Israel ordenou o encerramento de três escolas geridas pela Agência das Nações Unidas para os Refugiados da Palestina (UNRWA) localizadas no campo de refugiados palestinianos de Shuafat, em Jerusalém Oriental.
A informação foi confirmada pela UNRWA em declaração à agência de notícias AFP.
Um fotojornalista da AFP esteve presente no local e observou o encerramento de duas das escolas. As forças israelitas procederam à expulsão das crianças que se encontravam nas instalações e afixaram uma ordem de encerramento, alegando que as escolas operavam de forma ilegal e sem a autorização necessária das autoridades israelitas.
O encerramento destas escolas tem gerado preocupação entre os residentes do campo de refugiados, uma vez que a educação é uma questão fundamental para as crianças palestinianas. A UNRWA, que fornece serviços essenciais, incluindo educação, saúde e assistência social aos refugiados palestinianos, já enfrentou desafios significativos em sua operação na região, exacerbados pelo actual clima de tensão entre israelitas e palestinianos.
Os Estados Unidos estão a considerar a possibilidade de assumir a administração da Faixa de Gaza após o término das hostilidades na região, conforme noticiado pela Reuters.
A agência de notícias citou responsáveis norte-americanos e israelitas que estão envolvidos em negociações que decorrem “ao mais alto nível”.
Segundo as fontes, a proposta em discussão visa estabelecer uma entidade semelhante à Autoridade Provisória que os EUA implementaram no Iraque após a queda de Saddam Hussein em 2003. Este plano sugere que a administração norte-americana permaneceria na região por um período indeterminado, focando-se na desmilitarização e estabilização do território até que uma administração palestiniana “viável” possa ser formada.
A perspectiva de uma administração americana em Gaza levanta questões sobre a soberania palestiniana e a dinâmica política na região, uma vez que as tensões entre israelitas e palestinianos continuam a ser um dos principais desafios para a paz no Oriente Médio. A discussão em curso reflete a busca por soluções duradouras que possam garantir a segurança e a estabilidade em Gaza, ao mesmo tempo que se procura responder às necessidades e aspirações do povo palestiniano.
O Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique anunciou que possui pistas promissoras que poderão contribuir para o esclarecimento do rapto de um cidadão chinês, de apenas 22 anos, ocorrido na segunda-feira, no bairro de Matlemele, na cidade da Matola.
Durante uma conferência de imprensa, o porta-voz da Polícia, Leonel Muchina, informou que as investigações estão a avançar e que diversas evidências já foram colectadas. “Temos várias pistas que nos poderão ajudar a desvendar este crime. Lamentavelmente, durante o incidente, a mãe da vítima foi baleada na perna enquanto tentava prestar auxílio ao filho”, explicou Muchina.
O porta-voz acrescentou que, entre os elementos que estão a ser analisados, estão testemunhos, caracterizações de viaturas e informações sobre os indivíduos envolvidos no crime. “Estamos a mobilizar todos os nossos recursos para garantir que este caso, assim como outros de natureza criminal, seja resolvido com a maior brevidade possível”, sublinhou.
A polícia apela à colaboração da população para que qualquer informação relevante sobre o incidente seja comunicada, reforçando a importância da participação cívica na luta contra a criminalidade.
Uma tragédia abalou a Universidade de Varsóvia, quando uma funcionária da instituição foi mortalmente atacada com um machado.
O incidente ocorreu no edifício principal do campus, onde a mulher, uma porteira de 53 anos, foi agredida no maior salão de palestras, o Auditorium Maximum.
De acordo com informações da BBC, um homem polaco de 22 anos foi detido como principal suspeito do crime. O jovem, estudante de Direito no terceiro ano, entrou no campus pouco após as 18h40 e, em um ato brutal, atacou a funcionária, que não sobreviveu aos ferimentos e foi declarada morta no local. Um segurança da universidade, de 39 anos, que tentou socorrê-la, também ficou gravemente ferido.
A emissora “Polsat News” reportou a descoberta de um machado e a cabeça decepada da vítima nas instalações universitárias, pormenores que evidenciam a gravidade do ato violento. Até ao momento, as motivações do ataque permanecem desconhecidas.
