24.2 C
Matola
Quinta-feira, Abril 30, 2026
Site Página 2082

Maria da Luz Guebuza apela vigilância contra actos de violência no país

A Primeira-Dama moçambicana, Maria da Luz Guebuza, desafiou à população do distrito de Guro, a cerca de 300 quilómetros da cidade de Chimoio, a capital da província de Manica, a manter-se vigilante contra todos os actos que atentem contra à ordem e tranquilidade públicas, visando preservar a paz e a unidade nacional.

Maria da Luz falava ontem primeiro dia da sua visita de trabalho de três dias à província de Manica, num encontro que manteve com as comunidades daquele distrito.

Na oportunidade, a Primeira-Dama defendeu que a paz não depende apenas das Forças de Defesa e Segurança, mas sim de cada um dos moçambicanos.

“Nós queremos a paz para continuarmos unidos e a produzir. Mas para podermos continuar em paz, cada moçambicano deve ter a responsabilidade de manter a paz. “, sublinhou.

Maria da Luz Guebuza sensibilizou as comunidades a levarem a cabo acções que conduzam ao respeito entre as comunidades e cada um dos cidadãos, com vista a alavancar o espírito de unidade nacional.

Defendeu que cada um dos moçambicanos tem o direito de circular livremente em cada canto do país, condenando a actual situação no centro do país, mas com mais incidência na província de Sofala, em que as viaturas só podem circular com segurança na Estrada Nacional Número Um (EN1) em colunas militares, devido à tensão militar.

“Não queremos violência no nosso país. Temos que ser vigilantes. Temos que ver quem está no nosso seio e o que está a fazer, porque há pessoas que vêm para provocar a violência. Então, estas pessoa não querem paz” afirmou a Primeira-Dama.

Durante a sua intervenção, Maria da Luz Guebuza vincou a necessidade de a sociedade continuar a envidar esforços com vista a garantir o bem-estar das crianças, mulheres, idosos e de outras camadas sociais vulneráveis, para as quais o seu gabinete tem vindo a prestar toda a sua atenção para a salvaguarda dos seus anseios.

Os casamentos prematuros, as doenças como o HIV/SIDA, a malária, o cancro do colo do útero, da mama e da próstata, são outros dos assuntos que mereceram destaque na intervenção da esposa do Presidente da República.

Já em conferência de imprensa momentos após o comício, Maria da Luz Guebuza afirmou ser necessário que se agudize a vigilância igualmente para evitar desinformação sobre a vacina contra o vírus do papiloma humana (HPV), causador dos cancros do colo do útero e da mama, a ser introduzida no país.

De referir que ainda ontem Maria da Luz Guebuza visitou o centro de Saúde, a maternidade, o centro de alfabetização e educação de adultos, no prosseguimento da sua agenda do dia, que culminou com encontros com as organizações sociais, líderes comunitários e religiosos bem como personalidades influentes.

Governo garante segurança para Afonso Dlhakama

O Porta-voz e conselheiro do Presidente da República, Edson Macuácua, garantiu, ontem, que o Estado sempre vai assumir as suas responsabilidades quanto à segurança do Presidente da Renamo, Afonso Dhlakama.

Edson Macuácua reagia assim a alguns pronunciamentos públicos segundo os quais o líder da Renamo não sai das matas da Gorongosa por razões de segurança.

 “O governo moçambicano sempre vai assumir as suas responsabilidades quanto à segurança de Afonso Dlhakama. Por isso, a segurança de Dhlakama nunca estará em causa e estas garantias já foram dadas ao presidente Dlhakama, portanto são do seu conhecimento”, disse.

Macuácua sublinhou ainda que não há nenhuma intenção de matar Afonso Dhlakama, pois se houvesse esse propósito poderia já ter acontecido, como por exemplo no dia em que se recenseou.

“Não aconteceu porque não há nenhuma intenção nesse sentido e também porque Armando Emílio Guebuza é um homem da paz e de palavra que defende uma solução pacífica, baseada no diálogo, um diálogo a ser desenvolvido com respeito à ordem constitucional, um diálogo que assegure a consolidação da unidade nacional”, disse.

De acordo com  Edson Macuácua não há motivos para que o dirigente da Renamo sinta receio de se deslocar a Maputo uma vez que encontrará o Presidente Armando Guebuza pronto a dialogar, em prol do reforço da unidade nacional, da paz e do bem-estar dos moçambicanos.

“Há muitos dirigentes da Renamo, incluindo o secretário-geral, que já estiveram isolados com o dirigente da Renamo e que já se libertaram e hoje circulam livremente pelo país, promovem reuniões, conferências de Imprensa, sem que nada lhes aconteça, pelo que não há razões para receios por parte do dirigente da Renamo”, explicou.

Edson Macuácua disse que, na verdade, o dirigente da Renamo está com medo das eleições, daí que recorre a falsos pretextos para tentar encobrir a verdadeira causa do seu receio em sair do local onde se encontra.

