Um homem sobreviveu ao ser atirado do sétimo andar de um prédio, mas de seguida acabou apedrejado até a morte.
De acordo com relatos na cidade Síria de Tal Abyad, membros do grupo Isis lançaram o homem com os olhos vendados do alto do prédio, apenas pelo facto dele ser gay. Tendo sobrevivido à queda, acabou apedrejado no local até ficar sem vida.
Antes de ter sido arremessado, o homem, de mais ou menos 50 anos, foi visto numa cadeira branca rodeada por algumas pessoas encapuzadas.
Um documento parece ser lido em voz alta antes dele ser condenado ao salto do prédio.
Surpreendentemente, após a queda ele sobrevive e pode ser visto sentado com uma multidão reunida à sua volta. Pouco tempo depois o povo se volta contra ele e começa a atirar pedras até matá-lo.
Um adolescente chinês está sob cuidados intensivos, após ter cortado a própria mão, na tentativa de curar o vício da Internet.
O jovem de 19 anos, de Nantong, província de Jiangsu, na China, usou uma faca de cozinha para cortar a mão esquerda.
O adolescente, conhecido apenas por seu sobrenome Wang, fugiu da casa da família para poder realizar o corte da mão, enquanto estava sentado num banco público que ficou repleto de sangue.
Felizmente, os médicos foram capazes de recolocar a mão, mas não se sabe ao certo se o jovem vai recuperar a mobilidade total.
Na China o vício em Internet tornou-se um problema sério entre os jovens e crianças.
Uma pesquisa publicada em Dezembro de 2014 constatou que 7,1 por cento da população asiática está viciada em Internet.
A Escola Primária Unidade 29, no Bairro Jorge Dimitrov, vulgarmente conhecido como Bairro do Benfica, tem preocupado os residentes daquele local, isto porque a mesma tornou-se uma paragem de águas turvas, oferecendo vários perigos às pessoas que vivem nas redondezas.
Não obstante, a escola tem sido usada como depósito de lixo e a quantidade de capim que nela se encontra propicia a habitação de animais como ratos, sapos, cobras e outros com o qual o homem não convive.
Alunos que por lá passaram e alguns encarregados de educação, revelaram ao MMO que a situação perdura há muitos anos e acusaram a direcção da escola, bem como o governo de nada fazerem para melhorá-la.
“Quando chove enquanto os miúdos estão no período de aulas, estas são paralisadas e as crianças ficam muito tempo sem ir à escola. Estudei aqui em 2006 e 2007, onde fiz as 6ª e 7ª classes e a situação já era esta”, disse Miguel, acrescentando que nas condições em que a escola se encontra, dificilmente será possível arrancar com o ano lectivo.
“De acordo com a minha experiência, depois que se fizer a abertura do ano lectivo, os alunos permanecerão um tempo em casa, a espera que as condições melhorem e que a água seja drenada. Sempre que chove, observa-se um tempo de paragem pois as salas ficam inundadas e outra alternativa é aglomerar alunos de classes diferentes nas mesmas salas, o que interfere na aprendizagem dos mesmos”, revelou.
Segundo Samito, outro jovem que fez o ensino primário naquela escola, “a única solução seria reabilitar a escola e criar nela um sistema de drenagem. Contratar pessoas para limparem o espaço e drenarem as águas que por aqui param, por si só, não resolve nada e isso está mais do que claro, pelo tempo que se vem aplicando esse método.
Os nossos interlocutores revelaram ainda que no ano passado a escola Unidade 29 teve a oportunidade de receber carteiras, mas hoje as mesmas encontram-se degradadas, devido à falta de meios para a sua conservação.
Entretanto, o Ministro da educação e Desenvolvimento Humano, Jorge Ferrão, visitou aquela escola para apurar de perto o estado em que a mesma se encontra e, segundo afirmou, urge a necessidade de fazer um trabalho exaustivo, para que se possa arrancar com o ano escolar.
