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Quinta-feira, Agosto 6, 2026
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Vagas de emprego do dia 06 de Fevereiro de 2024

Foram publicadas hoje, dia 06 de Fevereiro no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Clique aqui para baixar a edição em PDF.

Vagas de emprego abertas para hoje:

1. Vagas para Faxineiros

A RoyalRH pretende recrutar para o seu cliente três (3) Faxineiros. Saiba mais.

2. Vagas para Auditores

A Intercampus – Estudos de Mercado, Lda está a recrutar Enumeradores para um Projecto de Auditoria no qual os mesmos deverão trabalhar como Auditores. Saiba mais.

3. Vaga para Gestor de Cliente Empresa

A Ekitalci pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Cliente Empresa. Saiba mais.

4. Vaga para Técnico de Auto Emprego

A ESSOR pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Auto Emprego. Saiba mais.

5. Vaga para Gestor de Subvenções

A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Subvenções. Saiba mais.

6. Vaga para Gestor de Clientes

A Mil Microcrédito pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Clientes. Saiba mais.

7. Vaga para Assistente de Projecto

A Save the Children International (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Assistente de Projecto. Saiba mais.

8. Vaga para Estagiário de MEAL

A Save the Children International (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Estagiário de MEAL. Saiba mais.

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vaga para Facilitadora Distrital de Educação

A Associação PROGRESSO pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Facilitadora Distrital de Educação. Saiba mais.

2. Vagas para Paralegais

A Associação PROGRESSO pretende recrutar para o seu quadro de pessoal vinte (20) Paralegais. Saiba mais.

3. Vaga para Técnico Jurídico (Prestador de Serviços STTS)

A Associação PROGRESSO pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Jurídico (Prestador de Serviços STTS). Saiba mais.

4. Vaga para Motorista de Táxi – YANGO

A Sbmozmedia & Serviços pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista de Táxi – YANGO. Saiba mais.

5. Vagas para Gestores de Area (Field Managers) – Trainee

A PEP pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Gestores de Area (Field Managers) – Trainee. Saiba mais.

6. Vaga para Assistente Administrativo

A COBEST pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.

7. Vaga para Oficial de Monitoria e Avaliação

A ADPP Moçambique (Associação de Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo) pretende recrutar um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.

8. Vaga para Assistente de Vendas

A ADPP Moçambique (Associação de Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo) pretende recrutar um (1) Assistente de Vendas. Saiba mais.

9. Vaga para Oficial de Controlo Financeiro e Relatório

A Fundação Aga Khan pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Controlo Financeiro e Relatório. Saiba mais.

10. Vaga para Coordenador de Controlo de Créditos e Contas a Receber

O Entreposto, com sólida reputação e presença em mercados de diferentes Continentes, pretende recrutar para a sua área financeira um (1) Coordenador de Controlo de Créditos e Contas a Receber. Saiba mais.

11. Vagas para Técnicos Administrativos

A RoyalRH pretende recrutar para o seu cliente dois (2) Técnicos Administrativos. Saiba mais.

12. Vaga para Oficial de Comunicação

A RoyalRH pretende recrutar para o seu cliente um (1) Oficial de Comunicação. Saiba mais.

13. Vaga para Contabilista/Técnica de Contas

A Nova Era Entretenimento Lda, pretende recrutar uma (1) Contabilista/Técnica de Contas. Saiba mais.

14. Vaga para Secretária/Tesoureira

A Rede para o Desenvolvimento da Primeira Infância (RDPI) pretende contratar uma (1) Secretária/Tesoureira. Saiba mais.

15. Vaga para Assistente de Contabilidade

A Rede para o Desenvolvimento da Primeira Infância (RDPI) pretende contratar um (1) Assistente de Contabilidade. Saiba mais.

16. Vaga para Gerente Comercial

A RoyalRH pretende recrutar para o seu cliente um (1) Gerente Comercial. Saiba mais.

17. Vaga para Secretária Administrativa

A RoyalRH pretende recrutar para o seu cliente uma (1) Secretária Administrativa. Saiba mais.

18. Vaga para Coordenador de Mentoria

A Save the Children International (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um/a (1) Coordenador(a) de Mentoria. Saiba mais.

19. Vaga para Country Security & Logistics Advisor

A iMMAP Inc. pretende recrutar um (1) Country Security & Logistics Advisor. Saiba mais.

20. Vaga para Auxiliar Administrativo

A AKA Solution, Lda., pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Auxiliar Administrativo. Saiba mais.

21. Vagas para Técnicos de Informática

A MFI Document Solution está a recrutar dois (2) Técnicos de Informática. Saiba mais.

