22 C
Matola
Quinta-feira, Abril 30, 2026
Site Página 2088

Guebuza condecora entidades nacionais e estrangeiras

O presidente Armando Guebuza homenageou ontem, em Maputo, com insígnias, títulos honoríficos e condecorações, entidades nacionais e estrangeiras que se evidenciam no processo de construção do Estado moçambicano e no desenvolvimento nacional nas diversas esferas sociais.

O  acto, que marcou as celebrações do 39.º aniversário da Independência Nacional, tem como propósito valorizar as acções e sacrifícios consentidos, para o sucesso das várias etapas que fazem parte da história moçambicana.

Segundo escreve o jornal notícias, a mais alta condecoração nacional – a Ordem Eduardo Chivambo Mondlane, que se destina a condecorar os cidadãos nacionais que se empenham no fortalecimento da unidade nacional e construção da nação moçambicana, bem como em actos heróicos de patriotismo, acções de grande mérito a favor da paz, amizade e solidariedade entre os povos e pelo progresso da humanidade – foi atribuída a dois cidadãos nacionais, um estrangeiro e três instituições.

Trata-se de Simão Pedro Lindalandolo, um dos criadores do primeiro hino nacional; José Zumbir, antigo Director-Geral dos Serviços de Informação e Segurança do Estado; e Giuseppe Soncini, Presidente da Comunidade de Reggio Emília, na Itália, que muito apoiou Moçambique nas áreas de Saúde, Educação e Cultura. Estas condecorações foram a título póstumo.

Também com a Ordem Eduardo Mondlane foram galardoadas as Forças Armadas de Defesa de Moçambique, a PRM e o SISE.

Pela primeira vez desde que foi aprovada a Lei dos Títulos Honoríficos e Condecorações, o Estado decidiu condecorar personalidades e instituições estrangeiras com o título de “Cidadão Honorário da República de Moçambique”. Esta distinção é atribuída aos que desempenharam um papel notável na luta de libertação nacional e posterior desenvolvimento económico e social do país. O título confere ao seu portador “direitos iguais aos dos cidadãos moçambicanos, exceptuando os que, pela sua natureza, não podem ser reconhecidos a um estrangeiro”.

Dezenas de pessoas mortas em Abuja na sequência duma explosão

Uma explosão no centro comercial Emab Plaza, um dos maiores centros comerciais na capital nigeriana, Abuja, causou pelo menos trinta mortos e dezassete feridos.

A explosão ocorreu por volta das 16 horas, hora local, momento de enorme afluência e causou um grande incêndio.

Ainda não está clara a causa da explosão, até ao momento a autoria do atentado ainda não foi reivindicada. Mas Abuja tem sido nos últimos dois meses alvo de vários ataques mortíferos executados pelo grupo armado islâmico Boko Haram.

Guebuza reitera consolidação da paz e unidade nacional

O país celebrou ontem o 39º aniversário da independência nacional com olhos postos na consolidação da paz e da unidade nacional.

Face aos ataques que se registam no centro do país, concretamente no troço Save-Muxungue, o presidente da República Armando Guebuza, voltou a reiterar que o diálogo é a única via que pode levar os moçambicanos a consolidar paz e a unidade.

‘’O único meio que temos para travar o conflito armado no centro do país é o diálogo entre os moçambicanos e não devemos perder a esperança de alcançarmos a paz que todos almejamos ’’, disse Guebuza.

No que tange ao crescimento do país ao longo dos 39 anos, o presidente da República disse que o Moçambique está registar avanços positivos rumo ao desenvolvimento citando como exemplo as descobertas do gás na Bacia do Rovuma.

De salientar que as comemorações do 39º aniversário da independência nacional cujas cerimonias centrais tiveram lugar ontem na praça dos Heróis Moçambicanos em Maputo acontecem numa altura em que o país espera realizar as eleições presidenciais e legislativas, marcadas para o dia 15 de Outubro próximo.

