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Sexta-feira, Abril 10, 2026
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Exames escolares do ano lectivo 2012 iniciam segunda-feira

Na cidade de Maputo, a direcção de educação garante que todas as condições estão criadas para que o processo decorra sem grandes sobressaltos. Para já, todas as condições logísticas estão a ser devidamente acauteladas.
Exames escolares do ano lectivo 2012 iniciam segunda-feira
Arranca na segunda-feira o processo dos exames finais dos ensinos primário e secundário geral para ano lectivo de 2012, em todas as escolas do país.

A Direcção de Educação da Cidade de Maputo convocou (ontem) a imprensa para fazer o anúncio do arranque do processo. Na ocasião, o director adjunto de Educação na Cidade de Maputo, Alfredo Nahia, disse que a capital do país vai examinar um total de 141 801 alunos em diversos subsistemas de ensino. Ou seja, na 5ª classe, serão examinados 33 914 alunos; na 7ª classe serão examinados 38 030 alunos; 10ª classe, 41 450 alunos; 12ª classe, 16 212 alunos; alfabetização 20 506 alunos; ensino técnico profissional 9 190 alunos.

A única alteração que vai acontecer, este ano, comparativamente aos anos anteriores, é a mudança do horário para a 10ª e 12ª classes. Para estes níveis, e devido ao facto de o sol por-se muito cedo, os exames passam a decorrer das 07h30 até as 18h00 nas respectivas escolas.

Doadores externos garantem financiar em 10% o Orçamento do Estado de 2013

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O Orçamento do Estado e os programas sectoriais de desenvolvimento socioeconómico de Moçambique para 2013 já têm garantidos cerca de 10% de fundos externos a serem concedidos pelo G-19 (Grupo de 19 parceiros externos) e outros parceiros externos de cooperação com Moçambique.

A garantia foi dada, esta Segunda-feira (29), em Maputo, por Morgens Petersen, representante dos doadores e embaixador da Dinamarca em Moçambique, falando durante a reunião final do processo de planificação do Quadro de Avaliação do Desempenho do Governo e aquele grupo de financiadores externos para 2013.

Para o próximo ano, o Governo contará com um Orçamento do Estado de 174.955 milhões de meticais, conforme vem proposto no Plano Económico e Social e Orçamento do Estado para 2013 já depositado na Assembleia da República (AR) para ser debatido e aprovado ao longo das próximas duas semanas.

Entretanto, os financiadores externos mostraram-se satisfeitos com os passos dados por Moçambique na matéria de transparência da indústria extractiva, uma vez que o país acaba de ser aceite como membro de pleno direito da Iniciativa de Transparência da Indústria Extractiva.

Petersen apelou ao Governo para ampliar a agenda de transparência na gestão dos recursos naturais e na indústria extractiva através da publicação dos contratos de exploração e reforço das capacidades das instituições relevantes para realização da monitoria de adesão às práticas internacionais mais eficazes.

O Governo esteve em peso neste encontro através dos ministros das Finanças, Agricultura, Planificação e Desenvolvimento, Justiça e do vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, nomeadamente, Manuel Chang, José Pacheco, Aiuba Cuereneia, Maria Benvinda Levy e Henrique Banze.

Curandeiros envenenam 16 membros da mesma família em Nampula

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Dois curandeiros de identificados por António e Rafael, de 31 e 32 anos de idade, envenenaram, na terça-feira passada (23), na cidade de Nampula, 16 membros da mesma família, dos quais dois morreram e 14 encontram-se sob cuidados intensivos no Hospital Provincial de Nampula.

O porta-voz do Comando da Polícia da República de Moçambique, Pedro Cossa, disse que ainda são desconhecidas as causa do envenenamento, mas suspeita-se que as vítimas tenham recorrido àqueles curandeiros, ora detidos, para se submeterem a uma prática tradicional com a finalidade de descobrir um culpado por alguma inquietação que provavelmente estivesse a assolar a família.

Os indiciados, de acordo com Cossa, poderão ser responsabilizados por crime de homicídio frustrado. Porém, uma investigação está em curso para se apurar as motivações do sucedido.

Cidadão chinês conduz ilegalmente e tenta subornar agente da Polícia na Matola

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Um cidadão de nacionalidade chinesa chamado Zho Min Chiang, de 47 anos de idade, foi surpreendido pela Polícia de Trânsito (PT), na última quarta-feira (24), na cidade da Matola, a conduzir ilegalmente.

Para não ser punido, ele tentou subornar a um agente da PT com 1.000 meticais. Incorruptível, o policial encaminhou o infractor à esquadra mais próxima do local onde se deu o facto.

Enquanto isso, outro cidadão, nacional, de nome Augusto Tomo, de 38 anos de idade, residente no distrito de Catandica, província de Manica, foi encontrado pela Polícia na posse de nove minas de morteiro 60.