Gaza: Mais uma fatalidade resultante de ataque de elefantes em Massingir

Um novo incidente trágico ocorreu no distrito de Massingir, na Província de Gaza, resultando na morte de mais um indivíduo vítima de um ataque de elefantes.

O trágico episódio teve lugar na aldeia de Mavoze, situada no interior do Parque Nacional do Limpopo, na última sexta-feira. A vítima, um homem de sessenta e um anos, encontrava-se a procurar o seu gado quando foi atacado até à morte por um elefante.

Malaquias Cuamba, chefe do posto administrativo de Mavoze, confirmou o incidente e informou que uma equipa multissectorial composta por peritos forenses e elementos do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) deslocou-se ao local para realizar a perícia e posteriormente trasladar o corpo para a morgue do Centro de Saúde de Massingir.

Cuamba explicou que a presença de elefantes no distrito está a tornar-se uma preocupação crescente, gerando apreensão nas comunidades locais.

Neste ano, já ocorreram duas outras fatalidades em Massingir devido a ataques de elefantes, sendo que a última morte ocorreu na semana passada.

Presidente da Assembleia da República defende rotatividade geográfica na liderança do Parlamento Pan-Africano

A Presidente da Assembleia da República de Moçambique, Esperança Bias, defendeu o princípio da rotatividade geográfica na presidência do Parlamento Pan-Africano.

A sua posição foi expressa durante a Reunião Extraordinária da Comissão Executiva do Fórum Parlamentar da SADC e dos Presidentes dos Parlamentos Membros, realizada na Cidade do Cabo, África do Sul.

Esperança Bias salientou a importância de respeitar o Regimento do Parlamento Pan-Africano, que estabelece o princípio da rotatividade geográfica na liderança da organização. Segundo a presidente, este princípio garante a representatividade de todos os países membros e contribui para a construção de um Parlamento Pan-Africano mais forte e coeso.

A Reunião Extraordinária teve como objetivo debater e propor soluções para a crise de liderança que afeta o Parlamento Pan-Africano. A crise foi provocada pela disputa entre o atual presidente, Roger Nkodo Dang, e o seu antecessor, George Ndungu, ambos reivindicando a legitimidade do cargo.

Moçambique nega desvio de 24 milhões de euros destinados ao combate à Covid-19

A Ministra do Género, Criança e Ação Social de Moçambique refutou as alegações de desvio de mais de 24 milhões de euros dos fundos destinados à prevenção e combate à Covid-19 em 2021 no Instituto Nacional de Ação Social (INAS).

“Não houve desvio de fundos nenhuns no INAS. Nós conseguimos abranger 1,7 milhões de famílias quando aconteceu a Covid-19”, afirmou Nyeleti Mondlane, durante um evento público, conforme citado pela comunicação social no domingo.

A controvérsia surgiu devido a uma auditoria do Tribunal Administrativo de Moçambique que revelou um desvio equivalente a mais de 24 milhões de euros nos fundos desembolsados pelo Estado em 2021 para prevenção e mitigação da pandemia de Covid-19.

O relatório de auditoria, ao qual a Lusa teve acesso em dezembro, indicou que o INAS, uma instituição pública tutelada pelo Ministério do Género, Criança e Ação Social, gastou cerca de 1,71 mil milhões de meticais (24,2 milhões de euros). O documento apontou a ausência de evidências da contraprestação dos serviços contratados, caracterizando tal situação como desvio de fundos.

Embora a ministra não tenha fornecido detalhes específicos sobre a aplicação dos fundos, ela enfatizou que o montante foi direcionado às famílias mais vulneráveis. Qualquer comentário adicional sobre o caso foi remetido para o Ministério da Economia e Finanças.

A auditoria também identificou pagamentos indevidos superiores a 78,6 milhões de meticais (1,1 milhões de euros) e despesas não elegíveis de 25 milhões de meticais (354 mil euros). O Tribunal Administrativo destacou ainda contratos não submetidos à fiscalização prévia, irregularidades na contratação e falta de documentos justificativos de despesas.

O relatório sublinha que as “deficiências” no controle e gestão dos fundos contribuíram para distorções materiais nas Demonstrações Financeiras, destacando a “comunicação deficitária” em relação à finalidade dos desembolsos e a falta de mecanismos eficazes para garantir a conformidade com as regras de ‘procurement’ e especificações técnicas.

O documento contextualiza a solicitação de empréstimo ao Fundo Monetário Internacional e apoio aos parceiros de cooperação para cobrir as necessidades de um “plano de necessidades” orçado em 700 milhões de dólares, destinados à prevenção e tratamento, apoio ao Orçamento do Estado, transferências às famílias e micro-negócios.