Tomaram parte nas cerimônias representantes do governo, de organizações da sociedade civil, membros do corpo diplomático acreditados no país e a população em geral.

Orçamento do Estado poderá passar dos 240 para 249 mil milhões de meticais

Reunido ontem na 16ª sessão ordinária do Conselho de Ministros, o governo apreciou a proposta de Lei de revisão do orçamento do Estado para 2014, a qual devera ser submetida a Assembleia da Republica.

O Ministro das Pescas, Victor Borges falando na qualidade de porta-voz da referida sessão, explicou que a proposta implica a passagem da despesa dos 240 do ano anterior para 249 mil milhões de meticais para este ano.

“Assim sendo, a receita necessariamente terá que passar dos 147 para 155 mil milhões para poder dar lugar a realização de despesas adicionais”, disse.

O reforço orçamental cuja proposta de lei de revisão esteve a ser apreciada ontem, segundo deu a conhecer Victor Borges, vai se concentrar em despesas que tem a ver com o financiamento das despesas adicionais resultantes da revisão do pacote eleitoral no valor de cerca de 1800 milhões de meticais.

O ministro acrescentou que “o orçamento vai igualmente financiar despesas inerentes a regularização do IVA que deverá ser reembolsado às empresas no valor de 3.050 milhões de meticais, além de outras despesas relevantes como as despesas adicionais resultantes das obras financiadas pelo Millenium Challenge Account orçadas em cerca de 600 milhões de meticais”.

Petrolífera canadiana anuncia prospecção de petróleo na bacia do Rovuma

A empresa de petróleo e gás com sede no Canadá, Wentworth Resources, anunciou que as operações de perfuração começaram no Tembo-1, poço da concessão Rovuma Onshore, na província de Cabo Delgado.

Num comunicado de imprensa, a Wentworth diz que o Tembo-1 também é alvo de áreas do Cretáceo com alvos secundários no Jurássico Superior.

Wentworth é um dos accionistas minoritários da concessão petrolífera em causa. O operador é a empresa norte-americana Anadarko, com uma participação de 35,7 por cento. Wentworth tem 11,59 por cento; PTTEP da Tailândia de 10 por cento; e Mauel et Prom da França 27,71 por cento. Os restantes 15 por cento são detidos pela própria Companhia Nacional de Hidrocarbonetos de Moçambique (ENH).

Os grandes depósitos de gás natural descoberto pela Anadarko e a empresa de energia italiana ENI off shore na bacia do Rovuma estão em áreas muito mais jovens, a partir do Eoceno e Oligoceno. Os períodos Jurássico e Cretáceo são as duas divisões da era Mesozóica, e uma vez que a grande maioria das descobertas de petróleo (cerca de 70 por cento) foram nas áreias de idade Mesozóica, Tembo-1 é, talvez, mais propenso a atacar petróleo do que qualquer outro poço.

Armando Guebuza responsabiliza Afonso Dhlakama pela falta de um acordo final

Mais de um ano e após dezenas de rondas negociais, o consenso entre o governo e a RENAMO na mesa do diálogo, no Centro de Conferências Joaquim Chissano, continua ainda longe de se alcançar. No último sábado, em conferência de imprensa que marcou o fim da presidência aberta e inclusiva à província de Manica, o Chefe do Estado disse ser complexo responder com precisão se o acordo final entre as partes está para breve.

Armando Guebuza atira a responsabilidade de um acordo final a Afonso Dhlakama. É que, no entender do Presidente da República, só o líder da RENAMO é capaz de dizer se está interessado em alcançar com urgência um entendimento com a contra-parte, visto que inúmeras vezes mudou de posicionamento, quando tudo parecia estar a caminhar para o consenso.

Guebuza vai mais longe e afirma ser preocupante a atitude da RENAMO e do seu líder, pois continuam a dizimar vidas de moçambicanos inocentes, que no seu dia-a-dia lutam incansavelmente pelo seu bem-estar e desenvolvimento de Moçambique.

