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Sábado, Abril 25, 2026
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Renamo falha propor revisão da lei eleitoral

A Assembleia da República (AR) terminou hoje a sua sessão extraordinária sem debater a revisão do pacote eleitoral, uma matéria que interessa a Renamo, o maior partido da oposição em Moçambique.

Contudo, a sessão terminou sem a Renamo submeter a sua proposta para a revisão do pacote eleitoral ao parlamento moçambicano.

Esta matéria constava da lista dos assuntos arrolados para serem debatidos durante esta sessão extraordinária que iniciou a 1 de Agosto corrente, tendo em conta que o diálogo político entre a Renamo e o Governo já decorre há três meses.

A legislação eleitoral é a primeira matéria do diálogo, que na 16/a ronda não produziu nenhum consenso, uma vez que a Renamo insiste na paridade dos partidos políticos na composição dos órgãos eleitorais.

O Governo, por seu turno, recusa e explica que isso não está preconizado na Constituição da República. Mesmo assim, o Governo apela a Renamo a submeter a sua proposta à AR, algo que o partido de Afonso Dhlakama rejeita, exigindo o que chama de “acordo político” com o Governo.

“Lamentavelmente, a bancada parlamentar da Renamo, cujo partido se mostrou inconformado com a legislação eleitoral, não apresentou nenhum projecto de Lei de Revisão, para apreciação”, disse a Presidente da AR, Verónica Macamo, falando hoje no encerramento da sessão extraordinária da AR.

Falando em conferência de imprensa, a chefe da bancada parlamentar da Frelimo, Margarida Talapa, disse que, ao não propor esta matéria para a discussão em sede da Assembleia da República, a Renamo perdeu uma oportunidade, que provavelmente serviria para encontrar uma solução para as suas preocupações.

Talapa fez uma resenha histórica sobre a presente legislação eleitoral, constituída por um total de cinco leis aprovadas em Dezembro último, pela AR, sem o voto favorável da Renamo. Explicou que as comissões especializadas trabalharam durante dois anos na elaboração destas leis e as chefias das bancadas levaram mais de seis meses em retiros a procura de consensos.

“Ao longo dos trabalhos, tivemos 60 pontos divergentes e, em várias sessões, conseguimos remover 57 questões, nas quais a Frelimo cedeu muito”, disse ela, falando em conferência de imprensa, sublinhando que “tentamos fazer de tudo para termos um pacote eleitoral de consenso”.

Mesmo depois da sua aprovação, Talapa disse que a Frelimo manifestou abertura de discutir as preocupações da Renamo, sendo testemunho disso o agendamento – proposto pela Frelimo, dessa matéria para a discussão na sessão extraordinária que terminou hoje.

Segundo Talapa, esta sessão extraordinária poderia ter terminado na Sexta-feira passada, mas as últimas matérias foram arrastadas para Segunda-feira e mesmo assim só hoje a tarde aconteceu o encerramento da sessão, na expectativa de que a Renamo haveria de submeter a sua proposta de revisão do pacote eleitoral.

“Não faltou boa vontade da Frelimo. Fizemos de todo o esforço para que pudéssemos discutir essa matéria em sede da Assembleia da República….. Acredito que se tivéssemos discutido, poderia ter havido alguma conclusão”, disse ela, anotando que “naturalmente, num diálogo, temos que oferecer e dar”.

Contudo, para a Renamo, a condição para submeter uma proposta de revisão à AR é o alcance de um “acordo político” com o Governo, no qual estará estabelecida a paridade dos partidos políticos na composição dos órgãos eleitorais.

Em contacto com jornalistas, a chefe da bancada parlamentar da Renamo, Angelina Enoque, disse que “não submetemos a proposta – sem o “acordo político com o Governo” porque só seríamos humilhados pela bancada maioritária, o que não tem interesse”.

Assim, a Renamo reitera que não irá participar nas eleições autárquicas de 20 de Novembro, enquanto não se alterar a legislação eleitoral. “Continuaremos com as negociações com o governo até termos uma de consenso”, disse Enoque.

Questionada se a Renamo mantém os seus planos de boicotar as eleições, Enoque respondeu que “as eleições serão boicotadas pelo povo”, alegadamente porque (também) não concorda com a presente legislação eleitoral, particularmente, no tocante a representação dos partidos políticos nos órgãos eleitorais.

Há 12 anos que Siba-Siba Macuácua foi morto pelo sindicato do crime

Familiares, amigos e sociedade em geral participaram, nesta quarta-feira, na cerimónia de deposição de flores em homenagem a António Siba Siba Macuácua, jovem Presidente do Conselho da Administração (PCA) do Banco Austral (hoje Barclays) que foi morto no seu escritório em Maputo, numa altura em que trabalhava para recuperação da dívida mal parada do banco, grande parte dela nas mãos de políticos e empresários da nomenklatura!

