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Sábado, Abril 11, 2026
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Um cheque, duas operações de pagamento

Um cheque, duas operações de pagamento
Um golpe perpetrado por um funcionário do banco Millennium-Bim em Namialo, província de Nampula, Norte de Moçambique, provocou um rombo de dois milhões cento e cinquenta mil (2.150.000) meticais à conta bancária de um comerciante. A vítima é Abdul Samad Mandhu. Ele emitiu um cheque no valor de duzentos e quinze mil (215.000) meticais e o mesmo teve duas operações de pagamento, uma vez que apresentava dois montantes diferentes (um em algarismos e outro em extenso).

O comerciante Abdul Samad foi, na verdade, vítima de má-fé e a sua ignorância no que respeita à língua portuguesa. No passado dia 20 de Junho do ano em curso, o empresário emitiu um cheque no valor de 215 mil meticais, tendo escrito apenas em algarismos.

Porém, como havia necessidade de preencher o valor em extenso, solicitou-se a ajuda de um funcionário do balcão de uma agência do Millennium-Bim em Namialo que, ao invés de escrever em extenso aquele montante, preencheu dois milhões e cento e cinquenta mil meticais.

Como consequência, o mesmo cheque teve duas operações de pagamento. Volvido um mês da ocorrência, constatou-se que o referido cheque tinha sido endossado em nome de um terceiro cliente, mas o valor em causa não foi creditado na sua conta, conforme o extrato da sua conta bancária.

O comerciante que diz ter sido burlado pelo funcionário Marcelo Maposse comunicou o facto à instituição bancária que se limitou a afirmar que o assunto estava sendo analisado.

Em Outubro, o Millennium emitiu um parecer no qual o banco decidiu em não reembolsar o valor reclamado, valendo-se nos termos definidos no número 1 do artigo 790 do Código Comercial, segundo a qual “o cheque cuja importância for expressa por extenso e em algarismos, vale, em caso de divergência, pela quantia designada por extenso”.

Agricultura moçambicana pouco orientada para o mercado – INE

Agricultura moçambicana pouco orientada para o mercado - INE

As culturas alimentares básicas ocupam cerca de 4,4 milhões de hectares de terra em Moçambique, cifra que corresponde a cerca de 79 da área total cultivada no país, revela o Censo Agro-pecuário (CAP) divulgado ontem em Maputo pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

O CAP mostra que a agricultura moçambicana continua meramente de subsistência e pouco orientada ao mercado. As culturas de rendimento apenas ocupam 321 mil hectares, ou seja cerca de seis por cento da área total cultivada no país.

Uma análise desagregada por região mostra que os cereais constituem o grupo de culturas mais praticadas pelas explorações agro-pecuárias em Moçambique, mas a sua importância é mais saliente na zona centro, enquanto as raízes e tubérculos são mais importantes no norte do país.

As culturas básicas ocupam a maior área cultivada no país com cerca de 57 por cento da área total cultivada.

Dentro destas, os cereais têm maior destaque com cerca de 54 por cento da área cultivada com culturas alimentares básicas, seguindo-se as leguminosas com 25 por cento da área e por último as oleaginosas com 11 por cento.

No grupo dos cereais o milho é a cultura básica mais importante, ocupando uma área de cerca de 69 por cento da área cultivada com cereais. A mapira é a segunda cultura mais importante do grupo e em último a mexoeira com apenas dois por cento da área cultivada com cereais.

No grupo das leguminosas, o feijão nhemba é a cultura mais importante e ocupa 45 por cento da área cultivada com leguminosas e o feijão jugo apenas nove por cento da área cultivada com leguminosas.

Nas oleaginosas o amendoim é a única cultura básica e ocupa 11 por cento da área cultivada com culturas alimentares básicas e cerca de sete por cento da área total cultivada no país.

Comparando-se os dois censos concluiu-se que não houve alterações significativas no que concerne a importância dos grandes grupos das culturas alimentares básicas, continuando os cereais os mais importantes e dentro destes o milho com maior área cultivada.

Regista-se um aumento nas áreas cultivadas para diferentes culturas, mas em termos de área média por exploração não houve grandes alterações, destacando-se a cultura do arroz que passou de 0,3 hectares por exploração para 0,5 hectares. O milho, embora tenha aumentado a sua área, a média por exploração diminuiu de 0,6 para 0,5 hectares.

“Quanto ao uso de práticas agrícolas que permitam o aumento da produtividade, continuamos num nível muito baixo. O uso da rega anda nos cinco por cento o que significa que o cultivo das culturas alimentares básicas ainda está hipotecado a quantidade e distribuição de chuva que cai numa determinada campanha agrícola. O uso de pesticidas não é excepção, rondando nos dois por cento e, por último, quatro por cento para o uso de fertilizantes”, refere o CAP.

Com o CAP pretende-se fornecer informação sobre culturas alimentares básicas em Moçambique, bem como mostrar as mudanças estruturais ocorridas nos últimos 10 anos relativamente a área de produção, número de explorações e o uso de práticas agrícolas.