Numa altura em que os ataques contra alvos civis e militares no troço Muxúnguè – rio Save prosseguem, o Chefe do Estado diz que o executivo vai continuar a pressionar o Presidente da RENAMO, de modo a entender que precisa de sair das matas e juntar-se ao convívio familiar.

“Continuaremos a pressionar o senhor Dhlakama para se juntar à família, de modo a construirmos um Moçambique melhor, em que o desenvolvimento e o bem-estar dos moçambicanos é um enorme desafio para nós”, frisou o presidente da República.

LUTA CONTRA O TERRORISMO: Aviação queniana ataca bases “Al-Shabaab”

Aviões  quenianos bombardearam bases da milícia radical somali Al-Shebaab, resultando em vários militantes mortos, afirmou ontem a União Africana (UA), embora os extremistas neguem as mortes.

Os bombardeamentos aéreos nas aldeias de Anole e Kuday, no sul da região de Juba do Sul, são parte de uma ofensiva lançada em Março pela UA na Somália, como parte da Missão da União Africana na Somália (AMISOM), com 22 mil soldados e que conta com o apoio das Nações Unidas, com o objectivo de retirar as últimas cidades da região do controlo islâmico.

“As forças da AMISOM executaram bombardeamentos aéreos como parte de um esforço para destruir as capacidades militares da Al-Shebaab”, afirmou, de acordo com a AFP, a missão africana num comunicado, acrescentando que foram caças quenianos que protagonizaram os bombardeamentos.

O porta-voz do Exército queniano, o major Emmanuel Chirchir, informou que os bombardeamentos “mataram mais de 80 terroristas da Al-Shebaab”, e a ofensiva militar iria continuar a “libertar mais áreas”.

Abdulaziz Musab, representante “shebaab”, confirmou o ataque aéreo e confrontos armados no terreno, mas desmentiu a morte de mais de 80 militantes, afirmou que os bombardeamentos atingiram zonas vazias da área florestal.

Estes bombardeamentos acontecem uma semana depois de a Al-Shebaab reivindicar dois massacres na costa do Quénia, que mataram pelo menos 60 pessoas.

A Al-Shebaab afirma que executou os ataques como vingança pela presença militar queniana no sul da Somália, forças que fazem parte da AMISOM.

Maputo acolhe Conferência Internacional de Revisão da Convenção de Ottawa

A capital do pais, Maputo, acolhe desde ontem ate sexta-feira a terceira Conferência Internacional de Revisão da Convenção de Ottawa, sobre proibição de minas anti-pessoais sobre a organização da Campanha Internacional para banimento de minas terrestres.

 Até Dezembro deste ano,  Moçambique poderá estar em condições de se tornar no primeiro dos cinco países mais afectados por minas anti-pessoais no mundo, se cumprir com as suas obrigações, no âmbito da Convenção para o banimento destes engenhos no país.

Falando ontem, em Maputo, na cerimónia de abertura da III Conferência Internacional de Revisão da Convenção de Ottawa (Canadá), sobre a proibição do uso, armazenamento, produção e transferência de minas anti-pessoais, o Presidente da República, Armando Guebuza, afirmou que os engenhos explosivos continuarão a afectar as comunidades moçambicanas por mais anos, incluindo a respectiva garantia de qualidade e gestão da informação sobre aquelas actividades.

Segundo Jornal Notícias, a educação cívica sobre o perigo das minas e os programas de assistência a pessoas com deficiência devido a acidentes com minas anti-pessoais e com outros artefactos explosivos, foram notas de destaque para a consciencialização das comunidades lançadas no encontro.

“Gostaríamos de usar esta oportunidade para convidar a comunidade internacional a continuar connosco nesta recta final, em que nos encontramos, para que em conjunto possamos celebrar um Moçambique livre de minas”, disse Armando Guebuza, acrescentando que o processo de implementação da Convenção de Ottawa tem registado desenvolvimentos notáveis e encorajadores, encontrando-se presentemente numa fase crucial, sobretudo na perspectiva da sua universalização, desmantelamento dos arsenais e limpeza dos campos minados.

