Alistair Walker, de 27 anos, foi condenado por homicídio involuntário e crueldade infantil pela morte do seu próprio filho.
O caso foi julgado no Tribunal de Bristol, no Reino Unido, por um júri composto por oito mulheres e quatro homens que consideraram o homem culpado. Enquanto ouvia o veredicto, Alistair, bocejava.
A sentença com a medida da pena deverá ser decidida no próximo mês de Junho. De acordo com o jornal Mirror, o pai do menino de apenas três meses sacudiu a criança e submergiu-a em água fria, alegadamente por “não aguentar o choro”.
Quando percebeu que o bebé expelia “sangue espumoso” assustou-se e decidiu contactar o 112, mas sem nunca referir o que tinha feito. Os paramédicos encontraram Ah’Kiell Walker em estado grave. O bebé estava tão frio que não foi possível registar a temperatura.
O bebé acabou por morrer no dia seguinte no hospital. Foi-lhe feita uma tomografia computorizada que mostrou sangue nos olhos “consistente com a agitação de um bebé”.
A criança tinha ainda várias costelas fracturadas, resultantes de lesões que ocorreram quatro a oito semanas antes da sua morte, bem como um ombro partido. Uma das provas usadas em tribunal contra Alistair Walker foi o registo das pesquisas feitas pelo homicida na Internet. Entre os termos pesquisados pode ler-se: “Síndrome do bebé sacudido”, “posso apertar o meu bebé”, “sangramento interno devido a trauma” e “costelas partidas”.
A mãe, Hannah Henry, de 22 anos, foi absolvida do crime de homicídio involuntário, mas considerada culpada por permitir a morte de uma criança e crueldade infantil.
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