A deposição da coroa de flores, organizada pelo Parlamento Juvenil (PJ) e pela família de Siba-Siba, aconteceu na sede do então Banco Austral, local onde a 11 de Agosto de 2001, o jovem bancário foi atirado do vão das escadas a partir do seu escritório no topo do edifício com mais de 12 andares.

Nestes 12 anos que passam após o assassinato de Siba-Siba, nem a investigação da sua morte, nem a gestão danosa daquele banco, conheceram desenvolvimentos significativos.

O banco que era maioritariamente participado pelo Estado acabou vendido a privados e hoje chama-se “Barclays Bank Moçambique”. Tem como presidente do Conselho da Administração a antiga Primeira-Ministra e Ministra do Plano e Finanças, Luísa Diogo.

“Já se passaram 12 anos e até hoje o Ministério da Justiça recomenda-nos a esperar e, realmente, ainda estamos à espera. Tentaram forjar culpados, mas ainda acreditamos que haverá justiça”, disse a viúva de Siba Siba Macuácua, Aquina Manjate, que se fazia acompanhar pela filha, Jéssica, de 18 anos, que na altura do assassinato de Siba Siba tinha apenas 6 anos.

“Queremos justiça!”; “Não te esquecemos, Siba Siba!”; “Não queremos viver com medo!”, são algumas das palavras que se lêem em dísticos pendurados em frente do edifico sede do banco.

Esta é uma homenagem com objectivo de pressionar os órgãos de justiça a resolver este caso e ao mesmo tempo mostrar que Siba Siba não foi esquecido e ainda se espera pela justiça.

Bandidos assaltam loja da EDM e matam agente da Polícia no local

Com grande parte das forças de Defesa e Segurança concentrada na província de Sofala, onde fazem cerco ao líder da Renamo, Afonso Dhlakama, em Maputo os criminosos continuam a aterrorizar cidadãos e empresas com sucessivos assaltos e assassinatos. Ontem foi a vez de uma loja de venda de energia (Credelec) da Electricidade de Moçambique (EDM) ser assaltada à luz do dia (13h) e roubada a receita de dois dias. No local havia um agente da polícia em serviço. Foi baleado mortalmente.

O assalto aconteceu no posto de venda da Electricidade de Moçambique do bairro da Liberdade. Os assaltantes, fortemente armados, “apoderaram-se da receita dos dias 13 e 14b deste mês, totalizando 98.513,00 meticais” (pouco mais de 3 mil dólares), segundo informou a assessoria de Imprensa da EDM.

“A receita do dia 13 estava a ser preparada para a recolha por parte do banco e a de 14 estava em processo de cobrança do dia”, refere a assessoria da EDM em nota enviada ao Canalmoz.

“No assalto houve tiroteio, tendo um agente da PRM, que reforçava a segurança do posto, sido atingido, vindo a perder a vida”, acrescenta a EDM através da sua agência de assessoria de Imprensa.

O bairro da liberdade onde ocorreu o assalto fica no município da Matola, epicentro da actuação dos chamados “G20”, bandidos que à calada da noite aterrorizam os munícipes. Introduzem-se nas residências, roubarem os bens, violam sexualmente as vítimas e queimam-nas a ferro de engomar.

Acusados pelo assassinato de Mido Macia aguardam julgamento em liberdade na África do Sul

Os nove agentes da polícia de Daveyton, acusados pelo assassinato do cidadão moçambicano Mido Macia foram colocados em liberdade nesta quarta-feira (14), por um Tribunal de Benoni, na África do Sul, mediante ao pagamento de caução, de cerca de 5 mil randes cada um. O julgamento só deverá acontecer daqui a três meses.

Os agentes da lei e ordem Meshack Malele, Thamsanqa Ncema, Percy Mnisi, Bongumusa Mdluli, Sipho Ngobeni, Lungisa Gwababa, Bongani Kolisi, Linda Sololo e Moteme Ramatlou, foram detidos em conexão com a morte de Macia no dia 26 de Fevereiro de 2013, em tribunal os polícias declararam-se inocentes. Os agentes alegam em sua defesa que Mido Macia havia resistido a detenção, o que culminou com o excesso de zelo por parte da polícia.

Na audiência desta quarta-feira, quando o tribunal aguardava pelas novas evidências em torno do caso, a única informação recebida foi a de existência de um endereço residencial alternativo de um dos acusados. Este foi o terceiro pedido de liberdade sob pagamento de caução dos réus, os dois anteriores haviam sido recusados pelo facto dos acusados poderem vir a interferir nas investigações, sobretudo com as testemunhas que são colegas de profissão.

José Nascimento, advogado da família Macia por indicação das autoridades moçambicanas para monitorar o caso, afirmou que o pai do finado não compareceu perante ao tribunal devido a falta de condições financeiras para a deslocação.

