comerciais, pequenos agricultores e agricultores emergentes, aumentar o acesso aos insumos e equipamentos em áreas específicas, aumentar o valor e volume de exportação, bem como gerar novos empregos.

O programa vai também reforçar a produção da fruta tropical, nomeadamente manga, banana e ananás, sementes de oleaginosas como amendoim, soja e gergelim, leguminosas e outras culturas alimentares como milho, arroz, batata, mandioca e outras, acrescentou Inroga.

Duzentos e noventa milhões para agricultura empresarial

O segundo pacote lançado é o programa de Relançamento do Sector Empresarial II, estimado em 120 milhões de meticais. O Governo recuperou em oitenta por cento o valor que tinha sido financiado aos mutuários nas cheias do ano dois mil nas províncias de Gaza e Sofala, e pretende usar este dinheiro para o financiamento da agricultura, comercialização e prestação de serviços agrários, agro-indústria e leasing mobiliário.

Este programa será implementado também na região centro do país banhada pelo Rio Zambeze, nomeadamente nos distritos da Maganja da Costa, Mopeia, Namacurra, Nicoadala e Quelimane, na província da Zambézia, bem como no Dondo, Búzi e Beira, em Sofala, e Manica. Sessenta por cento dos 120 milhões de meticais serão destinados à província da Zambézia, uma decisão que visa acabar com as lamentações do sector empresarial local, que tem vindo a afirmar que os grandes projectos nunca são direccionados àquela província.

A taxa de juro estará entre 10 e 12 por cento anual e será potenciada a área de produção de arroz e outras culturais anuais de alto valor económico previstas no Plano de Acção de Produção de Alimentos.

Entretanto, o governador da Zambézia, Joaquim Veríssimo, afirmou que os projectos vão fazer com que a província seja num futuro muito próximo o berço do agro-processamento.

Já o representante da USAID, Michael Jordan, disse na ocasião que o Governo do seu país está disposto a apoiar Moçambique nos programas de desenvolvimento, mas asseverou que o combate à pobreza depende muito dos próprios cidadãos nacionais.

Estiveram presentes no acto membros do Governo, parceiros, associações económicas, sociedade civil, entre outros.

Jornal Noticias

Greve de Médicos e Agentes de Saúde – Diálogo sem avanços

Segundo a porta-voz do MISAU, Francelina Romão, ontem voltaram a não ser discutidos os pontos que constam da agenda porque, ao invés da equipa habitual, a AMM enviou para o local do diálogo, membros que não fazem parte da direcção daquela associação.

“A Associação Médica não se fez representar pelos membros da direcção com quem começamos as negociações ora em curso, mesmo assim recebemos a equipa e esclarecemos que só poderíamos continuar a dialogar com as estruturas máximas”, disse Romão.

A fonte referiu ainda que é por causa desta questão que ontem também não foi dado nenhum passo com vista à paralisação da greve dos médicos, que já vai no seu décimo primeiro dia.

Greve de Médicos e Agentes de Saúde - Diálogo sem avanços

“A nossa equipa é liderada pelo Secretário Permanente do MISAU e é composta por directores nacionais dos ministérios da Saúde, Justiça, Finanças e Função Pública daí não encontrarmos razões para a actual reivindicação”, disse Romão.

Sobre os pontos de agenda do diálogo, Francelina Romão afirmou que até então estão a ser discutidos os métodos de contacto permanente entre as partes para que, no futuro, não ocorram situações do género em que os médicos paralisam as suas actividades.

Acrescentou que apesar disso, aquele órgão continua a manter a ideia do diálogo como o único caminho para solucionar as preocupações da classe médica e de todos os profissionais de saúde.

Sobre este último grupo, a fonte revelou que foi já desenhado o estatuto dos profissionais de saúde que já foi, igualmente, debatido nalgumas províncias do país e, em breve, deverá dar entrada no Conselho de Ministros para efeitos de aprovação e envio à Assembleia da República.