A universidade descreveu o ocorrido como uma “enorme tragédia” que deixou toda a comunidade académica em estado de choque. Em sinal de luto, as aulas foram canceladas na quinta-feira, e o reitor Alojzy Nowak expressou as suas condolências à família da vítima e aos seus entes queridos.
O campus, que deveria albergar um festival anual de música durante o fim-de-semana, viu o evento cancelado em virtude da tragédia. O presidente da Câmara de Varsóvia, Rafal Trzaskowski, também manifestou o seu repúdio pelo que considerou um “crime macabro”, enfatizando que o ataque brutal deve ser severamente punido.
O distrito de Mágoè, localizado na província central de Tete, registou um alarmante total de 65 casos de conflitos entre seres humanos e fauna bravia nos primeiros três meses do presente ano.
Este fenómeno trágico resultou na morte de duas pessoas e deixou outras quatro gravemente feridas.
A informação foi divulgada pelo Administrador de Mágoè, Titos Sitoe, durante uma apresentação sobre as iniciativas em curso destinadas a mitigar estas ocorrências. Segundo Sitoe, além das trágicas perdas humanas, os animais selvagens têm causado danos significativos à agricultura local, destruindo campos de produção agrícola.
Os principais culpados por estas interacções perigosas são crocodilos, hipopótamos e elefantes, considerados os animais mais problemáticos na região, conforme reportado pela Rádio Moçambique.
Em resposta a esta problemática, o governo local está a desenvolver um plano de maneio que visa o controlo da fauna na área de conservação. “O plano de maneio permitirá a distinção entre as zonas de habitat dos animais e as áreas habitadas pelas comunidades, proporcionando sinalização que alertará as pessoas sobre as zonas perigosas ou corredores de animais”, explicou Sitoe.
Além disso, o plano inclui medidas que promovem o desenvolvimento sustentável das comunidades locais, como a produção de colmeias e a agricultura de milho. O documento também delineará áreas específicas para a pesca, de forma a evitar conflitos entre humanos e fauna.
Moçambique foi oficialmente reconhecido como o maior produtor de hidroelectricidade da região da SADC (Comunidade de Desenvolvimento da África Austral).
A revelação ocorreu durante a abertura da XI Conferência sobre Mineração e Energia (MMEC), realizada na capital moçambicana, Maputo. O evento decorre sob o lema “Investir numa nova era, transformar recursos naturais para impulsionar a industrialização e integração regional”.
O Presidente da República, Daniel Chapo, enfatizou o papel crucial de Moçambique como fornecedor de energia para os países vizinhos, destacando que, além de ser um importante actor no sector do gás natural, a nação contribui significativamente para a geração de electricidade através da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) e das mini-hídricas geridas pela Electricidade de Moçambique (EDM). Esta produção de energia é fundamental para o abastecimento de países como África do Sul, Botswana, Eswatini, Malawi, Zâmbia e Zimbabwe.
“Moçambique tem o potencial de expandir a sua influência na região através da pool energética da África Austral, alinhando-se às exigências da sustentabilidade climática e adoptando soluções de geração de energia limpa, como a solar e a eólica”, afirmou Chapo.
O Presidente sublinhou ainda que a verdadeira integração regional só será atingida quando houver capacidade para fornecer energia em quantidade e qualidade adequadas. “A energia é um factor de produção fundamental para a indústria e tem um impacto directo na geração de empregos, especialmente para os jovens, que representam a maioria da população do continente e são os mais afectados pela pobreza e exclusão”, concluiu.
A CTJ Consultoria pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Director(a) de Implementação de Programas de Formação e Desenvolvimento. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Director – Projecto LINK. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um/a (1) Consultor(a) para Capacitação em Mudanças Climáticas no Contexto Escolar e Elaboração de Materiais de Sensibilização Ambiental. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um/a (1) Consultor(a) para Capacitação Multissectorial sobre o Mecanismo de Proteção da Criança no Contexto Escolar. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um/a (1) Consultor(a) para a Elaboração de um Mecanismo Voluntário de Auto-Regulação das Organizações da Sociedade Civil em Moçambique. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um (1) Consultor para Facilitação da Co-criação do Plano de Implementação do Programa Participativo (PIP). Saiba mais.
