Pelo menos quatro migrantes perderam a vida quando a embarcação em que se encontravam naufragou nas proximidades da ilha de Lesbos, no Mar Egeu, segundo informações fornecidas pela Guarda Costeira grega.
Este trágico incidente ocorreu no contexto das perigosas travessias marítimas entre a Turquia e as ilhas gregas, que têm sido um ponto de entrada crucial para a União Europeia.
Das cerca de 30 pessoas que seguiam a bordo da embarcação, 23 foram resgatadas pelas autoridades, que continuam a desenvolver operações de salvamento na esperança de encontrar possíveis sobreviventes. O naufrágio marca mais uma tragédia no já alarmante cenário da migração na região.
A Organização Internacional para as Migrações (OIM) reportou que, em 2024, 2.333 migrantes desapareceram ou foram encontrados mortos no mar Mediterrâneo. Além disso, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) revelou que quase 9.000 pessoas entraram ilegalmente na Grécia desde o início de 2025, sendo a maioria destas travessias realizadas por via marítima.
Em resposta ao aumento do fluxo migratório, o Governo conservador da Grécia, liderado pelo primeiro-ministro Kyriakos Mitsotakis, tem implementado uma posição mais rigorosa em relação à imigração. “Se quiserem entrar ilegalmente na Grécia e não tiverem direito a asilo, faremos tudo o que for possível para os enviar de volta” aos seus países de origem, declarou Mitsotakis durante uma sessão parlamentar. O primeiro-ministro criticou também os traficantes e algumas organizações não-governamentais, afirmando que “não vão determinar quem entra no nosso país”.
A região de Kharkiv foi novamente alvo de intensos ataques aéreos russos na última noite, resultando em múltiplos feridos, entre os quais se destaca um bebé de apenas nove meses.
Os bombardeamentos, que ocorreram após um breve interregno de algumas horas, causaram grande alarme entre os residentes da área, muitos dos quais se encontram em estado de choque.
Uma moradora da zona, que teve a sua casa danificada, relatou a aterrorizante experiência: “Foi horrível. Os drones pairavam por cima, caíam e explodiam. Não contei quantos eram. Talvez 15 ou 20. Eram muitos,” afirmou, descrevendo a cena caótica que se desenrolou durante o ataque.
Segundo a força aérea ucraniana, os drones utilizados nas ofensivas incluem dispositivos suicidas, com pelo menos meia centena a serem lançados. Algumas das aeronaves, possivelmente não armadas, podem ter sido empregues para iludir as defesas aéreas locais.
Simultaneamente, a região de Sumy, situada mais a nordeste, foi igualmente atingida por cinquenta bombas planadoras, enquanto a Rússia alega ter registado avanços significativos nas suas operações militares nas proximidades da fronteira.
A Administração Norte-Americana expressou a sua convicção de que não haverá um término imediato do conflito na Ucrânia, prevendo que a estratégia dos Estados Unidos consistirá em aumentar a pressão sobre ambos os lados, Kiev e Moscovo. Em resposta, a Ucrânia intensificou os seus ataques com drones contra regiões russas, incluindo as áreas de Kursk e Rostov, levando à declaração de estados de emergência em Taganrog.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar dois (2) Motoristas. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Director Financeiro. Saiba mais.
A Fundação Wiwanana, uma organização nacional que trabalha no âmbito da promoção de saúde comunitária, pretende contratar dois (2) Assistentes Comunitários. Saiba mais.
A Fundação Wiwanana, uma organização nacional que trabalha no âmbito da promoção de saúde comunitária, pretende contratar um (1) Oficial de Projecto. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Director de Programa EmpowerED. Saiba mais.
Uma tragédia abalou a comunidade do resort de esqui Diamond Peak, em Incline Village, Nevada, quando uma menina de apenas sete anos perdeu a vida após ser atingida por uma rocha durante um incidente fora das pistas de esqui. O fatídico acontecimento ocorreu no sábado.
