17 C
Matola
Quinta-feira, Abril 30, 2026
Site Página 2090

Agentes “infiltrados” da PRM detidos em Maputo

O porta-voz do comando da Polícia da cidade de Maputo, Orlando Mudumane, disse que dois agentes da Polícia que se dedicavam ao roubo com recurso a arma de fogo, estão detidos desde a semana passada.

Não foi revelada a identidade nem as unidades policiais em que os agentes estavam afectos. Mas sabe-se que, nos últimos tempos, alguns agentes da Polícia têm-se associado ao mundo de crime.

Mudumane, que falava ontem á imprensa, classificou os dois agentes detidos como “infiltrados na Polícia”. Disse que eles colaboravam com um grupo de malfeitores que se dedicava à prática de vários crimes.

“Os infiltrados usavam capa da instituição para se envolver em actos criminais com os seus comparsas”, disse Mudumane.

Viaturas roubadas e banco assaltado

 Segundo Mudumane, a semana finda em termo de casos criminais, registou uma ligeira subida na cidade de Maputo.

No total, foram registados sete casos de crimes relevantes. Seis foram acções de roubo de viaturas, que foram perpetradas por indivíduos desconhecidos, munidos de pistola, que ameaçaram as suas vítimas e lhes arrancaram as viaturas na via pública.

Das seis viaturas roubadas, três são da marca “Toyota Allex”, duas da marca “Toyota Prado” e uma da marca “Hyundai”. Foram roubadas em diversos pontos da cidade de Maputo. Até ao momento, três delas já foram recuperadas.

Outro caso foi de roubo ao Millenium Bim da Av. Eduardo Mondlane, onde indivíduos bandidos munidos com armas de fogo e fazendo-se passar por clientes sabotaram as câmaras de vigilância, ameaçaram os clientes e roubaram dinheiro. O valor não foi revelado.

Acidentes

No período em referência, a cidade de Maputo registou 16 acidentes de viação, que resultaram em quatro mortos, 11 feridos graves e seis ligeiros.
Foram fiscalizadas 1667 viaturas e foram apreendidas 37 por apresentarem diversas irregularidades.

Governo prevê arrecadar USD 100 milhões com o algodão

A comercialização do algodão, na campanha 2013-2014, vai render aos cofres do Estado moçambicano 100 milhões de dólares americanos.

Esta informação foi dada na passada quinta-feira em Maputo, durante uma conferência de investidores em algodão e têxteis.

Tratou-se duma conferência que serviu para expor, diante do empresariado nacional e estrangeiro interessado em investir neste sector, as potencialidades de investimentos existentes, no país, na mecanização ou industrialização do sector de produção de algodão, uma vez que, neste momento, em Moçambique, a produção de algodão é assegurada apenas pelo sector familiar.

Na ocasião, o director do Instituto do Algodão de Moçambique, Norberto Mahalambe, disse que os 100 milhões de dólares resultarão da exportação de 80 mil toneladas de algodão caroço produzidos na campanha 2012-2013.

Segundo Norberto Mahalambe, das 80 mil toneladas, 90% foram produzidas pelo sector familiar, e o restante pelas pequenas indústrias existentes no país, o que revela que a produção de algodão no país é assegurada pelo sector familiar, o que é mau, devido ao facto de esta cultura ser considerada como um dos principais produtos de exportação de Moçambique e que tem uma boa aceitação no mercado mundial, pois é imprescindível na indústria têxtil e no fabrico de óleo alimentar.

Foi a necessidade de alterar este cenário que levou o Governo moçambicano a realizar a conferência dos investidores para, junto dos empresários produtores e outros intervenientes neste sector, procurar formas de revitalizar a produção de algodão e a indústria têxtil no país, dada sua importância no desenvolvimento económico pois, para além de servir de exportação, serve de renda para muitas famílias moçambicanas.

Por outro lado, a conferência tinha como objectivo principal apresentar as potencialidades de investimentos e de negócios nas componentes de processamento e tecelagem de algodão fibra, uma vez que, neste momento, o país não possui nenhuma indústria têxtil em funcionamento, desde que foram encerradas as fábricas após a Independência.

Segundo o ministro de Agricultura José Pacheco, pretende-se com esta iniciativa agregar mais valor ao algodão produzido em Moçambique, de modo a elevar o rendimento das 250 mil famílias que se dedicam à produção desta cultura agrícola e, por outro lado, fortalecer cada vez mais a contribuição do sector de produção de algodão para o crescimento económico do país, através do aumento da balança de pagamento e criação de novos postos de trabalho.

Industrialização do sector do algodão é urgente

A necessidade de revitalização da indústria têxtil bem como da industrialização do sector de produção de algodão, como forma de aumentar a produtividade e agregar mais valor à produção nacional, foi também apontada pelos participantes da conferência, pois, segundo eles, é muito importante, por se tratar duma área considerada base para o rendimento de muitas famílias moçambicanas.

