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Sexta-feira, Abril 24, 2026
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INATTER vai criar uma agência de resposta aos acidentes de viação no país

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O Instituto Nacional de Transportes Terrestres (INATTER) pretende criar uma entidade que vai dar uma resposta rápida aos acidentes de viação e garantir o transporte dos feridos para as unidades hospitalares em segurança.

Segundo o Chefe do Departamento de Segurança Rodoviária, Manuel António, apesar de se registar a redução de casos de acidentes de viação no país, o número de vítimas tende a aumentar e a resposta aos sinistros é muito lenta, fazendo com que haja situações de perdas de vida devido à demora ou ausência de socorro adequado.

Com vista a reverter este cenário, o governo, através do INATTER, pretende criar uma entidade que possa, de forma rápida, responder aos casos de acidentes. Para tal, quadros do INATTER estiveram reunidos  na manhã de ontem, na capital do país, para a criação do quadro legal que possa regular a maneira eficaz de socorrer as vítimas e diminuir o risco de mortes por acidentes de viação.

Governo promete impor ordem na importação de tomate

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“Paralelamente às medidas que visam garantir o fluxo normal do tomate no mercado nacional por via da importação, sempre que for necessário, o governo está a promover a construção de unidades de frio para a sua melhor conservação.”

O governo moçambicano, em coordenação com o Conselho Municipal da Cidade de Maputo e os seus parceiros, está a trabalhar no sentido de normalizar a importação de tomate, que, nos últimos meses, está a gerar muita polémica devido a desentendimentos entre operadores desta área.
“O Governo está a trabalhar no sentido de garantir a livre circulação e a livre importação de tomate para abastecer devidamente o mercado nacional. Estas medidas incluem a identificação das pessoas que, neste momento, promovem o ruído que impede que essa importação se processe nos termos normais”, anunciou, recentemente, em Maputo, o porta-voz do governo, Gabriel Muthisse, durante um briefing à imprensa, no término da sessão do Conselho de Ministros.

Muthisse, que também assume o cargo de vice-ministro das pescas, explicou que, paralelamente às medidas que visam garantir o fluxo normal do tomate no mercado nacional por via da importação, sempre que for necessário, o governo está a promover a construção de unidades de frio para a sua melhor conservação. “Isso vai garantir que o tomate importado ou o tomate produzido em Moçambique possa ser conservado por longos períodos de tempo sem se deteriorar”, disse Muthisse.

Segundo o vice-ministro, estas medidas são de natureza económica, administrativa, policial e judicial. Por isso, disse Muthisse, já existem “indivíduos que estão neste momento a ser processados por estarem a ‘entupir’ o canal de importação de tomate”.

Refira-se que, na semana passada, a Associação Moçambicana dos Micro-Importadores (AMIM) denunciou a existência de uma nova crise no processo de importação de tomate da vizinha África do Sul, uma situação que parecia ter sido ultrapassada depois da intervenção do governo, no início do corrente ano.

O problema surge porque o grupo que tinha sido neutralizado na zona de Komatiport, na África do Sul, voltou a mobilizar-se, impedindo a circulação normal dos camiões que trazem tomate daquela país vizinho para, alegadamente, se reorganizar o processo de importação.

O referido grupo entende que a importação de tomate não deve ser feita em simultâneo, para controlar o preço e evitar perdas.

Recentemente, quatro camiões foram interditos de seguir viagem para os campos de produção sul-africanos onde compram o tomate.

O processo da importação de frango foi outro tema que mereceu destaque na presente sessão do Conselho de Ministros. Contudo, o porta-voz da sessão do Conselho de Ministro disse que já existe um diálogo muito produtivo entre o governo, a Associação Moçambicana dos Avicultores e as associações de pequenos importadores de frango.

Três indivíduos detidos pela PRM por falsificação de moeda sul-africana

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Quadrilha composta por três indivíduos sendo dois swazes e uma moçambicana, está sob custódia policial no distrito de Namaacha, província de Maputo, por motivo de falsificação de mais de trezentos e cinquenta mil randes.
São no total três os indivíduos que desde o último fim-de-semana estão a contas com a PRM, Vila fronteiriça de Namaacha, na província de Maputo, acusados de falsificação de moeda sul-africana.
É uma quadrilha composta por dois indivíduos de nacionalidade swaze, com idades que variam de 54 a 58 anos de idade anos de idade, destacando-se ainda a presença de cidadã moçambicana de 44 anos de idade.
O grupo foi neutralizado com mais de trezentos e cinquenta mil randes, moeda sul-africana.
Sob custódia policial, cada um fala da sua participação no crime.
Helimone Mahlalele, swaze de 58 anos, diz só ter aceitado levar consigo tamanha quantidade jamais vista na sua vida porque pelo caminho queria subtrair uma parte para resolver alguns problemas que há muito o perseguem.
A PRM e a polícia de investigação criminal, ao nível da província de Maputo, garantem tratar-se de uma quadrilha que há muito vem praticando este crime, e que os verdadeiros mandantes ainda a monte, são de origem swaze, sul-africana e moçambicana.
A reportagem da TIM soube no local que Cecília Chivure é viúva desde 2006, e o seu marido quando vivo dedicava-se ao tráfego de viaturas entre Moçambique e Swazilândia.

