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Sábado, Abril 11, 2026
Site Página 105

Estratégia de financiamento climático vai mobilizar mais de 37 mil milhões de dólares

O Governo moçambicano anunciou a aprovação da Estratégia Nacional de Financiamento Climático para o período de 2025 a 2034. 

O documento é uma iniciativa que visa estimular uma economia de baixo carbono e resistente às alterações climáticas no país.

A implementação da referida estratégia está orçada em 37,2 mil milhões de dólares, com previsão de execução nos próximos cinco anos, tendo como alvo a resiliência climática dos recursos humanos, físicos e naturais de Moçambique.

O porta-voz do executivo, Inocêncio Impissa, destacou à imprensa, após a 32ª sessão ordinária do Conselho de Ministros, a necessidade de mobilizar recursos e fontes tanto internas como externas. Além disso, ressaltou a importância de fortalecer as instituições públicas e privadas.

Moçambique pretende tornar-se um modelo na mobilização e aplicação de investimentos para acções climáticas, orientando diversos sectores a aumentar a alocação de recursos financeiros e garantindo transparência na gestão desses fundos.

Impissa, que também ocupa o cargo de ministro da Administração Estatal e Função Pública, sublinhou que entre os objectivos da estratégia estão a definição de um modelo de governação inclusiva e a criação de um mecanismo de coordenação que favoreça o acesso ao financiamento climático, tendo em vista a inclusão de mulheres, jovens, crianças e grupos vulneráveis.

O governo também pretende reforçar o acesso aos mercados de carbono, através da criação de um regulamento específico, e fortalecer o sistema de monitoramento, registo e verificação de emissões. Adicionalmente, a elaboração de instrumentos-piloto de financiamento misto em sectores estratégicos e a estruturação de iniciativas de troca de dívida por acções climáticas são igualmente metas da nova estratégia.

Moçambique figura entre os dez países mais vulneráveis às alterações climáticas, enfrentando regularmente desastres naturais como ciclones, cheias, secas e inundações, que resultam em severos impactos económicos e sociais.

Na mesma sessão, o governo aprovou o Plano de Recuperação e Crescimento Económico (PRECE), um documento de curto e médio prazo que visa responder aos desafios da atual conjuntura económica. Impissa indicou que o PRECE contempla um pacote de medidas estimado em 2,75 mil milhões de dólares, com 800 milhões destinados a fundos de apoio económico.

O porta-voz acrescentou que a execução do PRECE é vital para restaurar a confiança entre investidores e cidadãos moçambicanos, além de acelerar a recuperação económica e fomentar um ambiente favorável a investimentos. A previsão aponta para um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,5 por cento para 2025, superando a estimativa inicial de 2,4 por cento, com uma expectativa total de crescimento de 6,3 por cento até ao final do período.

Hipertensão em mulheres não grávidas torna-se um desafio crescente em Moçambique

Um estudo realizado pelo Centro de Investigação em Saúde da Manhiça, na província de Maputo, revelou um preocupante aumento do número de casos de hipertensão entre mulheres não grávidas em idade reprodutiva em Moçambique.

A investigação, que envolveu 1.825 mulheres não grávidas e 6.770 gestantes, fez parte do Projecto PRECISE (PREgnancy Care Integrating Translational Science, Everywhere), abrangendo também Gâmbia e Quénia.

Os resultados demonstram que 10,4% das moçambicanas não grávidas em idade fértil apresentam hipertensão clinicamente confirmada, uma taxa significativamente superior à do Quénia, que é de 4,6%, e semelhante à Gâmbia, com 9,3%.

Outro dado alarmante aponta para a discrepância entre a realidade clínica e a percepção individual das mulheres. Apenas 4,2% destas relataram sofrer de hipertensão, enquanto 17% apresentaram pressão arterial elevada. Segundo a investigadora e líder do estudo no país, Esperança Sevene, “a maioria das mulheres com hipertensão não tem consciência do problema ou nunca recebeu um diagnóstico formal”.

Entre as mulheres grávidas, o cenário também é preocupante. Apenas 2,7% das gestantes moçambicanas relataram hipertensão, um número muito inferior ao observado clinicamente. Esperança Sevene sublinha a importância de medir a pressão arterial em todas as consultas de saúde materna, de forma a não perder oportunidades de diagnóstico e intervenção precoce.

Os dados do PRECISE indicam que a maioria das mulheres avaliadas vive em zonas rurais e está maioritariamente envolvida em actividades manuais, como a agricultura. Estes resultados revelam uma lacuna crítica: a dependência dos inquéritos de saúde de relatos pessoais pode não captar a verdadeira prevalência da hipertensão, podendo assim comprometer a eficácia das políticas de saúde pública.

