A Empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) anunciou, através de um comunicado oficial, a expansão da sua frota de aviões, um passo significativo para o fortalecimento das suas operações.
A companhia aérea integrou temporariamente uma nova aeronave do modelo Boeing 737-500, que se destina a atender tanto o transporte de passageiros como de carga.
Com a capacidade de acomodar até 134 passageiros, a nova adição à frota não só promete aumentar a eficiência dos voos diários da LAM, como também é projectada para facilitar o transporte de um maior volume de mercadorias. Esta manobra surge numa altura em que a demanda por serviços aéreos tem crescido, reflectindo a necessidade de uma resposta ágil e eficaz por parte da companhia.
Com a entrada em operação do Boeing 737-500, a LAM passa a contar com um total de quatro aeronaves, um reforço que se alinha com a estratégia da empresa de melhorar a sua oferta e garantir um serviço de qualidade aos seus clientes. A LAM continua comprometida em expandir a sua presença no sector, mantendo a segurança e a confiabilidade como prioridades fundamentais.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) emitiu um ultimato a todos os servidores públicos cadastrados na plataforma de Declaração Electrónica de Bens (e-DB) para submeterem as suas declarações de bens até ao dia 20 de Maio.
Esta medida foi anunciada pelo porta-voz da PGR, Ribeiro Cuna, em uma conferência de imprensa realizada na segunda-feira (05).
Os servidores que se encontram fora do prazo legal de 60 dias, a contar da recepção das credenciais, devem cumprir esta exigência para evitar a aplicação de sanções, conforme estipulado pela legislação vigente. O cumprimento da declaração de bens é exigido no início do exercício do respectivo cargo ou função, sendo um mecanismo crucial para a transparência e combate à corrupção.
“Os que ainda não submeterem as declarações electrónicas de bens devem fazê-lo até o dia 20 de Maio, que é o mês em curso”, declarou Ribeiro Cuna, reiterando a importância do cumprimento da normativa.
Apesar do grupo de servidores que ainda não apresentaram as suas declarações, Ribeiro Cuna destacou que a maioria já cumpriu a obrigação. De um total de 96.834 servidores públicos cadastrados, 79.419 já apresentaram as suas declarações, o que representa uma taxa de cumprimento de 82%, considerada positiva pela PGR.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Director – Projecto LINK. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um/a (1) Consultor(a) para Capacitação em Mudanças Climáticas no Contexto Escolar e Elaboração de Materiais de Sensibilização Ambiental. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um/a (1) Consultor(a) para Capacitação Multissectorial sobre o Mecanismo de Proteção da Criança no Contexto Escolar. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um/a (1) Consultor(a) para a Elaboração de um Mecanismo Voluntário de Auto-Regulação das Organizações da Sociedade Civil em Moçambique. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um (1) Consultor para Facilitação da Co-criação do Plano de Implementação do Programa Participativo (PIP). Saiba mais.
A juíza boliviana Lilian Moreno foi detida na segunda-feira (05), após ter anulado uma ordem de prisão contra o ex-presidente Evo Morales, o qual enfrenta acusações de tráfico de menores.
A decisão controversa da magistrada, que ocorreu na semana anterior, gerou uma onda de repercussões no sistema judiciário do país.
Moreno aceitou um habeas corpus que revogou tanto a imputação quanto o mandado de prisão contra Morales, além de rejeitar o congelamento dos seus bens e a proibição de saída do país.
No entanto, a sua decisão foi rapidamente revertida por um outro tribunal, que restabeleceu as acusações contra o ex-presidente. Esta reversão culminou na detenção da juíza, que está agora a ser acusada de prevaricação e desobediência a resoluções constitucionais.
Fernando Espinoza, da Promotoria Especializada em Anticorrupção, foi o responsável pela coordenação da prisão de Lilian Moreno. O Ministério da Justiça da Bolívia denunciou a juíza por emitir disposições consideradas ilegais, levando à sua transferência para a capital, La Paz, onde prestará depoimento a um promotor. O procurador-geral, Roger Mariaca, afirmou que a prisão foi fundamentada e justificada.
