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Sexta-feira, Maio 1, 2026
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VIOLÊNCIA DOMESTICA NA MATOLA

Desentendimento entre amigos culmina com ferimentos graves de uma das partes. No habitual brifeng da Polícia da República, o Comando Provincial da Matola, apresentou nesta terça feira, um caso insólito. Trata se de dois jovens na tenra idade, que decidiram medir forças até que a outra parte ficou sem parte do seu nariz, isto é, arrancado a dentada.

Trata-se de Crisóstimo Macarringue de 21 anos de idade, residente no bairro Zona Verde, que terá propiciado a briga com Valdimiro Matlhombe de 30 anos de idade ao amedrontar um grupo de crianças que brincavam no recinto de uma casa do mesmo bairro onde este último encontrava-se a trabalhar.

Segundo o porta-voz da polícia na província de Maputo, Emídio Mabunda, a detenção do jovem foi possível através de uma solicitação feita pela polícia, visto que depois de ele ter agredido o seu amigo manteve-se na sua residência.

Mabunda referiu que no momento constam dois crimes, ambos de agressões físicas, sendo mais agravante o cometido pelo jovem detido.

“Tem gravidade a ocorrência por ele cometido porque usou os seus dentes para morder e consequentemente tirar a parte do corpo” disse o porta-voz da polícia na província de Maputo, acrescentando que este ira responder pelo crime, apesar de ter agido em legítima defesa .

Por seu turno Crisóstomo Macarringue afirma ter protagonizado o acto na tentativa de defender – se, poís Valdemiro batia nele fortemente.

“Eu só queria me defender porque ele me batia muito, mas não tinha nenhuma intenção de feri-lo”, declarou Crisóstimo revelando que ficou muito assustado ao ver a parte do nariz que ele arrancou no chão.

No entanto, o lesado desmente as acusações do amigo e afirma não ter percebido os motivos que levaram crisóstomo Macaringue a tomar tal atitude visto que não houve nenhuma acção por parte dele que insta-se a fúria do mesmo.

“Não percebi porque é que ele agrediu-me desta forma, apenas disse a ele para que parásse de amedrontar as crianças, mas derrepente atacou-me e eu reagi”. Explicou Valdimiro Matlhombe esclarecendo que apesar de não serem muito ligados entre eles nunca houve mau relacionamento.

Declaração das hostilidades deve ser aprovada pela AR

A Renamo esta convicta que  a declaração sobre a cessação das hostilidades militares entre o Governo e o partido Renamo, no último Domingo, deve passar pela Assembleia da República (AR), para ter efeitos jurídicos, como a Lei de amnistia.

Entretanto, a Presidente da Assembleia da República, Verónica Macamo, diz que o instrumento será analisado em sessão extraordinária, pelas comissões permanentes, do parlamento.

Segundo o porta-voz da bancada da Renamo, Arnaldo Chalaua, “este documento é de extrema importância, é um documento que todos os moçambicanos se apropriam, é uma proposta de lei que tem de ser aprovada pela Assembleia da Republica (AR), dedutivamente da um elemento jurídico, aquilo que foram as negociações entre o Governo e a Renamo no âmbito do diálogo político”.

“Se AR não colocar o cunho, este instrumento não vai ter aquilo que seria no sentido jurídico, um documento legal”, Chalaua disse explicando que, a declaração abre uma nova página, um novo estilo de Moçambique, essa convivência, harmonia social e cultura de paz, e acima de tudo, essa reconciliação nacional”, afiançou.

Para o porta-voz da bancada da Frelimo, Galiza Matos, comunga com a decisão trazida pela Presidente da AR, Verónica Macamo, de prorrogar o pedido da Renamo, para ser discutido em sessão extraordinária, “nós entendemos que, a Presidente da AR, tendo deixado este instrumento, a pedido da Renamo, para as Comissões de Trabalho, analisarem esta proposta, foi viável”, sublinhou.

Igualmente, AR, não pode receber uma proposta, diante de um dia que está previsto o enceramento dos trabalhos da magna casa.

Por seu turno, o chefe da Bancada do MDM, Lutero Simango, afirmou que “testemunhamos de que havia ainda alguns documentos que iriam passar pela AR, mas também, havia uma tendência de querer obrigar a AR, a transformar a declaração da cessação das hostilidades, como se fosse uma lei. Mas, honestamente não foi a AR que declarou guerra em Moçambique, então são coisas que nos marcam”, referiu.

O país regista aumento de acidentes de viação

O país registou aumento de cinquenta e oito (58) casos de acidentes de viação, ao longo da Estrada Nacional N1 e, nalgumas artérias do país. Este pronunciamento foi feito pelo porta-voz da polícia sobre os acidentes registados nesta última semana.

 De acordo com o porta-voz da polícia Pedro Cossa, o país registou maior número de acidentes comparado, a semana de 9 a 15 deste mês.