“Na realidade, o que nós queremos é tomar poço do trabalho preparatório para o arranque do ano lectivo. Como vocês sabem, nós temos uma pressão muito grande devido a toda explosão demográfica que existe no país para pôr as crianças na escola e, naturalmente, não existem condições para oferecer o melhor para essas crianças”, disse Ferrão.
Jorge Ferrão assume que um trabalho de drenagem, por si só, não passaria de uma resolução a curto prazo, pelo que “temos que encontrar apoios para a escola, pois é necessário proceder a uma reabilitação. Por aquilo que constatei, esta é a escola em piores condições entre as 48 escolas primárias que nós temos aqui no distrito urbano. Pelo menos existem carteiras, mas o resto não está bem. É preciso colocar portas na escola, janelas, melhorar a pintura, entre outras coisas”, frisou.
Saliente-se que o arranque do ano lectivo está agendado para o próximo dia seis de Fevereiro, em todo território nacional.
Um total de 347 hectares de culturas diversas foram inundados afectando 495 agregados familiares no distrito de Magude, província de Maputo, na sequência das chuvas intermitentes que continuam a cair naquela região do sul do país.
Segundo o secretário permanente naquele distrito, Rafael Bonso, citado pela AIM, o excesso de precipitação resultou na inundação dos 347 hectares, dos quais 333 no posto administrativo de Motaze, e 14 em Magude-sede, culminando com a perda de 80 e 11,3 hectares respectivamente.
”Cinco escolas, designadamente, EPC de Manjangue, EP1 de Chicutso, EP1 de Kentchene (posto administrativo de Mahel), EPC de Marrule e EP1 Joaquim Chissano (posto de Motaze), ficaram com problemas de vias de acesso, dificultando o processo de matrículas e a preparação da abertura do ano lectivo e a distribuição do livro gratuito”, disse Bonso.
A fonte alertou que as águas ameaçam danificar parte da superfície de rodagem no aterro de Mapapene, na estrada que liga Magude-sede ao posto administrativo de Motaze.
O aterro do aqueduto na zona de Inhongane ficou rompido, interrompendo a via que dá acesso à localidade de Marrule na baixa de Mavondzana, no posto administrativo de Motaze.
“Ficaram interrompidas as vias de acesso ao distrito de Chókwè, pondo em risco as populações do posto administrativo de Motaze e Chicutso no posto de Mahel, as vias de acesso e as povoações de Uanote e Chipfundlane, no posto administrativo de Motaze e a via que liga a localidade de Chicutso a Mahel e Chókwè”, explicou.
A via que liga a zona de Malhanganine e a localidade de Mulelemane também ficou intransitável, segundo Bonso.
Assim, o estado actual das vias de acesso obriga as populações a percorrerem longas distâncias com recurso a vias alternativas para outras zonas de interesse social e económico.
Uma das vias afectadas é a estrada em construção de raiz que liga Magude à Motaze (com uma extensão de 40 quilómetros) que terá continuidade para ligar a Chókwè (37 quilómetros) e que apresenta sinais de corte em certas zonas, um sinal de alerta ao empreiteiro para reforçar com a montagem de mais pontes.
Para tentar mitigar o sofrimento das populações, segundo o secretário permanente, estão em curso obras de emergência para a reposição de aquedutos, enquanto decorrem visitas rotineiras pela Administração Nacional de Estradas (ANE) com os respectivos empreiteiros aos locais afectados.
O porta-voz da Renamo, António Muchanga, “clarificou” ontem que o importante não é o encontro entre o Governo e o dirigente daquele partido da oposição, mas sim impor ao executivo a aceitar o que a perdiz reivindica.
Segundo o porta-voz, a Renamo já indicou algumas pessoas para iniciar a aproximação “e é com elas que o Presidente da República, Filipe Nyusi tem de falar”, de modo que o encontro com Dhlakama não seja um fracasso.