Fraude Milionária com utilização de Inteligência Artificial: Criminosos fazem-se passar por Diretor Financeiro

Num dos primeiros casos deste género na cidade, perpetradores de uma fraude utilizaram a tecnologia “deepfake” para assumirem a identidade do diretor financeiro. Os vídeos foram pré-gravados e não incluíam qualquer diálogo ou interação com a vítima.

A polícia de Hong Kong divulgou que uma empresa multinacional foi alvo de um roubo de quase 26 milhões de dólares, numa fraude que se baseou na tecnologia “deepfake”, a qual utiliza inteligência artificial para criar vídeos.

A técnica do “deepfake” envolve a produção ou modificação de gravações de vídeo ou áudio através de inteligência artificial, apresentando o potencial de gerar desinformação ao possibilitar que pessoas sejam retratadas a dizer coisas que nunca proferiram ou substituir rostos de forma tão perfeita que é difícil detetar a falsificação.

Um funcionário de uma empresa num centro financeiro chinês recebeu “chamadas por videoconferência de alguém que se fazia passar por um quadro superior da sua empresa e que lhe pedia para transferir dinheiro para determinadas contas bancárias”, declarou a polícia, citada pela agência de notícias AFP.

O relato do incidente foi feito à polícia a 29 de janeiro, quando aproximadamente 26 milhões de dólares (24 milhões de euros) já haviam sido transferidos em 15 transações.

“As investigações estão em curso e até à data não foram efetuadas quaisquer detenções”, afirmou a polícia.

De acordo com os meios de comunicação social de Hong Kong, a vítima trabalhava no departamento financeiro, sendo que os criminosos se fizeram passar pelo diretor financeiro da empresa, com sede no Reino Unido.

O oficial superior da polícia, Baron Chan, explicou que a videoconferência envolveu vários participantes, mas todos, exceto a vítima, estavam a fingir ser outras pessoas.

“Os criminosos encontraram vídeos e áudios disponíveis publicamente na rede YouTube e depois utilizaram a tecnologia ‘deepfake’ para imitar as vozes… para enganar a vítima e fazê-la seguir as suas instruções”, disse Baron Chan aos jornalistas.

Os vídeos “deepfake” eram pré-gravados e não implicavam qualquer diálogo ou interação com a vítima, acrescentou.

Ataque a esquadra no Paquistão resulta na morte de dez agentes policiais

Segundo informações da polícia local, uma esquadra no noroeste do Paquistão foi alvo de um ataque envolvendo dezenas de assaltantes.

O incidente resultou na trágica morte de pelo menos dez agentes paquistaneses, ocorrendo apenas alguns dias antes das eleições legislativas e provinciais, programadas para quinta-feira. O aumento da violência tem sido evidente no período que antecede a votação, com dezenas de ataques registados contra candidatos e apoiantes de partidos, conforme reportado pela AFP.

O chefe da polícia da província de Khyber Pakhtunkhwa, Akhtar Hayat Gandapur, informou à AFP que “mais de 30 terroristas lançaram um ataque a partir de três direções. Houve uma troca de tiros durante mais de duas horas e meia”.

O ataque visou a esquadra de polícia de Chaudhwan, no distrito de Dera Ismail Khan, resultando na morte de dez agentes e deixando quatro feridos. Durante o ataque, os assaltantes conseguiram temporariamente tomar controlo da esquadra, que teve início por volta das 01:30h.

A região fronteiriça de Khyber Pakhtunkhwa tem sido alvo frequente de ataques de militantes islamistas. Tanto os talibãs paquistaneses do Tehreek-e-Taliban Pakistan (TTP) quanto o ramo regional do grupo extremista Estado Islâmico (EI) têm direcionado os seus ataques especialmente às forças de segurança na região.

O Paquistão enfrenta há vários meses uma deterioração na situação de segurança, especialmente desde o retorno dos talibãs ao poder em Cabul, em agosto de 2021, com maior impacto nas áreas fronteiriças com o Afeganistão. As autoridades em Islamabad alegam que alguns desses ataques são planeados a partir do solo afegão, onde os atacantes têm bases, uma afirmação que é negada por Cabul.

No ano passado, mais de 1.500 civis, membros das forças de segurança e rebeldes foram mortos, representando o número mais elevado dos últimos seis anos, de acordo com o Centro de Investigação e Estudos de Segurança paquistanês, com sede em Islamabad.

As campanhas eleitorais no Paquistão frequentemente são marcadas por episódios de violência. No passado, candidatos e eleitores foram alvo de ataques armados e bombardeamentos perpetrados por insurgentes islamistas.