Segundo Francisco dos Santos, o sector de algodão é vital em Moçambique porque, para além, de contribui para criar postos de trabalho e para o aumento do rendimento de mais de 250 mil famílias, atrai muitos investimentos no sector de processamento, devido ao seu uso múltiplo na componente industrial, uma vez que, a partir do algodão, se pode produzir óleo alimentar e roupa.

Por seu turno, o director do Instituto de Algodão de Moçambique, Norberto Mahalambe, diz que a sustentabilidade do sector de produção de algodão passa pela construção de mais indústrias de processamento, de modo a que o país não se limite a ser apenas um fornecedor da matéria-prima, tal como está a acontecer neste momento em que toda a produção é exportada por falta de indústrias têxteis no país.

É neste sentido que o Governo espera mobilizar junto do empresariado nacional e estrangeiro bem como nos outros parceiros de cooperação internacional, como o Banco Islâmico, mais de 351 milhões de dólares americanos para revitalização da cadeia de valor do algodão e da indústria têxtil no país.

Negociações entre Governo e Renamo continuam sem consensos

Enquanto as armas ecoam no troço Muxúnguè-Save, as delegações do Governo e da Renamo, reunidas em Maputo na segunda-feira, na 61ª ronda das negociações, não chegaram a nenhuma conclusão sobre termos de referência relativos aos observadores militares internacionais.

O ministro dos Transportes e Comunicações, Gabriel Muthisse, que nesta segunda-feira encabeçou a delegação governamental às negociações, descreveu a ronda como tendo decorrido num ambiente de “cordialidade, consensualidade e menos agressiva em relação à ronda da semana passada”.

O ministro disse, por outro lado, que na sessão os observadores nacionais trouxeram uma proposta reformulada, que “as partes consideram boa, mas que na discussão houve diferenças fundamentais”.

Muthisse acrescentou que a Renamo considera que os observadores internacionais devem verificar o processo da sua integração nas Forças de Defesa e Segurança, e “que a sua desmilitarização seria mais tarde”.

“A separação do processo (integração e desmilitarização) que a Renamo faz, pode-nos submeter a uma situação nova, que seria incorporar seus elementos nas Forças de Defesa e Segurança e ela continuar militarizada”, disse o ministro dos Transportes e Comunicações.

Outra exigência que a Renamo voltou a colocar, ainda segundo o governante, tem a ver com a retirada das FDS nas zonas de conflito (cerco feito a Dhlakama), “o que o Governo considera não ter cabimento”.

“A Renamo deve perceber que não pode exigir a retirada das FDS das zonas de conflito, enquanto ela não cessar com as hostilidades e continuar militarizada”, declarou Gabriel Muthisse em conferência de imprensa.

O Governo, segundo a mesma fonte, exige que este aspecto seja incorporado nos termos de referência sobre a missão dos observadores internacionais.

O Governo moçambicano voltou a considerar irrealistas algumas exigências às quais cedeu, como, por exemplo, a integração massiva de partidos políticos na Comissão Nacional de Eleições e no Secretariado Técnico de Administração Eleitoral.

“A cada cedência que fazíamos, vinham mais exigências irracionais da Renamo”, declarou o chefe da delegação governamental na 61a sessão das negociações.

Segundo representante do Governo, o entendimento a que se chegou, entre as partes, é que o encontro entre o presidente da República, Armando Guebuza e o presidente da Renamo, Afonso Dhlakama, só deverá realizar-se depois de estarem harmonizados os pontos em discussão, que poderão dar por encerrados os termos de referência sobre a missão dos observadores militares internacionais.

Entretanto, a Renamo não compareceu na conferência de imprensa, por razões que, segundo fontes protocolares, se prendem com contactos que estavam a manter telefonicamente com a direcção do seu partido sobre o ponto da situação em que terminou a ronda, o que obrigou, 40 minutos depois, ao abandono da sala pelos jornalistas e observadores nacionais.

Segundo apurou o Canalmoz de fontes que pediram o anonimato, Afonso Dhlakama, havia instruído a sua delegação para perguntar ao Governo se havia ou não interesse em continuar a dialogar e, caso não houvesse nenhum resultado, devia informar a contraparte que “não vale a pena contar mais connosco”.

Adelino Muchanga é o novo presidente do Tribunal Supremo

O Presidente da República, Armando Guebuza, indicou, na tarde de ontem, Adelino Muchanga para o cargo de juiz-presidente do Tribunal Supremo, em substituição de Ozias Pondja, que há muito está a braços com problemas de saúde. Pondja chegou mesmo a estar em coma, mas já está recuperado.