Jornal Noticias

Expulsão do procurador Luís Muthisse: TA recomenda revisão do processo disciplinar

Depois de compulsar o recurso contencioso interposto por Luís Muthisse, e tendo em conta novos factos suscitados durante a apreciação do processo, o TA concluiu haver fundamento para a reabertura legal do aludido processo disciplinar, de modo a apreciar e verificar a susceptibilidade da alteração da decisão de expulsão anteriormente tomada pelo CSMMP.

Segundo o acórdão do TA, cuja cópia a nossa Reportagem teve acesso, no seu recurso, Muthisse solicitava a anulação de deliberação 108/2010 do Conselho Superior de Magistratura do Ministério Público, que recusa a revisão do processo disciplinar instaurado contra si e que culminou com a sua expulsão da Magistratura.

O documento do TA considera que, ao longo do processo, surgiram factos passíveis de pôr em causa os fundamentos que ditaram a expulsão de Luís Muthisse. Como suporte do seu entendimento, o colectivo de Juízes da Primeira Secção do TA refere que, em paralelo ao processo disciplinar contra Muthisse corria igualmente um processo-crime contra ele, o qual o Ministério Público se absteve de acusar, quando solicitado a fazê-lo pelo Tribunal Supremo, alegando insuficiência de provas.

Foi com base neste posicionamento do Ministério Público, suportado pela correspondente certidão do despacho de abstenção, que Luís Muthisse requereu a revisão da decisão da sua expulsão, com o fundamento de que, uma vez que tanto o processo disciplinar como o processo crime eram sustentados pelos mesmos factos, a alegação de insuficiência de provas configurava um novo quadro que carecia de uma apreciação.

Expulsão do procurador Luís Muthisse: TA recomenda revisão do processo disciplinar

“ Considerando que as decisões sancionatórias proferidas em processo disciplinar são passíveis de revisão, a todo o tempo, quando se venham a verificar factos supervenientes ou surjam meios de prova susceptíveis de demonstrar a inexistência dos factos que decisivamente influíram na punição, então, o facto de existir uma abstenção de acusação no processo crime exige que haja, no mínimo, uma atitude de ponderação do órgão da decisão anterior, que nos parece ser o Conselho Superior de Magistratura do Ministério Público, órgão de controlo e disciplina dos membros da magistratura do Ministério Público, apesar do carácter autónomo e independente daquele processo face ao processo disciplinar”, lê-se no acórdão do Tribunal Administrativo.

Entretanto, o documento do TA ressalva que não está em causa a alteração da decisão já tomada anteriormente pelo CSMMP, mas sim a revisão do processo face a dados novos que lhe são apresentados, e que surgiram supervenientes, nomeadamente a abstenção do Ministério Público de acusar no processo crime por insuficiência de provas, “ que não deixa de ter a sua importância e relevância na susceptibilidade de demonstrar a inexistência dos factos que ditaram a expulsão de Luís Muthisse da Magistratura.

“ ( …) Esta relevância carece de apreciação em sede de processo administrativo disciplinar, com potencialidade de poder vir a alterar, ou não, a decisão de pena de expulsão que foi aplicada ao recorrente…”, acrescenta do Tribunal Administrativo.

Jornal Noticias

Falsificadores da moeda caem nas mãos da Polícia

Dois deles, E. Silvestre, de 23 anos de idade e M. Chichava, 26 anos, encontram-se detidos na 4ª esquadra, no bairro da Liberdade, após serem encontrados na posse de 6 100 rands, quando pretendiam cambiar o valor no bairro de Mussumbuluco. O terceiro elemento, cuja identidade a Polícia não facultou, foi surpreendido com notas falsas no valor de 1 900 rands, no Posto Administrativo de Ressano Garcia, distrito de Moamba, estando a ver o sol aos quadradinhos no comando da Polícia local.

Segundo os detidos, o valor que totaliza oito mil rands falsos foi obtido de um cidadão de nacionalidade suazi.

M. Chichava, um dos detidos em conexão com este caso, afirmou que o cidadão suazi terá escalado o país na semana passada, vindo da Suazilândia, com 70 mil randes em notas falsas para trocá-los em metical.