De acordo com o porta-voz do Comando da Polícia da República de Moçambique (PRM), Pedro Cossa, suspeita-se que Tomo – a contas com a Polícia – tenha achado o morteiro algures naquele distrito, que durante a guerra dos 16 anos foi palco de descarga de engenhos militares.

Na semana de 20 a 26 de Outubro prestes a findar, a corporação registou 130 casos criminais, contra 162 de igual período do ano passado, dos quais 107 casos esclarecidos. Dos casos, 77 incidiram contra propriedade, 47 contra pessoas e seis contra ordem, segurança e tranquilidade públicas.

No mesmo período, foram detidos 1.195 indivíduos, dos quais 1.078 por violação de fronteiras, 115 por prática de delitos comuns e dois por imigração ilegal.

Fiscalização dos `chapas: Polícia promete ser mais rigorosa

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Na quinta-feira passada, a Assembleia Municipal de Maputo aprovou uma nova tarifa de transporte urbano. Assim, o serviço de transporte da empresa pública (TPM) sobe dos actuais 5,00 para 7,00 meticais o mesmo valor a ser pago no `chapa´ para distâncias iguais ou inferiores a 10 quilómetros. Para as superiores a 10 quilómetros os semicolectivos passam a cobrar nove meticais contra os anteriores 7,50 meticais.

Embora reconhecendo que não é a única solução para acabar com os desmandos protagonizados por alguns transportadores, particularmente o encurtamento de rotas, António Espada, comandante da Polícia Municipal de Maputo, considera que é chegado o momento de se intensificar o trabalho que tem sido feito com vista a prestar um serviço de qualidade aos cidadãos.

`Temos a consciência de que a nossa intervenção não é suficiente. Contudo, vamos fazer a nossa parte para minimizar o problema´, destacou Espada.

Conforme explicou, a Polícia Municipal sozinha não pode acabar com as irregularidades praticadas pelos `chapas´, sendo por isso que os utentes são chamados a colaborar mais, pois são eles que sentem na pele a desordem fomentada.

A colaboração deve ser feita através de recusa em pagar o valor da passagem antes do destino final. E, caso haja qualquer problema, os utentes do `chapa´ podem fazer chamadas ou enviar mensagens para os telemóveis 828586230 ou 845327497. Estes números servem de igual modo para denunciar actos de corrupção praticados pelos agentes da Polícia Camarária.

Sem entrar em números, António Espada disse existir, neste momento, um efectivo policial capaz de viabilizar estas operações, mas que são necessários mais agentes.

Por sua vez, Samuel Nhatitima, presidente da Associação dos Transportadores Rodoviários de Maputo (ATROMAP), disse que a solução dos encurtamentos, particularmente, passa pela mudança de comportamento dos motoristas e cobradores, uma vez que os proprietários das viaturas nem sempre estão a par dessas práticas.

Apelou aos seus associados a mudarem de comportamento e a colaboração por parte dos passageiros.

Entretanto, o vice-presidente da Federação Moçambicana dos Transportadores Rodoviários (FEMATRO), Luís Munguambe, entende que a anarquia vai acabar quando o Governo apreciar positivamente uma proposta do agravamento tarifário que a sua entidade submeteu ao Ministério dos Transportes e Comunicações. Sem apresentar números, Munguambe deixou claro que a referida proposta não está relacionada com a que foi aprovada quinta-feira pela Assembleia Municipal.

Corrupção continua a preocupar parceiros

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Falando ontem, em Maputo, durante a sessão de encerramento da reunião de Planificação 2012/13, Morgens Perdersen, Alto-Comissário da Dinamarca em Moçambique e chefe da `Troika´ do G-19, reconheceu, porém, haver avanços, sobretudo, com a aprovação de três leis importantes, nomeadamente, sobre o reforço do Gabinete Central de Combate à Corrupção, a Lei de Protecção de Testemunhas e a Lei da Probidade Pública. Contudo, observa que o grande desafio agora é a sua implementação.

Morgens Perdersen considera, nesse sentido, ser urgente que o Governo avance para a criação de condições visando implementar as leis sem que para tal se espere pela aprovação de todo o pacote.

A reunião de planificação que ontem terminou serviu para fazer uma revista aos progressos registados até ao momento e para alinhavar os compromissos das acções que cada uma das partes assume que vai levar a cabo no próximo ano, no contexto da parceria com o Governo para o alcance do grande objectivo que é reduzir a pobreza.

`Enquanto são criadas as condições para a implementação das leis ora aprovadas, pensamos que o quadro jurídico existente permite desenvolver acções concretas em matéria de prevenção e combate à corrupção. A administração da Função Pública tem um papel fundamental na prevenção, enquanto na parte punitiva o sistema judicial tem a responsabilidade principal´, observou o Alto-Comissário da Dinamarca.