Até à data da sua nomeação, Adelino Muchanga vinha exercendo as funções de juiz-vice-presidente do mesmo Tribunal. O nome de Adelino Muchanga está envolvido no escândalo promovido pela ministra da Justiça, que indicou Ângelo Matusse como candidato ao cargo de juiz do Tribunal Africano dos Direitos Humanos. Nas avaliações em que o regime claramente prejudicou o constitucionalista Giles Cistac, indicando Matusse, aparece o nome de Adelino Muchanga como membro do júri e com notas por ele atribuídas, quando a verdade é que Muchanga nunca fez parte do júri. O Ministério da Justiça inventou a sua participação e as respectivas notas.

Condutor do veículo que causou 15 mortos em Niassa foi detido pela PRM

A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve o condutor do veículo que capotou no sábado no distrito do Lago, província de Niassa, no norte moçambicano.

As autoridades consideram que houve negligência por parte do condutor da viatura.

O grave acidente de viação vitimou 30 pessoas, das quais quinze morreram e outras ficaram feridas.

Drogas em Maputo

A Policia da Republica de Moçambique (PRM) deteve durante a semana passada 3 indivíduos por porte de Drogas, no Aeroporto Internacional de Mavalane.

Dos detidos, um é de nacionalidade tanzaniana, encontrado com 61 cápsulas de cocaína no organismo, tendo necessitado de intervenção medica para evacuação das cápsulas. Este acabava de desembarcar dum voo vindo de Ao Paulo, Brasil.

Outros dois indivíduos são de nacionalidade sul africana, tendo sido encontrados na  posse de 41 ampolas de cocaína nos seus organismos.

Esta informação foi dada pelo porta voz do Comando da Cidade, Orlando Mudumane, durante o briefing semanal.

Governo vai comprar mais máquinas de controlo de velocidade

O ministro dos Transportes e Comunicações, Gabriel Muthisse, anunciou durante o enceramento da trigésima segunda reunião do Conselho Coordenador do seu ministério, decorrida entre 4 e 7 de Junho, que  o Governo vai implementar várias medidas tendentes a diminuir o elevado índices de acidentes de viação que estão a ceifar vidas humanas nas estradas do país.

Entre as medidas, está o reforço do actual sistema de limitadores de velocidade para veículos de carga e passageiros de longo curso, o uso de novas tecnologias como câmaras, radares, tacógrafos, o estabelecimento de pontos de repouso ao longo dos grandes corredores e fichas de controlo do estado técnico do veículo nas empresas públicas e privadas de carga.

Outras recomendações da reunião

O encontro recomendou a necessidade de prosseguir com as acções de apoio às iniciativas do sector privado no reforço da capacidade de transporte de passageiros e de carga, para que este contribua mais na solução dos problemas de transporte, tanto nas zonas urbanas como rurais.

“Devemos continuar a encetar medidas concertadas entre os sectores Público e Privado para a construção e operação de terminais rodoviários de passageiros a nível das províncias”, disse Gabriel Muthisse, citado pelo Notícias.

O aumento da circulação de pessoas e bens ao longo das vias-férreas, segundo o titular da pasta dos Transportes e Comunicações, é um factor que catalisa o desenvolvimento e competitividade a nível nacional. Com o disse Muthisse, nos portos devem ocorrer acções contínuas de dragagem, especialmente na Beira e Quelimane e prosseguir com a implementação dos projectos de logística de Gás e Carvão mineral

Camião capota e mata 15 pessoas em Niassa

Quinze pessoas morreram e igual ficaram feridos, das quais quatro em estado grave, num acidente de viação ocorrido na madrugada de sabado, no distrito de Lago, província de Niassa.

Segundo fonte do Comando Provincial da PRM no Niassa, o sinistro ocorreu por volta das 4:00 horas de sábado, quando um camião, que transportava 30 vendedores de roupa que seguiam da vila-sede do distrito do Lago para uma feira no posto administrativo de Meluluca, capotou ao passar por uma cratera aberta pelas chuvas na ponte sobre o rio Meluluca.

Voo da LAM obrigado a voltar a Maputo devido à avaria

Um voo das Linhas Aéreas de Moçambique de marca Embraer saído de Maputo com destino a Tete foi forçado a recuar no meio da viajem devido a uma avaria. Os passageiros ficaram em pânico um dos quais teve receber tratamento hospitalar.

Num primeiro momento, a avaria foi detectada em terra quando os passageiros já estavam a bordo. Estes foram obrigados a esperar duas horas até que o problema fosse resolvido. A seguir, o voo decolou, mas foi obrigado a recuar ao Aeroporto Internacional de Maputo.

“Eu entrei em pânico, há um senhor que até desmaiou porque ninguém estava a espera que isso acontecesse. Acho que a LAM devia mudar de atitude. Não é na hora em que os passageiros estão para embarcar que vão decidir fazer uma manutenção no avião, nós não somos cobaias somos seres humanos”, disse uma das passageiras.

“O piloto avisou-nos com antecedência que o avião tinha uma avaria que depois foi resolvida, mas uma hora e meia depois do voo partir comunicaram-nos que houve outra avaria e que tínhamos que voltar a Maputo”, afirmou um outro passageiro.