“Importante não é o encontro com o líder da Renamo, importante é acolher o que a Renamo reivindica”, disse.
Refira-se que Filipe Nyusi garantiu ontem estar aberto e em prontidão para dialogar com o líder da Renamo, de modo a se ultrapassar o actual impasse político entre o Governo e a “Perdiz”.
“Eu estou pronto, mesmo agora estou preparado, porque o povo tem que ter a certeza que nós vamos viver em paz. Esta é grande arma que vamos usar, dialogarmos e falarmos entre moçambicanos”, garantiu o estadista.
Um indivíduo que responde pelo nome de João, de cerca de 27 anos de idade, residente na cidade da Beira província de Sofala, encontra-se detido numa das celas da 4ª esquadra, naquela cidade, acusado de ter espancado a sua esposa até a morte.
João teria usado a sua força física para espancar a sua esposa Luísa de 35 anos de idade, que viria a perder a vida 72 horas depois da agressão.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) naquela parcela do país apela aos cidadãos a pautarem pelo diálogo na resolução de conflitos e que continuem a colaborar com a polícia na denúncia de casos criminais e de malfeitores.
A troca de um corpo, na Morgue do Hospital Central de Maputo, gerou desconforto no seio de duas famílias na manhã desta terça-feira, quando uma delas apercebeu-se que o seu ente querido havia sido erradamente sepultado pela outra, no dia anterior.
O facto gerou um reboliço no Cemitério de Lhanguene que só terminaria depois da presença de uma equipa técnica da Saúde para proceder à exumação, reconhecimento e posterior entrega do corpo aos legítimos familiares.
O insólito, segundo escreve o Jornal Notícias, começa quando os familiares de Rosalina Zandamela, de 70 anos de idade, descobriram que o seu ente querido, depositado dias antes na gaveta número quatro daquela morgue, não mais lá se encontrava.
Perante a indignação, exigiram responsabilidade junto dos funcionários daqueles serviços, que concluíram ter havido uma troca com o corpo entregue à outra família e enterrado no dia anterior no Cemitério de Lhanguene.
Os familiares de Rosalina Zandamela foram ao ponto de se posicionarem junto da sepultura exigindo a exumação para posterior realização do funeral, o que viria a acontecer ao princípio da tarde, volvidas quatro horas de espera.
António Cumaio, parente da finada, contou que o processo foi constrangedor não só pela troca dos corpos, como também pelo longo tempo de espera a que familiares e amigos da malograda foram sujeitos.
Numa altura em que se tinha conformado, depois da realização do enterro, a outra família foi confrontada com a notícia de que enterrara um corpo errado, havendo assim a necessidade de exumação.
Não foi possível obter dados da outra parte, pois não se fazia presente no local, sabendo-se apenas que esta terá consentido a situação. Facto curioso é que a finada trajava roupas aparentemente entregues pela família que a enterrou erradamente, sendo que os parentes de Rosalina tiveram de proceder à troca do vestuário mesmo no cemitério.
O presidente da República, Filipe Nyusi, empossou nesta segunda-feira, o antigo ministro do Interior, José Mandra, ao cargo de reitor da Academia de Ciências Policiais (ACIPOL).
Aquando da cerimónia de investidura do novo reitor da ACIPOL, o PR desafiou o empossado a dar continuidade ao crescimento e formação de quadros de qualidade. “Reiteramos que a ACIPOL continue a crescer e a firmar-se como uma instituição de formação de quadros com qualidade, vocacionados na garantia da ordem, segurança e tranquilidade públicas”, exortou o chefe do Estado, Filipe Nyusi.
Por sua vez, o reitor empossado, prometeu encarar o cargo como um novo desafio e uma nova frente.