Segundo as autoridades locais, a emergência foi sinalizada por volta das 15h30 (horário local), quando uma chamada alertou sobre um “acidente não relacionado ao esqui envolvendo uma criança”. Em resposta, a patrulha de esqui de Diamond Peak mobilizou-se prontamente, prestando os primeiros socorros à criança enquanto aguardava a chegada dos serviços de emergência. Infelizmente, apesar das tentativas de reanimação por parte das equipas médicas, a menina não sobreviveu aos ferimentos.
Os médicos relataram que a menor, identificada como Adelyn Grimes, residente em Reno, Nevada, sofreu ferimentos graves na região do pescoço e do peito após o impacto da rocha. As autoridades já descartaram qualquer indício de crime relacionado ao incidente, concentrando-se na investigação das circunstâncias que rodearam a tragédia.
Em um comunicado oficial, o Diamond Peak Ski Resort expressou o seu profundo pesar pela perda de Adelyn, afirmando que “toda a família do resort foi profundamente impactada por essa tragédia”. O resort estendeu as suas mais sinceras condolências à família da criança, aos membros da equipe de corrida Sugar Bowl e a toda a comunidade de esqui de Lake Tahoe, que está igualmente consternada com o ocorrido.
Localizado a cerca de 2.590 metros acima do nível do mar, Diamond Peak é um destino popular para os amantes do esqui, mas este trágico evento serviu como um lembrete da fragilidade da vida e da importância da segurança em áreas recreativas.
O Governo de Moçambique lançou um inovador Sistema de Contratação Pública Electrónica (e-GP), com o objectivo de modernizar o processo de aquisição pública, promovendo uma gestão mais transparente, eficiente e rastreável dos recursos públicos.
A cerimónia de lançamento, presidida pela Ministra das Finanças, Carla Louveira, foi marcada por um forte compromisso governamental com a transformação digital da administração pública. “Este é um passo desafiador para o nosso país, que evidencia o nosso compromisso inegociável com a modernização, eficiência e desenvolvimento de Moçambique”, declarou a ministra.
O evento contou ainda com a presença do Ministro das Comunicações e Transformação Digital, Américo Muchanga, que destacou a relevância estratégica deste projecto. Muchanga sublinhou que a transformação digital é um pilar essencial para o crescimento e desenvolvimento socioeconómico do país, prometendo uma melhoria significativa na prestação de serviços aos cidadãos.
Durante a sua intervenção, o Presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), Agostinho Vuma, enfatizou que a transição para um modelo digital representa uma verdadeira revolução nas relações entre o Estado e o sector privado. Vuma destacou ainda que a implementação do Projecto GEPRES – Gestão de Recursos Públicos para Prestação de Serviços, oferece uma oportunidade histórica para Moçambique aumentar a sua eficiência e atractividade para investimentos.
O sistema e-GP permitirá a digitalização de todas as fases do ciclo de contratação pública, desde a planificação até ao registo de execução e pagamento. A nova plataforma foi projectada para facilitar uma maior participação do sector privado, especialmente das pequenas e médias empresas, ao mesmo tempo que visa reduzir as barreiras burocráticas que tradicionalmente dificultam o acesso aos contractos públicos.
A junta militar birmanesa anunciou um aumento significativo no balanço das vítimas do sismo que atingiu o país há cinco dias, elevando o número de mortos para 2.886 e o de feridos para 4.639.
As autoridades continuam a realizar buscas intensivas por sobreviventes, após o terramoto de magnitude 7,7 que devastou a região na sexta-feira, dia 28 de Março.
O porta-voz da junta, general Zaw Min Tun, comunicou à agência de notícias EFE que o número de vítimas tinha subido desde o último balanço divulgado na terça-feira, que reportava 2.719 mortos, 4.521 feridos e 441 desaparecidos. Entre os resgates mais recentes, destaca-se o salvamento de um jovem de cerca de 20 anos, retirado dos escombros de um hotel na capital, Naypyidaw, por socorristas birmaneses e turcos.