Sem, contudo, responder às preocupações levantadas pela `Troika´, o Ministro da Planificação e Desenvolvimento, Aiuba Cuereneia, garantiu que o Governo reitera o seu cometimento de continuar a pautar pela determinação e persistência na busca com todos os actores de soluções inovativas aos desafios de desenvolvimento através de um diálogo aberto, franco, participativo, bem como o cumprimento dos indicadores e metas acordadas.

Cuereneia fez saber que o processo de Planificação Conjunta que ontem chegou ao fim foi marcado por pertinentes inovações, nomeadamente, a que se refere à realização, pela primeira vez, da sessão plenária do Observatório de Desenvolvimento, durante o processo da Reunião de Planificação do Quadro de Avaliação de Desempenho.

A segunda inovação é relativa ao ajustamento do Quadro de Avaliação do Desempenho dos Parceiros de Apoio Programático à luz do novo quadro orientador aprovado no IV Fórum de Alto Nível sobre a Eficácia da Ajuda realizado em Busan, Coreia do Sul.

De notar que a matriz de indicadores anterior vigorava há 7 anos no âmbito da Declaração de Paris. Este novo quadro dos PAPs apresenta indicadores que abrangem os membros associados e será aplicado para avaliar o desempenho dos mesmos em 2012 e 2013.

A terceira e última inovação prende-se com o início da abordagem transversal sobre o objectivo da Promoção do Emprego e Crescimento Inclusivo, constante do Plano de Acção para a Redução da Pobreza. A contínua reflexão em torno deste objectivo permitirá o aprimoramento das políticas e estratégias conducentes à melhoria do ambiente de negócios e consequente criação de emprego, com particular realce para os gerados pelas pequenas e médias empresas.

Limpeza de combustível contaminado provoca falta de gasolina

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Maior parte dos postos de abastecimento de combustível da cidade de Maputo está sem gasolina. A situação está a criar transtornos aos automobilistas, que andam de bomba em bomba à procura da gasolina. No que diz respeito ao diesel,o abastecimento está controlado.

Esta ruptura no abastecimento da gasolina acontece uma semana após a confirmação, por parte do Governo, de venda de combustível contaminado em Maputo. Por este motivo, houve recomendações de se limpar os reservatórios de combustível no terminal oceânico da Matola. Ao que tudo indica e segundo informações colhidas junto das bombas de combustível, a limpeza dos reservatórios e recolha do `stock´ contaminado na posse das bombas terá provocado esta escassez de gasolina, na cidade de Maputo.

Anossa fonte visitou, ontem, vários postos de abastecimento de combustíveis e constatou que nenhuma bomba Total tinha gasolina, sendo que as outras tinham registado ruptura deste combustível, durante o fim-de-semana. Com este cenário, os automobilistas circularam desesperadamente até encontrar um posto com gasolina à venda.

A corrida às bombas só era satisfeita em algumas bombas da Petromoc. Aliás, estes postos de abastecimento registavam uma enchente, devido à falta da gasolina nas outras. `Não sei o que está a acontecer nos postos de abastecimento à nossa volta, mas nós não temos problemas nas nossas bombas e temos estado a fornecer normalmente combustível aos automobilistas. O que notamos é que, desde o último fim-de-semana, temos estado a registar enchentes nos nossos postos, o que fez com que duplicássemos a oferta de combustível´, revelou Yolanda Sive, directora comercial da Gespetro, uma empresa que gere algumas bombas de combustíveis abastecidas pela empresa pública Petromoc.

`Só posso ficar chateado, e mais nada. Andei por quase toda a cidade e só agora encontrei uma bomba para abastecer. O carro só não parou porque consegui chegar a tempo a esta bomba´, disse João Cossa, automobilista ouvido pela nossa fonte.

Polícia sul-africana dispersa mineiros em greve com balas de borracha

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Na África do Sul, a polícia disparou balas de borracha e usou bombas de efeito moral e gás lacrimogéneo para dispersar mineiros em greve, que tentavam impedir um encontro sindical.
A polícia interveio em Rustenburg para tentar impedir a entrada de uma manifestação convocada pela Confederação Sindical, COSATU.

Depois de expulsar trezentos manifestantes do estádio, a polícia bloqueou a entrada do local com seus veículos blindados.
Os protestos ocorreram um dia após o anúncio feito pelo Sindicato Nacional dos Mineradores NUM, de um acordo com o maior produtor mundial de platina, o Anglo American Platinum.
Um acordo que visa readmitir doze mil mineiros em greve demitidos.