Falsificadores da moeda caem nas mãos da Polícia

“O falsificador é meu amigo proveniente da Suazilândia. Quando chegou cá deu 8 mil rands ao Silvestre. Quando me apercebi que o dinheiro não era verdadeiro não aceitei levar. Estou aqui porque o nosso amigo detido na Moamba aceitou o dinheiro e depois de ser detido pela Polícia, envolveu-nos no problema”, explicou o jovem.

Entretanto, o porta-voz da Polícia no Comando Provincial em Maputo, Emídio Mabunda, afirmou que os detidos responderão pelos seus actos. Garantiu, por outro lado, que a corporação está a trabalhar para neutralizar o fugitivo e apreender o material usado no crime.

“A polícia vai continuar as investigações com vista a apurar a origem das notas falsas e trabalhar com a Polícia da Suazilândia para neutralizar o cidadão suazi”, referiu.

Jornal Noticias

Município retoma recolha de sucatas abandonadas na via pública

Esta informação foi dada ontem por Carlos Diante, director municipal de Transportes e Trânsito no município de Maputo, que, no entanto, não apresentou datas exactas da retomada da operação. Este afirmou apenas que esta seria executada ainda neste semestre.

Carlos Diante revelou que serão abrangidos nesta campanha todos os automóveis estacionados na via pública há mais de 30 dias bem como sucatas de viaturas abandonadas nestes mesmos locais.

“Já identificamos alguns bairros onde se registam mais casos de viaturas ou sucatas abandonadas há um longo período. Esta situação também ocorre nas principais artérias da cidade de Maputo”, referiu Diante.

Serão palcos da operação os bairros da zona de cimento da cidade como o Alto-Maé e Malanga e ainda algumas avenidas principais, entre elas a Eduardo Mondlane e a 24 de Julho.

Sobre os mecanismos de identificação de veículos estacionados há mais de 30 dias, Carlos Diante referiu que existem sinais claros que revelam que determinada viatura se encontra num local há bastante tempo.

Município retoma recolha de sucatas abandonadas na via pública

A fonte esclareceu ainda que esta operação não é nova e a edilidade já a executou nos anos anteriores, tendo retirado um elevado número de viaturas nessa situação, parte das quais não chegou a ser reclamada.

Exemplo disso, segundo Carlos Diante, só no ano passado foi recolhido pouco mais de 100 viaturas estacionadas e sucatas abandonadas na via pública, cujos proprietários não manifestaram intenção de as reaver.

Entretanto, segundo disse, este tipo de trabalho é feito de forma intercalada porque o município não possui rebocadores apropriados para levar a cabo esta operação de uma forma contínua.

“Nos últimos tempos temos registado a presença de muitas viaturas automáticas avariadas e ou abandonadas na via pública e para o seu reboque precisam-se de carros apropriados”, explicou.

No entanto, Carlos Diante disse que nem todas as viaturas serão recolhidas de imediato. Nalguns casos, serão afixadas notas de aviso e se os seus proprietários não se pronunciarem em 24 horas estas serão rebocadas para o parque de estacionamento da Polícia Municipal.

Neste espaço, de acordo com a fonte, as viaturas deverão permanecer até um período de 30 dias, findos os quais serão colocadas em hasta pública. “Uma vez removidas ao parque da Polícia Municipal, os proprietários que queiram reaver os seus carros deverão fazê-lo mediante o pagamento da taxa de reboque e de parqueamento”, acrescentou.

Jornal Noticias

Potencial de Moçambique atrai cada vez mais investidores em Londres

O potencial de Moçambique está a interessar cada vez mais investidores internacionais, a observar pelo número de eventos sobre o país realizados em Londres, afirma a advogada Maria Antónia Cameira.

“Só este mês já aconteceram mais dois”, disse à agência Lusa, após o final do Seminário Empresarial da Primavera sobre Oportunidades de Investimento em Moçambique, que decorreu na terça e quarta-feira e no qual foi uma das intervenientes.

Segundo esta jurista portuguesa, que também tem escritório na capital britânica, além de advogados, o tema tem interessado outros sectores, como a banca, contabilistas e auditores.