Marlene Manave exonerada do cargo de Administradora Delegada da LAM

Marlene Manave, já não ocupa o cargo de Administradora Delegada das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), tendo sido  substituída pelo Iacumba Aiuba.

A decisão foi tomada hoje numa reunião da assembleia-geral entre os accionistas, nomeadamente o Instituto de Gestão de Participações do Estado , IGEPE e a Vintelam, que congrega técnicos, trabalhadores e gestores

Até à sua indicação, Iacumba Aiuba exercia as funções de coordenador da Comissão dos Assuntos Económicos e Tarifas do Conselho Nacional de Electricidade e de administrador Não Executivo do Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique. É membro do Gabinete Interministerial de Remoção das Barreiras ao Investimento.

Marlene Manave é afastada do cargo poucos dias depois dos accionistas demitirem o presidente do Conselho de Administração, o político Carlos Jeque. A saída de Manave é decidida numa altura em que a empresa atravessa vários problemas, entre avarias técnicas, atrasos de voos e deficiente comunicação com os clientes.

Moçambique no grupo dos países mais afectados pelo HIV/SIDA

Moçambique é um dos países inserido na lista dos 15 países mais afectados pelo vírus do VIH/Sida, segundo relatório do Programa Conjunto da ONU para o HIV/Sida (ONUSIDA).

A título de exemplo, em 2013, Moçambique registou 1,6 milhões de doentes, o que significa que houve uma subida em 400 mil casos em relação a 2005. No mesmo período, verificou-se ainda um aumento significativo no número de óbitos relacionados com o vírus, de 73 mil, em 2005, para 82 mil, em 2013. No que toca a situação geográfica, Moçambique zonas mais afectadas pelo vírus da Sida, grandemente influenciadas pelo seguimento das rotas mais importantes de transportes e portos marítimos, como são os casos da rota da Beira até Mutare no Zimbabwe, e o porto de Quelimane. Os países identificados pela ONUSIDA, os quais representam em conjunto quase dois terços do total de 35 milhões de pessoas infectadas pelo vírus, Moçambique aparecem em quinto lugar, com 4 por cento dos casos, atrás de África do sul (18%), Nigéria (9%), Índia (6%) e Quénia (5%).

Salientar que tal como outros países do mundo, Moçambique continuam empenhado na disseminação das mensagem profiláticas para o combate a doença, que actualmente não tem cura.

Governo moçambicano ratifica acordo de financiamento para electrificação rural

O governo moçambicano ratificou um acordo de crédito no valor de 450 milhões de meticais equivalente a 15 milhões de dólares norte-americanos, destinados a financiar o projecto de electrificação rural na província do Niassa.

O Acordo de Crédito foi assinado, a 25 de Junho passado na Arábia Saudita, entre o governo moçambicano e o Fundo Saudita para o Desenvolvimento (SDF). A ratificação do acordo ocorreu durante a 18ª sessão ordinária do Conselho de Ministros, que teve lugar esta terça-feira, em Maputo. Na mesma sessão, o governo aprovou igualmente um decreto que afecta ao domínio público do Estado algumas parcelas de terreno ao longo da Estrada Nacional número quatro (EN4), no distrito da Moamba, a oeste da província de Maputo, e extingue os Direitos de Uso e Aproveitamento da Terra (DUATs) relativos as referidas parcelas. A extinção dos DUATs, visa dar lugar à instalação de um posto de controlo de carga, com vista a dissuadir os utentes daquela via, a circular com pesos excessivos nas viaturas, garantir a sustentabilidade do investimento que é realizado, bem como assegurar maior longevidade da N4”. Segundo o porta-voz da sessão de ontem e Vice -Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Eurico Banze disse que o Conselho de Ministros também apreciou e aprovou, entre várias matérias, um novo regulamento de Mergulho Amador, tendo em vista garantir a segurança na prática desta actividade e a sua promoção no país. resized_DSC_1601 Para além deste documento, o destaque desta 18ª sessão ordinária vai para a aprovação do Regulamento do Estatuto do Médico na Função Pública.

Segundo o Ministro da Saúde, Alexandre Manguele os médicos da Função Pública passam a poder candidatar-se a bolsas para uma formação especializada, dentro ou fora do país, após dois anos de trabalho nas zonas rurais.

“O dispositivo aprovado ontem define aspectos relacionados com a careira médica no Estado, nomeadamente os pressupostos que deverão ser observados para a progressão bem assim os direitos e deveres da classe”, disse.

Em Agosto do ano passado a Assembleia da República aprovou por definitivo a proposta a Lei do Estatuto do Médico na Administração Pública, um instrumento que vinha sendo debatido há 17 anos e que estabelece os direitos e deveres dos médicos.

resized_DSC_1611

Em relação as informações sobre as acções realizadas na área da mulher e género a Ministra da Mulher e da Acção Social, Yolanda Cintura reconheceu grandes avanços na participação da mulher no desenvolvimento socio-económico de Moçambique, bem como a sua participação nos centros de tomada de decisão.