ʺ No âmbito da fiscalização levado a cabo pela polícia, no que concerne acidentes de viação registamos cinquenta e oito (58) acidentes ao contrário de trinta (30) registados na semana de 9 a 15 do mesmo mês, disse Cossa.

Os acidentes continuam a crescer em quase todo país o que preocupa as autoridades policiais, pois, escorre muito sangue para além de perdas de materiais o que contribui negativamente para o desenvolvimento económico do país.

Segundo porta-voz cerca de cinquenta e quatro (54), pessoas perderam a vida, 47 foram feridos gravemente e 74 feridos ligeiros.

Causas dos acidentes

Condução em estado de embriagues, excesso de velocidade,  aliados a má travessia dos peões são algumas causas que estão na origem.

Entretanto, Cossa referiu que ʺ na semana em análise registamos 21 casos do tipo atropelamento, 17 casos resultantes entre despisto e capotamento e 14 choques resultante em mortes. Ainda o porta-voz referiu que 17 casos foram por causa do excesso de velocidade e atropelamentos.

A maior parte dos acidentes, calculados em número de 45 foram protagonizados por indivíduos do sexo masculino.

Moçambique e Zimbabwe firmam acordo para combate ao contrabando de algodão

As autoridades do sector agrícola moçambicanas e zimbabweanas  firmaram um acordo conducente ao combate efectivo do contrabando de algodão, acto que acontece com maior frequência nas zonas fronteiriças entre os dois países, na província de Manica.

 O chefe dos Serviços Provinciais de Agricultura de Manica, Zacarias Muzaja, citado pelo Diário de Moçambique  disse que alguns agentes optam pela violação das regras, colocando a sua produção naquele país, com fábricas mesmo nas proximidades da linha de fronteira.

 “Essa actividade  está a ter implicações sérias na área do algodão em Moçambique, em revitalização depois de longos anos de adormecimento, tanto na produção como no seu processamento”, referiu.

 De entre os potenciais compradores aparecem as companhias China África e a OLAM, que têm vindo a incentivar a produção da referida cultura, para o seu processamento em unidades fabris existentes no país, com particular destaque para as de descaroçamento e de produção de oleaginosas implantadas nas províncias de Manica e Sofala.

 No plano nacional está estabelecida uma meta de sete mil hectares para as províncias de Manica e Tete, visando responder às preocupações do sector industrial em termos de matéria-prima para o seu funcionamento pleno.

MIC inspecciona venda de produtos fortificados

O Ministério da Indústria e Comércio vai continuar a monitorar a estrutura de custos para não haver oportunismo no circuito de comercialização de produtos fortificados, cujo projecto inclui, nesta fase, as farinhas de trigo e de milho e o óleo alimentar.

Segundo Eduarda Zandamela, do Ministério da Indústria e Comércio, os nutrientes adicionados naqueles produtos alimentares representam 0,05 cêntimos de metical por cada quilograma, que é bastante ínfimo para que seja usado como argumento para o encarecimento do preço dos produtos em causa.

Zandamela indicou, a título de exemplo, que toda a farinha de trigo que é consumida na cidade de Maputo já está fortificada com a adição de zinco, ácido fólico, ferro e B12 e não há indicações, até ao momento, de que tenha havido alterações no custo desta. No óleo estão a ser adicionadas as vitaminas A e B.

Com a adição dos nutrientes, segundo indicou, não há alterações quer na cor, assim como no gosto dos alimentos. Uma primeira iniciativa de adição de nutrientes levada a cabo no país é o bem conhecido sal iodado.

Os principais focos da suplementação destes produtos são as províncias de Maputo, Sofala, Nampula e Zambézia, esperando-se que, num futuro breve, se expanda para outros locais em função da capacidade local.

A fortificação dos alimentos, segundo a nossa interlocutora, surge como uma das componentes dos esforços do Governo com vista à redução da desnutrição crónica no país, cujas cifras se situam em 43 por cento e que devem cair para 30 por cento em 2015 e 20 por cento em 2020.

A fonte deu a conhecer que o projecto-piloto iniciou com aqueles três produtos, mas a ideia é que no âmbito das metas do desenvolvimento do milénio que apontam para a redução para abaixo de metade das pessoas que sofrem da desnutrição, poderá expandir-se para outros como a farinha de mandioca (por sinal muito consumida no norte do país) e açúcar que faz parte do quotidiano dos moçambicanos.

A dificuldade neste momento é que a opção tem sido para produtos que passam de algum tipo de transformação industrial e neste momento, no caso da farinha de mandioca, só existe disponível uma única fábrica na Zambézia.

A desnutrição – estado de mal nutrido – não é simplesmente o resultado da insuficiência de comida, mas também da combinação de factores como limitadas de proteínas, energia e micronutrientes, infecções ou doenças frequentes, alimentação inadequadas, serviços de saúde precários e água e saneamento não seguros.

A fortificação dos alimentos vem, deste modo, cobrir a lacuna referente ao défice de energia e micro-nutrientes.