Os mineiros grevistas afirmaram que não haviam sido informados sobre a conclusão do acordo, facto que poderia significar a retomada das greves que paralisaram as minas de ouro e de platina desde Agosto último.
A COSATU tentava restabelecer a autoridade no sector minerador, num momento em que os trabalhadores dão as costas ao principal sindicato da confederação.

Acidentes de viação matam dois e ferem mais de 11 pessoas em Maputo

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Na semana de 22 a 28 de Outubro prestes a findar, a Polícia da República de Moçambique (PRM) indica ter registado, na cidade de Maputo, 24 acidentes de viação, dos quais 15 atropelamentos devido à condução à alta velocidade e ao desrespeito as mais elementares regras de trânsito.

No mesmo período do ano passado houve 16 acidentes de viação. Entretanto, os deste ano resultaram na morte de duas pessoas, 11 feridos graves, 12 ligeiros e avultados danos materiais.

O porta-voz do Comando da PRM em Maputo, Orlando Modumane, disse que este número é preocupante e há que se apostar na intensificação de campanhas de sensibilização no sentido de minimizar o fenómeno, embora persista a relutância dos condutores.

Relativamente ao combate e prevenção da sinistralidade rodoviária, a Polícia fiscalizou 4.519 viaturas, das quais 17 foram apreendidas, 1.477 multadas por diversas irregulares. Ao teste de álcool foram submetidos 117 condutores, dos quais 53 conduziam sob alto teor alcoólico.

Renamo exige criação de legislação inclusiva para desmobilizados de guerra

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A Renamo, o maior partido da oposição em Moçambique, exige do Governo a criação de uma legislação específica e inclusiva para os seus desmobilizados de guerra dos 16 anos, alegadamente por estarem a ser excluídos do processo de reintegração social e vítimas de conotação política.

Nesse contexto, esta formação política convocou, esta segunda-feira (29), na sua sede em Maputo, uma conferência de imprensa para através dos meios de comunicação social exigir a criação da aludida legislação no sentido de os seus desmobilizados e os da Frelimo, incluindo os combatentes da luta de libertação nacional, não sejam tratados de acordo com as suas afinidades partidárias.

Segundo defendeu, irá evitar que haja descriminação dos demais combatentes que lutaram pela paz e reconciliação nacional.

O porta-voz do encontro, Ossufo Momade, disse que há distinção discriminatória entre os guerrilheiros da Renamo que militaram na guerra dos 16 anos e os combatentes da luta de libertação nacional da Frelimo, o que coloca em perigo “a paz alcançada no IV protocolo de Roma em 1992”.

Para aquele general, esta situação fragiliza a coesão e a reconciliação entre o povo moçambicano e partido no poder por causa da sua ambição pelo poder aliada à gestão danosa. Deve-se evitar que os dirigentes movidos por interesse pessoais destruam o que foi construído com muito sacrifício e entrega dos desmobilizados de guerra.

“O facto de estarmos desmobilizados não pode ser tido como símbolo da inactividade. Exigimos que se respeite o direito dos desmobilizados para evitar o uso de meios que possam prejudicar o povo”, ameaçou.

Ademais, ele referiu que os desmobilizados da Renamo são alvos de várias provocações, com motivações políticas, da Força de Intervenção Rápida (FIR) e da Polícia da República de Moçambique (PRM). Contudo, eles têm se comportado com urbanidade perante a pretensa situação.

A FIR e a PRM, nas palavras do general da Renamo, estão a ser manipuladas pelo Governo, sem em contrapartida merecerem nenhum reconhecimento como parte dos combatentes que lutaram pela independência e pela democracia.

Ossufo Momade acusou o Governo de estar a ensaiar um ataque contra o líder da Renamo, Afonso Dlhakhama, instalado no distrito de Gorongosa, província de Sofala, em demonstração de uma alegada insatisfação em relação à forma como o país está a ser gerido.

Entretanto, a “Perdiz” garante que não haverá mais guerra, mas exorta ao Executivo a respeitar a dignidade e os direitos consagrados na Constituição da República e no Acordo Geral de Paz.

Num outro desenvolvimento, Momade reiterou que há necessidade de a Renamo e Frelimo dialogarem em torno do cumprimento do Acordo de Roma que supostamente está a desrespeitados.

Indivíduo mata e fere no bairro da Polana Caniço “B” em Maputo

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Um cidadão nacional identificado por Raúl Nhari, de 42 anos de idade, alvejou mortalmente uma mulher e feriu gravemente um jovem, no último sábado (27), no bairro da Polana Caniço “B”, em Maputo, com recurso a uma arma de fogo.

O porta-voz do Comando da Polícia da República de Moçambique (PRM) na Cidade de Maputo, Orlando Modumane, disse que o incidente deu-se por volta das 20horas depois de uma briga familiar que deixou Nhari com os nervos à flor da pele.