As condições da liberdade provisória ditam a não entrada dos acusados na Esquadra Policial de Daveyton e a não tentativa de contacto às testemunhas.

O julgamento deverá iniciar em Novembro próximo em Delmas, Joanesburgo.

Refira-se que Macia morreu nas mãos da polícia em Fevereiro último, após ter sido brutalmente algemado de costas e arrastado por um veículo policial, em plena luz do dia numa estrada do subúrbio de Daveyton, na região de Ekurhuleni, em East Rand.

Os resultados da autópsia revelaram que o moçambicano foi torturado, com ferimentos nos braços, nos pulsos, na língua e também na sua cabeça e que esses actos violentos terão causado a sua morte.

Incêndio destrói armazém da Companhia Industrial da Matola em Nampula

Um incêndio de grandes proporções destruiu parte de um armazém da sucursal da Companhia Industrial da Matola, sito no bairro de Muatala, na cidade de Nampula, na noite desta terça-feira (13), tendo destruído sacos de farinha de milho e seus derivados. Não houve vítimas a lamentar pois na altura do incêndio o armazém encontrava-se fechado.

Luís Giquira, director da companhia, disse que o incêndio foi provocado por uma combustão (devido a altas temperaturas no interior da fábrica) de farelo que se encontrava acumulado há mais de três semanas. Dados preliminares indicam que os prejuízos estão avaliados em cerca de 200 milhões de meticais.

O entrevistado explicou-nos ainda que o armazém estava encerrado há mais de um mês por ordens do Tribunal Judicial da Cidade de Nampula, por conta de um litígio envolvendo a Companhia Industrial da Matola em Nampula e a empresa Indo África, uma unidade de fornecimento de milho.

Uma fonte do Comando Provincial de Bombeiros em Nampula disse-nos que a sua instituição só foi informada sobre a ocorrência por volta das 17 horas daquela terça-feira e o fogo já havia atingido contornos alarmantes, tendo a operação de extinção decorrido até a manhã de quarta-feira.

A população das imediações do local onde aconteceu o incêndio passou a noite em claro temendo que as chamas se alastrassem.

É a terceira vez que um incêndio se regista na mencionada unidade fabril num intervalo de três meses.

Refira-se que a sucursal daquela companhia está vocacionada para o processamento da farinha de milho e de farelo. É uma das maiores fornecedoras deste produto na região Norte do país.

Militares tratados no hospital de Chimoio “não vieram de confrontos” com Renamo – direcção

A direcção do Hospital de Chimoio (HPC), Manica, confirmou ontem (terça-feira) a entrada de um militar morto e quatro feridos, negando que tenham vindo de Muxúnguè (Sofala), palco de confrontos entre o exército e ex-guerrilheiros da Renamo, no último fim de semana.

Em contacto com os jornalistas, Jorge Vicente, cirurgião no HPC, disse que, dos militares ali internados, um foi baleado numa briga com um guarda prisional e outros ficaram feridos num acidente de viação. Um dos feridos, supostamente baleado na mandíbula, terá sido transferido para o Hospital Central da Beira.

“Um foi operado bem, tinha lesão grave de fígado, com destruição do globo esquerdo. Até amanhã (quarta-feira) estará fora dos cuidados intensivos”, disse Jorge Vicente, à saída da sala de reanimação, sublinhando que o militar não era proveniente de Muxúnguè.

Os militares terão dado entrada na HPC entre sábado e madrugada de domingo.

Ontem, em Maputo, a Renamo, maior partido da oposição em Moçambique, reivindicou a morte de 36 militares e polícias das forças de defesa e segurança moçambicanas, a 10 e 11 de Agosto, numa “acção de autodefesa”, no centro de Moçambique.

A Polícia da República de Moçambique (PRM) desmentiu no mesmo dia a reivindicação da Renamo.

“O processo de troca de tiros, não foi protagonizado por cerca de 250 homens fortemente armados como a Renamo quis dizer, foi durante uma patrulha móvel, nossa, que visualizou indivíduos armados em sua direcção, o que resultou neste processo”, disse Pedro Cossa, porta-voz do Comando Geral da PRM, citado pela Agência de Informação de Moçambique.

Polícia põe fora de acção quadrilha de nigerianos em Maputo e Matola

Pelo menos seis indivíduos de nacionalidade nigeriana estão a contas com a Polícia moçambicana indiciados de integrar uma quadrilha que se dedica a assaltos em residências na cidade e província de Maputo, sul do pais.

A informação, revelada esta terça-feira pela polícia, indica que do grupo consta ainda um moçambicano.

Segundo a polícia, o bando escalava residências na calada da noite e depois de ameaçar as vítimas roubava bens materiais e valores monetários.

A quadrilha foi detida na noite da ultima sexta –feira depois de ter assaltado uma residência num dois bairros da cidade de Maputo, ainda de acordo com informações da corporação, citadas hoje pelo Mediafax.