Potencial de Moçambique atrai cada vez mais investidores em Londres

“O Brasil revelou-se uma desilusão em termos de crescimento económico (0,6 por cento no primeiro trimestre de 2013) e políticas que estão a preocupar os investidores, enquanto Moçambique tornou-se numa agradável surpresa, com expectativas de crescer oito por cento este ano”, vincou.

Esta perspectiva atraiu ao Fórum não só britânicos, mas potenciais investidores de outras nacionalidades, como africanos, asiáticos, brasileiros, franceses ou espanhóis.

Jornal Noticias

Governo busca recursos para dinamizar ProSavana

Espera-se que o programa ProSavana venha a influenciar a vida de mais de 4 milhões de moçambicanos que vivem e dependem da agricultura nesta área abrangida pelo “Corredor de Nacala”.

Falando ontem a jornalistas em Yokohama, o Ministro da Agricultura, José Pacheco, disse que o Japão já disponibilizou a Moçambique 38 milhões de dólares norte-americanos para financiar as componentes de investigação, extensão e formulação do plano-director do ProSavana.

“Esses recursos vão permitir também a montagem de uma base de laboratórios que precisamos de colocar na região norte para suportar a agricultura. São laboratórios para análise de solos, avaliação de doenças de diferentes culturas e animais, portanto, esta é a primeira fase”, disse.

O ministro da Agricultura falava momentos após um encontro preparatório da participação da delegação moçambicana, chefiada pelo Presidente da República, Armando Guebuza, na V Conferência Internacional de Tóquio para o Desenvolvimento de África (TICAD V), a decorrer a partir de hoje até à próxima segunda-feira. José Pacheco disse ainda que o grande pacote orçamental para dinamizar o ProSavana está dependente da conclusão do respectivo plano-director.

Governo busca recursos para dinamizar ProSavana

“Mas importa dizer que para o Plano de Investimento para o Sector Agrário o Japão é o maior contribuinte, com 111 milhões de dólares, que foram anunciados aquando do lançamento do Plano Nacional de Investimentos do Sector Agrário.

Mas esse montante é para a agricultura no seu todo e espera-se que com a conclusão do plano-director haja também uma alocação de recursos específicos para o desenvolvimento do Corredor de Nacala”, disse.

Sobre a participação de Moçambique na TICAD V José Pacheco afirmou que no que respeita à agricultura, em particular, o país vai partilhar a sua experiência e manifestar o interesse em trazer tecnologias que permitam a transformação do agricultor, que é predominantemente de subsistência, para um produtor comercial.

Entretanto, ainda no âmbito da TICAD V, o Presidente Armando Guebuza cumpre hoje uma vasta agenda, que inclui, entre outros aspectos, um encontro com o Primeiro-Ministro do Japão, Shinzo Abe; com o director-geral do Banco Japonês de Cooperação Internacional (JBIC); com o presidente executivo da Mitsui and Co., Ltd., Masami Iijima; com o presidente da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), Akihiko Tanaka, para além de participar na cerimónia de inauguração da Feira Africana.

Jornal Noticias

Carta de ameaça é enviada a Obama, diz Serviço Secreto dos EUA

Autoridades interceptaram uma carta de ameaça dirigida ao presidente dos EUA, Barack Obama, semelhante às enviadas ao prefeito de Nova Iorque, Michael Bloomberg, disse o Serviço Secreto norte-americano nesta quinta-feira.

Cartas enviadas à Bloomberg e seu grupo de controle de armas continham material que acredita-se ser o mortal veneno ricina e continha uma referência ao controle de armas, disse a polícia de Nova Iorque na quarta-feira.

Carta de ameaça é enviada a Obama, diz Serviço Secreto dos EUA

Um funcionário do Serviço Secreto disse que a carta enviada à Casa Branca era semelhante, mas não entrou em detalhes.

O serviço de triagem de correspondência da Casa Branca entregou a carta à Força Tarefa Conjunta contra Terrorismo do FBI, disse o funcionário do Serviço Secreto sob condição de anonimato.