A junta revelou que aproximadamente 1.500 socorristas de 15 países estão a prestar auxílio no Myanmar, um esforço que abrange equipas da China, Índia, Rússia, Singapura, Tailândia, Vietname, Malásia, Emirados Árabes Unidos, Laos, Bielorrússia, Turquia, Butão, Filipinas, Bangladesh e Indonésia. As equipas internacionais trouxeram consigo medicamentos e outros materiais necessários, embora a ajuda ainda não tenha chegado a todas as áreas atingidas.
As consequências do sismo têm sido devastadoras, com a junta militar a reportar a destruição de mais de 2.600 edifícios, incluindo residências, igrejas, escolas e pagodes. O Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários das Nações Unidas (OCHA) destacou que, em Naypyidaw, mais de 10.000 edifícios foram destruídos ou severamente danificados.
A oposição democrática, que controla partes do país, estimou que cerca de 8,5 milhões de pessoas foram “directamente afectadas” pelo terramoto, numa situação que se agrava devido ao contexto de conflito armado que Myanmar enfrenta, complicando ainda mais os esforços humanitários.
Um acto de compaixão e heroísmo por parte de um funcionário da limpeza urbana resultou na salvação de uma recém-nascida que foi encontrada abandonada dentro de um contentor de lixo na Rua Ouro Preto, no bairro de Madureira.
Samuel da Silva Santos, pai de uma menina, revelou que inicialmente pensou ter encontrado uma boneca, mas ao ouvir o choro da criança, a sua vida mudou para sempre.
Enquanto realizava a sua rotina de trabalho, Samuel encontrou um saco plástico que, à primeira vista, parecia conter um brinquedo. “Estava quase a terminar o serviço e a voltar para casa quando vi aquela sacola. Pensei, caramba, ganhei uma boneca, vou levar para a minha filha”, relatou emocionado. No entanto, ao colocar o saco no chão, o choro da bebé fez com que Samuel e os seus colegas percebessem a gravidade da situação.
Se não fosse pela intervenção de Samuel, a recém-nascida teria sido tragicamente levada juntamente com o lixo para o camião da Comlurb, a Companhia Municipal de Limpeza Urbana, onde poderia ter sofrido consequências fatais. Reconhecendo a urgência do momento, a equipa de limpeza contactou as autoridades, e a bebé foi prontamente encaminhada para a Maternidade Herculano Pinheiro, onde recebeu os cuidados médicos necessários. Segundo informações da maternidade, a recém-nascida, apesar de ter sido abandonada logo após o nascimento, apresentava boas condições de saúde.
A ligação entre Samuel e a criança cresceu rapidamente, e o trabalhador expressou o seu desejo de adoptar a bebé. “Vou pedir ajuda a advogados para iniciar o processo de adopção. Já me afeiçoei a ela e não quero separá-la de mim”, afirmou, mostrando a sua determinação em garantir um futuro melhor para a menina que salvou.
A junta militar que governa Myanmar anunciou a implementação de um cessar-fogo na guerra civil até ao dia 22 de Abril, com o intuito de facilitar a assistência à população afectada pelo sismo de magnitude 7,7 que abalou o país a 28 de Março.
Em comunicado divulgado pela televisão estatal, a junta expressou que esta medida visa demonstrar compaixão para com as vítimas do desastre natural e assegurar que a ajuda humanitária chegue de forma eficaz aos necessitados.
A decisão ocorre após a declaração de cessar-fogos temporários unilaterais por parte de diversos grupos de resistência armada que se opõem ao regime militar. Este gesto de trégua, embora temporário, surge num contexto de crescente tensão e conflito no país, onde a população já enfrenta uma grave crise humanitária.
As autoridades esperam que a pausa nas hostilidades possa facilitar a distribuição de alimentos, medicamentos e outros suprimentos essenciais, permitindo que a assistência chegue rapidamente às áreas mais afectadas pelo tremor de terra.
Um incêndio devastador ocorrido resultou na destruição de 17 veículos da marca Tesla, levando a polícia italiana a classificar o incidente como um ato de vandalismo.