Amnistia Internacional acusa Israel de agravar a violência na Cisjordânia

Israeli security forces clash with Palestinians during the funeral of 19-year-old Labib Damidi in the occupied West Bank town of Huwara on October 6, 2023. - Palestinian Damidi was killed early on October 6 during clashes with Israeli soldiers and settlers in a town that has been the scene of frequent violence in the occupied West Bank, multiple sources said. (Photo by Jaafar ASHTIYEH / AFP)

A Amnistia Internacional (AI) lançou um alerta, indicando que a Cisjordânia, território palestiniano, está a enfrentar um aumento significativo na repressão desde o ataque do Hamas em 7 de outubro, resultando em um aumento no número de “mortes violentas” causadas pelas forças israelitas.

Entre 7 de outubro e 31 de dezembro de 2023, 299 palestinianos foram vítimas de mortes violentas na Cisjordânia, representando um aumento de 50% em relação aos primeiros nove meses do ano.

Até 29 de janeiro, 61 pessoas morreram, incluindo 13 crianças, de acordo com dados do Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários (OCHA).

A AI conduziu uma investigação em “quatro casos representativos” nos quais as forças israelitas não só usaram força letal desnecessária, resultando na morte de 20 palestinianos (sete menores), mas também, em alguns casos, impediram as equipas médicas de prestar assistência.

“Erika Guevara Rosas, diretora de investigação da AI, afirmou que “estas mortes constituem uma violação flagrante do direito internacional em matéria de direitos humanos e estão a ser cometidas com impunidade”.

Um dos casos destacados foi o de Taha Mahamid, de 15 anos, morto a tiro pelas forças israelitas em frente à sua casa no campo de refugiados de Nour Shams, na cidade de Tulkarem, Cisjordânia, em 19 de outubro de 2023. Durante a operação que resultou na morte de Taha, outras 12 pessoas, incluindo seis menores, foram mortas, e 15 foram detidas.

Segundo Israel, um guarda fronteiriço foi morto e nove ficaram feridos devido ao lançamento de um explosivo. No entanto, testemunhas e vídeos analisados pela AI indicam que “Taha estava desarmado e não representava qualquer ameaça para os soldados” quando foi baleado.

A organização pede uma investigação sobre o uso desnecessário de força letal, considerando-o um possível crime de guerra. Além disso, destaca incidentes em que as forças israelitas invadiram casas, detiveram familiares e causaram danos aos edifícios.

A AI também denunciou a obstrução da assistência médica por parte das forças israelitas em várias operações nos Territórios Palestinianos Ocupados, caracterizando tal prática como uma violação do direito internacional humanitário.

A intensificação das incursões israelitas na Cisjordânia, especialmente após a guerra em Gaza, tem gerado confrontos armados com milícias locais, resultando no maior aumento de violência na região desde 2002.

Reconstrução pós-Idai: 282 casas concluídas em Nhamatanda

A Fundação de caridade Tzu-Chi Moçambique concluiu e entregou gratuitamente 282 casas convencionais às vítimas do ciclone tropical Idai no distrito de Nhamatanda, em Sofala.

As casas foram distribuidas da seguinte forma:

  • Metuchira: 195 habitações
  • Ndeja: 50 habitações
  • Kura: 37 habitações

Este projeto faz parte de um plano mais amplo que visa construir 1065 casas no distrito de Nhamatanda ainda este ano, com um investimento total de 18 milhões de dólares norte-americanos.

Projeções para o futuro

  • Metuchira: 410 habitações melhoradas
  • Ndeja: 480 habitações melhoradas
  • Kura: 175 habitações melhoradas

A entrega das 282 casas representa um marco importante na reconstrução pós-Idai em Nhamatanda. As novas casas oferecem às famílias afetadas pelo ciclone um abrigo seguro e decente, permitindo-lhes recomeçar suas vidas com dignidade.

Tragédia no Chile: Mortes por incêndios florestais atingem 99

O número de vítimas fatais dos incêndios florestais que assolam a região centro-sul do Chile ascendeu a 99, de acordo com o Serviço Médico Legal do país.

A informação representa um aumento significativo em relação às 64 mortes confirmadas anteriormente pelo presidente Gabriel Boric.

Em resposta à magnitude da catástrofe, o chefe do Executivo chileno decretou luto nacional de dois dias. Boric salientou que o número de vítimas ainda pode aumentar e classificou o episódio como a maior tragédia desde o terremoto de 2010, que vitimou mais de 500 pessoas.