Um jovem de 26 anos encontra-se detido na 3.ª Esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM), após ser acusado de mutilar o lábio inferior da sua esposa em um episódio que, segundo alegações, foi motivado por ciúmes passionais. O incidente ocorreu no último fim-de-semana no bairro de Sangariveira.
Segundo o relato do indiciado, a situação começou a desenrolar-se por volta da meia-noite, quando se apercebeu da ausência da sua esposa em casa. Ao tentar contactá-la por telefone, a mulher terá informado que se encontrava a divertir-se com o seu namorado num bar nas imediações.
A partir desse momento, o jovem decidiu deslocar-se ao local para confrontar a esposa, afirmando que se recorda de uma discussão, mas não consegue recordar os detalhes do que sucedeu a seguir.
No entanto, as declarações do jovem não conseguiram convencer as autoridades policiais. A porta-voz do Comando Provincial da PRM na Zambézia, Belarmina Henriques, esclareceu que a agressão foi motivada por uma crise de ciúmes após o consumo excessivo de álcool.
Este caso marca a terceira ocorrência de mutilação por razões passionais na região, levantando preocupações sobre a violência doméstica e os seus desfechos trágicos.
O gabinete de segurança de Israel, encarregado de supervisionar a ofensiva em Gaza, aprovou na noite passada um plano que visa retomar o acesso a ajuda humanitária, totalmente bloqueado desde 2 de Março.
A informação foi divulgada pela imprensa israelita, que destaca a urgência da situação no território palestiniano.
Segundo o diário Israel Hayom, o plano não só prevê a reabertura do acesso à ajuda, como também inclui um aumento gradual da pressão militar sobre o enclave, visando forçar o Hamas a aceitar um cessar-fogo. Contudo, o diário Yediot Ahronot relatou que alguns membros do governo se opuseram à ideia de permitir a distribuição de alimentos, medicamentos e outros bens essenciais, temendo que isso pudesse beneficiar o Hamas.
O bloqueio foi implementado em Março por Israel como uma medida para impedir que o movimento islamista tivesse acesso a materiais que pudessem ser utilizados em acções militantes. Itamar Ben Gvir, ministro da Segurança Nacional e conhecido por suas posições ultranacionalistas, afirmou durante a reunião que não há necessidade de introduzir ajuda em Gaza e que os armazéns de alimentos do Hamas deveriam ser alvo de bombardeios. Essa declaração gerou uma discussão acalorada com o chefe do Estado-Maior do Exército, Eyal Zamir, que alertou para os riscos dessa postura e lembrou que o direito internacional exige que se evitem acções que condenem a população civil à fome.
Este bloqueio representa a maior restrição a que o enclave já foi submetido desde o início da ofensiva militar. Paralelamente, a agência de notícias AFP informou que o gabinete político de segurança israelita também aprovou, em discussão, a possibilidade de “distribuição humanitária, se necessário” na Faixa de Gaza, embora alguns ministros tenham argumentado que há alimentos suficientes na região.
Organizações internacionais de ajuda humanitária alertam para a crescente escassez de recursos na Faixa de Gaza, que já sofre os efeitos devastadores de mais de um ano e meio de guerra entre o Hamas e Israel. Antes do início do conflito, a UNRWA, a agência da ONU para refugiados palestinianos, registava a entrada de cerca de 500 camiões de ajuda por dia em Gaza, um número que já era considerado insuficiente. Actualmente, esse número caiu para cerca de 92 camiões diários.
O candidato à presidência da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), Álvaro Massingue, apresentou o seu manifesto eleitoral, prometendo uma abordagem centrada na representação e descentralização da confederação, assim como o apoio ao sector público na aceleração de investimentos em infra-estruturas críticas.