Depois deste episódio os passageiros foram conduzidos para um hotel para aguardarem o voo que partiria as 21 horas.

Dhlakama ameaça dividir o país ao meio

O líder da Renamo, Afonso Dhlakama, ameaçou dividir o país ao meio, caso o governo não aceite as suas exigências. Dhlakama atacou ainda os líderes religiosos, acusando-os de conivência com o governo.

Depois do porta-voz da RENAMO, agora foi o lider do partido a ameaçar dividir o país. Dhlakama interagiu, no final de semana findo, via teleconferência, com representantes das principais igrejas baseadas em Maputo. O presidente da RENAMO diz que se o governo não aceitar a paridade nas forças de defesa e segurança vai dividir o país,  “nós estamos cansados porque a FRELIMO não nos quer, perguntem a Guebuza se tem uma ilha onde vai colocar os da RENAMO. Só podemos dividir o país como aconteceu na Coreia”.

Afonso Dhlakama explicou ainda que alargou e intensificou os ataques na zona centro do pais para se defender das incursões das Forças de Defesa e Segurança.

As igrejas tentaram persuadir o líder da RENAMO a parar com os ataques e a seguir a via do diálogo, mas Dhlakama atacou-as, responsabilizando as congregações religiosas pela actual situação de tensão. O líder da RENAMO disse estar comprometido com a paz e pediu aos líderes religiosos para sensibilizar o governo, de modo a parar com o que chamou de acções visando acabar com o se partido.

Livre circulação entre Moçambique e Angola está para breve

Aiuba Cuereneia, ministro da Planificação e Desenvolvimento de Moçambique,  disse ontem que a livre circulação de pessoas entre Angola e Moçambique está para breve,  aguardando-se apenas pela resposta das autoridades angolanas.

Questionado sobre a importância da livre circulação de pessoas, bens e serviços no espaço dos países lusófonos para fomentar a criação de negócios, Aiuba Cuereneia respondeu que ”o papel dos governos, nesse sentido, pode chegar à liberalização de movimentos” e lembrou que “em Moçambique, não exigimos visto a ninguém da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), excepto no caso de Angola”.

No entanto, acrescentou que a isenção da necessidade de vistos para Angola está para ”breve”, as negociações estão em curso, e na próxima reunião da comissão mista vai sair alguma coisa, o dossier está com os ministros dos Negócios Estrangeiros, salientando que Moçambique está disponível, mas falta a resposta de Angola.

A livre circulação de pessoas, bens e serviços no espaço lusófono foi um dos aspectos defendidos pelo ministro moçambicano à margem de uma conferência que decorreu em Lisboa, no âmbito das comemorações dos dez anos da Confederação Empresarial da CPLP, que se assinala esta semana.

“É preciso um conhecimento mútuo, os empresários devem saber aquilo que ocorre num país e as oportunidades noutros países, e acredito muito nas parcerias”, disse Cuereneia.

“Os que querem investir noutro país têm de fazer parcerias com esses países, e o papel dos governos diz respeito ao estabelecimento de acordos para garantir aos empresários a confiança mútua que se investir em determinado país, não vai perder dinheiro, daí que devam ser estabelecidos acordos sobre dupla tributação, protecção de investimentos, acordos sobre movimentação de pessoas e empresários”, concluiu

Presidente de Moçambique vai a Portugal

O presidente de Moçambique, Armando Guebuza, vai visitar Portugal em Julho, para mais um encontro periódico entre os dois países  na sua relação bilateral. Anunciou Aiuba Cuereneia, ministro da Planificação e desenvolvimento de Moçambique.

Mais pormenores sobre a agenda da visita, ainda não foram revelados, devido ao facto desta ainda estar em preparação.

A última vez que Armando Guebuza esteve em Portugal foi em 2011. Também tinha estado de visita ao país um ano antes, em 2010.

Governo ordena que Hospital de Muxúnguè esconda informação sobre mortos e feridos

O Hospital Rural de Muxúnguè, na província de Sofala, a unidade mais próxima da zona do conflito armado entre as tropas governamentais e homens armados da Renamo, recebeu ordens do Governo central para não prestar qualquer informação sobre o número de mortos e feridos em consequência dos intensos confrontos naquela região. A direcção daquela unidade sanitária tem ajudado a imprensa a revelar o número de mortos e feridos nos combates. Mas o Governo não quer isso. Pretende esconder do público toda a informação sobre as consequências humanas da guerra.

Ao Canalmoz, o médico-chefe do Hospital Rural de Muxúnguè, Pedro Vidamão, disse que a ordem de não dar informação a jornalistas emanou do Ministério da Saúde, e aconselhou-nos a procurar a chefe do posto ou mesmo o posto policial para falar dos mortos e feridos.

Assim, a informação passa a ser gerida por políticos da administração local e os dirigentes da Polícia, que são parte interessada no conflito.