Em Moçambique, como em muitos países africanos, a vigilância em saúde foi historicamente orientada para o combate de doenças infecciosas, como o HIV, a malária e a tuberculose. Contudo, as Doenças Não Transmissíveis (DNT), como hipertensão, diabetes e cancro, estão a emergir como um desafio significativo de saúde pública do século XXI.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a abordagem STEPwise, que combina relatos pessoais com medições biomédicas padronizadas de pressão arterial. A adopção deste método seria uma forma de Moçambique alinhar-se com melhores práticas internacionais e identificar precocemente as mulheres em risco.

A equipe técnica do estudo defende a urgência em reforçar o rastreio da hipertensão nos cuidados primários, com particular atenção nas consultas de Planeamento Familiar e Pré-natal, e a capacitação dos profissionais de saúde para reconhecer e tratar a hipertensão em mulheres jovens.

Além disso, destacam a importância de integrar a prevenção das doenças não transmissíveis nos programas de saúde materna e infantil, bem como intensificar campanhas de sensibilização dirigidas à população, promovendo a medição regular da pressão arterial. Anteriormente, estudos em Moçambique indicavam que cerca de 30% dos adultos poderiam ser hipertensos, com uma tendência crescente, especialmente em áreas urbanas.

Na fase da gravidez, a hipertensão pode levar a complicações graves como a pré-eclâmpsia, representando riscos significativos tanto para a mãe como para o bebé.

Homem provoca incêndio em casa para fugir a despejo

Um homem provocou um incêndio na sua residência como estratégia para evitar a execução de uma ordem de despejo, marcada para terça-feira.

De acordo com relatos, o homem decidiu atear fogo à sua casa antes da chegada das autoridades responsáveis pelo despejo. As chamas rapidamente se alastraram, levando à intervenção dos bombeiros, que conseguiram controlar a situação e evitar danos maiores nas propriedades adjacentes.

Felizmente, não houve registo de feridos, mas o ato desesperado do residente levantou preocupações sobre a crise habitacional e os desafios enfrentados por indivíduos que se encontram em situações vulneráveis. As autoridades estão a investigar os motivos que levaram o homem a tomar tal decisão extrema.

Este incidente sublinha a necessidade de um apoio mais eficaz para aqueles que enfrentam despejos, refletindo a pressão que muitos cidadãos sofrem em relação à segurança das suas habitações.

Dois indivíduos presos por esquema de burla na venda de automóveis pelas redes sociais

O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) da cidade de Maputo anunciou a detenção de dois indivíduos acusados de burlas associadas à falsa intermediação na venda de automóveis.

Segundo o porta-voz da instituição, João Adriano, os detidos utilizavam redes sociais, especialmente o Facebook, para publicar imagens de viaturas, operando sob identidades e contactos falsificados. Quando surgiam interessados, apresentavam-se como intermediários, orientando as vítimas a realizar transferências bancárias directamente para as suas contas. Após o pagamento, cortavam toda a comunicação e retiravam os valores, sem entregar qualquer veículo.

As autoridades indicam que este esquema já causou prejuízos superiores a dois milhões de meticais apenas na cidade de Maputo. No caso mais recente, as perdas ultrapassam os 600 mil meticais, com três processos judiciais em curso relacionados com esta fraude.

João Adriano apelou à população para exercer cautela ao realizar pagamentos de bens anunciados online, salientando que os suspeitos fazem parte de uma rede organizada especializada neste tipo de crime.

Tribunal obriga Vale a pagar 20,7 milhões de dólares ao Governo de Moçambique

O Tribunal Fiscal da Cidade de Maputo determinou que a empresa brasileira Vale deve pagar uma dívida fiscal de 1,3 bilhão de meticais, equivalente a cerca de 20,7 milhões de dólares, ao Governo de Moçambique. 

A decisão foi tomada após o tribunal ter rejeitado um recurso apresentado pela empresa contra a Autoridade Tributária de Moçambique (AT).

A contenda judicial iniciou após a venda dos activos da mina de carvão de Moatize, localizada na província de Tete, para a Vulcan Internacional no ano de 2022.

A Autoridade Tributária calculou que esta transacção gerou um Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas (IRPC) relacionado às mais-valias, montando a um total de 1,3 bilhão de meticais.

A decisão do tribunal reafirma a responsabilidade da Vale em cumprir com as obrigações fiscais no país, um tema que tem sido objecto de atenção nas relações entre o Governo moçambicano e as empresas estrangeiras que operam no território.

CFM recebe novas locomotivas para reforçar transporte de carga

A Empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) recebeu duas novas locomotivas que visam aumentar a capacidade de transporte de mercadorias a nível nacional e regional. 