Segundo especialistas, não há negócio que rende mais do que cuidar para que as pessoas não sofram de desnutrição crónica, uma vez que os ganhos aparecem de imediato, quando reduz a morte de crianças menores de cinco anos e mais tarde na forma rendimento escolar, redução da pobreza, aumento dos rendimentos produtivos na ordem de 5 a 50 por cento, empoderamento da mulher e quebra do ciclo intergeracional da pobreza.

A desnutrição em todas as suas formas afecta as camadas mais vulneráveis da sociedade e tem um impacto acentuado nas mulheres e crianças. Dados disponíveis indicam que cerca de 69 por cento de menores de cinco anos tem alguma forma de anemia e a fortificação de alimentos é considerada a estratégia mais sustentável de custo efectivo para a prevenção e controlo das deficiências de micro nutrientes.

Quadros das Linhas Aéreas de Moçambique interrogados pelo GCCC

Os funcionários das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) estão a ser investigados pelo Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC) devido a denúncias feitas através da imprensa nacional que dão conta da existência de crimes de corrupção e de participação ilícita nesta instituição.

Segundo dados apurados pelo Jornal Noticias, os investigadores estão a passar a pente-fino toda a documentação relativa à gestão da empresa, com realce para a área administrativa onde recai a maior suspeita de gestão danosa de fundos.

“”A nossa investigação tem-se centrado mais na verificação da movimentação das contas, de todos os extractos bancários. Também queremos ver todos os documentos relativamente aos justificativos dos gastos efectuados. Só assim é que poderemos esclarecer os crimes ou as denúncias recebidas”explicou fonte do GCCC.

À primeira vista, ao que o GCCC aponta, as denúncias podem configurar crimes de corrupção, crime de participação ilícita em negócio e de conflitos de interesse, mas de acordo com a fonte, tudo está a ser feito de modo a apurar-se o que de facto aconteceu.

 De referir que  estes casos decorreram durante o mandato da Marlene Manave, antiga administradora delegada substituída, recentemente, por Iacumba Aiuba.

Angel Di Maria mais próximo da Premier League

O médio argentino deve assinar contrato com os Red Devils nas próximas horas.

Actualizações da BBC e da Sky Sports indicam que o Manchester United vai desembolsar 59,7 milhões de libras, ou seja, perto de 75 milhões de euros pelo internacional argentino.

Di Maria já se encontra em Manchester e vai realizar exames médicos, marcados para a manhã desta terça-feira.

A ser confirmado, o contrato, previsto para cinco temporadas, poderá superar a contratação de Fernando Torres do Liverpool para o Chelsea, em 2011, na altura por 50 milhões de libras – 62,8 milhões de euros.

CEDSIF forma Inspectores-Gerais para controlo de contas

O Centro de Desenvolvimento de Sistemas de Informação de Finanças (CEDSIF), esta a formar e a capacitar Inspectores-gerais e Sectoriais sobre matérias relacionadas com a manipulação de informação e de Gestão no e-SISTAFE.

A formação decorre de 25 á 27 do mês em curso, e enquadra se no âmbito de prestação de Serviços especializados, em matérias de Finanças Públicas e dos respectivos Sistemas de Tecnologia e Informação.

Esta formação normalmente é  levada a cabo pelo CEDSIF, com a prorrogativa de desenvolver e prover melhor capacitação dos Inspectores na análise dos processos de prestação de contas aos órgãos internos e externos.

A Inspectora-geral de Finanças, Carolina Guenha afirmou que o encontro permite partilhar informações e contribuições dos participantes, de forma a dar melhor resposta na prestação de Serviços, e capacitação em matérias de informação, bem como apoiar os gestores na identificação e avaliação dos riscos.

“A actuação efectiva dos órgãos de controlo interno eleva os níveis de alcance esperados pelo governo, pois com esta formação esperamos uma maior transparência na Gestão do erário público e na prestação de contas e, transmitir confiança ao cidadão, bem como aos parceiros do governo e de investidores, pois isto, permite uma boa governação”, disse Guenha.

A administração de Finanças exige um sistema de controlo interno, que apoie efectivamente os gestores na identificação de riscos, também para tomar medidas correctivas que concorram para a sua mitigação.

A Directora Geral avançou que “o objectivo é conferir maior transparência na prestação, na transição e na elaboração da conta de gerência através de um processo eminente manual para a extracção no e-SISTAFE e, os órgãos de controlo se pronunciarem sobre as contas dos respectivos sectores antes que estejam remetidas ao julgamento do tribunal Administrativo”.

Guenha, explicou que o governo instituiu regras de administração financeira do Estado, com vista a estabelecer controlo interno, por isso, criou-se órgão de avaliação interno e externo especializados em controlos, nomeadamente: o tribunal Administrativo, Inspecção Geral de Finanças, a Inspecção Administrativa do Estado e as Inspecções Sectoriais.