Um grupo de seis cidadãos paquistaneses foi detido na província de Manica por entrarem ilegalmente em território moçambicano.
A detenção ocorreu no distrito de Vanduzi, onde os indivíduos se encontravam a bordo de um transporte semi-colectivo de passageiros com destino à cidade de Maputo.
De acordo com Abílio Mate, porta-voz da Direcção Provincial de Migração de Manica, cinco dos detidos apresentavam passaportes sem qualquer carimbo que ateste a sua entrada legal no país, enquanto um deles exibia um visto considerado duvidoso, supostamente emitido pelas autoridades migratórias do Malawi.
Mate informou que as autoridades já tomaram as medidas necessárias para repatriar os paquistaneses ao Malawi, seu país de origem. Além disso, a transportadora que os transportava será responsabilizada pela violação das normas migratórias.
O Malawi activou recentemente o seu sistema de Gestão de Incidentes e deu início ao envio de equipas médicas de resposta rápida para diversos distritos, em resposta ao aumento no número de casos da doença conhecida como Mpox, ou varíola dos macacos.
Esta decisão surge após a confirmação do sexto caso da doença no país, que se registou tanto na capital, Lilongwe, como no distrito de Mangochi, conforme noticiado pela Rádio Moçambique.
Embora não tenha sido reportada qualquer fatalidade e com um único paciente actualmente internado, as autoridades de saúde malawianas estão a intensificar as medidas de vigilância e a capacidade de resposta à doença. O Malawi partilha fronteiras com Moçambique, através das províncias de Tete, Zambézia e Niassa, o que torna a situação ainda mais crítica.
O caso mais recente reportado envolve um estudante de 18 anos, residente em Lilongwe, que, apesar de não ter histórico de viagens, teve contacto próximo com um indivíduo previamente diagnosticado com Mpox. Este dado levanta preocupações sobre a possibilidade de transmissão local da doença, o que justifica a urgência das medidas implementadas.
Uma tragédia abalou uma família no Rio Grande do Norte, Brasil, após a morte de uma bebé de oito meses que consumiu açaí envenenado.
O incidente ocorreu na cidade de Macaíba, onde a criança estava sob os cuidados de sua prima, Geisa Silva, de 50 anos, que também ingeriu o mesmo açaí, mas sobreviveu e encontra-se internada.
Segundo relatos, a bebé e a prima consumiram o açaí que havia sido entregue como presente. A mulher recebeu, no mês passado, uma série de presentes, incluindo chocolates e um bilhete que supostamente era de um ex-namorado. No dia 14 de Abril, Geisa recebeu um pote de açaí de 200 ml, acompanhado de granola e alguns chocolates. Após guardar o presente no frigorífico, decidiu partilhar o açaí com a bebé.
Cerca de 40 minutos após o consumo, a menina começou a sentir-se mal e foi rapidamente levada para o hospital, onde, infelizmente, faleceu. Geisa também apresentou sintomas, mas a família inicialmente acreditou que se tratava de uma questão emocional, devido à trágica morte da criança.
No dia seguinte, novos potes de açaí foram entregues a Geisa, que os consumiu novamente. Aproximadamente 15 minutos depois, a mulher sentiu-se mal e foi encaminhada para o hospital, onde ficou internada durante duas semanas na Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital Regional de Macaíba. Embora tenha conseguido recuperar, ela permanece hospitalizada.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte confirmou, na última segunda-feira, ao portal Metrópoles, que ambas foram envenenadas através do açaí, mas as investigações sobre a identidade dos responsáveis continuam a decorrer. A família suspeita de que o alimento tenha sido enviado por um dos ex-namorados de Geisa, mas para já, não há confirmações oficiais sobre o culpado.
A Primeira-Ministra, Benvinda Levy, anunciou a exoneração de Maria Rita Fernandes Freitas do cargo de Inspectora-Geral da Inspecção Nacional de Actividades Económicas (INAE).
A decisão, que tem provocado reacções no sector comercial do país, marca o fim de uma era para uma dirigente conhecida por ter sido uma figura controversa e desafiadora para muitos agentes económicos.