A polícia, adianta o jornal, não aceitou estabelecer qualquer relação entre o grupo detido e o bando que, nos últimos dias, tem estado a aterrorizar os bairros periféricos de Maputo e Matola.

Tribunal pronuncia sete alegados mandantes de raptos em Maputo e Matola

O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo pronunciou sete indivíduos como sendo os mandantes dos raptos e sequestros que já abalaram as cidades de Maputo e Matola, sul de Moçambique.

Segundo anuncia hoje o matutino “Notícias”, trata-se de Hélder Afonso Naiene, Bendene Arnaldo Chissano, Dominique Simeão Mendes, Luís António Chitsotso, Arcenio Joaquim Chitsotso, Joaquim Gabriel Chitsotso e Luís Carlos da Silva.

Este matutino diz ainda que caso os acusados não recorram da pronúncia, o juiz da causa irá marcar a data do início do julgamento.

O juiz Adérito Abaraão Malhope exarou um despacho no qual iliba Momade Assif Abdul Satar, mais conhecido por Nini, por não ter encontrado provas suficientes para responsabilizá-lo como um dos mandantes dos crimes de rapto e sequestros, conforme vinha sendo acusado pelo Ministério Público.

Diálogo com Renamo: Governo reitera que jamais irá contra Carta Magna

O Governo e a Renamo voltaram hoje a falhar alcançar consensos nas matérias sobre legislação eleitoral que vem sendo objecto de conversações regulares entre as partes há já cerca de três meses.

A ronda das negociações de hoje constitui a segunda extraordinária em menos de uma semana e esperava-se ultrapassar as diferenças de modo a permitir que a Renamo submeta a sua proposta de revisão do pacote eleitoral à Assembleia da República (AR), o parlamento moçambicano.

O facto é que a AR agendou a matéria de legislação do pacote eleitoral como um dos pontos a serem abordados na sessão extraordinária do parlamento que iniciou a 01 de Agosto e com o término formalmente marcado para esta Quinta-feira.

Contudo, falando na conferência de imprensa realizada após a ronda negocial de hoje, o chefe da delegação da Renamo, o deputado Saimone Macuiana, disse que o impasse prevalece, uma vez não ter havido “nenhum acordo político”.

“O governo não aceitou os pontos que permitiriam que a Renamo submetesse a proposta na Assembleia da República”, disse Macuiana, para quem a única forma de se ultrapassar o impasse passa pela intervenção do Presidente da República, ”na sua qualidade do alto magistrado da nação”.

Essencialmente, no que se refere a legislação eleitoral (aprovada em Dezembro último), a Renamo exige a revisão da lei sobre a Comissão Nacional de Eleições (CNE), onde quer uma representação por igual entre membros por si indicados e os apontados pela Frelimo, no poder. Igualmente, a Renamo exige paridade no Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE).

Entretanto, o Governo recusa a exigência da Renamo, justificando respeitar a Constituição da República de Moçambique (CRM), que em nenhum momento estabelece a paridade na representação dos partidos políticos nos órgãos eleitorais.

Apesar disso e contrariamente aos pronunciamentos de Saimone Macuiana, o chefe da delegação do Governo, o Ministro da Agricultura, José Pacheco, disse estarem criadas as condições para que a Renamo avance com a submissão da sua proposta de revisão da legislação à AR.

“O governo entende que estão criadas as condições para a remessa das propostas trazidas pela Renamo ao diálogo e podem ser submetidas à Assembleia da República ainda hoje. Em que a Renamo, no final do dia sai a ganhar pelo facto do nosso governo ter concordado com 16 pontos do total de 12 pontos e respectivas 19 alíneas apresentados pela Renamo”, disse Pacheco.

“Nós propomos a reformulação de quatro pontos e não estamos de acordo com três pontos. Entre o que aceitamos e somado com aquilo que propomos reformulação e não concordamos, podemos claramente ver que a Renamo sai em vantagem porque nós cedemos mais de metade do que a Renamo pretendia na sua proposta”, acrescentou a fonte.

Assim, Pacheco considerou isso como um passo importante. Segundo disse Pacheco, ainda hoje, o governo vai assinar um ofício propondo para que a Renamo remeta a sua proposta à AR, ressalvando os seus pontos de vista. Essa carta poderá ser enviada à Renamo ainda hoje.

“Só esperamos que não haja recuo da parte dos nossos colegas do diálogo. Posto isto, estão criadas as condições para a Assembleia da República receber, analisar e deliberar, fazendo uso das suas competências”.

Em relação a possível intervenção do Chefe de Estado – incluindo na possibilidade de ser ele a submeter a proposta de revisão da legislação eleitoral à AR -, Pacheco disse que, durante o encontro, a equipa do Governo reiterou a disponibilidade do estadista moçambicano em encontrar-se com o presidente da Renamo, Afonso Dhlakama, momento onde essa matéria poderia ser objecto de agenda.