As autoridades interceptaram várias cartas com rícino enviadas nas últimas semanas. Um homem de Tupelo, no Mississippi, foi acusado no mês passado de envio de cartas com veneno a Obama e a outros dois funcionários públicos. Everett Dutschke foi detido sob acusação de desenvolver e possuir ricina e tentar usá-la como uma arma, de acordo com o Departamento de Justiça.

As autoridades também interceptaram uma carta enviada ao senador Roger Wicker, do Mississippi, na qual testes preliminares mostraram haver ricina.

Na semana passada, as autoridades federais prenderam um homem no estado de Washington, sob a acusação de enviar uma carta contendo ricina a um juiz distrital dos EUA em Spokane.

RM

Grupo francês CIS vai fornecer refeições a trabalhadores da Vale Moçambique

O grupo francês CIS assinou um contrato de 50 milhões de dólares com o grupo brasileiro Vale para assegurar um serviço de fornecimento de refeições no norte de Moçambique, anunciou o grupo em comunicado divulgado na sua página electrónica.

O contrato, válido por três anos, inclui a construção de uma cozinha e de um restaurante com lugar para 600 pessoas em Nacala-a-Velha, na província de Nampula, onde a Vale Moçambique irá construir um terminal para exportar as grandes quantidades de carvão mineral que pretende extrair na concessão de Moatize, na província de Tete.

Grupo francês CIS vai fornecer refeições a trabalhadores da Vale Moçambique

Além do terminal, a Vale irá ainda construir uma linha de caminho-de-ferro entre Moatize e Nacala, com passagem pelo Malawi, pelo que o grupo CIS, além de garantir o serviço contratado em Nacala-a-Velha, irá igualmente fazê-lo em dois locais ao longo da linha.

Nos termos do contrato, o grupo francês terá de fornecer alimentação a 3500 a 5500 pessoas diariamente e garantir os serviços de lavandaria de roupa para os 730 residentes que irão trabalhar nas instalações da Vale Moçambique em Nacala-a-Velha.

Canalmoz

Maioria dos homens violados sexualmente em Manica não denunciou

Pelo menos 72,5 por cento dos homens violados sexualmente em Manica, centro de Moçambique, não denunciaram a ocorrência às autoridades, segundo o Inquérito Demográfico e de Saúde (IDS) de 2011, divulgado esta quarta-feira.

O inquérito, conduzido entre maio e outubro de 2011, com uma cobertura de 1.195 agregados familiares em Manica (13.964 no país) indica que, do total dos homens violados sexualmente, apenas 15,5 % pediu ajuda, uma percentagem baixa justificada pela vergonha ou medo de nova agressão que está próxima da média regional e nacional.

“Há mais violência sexual contra homens que não é reportada. Ao nível do centro de Moçambique o gráfico é mais alto na província de Tete”, indica-se o estudo do Instituto Nacional de Estatísticas de Moçambique (INE), que inquiriu homens entre os 15-64 anos e mulheres entre os 15-49.

Maioria dos homens violados sexualmente em Manica não denunciou

Dados estatísticos do Gabinete de Atendimento à Mulher e Criança Vítimas da Violência Doméstica (GAMCVD) de Manica, ligado à Polícia, indicam que de janeiro a março de 2011, o número de homens violados duplicou, com registo de 300 casos naquele período.

No estudo, revela-se ainda que 38 das mulheres (com cônjuges) com autonomia financeira decidem sozinhas como usar o rendimento, 30 por cento depende do marido e apenas dois determinam juntos.

O documento representa um diagnóstico da população e do parque habitacional, incidindo sobre fecundidade, meios contracetivos, intenções reprodutivas, saúde, mortalidade infanto-juvenil e infantil, nutrição da mulher e criança,

“A partir desta informação os setores têm grandes desafios para melhorar as suas políticas, ver o que não está a correr bem e o que pode ser melhorado. Os resultados aqui divulgados para alguns sectores significam a necessidade de redobrar de esforço para melhorar”, disse Filipe Langa, delegado do INE em Manica.

Este é o terceiro inquérito que se realiza em Moçambique, depois de pesquisas idênticas em1997 e 2003.