Ainda de acordo com a Polícia, Raúl Nhari, ora detido na sexta esquadra enquanto aguarda pela legalização da sua prisão, é titular de porte e uso da arma de fogo utilizada para o crime. Ele enervou-se e, aleatoriamente, pós-se a disparar tendo alvejado morto uma mulher e ferido com gravidade um jovem. Este está sob cuidados médicos intensivos e em estado crítico no Hospital Central de Maputo.

Um outro crime, de acordo com Modumane, ocorreu por volta das 15 horas da última segunda-feira (22), no bairro Central, também em Maputo. Quatro indivíduos não identificados e em parte incerta introduziram-se numa mercearia e alvejaram o proprietário. Pretendiam apoderar-se dos seus bens, incluindo dinheiro da receita diária.

Para o azar dos assaltantes, a Polícia estava próximo da mercearia a fazer patrulha. Eles ao se aperceber da sua presença puseram-se em fuga. O proprietário do estabelecimento comercial foi observado pelos médicos e encontra-se fora de perigo, mas contraiu ferimentos ligeiros.

Em relação às detenções, de 22 a 28 do mês em curso recolheram aos calabouços 75 indivíduos, dos quais 40 indiciados de crimes contra propriedade, 25 contra pessoas e 10 contra ordem segurança e tranquilidade públicas.

A Polícia refere que, apesar da insuficiência de meios humanos para o controle da entrada de imigrantes, foram interditos de entrar no país, no período em análise, 10 estrangeiros, dos quais seis de nacionalidade nigeriana por posse de vistos falsos, dois paquistaneses e igual número de guineenses por não indicação clareza dos motivos de sua vinda à Moçambique e do local de estadia.

Canal Moz

HCB retoma próximo mês exportação normal de energia

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A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) poderá voltar a escoar a energia em corrente contínua a níveis normais a partir da primeira ou segunda semana de Novembro, com a operacionalização da bobine de alisamento recentemente adquirida a título de empréstimo junto da empresa sul-africana ESKOM.

Desde Julho, a HCB viu-se forçada a reduzir em 30 por cento a sua capacidade de exportação de corrente eléctrica na sequência de uma avaria na bobine de alisamento que é uma peça-chave para regular o sistema de transformação de corrente alternada em contínua.
Com a chegada do equipamento há uma semana, equipas técnicas continuam a trabalhar na recomposição da peça, sendo que nos próximos dias se vai entrar na fase de secagem e enchimento dos óleos que antecederão os testes necessários para a operacionalização da bobine.

“Devo explicar que para transportamos a peça da África do Sul para Songo tivemos que desintegrar algumas componentes da bobine. Neste momento, estamos a reintegrar os acessórios, mas como disse, é um equipamento bastante sensível pelo que vamos levar algum tempo para concluir os trabalhos”, disse Moisés Machava, responsável pela área de manutenção da empresa HCB.

Para além dos técnicos da HCB, a montagem do novo dispositivo está a contar com o envolvimento de especialistas da Siemens, companhia produtora do equipamento.

Informações disponíveis indicam que para transportar a bobine da subestação de Apolo até Songo, a HCB teve de desembolsar um pouco mais de 5 milhões de dólares norte-americanos. Parte deste valor foi igualmente usado para a construção de alguns desvios das pontes nos três países, nomeadamente África do Sul, Zimbábue e Moçambique.

De recordar que no total, a HCB tem cinco saídas (linhas) a partir do Songo, nomeadamente duas em corrente alterna para o centro e norte de Moçambique, uma corrente alterna para o Zimbábue e duas, as principais, em corrente contínua para a África do Sul.

A corrente contínua é uma tecnologia especial usada para transportar energia eléctrica com qualidade para grandes distâncias, como é o caso de Songo-Apolo (1400km). É pois uma das linhas de corrente contínua que tem a bobine de alisamento avariada. Todas as outras linhas estão em funcionamento (três de corrente alterna e uma de corrente contínua), apenas uma das linhas de corrente contínua está indisponível. A avaria forçou a redução da capacidade de escoamento da corrente produzida, sendo por isso que a HCB está a operar em apenas por cento.

Oposição não tem visão – Lourenço do Rosário

Lourenco do

O académico Lourenço do Rosário, reitor de A Politécnica, opinou numa palestra subordinada ao tema “Mecanismo Africano de Revisão de Pares (MARP) — Percurso e Desafios para Moçambique”, havida sexta-feira na Universidade Pedagógica, delegação da Beira, que os partidos da oposição moçambicanos não são ainda alternativa de governação do país.

Este pronunciamento foi feito a propósito do tema “percurso e desafios para Moçambique”, quando o palestrante falava aos estudantes e docentes presentes da necessidade do exercício da cidadania através da pressão e crítica ao Executivo para uma boa governação.