Esta informação serve para orientar o governo, sector privado, organizações-não-governamentais e os demais agentes de desenvolvimento na elaboração de políticas e planos que concorram para a segurança alimentar e nutricional.

Investidos 1,7 biliões de dólares no Corredor de Nacala

Investidos 1,7 biliões de dólares no Corredor de Nacala
As autoridades moçambicanas aprovaram projectos orçados em 1,2 bilião de dólares norte-americanos do sector privado que estão a ser implementados no Corredor de Nacala e mobilizaram 500 milhões para o sector público para a reabilitação da barragem, sistema de abastecimento de água, energia e telecomunicações, criando sete mil postos de trabalho.

Danilo Nalá, director-geral do Gabinete das Zonas Económicas de Desenvolvimento Acelerado (GAZEDA), é citado pelo jornal “Noticias”, como tendo dito que a promoção do desenvolvimento do Corredor de Nacala passa pela promoção de investimentos do sector da agricultura.

O projecto do “Corredor de Nacala” abrange as províncias de Nampula, Niassa, Cabo Delgado, Zambézia e Tete e visa formular estratégias apropriadas para orientar o desenvolvimento e estimular investimentos na região.

Nalá disse que a Estratégia de Desenvolvimento daquele corredor para o período (2013-2017), define como área central o investimento na agricultura para garantir a coexistência de grandes plantações e a agricultura de pequena escala, através do estabelecimento de um mecanismo de mútuo apoio.

“O transporte de mercadorias vai ser resolvido com três grandes projectos que estão a ser implementados na zona, designadamente, a construção do Aeroporto Internacional de Nacala, reabilitação do Porto de Nacala e a conclusão da reabilitação de estradas e ferrovias”, disse Nala.

As primeiras indicações dos estudos em curso, cujo conteúdo foi apresentado e debatido esta segunda-feira, em Maputo, referem que o Governo deve apoiar os pequenos agricultores para que possam tirar maior proveito da melhoria do acesso aos mercados e dos meios tecnológicos, através da cooperação com o crescente investimento estrangeiro no sector.

O estudo atribui particular importância à operacionalização do sistema de transporte de mercadorias, um dos principais empecilhos do corredor, cujas soluções começam a ser implementadas.

Os estudos recomendam ainda a pertinência de assegurar o fornecimento de energia eléctrica de qualidade para Nampula e Nacala, através da reabilitação de linhas de subestações da Electricidade de Moçambique.

A estratégia, que está a ser desenhada pelo Governo em parceria com a Agência Japonesa para o Desenvolvimento Internacional (JICA), há cerca de seis meses, recomenda ainda a adopção de uma abordagem integrada para atrair investimento no sector agrário, em resposta ao aumento da procura de vegetais frescos motivada pelos megaprojectos de pesquisa de hidrocarbonetos e exploração de carvão, em Cabo Delgado e Tete.

UNAC acusa Governo de cumplicidade na usurpação de terra

UNAC acusa Governo de cumplicidade na usurpação de terra

A União Nacional de Camponeses (UNAC) acusou, esta Terça-feira (27), em Maputo, o Governo moçambicano de ser “cúmplice” nos casos de usurpação de terra de camponeses por companhias estrangeiras das áreas de mineração, florestal e de produção de açúcar.

De acordo com João Palate, porta-voz da UNAC, só em 2011 foram registados 23 casos de expropriação de terra dos camponeses das províncias de Tete e Niassa por companhias multinacionais, sob pretexto de possuírem DUATs (Direito de Uso e Aproveitamento da Terra) emitidos pelo Governo.

O desfecho destes casos camponeses”, sublinhou Palate, acusando, em seguida, os líderes comunitários das zonas de conflito de também serem cúmplices “para se beneficiarem de comissões dadas pelas companhias”.

Em jeito de resposta às acusações, o ministro da Agricultura, José Pacheco, desdramatizou a acusação, dizendo que “o Governo não está envolvido nestes casos de usurpação de terras a camponeses”.

Ele explicou que “qualquer investimento deve obedecer a consultas públicas entre camponeses das zonas de implantação dos projectos e investidores”.

Pacheco e Palate falavam, esta Terça-feira, em Maputo, à margem da conferência nacional sobre terra, promovida pela União Nacional de Camponeses por ocasião da passagem de 25 anos da sua existência.

O evento deverá terminar, esta Quarta-feira, depois dos participantes debaterem a actual situação da gestão de terra em Moçambique, da mulher, no que diz respeito ao acesso à terra e respeito dos seus direitos, e as razões de a produção familiar não ser prioridade no país, entre outros pontos.

Participam na reunião camponeses membros da UNAC, representantes do Governo e especialistas em matéria de legislação sobre terra oriundos do Brasil, Zimbábue e África do Sul.

Pesca industrial de camarão cai 50% num ano

Pesca industrial de camarão cai 50% num ano
A pesca industrial de camarão em Moçambique regista uma queda de 50% relativamente ao último ano, uma situação que os responsáveis pelo sector atribuem à passagem de três ciclones pelo país no início de 2012.
 