FADM celebra bodas de ouro com espírito de unidade nacional e patriotismo

Sob o lema “Celebrando 50 anos inspirados na unidade nacional, no patriotismo, na paz e na heroicidade da geração 25 de Setembro”, as Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) comemoram este ano o seu jubileu.

As comemorações que tiveram início a 3 de Fevereiro último, dia dos Heróis Moçambicanos, terão o seu ponto mais alto no próximo dia 25 de Setembro no Estádio Nacional do Zimpeto, na cidade de Maputo.

Para além das actividades culturais, recreativas e desportivas, as celebrações de cariz nacional e internacional contam com diversas actividades entre as quais debates televisivos e radiofónicos, palestras nas unidades militares e nas instituições de ensino, feira de saúde e outras.

Nas actividades a nível central, galardoarão combatentes, inseridos no âmbito da Lei dos Títulos Honoríficos e Condecorações bem como uma Sessão de Gala.

Falando à imprensa, o Ministro da Defesa Nacional (MDN), Agostinho Mondlane, evidenciou que o envolvimento de todos os moçambicanos será fundamental para que o jubileu das FADM seja um sucesso.

“Exortamos a todos aos moçambicanos a comemorarem esta efeméride como momento mais alto de exaltação da nossa reafirmação como moçambicanos, da unidade nacional e do patriotismo”, ressaltou o Ministro da Defesa sublinhando dessa forma o apelo deixado pelo Presidente da República, Armando Guebuza, na abertura do XV Conselho Coordenador do MDN em Chimoio.

Já foram titulares do Ministério da Defesa Alberto Chipande, Aguiar Mazula, Tobias Dai, Filipe Nyusi e que até então o titulara da pasta de Defesa Nacional é Agostinho Mondlane.

Vacina contra ébola em estudo

A organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu há dias um comunicado no qual anunciou estar a trabalhar sobre uma potencial vacina contra ébola. As primeiras análises arrancam em Setembro próximo.

A nota afirma que a vacina já foi testada em três profissionais de saúde na Libéria e que os resultados foram considerados promissores. A Organização das Nações Unidas (ONU) disse que fará uma consulta sobre terapias e potenciais vacinas em Genebra, na Suíça, nos dias 4 e 5 de Setembro. Os últimos dados divulgados da pior epidemia de ébola da história apontavam para 2.473 casos já identificados, dos quais 1.350 foram vítimas letais.

Em paralelo a esse tratamento, outras vacinas contra o ébola também estão sendo trabalhadas em outros pontos do mundo. Recentemente, um tratamento considerado promissor chamado ZMapp foi testado em dois missionários norte-americanos que haviam sido infectados na África.

A enfermeira Nancy Writebol e o médico Kent Brantly receberam durante quase três semanas o soro experimental Zmapp à base de um fármaco que ainda não havia sido aplicado nem em seres humanos. O medicamento foi utilizado após obter bons resultados em testes realizados em macacos.

A comunidade médica vem se mobilizando para conter a doença e as autoridades governamentais tem ficado de olho em questões ligadas às fronteiras. Onze países do Oeste da África decidiram adoptar uma estratégia única de contenção do ébola. As autoridades sul-africanas anunciaram na última quinta-feira (21) que suas fronteiras estão fechadas para pessoas procedentes de Guiné, Libéria e Serra Leoa diante do risco da epidemia de ébola.

O mundo está sempre vulnerável a novas ameaças infecciosas, que podem resultar do surgimento de um novo agente infeccioso ou do re-surgimento de um agente antigo em um novo contexto epidemiológico, como explica o infectologista Regis Andrade, professor de doenças infecciosas na UNIRIO.

“A velocidade com que esses agentes se espalham dependerá da resultante entre a facilidade com que são transmitidos e a eficiência das acções de contenção orquestradas pelos órgãos de saúde”, disse.

Comparação com outros surtos epidémicos históricos

O surto de ébola faz lembrar outros momentos históricos complicados, como os casos de surto de, por exemplo, gripe aviaria.

O infectologista diz que a eficiência da resposta dos órgãos de saúde a ameaças infecciosas tende a evoluir positivamente ao longo do tempo, como resultado do aprimoramento das tecnologias de diagnóstico, da facilidade informacional sobre doenças e até mesmo do aprendizado com situações anteriores.

 “No Brasil, podemos observar uma maior velocidade de resposta dos órgãos de saúde do que observamos no caso da Gripe A H1N1 em 2009, no sentido de elaborar orientações para as instituições e profissionais de saúde sobre a doença, antes da chegada da doença no país”, aponta.

O especialista diz também que essa epidemia possui diversas diferenças quando comparada com epidemias mais recentes causadas por outros agentes. Na gripe A H1N1, inicialmente chamada de gripe suína, a letalidade era de cerca de 0,5% e na gripe aviaria, girava em torno de 30 até 50 por cento. As epidemias de ébola, por outro lado pode chegar até próximo de 90 por cento, como explica o infectologista.