“De facto, é um desafio, é uma nova frente e penso que o discurso do chefe de Estado é uma pesada responsabilidade, que é preciso ponderação e muita calma para compreendermos quais são as necessidades prevalecentes na ACIPOL e prosseguirmos”, afirmou José Mandra.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, reiterou ontem estar aberto e em prontidão para dialogar com o líder da Renamo, de modo a ultrapassar o actual impasse político entre o Governo e a “Perdiz”.
Falando ontem à margem do dia 3 de Fevereiro, dia dos Heróis Moçambicanos, em que se assinalam 46 anos do assassínio de Eduardo Mondlane, fundador e primeiro presidente da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), Nyusi realçou que a única arma que o seu governo tem para confrontar as ameaças do líder da Renamo em criar a região autónoma nas zonas Centro e Norte do país é o diálogo.
Na mesma ocasião, o estadista apelou à paz, reconhecendo que ela é a única forma que faz viver e desenvolver Moçambique, sobretudo para a consolidação da unidade nacional.
Para o estadista, as declarações contrariam o desejo do povo de manter a paz e a unidade nacional, “pois o diálogo é a única arma que o governo tenciona usar contra estas declarações que apenas incitam violência e divisão do país”, disse.
“Eu estou pronto, mesmo agora estou preparado, porque o povo tem que ter a certeza que nós vamos viver em paz. Agora mesmo, se houver possibilidade, já dei sinal de prontidão para podermos falar. Só falando é que nos vamos entender”, disse explicando que através da conversa, pode-se chegar às conclusões sobre o que é útil para os moçambicanos.
Tal-qual-mente, “esta é a grande arma que vamos usar – dialogarmos e falarmos entre moçambicanos”.
O Conselho Constitucional (CC) procedeu esta segunda-feira, em Maputo, a validação e proclamação dos resultados da eleição autárquica intercalar para presidente do Conselho Municipal da Cidade de Cuamba, província de Niassa, a favor do candidato da Frelimo.
As eleições foram realizadas em virtude da morte de Vicente da Costa Lourenço, antigo presidente do Conselho Municipal da Cidade de Cuamba, ocorrida em 11 de Setembro de 2014, facto que mereceu a marcação de um novo escrutínio com os candidatos Zacarias Filipe, da Frelimo, Leovigildo Buanancasso, Renamo e Tito Crimildo do MDM, respectivamente.
Tendo, no entanto, nesta corrida, sido eleito o candidato do partido Frelimo, Zacarias Filipe com cerca de 6158 votos, correspondente a 58,86 por cento, seguido por Tito Cremildo do MDM, com 2660 (25,42 por cento) e em terceiro e último ficou à margem o da Renamo, Leovigildo Buanancasso com 1645 (15,72 por cento), respectivamente.
“O Conselho Constitucional, valida os resultados da eleição intercalar do presidente do Conselho Municipal da Cidade de Cuamba, realizada no dia 17 de Dezembro de 2014”, confere o acórdão lido por aquela instituição no acto solene.
O Conselho Constitucional (CC) considerou a eleição autárquica intercalar do Presidente do Conselho Municipal da Cidade de Cuamba, Província de Niassa, realizada em 17 de Dezembro do ano transacto, como tendo decorrido em conformidade com o quadro jurídico-constitucional.
Segundo o Presidente do Conselho Constitucional (CC), Hermenegildo Gamito, a eleição de um novo edil para a Cidade de Cuamba, reúne todos os requisitos para a sua validação.
“De um modo geral, a eleição autárquica intercalar do Presidente do Conselho Municipal da Cidade de Cuamba, realizada em 17 de Dezembro de 2014, decorreu com o quadro jurídico-constitucional estabelecido e estão reunidos todos os requisitos para a sua validação”, deliberou o presidente do CC, Hermenegildo Gamito.
Essas informações foram avançadas durante a deliberação do acórdão da eleição do edil daquela autarquia, organizada pela Comissão Nacional das Eleições (CNE), sendo que, o CC para além da validação proclamou Zacarias Filipe, com 6. 158 votos obtidos, correspondentes a 59 por cento.