Refira-se que a realização em Maputo da III Conferência de Revisão do Tratado de Ottawa surge na sequência do reconhecimento internacional dos progressos que o país tem estado a registar na desminagem. O encontro, convocado pelo Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban ki-Moon, reúne o Comité Internacional da Cruz Vermelha, os Estados Parte do Tratado, os não signatários, organismos internacionais ou instituições pertinentes, organizações regionais, parceiros da sociedade civil, sobreviventes de acidentes com minas, operadores de desminagem e pesquisadores.

Mundial: Argelia afasta Coreia do Sul do grupo H

A selecção da Argélia isolou-se neste final de semana no segundo lugar do grupo H do Mundial que decorre no Brasil, ao derrotar a Coreia do Sul por 4-2.

Os golos da Argélia foram marcados por Slimani (26 minutos), Halliche (28), Djabou (38) e Brahimi (62). Os dois golos coreanos, foram marcados no segundo período, depois de uma luta bastante renhida, por intermédio de  Son (50) e Koo (72).

No outro jogo do mesmo grupo, a Bélgica derrotou a Rússia por 1-0.

Fazem parte do grupo H, as selecções da Argélia, Rússia, Bélgica e Coreia do Sul.

Maputo: detido cidadão argentino que transportava 3.2 kg de cocaina

Um cidadão argentino de 46 anos de idade cujo nome não conseguimos apurar, encontra­-se detido desde ontem na 11ª esquadra da Polícia de Transportes e Comunicações (PTC) em Maputo por trafico de droga.

Segundo o porta-voz da PRM no comando da cidade de Maputo, Orlando Mudumane, que falava hoje no habitual “briefing” semanal com a imprensa, o referido cidadão foi detido no Aeroporto Internacional de Maputo após ser constatado através de aparelho de introspecção electrónica, vulgo “scanner” que o mesmo trazia na sua mala 3.2 quilogramas de cocaína.

Ainda no Aeroporto Internacional de Maputo, foram detidos 16 indivíduos, sendo dez bengalis e seis somalis por terem entrado no país sem vistos de entrada.

Boko Haram volta a atacar

Dez pessoas morreram, sábado, em ataques atribuídos ao grupo islamita Boko Haram, em dois povoados do nordeste da Nigéria, perto de Chibok, segundo moradores e autoridades locais.

“Encontrámos dez corpos com ferimentos a tiro” a uma dúzia de quilómetros dos povoados atacados, declarou Enoch Mark, um sacerdote cristão. “Acreditamos que várias pessoas morreram nos ataques, segundo moradores que fugiram de Chibok, mas devemos aguardar que a situação se acalme,  antes de entrar nos povoados e recuperar os corpos”, acrescentou.

Foi em Chibok que mais de 200 estudantes foram sequestradas, há mais de dois meses, por membros do Boko Haram. Segundo testemunhas, estes ataques foram em resposta à morte de oito combatentes do Boko Haram.

Maputo acolhe Conferência Internacional sobre Optometria

Decorre desde sexta-feira última em Maputo, a Conferência  Internacional sobre Optometria, visando consciencializar os diferentes representantes e organismos da saúde e educação em Moçambique, sobre as necessidades de melhorar os serviços de saúde, especialmente nos cuidados visuais, devendo ser estendidos a sociedade no geral.

O evento que vai se estender até quarta-feira, surge numa iniciativa da Universidade Lúrio (UniLúrio) Conselho Africano de Optometria e vai servir de plataforma de angariar mais apoio ao sector , no que diz respeito ao desenvolvimento aos níveis nacionais e internacional.

Segundo o jornal O Pais, para além de sessões de debates, estão programadas palestras e exposição de instrumentos e aparelhagens ópticos/oftamológicos de diferentes marcas e modelos internacionais.