O incêndio, que consumiu quase 20 unidades da famosa marca de carros eléctricos, foi notado na zona de estacionamento onde os veículos estavam guardados, gerando preocupações sobre a segurança e a reputação da marca no mercado europeu.
Este evento insólito surge num contexto de crescente tensão para a Tesla, que enfrenta não apenas actos de vandalismo em vários países europeus, como também um declínio nas vendas. Em França, Suécia, Dinamarca e Países Baixos, as vendas da Tesla caíram pelo terceiro mês consecutivo no mês de Março, reflectindo uma tendência preocupante para a empresa liderada por Elon Musk.
A marca, que tem sido alvo de pichações e danos a suas fachadas em cidades como Estocolmo e Malmo, parece estar a sofrer as consequências de uma confluência de factores, incluindo o envolvimento de Musk com o governo de Donald Trump. Analistas do sector levantam a hipótese de que esta ligação política possa estar a contaminar a imagem da empresa e a interferir nas suas operações comerciais.
A crise que assola a Renamo, o histórico partido de oposição em Moçambique, atingiu um novo clímax em Massinga, onde membros descontentes tomaram a drástica decisão de encerrar a sede local e queimar cartazes com a imagem do líder Ossufo Momade.
Este ato simbólico de rejeição reflete um descontentamento crescente que não pode ser ignorado.
Antigos guerrilheiros da Renamo, que lutaram com bravura durante a guerra civil e que, posteriormente, garantiram a presença do partido no cenário político, estão na linha da frente deste movimento de contestação. Sentindo-se traídos pela liderança actual, afirmam que Momade desviou-se dos ideais que sustentaram a luta do partido.
O descontentamento é amplificado pela inclusão de jovens e mulheres, que agora se juntam a este coro de vozes críticas, sinalizando que a insatisfação atravessa as gerações dentro da organização.
Alexandre Nucumba, um dos desmobilizados da Renamo, expressou a sua frustração em relação à gestão do partido. “Ossufo Momade traiu os ideais da Renamo. O partido pelo qual lutamos e arriscamos a vida já não existe. Ele vendeu a nossa luta e nós não vamos aceitar isso calados”, afirmou com indignação.
O sentimento de traição é partilhado por muitos que, nas últimas eleições, assistiram a Renamo sofrer uma das maiores derrotas da sua história. “O que nos doí é que ele se calou depois das eleições. Sofremos uma das maiores derrotas e, em vez de lutar pelos nossos votos, Momade ficou em silêncio. O que mais precisamos para perceber que ele já não nos representa?”, questionou um dos membros.
As críticas à liderança de Momade não se restringem apenas aos antigos combatentes. A juventude e as mulheres do partido, que anteriormente viam nele um líder de transição após a morte de Afonso Dhlakama, agora exigem mudanças. José Armindo, representante da Liga Juvenil da Renamo, não esconde a sua insatisfação. “A juventude quer um líder com visão, capaz de nos inspirar e de enfrentar a Frelimo sem medo. Momade não tem nada disso. Ele acomodou-se, aceitou migalhas, enquanto nós ficamos sem direcção”, defendeu.
A Liga Feminina da Renamo também se pronunciou contra a actual liderança. Glória Damião, uma das figuras femininas mais influentes do partido em Inhambane, uniu-se ao coro de críticas, clamando por uma mudança de orientação que possa revitalizar o partido e devolver-lhe a confiança dos seus membros.
A Associação Muçulmana de Sofala (AMS) voltou a apelar às autoridades governamentais para a implementação de medidas claras e eficazes no combate ao crescente fenómeno dos raptos, que tem como principais vítimas empresários da comunidade muçulmana e seus familiares.
A declaração foi feita por Idrisse Charfudine, porta-voz da AMS, durante as celebrações do “Eid ul-fitr”, que assinalam o fim do mês sagrado do Ramadão.