Durante o lançamento da sua campanha, que teve lugar num encontro com empresários e associações-membros da CTA, Massingue delineou os cinco pilares fundamentais do seu programa. O primeiro pilar centra-se na criação de uma CTA forte, representativa e descentralizada. “Propomos uma CTA com presença efectiva em todas as províncias, com impacto real nos distritos. Uma confederação que escute, que represente e defenda os interesses dos seus membros de forma eficaz, inclusiva e equitativa, assegurando que nenhuma voz empresarial seja ignorada nas suas acções”, afirmou.
Massingue destacou ainda a necessidade de uma revisão profunda dos estatutos e regulamentos da CTA, com ampla consulta aos membros, considerando que o quadro actual já não responde adequadamente às suas necessidades. “Estamos determinados a tornar a CTA mais eficiente, promovendo uma estrutura que atenda de forma efectiva os desafios e anseios do sector empresarial”, enfatizou.
O candidato comprometeu-se a estabelecer escritórios nos conselhos provinciais e a lutar contra as barreiras que dificultam o investimento em Moçambique. “Defendemos a simplificação dos processos administrativos, a previsibilidade e estabilidade fiscal, bem como a justiça regulatória. Trabalharemos em parceria com o Governo e demais stakeholders para eliminar barreiras ao investimento, suprir práticas que elevem os custos e prazos para iniciar, operar e expandir negócios”, garantiu.
Além disso, Álvaro Massingue sublinhou a importância da colaboração com o Governo para o desenvolvimento de infra-estruturas públicas. “Propomos uma abordagem colaborativa com o sector público para acelerar investimentos em infra-estruturas críticas, colocando-as no centro das nossas estratégias de desenvolvimento. Um pelouro dedicado a infra-estruturas e serviços será criado, permitindo uma coordenação directa com o Governo na planificação integrada de infra-estruturas e serviços essenciais”, frisou.
Por fim, o candidato revelou a sua determinação em impulsionar o desenvolvimento das micro, pequenas e médias empresas, assegurando que estas tenham acesso a financiamento e apoio técnico, fundamentais para o crescimento sustentável do sector empresarial em Moçambique.
O Governo de Moçambique anunciou que está a mobilizar equipas técnicas com o intuito de responsabilizar cidadãos que continuem a praticar indisciplina nas portagens, incluindo actos de vandalização e incumprimento no pagamento das mesmas.
A declaração foi feita pelo ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, durante uma visita à Rede Viária de Moçambique (REVIMO) e à Trans African Concession (TRAC).
“É uma estrada concessionada. O pagamento da portagem não pode ser negociado”, sublinhou Matlombe em resposta às crescentes queixas sobre a indisciplina no uso das infraestruturas rodoviárias. O ministro advertiu que todos os casos de incumprimento estão a ser registados e que as pessoas envolvidas serão responsabilizadas. “As autoridades foram orientadas a trabalhar caso a caso e cada um tem que ser responsabilizado”, afirmou.
A indisciplina nas portagens, que se intensificou com as manifestações de 21 de Outubro de 2024, ganhou ainda mais força após declarações do ex-candidato presidencial, Venâncio Mondlane, que defendeu a abolição das taxas de portagem para todos os cidadãos. Esta situação levou a REVIMO a retomar a cobrança de taxas a 25 de Janeiro, o que gerou nova onda de descontentamento popular, manifestada através de bloqueios de estradas e actos de vandalização nas portagens.
Particularmente, a 27 de Janeiro, dezenas de manifestantes bloquearam os acessos entre a portagem e a ponte que liga a cidade de Maputo ao distrito municipal de Ka Tembe, criando um impasse no trânsito em ambas as direcções.
A situação foi semelhante com a Trans African Concessions (TRAC), responsável pela estrada EN4, que reiniciou a cobrança de portagens a 23 de Janeiro, provocando revolta popular que resultou em protestos e vandalização das suas instalações.