Outra diferença considerada crucial é o fato de que para os casos de gripe, já havia medicação antiviral comercialmente disponível para tratamento. No caso do ébola, um possível tratamento ainda se encontra em estudo.

O infectologista lembra também de um detalhe importante sobre o ébola: diferente da maioria das doenças infectocontagiosas, o ébola felizmente não é transmissível durante o período de incubação. “O indivíduo infectado só terá capacidade de transmitir o vírus a partir do momento em que começar a apresentar os sintomas da doença. Esse fato ajuda a conter a disseminação da infecção na população pois facilita a identificação imediata dos potenciais transmissores e isolamento dos mesmos”, explica.

Britânico afetado com ebola hospitalizado em Londres

O primeiro cidadão britânico a contrair o vírus Ébola já se encontra hospitalizado em Londres, depois de ter aterrado, num avião militar, este domingo à noite. Segundo o governo, para quem o risco de contágio é “bastante reduzido”, o paciente não se encontra em estado grave. O trabalhador humanitário tinha sido infetado na Serra Leoa, onde supervisava os funerais de vítimas de Ébola.

Ka Lhamankulo recebe meio circulante

David Simango, edil da cidade de Maputo, escalou esta segunda feira, o distrito  Municipal Ka Lhamanculo.  Um dos principais problemas deste distrito é o saneamento de meio e para colmatar este problema, o Município de Maputo, efectuou a entrega de um meio circulante, isto é, um tractor que vai apoiar na remoção das lamas fecais.

Simango fez a entrega deste meio de transporte durante a visita efectuada a aquela  urbe e,  que tinha como finalidade por um lado transmitir os agradecimentos pessoais pelas eleições de 20 de Novembro passado que venceu e igualmente apresentar o programa de governação para o mandato dos próximos cinco anos e o plano de actividades do ano corrente de 2014, com enfoque para as actividades referentes ao distríto Municipal ka Lhamankulo.

Segundo Simango a oferta tem em vista contribuir na diminuição dos custos de remoção das lamas fecais e desta forma ajudar os operadores privados na limpeza.

“Este tractor vai beneficiar os munícipes e o distrito no melhoramento do saneamento do meio uma vez que removerá as fezes e ajudando desta maneira na limpeza deste município”, disse.

 Ainda de acordo com Simango durante a sessão do conselho consultivo, centraram o debate em volta dos projectos em curso neste ano, nomeadamente os projectos de investimentos e avaliaram o nível de aprovação dos projectos deste ano tendo se concluído que o distrito tem uma realização em termos de aprovação dos projectos de 90 porcento está a 10 porcento para cumprir a meta.

“Nos focalizamos igualmente nos projectos que vão iniciar dentro em breve,  nomeadamente a reabilitação do prolongamento da rua Marcelino dos Santos e Irmãos Roby, passando pela Escola Primária unidade 10 neste distrito. Participamos e informamos aos membros do conselho consultivo que esta obra já foi sujeita a um concurso estando o início das obras previsto para Setembro próximo “, explicou.

 Na ocasião, o presidente do município apelou  as estruturas locais para colaborarem com a edilidade e o distrito pois esta obra apesar ser pequena com  1,3 km tem infelizmente alguns re- assentamentos parciais e as famílias não serão deslocadas dos seus domicílios mas algumas investiduras como muros e barracas podem ser afectadas e o município vai ter que compensar estas intervenções que serão feitas para reabilitação destas estradas.

Acidente fere em Marracuene

Duas pessoas ficaram gravemente feridas e outras duas com ferrimentos ligeiros, como resultado de um acidente ocorrido na noite de último Domingo, (24) em Marracuene, província de Maputo.

O acidente envolveu duas viaturas, sendo uma camioneta de marca JAC que transportava três pessoas e outra Toyota Prado que iam nela quatro pessoas.

A viatura de marca JAC fazia o sentido Marracuene Maputo e embateu aparte frontal do Toyota Prado que fazia o sentido contrario. “De repente um carro parou em minha frente e quando tentava esquivar, bati o prado”. Declarou o condutor da camioneta.

O consumo de álcool e excesso de velocidade, são apontados como a possível causa do sinistro. Até a hora da retirada da nossa equipa de reportagem, a Polícia ainda não se tinha feito presente e as vitimas receberão apoio de cidadão que por ali passavam.