Em um discurso marcado pela profunda preocupação, Charfudine destacou que os raptos ocorrem frequentemente em áreas de grande movimento, especialmente em horários de pico, com a cidade de Maputo a ser uma das mais afectadas. “Promovemos palestras nas nossas mesquitas, onde ensinamos a importância da tranquilidade e da manutenção da paz. A nossa religião acolhe a todos. Por isso, aspiramos a um ambiente urbano livre de raptos e outras ameaças à segurança”, sublinhou.
O porta-voz qualificou o rapto como um crime horrendo, perpetrado com extrema violência física e psicológica, frequentemente utilizando armas de fogo e exercendo coação moral sobre as vítimas e seus familiares.
Charfudine lamentou que, há vários anos, Moçambique enfrente uma escalada de sequestros, com uma particular incidência sobre empresários e seus entes queridos, muitos dos quais permanecem sem esclarecimento.
“O que sentimos é uma aparente apatia das autoridades de segurança e policiais em resolver esta problemática. Os raptos estão a criar um clima de terror entre os cidadãos moçambicanos. Os criminosos actuam impunemente, em plena luz do dia, sem qualquer temor, evidenciando uma elevada taxa de criminalidade e impunidade”, criticou.
Charfudine exigiu medidas imediatas e eficazes que garantam a segurança e a liberdade dos cidadãos, pondo em causa a eficácia das forças de segurança. “Estamos sempre dispostos a colaborar com as autoridades no combate a este crime e a promover o bem-estar social e a convivência pacífica. A fuga de empresários para fora do país tem um impacto directo no emprego e na economia. Exigimos acções imediatas para assegurar os direitos fundamentais e a cidadania, que estão a ser comprometidos pela inércia das instituições competentes”, reforçou.
Milhares de cidadãos concentraram-se nas ruas da capital húngara para protestar contra uma nova legislação que proíbe a realização da Marcha do Orgulho, um evento anual que celebra a diversidade e os direitos da comunidade LGBTQ+.
A manifestação, que reuniu mais de 10 mil pessoas, foi marcada por um clima de resistência e reivindicação de direitos civis.
A nova lei, aprovada pelo governo do primeiro-ministro Viktor Orbán, alega proteger as crianças, mas, segundo críticos, trata-se de uma medida que restringe os direitos da comunidade LGBTQ+ na Hungria. A legislação permite a utilização de tecnologias de reconhecimento facial para identificar organizadores e participantes do evento, além de prever multas severas para os infractores.
Com bandeiras húngaras e do arco-íris, e cartazes com mensagens como “Chega de mentiras!” e “Abaixo Orbán! Queremos a democracia”, os manifestantes expressaram a sua indignação. “Defendemos a liberdade de reunião”, afirmou Emese, uma jovem psicóloga de 26 anos que preferiu não revelar o seu sobrenome.
Akos Hadhazy, deputado independente e um dos organizadores da manifestação, declarou que os protestos continuarão até que a nova lei seja revogada, chamando-a de “lei tecnofascista” e comparando-a a legislações repressivas em países como a China e a Rússia.
Esta não é a primeira vez que a comunidade LGBTQ+ se opõe às políticas do governo de Orbán. Em Março, após a aprovação da legislação, os manifestantes bloquearam uma ponte em Budapeste durante mais de três horas em sinal de protesto.
Os organizadores da Marcha do Orgulho já anunciaram a intenção de realizar a 30.ª edição do evento no dia 28 de Junho, desafiando as novas restrições impostas pela legislação.
Nos últimos anos, Orbán tem atacado a comunidade LGBTQ+, proibindo a adopção por casais do mesmo sexo e implementando uma controversa lei de protecção infantil em 2021, que veda a divulgação de conteúdos LGBTQ+ para menores em mídias diversas.
Recentemente, um porta-voz da comissão de direitos humanos das Nações Unidas criticou a nova lei, afirmando que resulta em restrições arbitrárias e discriminatórias aos direitos individuais da comunidade LGBTIQ+, incluindo a liberdade de expressão e de reunião pacífica.