Os rebeldes xiitas huthis, que operam no Iémen, declararam a imposição de um “bloqueio aéreo” contra Israel, acompanhada de novos ataques a aeroportos israelitas.
Em um comunicado divulgado na plataforma Telegram, o porta-voz militar dos huthis, Yahya Sarea, anunciou que as Forças Armadas iemenitas realizarão ataques repetidos, com foco no Aeroporto Ben Gurion, localizado em Lod.
“Em resposta à escalada de ataques e à decisão de Israel de expandir as suas operações contra Gaza, anunciamos que estaremos a trabalhar para impor um bloqueio aéreo total contra o inimigo israelita”, afirmou Sarea, acrescentando um apelo às companhias aéreas internacionais para que “cancelem todos os voos planeados para os aeroportos israelitas, para proteger a segurança das suas aeronaves e dos seus trabalhadores”.
Na mesma mensagem, o porta-voz mencionou também os ataques israelitas a outros países árabes, como o Líbano e a Síria.
O aeroporto Ben Gurion foi alvo de um ataque que resultou em seis feridos, quando um míssil disparado pelos huthis atingiu a instalação. Este foi o quinto ataque com mísseis contra Israel nas últimas 48 horas, e, de acordo com fontes militares israelitas, este é o primeiro caso em que o sistema defensivo do país não conseguiu interceptar os projécteis.
Um jovem, suspeito de ter assassinado uma empregada doméstica de 18 anos, encontra-se actualmente detido pelas autoridades locais.
O crime ocorreu na semana passada, na residência onde ambos trabalhavam, e a motivação do acto violento, alegadamente, foi uma acusação de furto que a vítima fez ao suspeito.
De acordo com informações disponibilizadas por Paulo Candeeiro, porta-voz do SERNIC na província de Manica, o indiciado confessou que o crime foi motivado por alegações recorrentes da jovem, que o acusava de roubar caril da casa da patroa. O suspeito alegou, ainda, que estava sob a influência de “maus espíritos” no momento do ato.
As circunstâncias do crime indicam a utilização de instrumentos contundentes, o que resultou na morte imediata da jovem. O corpo da vítima já foi sepultado, enquanto o jovem detido deverá ser apresentado ao juiz de instrução criminal ainda esta semana, para o primeiro interrogatório judicial.
O governo israelita anunciou a aprovação de planos para uma nova e intensiva ofensiva militar, com o objectivo de ocupar toda a Faixa de Gaza.
Este plano, já ratificado pelo gabinete de segurança, prevê uma operação gradual que se estenderá ao longo de vários meses.
Diferentemente das estratégias anteriores, que se limitavam a raides pontuais seguidos de retiradas, as forças israelitas agora intensificarão os seus esforços para garantir o controlo total do enclave, tendo como meta a derrota definitiva do Hamas. Para tal, estão a ser mobilizados dezenas de milhares de reservistas.
O Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu descreveu a operação como “intensiva” e afirmou que a população palestiniana “será transferida para a sua própria protecção”, sem fornecer pormenores adicionais sobre como será feita essa transferência. Fontes oficiais indicaram que os civis serão realojados na zona de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, e que empresas privadas estarão encarregadas da distribuição de ajuda humanitária.
Embora o governo sustente que esta ação não se configurará como uma ocupação permanente, aliados da extrema-direita de Netanyahu manifestaram o seu entusiasmo. O ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, um ultranacionalista, expressou o seu contentamento, afirmando: “Vamos finalmente conquistar Gaza. Perdemos o medo de usar a palavra ‘ocupação’”.
Entretanto, uma fonte governamental revelou que a visita do presidente norte-americano, Donald Trump, à região na próxima semana poderá criar uma última “janela de oportunidade” para alcançar um acordo de cessar-fogo, que evite a escalada do conflito.
O candidato populista e eurocético George Simion obteve uma expressiva vitória na primeira volta das eleições presidenciais romenas, conforme indicam as projecções oficiais.