Intervindo na sessão de abertura da Conferência Internacional de Optometria, o ministro da Saúde disse que grande parte da população moçambicana não tem acesso aos cuidados de saúde visual devido à insuficiência de quadros e infra-estruturas.

Para o ministro da Saúde, Alexandre Manguele, a insuficiência de recursos humanos nessa área constitui um desafio para o alargamento dos cuidados de saúde visual à população.

“O número de oftalmologistas que o país tem ainda é uma gota no oceano, temos muito trabalho no campo de saúde visual, como no sector da Saúde no geral. Temos um médico para 20 mil habitantes e um enfermeiro para cinco mil habitantes”, disse Manguele.

Na mesma conferência, o Ministro explicou que o país conta com apenas 24 oftalmologistas, dos quais 16 estrangeiros e apenas 11 optometristas para uma população que ultrapassa os 24 milhões de habitantes.

De referir que em 2013 a conferência do género foi realizada em Málaga, na Espanha.

Optometria em Moçambique

A Universidade Lúrio foi a primeira instituição a introduzir o curso de Licenciatura em Optometria nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

A licenciatura em Optometria, iniciou em 2009 e a sua introdução foi possível atravésdo acordo de parceria internacional entre a UniLúrio e as diferentes instituições de ensino e de investigação internacionais englobadas no “Mozambique Eyecare Project”.

 

Basquetebol: Moçambique vence Angola por 70-37

A selecção moçambicana de basquetebol feminino derrotou ontem, em Maputo, a sua congénere angolana pela marca de 70-37, 33 pontos de diferente, em jogo do torneio internacional alusivo ao 39º aniversário da independência de Moçambique.

Esperava-se a reedição da final do Afrobasket Maputo-2013, de Setembro último, ganho no mesmo pavilhão pelas angolanas. O desafio deste Domingo entre os dois representantes de África no Campeonato Mundial da Turquia-2014 colocou frente-a-frente Moçambique na máxima força e a selecção angolana sem a grande maioria das campeãs africanas.

Deste modo, tudo saiu facilitado para Moçambique. Os 33 pontos de diferença espelham aquilo que se assistiu no pavilhão de Maxaquene, não a realidade do basquetebol de ambos os países.

As duas selecções voltam a medir forças na terça-feira, também no pavilhão do Maxaquene. O terceiro encontro deverá acontecer na quarta-feira, feriado nacional, na cidade de Chimoio, capital da província de Manica, fazendo assim uma viagem das Samurais na digressão pelo pais a contar para a preparação da participação no campeonato do mundo a ter lugar na Turquia.

Recorde-se que este torneio internacional devia ter contado com a presença da selecção de Cuba, igualmente apurada para o Mundial, mas que por razões desconhecidas, as campeãs sul- americanas não viajaram para Maputo.

Para além da Cuba esperava-se que o torneio tivesse a participação da selecção da cidade de Maputo, composta por atletas que militam nos clubes da capital moçambicana que acabaram ficando de fora pela ausência da selecção cubana.

Alice Mabota desiste de concorrer a presidente de Moçambique

Alice Mabota anunciou a desistência na sua intenção de se candidatar a Presidente da Republica nas eleições de 5 de Outubro, devido a falta de apoio ao seu projecto.

A activista social, Alice Mabota anunciou em grande entrevista na STV a sua intenção de concorrer às eleições presidenciais. Cinco meses depois, diz que não viu vontade social em apoia-la e por isso desiste do pleito.

Mabota diz que a vontade que lhe moveu a anunciar a intenção de concorrer ainda esta presente, contudo, apesar de acreditar que pode fazer melhor comparativamente a muitos candidatos assumidos, diz que sozinha não pode correr.

Este foi o fim anunciado de uma intenção que era vista por muitos, como uma alternativa certa para uma presidência mais preocupada com as causas sociais.