Segundo a ministra a nível da Assembleia da República há uma participação de 40 por cento, enquanto nas assembleias municipais regista-se uma presença de 33 por cento, podendo continuar a evoluir nos próximos anos.

resized_DSC_1605

A nível do sector da Saúde os dados divulgados pela ministra do pelouro apontam para 51 por cento de médicos e 41 por cento de enfermeiros, ao passo que no âmbito da estratégia de combate à pobreza urbana regista-se um equilíbrio entre homens e mulheres, ou seja, 50 por cento para cada lado.

Muchanga ouvido pela Procuradoria-Geral da República

O  Porta-voz do líder da Renamo, maior partido da oposição, António Muchanga, foi ontem  ouvido pela Procuradoria-Geral da República (PGR), em Maputo, após a sua detenção, na semana passada, acusado de incitação à guerra.

A audição havida na sede da PGR é a segunda depois de ter sido ouvido, na semana passada, pelo Tribunal Judicial da Cidade de Maputo (TJCM), que legalizou a sua detenção, donde foi, de seguida, transferido para a cadeia de máxima segurança do país, vulgo B.O.

Do lado de fora do edifício da PGR, encontravam-se jornalistas de diversos órgãos de comunicação social que aguardavam pela saída do mesmo do porta-voz mas a polícia tendo constatado a presença da classe jornalística naquele local ao invés de usar o habitual carro blindado, António Muchanga saiu numa viatura disfarçada de cor branca como forma de despistar os jornalistas,

Já a advogada de Muchanga, Alice Mabote, não prestou nenhuma declaração a imprensa alegando que não havia convidado a imprensa e no momento oportuno comunicaria.

“Eu não vou falar nada. Eu não chamei ninguém”, disse Mabota, quando a imprensa questionava sobre como tinha decorrido a audição e porquê o seu cliente é ouvido pela PGR e não o Tribunal Supremo (TS), tendo em conta que é membro do Conselho do Estado.

A audição do porta-voz de Afonso Dhlakama, que durou cerca de três horas de tempo, prolongou-se até por volta das 12 horas, quando de súbito ele abandonou as instalações da PGR, retornando ao recinto da prisão.

De referir que António Muchanga foi detido no passado dia 7 de Julho, em Maputo, quando saia da reunião do Conselho de Estado, convocado pelo Presidente da República, Armando Guebuza, para debater a actual situação político-militar do país.

 

Guebuza inaugura Parque de Maluana

O Presidente Armando Guebuza inaugurou ontem o Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana, no distrito da Manhiça, província de Maputo.

A infra-estrutura, ainda em fase de construção, já conta com um edifício em funcionamento, o Centro de Inovação e Desenvolvimento Tecnológico (CIDT).

O parque de ciência e tecnologia visa a gestão do fluxo do conhecimento e actua como uma ponte entre a pesquisa e o mercado.

Para o efeito, conta com laboratórios de especialidade nas áreas de redes, servidores e desenvolvimento de aplicações, espaço para hospedagem de empresas e base tecnológica; salas de conferências e escritórios para administração do parque de ciência e tecnologia.

O Parque de Maluana é o primeiro de um grupo de quatro que serão instalados pela Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia, Empresa Pública (ENPCT, E.P.) no âmbito do programa nacional de parques de ciência e tecnologia, desenhado em 2008 pelo Ministério da Ciência e Tecnologia.

Os referidos parques são instrumentos significativos para o desenvolvimento socioeconómico e de inovação nacional. Eles são estabelecidos com o objectivo de suportar, revitalizar e diversificar economias e são, na sua maioria, empreendimentos conjuntos entre governos, sector privado e instituições de ensino superior e de investigação.

O Parque  enquadra-se na iniciativa de promover o fornecimento de soluções científicas e tecnológicas para os sectores prioritários definidos no quadro político de Ciência e Tecnologia de Moçambique (PARPA), Plano Quinquenal do Governo (2005-2009), Agenda 2025, Estratégias de Ciência, Tecnologia e Inovação de Moçambique que têm como objectivo a melhoria da qualidade de vida da sociedade moçambicana.

O programa nacional de criação de parques de ciência e tecnologia prevê o desenvolvimento de outros três parques num horizonte temporal de 10 à 15 anos, nas províncias de Nampula (Norte), Zambézia e Manica.

Iraque: Exército recupera parte de Tikrit e expulsa rebeldes

O exército iraquiano anunciou a recuperação de grande parte da cidade de Tikrit e de um complexo de palácios presidenciais que estavam nas mãos de insurgentes sunitas, numa nova ofensiva para controlar a cidade.

Tikrit, a cerca de 170 quilómetros a norte de Bagdade, está dominada pelos insurgentes sunitas desde meados de Junho passado e já foi palco, há duas semanas, de uma outra grande operação militar.