Refira-se que estas eleições foram marcadas por um número elevado de abstenções, tendo-se atingido uma percentagem de 76 por cento, ou seja, do total dos 44055 eleitores inscritos, votaram apenas 24 por cento, os restantes são tidos como “gazetadores”.
Volvido quase um mês após a tragédia de Chitima, que levou a internamento de 177 pessoas nas unidades sanitárias desta região, das quais 75 perderam a vida, as autoridades moçambicanas já têm em curso um estudo que indica que a intoxicação da bebida alcoólica “phombe” não foi causada pelo bílis de crocodilo.
Segundo um estudo efectuado pela Universidade do Limpopo, na República da África de Sul, citado pela AIM, o relatório do mesmo estudo anula a possibilidade da bílis de crocodilo ser a causa da intoxicação. Esta pesquisa, dirigida pelo farmacologista clínico da Universidade do Limpopo, Norman Nyazema, é tornada pública quando ainda estão a decorrer análises laboratoriais substanciais visando confirmar ou desmentir as hipóteses de uma presumível intoxicação daquela bebida.
Do mesmo relatório, consta que os estudos da Universidade do Limpopo desmentem essa teoria da intoxicação através do uso do bílis de crocodilo, porquanto o conteúdo em questão não passa de um veneno mítico entre as comunidades nativas.
Segundo o farmacologista clínico, Norman Nyazema, a bílis de crocodilo não é uma substância tóxica e contém, por sinal, os mesmos ácidos biliares semelhantes aos que usam os seres humanos para a digestão.
Na óptica de Nyazema, o veneno que causou a morte das pessoas que consumiram a bebida naquela tarde pode ser uma erva regional que continha glicosídeos cardíacos. Essas drogas que ocorrem naturalmente, como a digoxina, usadas terapeuticamente para controlar a insuficiência cardíaca congestiva, mas potencialmente letais em várias doses e mais elevadas.
O cientista que descobriu a verdade sobre a bílis de crocodilo sustenta ainda a hipótese de o veneno usado ter sido um dos vários e baratos existentes, a nível local, como é o caso dos organofosfatos usados para o controlo de pragas na agricultura.
O desafio analítico agora, volvidas três semanas após a tragédia, é que os organofosfatos podem sofrer uma hidrólise e se decompor em outros componentes, assim como ligar-se a outras proteínas tanto na bebida, bem como nos fluidos biológicos.
A detecção de tais produtos constitui, segundo Nyazema, um desafio, mas não é impossível mercê do acesso à cromatografia e às técnicas especializadas de espectrometria de massa.
A capacidade técnica laboratorial dos serviços nacionais de saúde pública não está equipada de meios para este nível de detalhe. Mais ainda, a identidade dos laboratórios no exterior, aonde foram enviadas as amostras também não foi revelada, porém há uma enorme expectativa sobre os resultados nas próximas semanas.
Referir que a mulher que confeccionou a bebida fermentada e de fabrico caseiro, que naquela noite do dia 9 de Janeiro tirou a vida de pouco mais de 70 pessoas, também foi uma das vítimas mortais, daí que a polícia não teve um ponto de partida para as investigações, optando pelo apoio do MISAU, que por sua vez recolheu algumas amostras para análises laboratoriais na Diáspora.
As principais baciais hidrográficas do centro e norte do país, nomeadamente o Púnguè, Zambeze, Licungo, Ligonha, Meluli, Lúrio, Messalo e a sub-bacia do Lugenda registam incremento de escoamento, em resultado de chuvas persistentes que têm vindo a cair na região e nos países vizinhos.
