O vice-ministro dos Combatentes, Marcelino Liphola, garantiu, semana passada, em Nampula, que todos os 87 mil combatentes da Defesa da Soberania e da Democracia inscritos no país terão acesso às suas pensões. O governante deu esta garantia na sequência das constantes queixas apresentadas pelos combatentes, relacionadas, sobretudo, com alegada morosidade da tramitação dos processos, referentes ao pagamento de bónus pela sua participação nas forças armadas, de reinserção social, invalidades, incluindo de reforma.
Para Marcelino Liphola, afirmar que o Governo não está a flexibilizar o processo “é uma impressão errada”, porquanto em todas as direcções provinciais se encontram afixadas várias listas dos combatentes, alguns dos quais aguardando já pelo pagamento dos respectivos bónus, junto ao sector de Finanças.
No encontro que manteve, no último fim-de-semana, com uma parte dos desmobilizados da cidade da Ilha de Moçambique, no quadro de uma visita de trabalho de três dias à província de Nampula, o governante explicou que, a nível do país, a tramitação dos processos de pensões para os “soberanos e democratas” teve início apenas no passado mês de Janeiro, não tendo sido possível cobrir maior número dos beneficiários em apenas cinco meses.
O País