De acordo com um balanço divulgado na terça-feira, até Setembro a frota industrial congeladora capturou 2.087 toneladas de camarão, a frota semi -industrial  a gelo capturou 395 toneladas e a pesca artesanal 2.331 toneladas.
 
“No ano passado, a frota industrial congeladora capturou 4.203 toneladas em termos numéricos. Foi o único subsector que teve um desempenho comparativamente negativo em relação a 2011”, disse o vice-ministro das Pescas, Gabriel Muthisse.
     
O ministério das Pescas elaborou diversas medidas, de médio e longo prazo, “como a alteração do sistema de gestão, evoluindo de um método de gestão que incide no controlo das capturas para um outro que se focaliza no controlo da arte e equipamento de pesca”, disse Muthisse.
 
Relativamente à pesca de atum, dominada por embarcações estrangeiras, aquele responsável declarou que se trata de uma actividade que “não entra nas contas nacionais, não cria postos de trabalho e não faz desembarque nos portos” de Moçambique.

Actualmente, as capturas de atum situam-se em cerca de 20 mil toneladas por ano e o valor das licenças emitidas por Moçambique ascende a 1.3 milhões de dólares (1USD=AKZ 100), (cerca de um milhão de euros).
     
De acordo com Muthisse, as autoridades moçambicanas pretendem reservar uma área de 12 milhas ao longo da costa para a pesca de pequena escala e exclusivamente para moçambicanos. Para além das 12 milhas, a pescaria do atum poderá ser acessível à frota industrial e outras.

Jacob Zuma sacrificou 12 vacas para continuar a ser Presidente

Jacob Zuma sacrificou 12 vacas para continuar a ser Presidente

O Presidente da África do Sul, Jacob Zuma, realizou no domingo um ritual tribal para pedir aos antepassados que o ajudem a manter a liderança do Congresso Nacional Africano (ANC).

Para a cerimónia, Zuma vestiu trajes do seu clã, nkandla (da tribo zulu), cumpriu o ritual das danças, entoou cânticos, queimou incenso e sacrificou 12 vacas. A carne dos animais foi, depois, cozinhada e servida num banquete, relata o jornal The Sun.

Zuma, de 70 anos, disputa a liderança do ANC no congresso do partido que se realiza entre os dias 16 e 20 de Dezembro. Dentro da formação nasceu uma coligação com o objectivo de afastar Zuma, cada vez mais contestado como chefe do partido e como Presidente e sobre quem recaem suspeitas de corrupção. Kgalema Motlanthe, que já esteve na chefia do Estado – entre Setembro de 2008 e Maio de 2009, completando o mandato de Thabo Mbeki – é o seu adversário.

Zuma derrotou Mbeki, que era o chefe de Estado, na eleição para a presidência do ANC em 2007. Mbeki acabaria por se demitir, por pressões de Zuma (de acordo com algumas versões), ou por ter tentado interferir numa investigação judicial cujo suspeito era precisamente Jacob Zuma.

Diz o Sun que, na cerimónia de invocação dos antepassados, os guerreiros zulu rodearam Zuma, dançando, cantando e, de lanças na mão, simularam rituais de caça. A família do Presidente sul-africano esteve presente e entoou uma oração colectiva. Inkosi Zuma, o líder da comunidade de Nkandla, que fica na província de Kwazulu-Natal, ofereceu a Jacob Zuma um escudo e disse-lhe para se proteger com ele do adversário.

Zuma – que é um defensor da preservação dos rituais tribais – convidou personalidades da vida política, empresarial e social para a cerimónia. Os convidados, alguns jornalistas, foram transportados em 15 camionetas. No banquete que se seguiu foram comidas as vacas que, de acordo com o relato da Slate-Africa, foram sacrificadas por fases: oito no dia 23 de Novembro, duas no dia seguinte, as restantes no domingo.

O Presidente sul-africano é polígamo e tem 21 filhos. “Estamos aqui para enviar os nossos antepassados para Mangaung [onde se realiza o congresso]. Depois desta cerimónia temos a certeza de que ele estará protegido e regressará para celebrar [a vitória] connosco”, disse um dos participantes, Nomthandazo Zuma, citado pelo jornal sul-africano The Mercury.

À margem deste ritual, os jornais sul-africanos sublinhavam que, apesar de a ala anti-Zuma ser forte e estar a crescer dentro do ANC, é provável que o actual presidente do partido e chefe de Estado vença a eleição de Dezembro.

Polícia apela à intensificação das campanhas de sensibilização e fiscalização na via pública

Polícia apela à intensificação das campanhas de sensibilização e fiscalização na via pública

A Polícia da República de Moçambique (PRM) diz que há necessidade de se intensificar as campanhas de sensibilização e de fiscalização aos condutores, sobretudo aos que continuam a violar, sistematicamente, as mais elementares regras de trânsito, facto que, para além de danos materiais, concorre para a perda de vidas humanas.