Acidentes de viação matam 1700 pessoas por ano

Por ano, cerca de 1700 pessoas morrem nas estradas moçambicanas vítimas de acidentes de viação. Mas os danos não ficam por aqui: os acidentes de viação são ainda responsáveis por perdas materiais avaliadas em 90 milhões de dólares americanos, no mesmo período. Os dados são do Instituto dos Transportes Terrestres, revelados em exclusivo ao Canalmoz pelo porta-voz, da instituição, Vasco Tovela.

Segundo Tovela, os danos vão desde a destruição de postes de transporte de energia eléctrica, semáforos, edifícios públicos e residências, muros de protecção e obviamente as próprias viaturas.

A sinistralidade rodoviária é ainda responsável pela mutilação de um número não especificado de pessoas.
O mais agravante, de acordo com Vasco Tovela, é que se trata de acidentes de viação cuja maioria dos quais são causadas pelas falhas humanas, ou seja, que podiam muito bem ser evitados caso todos os automobilistas e a sociedade em geral cumprissem, na íntegra, com as regras de trânsito.

Governo intensifica medidas de fiscalização

Como forma de conter o elevado índice de acidentes de viação no País, uma equipa mista constituída pelos membros da polícia de trânsito, do Instituto dos Transportes Terrestres e de Administração de Estradas, tem vindo desde última sexta-feira a intensificar as medidas de fiscalização nas principais vias onde normalmente se regista a maioria dos sinistros rodoviários que é o caso da Estrada Nacional Número Um e nos grandes centros urbanos.

Segundo Vascol Tovela, é uma fiscalização que é feita através de meios tecnológicos tais como terminais móveis que são usados para a detecção dos excessos de velocidade e dos automobilistas que não pagam suas multas quando são actuadas pelas autoridades em caso de violação das regras de trânsito.

Ilhas de Crusse e Jamali declaradas zonas de turismo internacional

O Governo acaba de declarar as ilhas de Crusse e Jamali, localizadas no distrito de Mossuril, província de Nampula, como “zona de estância de turismo integrado”.
A declaração foi aprovada pelo Conselho de Ministros durante a vigésima sétima sessão ordinária que teve lugar nesta terça-feira.

De acordo com o porta-voz do Conselho de Ministros, Alberto Nkutumula, com este projecto pretende-se construir várias infra-estruturas turísticas luxuosas e transformar a zona num dos maiores destinos turísticos a nível mundial.

Com uma superfície de 1750 hectares, sendo que a área das ilhas de Crusse é de 16 hectares, Jamali 75 hectares e a parte continental 1659 hectares.

“As ilhas de Crusse e Jamali não são habitadas, apenas na parte continental existem 2601 famílias que serão reassentadas num outro local mas que serão envolvidas neste projecto”, disse Nkutumula para depois acrescentar: “A ocupação destes espaços será mediante o concurso público internacional”, concluiu o porta-voz do Conselho de Ministros.

Província de Maputo prevê colectar 230 milhões

A província de Maputo projectou colectar em receitas sectoriais 238,5 milhões de meticais para o próximo ano. Esta cifra representa um crescimento na ordem de 16,31 por cento, se comparado com a receita deste ano, fixada em 205,1 milhões de meticais.

Esta informação foi ontem avançada pela governadora da província de Maputo, Maria Elias Jonas, quando apresentada a Proposta do Plano Económico e Social (PES) e Orçamento de Estado(OE) para 2014, na VIII Sessão da Assembleia Provincial.

Segundo a governadora, a elaboração da proposta do PES e OE 2014, teve como base a PES do primeiro semestre do corrente ano e as prioridades definidas no cenário fiscal de médio prazo 2014-2016 e nos limites globais indicativos para a componente interna de investimentos e bens e serviços.

Receitas distritais

A previsão de cobrança de receita das secretarias distritais para 2014, é de 17,8 milhões de meticais e representará um crescimento de 14,54 porcento, comparativamente a meta prevista para o presente exercício económico.
Assim, o distrito de Magude é o que apresenta maior previsão ao nível da província, 37.7 porcento e Matutuine com menor previsão, 8.39 porcento. Os restantes distritos tem as seguintes previsões: Boane 13.7, Manhiça 15.38, Marracuene 9,2, Moamba 15.2 e Namaacha 21,09 porcento.

Economia

O crescimento previsto para o ano de 2014, será fortemente influenciado pelos ramos industriais e pescas dinamizado pelo programa de aquacultura, que irá aumentar a oferta do pescado para o mercado. Agricultura estimulada pelo aumento do uso de sistemas de rega, mecanização agrícola e sementes melhoradas e transporte e comunicações; Com contribuições de 57,6;23,8 e 8,8 porcento respectivamente na estrutura de produção global.