Lourenço do Rosário, citado pelo Diário de Moçambique na sua edição de hoje, considerou que, do ponto de vista de linguagem, clareza nacional e organização, as formações políticas moçambicanas, à excepção da Frelimo, no poder, não possuem uma plataforma visionária que possa convencer a população a mudar de partido na direcção do país.

“Os discursos dos partidos da oposição em Moçambique são apenas de ataque e de queixas. Não são discursos visionários” — referiu o palestrante, destacando, por exemplo, que o presidente do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Daviz Simango, “que apareceu em público com um discurso intelectualista e urbano”, era suposto que capitalizasse a injustiça feita pela Comissão Nacional de Eleições ao seu partido, mas este acabou não conseguindo nas eleições gerais passadas “bater” o líder da Renamo, Afonso Dhlakama.

“Isso significa, portanto, que o eleitorado moçambicano ainda não acredita no Daviz Simango. Temos que ver questões concretas e objectivas de governação. Provavelmente Daviz Simango possa no futuro ser alternativa de governação do país, mas em termos organizacionais os partidos da oposição que temos em Moçambique precisam de crescer mais” — referiu o académico, indicando que a Renamo, que poderia constituir alternativa, “enfrenta problemas internos de liderança”, enquanto outras forças políticas “nascem e desaparecem posteriormente”.

Lourenço do Rosário realçou que, enquanto os partidos da oposição não representam opção credível para a governação do país, a Frelimo “vai se reestruturando e ganhando nova coesão”, uma prática que, conforme afirmou, vem sendo efectuada desde a luta armada de libertação de Moçambique.

A uma pergunta sobre as saídas para este fenómeno, ele respondeu que os moçambicanos devem exercitar-se no campo da promoção do espírito de cidadania, através do ganho de consciência de que as suas opiniões podem fazer com que os governantes mudem de posição.

Afirmou que a importância da opinião pública em relação às noções de boa governação faz parte dos grandes desafios do MARP, as quais têm por finalidade promover o crescimento do país.

“Quando a opinião pública é forte, pode pressionar sem medo. O Governo não mete medo a ninguém, temos que falar com o Governo, ao invés de ficarmos com medo” — salientou Lourenço do Rosário, para quem a boa governação não significa apenas implantação de um Governo, mas sim o contributo da avaliação das autoridades por parte de todos os cidadãos organizados em famílias, comunidades, agremiações civis, os quais indicam sugestões e solicitam contas em relação às realizações.

Um exemplo de ausência de medo em relação ao Governo, de acordo com o orador, foi a contundência que caracterizou a elaboração do relatório do MARP, razão pela qual “o documento foi mal visto pelas autoridades moçambicanas”.

O relatório, segundo Lourenço do Rosário, que preside ao Mecanismo Africano de Revisão de Pares em Moçambique, aponta muitas feridas, como a partidarização do Governo, o enriquecimento ilícito por parte dos membros deste, a corrupção generalizada, entre outras anomalias que atentam contra a boa governação do país.

“Muitas vezes, algumas figuras ligadas ao Governo, como ministros, e outras figuras do partido no poder não entendem as críticas feitas sobre as nossas fraquezas como contribuição para o melhoramento da nossa governação. Acharam que estávamos a produzir um documento para alimentar o inimigo no ataque à realidade moçambicana” — indicou o palestrante.

Pré-Registo aos Exames de Admissão à UEM Online

Poderá fazer o Pré-Registo online aos Exames de Admissão à UEM na ligação que iremos deixar na Escola Moz Maníacos quando o sistema estiver online.

Aguarde mais alguns dias…

 

UP-Beira inicia construção da Cidadela Universitária no Dondo

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Num projecto que ocupará uma área de cem hectares, a delegação da Universidade Pedagógica (UP) na cidade da Beira iniciou sábado passado, no bairro de Nhamainga, município do Dondo, a construção de raiz da sua cidadela universitária, uma obra a decorrer em três fases, no  âmbito do cumprimento do plano estratégico 2011/17.

Para simbolizar o arranque da primeira fase do empreendimento, a cargo da empresa Beira Empreitadas, o reitor da UP, Rogério Utui, procedeu ao lançamento da primeira pedra.

A cerimónia do início das obras foi testemunhada pelo director da delegação da UP-Beira, Zacarias Ombe, corpo docente e administrativo, bem como pelo presidente do Conselho Municipal e pelo administrador distrital do Dondo, Manuel Cambezo e João Oliveira.

Segundo o Diário de Moçambique, a edificação do campus universitário integra-se no projecto de ampliação da capacidade de atendimento não só no concernente à área de docência, mas também na vertente administrativa e outros serviços oferecidos por esta instituição do ensino superior.