O porta-voz do Comando da PRM cidade de Maputo, Orlando Modumane, disse que esta necessidade surge na sequência dos acidentes de viação que semana após semana ceifam vidas, põem as famílias em luto e a acarretam despesas para as próprias famílias assim como para o Estado.

Na semana de 19 a 25 de Novembro corrente, segundo o porta-voz, na cidade de Maputo foram registados 16 acidentes de viação, contra 14 de igual período do ano passado, dos quais 11 atropelamentos, três despistes e capotamento e dois choques entre carros.

As causas são as mesmas de sempre, o excesso de velocidade, má travessia de peões, condução em estado de embriaguez e corte de prioridade.

De acordo com Orlando Modumane, os mesmos acidentes causaram a morte de cinco pessoas, contra três de 2011; 11 feridos graves, contra sete de igual período do ano transacto. Houve ainda sete feridos ligeiros, contra três de 2011, para além de avultados danos materiais nas viaturas envolvidas nos sinistros.

O combate e prevenção da sinistralidade rodoviária resultou na fiscalização de 5.161 viaturas, das quais 29 apreendidas pelo cometimento de diversas irregularidades; 1.356 multadas e 86 condutores submetidos ao teste de alcoolemia, dos quais 36 surpreendidos a conduzir embriagados.

No concerne ao trabalho migratório, Modumane referiu que 42 estrangeiros foram interditos de entrar no território nacional.

Fazem parte do grupo 24 indianos, sete nigerianos, seis chineses, três somalis e um de nacionalidade paquistanesa e uma ruandesa. Dez possuíam vistos falsos e os outros não clarificaram os motivos da sua vinda ao país.

Na semana em análise, a Polícia deteve, na cidade de Maputo, 70 indivíduos em conivência com vários crimes, dos quais 36 incidiram contra propriedade; 22 contra pessoas; 12 contra ordem, segurança e tranquilidade públicas.

Quatro indivíduos detidos em conexão com sequestro em Maputo

Quatro indivíduos detidos em conexão com sequestro em Maputo

Quatro indivíduos recolheram aos calabouços, na semana finda, acusados de sequestrar de um empresário nacional, o qual foi mantido em cárcere privado no bairro de Hulene, arredores da cidade de Maputo.

O porta-voz do Comando da Polícia da República de Moçambique (PRM) ao nível da cidade de Maputo, Orlando Modumane, não detalhou o caso mas disse que os indiciados foram detidos na via pública no bairro da Malhangalene.

A sua neutralização não foi fácil. Houve tiroteio entre a Polícia e a quadrilha. Um dos meliantes foi alvejado a tiro e prontamente socorrido para o Hospital Central de Maputo, onde encontra-se a receber cuidados médicos. Está fora de perigo, segundo Modumane.

Professores dispõem de instrumento de consulta para planificação

Professores dispõem de instrumento de consulta para planificação
Itai Meque explica que ZIP serve de base para o desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem e para promover o desenvolvimento profissional dos professores.
Professores de todo o país contam, desde ontem, com um instrumento prático de trabalho de planificação conjunta das aulas e de discussão de conteúdos temáticos e de outros assuntos relevantes.

Trata-se do manual de apoio às zonas de influência pedagógica (ZIP), uma espécie de centro de recursos onde os professores realizam acções de coordenação, supervisão, aperfeiçoamento e avaliação pedagógica.

Segundo o vice-ministro da educação, Itai Meque, que dirigiu a cerimónia de lançamento do manual, existem no país 2008 ZIP.

Itai Meque explica que ZIP serve de base para o desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem e para promover o desenvolvimento profissional dos professores, assegurar a racionalização dos recursos e meios de ensino disponíveis nas escolas.

“Lançamos hoje o ‘Manual de Apoio às Zonas de Influência Pedagógica’, designados por  ZIP, instrumento prático e de muito valor para o trabalho que os coordenadores de ZIP, juntamente com a comunidade escolar, têm de levar a cabo no cumprimento das suas actividades para o desenvolvimento institucional, garantindo uma gestão democrática, transparente e participativa”, disse à “AIM”.

O vice-ministro referiu que o sector da educação tem vindo a registar avanços com vista a garantir que mais crianças cheguem à escola e concluam a 7ª classe do ensino básico com qualidade.

Estes avanços, disse o governante, verificam-se desde a construção de salas de aula, distribuição do livro escolar e manuais para os professores, formação de professores iniciais e em exercício, apoio directo às escolas.

“Estes avanços permitiram passarmos de 11.470 escolas, em 2007, para 15.232, em 2012, de um universo de 4,6 milhões de alunos em 2007 para 5,2 milhões em 2010, tendo a participação da rapariga aumentado para 48 por cento, com um efectivo de professores de 67.865, em 2007, para 95.188 para 2012”, frisou.

Já estão comprados os 16 milhões de livros para distribuição gratuita

Já estão comprados os 16 milhões de livros para distribuição gratuita
O Estado gastou cerca de 18 milhões de dólares só para a compra dos livros que serão distribuídos em cerca de 16 mil escolas primárias públicas de todo o país.