Obama diz que Ahmed Abu Khattala sentirá «todo o peso da justiça»

O Presidente norte-americano, Barack Obama, assegurou esta terça-feira que Ahmed Abu Khattala, suspeito do atentado perpetrado em 2012 contra o consulado norte-americano em Benghazi (Líbia) e foi capturado pelas forças norte-americanas, irá enfrentar todo o peso da justiça.

Obama, que confirmou ter autorizado a operação de captura do suspeito e afirmou que a detenção de Ahmed Abu Khattala é uma prova dos conscienciosos esforços dos militares, investigadores e dos funcionários dos serviços de informação norte-americanos.

Com esta operação, os Estados Unidos mostraram uma vez mais que estão dispostos a fazer tudo o que for necessário para que seja feita justiça sempre que um americano é atingido, acrescentou o chefe de Estado norte-americano.

Khattala, presumível líder do grupo ultra conservador muçulmano Ansar al-Shariah, foi capturado no domingo na região leste do território líbio, durante uma operação que envolveu as forças especiais norte-americanas e elementos da polícia federal dos Estados Unidos (FBI).

Possível cessar-fogo no Mali

Três grupos armados da região norte do Mali revelaram que estão disponíveis para negociar o cessar-fogo com o Governo de Bamako.

De acordo com a Al Jaeezera, o Movimento Nacional de Libertação de Azawad (MNLA), o Conselho Superior para a Unidade de Azawad (HCUA) e o Movimento Árabe de Azawad (MAA) assinaram a Declaração de Argel no domingo, afirmando que estão abertos à via do diálogo e das negociações. Em troca, exigem a libertação de prisioneiros e a melhoria das condições para os refugiados que regressam ao país.

Albert Gerard Koenders, chefe da missão das Nações Unidas no Mali, alertava para o facto de o norte do Mali estar em perigo caso a paz não regressasse a esta região.

O Mali trava uma guerra contra vários grupos do norte do país, com destaque para os tuaregs, a junta militar, os grupos étnicos, além dos grupos fundamentaliastas do Mali, excluindo os que agora se manifestam abertos para o diálogo.

O conflito no Mali começou depois de o actual presidente do país, Diancounda Traore, sofrer um golpe de Estado e ser obrigado a ir tratar-se em França, em 2011. De lá a esta parte, diversos grupos armados tentaram, individual ou colectivamente, estabelecer um Estado islâmico a norte do Mali, um acto condenado pela França – que logo disponibilizou todo o apoio ao Governo do dia – bem como pela ONU e por África.

 

Boko Haram: presos 462 suspeitos na Nigéria

O Exército nigeriano anunciou ontem a prisão de 462 pessoas suspeitas de ter ligações com o grupo islâmico Boko Haram.

De acordo com a imprensa local, citando o porta-voz do Exercito, general Lalaye Olajide, as pessoas viajavam em 36 auto-carros do norte para sul do pais, concretamente na cidade de Port Harcuourt.

O general Lalaye explica que não poderia especificar o motivo para as prisões antes da conclusão da investigação que já esta e m curso.

 Entretanto, a  imprensa nigeriana, citando vários líderes políticos do sul do país, reporta que as prisões estão relacionadas com o Boko Haram, cujo insurgência fez vários milhares de mortos em cinco anos.

 Refira-se que a Nigéria, país mais populoso da África e principal potência econômica do continente, está dividida entre um norte maioritariamente muçulmano e um sul de maioria cristã.

 A comunidade muçulmana esta preocupada com varias prisões que ocorreram nos últimos meses envolvendo seus membros em por supostas ligações com o Boko Haram.

Juan Carlos assina lei que determina fim do reinado

O rei da Espanha, Juan Carlos, deve assinar esta quarta-feira o documento no qual determina o fim do seu reinado.
Juan Carlos, que reinou durante quase 40 anos, assina uma lei que entra e vigor a partir da meia-noite de quinta-feira. Esta estabelece o fim do seu reinado, que tornou-se publico a 2 de Junho, e a subida ao trono do filho, o príncipe da Astúrias, Felipe de Bourbon.A lei será assinada esta quarta-feira numa cerimónia  na Sala de Colunas do Palácio Real, o mesmo espaço onde Juan Carlos presidiu, em 1985, à assinatura dos tratados de adesão de Espanha à União Europeia, perante cerca de 170 convidados.