Este investimento insere-se num projecto mais amplo, que prevê a aquisição de um total de 10 locomotivas até ao final do presente ano, com um custo de 3,4 milhões de dólares por unidade e uma vida útil estimada de 35 anos.

As novas locomotivas, provenientes da Índia, são movidas a diesel e electricidade, apresentando uma capacidade de reboque de 2 700 toneladas em unidade simples e um consumo de 4,5 litros por quilómetro. Este último aspecto é destacado como uma vantagem significativa, dada a eficiência energética das máquinas.

O financiamento para a aquisição das locomotivas foi garantido pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), em conjunto com instituições financeiras moçambicanas, como o Standard Bank e o BCI.

Durante a apresentação das novas aquisições, Agostinho Langa, presidente do Conselho de Administração da CFM, explicou que estas locomotivas fazem parte de um lote destinado a melhorar a capacidade de resposta à demanda do mercado, especialmente em relação aos países da região, como África do Sul e Zimbabwe.

A implementação deste projecto reflete o compromisso da CFM em modernizar a sua frota e optimizar o transporte ferroviário de mercadorias no país.

Israel intensifica ataques em Gaza mesmo sob críticas internacionais

As Forças de Defesa de Israel avançaram na Cidade de Gaza, num momento em que a pressão internacional não surtiu efeito. 

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que “Gaza está a arder”, sublinhando a determinação do país em prosseguir com a operação militar, apesar das advertências e sanções provenientes de líderes europeus e de organizações internacionais.

Segundo a CNN Portugal, os palestinianos descreveram os recentes bombardeamentos como um dos mais devastadores em quase dois anos de conflito.

As Forças de Defesa de Israel confirmaram a entrada no território, com a expectativa de um aumento significativo no número de tropas enviadas nos próximos dias. O objectivo é neutralizar os cerca de três mil combatentes do Hamas que ainda operam na região.

Katz reiterou, através da rede social X, que “Israel ataca com punho de ferro a infra-estrutura terrorista” e que os soldados estão empenhados em criar condições para a libertação dos reféns, bem como para a derrota do Hamas.

Enquanto a comunidade internacional tenta mediar a situação, Israel continua a contar com o apoio inabalável dos Estados Unidos. Donald Trump manifestou o seu apoio, advertindo o Hamas sobre as consequências severas que enfrentarão caso utilizem os reféns na sua estratégia de defesa.

Zâmbia: Homens sentenciados por planear assassinato do Presidente com feitiçaria

Um tribunal zambiano proferiu, na última semana, uma sentença de dois anos de prisão contra Leonard Phiri, um cidadão zambiano, e Jasten Mabulesse Candunde, um moçambicano, por tentativas de assassinato do Presidente Hakainde Hichilema através de práticas de feitiçaria.

Os dois homens foram detidos em Dezembro de 2023, quando estavam na posse de diversos amuletos, entre os quais se incluía um camaleão vivo. Durante o julgamento, o magistrado Fine Mayambu afirmou que os condenados não eram apenas adversários do chefe de Estado, mas sim inimigos de todos os zambianos.

A acusação alegou que Phiri e Candunde foram contratados por um antigo deputado procurado pela justiça para enfeitiçar o Presidente. O magistrado mencionou que Leonard Phiri demonstrou durante o processo que a cauda do camaleão, quando utilizada em um ritual específico, provocaria a morte de Hichilema em um prazo de cinco dias.

O juiz enfatizou que o cerne da questão não se centra nas capacidades sobrenaturais dos réus, mas sim na sua pretensão de exercer feitiçaria, evidenciada pelas provas apresentadas em tribunal.

Os condenados, além da pena principal de dois anos por feitiçaria, foram igualmente sancionados com mais seis meses de prisão pela posse de amuletos. Contudo, as penas serão cumpridas em simultâneo, resultando em uma detenção total de dois anos desde a data da sua captura.

Este caso marca um marco na Zâmbia, sendo a primeira vez que alguém é julgado por usar feitiçaria com o intuito de atacar um Presidente, conforme a antiga Lei da Feitiçaria, estabelecida em 1914, durante o período colonial.

Cabo Delgado: Mais de 20 pescadores sob investigação por vínculos com grupos armados

A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve pelo menos 20 pescadores no distrito de Ancuabe, norte de Cabo Delgado, sob suspeita de envolvimento com actividades terroristas. 

Os pescadores, que regressavam da zona costeira de Mocímboa da Praia, foram interceptados enquanto se dirigiam para a Vila de Chiúre, com destino a um distrito de Nampula.