Os registos da Direcção Nacional de Águas apontam para a ocorrência de chuvas localmente moderadas a fortes nas bacias do rio Govuro, em Mapinhane, Púnguè, em Púnguè Sul, Púnguè Fronteira e Zambeze, em Muzi, Nhavunduca, Luia, Zóbuè, Chifunde, Marromeu, Megaza, Mitengo Wa-Mbalame, Zumbo, cidade de Tete e Mágoe. Na bacia do Licungo os registos apontam para a ocorrência de precipitação em Mocuba, Lugela e Nante, enquanto no rio Monapo, em Rapale, Megaruma, em Chiúre, Messalo, em Meangalewa, e Rovuma, em Congerenge.
De acordo com as previsões meteorológicas e a situação hidrológica prevalecente, prevê-se até hoje que os níveis hidrométricos registem oscilação, com tendência de subir na bacia hidrográfica do Zambeze, podendo a estação de Caia atingir o nível do alerta. Atenção especial para as regiões de Chemba, Megaza, Mutarara, Caia, Marromeu e Luabo.
Neste ano, as chuvas já fizeram 159 mortos, dos quais 134 só na província da Zambézia, assolada por cheias históricas na bacia do Licungo. Receia-se que este número venha a subir, tendo em conta que algumas pessoas continuam desaparecidas.
As cheias que assolam as regiões centro e norte de Moçambique, desde Janeiro do presente ano, já destruíram cerca de 400 escolas naquele ponto do país.
Segundo o Ministro da Educação e Desenvolvimento Humano, Jorge Ferrão, estes dados têm se alterado quase todos os dias, nas últimas semanas, o que preocupa sobremaneira o sector da educação, constituindo-se num atraso ao trabalho que já foi feito até então.
“Tinha a indicação de que eram 400 escolas destruídas, mas o número cresceu”, disse o Ministro, realçando que mais preocupante ainda é o número de salas de aulas que não apresentam condições para que as crianças possam aprender condignamente “quando uma escola, uma sala de aulas, mesmo que não tenha sido afectada pelas cheias, não apresenta o mínimo de condições, ela também está afectada de alguma forma”, sublinhou Ferrão.
O Ministro entende que é necessário fazer um trabalho exaustivo no sentido de recuperar estas salas e pôr as crianças a estudar num ambiente aconchegante.
“São umas milhares de salas que nós temos sem condições, então, o esforço que temos de fazer é trazer estas salas de volta a normalidade e todo o esforço que tem que ser feito nos próximos anos é dotar as salas do mínimo de condições para que as crianças possam aprender a ler e escrever condicente”, disse.
Saliente-se que abertura do ano lectivo está agendada para a próxima sexta-feira (6 de Fevereiro).
Numa final antecipada, a Costa de Marfim levou melhor sobre a Argélia, vencendo por 3-1 e garantindo assim o apuramento para a meia-final.
Foram necessários apenas 26 minutos para Costa do Marfim passar na frente do marcador por intermédio de Bony que fez o primeiro da partida e seguia-se assim a tarefa difícil para Brahimi e companhia.
Com a Costa do Marfim em vantagem mínima, os dois conjuntos recolheram para o balneário e no reatamento, passados seis minutos, Soudani empatou o jogo fazendo renascer a esperança de uma nação inteira.
O jogo continuou com as duas formações procurando passar na frente do marcador, mas a sorte sorriu para os Marfinenses que mais uma vez por intermédio de Bony fez o 2-1.
No minuto 73 entra para o jogo o avançado do Sporting de Portugal, Slimani, na tentativa de refrescar o ataque argelino.
O banho de água fria foi exactamente no minuto 90, quando Gervinho fez o 3-1, deitando abaixo toda a esperança da selecção argelina em seguir para a fase seguinte.
Pelo menos sete pessoas morreram no distrito do Lago, província de Niassa, Norte de Moçambique, vítimas da cólera.
Seis amostras laboratoriais confirmaram tratar-se do vibrião colérico que provoca diarreias agudas, acompanhadas de vómitos, segundo revelaram as autoridades sanitárias, citadas hoje pelo Noticias.