Este novo assalto à cidade, denominado «espada cortante», inclui incursões terrestres com tanques a partir de diversos pontos, apoiados por bombardeamentos aéreos contra redutos do Estado Islâmico radical (EI).

O exército iraquiano conta com a colaboração do departamento de luta antiterrorista e do de operações especiais, assim como de voluntários para «libertar Tikrit das garras dos ratos do EI», explica em comunicado citado pela Lusa o Ministério da Defesa daquele país.

Segundo o Ministério da Defesa iraquiano, duas horas depois do início da ofensiva, as tropas conseguiram recuperar grande parte da cidade e controlar a maioria dos edifícios governamentais e a Academia da Polícia.

Além disso, içaram a bandeira iraquiana no citado complexo de palácios presidenciais da época do ex-ditador Saddam Hussein.

Os combates na província de Saladino, cuja capital é Tikrit, tornaram-se muito intensos desde finais de Junho e causaram dezenas de mortos.

No passado dia 3 de Julho, o exército iraquiano tomou o controlo da localidade de Auja, a povoação natal de Saddam Hussein, cujos partidários lutam juntamente com o EI contra o governo iraquiano.

O «número dois» do regime do falecido ditador iraquiano, Ezat Ibrahim al Duri, em paradeiro desconhecido, pediu esta semana aos jihadistas e aos insurgentes para se manterem unidos e continuarem a lutar pela «libertação» do Iraque.

O Iraque vive uma grande crise desde que no passado dia 10 de Junho grupos de insurgentes sunitas tomaram o controlo de Mosul, a segunda cidade do país, e a partir dela foram conquistando outras zonas do norte e centro.

Nigéria: 38 mortos em ataque seguido de bombardeamento

Pelo menos 38 pessoas morreram na sequência de um ataque atribuído ao grupo islamita Boko Haram no nordeste da Nigéria, seguido de um bombardeamento militar contra os habitantes em fuga, que terão sido confundidos com os rebeldes.

O ataque ocorreu em Dille, no distrito de Askira Uba, a cerca de 200 quilómetros da capital regional de Maiduguri, na noite de domingo para segunda-feira, e provocou um incêndio que destruiu a aldeia toda, incluindo três igrejas.

Vários homens armados a bordo de veículos todo-o-terreno e em motorizadas tomaram de assalto a aldeia, a partir da floresta vizinha de Sambisa, onde tinham instalado um acampamento.

«Perdemos 38 pessoas nos ataques do Boko Haram e nos bombardeamentos do exército contra os habitantes em fuga», afirmou a testemunha Michael Umaru Jar.

Os ataques do Boko Haram já causaram pelo menos 2.500 mortos desde o início do ano.

51 morreram em 50 acidentes de viação no Pais

51 pessoas morreram em consequência de 50 acidentes de viação ocorridos no período de cinco à 11 do mês em curso em diversas estradas nacionais, dos quais 31 feridos com gravidade e 58 ligeiros.

Segundo o porta-voz do Comando geral da Policia da República de Moçambique (PRM), Pedro Cossa, os acidentes tiveram como causas, excesso de velocidades e condução em estado de embriagues, por parte dos condutores.

A fonte apelou a colaboração por parte dos condutores a seguirem as regras elementares de condução, por forma a reduzirem a os índices de acidentes que ceifam vidas nas estradas do país.

Cidadão baleado a saída dum banco em Missão Roque

Indivíduos ainda a monte balearam na passada segunda-feira (14 de Julho), um cidadão a saída duma agência bancária na zona de Missão Roque em Maputo, após efectuar um levantamento de somas de dinheiro.

Para conseguir os seus intentos, os larápios intersectaram a vítima que responde pelo nome de Guilherme Vilanculos de 36 anos de idade, tendo lhe roubado todo dinheiro após atingir no abdómen com uma arma de fogo.

Segundo Pedro Cossa, porta-voz do Comando Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), a vítima que já se encontra internado no Hospital Centra de Maputo, trazia consigo 698.000,00mt para além de 20.000 rands.

Pedro Cossa, acrescentou que a polícia vai continuar no terreno de forma a   neutralizar os larápios para sejam responsabilizados pelos seus actos.

Obras de reabilitação da EN4 atrasadas

As obras de reabilitação da secção 17 da estrada Maputo/Witbank (EN4) estão atrasadas a três meses em relação ao calendário aprovado, segundo indicação da Trans African Concession (TRAC).

O director do Centro de Manutenção da TRAC em Maputo, Fenias Mazive, disse que ao fim de nove meses de trabalhos, iniciados em Outubro de 2013, a obra foi cumprida em apenas 35 por cento, correspondentes a 12,25 dos 35 quilómetros projectados para a intervenção.

O troço abrangido pelas obras vai do cruzamento da Moamba até ao bairro de Mahlampswene, no município da Matola.