A informação foi divulgada pelo Secretário Permanente do Ministério da Economia, Jorge Jairoce, através de uma circular endereçada a todas as instituições sob a alçada do ministério. Foi comunicado que Eduardo Muchamisso Samuel Jane assumirá interinamente as funções do sector até que um novo líder seja nomeado. Adicionalmente, a circular especifica que, durante o período compreendido entre 5 e 9 de Maio do corrente ano, a Engenheira Maria Rita Fernandes Freitas ficará inibida de praticar qualquer acto administrativo em nome da INAE.
É importante salientar que a exoneração de Rita Freitas já havia sido decidida anteriormente, com um despacho datado de 5 de Fevereiro de 2024, assinado pelo então ministro da Indústria e Comércio, Silvino Moreno. Esta decisão encerra um capítulo em que a Inspectora-Geral exerceu um papel significativo na fiscalização das actividades económicas, mas que também gerou controvérsias e críticas junto de diversos “players” do sector.
O Mercado Grossista do Zimpeto estará temporariamente encerrado nos dias 12 e 13 de Maio, conforme anunciado em um comunicado pelo Conselho Municipal de Maputo (CMM).
Esta interrupção das actividades visa permitir a realização de trabalhos de limpeza e reorganização do recinto, com o objectivo de melhorar as condições de funcionamento do espaço.
Segundo o comunicado, as intervenções incluem a desobstrução das vias de acesso, a remoção de resíduos sólidos e veículos abandonados, a delimitação das áreas de venda, bem como o nivelamento das zonas mais susceptíveis a inundações.
O CMM ressalta que estas medidas são essenciais para garantir um ambiente mais seguro e organizado para os comerciantes e clientes que frequentam o mercado.
O renomado DJ e produtor alemão Paul Kalkbrenner foi atacado por um membro do público durante a sua actuação no festival Elrow Town, que teve lugar na capital espanhola.
O incidente ocorreu na passada quinta-feira, enquanto o artista se apresentava no palco Hallucinarium.
Durante a performance electrizante, um homem conseguiu subir à cabine do DJ e agredi-lo, provocando um momento de tensão entre os presentes. Contudo, a intervenção rápida dos seguranças do festival conseguiu resolver a situação antes que se agravasse. Felizmente, Paul Kalkbrenner não sofreu ferimentos durante o ataque.
Até ao momento, não foram divulgadas informações sobre as motivações que levaram o homem a atacar o DJ. O ocorrido levantou preocupações sobre a segurança em eventos musicais e a protecção dos artistas em palco, uma questão que tem sido cada vez mais debatida no mundo da música ao vivo.
Um cidadão de 20 anos encontra-se detido na 7.ª Esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM) após ser acusado de burlar a um membro das forças de segurança.
O incidente ocorreu no bairro de Ndlavela, onde o jovem alegou ter sido vítima de um esquema enganoso que o levou a acreditar que poderia transformar papéis em dinheiro.
Segundo declarações do indiciado, ele procurou os serviços de um curandeiro que prometeu a eficácia do tratamento. Na expectativa de obter ganhos financeiros, o jovem entregou valores monetários ao agente da polícia, que acabou por ser um alvo da sua estratégia de burlas.
O Presidente da República de Moçambique anunciou, durante a abertura da conferência sobre mineração e energia no país, a construção de uma refinaria de combustíveis com uma capacidade impressionante para a produção de 200 mil barris por dia.
O projecto será desenvolvido em parceria com a empresa moçambicana PETROMOC e o grupo Aiteo Eastern E&P Company, e deverá ser implementado num prazo de 24 meses.
A nova refinaria modular não só aumentará a capacidade de processamento de combustíveis líquidos, como também permitirá um acréscimo na capacidade de armazenagem de 160 mil toneladas métricas para combustíveis líquidos e 24 mil toneladas métricas para Gás de Petróleo Liquefeito (GPL). O Chefe de Estado afirmou que esta iniciativa é um passo transformador que colocará Moçambique como um actor relevante na cadeia de valor dos combustíveis líquidos.