Neste domingo, o presidente visitou a região de Valparaíso, uma das mais devastadas pelas chamas, para avaliar a situação em primeira mão. Segundo Boric, as prioridades neste momento são salvar vidas, controlar os incêndios e recuperar os corpos dos falecidos.

“Uma vez apagado o incêndio, iniciaremos a fase de cadastramento, auxílio imediato e reconstrução. Nós nos levantaremos”, afirmou o presidente em suas redes sociais.

Diante da calamidade, o governo chileno decretou estado de emergência, medida que permite a mobilização de mais recursos para o combate às chamas e a assistência à população afetada.

MISAU desmente nova variante da Covid-19 e apela à prevenção

O Ministro da Saúde de Moçambique, Armindo Tiago, desmentiu categoricamente a existência de uma nova variante da Covid-19 no país, classificando as informações que circulam sobre o assunto como “falsas”.

Em declarações à imprensa à margem das celebrações do Dia dos Heróis Moçambicanos, no dia 3 de fevereiro, o ministro reconheceu que as autoridades de saúde registaram um aumento no número de casos de Covid-19 nos últimos tempos. No entanto, Tiago salientou que este aumento não se deve a uma nova variante do vírus, mas sim à contínua presença da Covid-19 na comunidade.

“A Covid-19 nunca acabou. Esta é uma doença que veio e está entre nós. Portanto, haverá o aumento de infecções, mas não para situações de alarme”, frisou o ministro.

Tiago reforçou a importância da prevenção como principal medida para conter a propagação da Covid-19, apelando à população para continuar a seguir as medidas de higiene e distanciamento social.

Questionado sobre a situação da cólera, outra doença que tem registado um aumento de casos em Moçambique durante a época chuvosa, o ministro da Saúde apelou à calma.

“Na época chuvosa é comum o aumento de casos de cólera. Aliás, é normal haver uma subida no número de ocorrências de doenças de origem hídrica, incluindo diarreias e malária. As autoridades estão a tomar todas as medidas nas componentes preventiva e curativa”, assegurou Armindo Tiago.

MDM elegerá candidato à Presidência da República em fevereiro

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) irá realizar, no presente mês de fevereiro, a eleição do seu candidato à Presidência da República, tendo em vista as eleições gerais agendadas para 9 de outubro próximo.

A informação foi avançada pela Secretária-Geral do MDM, Leonor Lopes, durante uma visita de trabalho à província de Tete. Leonor Lopes salientou que, a partir da próxima semana, os órgãos do partido irão reunir-se para deliberar sobre a matéria.

Até à presente data, nenhum membro do MDM manifestou interesse em candidatar-se à presidência do partido, nem à Presidência da República. No entanto, Leonor Lopes salientou que o processo de escolha do candidato ainda está em curso e que os membros e simpatizantes do partido serão devidamente informados sobre os próximos passos.

Em sua intervenção, Leonor Lopes exortou os membros e simpatizantes do MDM a continuarem a trabalhar para garantir a vitória do partido nas próximas eleições gerais.

Dois vietnamitas detidos por tráfico de cornos de rinoceronte e garras de leão

Dois vietnamitas, de 31 anos, foram detidos em flagrante no Aeroporto Internacional de Maputo, Moçambique, na posse de 19 cornos de rinoceronte, 18 garras e quatro unhas de leão.

A detenção aconteceu hoje, quando os indivíduos se preparavam para embarcar em direcção ao seu país de origem. A mercadoria estava escondida em três malas de viagem.

O tráfico de cornos de rinoceronte e outras partes de animais selvagens é um crime grave que ameaça a biodiversidade e a segurança das comunidades.

Em Moçambique, a caça furtiva de rinocerontes é um problema sério, principalmente no Parque Nacional do Kruger, na África do Sul, onde os animais são abatidos para obter os seus cornos, que são vendidos no mercado negro por preços exorbitantes.

A detenção dos dois vietnamitas é um exemplo da ação das autoridades moçambicanas no combate ao tráfico de animais selvagens.

Em 2022, a Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) deteve 102 pessoas por crimes contra a fauna bravia, incluindo caça furtiva e tráfico de animais.

É importante que a população esteja consciente da importância da preservação da fauna bravia e que denuncie qualquer atividade suspeita de caça furtiva ou tráfico de animais.

Trajetória da dívida pública interna preocupa Banco de Moçambique

O Banco de Moçambique (BM) expressou preocupação com a trajetória ascendente da dívida pública interna do país, que atingiu 320,6 mil milhões de meticais (cerca de 5,02 mil milhões de dólares).

O valor representa um aumento de 8,3 mil milhões de meticais em apenas um mês, após ter se fixado em 312,3 mil milhões em Dezembro de 2023.