Mazive aponta vários embaraços ocorridos desde o arranque das obras, de entre os quais  a chuva que foi intensa que gerou atrasos de mais de trinta dias de trabalho efectivo, sem contar com os finais de semana.

 “Houve atraso nos trabalhos preparatórios além disso tivemos o problema da expropriação da terra no ponto onde será construída a nova báscula, porque é uma componente que terá de ser feita e concluída no âmbito deste projecto porque não podemos abrir a estrada ao tráfego sem termos uma báscula, sob pena de deitarmos por terra todo este esforço financeiro que está a ser orientado para esta obra”, explicou.

Ainda de acordo com Fenias Mazive algumas viaturas acabam por passar por secções que já foram preparadas, por exemplo, para receber asfalto e quando isso acontece é preciso que as equipas voltem a fazer o trabalho.

Ainda ligado ao comportamento dos utentes, a fonte disse que a concessionária em Mahlampswene decidiu colocar bloqueios para evitar que o negócio informal invada a zona onde se movimentam máquinas envolvidas no trabalho.

“Já estamos em fase de conclusão do desenho do cruzamento para Mahlampswene, onde vamos colocar um semáforo e construir duas ruas paralelas à N4 para restringir o tráfego que actualmente acede directamente à N4, com todos os riscos que isso representa para a segurança rodoviária”, disse.

As obras orçadas em 1147 milhões de meticais consistem na reciclagem e estabilização das camadas da base do pavimento com espessuras mínimas de 200 milímetros e 300 milímetros em zonas localizadas, seguida da construção de uma nova base de 150 milímetros em pedra e de uma camada de desgaste com 45 milímetros de asfalto médio modificado.

Paralelamente, serão construídas bermas não asfaltadas com meio metro de largura e 150 milímetros de espessura, além de mecanismos de drenagem levantadas até os novos níveis da estrada.

Nos termos do contrato estão previstas penalizações de parte a parte em caso de incumprimento. Com efeito, o contrato da empreitada prevê multas de até 70 mil meticais por cada dia de atraso na entrega da obra.

“Maningue Nice” capota e fere 42 pessoas uma semana depois do levantamento de supensão

Quarenta e duas pessoas ficaram feridas, das quais três com gravidade, em consequência de um acidente de viação do tipo despiste e capotamento, ocorrido no último Domingo (13 de Julho)  na Estrada Nacional Numero Um (EN1), na zonda da sede do posto administrativo de Nhamapadza, distrito de Maringue, província de Sofala.

O chefe do Departamento das Relações Públicas no Comando Provincial da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Sofala, Daniel Macuácua, disse que o acidente ocorreu por volta das 9.00 horas, envolvendo um autocarro da empresa transportadora Manigue Nice, que fazia o trajecto Beira a Nampula.

No que diz respeito ao quadro clínico dos sinistrados, a fonte disse que dos três evacuados para a cidade da Beira um já está fora do perigo, enquanto os dois continuam a receberem cuidados intensivos no Hospital Central.

A fonte, disse ainda que o excesso de velocidade associado ao mau estado da via são apontados como sendo as principais causas deste sinistro, que para além de ter causado ferimentos graves e ligeiros também resultou ainda em danos materiais avultados na viatura.

Recorde-se que o sinistro envolvendo aquela transportadora, acontece uma semana depois do levantamento da suspensão de circulação da “Maning Nice’’ pelos desrespeitos das regras de segurança no transporte de passageiros, o que culminou com sucessivos acidentes de viação.

Descarrilamento de metro faz 12 mortos em Moscovo

Pelo menos 12 pessoas morreram e 120 ficaram feridas num descarrilamento ocorrido no metro de Moscovo, na manhã desta terça-feira.

O acidente ocorreu na linha azul do metro de Moscovo, pelas 08:30 (07: 30 em Maputo), entre as estações de Slavyansky Bulvar e Park Pobedy. Pelo menos 95 dos feridos foram transportados para o hospital, sendo que 50 estão em estado grave. Um dos passageiros contou, à saída, que esperou mais de uma hora no túnel até começar a evacuação.

«O metro travou bruscamente. As luzes apagaram-se e havia muito fumo. Ficámos presos e só conseguimos sair por milagre. Muitas pessoas ficaram feridas, principalmente na primeira carruagem», contou outro passageiro à Rossiya-24.

Cerca de 60 ambulâncias estão na estação de Slavianski Boulevard, mais próxima do lugar onde ocorreu o descarrilamento, e a partir da qual foram retiradas mais de 350 pessoas.

De acordo com o Ministério para as Situações de Emergência russo, o acidente deveu-se a uma violenta queda da tensão eléctrica, que provocou um erro no sistema de sinalização e uma paragem do comboio.

As autoridades organizaram um serviço de autocarros para transportar os passageiros entre as estações afectadas pelo acidente.

O acidente de hoje é o mais grave registado no metro de Moscovo nos últimos anos. A 5 de Junho de 2012, um incêndio entre as estações centrais de Biblioteca Lenin e Ojotnyi Riad obrigou a retirar mais de 4.500 passageiros.