O Estádio da Machava, um importante recinto desportivo da capital, estará pronto para acolher jogos de futebol entre Outubro e Novembro deste ano, conforme anunciou Agostinho Langa, Presidente do Conselho de Administração do CFM, proprietário do estádio.
A declaração foi feita durante uma visita teleguiada realizada pelo Ministro da Juventude e Desporto, Caifadine Manasse, acompanhado pelo Presidente da Federação Moçambicana de Futebol.
A visita teve como objectivo inspeccionar o andamento das obras, que visam preparar o estádio para receber não apenas as selecções nacionais, mas também jogos dos clubes no âmbito do Moçambola. Durante a inspecção, Agostinho Langa apresentou um panorama das intervenções a decorrer no recinto, que incluem melhorias significativas nas áreas dos balneários, túnel de acesso, zona de imprensa, tribuna, bancadas, piso e iluminação.
Entre as alterações destacadas, as bancadas do estádio receberão novas cadeiras plásticas, aumentando a capacidade total para 45 mil espectadores. Além disso, o piso será refeito com relva natural, substituindo a relva sintética utilizada até 2022, reafirmando o compromisso com a qualidade do terreno de jogo. A iluminação do estádio será igualmente renovada, permitindo a realização de jogos nocturnos.
Como parte das actualizações, será implementado um sistema de vídeo-vigilância e um espaço dedicado ao vídeo-árbitro, assim como uma pista de atletismo em tartan, com o intuito de receber competições nacionais e internacionais.
Apesar dos progressos, Langa alertou que as obras ainda não estão totalmente finalizadas, estando actualmente em 70% de execução. A expectativa é que o Estádio da Machava possa voltar a ser utilizado para jogos oficiais entre Outubro e Novembro, coincidindo com as celebrações dos 101 anos da colectividade.
Entretanto, embora exista a possibilidade de o espaço ser utilizado em Junho para as comemorações dos 50 anos da independência nacional, Langa enfatizou que não será viável a realização de jogos nessa data. “Se essa for a intenção, o campo estará em condições para as celebrações, mas para o futebol, não. A relva só será colocada após esses eventos, e precisamos de três meses para que ela se solidifique. Portanto, não devemos considerar que o campo estará pronto para jogos a 25 de Junho”, afirmou o presidente dos “locomotivas” da capital.
Israel anunciou o alargamento das suas operações militares na Faixa de Gaza, com o intuito de ocupar uma “vasta área” do território palestiniano. Esta decisão marca uma nova escalada no conflito, que já resultou na morte de mais de 50 mil pessoas.
Segundo o ministro da Defesa israelita, Israel Katz, a operação tem como foco a “eliminação de militantes e infraestruturas terroristas”. O responsável também informou que será realizada uma retirada da população civil de “todas as zonas onde se registam combates”.
O território conquistado será integrado nas chamadas ‘zonas de segurança’ criadas por Israel ao longo da sua fronteira, embora não tenha especificado se a ocupação será temporária ou definitiva.
Katz fez um apelo à população palestiniana, instando-a a “se livrar do Hamas” e a libertar os reféns israelitas, defendendo que esta é a única forma de parar a ofensiva militar em curso.
Nas últimas horas, a violência intensificou-se, com pelo menos 60 mortes registadas em ataques israelitas em Gaza, incluindo 19 vítimas de um bombardeio que atingiu uma antiga clínica da ONU, utilizada para albergar refugiados.
Adicionalmente, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, está programado para iniciar uma visita oficial à Hungria na quinta-feira, o que representa um claro desafio ao Tribunal Penal Internacional (TPI), que emitiu um mandado de detenção contra ele por crimes de guerra. Enquanto membro do TPI, a Hungria tem a obrigação legal de deter Netanyahu ao seu desembarque no país; no entanto, o governo de Viktor Orbán já anunciou que ignorará o mandado.