“Eu não posso falar mais nada sobre os números de mortos ou feridos dos confrontos militares, para mim são todos doentes civis que se encontram no hospital”, disse. “Temos ordens para não falarmos sobre a situação militar, por isso é melhor contactar o posto ou a Polícia, que lhes vão dar mais detalhes”, concluiu o médico-chefe do Hospital Rural de Muxúnguè, Pedro Vidamão.

Em Muxúnguè, junto de fontes hospitalares independentes, o Canalmoz ficou a saber que dois feridos graves, sendo um militar e um civil, que estavam a ser transferidos de emergência para o Hospital Central da Beira, na quarta-feira, perderam a vida pelo caminho.

Segundo uma outra fonte do mesmo hospital, os outros doentes militares que se encontravam hospitalizados no Hospital Rural de Muxúnguè foram de imediato transferidos, ainda na tarde da quarta-feira, para o Hospital Central da Beira, por ordens superiores do Ministério da Saúde.

Entretanto, já no final da tarde desta quinta-feira, última coluna de veículos foi atacada a seis quilómetros da vila Muxúnguè. Não houve vítimas.

Daviz Simango formaliza hoje a sua candidatura no CC

O presidente Movimento Democrático de Moçambique (MDM) e candidato deste partido à Presidência da República, Daviz Simango, formaliza, na manhã de hoje, quinta-feira, junto do Conselho Constitucional, a sua candidatura para as eleições presidenciais de Outubro próximo.

Espera-se que estejam presentes elementos dirigentes daquele partido. Simango torna-se, assim, no asegundo candidato a depositar no Conselho Constitucional o expediente de candidatura, depois de Filipe Nyusi ter feito o mesmo na semana passada.

De quem não se sabe quando é que poderá ser  formalizada é a do líder da Renamo, Afonso Dhlakama, que continua nas matas da Gorongosa e que a sua ultima aparição foi a quando do seu recenseamento em Abril.

Mais de 15 militares mortos. Há 26 feridos, dos quais seis são civis

O troço entre o Muxúnguè e o rio Save voltou, na terça-feira, a ser palco de violentos confrontos entre as tropas governamentais e homens armados da Renamo. Só no dia de ontem, dois confrontos resultaram na morte de 15 militares e ferimento de outros 20. Durante as confrontações, seis civis contraíram ferimentos. O número de feridos foi-nos confirmado por fontes do Hospital Rural de Muxúnguè.

M uma vez, estes ataques aconteaiscem enquanto o Presidente da República está fora do país.

Dados fornecidos por fontes das FADM em Muxúnguè indicam que o primeiro confronto se registou às 9h40 na região do Zove, distrito de Machanga, e o segundo às 13h25, entre o rio Gorongosa e o rio Ripembe. As colunas atacadas incluíam cerca de 200 veículos, que seguiam de Muxúnguè para o rio Save e no sentido Sul-Norte.

Os mortos, segundo fontes do Canalmoz nas FADM, foram transferidos para o Hospital Provincial de Chimoio, capital de Manica. Não chegaram a dar entrada no Hospital de Muxúnguè.

A Renamo havia ameaçado voltar a empreender ataques devido ao impasse nas negociações em Maputo, mas sobretudo pelo facto de as forças governamentais continuarem a cercar o seu presidente, Afonso Dhlakama, no distrito da Gorongosa, a norte do Corredor da Beira.

Sociedade Civil e movimento de camponeses ameaçam paralisar ProSavana

Está a crescer cada vez mais a onda de contestação contra o projecto ProSavana, criticado desde cedo pela sociedade civil, por considerar que o programa não é o mais viável para o país. O ProSavana é um programa entre os Governos de Moçambique, Brasil e Japão, onde os dois últimos vão adquirir mais de 14,5 milhões de hectares de terra em Moçambique para a plantação de monoculturas de milho, soja, algodão, ao longo do Corredor de Nacala, com particular incidência em 19 distritos das províncias de Nampula, Niassa e Zambézia. O receio é de que o mesmo venha expropriar a terra e deixar milhares de moçambicanos na indigência.

Na passada segunda-feira, organizações da sociedade civil e o movimento de camponeses convocaram a imprensa para o lançamento duma campanha denominada “Não ao ProSavana”. A campanha será à escala nacional. E vai consistir, basicamente, na paralisação das acções do projecto, o Plano Director, ProSavana Extensão e Modelos, através de “denúncias de formas de manipulação, cooptação, intimidação e tentativas de criminalização das organizações da sociedade civil e dos actores que contestam o Projecto.”

Vídeos e manifestações culturais de experiências amargas de projectos similares em países como o Brasil serão exibidos com o intuito de mostrar que este não é o modelo desejável para a agricultura em Moçambique.