O Ministério da Educação  (MINED)anunciou, ontem, em Maputo, ter adquirido cerca de 16 milhões de livros escolares de distribuição gratuita para o próximo ano lectivo. Os livros, de 85 títulos diferentes, serão distribuídos por cinco milhões e quinhentos mil alunos em 16 mil escolas do país.

O director-geral da Distribuidora Nacional de Material Escolar, DINAME, Assane Sufiane, disse que, para 2013, o Estado adquiriu 25 por cento a mais em relação ao número comprado para o presente ano. Ou seja, cerca de 3 milhões e duzentos mil livros acima de 13 milhões de livros comprados no ano passado.

O aumento do número, de acordo com a fonte, é para acautelar dois problemas: o primeiro, é fazer face ao problema da conservação. Há muitos alunos que não conseguem devolver o livro por causa das condições em que o deixam no final do ano, acabando sempre por criar um défice; o segundo problema é responder ao aumento do número de alunos que ingressam no ensino primário, anualmente.

Para já, os 16 milhões de livros já estão no país, mas ainda espalhados pelos armazéns da DINAME, localizados em Maputo, Beira, Quelimane e Nacala.

Sufiane diz que a zona centro do país é que vai receber maior número de livros, quando comparada com as restantes regiões, tendo em conta que apresenta também  um maior número de alunos. Portanto, 45 por cento dos livros destinam-se àquela região, sendo que só a província da Zambézia vai receber 20 por cento do total dos livros em causa.

O director-geral da DINAME garante ainda que o processo da sua distribuição já está em curso. Neste momento, 72 por cento do stock já está nas províncias e, nos próximos dias, vão chegar às sedes distritais. A ideia é garantir que, antes do início do ano lectivo, todos os livros estejam nas escolas. Nesta altura, por questões logísticas e de segurança, a DINAME entende não ser cómodo ter o livro no seu destino final, que são as escolas.

Dois milhões de pessoas poderão passar pelas fronteiras na quadra festiva

Dois milhões de pessoas poderão passar pelas fronteiras na quadra festiva
Para minimizar as longas filas de pessoas que pretendem entrar no país, as fronteiras começam hoje a funcionar 24 horas por dia até a 10 de Janeiro. A PRM promete medidas duras contra actos de corrupção

As autoridades aduaneiras estimam que cerca de 2 milhões de pessoas passarão pelas fronteiras do país, durante a quadra festiva, com especial destaque para as fronteiras de Ressano Garcia, Goba e Ponta de Ouro, na província de Maputo, através das quais se faz a ligação com África do Sul e Suazilândia. No ano passado, em igual altura, foram cerca de 700 mil as pessoas que atravessaram fronteiras para Moçambique.

Grande parte dos utentes das fronteiras é composta por mineiros moçambicanos e turistas que vêm ao país festejar a passagem de Natal e de fim do ano.

Para responder à esta demanda, as Alfândegas de Moçambique têm em marcha um plano conjunto com a África do Sul para desbloquear passaportes e produtos diversos nas fronteiras e evitar longas filas de espera.

Esta informação foi divulgada ontem, durante o lançamento da “Operação Karibu”, na escola Para-Militar de Boane, província de Maputo, uma campanha conjunta que abrange as Alfândegas, a Polícia da Guarda Fronteira, Polícia de Protecção, Polícia de Trânsito, Bombeiros e Agentes da Cruz Vermelha. O objectivo é garantir maior e melhor circulação quando se aproximam as festas do Natal e do fim do ano.

Assim, as fronteiras começam hoje a funcionar 24 horas por dia sem interrupção, sobretudo no “Quilómetro 7” e em todos os cinco pontos de entrada, uma medida que visa minimizar o congestionamento na fronteira devido ao desalfandegamento de mercadorias e outros processos aduaneiros.

De acordo com o director-geral das Alfândegas, Domingos Tivane, a medida poderá terminar a 10 de Janeiro de 2013, com a possibilidade de continuar devido à realização do Campeonato Africano das Nações, na vizinha África do Sul.

Além disso, as autoridades vão abrir dois guinchés para a tramitação dos processos dos passageiros, sendo um para autocarros e o outro para pedestre, para além de brigadas móveis no processo aduaneiro.

O governo prevê que o trânsito transfronteiriço registe um pico entre os dias 23 e 24 de Dezembro e 1 e 2 de Janeiro.

“Nós já sabemos os dias críticos na fronteira e, por isso, teremos missões especiais durante esses dias. Por exemplo, no dia 23 de Dezembro, com ou sem movimento, as fronteiras estarão abertas e as nossas equipas vão estar no terreno até às 12 horas do dia 24. E, como o dia dois é também crítico, enquanto estiverem a festejar, nós teremos equipas no terreno para controlar a situação durante todo o dia 1 de Janeiro. Há que sublinhar que teremos cinco pontos de entrada abertos 24 horas e com atendimento especializado para passageiros, autocarros, pedestres, etc”, afirmou Domingos Tivane.