A cidadela universitária, de acordo com dados avançados pelo reitor da UP, Rogério Utui, será multiuso, comportando a componente académica, nomeadamente edifícios para ensino, locais para recreação e extensão, residência universitária para estudantes, além da disponibilização de espaços para implantação de habitações para o corpo administrativo e docente.

Utui explicou que, devido ao aperto financeiro atravessado pela universidade, as obras decorrerão por fases, sendo a primeira a construção de um muro de vedação, já em curso. A segunda irá comportar a implantação de 16 salas de aula e a terceira está em projecção arquitectónica. As 16 salas, de acordo com o reitor da UP, estarão prontas em meados do próximo ano.

“A construção da cidadela universitária não significará o abandono das infra-estruturas existentes. O que queremos é ampliar a universidade para atender à demanda que está cada vez mais crescente. O corpo docente e administrativo vai dar vida à cidadela universitária, através do requerimento de espaços para construir de suas habitações”, disse Rogério Utui citado pelo Diário de Moçambique.

O chefe do departamento de infra-estruturas universitárias na UP-Beira, Amílcar Sabino, revelou, em entrevista a jornalistas,  que a primeira fase irá “consumir” 25 milhões de meticais.  Circunscreve-se na implantação de um muro de vedação de quatro mil metros lineares de extensão e tem o prazo de seis meses.

A segunda etapa, compreendendo a construção do primeiro bloco constituído por 16 salas de aula, vai arrancar brevemente, estando neste momento a ser apurado o vencedor que edificará as obras.

Prevê-se que se gastem nesta fase 146 milhões de meticais. A terceira fase, de acordo com Amílcar Sabino, está ainda em projecção arquitectónica,  efectuada por uma empresa de consultoria na sede da universidade, em Maputo.

“A área para a segunda fase, que é de construção de salas de aula, será de 30 hectares e a parte que resta, 70 hectares,  servirá para a implantação de outras edificações, que incluem infra-estruturas sociais para os estudantes, corpo administrativo e docentes. Neste momento não podemos falar de quando vai custar todo o projecto” – disse Amílcar Sabino, explicando que toda a universidade estará concentrada no Dondo em termos de infra-estruturas académicas e sociais.

O director da UP-Beira, Zacarias Ombe, que igualmente interveio na cerimónia de lançamento da primeira pedra, agradeceu ao município do Dondo pela concessão do espaço e disse que estavam criadas as condições para a metalização do projecto há muito esperado.

“Vamos usar o espaço de forma sustentável por forma a albergar todas as componentes de um campus universitário, nomeadamente salas de aula, laboratórios, residências para estudantes, docentes e funcionários, entre outras infra-estruturas académicas e sociais” – indicou Ombe.

Alfândegas apreendem ouro avaliado em cerca de 700 mil USD

A apreensão ocorreu na quarta-feira última, quando o referido cidadão pretendia viajar de regresso ao seu país, via Joanesburgo, na vizinha África do Sul.

As Alfândegas de Moçambique apreenderam, no Aeroporto Internacional da Beira, 13,466 quilos de ouro fundido, correspondentes a cerca de 700 mil dólares, que estavam na iminência de serem traficados por um cidadão de nacionalidade libanesa.

A apreensão ocorreu na quarta-feira última, quando o referido cidadão pretendia viajar de regresso ao seu país, via Joanesburgo, África do Sul.

Fonte da delegação provincial das Alfândegas é citada pelo jornal “Diário de Moçambique” a referir que o cidadão transportava ilegalmente, na sua bagagem, ouro fundido na forma de seis lingotes e cinco prismas com base circular, de aproximadamente sete centímetros de diâmetro.

“O cidadão foi interpelado pelas autoridades alfandegárias quando se preparava para o embarque, num voo internacional com destino a Joanesburgo”, que estava previsto para as 13h00 da quarta-feira passada.

As alfândegas referem que, na altura da ocorrência, no Aeroporto Internacional da Beira, o libanês “ofereceu resistência em colaborar no processo de reverificação”, mas, “ouvido em declaração, o arguido disse que o ouro era resultado de actividade de garimpo” na província de Manica.

Município de Maputo conclui planos urbanísticos

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Trata-se dos planos parciais de urbanização dos bairros 3 de Fevereiro, Laulane, Magoanine A, B e C, Zimpeto.

O Conselho Municipal da Cidade de Maputo concluiu planos parciais de urbanização de alguns bairros, devendo, nos próximos três meses, serem feitas 600 regularizações de talhões. Trata-se dos planos parciais de urbanização dos bairros 3 de Fevereiro, Laulane, Magoanine A, B e C, Zimpeto, entre outros localizados nos arredores de Maputo.