“Uma luta que nos vai levar à morte”

A presidente da Liga dos Direitos Humanos, Alice Mabota, presente no acto do lançamento da campanha, falou da necessidade de se estar firme e se estar “preparado para tudo”. “A usurpação da terra é uma luta que nos vai levar à morte”, disse Mabota, para logo acrescentar: “Há camponeses e activistas dos direitos humanos que vão morrer.”

Durante a conferência foram feitas várias denúncias de intimidações e manipulação dos líderes das organizações camponesas, representantes dos movimentos sociais, organizações da sociedade civil e activistas, praticadas pelos proponentes e executores do ProSavana.

Responsabilização do Estado e das agências internacionais

Os mentores da campanha dizem também que vão levar a cabo acções no sentido de “responsabilizar os Estados e as agências internacionais envolvidas no ProSavana, através de mecanismos legais nacionais e internacionais”. Falam ainda de “processos judiciais sobre a denegação de informação dum programa de interesse público e mover queixas e denúncias junto de instituições extrajudiciais como a Comissão Nacional de Direitos Humanos e o Provedor da Justiça”.

Frelimo ignora oposição e concorre sozinha ao Conselho Nacional da Juventude

A reunião que começa hoje, quarta-feira, 4 de Junho, vai decorrer em Tete. O presidente do Conselho Provincial da Juventude em Tete é, cumulativamente, um dirigente da Polícia de Investigação Criminal. Chama-se Tilso Foia e é chefe do departamento da PIC contra Crimes de Corrupção e Desvio de Bens e Fundos do Estado.

As Ligas Juvenis dos partidos Renamo e MDM (Movimento Democrático de Moçambique) anunciaram que não vão participar na reunião da IV Assembleia-Geral do Conselho Nacional da Juventude (CNJ) que tem início hoje, quarta-feira, 4 de Junho, e termina no dia 8 de Junho, na cidade de Tete.

As duas ligas juvenis, que também fazem parte do CNJ, evocam motivos de falta de seriedade por parte do CNJ na organização do evento, o qual, entre outros pontos da agenda, pretende eleger novos órgãos de direcção.

Dizem que não tiveram acesso ao programa e que os convites para apresentação de candidaturas lhes foram endereçados por via de mensagens (SMS) e em cima da hora.
A actual direcção de Oswaldo Petersburgo não vai renovar o mandato, por ter manifestado a intenção de não se candidatar, embora tenham sido evocadas, por fontes independentes, razões de protesto contra o elenco de Petersburgo como sendo o motivo principal.

A presidente da Liga Juvenil da Renamo, Ivone Soares, disse ao Canalmoz que a sua organização não vai participar na reunião, porque não teve convite formal do CNJ, para além da realização do encontro não ser oportuna, tendo em conta que os partidos políticos estão a movimentar-se com vista às eleições gerais e presidenciais de 15 de Outubro deste ano.

Segundo Ivone Soares, a Liga da Juventude da Renamo, a todos os níveis, está empenhada em divulgar a candidatura de Afonso Dhlakama para Presidente da República de Moçambique.

“As suas atenções estão na recolha de assinaturas dos eleitores em apoio ao seu candidato, preparação ainda das eleições legislativas e para as Assembleias Provinciais, que terão lugar a 15 de Outubro de 2014”, disse Ivone Soares.

“Como membros fundadores do CNJ, gostaríamos de ter sido consultados sobre a melhor data para a realização da assembleia-geral, o local e o mês, e não recebermos convites via SMS”, explicou. 

A Liga da Juventude da Renamo declara que, para uma participação dinâmica, informada e produtiva de todos os jovens no evento, gostaria também de ter tido acesso, com a devida antecedência, aos relatórios de actividades, contas e resultados de auditorias eventualmente feitas aos projectos financiados pelas agências das Nações Unidas e outras fontes de financiamento do CNJ.

Por sua vez, o chefe do Departamento de Informação do MDM em Maputo, Luís Job Muthombene, disse que a Liga Juvenil daquele partido também não vai participar na assembleia-geral do CNJ, evocando motivos similares aos que foram apresentados pela Renamo.

Segundo Muthombene, o evento está prenhe de desorganização e falta de clareza sobre a gestão do CNJ, que contribuíram para que o Conselho Nacional da Juventude do MDM não tomasse qualquer decisão com vista à sua participação.

A fonte do MDM acrescentou que, neste momento, os jovens daquele partido estão empenhados na organização das eleições.

Para além da Renamo e do MDM, cujas Ligas Juvenis têm representações em quase todo o país, outros grupos associativos filiados no CNJ manifestaram as suas preocupações quanto à forma como o evento está viciado pela Organização da Juventude Moçambicana (OJM), braço juvenil da Frelimo.

Acusam a OJM de ir em vantagem a esta assembleia-geral, apontando que vai estar representada com mais de metade dos delegados, tendo em conta os 128 delegados distritais da OJM, 128 delegados distritais dos Conselhos Distritais da Juventude, todos provenientes das fileiras do partido Frelimo, 11 delegados provinciais da OJM, 11 delegados provinciais dos CPJ e das associações afins, o que não permite a concorrência em igualdade de oportunidades e de circunstâncias na escolha dos órgãos de direcção.