Além da refinaria, um segundo acordo a ser assinado durante o evento prevê o desenvolvimento de um gasoduto entre a Beira, em Moçambique, e Ndola, na Zâmbia, com um investimento estimado em 1.5 mil milhões de dólares. Esta infra-estrutura permitirá o transporte de até 3.5 milhões de toneladas de produtos petrolíferos anualmente, contribuindo para a redução significativa do tráfego rodoviário na Estrada Nacional Número 6 (EN6) e aumentando a segurança viária e a eficiência logística.
O Presidente Chapo também destacou o avanço de vários megaprojetos no sector energético, como o Coral Norte FLNG, que envolve um investimento de sete mil milhões de dólares, e a retoma do projecto Mozambique LNG, avaliado em cerca de 20 mil milhões de dólares. Ele revelou que o novo Projecto Rovuma LNG, com um investimento previsto de 27 mil milhões de dólares, deverá iniciar-se ao longo do próximo ano.
Os dados apresentados sublinham a trajectória ascendente do sector energético em Moçambique, com um crescimento estimado de 12% na produção mineira em 2024, 117 carregamentos exportados a partir do Coral Sul FLNG e 563 mil novas ligações de energia, que elevaram a taxa de acesso de 53,4% para 60,1%.
Apesar dos avanços significativos, o Presidente reconheceu a persistência de desafios, nomeadamente a informalidade e irregularidades na mineração artesanal, assim como a baixa contribuição dos grandes projectos para a economia nacional. Ele salientou a necessidade de rever e actualizar os benefícios para o país, com especial atenção às comunidades locais.
Uma tragédia abalou a cidade de Atlanta, quando uma árvore caiu sobre o quarto onde dormia uma menina de dez anos, resultando na sua morte.
O incidente ocorreu durante uma forte tempestade que atingiu a região, deixando a comunidade em estado de choque.
A vítima, identificada como Erica Dixon, dormia com a avó, Priscilla Dixon, quando a árvore colapsou sobre a casa. A mãe da menina, Santice Dixon, encontrava-se noutro quarto com dois irmãos e uma irmã. Embora tenham sobrevivido à tragédia, uma das irmãs sofreu uma grave lesão, ficando com uma perna paralisada após uma fractura na bacia.
Em uma mensagem partilhada na plataforma GoFundMe, criada por Tomeka Dixon, primo das crianças, foi descrita a dor da perda: “Tink, como a chamávamos, morreu deitada na cama com a avó. Era uma criança muito feliz. Adorava dançar, fazer vídeos para o TikTok e brincar com os seus brinquedos.” A campanha destina-se a angariar fundos para as cerimónias fúnebres e para a reparação da casa danificada.
A Cruz Vermelha norte-americana também se mobilizou para apoiar a família na reconstrução da sua habitação. Imagens veiculadas por canais de televisão dos Estados Unidos mostram a enorme árvore cortada ao meio, com os ramos ainda espalhados sobre o telhado da casa da família, enfatizando a violência da tempestade.
A situação entre Índia e Paquistão escalou drasticamente na manhã de quarta-feira, quando a Índia lançou a “Operação Sindoor”, disparando mísseis contra várias áreas controladas pelo Paquistão.
A ofensiva, que ocorre em retaliação ao ataque ocorrido no mês passado em Pahalgam, na Caxemira administrada pela Índia, resultou na morte de pelo menos oito pessoas, incluindo uma criança. O líder paquistanês classificou a ação como um “acto de guerra”.
Segundo as autoridades indianas, os mísseis foram dirigidos a instalações usadas por militantes que, supostamente, estiveram envolvidos no massacre de turistas na região da Caxemira.
Em contrapartida, um comunicado do exército indiano revelou que os bombardeamentos aéreos paquistaneses causaram a morte de, pelo menos, três civis na mesma região.
As relações entre os dois países, ambos dotados de armamento nuclear, deterioraram-se severamente após o atentado em Pahalgam, que resultou na morte de 26 pessoas. A Índia atribui este ataque ao apoio que o Paquistão prestaria a grupos militantes.
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, expressou a sua “profunda preocupação” em relação às operações militares da Índia na fronteira com o Paquistão, apelando à máxima contenção de ambas as partes nesta crise crescente.