A detenção ocorreu por volta das 11h00, numa aldeia nas proximidades do rio Megaruma, após a população local ter alertado as autoridades sobre a presença de um camião transportando indivíduos de conduta duvidosa. Durante a abordagem, os agentes da PRM encontraram no veículo armas brancas, como facas e catanas, além de material de pesca e produtos pesqueiros, incluindo colchões, peixe seco e arroz.

Fontes citadas pela publicação “Carta de Moçambique” referem que os detidos são suspeitos de pertencer a grupos terroristas que operam na província de Cabo Delgado há quase oito anos. O grupo de detidos incluía mulheres, o que suscitou a curiosidade de muitos transeuntes durante a detenção.

Após serem levados para o posto policial de Metoro, os detidos foram posteriormente transportados para a cidade de Pemba, em condições de forte segurança militar. Relatos adicionais indicam que, neste momento, os indivíduos se encontram em Mueda, onde estão a ser submetidos a investigação pelo Centro do Teatro Operacional Norte (TON).

Governo aprova estratégia multissetorial para erradicar a cólera até 2030

Na sua mais recente sessão ordinária, o Conselho de Ministros de Moçambique aprovou o Plano de Eliminação da Cólera (PEC), que está orçado em 31 mil milhões de meticais. A informação foi divulgada pelo porta-voz do Conselho, Inocêncio Impissa.

O financiamento do PEC será assegurado através do Orçamento do Estado, bem como de parceiros de cooperação bilateral e multilateral, parcerias público-privadas e organizações filantrópicas. A cólera permanece uma preocupação endémica em várias regiões do país e do mundo, o que torna urgente a implementação de medidas concretas para o seu controle.

Impissa enfatizou que a natureza multifatorial da doença exige uma abordagem integrada, focando-se nos principais determinantes que contribuem para a sua propagação. O PEC é descrito como um compromisso do governo para erradicar a cólera como um problema de saúde pública, estabelecendo a meta de um Moçambique livre da doença até 2030. O plano visa garantir que as comunidades tenham acesso à água segura, saneamento adequado e cuidados de saúde de qualidade, mediante acções multissectoriais coordenadas e baseadas em evidências científicas.

Em Maio deste ano, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) disponibilizaram 2,3 milhões de doses de vacinas contra a cólera ao Ministério da Saúde.

Essas vacinas foram destinadas a fortalecer os esforços de proteção das crianças com idade superior a um ano e suas famílias nas áreas de maior risco em Moçambique.

Mais de 40 motorizadas irregulares apreendidas em Inhambane

Nos últimos meses, a cidade de Inhambane tem assistido a uma preocupante série de acidentes envolvendo mototaxistas, um fenómeno que deixou profundas marcas nas famílias afectadas e revelou fragilidades na regulação desta actividade. 

Apenas numa semana, três vidas foram tragicamente perdidas em acidentes com motorizadas dedicadas ao transporte de passageiros.

Diante deste cenário alarmante, as autoridades municipais decidiram tomar medidas firmes. O resultado imediato foi a apreensão e subsequente legalização de mais de 40 motorizadas que circulavam de forma irregular, sem a devida documentação ou licenciamento.

A iniciativa não se restringiu, no entanto, à vertente repressiva. O município manifestou a intenção de capacitar os condutores, visando trazer ordem a um sector que cresceu de maneira descontrolada.

Novais Abubacar, vereador para a Área dos Transportes no município de Inhambane, enfatiza que o principal objectivo desta acção não é a perseguição dos mototaxistas, mas sim a salvaguarda de vidas e a restauração da segurança nas estradas da cidade.

“O trabalho foi positivo. Conseguimos alcançar os nossos objectivos, que consistiam em travar, ou pelo menos reduzir, a frequência dos acidentes que ocorriam quase semanalmente. Por isso, realizámos a campanha e apreendemos os meios que circulavam ilegalmente. Os resultados já se fazem sentir. Desde então, os acidentes praticamente cessaram e notamos uma mudança no comportamento dos mototaxistas, com um aumento da prudência e do respeito nas estradas”, afirmou o vereador, destacando o impacto imediato das medidas.

Apesar das apreensões, a edilidade decidiu combinar a acção enérgica com iniciativas pedagógicas. De acordo com Novais Abubacar, foi realizada uma campanha de sensibilização sobre condução defensiva, sublinhando junto dos condutores a importância de respeitar o código de estrada.

“Retiramos os meios que operavam ilegalmente, mas também proporcionamos oportunidades de capacitação. Não se trata apenas de legalizar a motorizada; é fundamental legalizar o condutor. Muitos destes jovens nunca tiveram contacto com uma escola de condução. Aprenderam em casa, com amigos ou familiares, e depois se lançaram à estrada para transportar passageiros. Essa situação é extremamente perigosa”, concluiu.