O CNJ é um organismo que congrega várias associações juvenis académicas, partidos políticos e da sociedade civil.

Tanto a Renamo como o MDM acusam o Conselho Nacional da Juventude de estar a eximir-se do seu papel na defesa dos interesses da juventude moçambicana, ao agir como uma célula do partido no poder, o partido Frelimo. 

CNJ com associações fantasmas

Algumas associações juvenis filiadas no CNJ denunciam a existência de esquemas para se perpetuar na liderança do CNJ, por parte da Organização da Juventude Moçambicanos (OJM), o braço juvenil do partido Frelimo, e que actualmente compõe o corpo directivo da CNJ.

A actual direcção do CNJ é acusada de recorrer a organizações fantasmas, compostas por elementos da OJM, como forma de manter a hegemonia na liderança do organismo que tem por obrigação velar pelos interesses da juventude moçambicana.

A criação de organizações fantasmas tem em vista garantir a eleição dos membros da OJM na corrida à liderança do CNJ. Consideram que “o CNJ procura ser uma célula política que garante a propaganda política” do partido Frelimo, e que isso ficou claro no Terceiro Encontro da Juventude, segundo afirma Muelenga, tendo acrescentado que “as associações e figuras fantasmas sustentam alguns membros do CNJ”. 

“Vale” pondera vender 50% da sua participação no Corredor de Nacala

A mineradora brasileira “Vale Moçambique” está a ponderar vender 50% da sua participação do Corredor de Nacala, ainda este ano. A iniciativa, segundo o presidente da “Vale em Moçambique”, Murilo Ferreira, visa, por um lado, minimizar os riscos em caso duma eventual crise financeira, tal como sucedeu em 2008. Mas, por outro lado, visa diminuir a sua obrigação ou investimento de capital da própria empresa e assegurar que, após a venda, a empresa tenha maior controlo sobre o projecto.

A empresa mineira tem uma participação de 70% na construção da linha férrea que liga Moatize, em Tete, ao porto de Nacala, na província nortenha de Nampula. É através desta linha que boa parte do carvão que a “Vale” explora em Moatize deverá ser escoada.

Recentemente a “Vale” anunciou um prejuízo na ordem dos 44 milhões de dólares americanos, apesar de ter produzido um milhão de toneladas de carvão mineral, só nos primeiros três meses do ano em curso.

Renamo anuncia suspensão do cessar-fogo

Em resposta às incursões cada vez mais frequentes das tropas governamentais no interior da Gorongosa, com o objectivo de assassinar Afonso Dhlakama, a Renamo proclamou, na tarde de segunda-feira, o fim da trégua anunciada no passado dia 7 de Maio.

Em conferência de imprensa dada em Maputo, o porta-voz António Muchanga anunciou: “Os comandantes da Renamo entendem que só se voltará ao cessar-fogo depois dum entendimento pelas duas delegações nas negociações e com a chegada da mediação internacional, que possa garantir o respeito pelo compromisso entre as duas partes”.

“Enquanto o entendimento não for alcançado, o cessar-fogo decretado no dia 7 de Maio pela Renamo considera-se suspenso, porque os confrontos no terreno são uma realidade” disse António Muchanga, alertando os utentes do troço Muxúnguè-Save de que “a Renamo não se responsabilizará por nada do que vier a acontecer daqui em diante.”

A Renamo acusa o Governo de não assumir as suas responsabilidades perante o gesto de boa vontade que havia sido unilateralmente manifestado por si, ao decretar o cessar-fogo em todas as regiões do país.

“Queremos chamar a atenção ao povo moçambicano e à comunidade internacional que o Governo da Frelimo pretende perpetuar o sofrimento dos utentes da rodovia Muxúnguè-Save para usar na propaganda eleitoral”, disse Muchanga.

O partido Renamo diz que é pela paz e que está ciente dos retrocessos que esta sua atitude representa para o país e lamenta: “Perante a arrogância e prepotência das forças do Governo no terreno, não há outra escolha que não seja as forças da Renamo defenderem-se com todos os meios de que dispõem”.

Baixas nos efectivos militares do Governo

Enquanto isso, pelo menos 20 vinte elementos pertencentes às forças combinadas das FADM/FIR são dados como tendo sido mortos em combates com as forças da Renamo nos últimos três dias na região da Gorongosa.

A Renamo, na conferência de imprensa na tarde de segunda-feira em Maputo, reivindicou igualmente o ferimento de mais de 30 homens das forças governamentais, enquanto 29 teriam sido desarmados.

António Muchanga, porta-voz do presidente da Renamo, disse a jornalista que os últimos dias do mês de Maio deste ano foram caracterizados pelo retorno aos combates militares na região da Gorongosa, na sequência de confrontos registados na zona de Mazembe.