Quatro adolescentes, com idades compreendidas entre os 14 e os 17 anos, encontram-se sob custódia policial na 6.ª Esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM), após serem indiciados pelo homicídio de um menor de 15 anos.
O trágico incidente ocorreu no bairro de Chamanculo “C”, na cidade de Maputo, e envolveu o uso de uma faca.
Segundo as autoridades, os adolescentes alegam sentir-se arrependidos pelo ocorrido, afirmando que não tinham a intenção de tirar a vida da vítima, mas sim de resolver uma desavença pessoal.
No entanto, a PRM revelou que os jovens se encontravam sob o efeito de estupefacientes no momento do crime, o que poderá ter influenciado as suas acções.
A polícia continua a investigar as circunstâncias que rodearam este caso, que levanta questões cruciais sobre a segurança dos jovens e o uso de substâncias ilícitas nas comunidades. O incidente chocou a comunidade local e reabre o debate sobre a necessidade de programas de prevenção e apoio aos adolescentes em risco.
Um trágico acidente no Oceano Pacífico resultou na morte de pelo menos três pessoas e deixou nove desaparecidas, após um barco de pequenas dimensões virar nas águas da costa da Califórnia, em San Diego.
As autoridades locais confirmaram a ocorrência, que teve lugar durante a manhã de segunda-feira.
A embarcação, que transportava 18 pessoas, encontrava-se em dificuldades quando o incidente ocorreu. Até ao momento, as operações de busca e salvamento estão em curso, com a Guarda Costeira a coordenar os esforços para localizar os nove desaparecidos.
De acordo com informações da NBC News, o barco foi encontrado na praia por volta das 6h30, mas detalhes sobre as circunstâncias que levaram ao capotamento ainda permanecem incertos. As autoridades não forneceram informações adicionais sobre as vítimas ou sobre a condição dos sobreviventes.
Embora a Guarda Costeira e o Corpo de Bombeiros tenham sido accionados, até ao momento, não foi emitido um comunicado oficial detalhando as acções de resposta. No entanto, a Guarda Costeira utilizou a rede social “X” para informar ao público que as buscas pelas pessoas desaparecidas estão em andamento.
O presidente do Conselho Autárquico de Nampula, Luís Giquira, anunciou um reforço nas operações da Polícia Municipal, com ordens expressas para a retirada dos vendedores informais que ocupam de forma desordenada as vias públicas da cidade.
A medida visa a organização urbana e o cumprimento das normas municipais por parte dos cidadãos.
Durante um acto de entrega de meios operacionais a diversas entidades municipais, incluindo a Polícia de Trânsito e os pelouros de saneamento e fiscalização, Giquira frisou a necessidade de respeitar as regras municipais. “A nossa cidade tem sido invadida ciclicamente pelos nossos queridos irmãos vendedores informais, que ocupam as vias públicas de forma desorganizada. Apelamos, a partir deste pódio, para começarmos a respeitar a postura municipal. Há regras para se viver numa cidade”, afirmou o edil.
O presidente do Conselho Municipal revelou que, apesar da intenção de abrir um diálogo com os vendedores informais nos próximos dias, as operações de remoção acontecerão independentemente de um acordo prévio, com o intuito de restabelecer a ordem e a fluidez nas principais artérias da cidade. “Queremos conversar com os nossos irmãos. Pedimos que saiam das ruas para podermos ter uma cidade mais harmoniosa. Há bancas disponíveis nos mercados. Convidamos todos a inscreverem-se no Conselho Municipal, para poderem receber os seus espaços de venda e continuar a sustentar as suas famílias com dignidade”, explicou Giquira.
O edil sublinhou que a Polícia Municipal foi instruída a agir com firmeza, mas sempre respeitando os direitos dos cidadãos. Ele alertou que não será tolerado o uso indevido do espaço público, especialmente em áreas críticas como os Bombeiros e os arredores da Padaria Nampula, onde se tem registado maior desordem.
O comandante da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Cabo Delgado, Assane Nyito, anunciou a circulação de grupos terroristas no distrito de Metuge,...
Chuvas torrenciais e deslizamentos de terra resultaram na morte de pelo menos 19 pessoas nos estados himalaicos de Caxemira e Nagaland, no extremo norte...