O alerta foi feito pelo Governador do Banco Central, Rogério Zandamela, após a primeira reunião do Comité da Política Monetária. Zandamela destacou que a pressão sobre o endividamento público interno permanece elevada.

O Banco de Moçambique está a aconselhar o governo sobre a racionalização da despesa pública em linha com o desempenho fiscal do país.

Em 2023, o saldo corrente da dívida pública moçambicana rondava os 14,4 mil milhões de dólares norte-americanos, sendo 30% da dívida interna e 70% da dívida externa.

O governo garante ter uma estratégia para gerir a dívida pública, assegurando que o endividamento seja feito com o mínimo custo e a um nível prudencial de risco.

Estudos indicam que o endividamento público atingiu um nível insustentável, e que a economia não tem conseguido traduzir o seu crescimento em um bom desempenho macroeconómico.

O grande desafio é fazer com que o crescimento da economia se traduza em um desenvolvimento amplo e beneficie a população.

Para reduzir a dívida pública, o governo precisa aumentar a receita fiscal, reduzir as despesas públicas e buscar soluções inovadoras de financiamento.

A alta da dívida pública pode levar a várias consequências negativas, como a necessidade de aumentar os impostos, a redução do investimento público e a perda de confiança dos investidores.

É importante que o governo tome medidas para controlar a dívida pública e garantir a sustentabilidade das finanças públicas a longo prazo.

Justiça para Brianna: Assassinos condenados a prisão perpétua

Brianna Ghey, uma jovem transexual de 16 anos, foi brutalmente assassinada em fevereiro de 2023 num parque em Warrington, Inglaterra.

Os seus assassinos, Eddie Ratcliffe e Scarlett Jenkinson, também de 16 anos, foram condenados a prisão perpétua.

O crime, descrito como “excecionalmente brutal”, chocou a comunidade e gerou uma onda de indignação e luto. Brianna foi encontrada deitada de barriga para baixo na lama com 28 golpes de faca.

A juíza que proferiu a sentença considerou que os dois jovens assassinos “participaram num homicídio brutal, planeado e de natureza sádica, que teve como motivo secundário a hostilidade para com Brianna devido à sua identidade transgénero”.

Segundo o The Guardian, Scarlett começou a ser amiga de Brianna quando mudou de escola e rapidamente se tornou obcecada por ela. A polícia encontrou uma nota escrita por Scarlett que dizia “Sábado, 11 de fevereiro. Vítima: Brianna Ghey”. A jovem homicida também elaborou um plano detalhado de como e onde esfaquearia a vítima, inclusive criando um código para determinar o momento do ataque.

Em tribunal, Scarlett Jenkinson admitiu pela primeira vez ter sido ela quem esfaqueou Brianna Ghey e confessou que gostou de planear o crime. A jovem chegou a dizer que pretendia levar partes do corpo da amiga como “troféu”.

O assassinato de Brianna Ghey gerou um debate sobre a violência contra pessoas transgénero no Reino Unido. A comunidade LGBTQIA+ e ativistas de direitos humanos condenaram o crime e pediram medidas para proteger as pessoas transgénero da violência e da discriminação.

A condenação de Eddie Ratcliffe e Scarlett Jenkinson a prisão perpétua é um passo importante para a justiça, mas não apaga a dor da perda de Brianna Ghey. O caso serve como um lembrete da necessidade de combater a transfobia e a violência contra pessoas transgénero em todas as suas formas.

Brianna Ghey era uma jovem com uma vida pela frente. O seu assassinato cruel e premeditado privou o mundo da sua alegria, do seu potencial e da sua luz. A sua história serve como um símbolo da luta pela igualdade e pelo respeito à diversidade.

A comunidade LGBTQIA+ e a sociedade em geral devem continuar a lutar contra a transfobia e a violência. É preciso garantir que todos os indivíduos, independentemente da sua identidade de género, possam viver com segurança, dignidade e liberdade.

A memória de Brianna Ghey deve ser honrada através da luta por um mundo mais justo, tolerante e inclusivo. A sua morte não será em vão.

Cabo Delgado: Montepuez Ruby Mining preocupada com a mineração ilegal

A Montepuez Ruby Mining (MRM) expressa a sua apreensão em relação à mineração ilegal na província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, financiada por comerciantes estrangeiros, sublinhando que esta atividade explora e coloca em perigo a juventude, incluindo crianças.

A empresa considera que a mineração ilegal na região exerce pressão sobre as comunidades locais e priva Moçambique das receitas fiscais essenciais provenientes de seus recursos minerais.