Onda de criminalidade só será superada com colaboração das autoridades e da sociedade

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O Procurador-Geral da República diz que a onda de criminalidade preocupa e só será ultrapassada com colaboração das autoridades e da Sociedade.
A ocorrência de crimes de várias especificidades no país está a preocupar a procuradoria-geral da República.
O tráfico de pessoas, homicídios e ofensas corporais para a extracção de órgãos humanos, são segundo Augusto Paulino, Procurador-Geral da República crimes graves que violam os direitos humanos e que são praticados por quadrilhas organizadas.
Os linchamentos que na sua maioria ocorrem na zona norte e Centro do país, também constituem preocupação para a Procuradoria-Geral da República.
Por outro lado os casos de violência doméstica também preocupam.
São Crimes que de acordo com Paulino só podem ser combatidos com a colaboração das autoridades e a sociedade
Trata-se de preocupações apresentadas pelo Procurador-Geral da República no Parlamento na sequência do seu informe anual sobre o estado da Justiça no País.

Augusto Paulino quer lei para barrar sequestros e crimes informático

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O Procurador-geral da República, Augusto Paulino, disse hoje, na apresentação do seu informe anual sobre o estado da Justiça, que o país necessita de uma lei que barre a onda de sequestros. De acordo com o procurador-geral, o nosso Código Penal e a Lei de Tráfico de Pessoas prevêem o crime de raptos com elementos diferentes dos sequestros que ocorrem nos últimos tempos.
O Procurador-Geral da República, Augusto Paulino, apresentou esta quarta-feira no Parlamento o informe anual sobre o estado da administração da Justiça no país.
Paulino mostrou-se preocupado com os casos de raptos que tem assolado a capital do país nos últimos tempos e que segundo ele possuem características de crime organizado.
De acordo com dados apresentados no Parlamento, nos meses de Dezembro de 2011, Janeiro e Fevereiro de 2012 catorze cidadãos foram sequestrados na Cidade e Província de Maputo, e que neste momento prosseguem investigações para esclarecer estes casos.
Para fazer face a este fenómeno, o Procurador-Geral da República entende que devem ser aprovados instrumentos legais, pois o Código Penal e a Lei de Tráfico de pessoas prevêem penalizações que não se enquadram com os sequestros que actualmente são praticados.
Augusto Paulino, assegurou ainda que o país tem-se deparado também com crimes praticados com ajuda de correio electrónico, telemóveis, ATM e cartões bancários
Os dados do Procurador-Geral da República referem ainda que em 2011 registaram-se 477 casos de criminalidade violenta com recurso a arma de fogo contra os 676 processos ocorridos em 2010.

Buracos na EN 06

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Circular pela estrada nacional número 6 no troço que liga o posto administrativo de Inchope, na província de Manica, e a cidade da Beira, virou um autêntico calvário para os automobilistas.
Actualmente, para se percorrer este troço de cerca de 130 Km, entre a cidade da Beira e Inchope, são necessárias no mínimo três horas e meia de tempo contra as anteriores duas quando a estrada estava em condições.
Após ouvir muitas lamentações dos que por aqui circulam, o Director Nacional da Administração de Estradas veio esta semana dizer à imprensa que já estão disponíveis cerca de 135 milhões de meticais, a ser canalizados para a empresa portuguesa CMA, entidade responsável pela reparação da via, cujos trabalhos deverão iniciar-se a 20 de Maio.
O director nacional da ANE, disse também que esta acção afigura-se como uma medida de emergência, pois o que esta via necessita é de uma reabilitação de raiz, cujo custos estão avaliados em 380 milhões de dólares, montante que o Governo procura.
A concretizar-se o projecto de reabilitação de raiz da EN6, esta via, que liga a cidade da Beira ao Zimbabwe, passando por Manica, poderá ver as suas faixas de rodagem alargadas e a construção de uma outra ponte paralela a existente no rio Púnguè.

Vigilantes roubam e vendem matéria-prima da Mozal

Mozal
Seis indivíduos estão desde terça-feira última detidos na esquadra de Beluluane, província de Maputo, indiciados de roubo, venda e compra de matéria-prima para a produção de alumínio da empresa Mozal.
Roubo, venda e compra de barras de matéria-prima para a produção de alumínio na empresa Mozal, custou a detenção, terça-feira última, na esquadra de Beluluane, província de Maputo, destes seis indivíduos.
Três dos seis são vigilantes da empresa de segurança Rangers.
Já sob custódia policial, cada um falou do seu envolvimento no crime.
A Polícia da República de Moçambique, na província de Maputo, através do seu porta-voz, João Machava, diz tratar-se de um grupo que há muito vem praticando este tipo de crime.
Na maioria das vezes esta matéria-prima é usada para o fabrico caseiro de potes, panelas, chaleiras, entre outros bens que são posteriormente vendidos em países vizinhos como Suazilândia e África do Sul.

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