O Ministério da Saúde de Angola anunciou que o país ultrapassou a alarmante marca de 10.000 casos de cólera desde o início do surto, registando um total de 386 mortes até à data.
Nas últimas 24 horas, foram reportadas 119 novas infecções e três óbitos, destacando a gravidade da situação.
Segundo o comunicado oficial, desde o início do ano, foram identificados 10.084 casos de cólera, com a província de Luanda a ser o epicentro da epidemia, contabilizando 4.494 casos. Além de Luanda, outras províncias como Bengo, Icolo e Bengo, Cuanza Norte, Benguela, Malanje, Cabinda, Namibe, Huambo, Zaire, Cuanza Sul, Uíje, Huíla, Cubango, Bié, Cunene e Lunda Sul também foram afectadas. No entanto, quatro províncias permanecem livres do surto.
As mortes registadas desde Janeiro foram maioritariamente concentradas em Luanda e Bengo, com 164 e 105 óbitos, respectivamente. Nos últimos dias, três novas mortes foram confirmadas, ocorrendo nas províncias de Luanda, Cuanza Norte e Icolo e Bengo. Além disso, 102 pessoas receberam alta hospitalar, enquanto 406 permanecem internadas em diversas unidades de saúde.
A Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) anuncia que está à espera da chegada de novas aeronaves ainda este mês, como parte de um esforço para reforçar a sua frota, que actualmente conta com apenas quatro aviões dedicados aos voos domésticos.
Uma fonte da LAM, que preferiu permanecer anónima, não revelou o número exacto de aeronaves que deverão ser recebidas, mas confirmou a intenção da companhia em adquirir um total de oito novos aviões.
A empresa lançou, em Janeiro deste ano, um concurso público internacional com o objectivo de contratar o fornecimento de aeronaves Embraer ERJ190 e Boeing 737-700, destinadas ao transporte de passageiros.
“Pedimos ao fornecedor seleccionado no concurso para que, de facto, entregue os aviões, se possível o quanto antes. A LAM precisa de aviões como o pão para a boca, mas há que ter critério. O estabelecido neste momento transmite confiança, por isso espera-se ansiosamente pelos oito aviões mencionados”, afirmou a fonte.
Recentemente, a LAM também anunciou a suspensão de voos para Harare (Zimbabwe), Lusaka (Zâmbia) e Lisboa (Portugal), justificando a decisão com a falta de retorno financeiro. A companhia tem agora concentrado a sua atenção nos voos domésticos e há indicações de que os voos para Cape Town, que também têm causado prejuízos, serão interrompidos a partir do próximo dia 08.
A empresa Altona Mining, que se dedica à exploração de matérias-primas críticas em África, anunciou a descoberta de concentrações significativas de gálio no Monte Muambe, um vulcão inactivo situado na província de Tete.
Segundo a informação divulgada pela Altona aos mercados, foram identificados níveis de até 232 gramas de gálio por tonelada de mineral, sublinhando a importância deste metal, que é considerado estratégico e raro. O gálio é amplamente utilizado em aplicações electrónicas e de alta tecnologia, incluindo radares, díodos de luz e semicondutores.
O Monte Muambe ergue-se a 780 metros de altura, localizando-se a leste de Moatize. Com um diâmetro externo de seis quilómetros, a sua caldeira possui cerca de 200 metros de profundidade, sendo composta por carbonatitos ricos em fluorita azul e amarela, que, por sua vez, contêm gálio.
Actualmente, o preço do gálio ronda os 250 dólares por quilograma, conforme mencionado pela Altona, cotada na bolsa de Londres. A empresa atribui o aumento recente do preço a factores como a guerra comercial entre a China e os Estados Unidos.
A extensão total da mineralização de gálio no Monte Muambe ainda é desconhecida e será analisada nas futuras campanhas de trabalho de campo, onde a empresa visa verificar a possíveis métodos de recuperação do gálio. A Altona também informou que está à espera dos resultados de amostras retiradas do local, que foram enviadas para análise no Zimbabwe. Este processo, no entanto, enfrentou dificuldades logísticas devido à instabilidade pós-eleitoral em Moçambique, situação que, segundo a empresa, tem sido normalizada.