Social

Neste sector, o desafio centra-se na extensão da rede sanitária, melhoria de estado de saúde da população, expansão da rede escolar e o acesso a educação básica universal. Expansão da cobertura da protecção social básica, fortalecimento dos mecanismos de assistência e protecção social dos grupos vulneráveis nomeadamente, crianças, idosos e pessoas com deficiência, divulgação da Lei de protecção e criação de oportunidades de emprego e auto-emprego através de formação profissional.

Infra-estruturas

Prevê-se a continuação da melhoria do grau de transitabilidade das estradas classificadas e não classificadas, através da manutenção de rotina e periódica, elevar os níveis de cobertura e acesso á água potável nas zonas rurais. Expansão da rede de energia eléctrica e posto de abastecimento de combustível, elevar o nível de cobertura de saneamento do meio através de recolha de resíduos sólidos.

Canal Moz

Jovens lideram infecções pelo HIV-Sida

O Conselho Nacional de Combate ao Sida (CNCS) admite que mesmo com vários programas promovidos para a redução do índice de infecção de HIV/Sida no país, os números continuam crescer, sendo que a faixa etária dos 15 aos 24 anos de idade os mais afectados.

O CNCS reconheceu ontem em Maputo que os padrões das mensagens usadas para consciencializar está a falhar na materialização do objectivo.
“Os jovens e demais camadas sociais do país devem ser de forma insistida sensibilizados a mudarem de comportamento com vista a prevenção do HIV/Sida”, disse o director executivo adjunto do CNCS, Diogo Milagre.

“Condena-se o facto de as pessoas não estarem a mudar o comportamento sexual, principalmente os adolescentes e jovens, cujo mesmo com os diferentes mecanismos accionados para o combate ao vírus do SIDA, continuam envolvidos em muitas relações sem protecção”, sublinhou Diogo Milagre.

Num outro desenvolvimento, Diogo disse que os tabus e outras questões culturais são situações que ainda criam barreiras no processo de redução ao índice do SIDA e que é preciso ultrapassar e olhar mais para a questão da doença com mais seriedade.

“Em etnias moçambicanas ainda prevalecem tabus em relação à prática do sexo, isso retarda o processo de luta no combate ao SIDA. As pessoas devem mudar o comportamento sexual”, referiu Diogo Milagre.

Padrão de mensagens

O programa de descentralização das acções que visam combater o HIV/SIDA continuam a ser cruciais. O CNCS criou uma figura ao nível dos distritos “Ponto Focal”, que visa colocar funcionários públicos ao serviço na matéria do combate à epidemia do SIDA. Para o efeito, conta-se Ministério da Administração Estatal, União europeia e outras organizações.

Sobre IV Congresso do SIDA na CPLP

Moçambique vai acolher na próxima quinta-feira, o IV Congresso do SIDA na CPLP sob o lema “Novos caminhos para resposta a ITS e HIV/SIDA, sustentabilidade rumo ao acesso universal.
Refira-se que ao nível da CPLP, Moçambique e Angola representam os países com maiores índices de infecção de HIV-SIDA.

PRM desmente mortes em confrontos com a Renamo

O Comando Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM) desmentiu hoje as informações da Renamo, o principal partido de oposição no país, segundo as quais agentes das forças de defesa e segurança teriam sido mortos e abandonados no local, durante uma troca de tiros.

O porta-voz do Comando Geral da PRM, Pedro Cossa, reagia aos pronunciamentos da Renamo dando conta que um contingente das Forças Armadas e Policiais se teria envolvido numa troca de tiros com os homens armados desta forca politica no Posto Administrativo de Muxungue, província central de Sofala, e em consequência as Forças de Defesa e Segurança teriam abandonado vários corpos.

“O processo de troca de tiros, não foi protagonizado por cerca de 250 homens fortemente armados como a Renamo quis dizer, foi durante uma patrulha móvel, nossa, que visualizou indivíduos armados em sua direcção, o que resultou neste processo”, explicou Cossa.

Nesta troca, segundo o porta-voz, não foram reconhecidos, pelo menos a nível das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) nem das forcas policiais (PRM) corpos abandonados no local. “Na verdade, nós tivemos um ferido ligeiro das FADM e um colega gravemente ferido que veio a perder a vida no hospital”, frisou.

Cossa, que falava em conferência de imprensa, disse ainda que “não deixamos, no local, nenhuma arma de fogo. Não realizamos segundas tentativas como se pretendeu dar a entender logo a seguir ao acontecimento. Não foi isso o que aconteceu”.

Polícia “perplexa” com onda de suícidios em Chimoio

A polícia em Manica, centro de Moçambique, está “perplexa” com a onda de suicídios, que, em duas semanas, causou sete vítimas na capital provincial, Chimoio, essencialmente motivados por conflitos sociais, disse hoje fonte policial.