RM

MDM preocupado com irregularidades que se verificam nos postos de recenseamento eleitorais

O Movimento Democrático de Moçambique, a nível da cidade de Maputo, convocou a Imprensa na tarde desta quarta-feira para apresentar o balanço dos primeiros dias do recenseamento eleitoral.

No balanço, o MDM diz ter constatado quatro grandes preocupações não só para si, mas para todo o povo moçambicano, nomeadamente a questão do funcionamento dos chamados móbiles, a fiscalização do processo, a composição das comissões distritais de eleições e a publicidade e educação cívica.

Numa conferência de Imprensa, o membro da Comissão Política e chefe da Bancada Parlamentar do MDM na Assembleia da República, Lutero Simango, disse que durante a primeira semana do recenseamento eleitoral, o seu partido constatou, no capítulo do funcionamento dos móbiles, que muitos eleitores não conseguiram recensear devido aos móbiles que não estão a imprimir, situação que está a obrigar a maior parte dos postos de recenseamento a não funcionarem.

Segundo o MDM, as alegações do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) tem sido de que as referências dos tinteiros adquiridos para a substituição não são compatíveis.

Lutero Simango deu a conhecer, por outro lado, que o software dos móbiles está programado para terminar o processo de inscrição e cadastro dos eleitores no dia 23 de Junho e não 25 de Julho como se pretende que dure o recenseamento.

Frelimo com mais fiscais do que previsto na lei

Sobre a fiscalização, Lutero Simango denunciou que o MDM constatou que existem locais onde estão a trabalhar mais de 2 fiscais da Frelimo e a ditarem ordens contrárias à lei eleitoral aos supervisores do STAE.

Na verdade, a lei estabelece que cada partido tenha um membro efectivo e um outro suplente na fiscalização do processo, mas, segundo MDM, a Frelimo tem tido mais elementos, violando deste modo a lei.

Por outro lado, o MDM acusa os directores distritais do STAE, na cidade de Maputo, de darem ordens aos supervisores dos postos de recenseamento para não fornecerem dados de registo diário dos eleitores aos fiscais deste partido, situação que, de acordo com Lutero Simango, tem vindo a dificultar os trabalhos de controlo e fiscalização do recenseamento.

MDM preocupado com irregularidades que se verificam nos postos de recenseamento eleitorais

Fabricação de eleitores

Ainda no capítulo da fiscalização, a fonte acrescentou que existem postos de recenseamento onde mais de 69 por cento dos eleitores inscritos num dia usaram testemunhas, pelo que o MDM pensa poderem ser eleitores não elegíveis para recensear naqueles postos, visto que os mesmos faziam fronteira com Marracuene.

Exclusão dos vogais do MDM nas operações

Já sobre a composição das comissões distritais de eleições, Lutero Simango disse a jornalistas que “todos os vogais do MDM nessas comissões foram colocados em outras subcomissões de trabalho diferentes daquela que achamos estratégica e importante para garantir o controlo e a monitoria da organização e operações do processo eleitoral”.

“Os nossos vogais estão a ser colocados nas comissões de finanças e educação cívica, enquanto nós (MDM) não estamos interessados com a gestão de dinheiros”, disse a fonte que estamos a citar.

Em matéria de educação e publicidade, o MDM diz estar preocupado com o facto da publicidade que tem sido veiculada pelo STAE através dos órgãos de comunicação social não esclarecer ao eleitorado que este recenseamento em curso é de raiz e que todos os cidadãos com idade eleitoral devem ir recensear, mesmo aqueles que têm cartão antigo.

“Portanto, o MDM acha que muita gente não está esclarecida sobre o assunto, porque as brigadas de educação cívica também não têm veiculado mensagens esclarecedoras ao eleitorado para todos aderirem ao recenseamento eleitoral promovido pelo STAE”, concluiu Lutero Simango.

Canalmoz

Nampula: Conselho Islâmico de Moçambique apela o fim da greve dos médicos

O Conselho Islâmico de Moçambique em Nampula apela a classe médica e outros profissionais da saúde para que acatem o apelo dos moçambicanos e retomem os seus postos de trabalho.