A Renamo, pela voz de António Muchanga, deu a conhecer que os combates resultaram em baixas, com mortos e feridos, incluindo do comandante das forças governamentais que dirigia uma das operações.

Segundo Muchanga, nestes confrontos, cerca de duas dezenas de soldados do Governo perderam a vida, mais de três dezenas ficaram feridos, enquanto 29 perderam-se pela mata dentro, tendo sido desarmados sem resistência pelos homens da Renamo.

A Renamo afirma que outros efectivos do Governo entraram no Parque Nacional da Gorongosa, durante a fuga em direcção à cidade de Dondo.
“Chegados ao quartel, porque se manifestaram contra os combates, foram presos, acusados de serem agitadores. Estes militares, embora presos, garantem que, logo que saírem, vão abandonar as Forças Armadas, porque já perceberam que não há razões para serem usados neste conflito”, disse Muchanga.

Ainda na Gorongosa, segundo a Renamo, concretamente em Sandjundjira, 53 militares que estavam num posto abandonaram a zona no dia 31 de Maio.
“Esta era a maior operação militar planificada pelo Estado-Maior General do Governo este ano, que visava dar o golpe fatal à Renamo, com o assalto final e a consequente captura e morte do presidente Afonso Dhlakama e de elementos da sua segurança”, disse o porta-voz do presidente da Renamo.

A Renamo diz que a operação falhou por ter havido colaboração das próprias FADM/FIR, que alertaram as forças da Renamo sobre o que estava para acontecer, permitindo que estas se preparassem para a “recepção dos atacantes”.

Segundo António Muchanga, as forças governamentais foram enfrentadas em Mucodzi, Canda, Phiro, junto ao rio Nhadue, local onde se recenseou Afonso Dhlakama no dia 7 de Maio.

Acrescentou que foram realizadas operações similares na noite do passado domingo, em Magomone, onde as forças governamentais atacaram uma base da Renamo, culminando com a perseguição às tropas do Governo até à Estrada Nacional Número 1 (EN1), no troço Muxúnguè-Save.

“Os confrontos registados na zona da estrada resultaram na destruição de quatro viaturas militares, mortes e ferimentos”, disse Muchanga.

“Vale” com prejuízos de 44 milhões de dólares só no primeiro trimestre

O recém-chegado director da “Vale Moçambique”, Pedro Gutemberg, anunciou que a empresa registou um prejuízo de 44 milhões de dólares no decurso do primeiro trimestre de 2014.

Aquele responsável precisou que os prejuízos decorrem dos elevados custos operacionais no sector do carvão em Moçambique e à queda vertiginosa do preço do minério no mercado internacional.

Na semana passada, duas locomotivas tombadas, 26 vagões destruídos, 150 metros de linha danificados, 50 metros de plataforma removidos, a interrupção do tráfego e a perda de 1638 toneladas de carvão mineral foi o resultado do pior descarrilamento registado na linha de Sena, no centro de Moçambique.

Este descarrilamento duma composição com duas locomotivas e 42 vagões carregados de carvão extraído em Moatize pela “Vale Moçambique”, subsidiária do grupo brasileiro “Vale”, causou também ferimentos nos maquinistas das locomotivas.

Citado pela agência “Macaub”, o director da Brigada de Reconstrução da Linha de Sena, Elias Xai-Xai, disse que a parte mais afectada por este descarrilamento é a plataforma, zona onde assentam o balastro, chulipas e carris, cuja reposição vai exigir uma profunda compactação dos solos.

Se, há dois anos, o preço da tonelada de carvão se situava em 250 dólares no mercado internacional, actualmente a mesma quantidade está cotada em cerca de 100 dólares, adiantou o director da “Vale Moçambique”.

Pedro Gutemburg salientou que é necessário garantir a eficiência máxima ao longo de toda a cadeia de valor da produção de carvão em Moçambique. Caso tal não seja possível, conclui Gutemburg: “Os resultados manter-se-ão negativos e dificilmente vamos conseguir atrair novos investimentos”.

Últimas Notícias Hoje

Novas regras organizam sector sem proibir mototáxis

O Ministério dos Transportes e Logística emitiu um comunicado oficial desmentindo rumores sobre a proibição das actividades de mototáxis e serviços de transporte por...

Vagas de emprego do dia 30 de Abril de 2026

Foram publicadas hoje, dia 30 de Abril no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique: Clique aqui para baixar a edição em...

Colisão entre comboios na Indonésia resulta em pelo menos 14 mortes

Uma trágica colisão entre dois comboios nos arredores de Jacarta, capital da Indonésia, resultou na morte de pelo menos 14 pessoas na segunda-feira (27).  Além...

ARENE desmente aumento de preços dos combustíveis em Moçambique

A Autoridade Reguladora de Energia (ARENE) divulgou um comunicado desmentindo as informações que circularam em diversos canais de comunicação sobre uma suposta alteração na...