A preocupação foi apresentada durante um encontro nesta terça-feira (30), onde a MRM discutiu o andamento de suas operações, relacionamento com as comunidades locais, interação com os trabalhadores e desafios impostos pela mineração ilegal com o Governador de Cabo Delgado, Valige Tauabo.

A MRM é a detentora da mina de rubis em Namanhumbir, distrito de Montepuez, em Cabo Delgado.

Durante as discussões, Tauabo elogiou a abordagem transparente da MRM, considerando-a um exemplo para Cabo Delgado, sendo pioneira na transparência e compartilhamento de informações.

O governador também classificou a MRM como o projeto de mineração mais transparente de Cabo Delgado, destacando iniciativas proativas, como a declaração de impostos e a divulgação de informações sobre as operações.

A MRM é voluntariamente pioneira na prática de convidar representantes do governo para supervisionar o processo de venda de rubis, garantindo a exatidão dos relatórios de receitas e o pagamento de impostos e royalties conforme o valor total de vendas, conforme comunicado da empresa.

Tauabo insta outras empresas na província a seguir o exemplo da MRM, buscando transparência em suas operações.

A MRM tem convidado outras empresas na área de recursos naturais a adotar iniciativas de transparência da sua empresa-mãe, Gemfields, visando garantir que os moçambicanos aproveitem ao máximo os recursos do país.

Durante o encontro, a MRM informou o governador que permanece otimista quanto ao seu contínuo apoio aos projetos sociais em Namanhumbir. A empresa reafirmou que, com a adição da segunda planta de processamento (prevista para operar a partir de meados de 2025), espera aumentar sua contribuição em impostos, considerando que a expansão triplicará a capacidade de processamento e, consequentemente, aumentará a produção.

Julgamento de Trump por interferência eleitoral adiado nos EUA

A juíza Tanya Chutkan do Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito de Columbia adiou o julgamento do ex-presidente Donald Trump em relação à sua alegada interferência nas eleições presidenciais de 2020.

A audiência, originalmente agendada para 4 de março, foi suspensa enquanto a corte delibera sobre a questão da imunidade de Trump.

Trump enfrenta acusações de pressionar o Departamento de Justiça para investigar supostos crimes eleitorais que, segundo ele, teriam fraudado a sua vitória em 2020. Ele também é acusado de incitar a insurreição no Capitólio dos EUA em 6 de janeiro de 2021, após a derrota para o democrata Joe Biden.

A defesa de Trump argumenta que o ex-presidente tem imunidade enquanto ocupava o cargo de presidente, protegendo-o de ser processado por ações relacionadas à sua função. A juíza Chutkan, no entanto, questionou essa argumentação durante uma audiência em janeiro, alegando que as ações de Trump podem ter excedido seus poderes presidenciais.

O adiamento do julgamento ocorre enquanto Trump disputa as primárias do Partido Republicano para a eleição presidencial de 2024. As prévias visam definir o candidato que enfrentará o atual presidente Joe Biden.

Em paralelo, Trump trava outra batalha legal em diversos estados que pretendem barrá-lo de concorrer nas eleições. No Colorado, por exemplo, um juiz decidiu que o ex-presidente não poderá participar das primárias por ter incitado seus apoiadores a invadirem o Capitólio em 6 de janeiro de 2021.

A juíza Chutkan não definiu uma nova data para o julgamento de Trump. A decisão sobre a imunidade do ex-presidente será crucial para determinar o andamento do processo.

Acordo com Credit Suisse: Maleiane defende negociação como melhor solução

O Primeiro-ministro de Moçambique, Adriano Maleiane, defendeu a negociação com o Credit Suisse como a melhor solução para o pagamento das dívidas ocultas.

Maleiane reagiu à recente revelação de que Moçambique pagou 143 milhões de dólares ao banco suíço e aos bancos moçambicanos para encerrar o processo judicial em torno do empréstimo de 600 milhões de dólares para a compra de embarcações para a ProIndicus.

Maleiane salientou que não havia outro caminho senão negociar com o Credit Suisse, considerando que a alternativa seria um processo judicial longo e incerto, com custos potencialmente mais elevados para o país. O Primeiro-ministro negou que o acordo extrajudicial viole a decisão do Conselho Constitucional de anular os empréstimos das dívidas ocultas, argumentando que a anulação não implica automaticamente na extinção das obrigações de Moçambique.

Questionado sobre a alegada intenção da África do Sul de prescindir da energia de Cahora Bassa por considerá-la cara, Maleiane disse não ter conhecimento dessa informação.