Para o Sheik Abdul Latifo, do Conselho Islâmico de Moçambique em Nampula, os moçambicanos estão cientes e reconhecem que as reivindicações dos profissionais da saúde são legítimas, mas é preciso que os médicos, acima de tudo olhem em primeiro lugar a vida de um homem, como um bem primário.

Moçambique apela o fim da greve dos médicos

E, em segundo lugar, que faça uma avaliação do ponto de situação económica do país, para saber quanto exigir.

O Sheik Abdul Latifo falava a propósito do nono dia da greve que está sendo observada no país, pela associação médica e os profissionais da saúde, em reivindicação da melhoria das condições de trabalho e aumento salarial.

O Sheik Abdul Latifo, do Conselho Islâmico de Moçambique em Nampula, chama atenção ao Governo e a associação médica de Moçambique sobre a necessidade de pautarem pelo diálogo para a resolução das diferenças.

RM

Funcionários sem contratos e mais de três meses de atraso salarial

Caos e má gestão no Conselho Nacional da Juventude (CNJ). Funcionários, alguns desde o inicio do mandato de Pitersburgo, trabalham sem contratos e os salários são pagos de forma irregular e atrasados. Muitos funcionários estão a abandonar a instituição.
O presidente da instituição, simultaneamente membro do Comité Central da Frelimo, Oswaldo Pitersburgo, é acusado de ser desumano, prepotência e falta de sensibilidade em relação aos problemas dos colegas.

De acordo com o que  a nossa fonte apurou, dos quatro funcionários que trabalham a tempo inteiro, nenhum tem contrato de trabalho. São eles Dércia Cossa, secretária executiva, Gimo Pernal, Contabilista, Bernardo Matavel, assistente administrativo e um agente de serviço que conseguimos identifica-lo pelo nome único de Muarivai.

O estafeta trabalha para o CNJ desde a sua criação da organização (há 16 anos), a secretária executiva está desde Fevereiro e o contabilista a partir de 1 de Março. Todos não possuem contratos.

Apurou ainda a nossa fonte que no mês passado a secretária de direcção do CNJ, Rosa David, que trabalhou desde 2011 , desvinculou-se da instituição, por falta de contrato aliada à remunerações irregulares.

Funcionários sem contratos e mais de três meses de atraso salarial

Colaboradores não são pagos…

Além dos já mencionados, os colaboradores: departamentos de Associativismo Juvenil, Jurídico, Relações Internacionais, Género, Administração e Finanças, Comunicação e Imagem, também não beneficiam dos respectivas subsídios.
Prioridade ao Comité Central
Pitersburgo passa a maior parte do tempo no Comité Central da Frelimo. “Ele só vem para cá para nos tratar como se fossemos objectos”, contam os funcionários.

Tratamento desumano, prepotência e insensibilidade de Pitersburgo

Os funcionários do CNJ dizem-se tratados de forma desumana pelo presidente e confessam que “não há calma que aguente”.
Os mesmos chegam a duvidar que “Oswaldo Petersburgo saiu da barriga de uma mãe”, por conta da forma pouco humana como trata os colegas de trabalho.

Pitersburgo em reunião sem fim…

Para ouvir a versão dos factos a nossa equipa foi ao escritório do CNJ, mas não falou com Pitersburgo porque estava numa reunião do Comité Central.
Em contacto telefónico, aquele disse que retornaria a chamada, pois estava reunido. Voltamos a contactá-lo e simplesmente não nos atendia. Entretanto até ao fecho da edição não tivemos nenhuma declaração de Oswaldo Pitersburgo.

Canalmoz

Gaza: Mais um hospital de referência nasce em Mapai

É lançada hoje, a primeira pedra para a construção de raiz de um hospital de referência em Mapai, distrito de Chicuálacuala, norte da província de Gaza.

Avaliado em mais de cem milhões de meticais, financiados pelo Governo do Reino da Bélgica, o projecto contempla todos os serviços de internamento, medicina, cirurgia, pediatria, além de maternidade e bloco operativo.