Jovem detido em Nampula por tentar vender filha de dois anos por 100 mil dólares

Um jovem de 18 anos foi detido pela Polícia da República de Moçambique (PRM) em Nampula, após tentar vender a sua filha de apenas dois anos por 100 mil dólares, o que equivale a cerca de 6,3 milhões de meticais. 

O incidente ocorreu no dia 07 deste mês, quando o suspeito estava em negociações com um cidadão de nacionalidade nigeriana.

De acordo com Dércio Samuel, chefe do Departamento de Relações Públicas no Comando Provincial da PRM em Nampula, a detenção do indivíduo ocorreu antes que a transacção fosse concretizada. “Recebemos uma denúncia de que um jovem de 18 anos pretendia vender a própria filha com o intuito de enriquecer. A polícia agiu de imediato, comunicou à mãe da criança e o suspeito encontra-se agora detido nas nossas subunidades. O processo já está a ser instruído para a sua responsabilização,” afirmou Dércio.

O jovem confessou o crime, alegando ter sido influenciado por amigos que o convenceram de que a venda de crianças poderia ser uma forma de enriquecer. “Disseram-me que, se vendêssemos as crianças, ficaríamos ricos, teríamos casa, prédio e carro, avaliados em 100 mil dólares. Eu levei a minha filha, e outro amigo levou o filho dele, mas acabei por ser o único apanhado. A pessoa que iria comprar é um boss. Isto aconteceu há uma semana, e a minha esposa não sabia, disseram-me que deveria enganar ela, dizendo que a criança seria levada para Maputo; esse era o truque,” revelou o acusado.

A PRM assegurou que o caso permanece sob investigação, com o objectivo de identificar outros possíveis envolvidos, incluindo os supostos compradores.

Cabo Delgado regista 5.770 deslocados após novos ataques terroristas

O total de deslocados em três distritos de Cabo Delgado, norte de Moçambique, aumentou para 5.770, em consequência dos recentes ataques perpetrados por grupos terroristas. 

A informação foi divulgada pela Organização Internacional para as Migrações (OIM), que actualizou os dados até 15 de Setembro.

Conforme um relatório da OIM, a escalada de violência e a crescente sensação de insegurança foram registadas entre 25 de Agosto e 11 de Setembro nos distritos de Muidumbe, Mocímboa da Praia e Montepuez. Este panorama de instabilidade resultou no deslocamento de aproximadamente 5.770 pessoas, correspondendo a 1.471 famílias. Destas, 3.271 pessoas fugiram de Mocímboa da Praia, 2.230 abandonaram várias localidades no distrito de Muidumbe e 269 deslocaram-se do distrito de Montepuez.

Nos últimos quatro dias, o aumento registado foi de 1.500 deslocados, conforme os dados do balanço anterior. Dentre os deslocados actuais, 2.601 são crianças, 235 são idosos e 131 são mulheres grávidas, segundo o relatório disponível.

A OIM destaca que as necessidades mais urgentes incluem assistência alimentar, abrigo, itens não alimentares e serviços de protecção. Um total de 1.462 pessoas encontrou refúgio na localidade de Mueda, entre outros destinos.

No final de Julho, a OIM já havia reportado que os ataques de grupos terroristas no sul da província de Cabo Delgado resultaram em mais de 57 mil deslocados no distrito de Chiúre. A província tem assistido a um recrudescimento dos ataques desde Julho, com os distritos de Chiúre, Muidumbe, Quissanga, Ancuabe, Meluco e, mais recentemente, Mocímboa da Praia a serem os principais alvos.

Um ataque em Muidumbe, ocorrido a 6 de Setembro, resultou na morte de pelo menos seis pessoas e no saque de campos agrícolas. O Governo moçambicano expressou o seu pesar pelos recentes ataques terroristas em Cabo Delgado, reiterando a responsabilidade do Estado em combater e prevenir a violência, de forma a minimizar o sofrimento da população.

Inocêncio Impissa, porta-voz do Conselho de Ministros, afirmou que as Forças de Defesa e Segurança estão mobilizadas e a actuar no terreno, sob a coordenação dos ministros da Defesa e do Interior, que têm a responsabilidade de fornecer actualizações sobre a situação na região. O porta-voz reafirmou a necessidade de travar a “onda de malfeitores” em Cabo Delgado, com o intuito de evitar novos deslocamentos.

Incêndio num barco de migrantes ao largo da Líbia causa pelo menos 50 mortos

Pelo menos 50 pessoas perderam a vida devido a um incêndio que irrompeu num barco de migrantes ao largo da costa da Líbia, conforme anunciado pela Organização Internacional para as Migrações (OIM).