Mau tempo provoca estragos

Mau tempo provoca estragos
As chuvas e ventos fortes que se fazem sentir nos últimos dois dias na província de Sofala já provocaram alguns estragos na cidade da Beira e em Nhamatanda. Algumas infra-estruturas  de construção precária, como casas, muros de vedação, abrigos, em número ainda não especificado, foram derrubadas pela força do vento que chegou a atingir 70 quilómetros por hora.

Para além dos estragos, “O País” também deparou com algumas árvores derrubadas nas vias públicas, assim como dificuldades de acesso em alguns troços na sequência de alagamento dos mesmos. Os bairros que mais sofreram são de Manga, Bambú, Chota, Muchatazina, Inhamudima, vaz  e Munhava. Ainda na sequência das chuvas e ventos fortes, vários panfletos publicitários ficaram danificados.

A pronta intervenção de funcionários do Conselho Municipal da Beira, em parceria com outras entidades, permitiu que algumas horas após o amainar do vento, os troços vitais, que tinham ficado interrompidos devido à queda de árvores, voltassem a ser transitáveis, logo depois da remoção dos obstáculos.

Maputo: Buracos deixam estradas em más condições e intransitáveis

Maputo: Buracos deixam estradas em más condições e intransitáveis
Alguns automobilistas mostram-se agastados com a situação e culpam o Município de Maputo pelo mau estado das vias. Os mesmos dizem não fazer sentido continuar a exigir -se a ficha de inspecção nestas condições.

A cidade de Maputo foi, literalmente `assaltada´ por buracos. São buracos por todo o lado: desde grandes, pequenos, rasos e fundos. Quase todas as avenidas e ruas da capital do país estão em más condições de transitabilidade.

A avenida de Angola é o rosto da situação. Em toda sua extensão, há buracos que bastem. Por exemplo, à frente do novo supermercado `Pick N Pay´, existe um buraco capaz de `engolir´ uma viatura, que se abriu há já várias semanas, mas ninguém se digna a fazer algo.

Os automobilistas são obrigados a meter suas viaturas na cratera sob todos os riscos, mas alguns recorrem aos passeios para evitar o buraco.

Na rua do Aeroporto, defronte do mercado de Mavalane, os automobilistas esquivam-se, regularmente, dos buracos para escolher o menos fundo. Situação igual também se verifica na avenida 24 de Julho.

A avenida do Trabalho não foge à regra e está cheia de buracos. Pior é a rua do Capello, na zona do mercado do fajardo, que até tem pequenos riachos. Já na rua do Rio Limpopo, a que separa o Parlamento do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), os carros passam pelos buracos a dentro. O mesmo acontece na avenida Eduardo Mondlane, próximo da Electricidade de moçambique e na avenida Karl Marx, ao pé do Instituto Cultural Moçambique-Brasil.

A avenida da Marginal é um caso já com `barbas brancas´.

Enfim, um pouco por todas as avenidas há buracos para dar e vender.

O mais incrível e imperceptível é que esta situação acontece numa altura em que as autoridades dão tolerância zero a quem conduzir sem ficha de inspecção da viatura.

Alguns automobilistas ouvidos pela nossa fonte mostraram-se agastados com a situação e culpam o Município de Maputo pelo mau estado das vias.

`O município de Maputo não está a fazer nada para melhorar as estradas. Todos os dias, os buracos aumentam na cidade. Praticamente todas as estradas têm buracos e não vemos uma acção sequer das autoridades. Isto é uma vergonha e é inaceitável para uma cidade capital, quando depois a polícia nos exige fichas de inspecção´, afirmou Sérgio Mambo, automobilista residente no bairro do Aeroporto.

Jovem detida acusada de assassinato do namorado

Jovem detida acusada de assassinato do namorado
O assassinato ocorreu no bairro Ferroviário, quando indivíduos não identificados alvejaram a tiros a vítima, quando este dirigia sua viatura na companhia da sua namorada, a qual se encontra detida.

De acordo com o porta-voz do Comando da cidade, Orlando Mudumane, que falou ontem, terça-feira, no briefing com a Imprensa, das investigações primárias feitas pela Polícia há indício de a jovem ter engendrado o assassino do namorado.

 `Das informações que a Polícia ia colhendo em fontes encontradas na via pública, indicam que a moça tem alguns aspectos por esclarecer neste crime´, acrescentou.

Na semana em análise, foram detidos cerca de 70 indivíduos indiciados na prática de vários actos criminais, dos quais 36 contra propriedade, 22 contra pessoas, 12 contra ordem e tranquilidade públicas.

No Aeroporto Internacional de Maputo foram interditos de entrar no país 42 estrangeiros, dos quais 10 por possuir passaportes com vistos falsos, 32 por falta de clareza quanto ao motivo da vinda e o lugar de hospedagem em Moçambique. Deste, 24 são indianos, 7 nigerianos, 6 chineses, 3 somalis, 1 paquistanês, 1 ruandês..