O presidente do Conselho Municipal de Maputo, David Simango, disse à AIM que, nesses bairros, já é possível entrar numa segunda fase do processo de urbanização, que é de atribuir, formalmente, uma parcela a cada família, devendo passar-se agora para a regularização massiva das ocupações espontâneas. “Nesses bairros já é possível fazer essa regularização, porque já há noção exacta do talhão, estrada, poço de água e outras infra-estruturas. e neste momento estamos a identificar as famílias que vão ser afectadas e movimentadas”, disse Simango, deixando claro que as famílias abrangidas são em número reduzido.

Segundo o edil, uma vez terminado o plano de urbanização, “entramos na fase operacional de execução e, nestes dois ou três meses, somos capazes de chegar a 600 regularizações”.

Simango disse, ainda, que neste momento há outros seis bairros que estão no processo de elaboração de planos parciais de urbanização, dentre os quais Luís Cabral, George Dimitrov e 25 de Junho, que têm condições para se urbanizarem minimamente. “Nos bairros de ocupação informal e muito desorganizados, estamos a abordá-los de forma experimental, como é o caso do Nlhamankulu C, onde trabalhamos com Itália, Brasil e a Aliança das Cidades, num projecto-piloto, ao abrigo do qual vamos fazer uma intervenção mais completa, e, em função das lições que vamos aprender, iremos atacar outros bairros”, explicou o autarca.

Mais de 70 moçambicanos estão detidos em diferentes países por tráfico de drogas

A última detenção ocorreu no aeroporto da Tailândia, quando uma compatriota de 30 anos de idade foi surpreendida com seis quilos de estupefaciente.

Mais de 70 cidadãos moçambicanos estão nas cadeias de diferentes países do mundo, na sequência de tráfico de droga. A última detenção ocorreu no aeroporto da Tailândia, quando uma compatriota de 30 anos de idade foi surpreendida com seis quilos de estupefacientes.

Falando a jornalistas na passada quinta-feira, em Maputo, a ministra da Justiça, Benvinda Levi, disse acreditar que o número de moçambicanos que estão presos em diferentes partes do mundo, por ligações com a droga, pode ser superior a 71, tendo em conta que a maior parte das pessoas envolvidas neste tipo de crimes usa identidade falsa.

Dos 71 moçambicanos nas cadeias por droga, 67 estão no Brasil, três na China e uma na Tailândia. “Podemos ter mais moçambicanos presos noutros países, mas que nunca nos chegou a informação, ou porque as pessoas usavam falsa identidade, ou porque as autoridades desses países não nos comunicaram”, disse a ministra.

Segundo Benvinda Levi, estes dados mostram a gravidade do acto praticado por estes compatriotas. “A questão da droga é muito séria, e, infelizmente, está a assumir contornos alarmantes no nosso país, que é usado como corredor”, salientou a ministra, que acrescentou que a pouca droga que fica no país tem criado danos muito severos às famílias.

A ministra chama atenção das pessoas, em particular dos jovens, para terem muito cuidado não só com o consumo ou venda desde mal, mas com qualquer acto estranho que lhes possa levar a situações complicadas, como a de Mónica Novela e outros.

No caso de Mónica Novela, presa na Tailândia, a ministra questionou até que ponto ela estava consciente dos actos que estava a praticar. “Há muita gente que está a viajar iludida, esquecendo que hoje, em todo o mundo, o tráfico de droga é condenável e em alguns países é sujeito à pena de morte”, acrescentou.

A titular da pasta da Justiça disse que estes acontecimentos devem servir de lição, para além de ser uma ocasião triste que obriga todo o moçambicano a reflectir sobre o assunto.

MITRAB quer pôr ordem nas agências privadas de emprego e de formação profissional

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“As agências e estabelecimentos de formação profissional direccionados, terão a capacidade de gerir com conhecimento de causa o destino de seus pares e formandos.”

A ministra do Trabalho, Helena Taipo, diz que o Ministério do Trabalho (MITRAB) vai, doravante, pôr ordem no funcionamento das agências privadas de emprego e nos estabelecimentos de formação profissional.

A medida, segundo Taipo, surge depois que o ministério se apercebeu da existência de algum “ruído” no funcionamento destas agências e uma enorme apetência pelo lucro fácil por parte dos estabelecimentos de formação profissional privados.

Falando, sexta-feira, em Maputo, no fim do Conselho Coordenador do MITRAB que vinha decorrendo desde quinta-feira, Taipo destacou que estes estabelecimentos estão a funcionar sem observância do rigor que se impõe nas relações profissionais e nas políticas de emprego em Moçambique. “Por isso, torna-se imprescindível que se proceda à revisão da actual legislação sobre esta matéria e que sejam desenvolvidas acções concretas tendentes a facilitar e apoiar a criação destes estabelecimentos, para que possam surgir agências de emprego para jovens mineiros e outros grupos prioritários”, explicou.

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