A OIM expressou a sua profunda consternação pela trágica perda de vidas, tendo indicado que o incidente ocorreu a 14 de Setembro e envolveu um navio que transportava 75 refugiados sudaneses. A agência das Nações Unidas, através de uma mensagem nas redes sociais, enfatizou a gravidade da situação.

Ainda segundo a OIM, foram prestados “cuidados médicos vitais a 24 sobreviventes”, destacando a urgência de implementar medidas que possam evitar novas tragédias no mar Mediterrâneo.

A rota utilizada pelos migrantes no Mediterrâneo central é considerada uma das mais perigosas do mundo, com partida principalmente do Norte de África, nomeadamente da Tunísia e da Líbia, em direcção a Itália. Em 2023, a OIM reportou que 876 pessoas já morreram ou desapareceram no mar nesta rota.

Desde o começo do ano, o número de migrantes e refugiados que perderam a vida no Mediterrâneo central eleva-se a 816, totalizando 1.225 mortes em todo o Mediterrâneo, sendo que cerca de 300 continuam desaparecidos. A OIM sublinha que os dados disponíveis são baseados em informações oficiais, mas admite que o número real pode ser ainda mais elevado.

Governo promete reabilitar Hospital Geral da Machava

O Governo de Moçambique, através do ministro da Saúde, Ussene Isse, anunciou a intenção de mobilizar recursos financeiros e institucionais para a reabilitação e modernização do Hospital Geral da Machava, uma unidade de referência no tratamento da tuberculose.

Durante uma visita àquela unidade sanitária, Isse expressou a sua preocupação com o estado de degradação das infraestruturas, particularmente nas áreas física e hidráulica, as quais comprometem a qualidade do atendimento aos pacientes e o ambiente de trabalho dos profissionais de saúde.

Em declarações a um jornal local, o governante enfatizou que o Hospital Geral da Machava não pode permanecer nas condições actuais, defendendo uma intervenção imediata e abrangente. A falta de datas concretas para o início das obras, no entanto, foi um ponto de frustração para os presentes na visita.

No mesmo contexto, Isse visitou uma unidade adjunta que actua como Centro de Referência para o tratamento da tuberculose, recentemente construída com o apoio do Banco Mundial.

O ministro revelou que esta instituição será considerada no pedido de apoio ao Ministério da Saúde (MISAU) para a reabilitação do Hospital Geral da Machava.

Vagas de emprego do dia 17 de Setembro de 2025

Foram publicadas hoje, dia 17 de Setembro no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Clique aqui para baixar a edição em PDF.

Vagas de emprego abertas para hoje:

1. Vaga para Legal II

A TechnipFMC pretende recrutar um (1) Legal II. Saiba mais.

2. Vaga para General Worker

A Unitrans pretende recrutar um (1) General Worker. Saiba mais.

3. Vaga para Senior Specialist Internal Audit

A Vodafone pretende recrutar um (1) Senior Specialist Internal Audit. Saiba mais.

4. Vaga para Manager: Money Laundering Report Officer (MLRO)

A Vodafone pretende recrutar um (1) Manager: Money Laundering Report Officer (MLRO). Saiba mais.

5. Vaga para Topógrafo

A MD Consultores pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Topógrafo. Saiba mais.

6. Vaga para Secretária Executiva

A Mawonelo Consultoria e Serviços E.I pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Secretária Executiva. Saiba mais.

7. Vaga para Oficial do Mecanismo de Resposta Rápida

A Action Contre La Faim pretende recrutar um (1) Oficial do Mecanismo de Resposta Rápida. Saiba mais.

8. Vaga para Consultor

O CESC – Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil é uma organização moçambicana, sem fins lucrativos pretende recrutar um/a (1) Contratação de Consultor(a) para Elaboração da Estratégia de Comunicação e Visibilidade do Programa WVL-ALIADAS Renovado. Saiba mais.

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vaga para Intern Fault Managment

A Vodafone pretende recrutar um (1) Intern Fault Managment. Saiba mais.

2. Vaga para Offshore Engineering & Rotation Installation Roles (Multiple Levels)

A SGS pretende recrutar um (1) Offshore Engineering & Rotation Installation Roles (Multiple Levels). Saiba mais.

3. Vagas para Health Economics and Financing Experts

A Management Sciences for Health (MSH) pretende recrutar Health Economics and Financing Experts. Saiba mais.

4. Vaga para Gestor Sénior de Procurement

O CESC – Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil pretende recrutar um (1) Gestor Sénior de Procurement. Saiba mais.