Com quase 90% dos votos contabilizados, Simion arrecadou cerca de 40,2% dos sufrágios, quase o dobro do seu rival mais próximo, Crin Antonescu, que ficou com 21,19%.
Os resultados foram divulgados pouco após o encerramento das urnas, às 21h00 locais, e revelaram que Simion, fundador do partido AUR (Aliança pela União dos Romenos), contabilizava mais de três milhões de votos, representando 40,16% do total. Esta performance sólida sinaliza um forte apoio popular para o candidato, que tem ganhado notoriedade com a sua retórica populista e críticas à União Europeia.
Na segunda posição, Crin Antonescu, que conta com o apoio da coligação governamental composta por sociais-democratas, liberais e representantes da minoria húngara, obteve cerca de 1,6 milhões de votos, o que equivale a aproximadamente 21,17%. A diferença entre os dois candidatos sugere que a segunda volta, prevista para o próximo mês, poderá ser um desafio significativo para Antonescu, que tentará conquistar os votos dos eleitores indecisos.
As eleições, que têm gerado grande expectativa no país, refletem um clima polarizado e uma crescente insatisfação com o establishment político tradicional. Com os dados a indicar uma clara vantagem para Simion, a atenção agora recai sobre as estratégias que ambos os candidatos irão adoptar nas próximas semanas para galvanizar apoio e mobilizar os seus eleitores.
Edmundo González Urrutia, um destacado opositor político da Venezuela, encontra-se internado em um hospital público em Espanha, após sofrer uma “queda súbita de pressão”.
O seu estado de saúde é considerado estável, conforme comunicado feito pelo próprio González na segunda-feira (05).
Exilado na Espanha desde o final das eleições presidenciais de 2024, nas quais disputou a vitória contra o actual presidente Nicolás Maduro, o opositor utilizou a plataforma X para informar os seus seguidores sobre a situação. “Felizmente, meu estado de saúde é estável e estou recebendo atenção médica adequada”, afirmou, expressando confiança na recuperação e na continuidade da sua luta política.
González destacou a sua responsabilidade com o país, afirmando que a sua recuperação é necessária para retomar as actividades como presidente eleito. “A responsabilidade com o país exige a minha recuperação”, sublinhou, reforçando que está em “boas mãos”.
Durante as eleições de 2024, Edmundo González alegou ter vencido, mas denunciou uma suposta manipulação dos votos que garantiu a vitória a Nicolás Maduro. Desde então, o clima político na Venezuela tem sido tenso, com o opositor a enfrentar processos legais, incluindo um pedido de prisão emitido pela Procuradoria-Geral do país.
Actualmente, González destacou o papel de María Corina Machado, sua colega de oposição, à frente do processo político na Venezuela. “María Corina Machado está à frente do processo político e organizacional, liderando com firmeza e compromisso o caminho rumo à mudança que o país espera”, afirmou.
O Governo de Moçambique, em resposta à crescente pressão pública, anunciou a redução dos preços de portagens em todo o país, com efeitos a partir de 15 de Maio.
A decisão foi divulgada pelo ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, durante uma visita às instalações da REVIMO.
Em declarações ao jornal O País, Matlombe esclareceu que o reajuste das tarifas abrangerá as portagens sob a gestão da REVIMO, do Fundo Nacional de Estradas, da TRAC e da ponte sobre o rio Zambeze. Embora não tenha especificado os novos valores, o ministro destacou que a medida visa aliviar o custo de vida das comunidades, promovendo uma maior acessibilidade e circulação nas infraestruturas rodoviárias.
A decisão, que é amplamente vista como uma resposta às preocupações dos cidadãos com o aumento do custo de vida, procura facilitar a mobilidade das pessoas e o transporte de mercadorias, contribuindo assim para o desenvolvimento económico do país.
As reacções da população têm sido positivas, com muitos a expressarem a sua satisfação nas redes sociais. A redução das portagens é esperada para impactar positivamente as finanças das famílias moçambicanas e a dinâmica do transporte em todo o território, sublinhando a importância de garantir infraestruturas acessíveis para todos.