Última hora: Carro-bomba mata 30 pessoas no Afeganistão

Um veículo carregado de explosivos matou esta terça-feira pelo menos 30 pessoas num mercado de Paktika, no Afeganistão.

Há pelo menos 40 feridos, segundo a polícia local. «Neste momento, estamos a levar os feridos para os hospitais», afirmou um responsável das autoridades, sem acrescer detalhes.

Este facto acontece depois de, no último sábado, várias bombas terem causado pelo menos 10 mortos na província de Kandahar. Uma delas atingiu um carro civil onde fez oito mortos, segundo chefe da policia distrital Sultan Mohammad, que atribui o ataque ao Taleban.

Bandidos armados assaltam financeiro da Renamo e roubam cerca de 600 mil meticais

Seis bandidos armados ora a monte, assaltaram na sexta-feira última o tesoureiro do partido Renamo, o também deputado António Timba tendo se apoderado de 625 mil meticais que aquele quadro da “perdiz” acabava de levantar no banco.

O dinheiro segundo uma fonte do partido Renamo que confirmou o assalto, citada pelo diário “Canalmoz”, destinava-se ao pagamento de trabalhos internos do partido e não salários conforme já se desvendava na praça pública.

“António Timba na altura do assalto fazia-se acompanhar por um outro quadro da Renamo, identificado por Mateus Mazuca. Tinham saído duma agência do ‘Millennium bim’ da Avenida Julius Nyerere, próximo do Cinema Xénon, onde acabavam de proceder ao levantamento do montante que a seguir foi roubado. O assalto ocorreu em frente à Papelaria ‘Africarte’, na Avenida 24 de Julho, onde António Timba passou para comprar algum material, depois de sair do banco”, refere o “Canalmoz”.

No dia anterior (quinta-feira), segundo a publicação que temos vindo a citar, o tesoureiro da Renamo tinha comunicado à gerência da referida agência que no dia seguinte iria levantar os valores que depois foram roubados.

Penas e medidas alternativas poderão contribuir para redução de reclusos

A Ministra moçambicana da Justiça, Benvinda Levi defende que as penas alternativas à prisão, nos casos previstos por lei, poderão contribuir para a redução do elevado número de reclusos nas cadeias nacionais criando condições para a humanização daqueles serviços.

Benvinda levi falava, segunda-feira, em Maputo durante o momento de intervenções que marcaram a sessão de abertura da 3a Conferência Bienal da Associação dos Serviços Correccionais Africanos (ACSA), encontro de quatro dias que congrega os representantes dos serviços penitenciários e correccionais idos de vários países do continente para analisar os progressos rumo a sua humanização

Segundo a Ministra da Justiça, Benvinda Levi, o país conta actualmente com cerca de 15.400 reclusos, número que ultrapassa, de longe, a capacidade instalada nos centros de reclusão dispersos pelo território nacional.

” O novo Código abre a possibilidade para que indivíduos condenados à prisão por crimes considerados leves ou menos perigosos cumpram as respectivas penas fora das cadeias, facto que não se verificava no anterior documento orientador”, disse.

Por sua vez, o director-geral do Serviço Nacional Penitenciário (SERNAP), Eduardo Mussanhane, disse que os desafios decorrentes da introdução de medidas e penas alternativas à prisão, no âmbito da revisão do Código Penal, remetem a responsabilidade e aos cuidados de aprimorar os procedimentos e requisitos necessários à revolução e inovação destes serviços.

“Todos os indivíduos privados da sua liberdade deverão, concluído o período de reclusão, retornar à vida em sociedade, pelo que as penitenciárias têm o papel de criar condições para a reconversão dos detidos”, asseverou.

No encontro de quatro dias, sob o lema “”Construindo um Sistema Correccional Sustentável e Humano em África: Uma Responsabilidade Colaborativa”, Mussanhane disse o país tem vindo a promover e a multiplicar, segura e gradualmente, a organização dos centros abertos e encara o desafio de melhorar as condições sociais da população reclusória.

Neste domínio, Mussanhane sublinhou a dieta alimentar, a assistência sanitária e o respeito a que se merece digno da pessoa humana. O país conta com uma população prisional estimada em pouco mais de 15 mil reclusos.

“Com este enfoque, cresce a nossa consciência e convicção de que concorremos para a realização dos objectivos da Associação dos Serviços Correccionais Africanos, disse o director, apontando que o sucesso e a consolidação destas iniciativas, no quadro de uma estratégia conjunta a nível regional e continental, passa, necessariamente, por um empenho de todos e pelo intercâmbio entre os estados membros”, referiu.

Segundo o director, que falava sobre o processo de reforma em curso no país desde 2006 traduzido na unificação das penitenciárias, com igual alcance e dimensão de investimentos, o país presta a devida atenção na requalificação dos estabelecimentos, quer do ponto de vista de conceito funcional, quer da imagem da sua planta física.