5. Vaga para Buyer

A TechnipFMC pretende recrutar um (1) Buyer. Saiba mais.

6. Vaga para SHERQ Manager

A GML – GRINDROD MOZAMBIQUE LIMITED pretende recrutar um (1) SHERQ Manager. Saiba mais.

7. Vaga para Consultor – Recursos Humanos

A Deloitte pretende recrutar um (1) Consultor – Recursos Humanos. Saiba mais.

8. Vaga para Brewing Specialist

A AB InBev pretende recrutar um (1) Brewing Specialist. Saiba mais.

9. Vaga para Secretária Comercial com Domínio em Desenho Gráfico

A Kapitalis & Humanus pretende recrutar um (1) Secretária Comercial com Domínio em Desenho Gráfico. Saiba mais.

10. Vaga para M&E Consultant

A Population Services International (PSI) pretende recrutar um (1) M&E Consultant. Saiba mais.

11. Vaga para Senior Security Officer

A UNOPS pretende recrutar um (1) Senior Security Officer. Saiba mais.

12. Vaga para Administration Assistant/Driver

A UNOPS pretende recrutar um (1) Administration Assistant/Driver. Saiba mais.

13. Vagas para Account Developer

A Coca-Cola Beverages Africa pretende recrutar dois (2) Account Developer. Saiba mais.

14. Vaga para Concrete Pumps Operator

A Saipem pretende recrutar um (1) Concrete Pumps Operator. Saiba mais.

15. Vaga para Gestor de Advocacia e Politicas

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor de Advocacia e Politicas. Saiba mais.

16. Vaga para Consultoria: Apoio Técnico para Celebração de Acordos Quadro

O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar um/a (1) Consultor(a) Especializado(a) para apoiar o processo de avaliação, seleção e celebração desses Acordos-Quadro. Saiba mais.

17. Vagas para Oficiais de Nutrição

A Action Contre La Faim pretende recrutar dois (2) Oficiais de Nutrição. Saiba mais.

18. Vaga para Accounts Receivable

A Aga Khan Academy Maputo pretende recrutar um (1) Accounts Receivable. Saiba mais.

19. Vaga para Técnico de Eletrónica

A Técnica PC, empresa especializada na reparação e venda de acessórios para laptops, está a recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Eletrónica. Saiba mais.

20. Vaga para Cost and Document Controlling Specialists 

A RINA pretende recrutar um (1) Cost and Document Controlling Specialists. Saiba mais.

21. Vaga para Import – Export Specialist Intern

A SLB pretende recrutar um (1) Import – Export Specialist Intern. Saiba mais.

22. Vaga para Tax Accountant Intern

A SLB pretende recrutar um (1) Tax Accountant Intern. Saiba mais.

23. Vaga para M&E Officer

A Population Services International (PSI) pretende recrutar um (1) M&E Officer. Saiba mais.

24. Vaga para Gestor de Administração, Finanças e Recursos Humanos

A Ekitalci pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Administração, Finanças e Recursos Humanos. Saiba mais.

25. Vagas para Coordenadores Regionais – Crédito ao Funcionário Público

A Ekitalci pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Coordenadores Regionais – Crédito ao Funcionário Público. Saiba mais.

26. Vaga para Coordenador de Vendas

A Ekitalci Consultoria e Investimentos pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Vendas. Saiba mais.

27. Vaga para Head of Programmes

A WaterAid pretende recrutar um (1) Head of Programmes. Saiba mais.

28. Vaga para HSE Trainer

A McDermott pretende recrutar um (1) HSE Trainer. Saiba mais.

29. Vaga para Fiscal Sénior

A BVi Engenheiros Consultores Moçambique Lda, pretende recrutar um (1) Fiscal Sénior. Saiba mais.

30. Vaga para Senior National Project Agronomist

A Food and Agriculture Organization (FAO) pretende recrutar um (1) Senior National Project Agronomist. Saiba mais.

Assessora financeira de Venâncio Mondlane absolvida por Tribunal de Maputo

O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo absolveu Glória Nobre, a assessora financeira do político moçambicano Venâncio Mondlane, que se encontrava em prisão preventiva desde Março. 

A decisão abrange também outros 11 detidos no mesmo processo, como anunciou o ex-candidato presidencial através de uma transmissão ao vivo na sua página oficial do Facebook.

Venâncio Mondlane declarou: “Hoje tivemos uma grande vitória. Definitivamente a Glória Nobre está livre de todos os crimes que era ilegalmente, falsamente e ilicitamente acusada.” A assessora foi anteriormente acusada de tentativa de alteração violenta do Estado de direito, associação criminosa e conspiração contra a segurança do Estado.