O Fórum das Famílias, uma associação que representa os familiares dos reféns mantidos pelo Hamas em Gaza, acusou o Governo israelita de estar a sacrificar os sequestrados, após a recente aprovação de uma expansão da ofensiva militar israelita no território palestiniano.
Num comunicado divulgado, o Fórum designou esta estratégia de “plano Smotrich-Netanyahu”, aludindo à influência do ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, de extrema-direita, sobre o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. A associação expressou a sua indignação ao afirmar que “o Governo admitiu preferir tomar o território em vez de resgatar os reféns, contrariando os desejos de mais de 70% da população”.
O gabinete de segurança de Israel aprovou a expansão da ofensiva em Gaza, que inclui a “conquista da Faixa de Gaza”, o controlo de territórios no enclave e a promoção da “saída voluntária dos residentes de Gaza” para fora do território palestiniano, conforme revelou uma fonte oficial israelita. Durante uma reunião, Netanyahu mencionou que continua a promover o plano de Trump, que visa facilitar a saída dos residentes de Gaza, além de garantir que as negociações sobre essa questão continuam.
A mesma fonte oficial acrescentou que, apesar da situação crítica, o gabinete aprovou, por maioria, a possibilidade de distribuição de ajuda humanitária, caso necessário, para evitar que o Hamas controle os fornecimentos. Contudo, durante a reunião, os membros do gabinete alegaram que “actualmente há alimentos suficientes em Gaza”.
O plano israelita, que deverá ser implementado de forma gradual, pode representar uma escalada significativa dos combates em Gaza, que recomeçaram a 18 de Março, após Israel ter rompido um cessar-fogo previamente estabelecido. No domingo, o chefe do Estado-Maior Militar de Israel, tenente-general Eyal Zamir, anunciou a convocação de dezenas de milhares de soldados da reserva, afirmando que Israel “operaria em áreas adicionais” em Gaza e continuaria a atacar as infraestruturas dos combatentes islamitas.
Atualmente, Israel controla cerca de metade do território de Gaza, incluindo uma zona tampão ao longo da fronteira e três corredores que se estendem de leste a oeste ao longo da Faixa. A guerra em Gaza teve início em outubro de 2023, após um ataque do Hamas ao sul de Israel, que resultou na morte de 1.200 pessoas e na captura de cerca de 250 reféns. Embora Israel afirme que 59 desses prisioneiros ainda permaneçam em Gaza, acredita-se que cerca de 35 estão mortas.
O governo do presidente Donald Trump anunciou uma nova medida de incentivo à autodeportação, oferecendo a imigrantes ilegais a quantia de US$ 1.000 para aqueles que decidirem deixar voluntariamente os Estados Unidos e retornarem aos seus países de origem.
A iniciativa foi revelada pela secretária de Segurança Interna dos EUA, Kristi Noem, que encorajou os imigrantes a baixarem o aplicativo CBP Home e a optarem pela autodeportação. Esta acção faz parte da política anti-imigração da administração Trump, que tem defendido medidas severas contra a imigração ilegal como uma de suas promessas de campanha.
Em declarações à imprensa, o Departamento de Segurança Interna (DHS) informou que, além do pagamento, também subsidiará a assistência de viagem para os imigrantes que optarem por esta opção. A secretária Noem enfatizou que aqueles que decidirem utilizar o aplicativo para se autodeportarem serão “despriorizados” em relação a outras acções de fiscalização.
“Se você está aqui ilegalmente, a autodeportação é a melhor, mais segura e mais económica maneira de deixar os Estados Unidos e evitar ser preso. O DHS agora oferece assistência financeira para viagens a imigrantes ilegais e um auxílio para retornar ao seu país de origem por meio do aplicativo CBP Home”, afirmou Kristi Noem.