O texto da lei orgânica foi aprovado, de forma urgente, primeiro pelo Governo, num Conselho de Ministros extraordinário a 3 de junho e depois, na câmara baixa, o Congresso de Deputados a 11 de junho e na cama alta, o Senado Madrileno.

AR vai reexaminar Leis das regalias

A Assembleia da República (AR) vai priorizar na próxima sessão plenária o reexame das Leis sobre Estatuto do Deputado e Regalias do Presidente da República em exercício e após cessão de funções, devolvidas pelo presidente da Republica para aquele efeito.

A informação foi tornada publica esta terça-feira em Maputo pelo pelo porta-voz da Comissão Permanente da AR, Mateus Katupha, durante uma conferência de imprensa convocada para para anunciar o adiamento, por uma semana, do arranque da segunda fase dos trabalhos da nona sessão ordinária do Parlamento, inicialmente previstos para começarem hoje, 18 de Junho.

Katupa disse que “trata-se de leis que foram enviadas pelo Chefe de Estado e nas relações de mútuo respeito entre órgãos, estas leis têm de constituir prioridade dos nossos trabalhos”.

Mateus Katupha explicou que a devolução destas matérias ao Parlamento por parte do Presidente da República constitui um procedimento normal quando o Chefe de Estado não se sente confortável com a matéria que lhe é submetida para promulgação.

Mateus Katupha justifica  que o adiamento do arranque dos trabalhos do plenário da Assembleia da República por cerca de uma semana, deve-se a questões de organização das comissões de especialidade que, essencialmente, elaboram os pareceres técnicos das matérias a serem apreciadas em plenário

CNE introduz equipamento para votação electrónica

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) apresentou ontem na capital do pais, Maputo, o equipamento electrónico que permitirá a votação electrónica nos próximos processos eleitorais.

Designado Ballot Unit, o equipamento ora introduzido custa cerca de 20 mil meticais e tem a capacidade de processar 3.500 votos.

Dados que tivemos acesso indicam que o mesmo sera usado nos processos eleitorais posteriores ao de 15 de Outubro próximo se os partidos políticos concordarem neste sentido.

Falando no acto da apresentação do referido equipamento, o presidente da CNE, Abdul Carimo disse que aquela tecnologia ainda em fase de expansão e que já foi experimentada em cerca 20 países, sem no entanto mencionar os nomes, ira ajudar a tornar flexível os processos, assim como a redução de votos nulos.

“No nosso contexto, de uma sociedade com altos índices de analfabetismo, a votação electrónica tem amplas vantagens. O uso desta tecnologia reduzirá, por exemplo, o índice de votos nulos”, disse Carimo.

Refira-se que o sistema em alusão está já na sua segunda fase de de discussão, envolvendo partidos políticos e órgãos eleitorais, nomeadamente o Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) e CNE.

Últimas Notícias Hoje

Primeira especialista em cirurgia da coluna é formada em Moçambique

O Hospital Central de Maputo (HCM) deu um passo importante na ampliação da sua capacidade de resposta no tratamento de patologias da coluna vertebral...

Transformação da aviação civil é prioridade do governo de Moçambique

O Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, reafirmou a determinação do seu governo em transformar a aviação civil num sector estratégico que sustente a diversificação...

Cooperação entre Moçambique e Etiópia avança com visita presidencial

O Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, concluiu uma visita oficial à Etiópia que teve lugar esta semana, num esforço para solidificar parcerias económicas e...

Novas regras organizam sector sem proibir mototáxis

O Ministério dos Transportes e Logística emitiu um comunicado oficial desmentindo rumores sobre a proibição das actividades de mototáxis e serviços de transporte por...