“Em quase 15 dias, registámos sete suicídios, todos na cidade de Chimoio, o que deixa-nos preocupados. Ninguém tem o direito de tirar a sua própria vida, além de que existem instituições privadas e do Estado para aconselhar pessoas com problemas sociais”, disse Belmiro Mutadiua, porta-voz do comando da polícia em Manica.

Ainda segundo a fonte, os suicídios, ocorridos nos bairros 7 de Setembro, 16 de Junho e 3 de Fevereiro, os mais problemáticos de Chimoio, foram justificados por divórcios, rivalidade familiar, além de outras perturbações sociais.

“Um jovem suicidou-se porque descobriu que era seropositivo e um outro depois de uma briga com familiares, o que não justifica acabar com a vida. Temos oficiais formados nas esquadras da polícia para orientarem pessoas com problemas sociais, mas poucos buscam essa orientação”, precisou Belmiro Mutadiua.

A polícia, disse, está a trabalhar com as autoridades comunitárias dos bairros visados, no sentido se evitar justiça pelas próprias mãos, incluindo os suicídios.

“Há um trabalho policial nas comunidades. Por exemplo, um professor foi linchado ao ser confundido com um ladrão, o que acaba sendo uma vítima inocente. Outro trabalho, para parar com os suicídios, é difundindo os serviços de apoio”, concluiu a fonte.

Livre Comércio na SADC requer acompanhamento de estados membros – Tomaz Salomão

O secretário executivo da SADC, Tomaz Salomão, disse hoje, em Lilongwe, Malawi, que a Zona de Livre Comércio é um processo que vai requerer o acompanhamento da organização.

“Não se pode dizer que se lançou a zona e tudo terminou. Este é um processo que merecerá acompanhamento e atenção de todos os estados membros, porque as regras do comércio são dinâmicas e mudam todos os dias”, disse.

Tomaz Salomão que falava à imprensa, no intervalo do encontro do Comité Permanente de Altos Funcionários que prepara a reunião do Conselho de Ministros da organização, prevista para os dias 14 e 15 do corrente mês, apontou a necessidade de se assegurar que a nível das fronteiras as regras de procedimento sejam facilitadas, de tal maneira que os homens de negócios possam viajar sem constrangimentos e que os custos das transacções sejam reduzidos.

Moçambicano inscreveu-se para ir a Marte com bilhete sem regresso

A missão Mars One já tem 100.000 voluntários para serem astronautas com bilhete só de ida. Mas de entre todos os que querem fazer parte da primeira tripulação a pisar o planeta vermelho existe um moçambicano, integrando um grupo de 32 que falam português.

A missão Mars One confirmou que o número de candidatos a participar no primeiro voo tripulado a Marte já chegou aos 100 mil apesar de as inscrições acabarem apenas no final do mês de Agosto. Mas o projecto de ir morar no planeta vermelho parece não ter entusiasmado por aí além os falantes do Português.

Com efeito, da centena de milhar de candidatos, apenas 32 falam português e o Brasil é o país lusófono que mais aspirantes a astrounautas tem. São 27 os brasileiros que pretendem ser seleccionados para a tripulação que partirá para uma viagem só de ida no verão de 2022. Portugal aparece em segundo lugar com quatro candidatos e Angola e Moçambique têm um candidato cada um.

O pai do projecto é o cientista holandês Bas Lansdorp. Em conferência pelo Twitter no dia 9, Lansdorp confirmou o número de inscritos e sublinhou haver ainda muita gente a trabalhar nos seus curricula e a decidir se paga o preço da inscrição, que varia consoante os países.

O projecto Mars One tem por objectivo colocar o primeiro grupo de humanos a viver no planeta vermelho, estando o lançamento da primeira nave tripulada previsto para o verão de 2022 e a chegada prevista após 210 dias de viagem.

Guebuza contra discursos atentatórios ao clima de paz e unidade

A consolidação da paz e unidade entre os moçambicanos devem constituir pressupostos de importância angular, que jamais devem ser substituídos por discursos atentatórios às conquistas colectivas dos 23 milhões de concidadãos, traduzidos em ameaças de retorno à guerra que não é desejada por ninguém no país.

O apelo do estadista moçambicano foi feito durante o comício que orientou na manhã de hoje na localidade de Chipembere, Posto Administrativo de Chioco, no distrito meridional de Changara, o último dia da Presidência Aberta e Inclusiva à província de Tete. Contudo, Armando Guebuza continuara em Tete, onde, quarta-feira, devera visitar algumas unidades económicas e sociais.

À semelhança dos anteriores, o comício de hoje foi marcado por uma afluência de centenas de residentes.

Guebuza saudou a província de Tete por acolher, com sucesso, a 11ª edição dos Jogos Desportivos e Escolares que, de 20 a 29 de Julho último, movimentaram cera de 1.894 pessoas entre atletas, agentes, treinadores, dirigentes e outros intervenientes do ramo desportivo.