O administrador do Lago, Moura Jorge, disse que 126 pessoas deram entrada no Centro de Saúde de Metangula, sede do distrito do Lago, tendo daquele número se registado três óbitos.
Os outros quatro pacientes, segundo a mesma fonte, morreram fora das unidades sanitárias.
Como mitigação, o Governo distrital tomou algumas medidas, destacando-se o isolamento dos doentes recorrendo a uma enfermaria ainda em construção; mobilização de meios humanos e materiais, designadamente vedação do local de internamentos dos doentes com lonas, abertura de latrinas melhoradas com recurso a lajes e lançamento de apelos aos funcionários e demais pessoas para apoiar as vítimas das cheias.
Algumas pessoas acreditam que mais pessoas tenham perdido a vida nos diversos povoados, sem o conhecimento das autoridades sanitárias, pelo que os números divulgados pelo Governo podem ainda subir.
Enquanto isso, o governador do Niassa, Arlindo Chilundo, esteve na passada quinta-feira na vila municipal de Metangula para se inteirar da situação e solidarizar-se com as famílias das vítimas desta mortífera doença bem como pelas enxurradas que flagelam a província.
Numa primeira avaliação da situação, Chilundo, que se reuniu com o Conselho Técnico Distrital e com a população que encontrou no Centro de Saúde de Metangula, confessou ter sentido um ambiente menos tenso, comparando com aquele que se vivia nos meados de Janeiro corrente, quando as diarreias eclodiram.
O mundo está horrorizado com as decapitações levadas a cabo por membros do Estado Islâmico. Tudo teria começado com um vídeo exibido nas redes sócias, onde a alegada decapitação dojornalistanorte-americano James Foley foi efectuada por um membro do Estado Islâmico.
Em inglês, com sotaque britânico, o terrorista garante tratar-se de uma represália pelos ataques aéreos noIraque. No vídeo, o jornalista freelancer, sequestrado naSíria, em Novembro de 2012, foi obrigado a fazer declarações acusatórias sobre o seu irmão, John Foley, membro da força aérea norte-americana.
Na semana passada, os membros do Estado Islâmico levaram a cabo outra execução. Desta vez foi um dos dois jornalistas japoneses, também sequestrados na Síria. Um dos membros afirmou tratar-se de uma represália e um recado para os governantes nipónicos.
Os japoneses estão chocados com o anúncio da decapitação do jornalista Kenji Goto pelo grupo jihadista auto denominado Estado Islâmico. As autoridades nipónicas julgam “altamente provável” a autenticidade do vídeo que relata a execução.
Kenji Goto era um jornalista independente que centrava o seu trabalho nas histórias humanas das zonas de conflito e em particular no sofrimento das crianças.
A mãe do repórter afirma que Kenji “sempre desejou transformar o mundo num lugar sem guerras e salvar crianças da guerra e da pobreza”. Junko Ishido prometeu “manter viva a herança” do filho.
Kenji Goto partiu para a Síria em busca de Haruna Yukawa, o refém japonês capturado em Agosto e executado na semana passada. O jornalista acabaria por ser igualmente sequestrado pelos insurgentes que se batem na Síria e no Iraque.
O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, denunciou o acto terrorista ignóbil e afirmou que oJapãovai assumir as suas responsabilidades, junto à comunidade internacional, na luta contraterrorismo.
Entretanto, naJordânia, o executivo de Amã reiterou a vontade de aceder às exigências dos extremistas para conseguir a libertação do piloto capturado em Dezembro.
Outro caso, mas que não terminou com decapitação, foi do jornalista australiano do canal Al Jazeera, Peter Greste, que foi deportado no domingo após 400 dias na prisão noEgipto.
Andrew Greste disse que o irmão é um jornalista que acredita nos princípios do seu trabalho e que não esquecerá os jornalistas Mohamed Fahmy, egípcio com passaporte canadiano, e o egípcio Baher Mohamed, ainda detidos.