De referir que encontram-se em Maputo para a 3.ª reunião bienal do ACSA cerca de 340 delegados dos 32 países membros. Aquando da criação do órgão, apenas 11 Estados foram inscritos, número que vem crescendo ao longo dos anos, havendo a expectativa de que, em breve, os 54 membros da União Africana façam parte do órgão.

 

 

 

 

 

 

 

Angoche inicia processamento de areias pesadas

A mineradora chinesa Haiyu Mozambique Mining Limitada, que opera na localidade de Sangage, distrito de Angoche, província de Nampula, acaba de iniciar as suas operações de processamento de areias pesadas visando a separação, numa primeira fase, do ilminite e zircão.

Trata-se de um projecto que ajuda para a expansão das oportunidades de acesso ao emprego naquela região e o reforço da base de colecta de receitas fiscais para o Estado.

Com capacidade de processar 20 toneladas de areias pesadas por dia, para o inicio das actividades foram investidos cerca de 30 milhões de dólares norte-americanos, incluindo a operacionalização da planta de extracção de minérios e neste momento as operações de processamento de areias pesadas circunscrevem-se na separação de ilminite e zircão.

O projecto emprega 505 trabalhadores, dos quais 65 estrangeiros. Na unidade de processamento para separação de areias pesadas estão afectos 21 trabalhadores que garantem os três turnos de oito horas de laboração cada.

O Director provincial dos Recursos Minerais e Energia em Nampula, Moisés Paulino que escalou Sangage com objectivo acompanhar as actividades da mineradora, expressou a satisfação do Governo pelos avanços alcançados, até ao momento.

“Aliás, a entrada em funcionamento desta empresa vai espevitar o surgimento de outras actividades de geração de emprego, mais concretamente na área do turismo de que o distrito de Angoche tem grande potencialidade e que ainda não está a ser explorado. Para além de que a própria empresa vai precisar de trabalhos de hotelaria para os seus trabalhadores”, observou.

Por isso Paulino apelou a direcção do empreendimento apela para um relacionamento saudável com os trabalhadores que, segundo ele, são um suporte para ultrapassar possíveis divergências que possam surgir e que podem afectar o processo laboral da empresa.

Com o fim das exportações de minério em bruto, por força do memorando rubricado com o Ministério dos Recursos Minerais, Haiyu Mozambique Mining Limitada passa a pagar mais impostos, contribuindo para o aumento da receita do Estado.

CNE reprova candidatura do PANAMO

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) reprovou o pedido de reconsideração da candidatura do Partido Nacionalista de Moçambique (PANAMO), por ter sido apresentado fora do prazo.

Segundo o porta-voz da Comissão Nacional de Eleições (CNE), Paulo Cuinica que falava numa conferência de imprensa havida segunda-feira, em Maputo, pesou para a recusa deste requerimento o facto de o PANAMO ter apresentado a solicitação depois de expirado o prazo que havia sido definido para o efeito.

“Antes, a CNE recebeu o pedido do PANAMO para a retirada da candidatura e depois aquele partido voltou a pedir reconsideração fora do tempo”, referiu.

Cuinica explicou ainda que havia um problema de disputa de símbolos com o Movimento Democrático de Moçambique (MDM) que terá terminado com um memorando entre os dois partidos mas que depois não foi cumprido.

De referir que na Sessão, a CNE, aprovou o fundo global para financiar a campanha eleitoral, a organização e forma de realização do sorteio das listas definitivas apresentadas pelos proponentes para as Eleições Legislativas e das Assembleias províncias de 15 de Outubro de 2014 e o regulamento da distribuição dos tempos de antena.

Congestionamento e terrorismo nas prisões dominam na 3ª Bienal da ACSA

O congestionamento e terrorismo nas prisões, foram os temas que mereceram atenção na abertura da 3ª Conferência Bienal da Associação dos Serviços Correccionais Africanos (ACSA), que decorre desde hoje até quinta-feira, em Maputo.

A conferência tem como objectivo de promover a cooperação entre os Estados membros, inserido nos sistemas prisionais em África.

Em África, o Sector da Justiça é tida como uma das mais críticas no que diz respeito a tramitação dos processos de julgamento, o que constitui um caminho para a superlotação das cadeias.

Com base na criação da associação dos serviços correccionais, os representantes dos diversos países que compõe a agremiação, decidiram encontrar formas de minimizar o congestionamento nas instalações prisionais.

No caso de Moçambique, motivados pelo longo tempo de espera para o julgamento, encontramos as cadeias com capacidade de 7804 prisioneiros e actualmente estão encarcerados 15663 detidos, o que representa 200.7 % de processos que ainda estão por ser ouvidos.