A construção deste empreendimento vai pôr fim a deslocação de pacientes da região norte da província, que percorrem cerca de seiscentos quilómetros para o hospital rural de Chókwe.

O Director Provincial de Saúde em Gaza, Isaías Ramiro, garantiu estarem criadas todas as condições materiais e humanas para o funcionamento desta unidade hospitalar de referência na região norte da província.

RM

Guindastes encomendados pela Cornelder já em funcionamento no porto da Beira

Os dois guindastes encomendados pela Cornelder de Moçambique, a sociedade gestora do porto da Beira, à empresa finlandesa Konecranes estão já em funcionamento no terminal de contentores, informou a empresa em comunicado divulgado em Hyvinkää.

Encomendados em Dezembro de 2011, estes dois guindastes dispõem de uma lança com um alcance de 40 metros e aceitam uma carga máxima de 65 toneladas, podem funcionar com controlo remoto e estão ainda ligados sem fios à oficina de manutenção.

Guindastes encomendados pela Cornelder já em funcionamento no porto da Beira

A Cornelder de Moçambique é uma parceria entre a estatal Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique e a Cornelder Holdings, grupo com sede em Roterdão, Países Baixos, que tem gerido os terminais de contentores e de carga geral do porto da Beira desde 1998.

A Konecranes é uma empresa constituída há mais de 80 anos que se especializou na produção de equipamento de elevação, dispondo de uma base de clientes diversificada, que inclui o sector industrial, estaleiros navais, portos e terminais portuários.

RM

PCA do Banco Único considerado Melhor Banqueiro Africano de 2013

O Presidente do Conselho de Administração (PCA) e ‘CEO’ do Banco Único, João Figueiredo, venceu a categoria de Banqueiro Africano do Ano 2013, no âmbito do ‘African Bank Awards 2013’.

A distinção de João Figueiredo como melhor ‘CEO’ do sector financeiro em África prende-se em muito com a forte evolução do Banco Único que, tendo sido o último banco a entrar no mercado, passou, em apenas ano e meio de actividade, de 18º para o 6º maior banco a operar em Moçambique.

Esta é a primeira vez que um ‘CEO’ moçambicano atinge este estatuto, segundo um comunicado de imprensa do Banco Único, hoje recebido pela AIM.

PCA do Banco Único considerado Melhor Banqueiro Africano de 2013

Este banco, sediado em Moçambique, é uma instituição financeira universal, com forte vocação de retalho, inaugurado há menos de 2 anos, a 30 de Agosto de 2011.

Liderado por João Figueiredo e contando com accionistas portugueses e moçambicanos de referência, como Américo Amorim, o Grupo Visabeira, o Instituto Nacional de Segurança Social, a Rural Consult, a DHD e a SF Holding, o Banco Único conseguiu, desde a sua abertura, triplicar o seu número de balcões e posicionar-se entre os maiores bancos a actuar em Moçambique.

Neste momento, o Nedbank, um dos maiores bancos sul africanos, aguarda apenas o parecer das autoridades sul africanas e moçambicanas para concretizar a aquisição de 36.4% do capital do Banco Único.

RM

Últimas Notícias Hoje

Renamo no Niassa mobiliza membros para enfrentar desafios internos

A Renamo, um dos principais partidos políticos de Moçambique, fez um apelo à união e firmeza dos seus membros na província do Niassa, especialmente...

Cientistas tanzanianos criam tecnologia genética contra a malária

Uma equipa de cientistas tanzanianos anunciou o desenvolvimento de uma inovadora tecnologia genética destinada a combater a malária, uma doença que afecta milhões de...

Greve no sector da saúde em Moçambique prossegue face à falta de condições básicas

A Associação dos Profissionais de Saúde Unidos e Solidários de Moçambique (APSUSM) reafirmou a continuidade da greve no sector da saúde, que se iniciou...

Edil de Nacala admite falta de pagamento e aponta falhas do Estado

A cidade de Nacala, um dos principais polos económicos da província de Nampula, atravessa uma das suas mais severas crises administrativas. O presidente do...