Empresário moçambicano preso por tráfico de cocaína na Índia

Empresário moçambicano preso por tráfico de cocaina na Índia
Salvador foi preso no passado dia 19 de Novembro, quando a polícia encontrou na sua posse 100 gramas de cocaína.

Um porta-voz da polícia afirmou que Salvador vendia a droga a clientes habituais. A cocaína foi-lhe providenciada por alguém de Mumbai, até agora não identificado.

Um comunicado da polícia afirma que o traficante moçambicano já esteve na Índia em 2008, sob pretexto de negócios do ramo têxtil em Nova Deli, Mumbai e outros pontos daquele país asiático. Contudo, quando o seu negócio quebrou, ele viu no tráfico de droga a salvação para os seus negócios.

Salvador é o Segundo cidadão moçambicano preso na Ásia por tráfico de drogas no espaço de um mês. A 14 de Outubro  uma mulher de nome Mónica Novela foi presa no Aeroporto Internacional de Phuket na Tailândia, na posse de seis quilos de metanfetamina cristal.

As autoridades moçambicanas solicitaram às autoridades tailandesas clemência à Mónica Novela, poupando-a da pena de morte a que estão sujeitos os traficantes de droga naquele país.

Maputo regista problemas no fornecimento da gasolina

Maputo regista problemas no fornecimento da gasolina
Grande parte dos postos de abastecimento da cidade de Maputo deparou, ontem, com falta de gasolina.

Desesperados, os automobilistas sentiram-se obrigados a dar grandes voltas ao longo da cidade à procura de bombas que estivessem a fornecer o combustível.

Chegar às bombas, ontem, podia não ser a solução para o problema de gasolina. É que grande parte das bombas da cidade de Maputo ficou sem gasolina desde às 10h00 desta segunda-feira e a notícia era a mesma: `não temos gasolina´.

Os funcionários das bombas dizem que o fenómeno é anormal, uma vez que aguardavam pelo fornecimento de gasolina desde a manhã. Mas nem água ia, nem água vinha, uma situação que os deixou praticamente sem trabalho, já que grande parte das viaturas que circulam em Maputo é movida à gasolina.

Os automobilistas, esses, deambulavam pela cidade de Maputo à procura da gasolina.

os gestores das bombas disseram que o fornecedor havia prometido alocar o combustível até às 14h00 ontem, mas, até perto das 18h00, ainda não havia sinais de existência de gasolina.

Nas poucas bombas que estavam a fornecer gasolina, o cenário era de enchentes.

Recorde-se que esta crise de gasolina acontece, curiosamente, há cerca de um mês depois de o Governo ter mandado drenar toda a gasolina dos postos de abastecimento supostamente contaminada.

Drenagens passam à gestão municipal

Drenagens passam à gestão municipal

A transferência da gestão deste sistema foi formalizada através de um memorando de entendimento assinado entre o ministro das Obras Públicas e Habitação (MOPH), Cadmiel Muthemba, e o presidente do município, David Simango. 
São no total 15 quilómetros de drenagem divididos por dois sistemas, o primeiro a céu aberto para a captação de águas pluviais e o outro para as águas residuais que antes eram geridos pela Direcção Nacional de Águas (DNA) e pelo próprio município.
Pretende-se com esta iniciativa melhorar a gestão e manutenção deste sistema e acabar com o problema de degradação que caracteriza uma boa extensão das infra-estruturas, construídas a cerca de trinta anos. 
Falando na ocasião, David Simango afirmou que a passagem de gestão das drenagens vai permitir uma intervenção integrada e eficaz para a resolução dos problemas de saneamento na capital.
`É um desafio para o município e esperamos contar com o apoio técnico do Estado para melhorar este serviço e passar a integrar a comunidade na manutenção e gestão das drenagens na urbe´, afirmou Simango.
Acrescentou que para tal deverão ser criadas equipas conjuntas que deverão unir sinergias para a rápida concretização do plano de gestão para a melhoria das condições do saneamento do meio e drenagem de águas.
Por sua vez, Cadmiel Muthemba afirmou que ao transferir a gestão do sistema de drenagem para a autarquia, o Estado não está a abandonar a sua função, mas sim a alargar as competências do município.
`Mesmo processo ocorreu na Beira, onde o município já está a gerir os sistemas de drenagem. Agora esperamos que o município de Maputo melhore o serviço prestado na gestão destas infra-estruturas´, afirmou. 
Entretanto, o coordenador do Gabinete de Drenagem na DNA, Dante Carimo, explicou que o sistema de drenagem da cidade de Maputo estende-se por uma área de 1500 hectares que partem da Avenida Vladimir Lenine até à Estação de Tratamento de Águas do Infulene.
A gestão e manutenção deste sistema custam aos cofres do Estado cerca de 12 milhões de meticais anualmente e, segundo Dante Carimo, são estes recursos financeiros, infraestruturais, materiais e humanos que serão também transferidos para o Município.