Segundo o Comissário das Prisões no Sistema da Justiça da Nigéria, Osisioma Nwolise, é oportuno que os países membros pudessem adoptar meios de criar politica de descongestionamento e terrorismo nas cadeias, passando por alocar mais financiamentos para reduzir o número de reclusos.

resized_DSC_1384

Falando aos delegados, Osisioma Nwolise fez a comparação com seu país numa altura   em que grosso numero dos membros do Boko Haram, são antigos reclusos das cadeias nigerianas.

Outra inquietação levantada pelos participantes, é o facto de se criar um tratamento condigno para pessoas na sociedade depois de cumprir sua pena na cadeira, uma vez que muitos deles acabam de se transformar em terroristas.

Por sua vez o Comissário da Justiça do Uganda, Sam Rogers Wairagala, disse que Uganda é um dos países que demonstra um desempenho bastante positivo, virado ao tratamento dos reclusos nas cadeias, pelas iniciativas em colaborações que tem tido com certas organizações, o que ajudou na redução em 11 meses contra os anteriores 30 no tramitação dos processos-crime.

resized_DSC_1418

Já a Especialista das Nações Unidas, na área da saúde publica sobre HIV/SIDA, combate ao crime e uso de drogas nas cadeias Margarete Molnar referiu  por seu turno que o tratamento medico dos reclusos nas cadeias é pertinente, uma vez que reduz-se a transmissão de doenças infecto-contagiosas, como HIV/SIDA, Tuberculose e outras com origem no consumo de drogas.

resized_DSC_1446

A Responsável dos Serviços Correccionais da Namíbia, Marianna Martin, disse que para além de traçar estratégias de tratamento saudável dos reclusos em instituições prisionais em África, urge a necessidade de pensar no enquadramento destes nas comunidades, com perspectivas de colher resultados concretos e úteis para as famílias e sobretudo nas sociedades.

resized_DSC_1511

Associação dos Serviços Correccionais Africanos (ACSA), uma entidade intergovernamental constituída em 2008 em Livingstone, Republica da Zâmbia,

 

Mucobora considera ser imprescindível capacitação de magistrados

O Procurador-geral adjunto da República de Moçambique, Taibo Mucobora, disse ser indispensável a capacitação contínua de magistrados do Ministério Público (MP), para que possam intervir com qualidade na jurisdição administrativa.

Falando hoje em Maputo, durante a abertura de uma acção de formação e capacitação dos magistrados, assessores e técnicos afectos a jurisdição administrativa no país, Mucobora disse há muitos desafios que ainda persistem no apetrechamento qualitativo da magistratura.

“Ainda há desafios mas sentimos que estamos a dar passos importantes para melhorar a intervenção do Ministério Público nos diversos domínios da jurisdição administrativa”, disse. Taibo Mucobora explicou que esta formação é a primeira na história do MP, além de abordar o papel deste no contencioso administrativo, os contratos administrativos, custas judiciais nos recursos contenciosos, Direito Laboral na Função Pública, vai centrar-se ainda no Direito do Uso e Aproveitamento da Terra (DUAT), sobretudo em meios a usar na defesa. Mucobora sublinhou que o MP deve estar forte e à altura de transmitir a sua experiência, os seus conhecimentos sobre estas áreas do saber, razão pela qual a formação deve estar presente nos magistrados do país. Na ocasião Mucobora exaltou a contribuição dos magistrados na consolidação do MP, com vista a responder ao papel deste na edificação do Estado de Direito Democrático no país. De referir que a formação enquadra-se no Plano Estratégico da Procuradoria-Geral República (PGR) 2012-2016, que definiu a necessidade da extensão horizontal do MP, no sentido de garantir a representatividade em todos os tribunais no país, concretizando a função constitucional de representar o Estado junto dos tribunais, defender os interesses que a lei determina e controlar a legalidade. Para o cumprimento do Plano, foi lançado conjuntamente, em meados de 2013, pela PGR, Embaixada dos EUA em Moçambique, Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), um Projecto de fortalecimento do MP. No âmbito do Projecto, os EUA irão providenciar assistência técnica e formação especializada para mais de 150 funcionários e 400 magistrados e oficiais de justiça, em todo o país.

Últimas Notícias Hoje

Putin propõe novo cessar-fogo com a Ucrânia em conversa com Trump

O presidente russo, Vladimir Putin, e o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, realizaram uma conversa telefónica na quarta-feira (29), que se prolongou por...

Português planeou ataques durante anos contra antigas referências académicas

Investigadores federais dos Estados Unidos acreditam que Cláudio Neves Valente, o cidadão português responsável por um tiroteio em massa na Universidade Brown e pela...

Pelo menos 65 migrantes etíopes em risco de execução na Arábia Saudita

Pelo menos 65 migrantes etíopes podem ser executados em breve na Arábia Saudita, conforme denunciou a organização Human Rights Watch (HRW). O alerta surge após...

Energia eléctrica restabelecida no Hospital de Mopeia após dívida quitada

Está reposto o fornecimento de energia eléctrica ao Hospital Distrital de Mopeia, após uma interrupção que se prolongou por duas semanas. A suspensão do serviço...