Washington confirma libertação de jornalista sequestrado na Síria

Peter Theo Curtis
Os Estados Unidos confirmaram, na noite de domingo, a libertação do jornalista Peter Theo Curtis, sequestrado desde outubro de 2012, na Síria.
Curtis terá sido entregue a funcionários das Nações Unidas, nos montes Golã, durante a tarde de domingo e deverá viajar em breve para os Estados Unidos.
O jornalista e autor de vários livros encontrava-se detido pela frente al-Nosra, o braço armado da Al-Qaida na Síria, inimiga, no terreno, do grupo Estado Islâmico.
Segundo algumas informações veiculadas por familiares, mas não confirmadas por Washington, a libertação poderia ter-se devido à intervenção do Qatar.
A libertação ocorre cinco dias depois da decapitação do jornalista norte-americano James Foley, recordado este domingo, por familiares e amigos, durante uma missa de homenagem, na sua terra natal, Rochester, no New Hampshire.
No Reino Unido, a imprensa cita fontes oficiais que afirmam poder ter identificado o assassino de Foley, alegadamente um cidadão britânico de origem egípcia e antigo cantor de rap, que teria viajado há dois anos para a síria para combater nas fileiras do grupo Estado Islâmico.
Um outro jornalista norte-americano, Steven Sotloff, permanece detido pelo grupo armado, num momento em que mais de 20 jornalistas se encontram sequestrados no Iraque – segundo o Comité para a Proteção dos Jornalistas – a maioria raptados pelo grupo Estado Islâmico.
Na Alemanha, o jornal “Welt Am Samtag” revela, por seu lado, que um cidadão alemão, raptado na Síria pelo grupo Estado Islâmico e libertado em junho, teria sido entregue pelos seus sequestradores mediante uma “importante contrapartida” do estado alemão.
Berlim, que rejeitou comentar a informação, garantiu, no entanto, que nunca pagou qualquer resgate pela libertação de cidadãos sequestrados no estrangeiro.

França homenageia republicanos espanhóis que libertaram Paris

A França homenageou pela primeira vez o papel dos republicanos espanhóis na libertação de Paris, durante a segunda guerra mundial, com várias cerimónias na capital. Há 70 anos, a nona companhia, liderada pelo general LeClerc era o primeiro contingente aliado a entrar na capital francesa ocupada pelos nazis. Entre os 160 soldados da chamada “nueve”, 146 eram republicanos refugiados em França após a derrota face às forças do ditador espanhol Franco.

Frelimo e Renamo saúdam o acordo “cimentado” entre as partes

Em reacção aos acordos consensualizados no último Domingo, pelo Governo e a Renamo, os partidos políticos, Frelimo e Renamo, mostram-se satisfeitos pela forma como conseguiram dialogar até a cessação das hostilidades. Afonso Dlhakhama, líder da Renamo, ainda não tem previsão nem o local para a saída da parte incerta para a certa.

As partes, após a declaração da cessação das hostilidades militares, convocaram a imprensa para manifestarem a satisfação pelo alcance a muito esperado, tendo afirmado que Moçambique, marca uma nova era, e tem nova vida para o seu povo.

Falando o Presidente da Renamo, Afonso Dlhakhama, em teleconferência, diz estar satisfeito pelo memorando de entendimento assinado ontem, e na ocasião, garantiu que após a declaração assinada, deu ordens aos seus homens, do Rovuma ao Maputo, e de Zumbo ao Indico, para cessarem totalmente com o fogo.

Entretanto, o líder da Renamo, reiterou que o Presidente da Republica, Armando Guebuza, fizesse o mesmo, para com as forças de defesa, no sentido de, como comandante-chefe das Força de Defesa e Segurança, mandar cessar e garantir que, estes não atirem contra os civis e seus homens.

Num outro desenvolvimento, Dlhakhama, reiterou que, apesar de o Presidente Guebuza, ter ordenado para que as forças de defesa e de intervenção rápida, assaltassem e tomassem a sua residência em Santungira, o líder da perdiz, promete não retaliar em protesto desses pormenores, “eu Afonso Dlhakhama, prometo com toda minha honra, que não irei responder todas as perseguições e males causados durante o período de conflito militar, e portanto, com a assinatura do acordo entre o Governo e a Renamo, marca o fim de todas os diferendos que existiam entre a Renamo e o Governo”.

Igualmente, prometo, fazer de tudo, para demonstrar ao povo moçambicano e ao mundo, que a Renamo, vai cumprir com a promessa de não atacar nenhum agente da defesa e menos a um cidadão civil.

E por sua vez, o porta-voz do partido Frelimo, Damião José, em nome do seu partido, também manifestou a satisfação dos camaradas pelas consensualizações dos documentos, declarados pelas partes, “nós como o partido Frelimo, mostramos a nossa satisfação pelo acordo assinado ontem entre as partes.

 Damião disse ainda que, espera que Renamo cumpra com a sua promessa, e que não volte para as hostilidades.

“a Frelimo congratula, o Governo pela forma como resolveu os diferendos até o alcance da paz, e a Renamo, por ter pautado pelo dialogo ao invés da violência”, disse Damião que “pela cessação das hostilidades, ficou provado que nós, moçambicanos somos sérios e conseguimos resolver os nossos problemas sem a presença de mediadores internacionais”, apontou.