PRM mata suposto sequestrador do director do Hotel Afrin em Maputo

PRM mata suposto sequestrador do director do Hotel Afrin em Maputo
`No âmbito das diligências com vista ao esclarecimento do caso de sequestro do gerente do Hotel Afrin, ocorrido no dia 20.11.12, registou-se uma troca de tiros entre a PRM e um grupo de meliantes munidos de armas de fogo de tipo pistola.

Na ocasião foram alvejados dois, um dos quais perdeu a vida´, segundo um comunicado de imprensa do Comando Geral da Policia moçambicana, sobre a situação operativa durante a semana de 17 a 23 de Novembro em curso.

Na circunstância, os supostos sequestradores tentaram apoderar-se duma das armas dos agentes da polícia, acção que facilitou a fuga dos outros componentes do grupo.

A PRM continuou com a perseguição até a captura dos foragidos em número de três, todos de nacionalidade moçambicana.

Eles são acusados de rapto de um cidadão de nacionalidade paquistanesa, identificado apenas com o nome de Amir e que é Director financeiro do Hotel Afrin.

Porém, segundo o comunicado da AIM, por causa da acção policial o sequestrado acabou sendo liberto, dia seguinte, no bairro de Laulane, arredores da cidade de Maputo.

PRM deteve 42 estrangeiros no Aeroporto Internacional de Maputo

PRM deteve 42 estrangeiros no Aeroporto Internacional de Maputo
A polícia da República de Moçambique (PRM) deteve durante a semana passada 42 cidadãos estrangeiros no Aeroporto Internacional de Maputo, quando tentavam entrar no país ilegalmente.

O porta-voz PRM ao nível da Cidade de Maputo, Orlando Mudumane, falando durante o habitual briefing a imprensa sobre a situação criminal, explicou que 24 são indianos, sete nigerianos, seis chineses, três somalis, um paquistanês e um ruandês.

“Dos 42 estrangeiros, 10 foram detidos por possuírem vistos falsos e os restantes 32 por falta de clareza quanto a sua vinda a Moçambique, o local de hospedagem e meios de subsistência. Todos eles já foram repatriados”, detalhou.

No encontro com jornalistas, Mudumane revelou que um cidadão que em vida respondia pelo nome Francisco Cossa, de 25 anos de idade, foi alvejado mortalmente por quatro indivíduos ainda a monte.

O caso ocorreu na madrugada da última quinta-feira, no bairro Ferroviário, arredores da capital, quando a vítima fazia-se transportar na sua viatura na companhia de sua namorada. A vítima perdeu a vida a caminho do hospital.

Sem avançar detalhes, Mudumane acrescentou que ainda não se conhece o móbil do crime. Porém, existem “fortes” indícios de que a namorada do malogrado, identificada apenas pelo nome M. Macamo, de 24 anos, poderá estar envolvida com os malfeitores.

Por isso, Macamo encontra-se detida na 14ª esquadra da PRM, no Bairro Ferroviário.

Ainda no capítulo criminal, durante a semana passada, a PRM, deteve três indivíduos acusados de roubar a um cidadão de origem burundesa.

Mudumane explica que os bandidos ameaçaram a vítima, que na altura se encontrava interior do seu estabelecimento localizado no bairro de Magoanine, onde roubaram dinheiro num montante não identificado e alguns bens.

Os meliantes foram interpelados por uma brigada da PRM que se encontrava nas redondezas, mas conseguiram se escapulir apos uma breve troca de tiros.

Orlando Mudumane revelou que, durante a semana passada, também foram detidos 70 indivíduos indiciados de prática de vários crimes, dos quais 36 contra a propriedade, 22 contra pessoas e 12 contra ordem e tranquilidades públicas.

No mesmo período, as autoridades moçambicanas, reportaram 16 acidentes de viação contra 14 em igual período do ano passado, sendo 11 atropelamentos, dois choques entre carros e três despistes e capotamento.

Estes acidentes de viação resultaram em cinco óbitos, 11 feridos graves e sete feridos ligeiros.

Entre as principais causas dos acidentes destacam-se excesso de velocidade, má travessia de peão, corte de prioridade e condução em estado de embriaguez.

Portugal deixa de ser accionista da HCB

Moçambique e Portugal concluíram ontem um acordo de transferência das últimas acções que o Governo português ainda detinha na Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB).

Portugal deixa de ser accionista da HCB
Com o negócio ontem fechado entre os Ministros da Energia, Salvador Namburete e da Economia e Emprego de Portugal, Álvaro Pereira, Moçambique viu a sua posição reforçada na HCB em cerca de 92,5 por cento. Até ontem, a HCB era detida em 85 por cento pelo Estado moçambicano, 7,5 por cento por Portugal e os restantes 7,5 por cento pela REN. Não foram anunciados os valores pagos pelo Estado moçambicano, mas sabe-se que decorrem actualmente negociações para a aquisição dentro dos próximos tempos pelo Estado moçambicano de 7,5 por cento agora detidos pela REN…

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