Internacional Senegal: Eleições presidenciais adiadas “sine die”

Senegal: Eleições presidenciais adiadas “sine die”

O Presidente do Senegal, Macky Sall, anunciou o adiamento “sine die” (sem data definida) das eleições presidenciais que estavam previstas para 25 de fevereiro.

A decisão surge após a criação de uma comissão parlamentar que investiga dois juízes do Conselho Constitucional cuja integridade no processo eleitoral é contestada.

No seu discurso à Nação, Macky Sall salientou que o adiamento das eleições visa “preservar a paz civil e a estabilidade do país”.

“O Senegal é um país de direito e de democracia. As eleições presidenciais devem ser realizadas em condições de transparência, equidade e paz”, afirmou o Presidente.

A oposição senegalesa criticou a decisão do Presidente Sall, considerando-a como um “golpe de Estado”.

“O Presidente Sall está com medo de perder as eleições”, afirmou Ousmane Sonko, um dos principais líderes da oposição.

A comissão parlamentar criada para investigar os dois juízes do Conselho Constitucional tem 30 dias para apresentar o seu relatório.

Após a apresentação do relatório, o Presidente Sall deverá decidir sobre a nova data das eleições presidenciais.

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As eleições presidenciais no Senegal estavam previstas para 25 de fevereiro de 2024.

20 candidatos deveriam concorrer às eleições, entre os quais dois líderes da oposição: Ousmane Sonko e Khalifa Sall.

O Senegal é considerado um país de democracia exemplar em África.

O adiamento das eleições presidenciais no Senegal gera incerteza política no país.

A oposição poderá aumentar as suas críticas ao Presidente Sall e organizar protestos contra o adiamento das eleições.

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