O governo dos Estados Unidos anunciou o envio de um grupo de porta-aviões em direcção ao Oriente Médio, numa altura em que o presidente Donald Trump intensifica as suas ameaças contra o Irão.
A informação foi divulgada pelo Departamento de Defesa, que destacou a movimentação como um meio de aumentar a presença militar na região, já marcada por elevados níveis de tensão.
O Carl Vinson Carrier Strike Group, que até então operava nas proximidades das Filipinas, será agora colocado sob o comando do Comando Central dos EUA (CENTCOM), responsável pelas operações militares americanas no Médio Oriente. Esta manobra militar visa promover a “estabilidade regional, deter agressões e proteger o livre fluxo de comércio na área”, segundo declarações do Pentágono.
Além do destacamento dos navios de guerra, que incluem porta-aviões e contratorpedeiros, o Pentágono também anunciou a mobilização de esquadrões adicionais e outros meios aéreos, reforçando assim as capacidades de apoio aéreo defensivo na região.
Esta movimentação surge semanas após Trump ter dado início a um ataque “decisivo e poderoso” orientado contra os Houthis, no Iémen. O aumento da presença militar dos EUA no Médio Oriente ocorre num contexto de pressão crescente sobre o Irão, que tem sido instado a negociar um acordo nuclear com Washington.
A Fundação Wiwanana, uma organização nacional que trabalha no âmbito da promoção de saúde comunitária, pretende contratar dois (2) Assistentes Comunitários. Saiba mais.
A Fundação Wiwanana, uma organização nacional que trabalha no âmbito da promoção de saúde comunitária, pretende contratar um (1) Oficial de Projecto. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Director de Programa EmpowerED. Saiba mais.
Dois funcionários do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) da província de Inhambane foram suspensos das suas funções, após serem indiciados por um alegado desvio de mais de cinco milhões de meticais dos cofres do Estado.
Os suspensos são E. Xadreque, ex-chefe dos Recursos Humanos, e A. Cidumo, que se encontrava no sector de Contabilidade.
Segundo informações apuradas pelo jornal “Notícias”, os técnicos terão utilizado esquemas fraudulentos para retirar um montante total de cinco milhões e quinhentos mil meticais entre os anos de 2023 e 2024. O desvio foi detectado em Novembro de 2024, quando uma discrepância foi identificada durante a confrontação de dados entre o sistema e o mapa de funcionários, revelando inconsistências nos números.
César da Silva, director provincial do STAE, confirmou que, após a detecção do desfalque financeiro, foram accionados os mecanismos necessários, resultando na suspensão imediata dos envolvidos. Neste momento, aguarda-se a decisão do Tribunal Administrativo sobre o caso. Os acusados encontram-se em liberdade, enquanto o processo criminal prossegue.
A investigação, liderada pelo Gabinete Provincial de Combate à Corrupção, revelou que os valores eram subtraídos mensalmente na rubrica de pessoal. Da Silva detalhou que a astúcia dos implicados tornou a fraude difícil de detectar, uma vez que os mapas de pagamento estavam formalmente correctos, com alterações apenas nos totais, que não correspondiam aos dados do sistema E-SISTAFE, acessível à contabilidade.
O Conselho de Ministros nomeou Dino Foi para o cargo de Presidente do Conselho de Administração (PCA) do Fundo Nacional de Desenvolvimento Sustentável (FNDS),...
O Chefe do Estado, Daniel Chapo, anunciou a criação da Comissão Interministerial para a reafectação dos recursos humanos, materiais e patrimoniais correspondentes aos extintos...
Durante uma reunião realizada na capital moçambicana, o presidente executivo do Tony Blair Institute (TBI), Tony Blair, sublinhou a abundância de recursos naturais do...
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) deteve um jovem de 30 anos na capital moçambicana, acusado de incitamento à desobediência colectiva.
A detenção ocorreu...