Durante a audiência de Glória Nobre Chire, detida em 13 de Março na sua residência em Maputo, o político referiu que a juíza de instrução criminal fundamentou todas as suas decisões na legislação vigente, sem se deixar influenciar por pressões políticas. Mondlane sublinhou que “em nenhum momento, na decisão que ela tomou, mostrou algum elemento de política”.

A decisão do tribunal baseou-se no reconhecimento de que os elementos de prova apresentados foram obtidos de forma ilegal, infringindo formalidades legais. Isso incluiu a obtenção de documentos de confidencialidade bancária sem a devida autorização judicial, bem como detenções sem mandado. Mondlane apontou também a adulteração das datas dos autos de notícia como um dos factores que comprometeram a validade do processo.

O ex-candidato presidencial afirmou ser legítimo considerar a abertura de um processo contra o Estado devido às detenções consideradas ilegais. “Hoje a própria juíza disse que, pela forma ilegal em que as provas, ou supostas provas, foram recolhidas, há espaço não só para indemnização mas também para a responsabilização criminal das pessoas que estiveram a instruir este processo, sobretudo da parte da polícia que usou até tortura para recolher confissões e provas”, acrescentou.

Glória Monteiro Nobre Chire, de 59 anos, contabilista na reforma, exercia funções como responsável financeira de Venâncio Mondlane, que liderou uma das maiores contestações aos resultados eleitorais em Moçambique desde o restabelecimento da democracia em 1994.

O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo já havia determinado, a 5 de setembro, a libertação da assessora financeira, numa decisão considerada por Mondlane como um reflexo da natureza política do processo. “Isto confirma aquilo que sempre dissemos, que era um processo político, porque é agora o Ministério Público a despronunciá-la dos crimes de que a acusava”, concluiu.

Israel envia tropas para interior de Gaza em ofensiva contra o Hamas

O exército israelita confirmou ter tropas no interior da cidade de Gaza, onde calcula estarem entre 2.000 e 3.000 combatentes do Hamas, que considera ser o “principal bastião” do grupo islamita palestiniano.

O exército israelita confirmou hoje ter tropas no interior da cidade de Gaza, onde calcula estarem entre 2.000 e 3.000 combatentes do Hamas, que considera ser o “principal bastião” do grupo islamita palestiniano.

Um porta-voz militar disse que, embora as forças já estivessem a operar há várias semanas nos arredores da capital da Faixa de Gaza, durante a noite intensificaram as operações dentro da cidade, noticiou a agência espanhola EFE.

“Estamos a avançar em direcção ao centro” da cidade de Gaza, afirmou o porta-voz militar, também citado pela agência France-Presse (AFP).

Homem detido em Tete com oito quilos de cannabis sativa

Um homem foi detido na cidade de Tete, em posse de dois sacos e meio de cannabis sativa, vulgarmente conhecida como suruma, totalizando cerca de oito quilos da substância.

Segundo Nelton Machavane, chefe do Departamento de Relações Públicas no Comando Provincial da Polícia da República de Moçambique (PRM), o suspeito foi interceptado enquanto se deslocava numa motorizada, proveniente da localidade de Zobué, no município de Moatize, com destino ao distrito de Mágoè, onde planeava comercializar a droga.

A PRM está a investigar a origem da cannabis, tentando determinar se é proveniente da província de Tete ou de outras áreas do país. A força policial também está a envidar esforços para identificar possíveis cúmplices, uma vez que a intenção de levar a substância para Mágoè sugere a existência de compradores.

Além da detenção do homem em posse da droga, a PRM apresentou dois indivíduos, de 23 e 26 anos, detidos na oitava esquadra, suspeitos de furtos e roubos. Outros dois membros da mesma quadrilha permanecem foragidos.

REVIMO retoma operações na portagem de Cumbeza após longa paralisação

A Rede Viária de Moçambique (REVIMO) reiniciou a cobrança de taxas na portagem de Cumbeza, localizada no município de Marracuene, província de Maputo. 

A suspensão das cobranças durou cerca de sete meses, período que se seguiu aos protestos pós-eleitorais.

A retoma das operações na Praça de Portagem de Cumbeza ocorre após a realização de trabalhos de reabilitação significativos. Segundo o engenheiro responsável pelas obras, Cândido Djedje, o investimento necessário para a recuperação da portagem ascendeu a aproximadamente 66 milhões de meticais. Os trabalhos incluíram, entre outras intervenções, a reposição de placas danificadas durante as manifestações.

Adicionalmente, a REVIMO confirmou que os antigos trabalhadores da portagem já reataram as suas funções, após a suspensão temporária dos contractos de trabalho. Durante o período de interrupção, estes profissionais continuaram a receber subsídios.

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