Ferroviário de Maputo de novo sob risco de despromoção

Ferroviário de Maputo, crónico candidato ao título do Moçambola, caiu a zona de despromoção do campeonato nacional, depois da derrota sofrida em pleno estádio da Machava diante do seu homónimo de Nampula (1-0).

Ferroviário de Maputo que vinha de uma vitória a contar para os quarto-de-final da Taça de Moçambique, acreditavam que já haviam encontrado o caminho para o sucesso no Moçambola. Mas a verdade é que “os locomotivas” da capital nao conseguiram diminuir a frustração dos seus adeptos e estão neste momento abaixo da linha de água.

Com este resultado, o Ferroviário de Nampula mantém a firmeza no segundo lugar.

Nos outros jogos da 18ª jornada do moçambola, treinador luso Nélson Santos assistiu impotente, à derrota do Costa do Sol (1-2), diante do Desportivo de Maputo no grande jogo da ronda.

 O Maxaquene conseguiu um milagroso nulo em Nacala, e no “derby” da região centro, o Ferroviário da Beira venceu, à cambalhota, a HCB. O Chibuto regressou da melhor maneira às vitórias com uma goleada diante do Estrela da Beira, por 4-0. O Ferroviário da Pemba relançou a luta pela manutenção, vencendo outro aflito, o Têxtil de Púnguè, por 1-0.

Tabela classificativa

Liga Desportiva de Maputo 42

Ferroviário de Nampula 34

Ferroviário da Beira 29

HCB do Songo 27

Maxaquene 26

Desportivo de Maputo 26

Costa do Sol 25

Clube do Chibuto 24

Desportivo de Nacala 23

Ferroviário de Quelimane 22

Ferroviário de Pemba 19

Ferroviário de Maputo 17

Têxtil do Púnguè 17

Estrela Vermelha da Beira 16

Moçambique volta a “respirar” a paz

Depois de mais de setenta rondas de diálogo político entre o Governo e a Renamo, as partes rubricaram ontem, um acordo para a cessação total e definitiva das hostilidades militares em todo território nacional, com efeitos imediatos. O presidente da República, Armando Guebuza e Afonso Dlakhama, líder do partido Renamo realizam nos próximos dias, a cerimónia pública, para garantir a responsabilidade em termos de compromisso do acto cometido pelas delegações.

Trata-se de um acordo, realizado ao alto nível, pelos chefes das duas delegações nomeadamente, José Pacheco e Saimone Macuiane. Tendo chegado a bom termo, o debate atinente ao ponto dois, na agenda sobre questões militares, do diálogo entre o executivo e o partido Renamo, declararão que foram consensualizados e assinados os documentos como o memorando de entendimento, mecanismos de garantias e termos de referência para a presença de observadores militares internacionais, com vista a monitoria do diálogo entre as partes, no que tange as questões militares entre o governo e a Renamo.

Falando o chefe da delegação da Renamo, Saimone Macuiane, no acto da assinatura do memorando de cessação das hostilidades militares, anunciou que a partir daquele momento, a paz regressou ao país, “declaração de cessação das hostilidades militares que acabamos de assinar é feita no espírito de boa fé e representa a vontade de todo o povo moçambicano, de restabelecer a paz, harmonia e a concórdia no nosso país”, debruçou-se.

“Este acordo significa também, que a partir deste momento Moçambique começa um novo caminho onde as forças armadas e de defesa deixam de pertencer a um partido político. As Forças Armadas de Moçambique FADM), a Polícia da Republica de Moçambique (PRM), e o Serviço de Informação e Segurança do Estado (SISE), passam a servir ao Estado moçambicano e são proibidos de participar em actos partidários”, afiançou o partido Renamo, representado por Macuiane.

Muito recentemente, foram alcançados consensos que culminaram com a assinatura de um memorando de entendimento e a partir do qual foi, aprovada a Lei de Amnistia, pela Assembleia da Republica (AR), com vista a conferir maior confiança e garantias entre as partes em diferendo.

No seu turno, o chefe da delegação do executivo nas negociações, José Pacheco, na sua intervenção  disse “havendo necessidade de iniciar a implementação imediata do memorando em apreço e como passo subsequente à Lei de Amnistia, impõem-se a declaração recíproca e simultânea do fim das hostilidades militares entre as partes”.

“Com efeito, por despacho presidencial, o Presidente da Republica, Armando Guebuza, delegou competências à José Pacheco, para em seu nome declarar a cessação das hostilidades militares entre o Governo da Republica de Moçambique e o partido Renamo. Assim, no uso das competências que me são conferidas pelo despacho presidencial, declaro a bem do povo moçambicano, a cessação total e definitiva das hostilidades militares em todo o território nacional, com efeitos imediatos”, declarou Pacheco.

Entretanto, o memorando de entendimento que formaliza a cessação das hostilidades será visado pelo chefe de Estado, Armando Guebuza e o líder da Renamo, Afonso Dlhakama, nos próximos dias num lugar ainda por se marcar.