É importante ressaltar que o valor de US$ 1.000 será atribuído por cidadão que se autodeportar, e não por família. Além disso, os beneficiários do programa só receberão a quantia após a confirmação de que chegaram de volta ao seu país de origem.
Um homem encontra-se sob custódia na 3ª Esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM), na cidade de Pemba, após ter sido acusado de assassinar um alegado amante da sua esposa.
O incidente ocorreu na noite de sábado no bairro de Chuiba, e a situação gerou grande comoção entre os moradores da zona.
De acordo com informações divulgadas pelo jornal Notícias, o suspeito, cuja identidade não foi revelada, confessou o crime à polícia, relatando que apanhou a esposa em flagrante a manter relações sexuais com a vítima dentro da sua própria casa e cama. “Envolvemo-nos em pancadaria e recorri a um ancinho e matei-o. Estou arrependido por tirar a vida de um ser humano, mas não tive como evitar”, afirmou o homem, segundo o relato do Notícias.
O chefe das Relações Públicas do Comando Provincial da PRM, Aniceto Magome, confirmou que o indiciado se entregou voluntariamente às autoridades após o crime.
O caso está a ser investigado pelas autoridades competentes, que procuram esclarecer todos os pormenores desta tragédia que abalou a comunidade local.
Um incêndio florestal que deflagrou na província de Almería, na Andaluzia, tem mobilizado mais de 150 operacionais para o seu combate.
Segundo as autoridades, o incêndio foi provocado pela queda de um raio e está a afectar uma zona de mato na Serra de Gádor, que se estende entre os concelhos de Huércal de Almería, Enix e Gádor.
Segundo o Serviço de Extinção de Incêndios Florestais de Andaluzia (Plano Infoca), as operações de combate ao incêndio contam com um destacamento significativo de recursos.
No local, estão presentes três meios aéreos, 14 grupos de bombeiros florestais, quatro brigadas de reforço, cinco técnicos de operações, uma unidade de supervisão, duas unidades de logística, três agentes ambientais e uma unidade médica especializada em incêndios florestais.
Durante a última noite, os esforços dos bombeiros concentraram-se em conter a propagação das chamas ao longo do flanco norte do incêndio. Com o amanhecer, os recursos aéreos foram novamente mobilizados para apoiar as operações terrestres, proporcionando um reforço crucial na luta contra o fogo.
Um jovem, filho de um empresário chinês dedicado à venda de material de construção, foi raptado no bairro de Mahlemele, no município da Matola.
O incidente, que gerou grande alarme na comunidade, ocorreu quando seis indivíduos armados invadiram um estaleiro na zona, aparentemente com a intenção de sequestrar a vítima, e não de adquirir produtos de construção, como inicialmente insinuado.
Durante o sequestro, a mãe do jovem foi baleada na perna ao tentar socorrer o filho, o que provocou uma onda de choque e apreensão entre os presentes. Segundo relatos de testemunhas, a operação dos raptores foi meticulosamente planeada e demorou algum tempo, levantando questões sobre a segurança na área.
Este incidente ocorre num contexto trágico, uma vez que o pai da vítima já havia sido assassinado, há alguns anos, no mesmo local, durante uma tentativa de assalto à mão armada. A repetição de tal violência na mesma família deixa a população inquieta e preocupada com a escalada da criminalidade na região.
As autoridades policiais, incluindo a Polícia da República de Moçambique (PRM), foram rapidamente accionadas e deslocaram-se ao local para dar início às investigações. Um apelo foi feito às comunidades locais para fornecerem quaisquer informações que possam ajudar na localização do jovem e na captura dos responsáveis por este ato violento.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Director – Projecto LINK. Saiba mais.
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O comandante da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Cabo Delgado, Assane Nyito, anunciou a circulação de grupos terroristas no distrito de Metuge,...
Chuvas torrenciais e deslizamentos de terra resultaram na morte de pelo menos 19 pessoas nos estados himalaicos de Caxemira e Nagaland, no extremo norte...