A gestão do Fundo para o Asilo, a Migração e a Integração, que foi auditado em 2019 pelo Tribunal de Contas, continua sem controlo. Há dois anos que aquele tribunal está a acompanhar os processos, mas ainda está longe de haver conclusões.
Foi detetada uma discrepância de um milhão de euros no dinheiro que era recebido pelos refugiados e que efetivamente ia para o Alto Comissariado para as Migrações, mas há muitas situações que continuam por explicar.

