 Com estes passos alcançados nos últimos dias, mormente a assinatura e a declaração do presente acordo, significa que, a paz foi restabelecida aos moçambicanos, mas falta apenas a formalização da cerimónia oficial com vista a simbolizar e responsabilizar os dirigentes sobre o acto cometido.

Viva a paz.

Governo concessiona hidroeléctricas de Boroma e Lupata

O Ministro da Energia, Salvador Namburete, em representação do Governo de Moçambique, procedeu na última sexta feira a assinatura do contrato da concessão dos projectos hidroeléctricos de Boroma e Lupata.

Avaliada em 572,5 milhões de dólares norte americanos, a barragem de Boroma terá a capacidade de produzir 612 megawatts (MW) e a de Lupata, avaliada em 1.072 milhões de dólares norte americanos, produzirá 210MW.

Da energia produzida pelas duas hidroeléctricas, cerca de 30 por cento será encaminhada para o consumo nacional através da Electricidade de Moçambique (EDM) e a remanescente será exportada para a região da África Austral com especial enfoque para a vizinha África do Sul.

O Administrador executivo da EDM, Adriano Jonas, afirmou que a construção das duas centrais é bem-vinda na medida que elas “vão permitir que Moçambique reforce a sua posição de exportador e a geração de divisas para o país”.

A construção dos dois empreendimentos hidroeléctricos compreenderá seis etapas com início marcado para o próximo ano e a conclusão em 2020, altura em que as empresas começam a produzir energia eléctrica.

Falando na ocasião, o Ministro da Energia, Salvador Namburete, destacou que “este acontecimento constitui um marco assinalável no processo de exploração do potencial de geração de energia em Moçambique”.

Contudo, “há um longo caminho a percorrer até que o primeiro killowatt-hora de Boroma e de Lupata seja posto à disposição do País”, referiu Namburete.

Estima-se que durante a fase de construção as duas hidroeléctricas em conjunto possam criar mais de quatro mil novos postos de trabalho, contribuindo dessa forma para o desenvolvimento do país.

As duas centrais contam com accionistas estrangeiros, nomeadamente, a Hydroparts Holding e a Cazembe Holdingpor, parte da Hidroeléctrica de Lupata, S.A., e a Rutland Holding por parte da Hidroeléctrica de Boroma, S.A. Dos accionistas nacionais fazem parte a Sonipal e a EDM para as duas centrais.

Testemunharam o acto da assinatura diversas individualidades da arena política e económica nacional bem como representantes dos ministérios da Coordenação e Acção Ambiental, das Finanças e da Indústria e Comércio.

Os termos e condições da autorização para os contratos de concessão dos dois empreendimentos hidroeléctricos foram aprovados pelo Conselho de Ministros nos finais de Junho do ano corrente.

“Quero trabalhar com a Mulher e para a Mulher” – Filipe Nyussi

Filipe Jacinto Nyussi candidato as presidências de 15 de Outubro próximo, participou na manhã deste sábado (23), num convívio organizado pelo sector informal, que decorreu no pavilhão do Estrela Vermelha, na cidade de Maputo.

Durante o seu discurso, o candidato da Frelimo, Filipe Nyussi, destacou a importância da Mulher no desenvolvimento do país, no sector informal tanto como no sector formal.

“A Mulher precisa espaço para ser acreditada e de oportunidades para trabalhar e, o resto ela faz, dar oportunidades as mulheres é o meu compromisso” disse Filipe Nyussi.

Filipe Nyussi continuou dizendo que temos que começar por transmitir amor para com o próximo, a partir daí, não haverá espaço para a guerra.

Mensagem de esperança, mudança e confiança ‘é a que o candidato da Frelimo procura deixar no seio dos moçambicanos. “a grande riqueza de Moçambique ‘é o homem e a pessoa. A grande parte da pessoa moçambicana é a mulher, a mulher consegue aproximar os serviços ao povo” completou Jacinto Nyussi.

O ciclo de governação de Jacinto Nyussi, estará centrado na mulher por acreditar-se que assim atingir-se-á maior parte da população moçambicana pelo seu alto nível de socialização.

Ainda segundo Nyussi, a pobreza deve deixar de ter a cara da mulher e temos todos a missão de o fazer, temos rios, mar, solo onde podemos fazer grandes coisas para a mulher.

Para finalizar o candidato da Frelimo, prometeu fazer esforços para junto da mulher evitar a pobreza e muito fazer para o desenvolvimento de Moçambique.

Representantes do Sector informal confiantes em Nyussi

 Letícia Clemence, representante do sector informal, durante o seu discurso declarou total confiança no candidato da Frelimo. “vamos trabalhar e fazer com que a pobreza deixe de ter a cara feminina” disse.

Continuou apelando ao candidato o apoio a produção e a redução de importação com vista a contribuir de forma eficaz para o desenvolvimento do país, e na luta contra a pobreza em prol de um Moçambique forte e coeso.

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