As declarações de Maleiane geraram reações mistas. Alguns analistas consideram que o acordo com o Credit Suisse foi a melhor solução para o país, enquanto outros criticam o pagamento de uma quantia significativa para encerrar um processo judicial que envolveu irregularidades.

Em 2013, o Governo de Moçambique contraiu empréstimos de cerca de 2 mil milhões de dólares com bancos internacionais, incluindo o Credit Suisse, para financiar projetos de desenvolvimento marítimo. O processo foi envolto em secretismo e irregularidades, levando à anulação dos empréstimos pelo Conselho Constitucional em 2019.

O pagamento de 143 milhões de dólares ao Credit Suisse representa um impacto significativo nas finanças públicas de Moçambique. O país enfrenta uma série de desafios económicos e sociais, incluindo a pobreza,

Matola celebra 52º aniversário

A cidade da Matola celebra hoje o 52º aniversário da sua elevação à categoria de cidade. As comemorações iniciaram-se esta manhã com a entrega da rodovia que liga a Estrada Nacional Número Quatro à Matola-Gare, após a conclusão de obras de reabilitação.

Cidadãos da Matola entrevistados pela Rádio Moçambique destacaram o crescimento exponencial da cidade nos últimos dez anos, principalmente no que diz respeito à interconexão das zonas suburbanas.

Com mais de 1 milhão de habitantes, a Matola é a segunda maior cidade de Moçambique e um importante centro industrial e comercial. A cidade enfrenta desafios como a pobreza, o desemprego e a falta de infraestruturas, mas também apresenta um grande potencial de desenvolvimento.

Presidente da Namíbia Hage Geingob morre aos 82 anos

O Presidente da Namíbia, Hage Geingob, faleceu na manhã de domingo em um hospital de Windhoek, capital do país. Ele tinha 82 anos e lutava contra um câncer.

Geingob foi diagnosticado com a doença em janeiro deste ano, durante exames médicos de rotina. A notícia da sua morte foi recebida com grande pesar na Namíbia e no mundo. O Vice-Presidente Nangolo Mbumba, que assume a presidência interina do país, decretou um período de luto nacional de 30 dias.

Geingob era um líder histórico da Namíbia, tendo lutado pela independência do país como membro da SWAPO. Após a independência em 1990, ele ocupou vários cargos ministeriais antes de ser eleito Presidente em 2014 e reeleito em 2019. Durante o seu mandato, Geingob concentrou-se no desenvolvimento económico da Namíbia, na promoção da reconciliação nacional e na luta contra a corrupção.

A morte de Geingob deixa a Namíbia num momento de incerteza. O Vice-Presidente Mbumba estará à frente do país até que sejam realizadas novas eleições presidenciais e para a Assembleia Nacional, o que deve acontecer até o fim do ano.

Hage Geingob nasceu em 1941 na região de Otjozondjupa, na Namíbia. Lutou pela independência da Namíbia como membro da SWAPO. Ocupou vários cargos ministeriais após a independência. Foi eleito Presidente da Namíbia em 2014 e reeleito em 2019.

Senegal: Eleições presidenciais adiadas “sine die”

O Presidente do Senegal, Macky Sall, anunciou o adiamento “sine die” (sem data definida) das eleições presidenciais que estavam previstas para 25 de fevereiro.

A decisão surge após a criação de uma comissão parlamentar que investiga dois juízes do Conselho Constitucional cuja integridade no processo eleitoral é contestada.

No seu discurso à Nação, Macky Sall salientou que o adiamento das eleições visa “preservar a paz civil e a estabilidade do país”.

“O Senegal é um país de direito e de democracia. As eleições presidenciais devem ser realizadas em condições de transparência, equidade e paz”, afirmou o Presidente.

A oposição senegalesa criticou a decisão do Presidente Sall, considerando-a como um “golpe de Estado”.

“O Presidente Sall está com medo de perder as eleições”, afirmou Ousmane Sonko, um dos principais líderes da oposição.

A comissão parlamentar criada para investigar os dois juízes do Conselho Constitucional tem 30 dias para apresentar o seu relatório.

Após a apresentação do relatório, o Presidente Sall deverá decidir sobre a nova data das eleições presidenciais.

As eleições presidenciais no Senegal estavam previstas para 25 de fevereiro de 2024.

20 candidatos deveriam concorrer às eleições, entre os quais dois líderes da oposição: Ousmane Sonko e Khalifa Sall.

O Senegal é considerado um país de democracia exemplar em África.

O adiamento das eleições presidenciais no Senegal gera incerteza política no país.

A oposição poderá aumentar as suas críticas ao Presidente Sall e organizar protestos contra o adiamento das eleições.

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