“Ele não vai esquecer os outros dois colegas. A sua alegria é moderada e continuará a ser até os dois homens serem libertos. Ele não vai desistir até Baher e Mohamed Fahmy estarem cá fora”, disse Andrew Greste.
O irmão de Peter Greste agradeceu a todos os que contribuíram para a libertação do jornalista australiano.
As autoridades egípcias ordenaram no domingo a expulsão do jornalista, condenado a sete anos de prisão por “difusão de informações falsas” e apoio aos islamitas.
Um jovem de 23 anos de idade, de nome Paíto, tem criado transtornos aos moradores do bairro da Liberdade na Cidade da Matola, em Maputo.
O jovem, que emite sons de animais selvagens e se comporta como se fosse um, dirige-se todas as manhãs até a casa do senhor Manuel Ernesto, seu vizinho, onde agride a esposa e as filhas, acusando-as de feitiçaria.
O caso estranho tem preocupado os outros vizinhos, que vêem a sua tentativa de ajudar redundar num fracasso.
O pai do jovem, Elias Guezo, diz não perceber o que se passa com o seu filho e que mesmo com a sua intervenção é difícil segurar o filho quando os estranhos ataques começam, porém, apela à população que resolva o caso da maneira mais pacífica possível.
Neste momento, Paíto está sob custódia policial, mas não se descarta a necessidade de resolver o problema com recurso à magia negra.
O Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Oldemiro Baloi, representa Moçambique na 24ª Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da União Africana (UA) que arrancou nesta sexta-feira (30), em Addis Abeba, Etiópia.
Trata-se de uma reunião do mais alto nível do continente, com duração de dois dias e, de entre as várias matérias agendadas, os membros vão analisar o surto do ébola na África Ocidental, a situação de segurança no continente africano, particularmente no Burkina Faso, Líbia, República Centro Africana, Sudão do Sul, República Democrática do Congo e Somália, as mudanças climáticas e fontes alternativas de financiamento da União Africana.
Ao nível dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), Cabo Verde, pelo presidente, Jorge Carlos Fonseca, Moçambique, Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Oldemiro Baloi, Angola, vice-presidente, Manuel Vicente, e a Guiné-Bissau também pelo seu chefe da diplomacia, Mário da Rosa.
Ainda nos PALOP, por São Tomé e Príncipe, participa na cimeira da UA o director de política externa do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Comunidades, Urbino Botelho.
A reunião, é realizada sob o lema “2015: Ano da Capacitação e Desenvolvimento da Mulher Rumo à Agenda 2063 de África”, e enquadra-se nas celebrações de cinco anos da vigência da Década da Mulher Africana (2010-2015).
O Primeiro-Ministro da República, Carlos Agostinho do Rosário, reiterou, em resposta à Renamo, que o governo tem fóruns próprios para dialogar e mencionando uma delas referiu a Assembleia da República (AR).
Para além de apelar à Renamo a parar com os seus discursos sobre região autónoma, encorajou os deputados eleitos para AR e membros das Assembleias Provinciais (APˈs) daquela força política, a tomarem os seus lugares. “Os moçambicanos que tenham esses pronunciamentos parem, voltem aos órgãos competentes, à Assembleia da República e aí discutam as suas diferenças”, disse Agostinho.
“Temos equipas neste momento a dialogar, temos fóruns próprios, dentre os quais a Assembleia da República, para a qual recomendamos que a Renamo ocupe os seus lugares”, acrescentou.
Carlos Agostinho falava ontem, durante uma visita ao Gabinete de Informação (Gabinfo).
A Organização dos Trabalhadores de Moçambique (OTM), a principal federação sindical do país, levantou sérias preocupações sobre a natureza precária do emprego em Moçambique.
Aproximadamente...
O ministro do Interior, Paulo Chachine, revelou que a recente onda de desinformação sobre o alegado atrofiamento de órgãos genitais masculinos já resultou em...