Os Jogos Escolares, decorridos nas cidades de Tete e na Vila Municipal de Moatize, permitiram juntar alunos de todas as províncias de Moçambique, que percorreram o território nacional a fim de chegar ao epicentro dos jogos.

Governo moçambicano passa 200 vistos de entrada por dia a portugueses

As autoridades moçambicanas passam, por dia, 200 vistos de entrada no país a cidadãos portugueses, um aumento de quatro vezes em relação a um “passado recente”, revelou hoje o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros de Moçambique, Henrique Banze, citado pela agência Lusa.

“Há muita gente a pedir vistos em pouco tempo, mas não há problema nenhum na concessão, desde que as pessoas preencham os requisitos”, disse Banze, falando após um encontro em Maputo com o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário.

Os dois desvalorizaram a existência de conflitos na concessão mútua de vistos, tendo José Cesário afirmado que o consulado português em Maputo está pronto para emitir vistos de entrada em Portugal a moçambicanos, “em 24 horas, desde que toda a documentação esteja em ordem”.

O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas termina hoje uma visita de três dias a Moçambique, que definiu como “muito positiva” para as relações bilaterais.

“Há uma grande vontade de Portugal colaborar com Moçambique neste grande esforço de desenvolvimento do país”, disse Cesário.

“Estamos muito apostados e disponíveis para colaborar com Moçambique numa lógica de cooperação”, enfatizou o governante português.

O vice-ministro moçambicano defendeu que a cooperação entre os dois países “está num bom nível” e disse esperar que a economia de Moçambique “possa ter um contributo de Portugal”.

Governo aprova criação de uma zona de turismo de luxo em Nampula

O governo moçambicano aprovou esta terça-feira em Maputo, um decreto que cria uma zona de estância de turismo integrado na costa marítima da província de Nampula, norte de Moçambique.

Trata-se da Zona de Estância de Turismo Integrado de Crusse e Jamali, localizada no posto Administrativo de Matibane, distrito de Mossuril. A mesma ocupa uma área total de 1.750 hectares.

O documento que cria esta zona foi aprovado durante a 27ª sessão do Conselho de Ministros, que hoje teve lugar em Maputo.

Falando no habitual briefing à imprensa no final da sessão, o porta-voz do Governo, Alberto Nkutumula, explicou que a criação desta zona tem em vista contribuir para a criação de pólos de desenvolvimento em áreas com potencialidades para o desenvolvimento de projectos integrados, particularmente no sector da indústria de hotelaria e turismo.

Neste contexto, segundo Nkutumula, o destaque vai para a construção e exploração de unidades hoteleiras de luxo e respectivas partes complementares ou conexas, bem como o desenvolvimento de turismo residencial e de novos produtos turísticos, tais como marinas, casinos e campos de golfe.

“A visão é transformar a zona de Nacala, Mossuril, Matibane, Crusse e Jamali como um dos mais atractivos em termos de turismo de luxo do mundo”, disse o porta-voz, que é igualmente Vice-Ministro da Justiça.

Crusse e Jamali são ilhas não habitadas, mas esta zona contempla, também, a parte continental, que actualmente conta com cerca de 3.600 habitantes.

“Em princípio será elaborado um plano de reassentamento dessa população”, explicou Nkutumula, para quem as comunidades serão envolvidas nos projectos a serem desenvolvidos.

Segundo ele, o operador da Zona será apurado mediante um concurso público internacional.

Na mesma sessão, o governo aprovou um outro decreto, desta feita relativo a extensão do prazo do Contrato de Concessão da linha Férrea do Norte por um período adicional de 15 anos contados a partir de 10 de Janeiro de 2020, data do termo inicial do Contrato de Concessão.

O executivo apreciou e aprovou também o balanço do Plano Económico e Social (PES) do primeiro semestre do ano em curso, a submeter à Assembleia da República (AR), o parlamento.

O balanço aponta que a produção global registou um crescimento de 6,5 por cento, dos 8,5 planificados para 2013, a inflação foi de três por cento, contra 7,5 prevista para todo o ano, tendo a arrecadação de receitas do Estado, segundo foi anunciado, semana passada, pela Autoridade Tributaria de Moçambique (AT), atingido 55.482,00 milhões de Meticais cerca de dois milhões de dólares norte-americanos.

Esta fasquia representa 48,7 por cento dos 113.962 milhões de Meticais planificados para 2013.

Os preparativos para a 33ª Cimeira de Chefes de Estado e do Governo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), a decorrer em Lilogwe (Malawi), de 17 a 18 de Agosto corrente, os preparativos do III Encontro Nacional da Juventude, que se realiza de 19 a 22 deste mês, na província de Nampula, e a informação sobre o concurso do Corredor Ferro-Portuário de Macuze, centro do país, são outros pontos que mereceram atenção do Conselho de Ministros.

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