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Domingo, Abril 12, 2026
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Janeiro a Março: Escassa chuva prevista no sul

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A actualização resulta do consenso alcançado pelo Fórum de Previsão Climática da SADC (SARCOF) que esteve reunido de 4 a 14 de Dezembro em Lusaka.

Segundo dados avançados pelo meteorologista Arlindo Meque, esta actualização acontece numa altura em que prevalecem condições neutrais do fenómeno “El Nino”/Oscilação Sul, conhecido por ENSO, facto que provoca alterações no padrão de chuvas que tinha sido avançado inicialmente.

A previsão anunciada em Agosto apontava que estaríamos perante chuvas normais com tendência para acima do normal no norte do país e normais com tendência para escassez no sul no mesmo período.

Entretanto, a actualização mostra que estaremos perante chuvas normais com tendência para acima do normal para o norte do país, normais com tendência para abaixo do normal no centro, incluindo partes de Gaza e Inhambane e finalmente abaixo do normal com tendência para normal no sul, nomeadamente o sul da província de Maputo e parte da província de Gaza.

“A previsão de Agosto foi elaborada tendo em conta o surgimento do ‘El Nino’ que é associado a secas na região. Esperava-se que o ‘El Nino’, que já estava a surgir nessa altura se confirmasse. Por isso, este é um ano particular porque não é muitas vezes que se anuncia o ‘El Nino’ e ele desaparece. A época chuvosa vai terminar com a prevalência de condições neutras”, disse.

Uma avaliação do período de Outubro a Dezembro feita recentemente dá conta que até a primeira década de Dezembro a quantidade de chuvas que caiu, de uma forma geral, não superou a normal, porém, há partes isoladas com alguma anomalia positiva, sobretudo na faixa costeira da província de Maputo.

As chuvas iniciaram-se mais cedo (1.ª e 2.ª décadas de Setembro) na zona sul do país com destaque para a província de Maputo e zonas costeiras das províncias de Gaza e Inhambane.

O período foi marcado por irregularidade na queda da chuva no mês de Novembro, mas com algum registo na zona norte e centro do país.

A partir do mês de Dezembro a precipitação começou a ter alguma abrangência a nível do território nacional e com maior incidência na zona centro.

Na zona sul houve queda pluviométrica de forma isolada nos meses de Setembro e Outubro com maior incidência e intensidade na província de Maputo, onde a estação de Mavalane acumulou 400 milímetros, valor que está acima da climatologia para este período (OND).

Na parte sul do país, a província de Inhambane foi a que registou fraca queda pluviométrica naquele período.

Agente da PRM agredido

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Segundo confirmou a porta-voz do Comando Provincial da PRM, Malva Brito, o agente, que já está a ser ouvido para o esclarecimento do caso, não se encontrava em serviço na altura da ocorrência.

Trata-se de uma das poucas ocorrências que se podem associar à quadra festiva, que em particular, na cidade de Pemba, e na província de Cabo Delgado, em geral, que foi caracterizada por um ambiente de urbanidade e civismo destacáveis.

Incêndio devora 56 barracas em Monapo

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Segundo João Luís, presidente daquele município, são avultados os prejuízos contabilizados numa avaliação preliminar.

A intervenção do Corpo de Bombeiros idos das cidades de Nacala-Porto e de Nampula não foi suficiente para evitar a tragédia.

Acidentes mortais aumentam na Beira

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Os atropelamentos figuram no topo da lista dos sinistros rodoviários ocorridos durante a transição do ano. No bairro da Chota, por exemplo, houve três atropelamentos que se saldaram em três mortos e dez feridos, quatro dos quais em estado grave.

O mais destacado sinistro é referente ao da tarde do dia 31 de Dezembro em que um cidadão atropelou um total de seis crianças, o que resultou na morte de uma e as restantes feridas, duas das quais em estado grave.

Devido talvez à ressaca das festas: Muito poucos foram matricular os educandos

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Numa deslocação a algumas escolas da capital do país, o cenário dos postos era o mesmo, de ausência. Maimuna Ibrahimo, directora da Escola Secundária Josina Machel, e Ângela Agy, da Escola Secundária Estrela Vermelha, alguns dos entrevistados pelo “Notícias”, mostraram-se, porém, esperançosas de que o cenário poderá mudar nos próximos dias, visto que as pessoas ainda estão dentro do ambiente festivo.

Outra justificação possível para a fraca afluência, pode estar relacionada com o facto de muitos pais e encarregados de educação com matrículas dirigidas (com direito a vaga), estarem à espera de auferir o 13º vencimento para poder custear as despesas. Aliás, o mesmo valor poderá ser aplicado na aquisição de uniforme e material escolar.

A Escola Secundária Josina Machel espera matricular 928 alunos na 8ª classe, sendo 258 no curso diurno e os restantes no nocturno. Para a 11ª classe, de acordo com a directora Maimuna Ibrahimo, estão disponíveis 845 vagas para o curso diurno e 435 para o nocturno. Enquanto isso, a Secundária Estrela Vermelha espera matricular na 8ª classe pouco mais de mil alunos tanto no curso diurno, assim como no nocturno.

Orlando Dima, director da Escola Secundária Francisco Manyanga, disse estarem disponíveis 700 vagas para a 8ª classe curso diurno e 900 para a 11ª classe, também no curso diurno. Contudo, mostrou-se preocupado com o nível de adesão às inscrições, alertando para que não se deixe tudo para a última hora porque pode afunilar o processo. O mesmo apelo foi lançado por Pedro Mabjaia, director-adjunto pedagógico da Escola Secundária de Lhanguene, que espera matricular 780 alunos no curso diurno e 447 no curso nocturno, isto na 8ª e 11ª classes.

Directores de outras escolas ouvidos pela nossa equipa de Reportagem, mostraram-se satisfeitas pelo facto de o MINED ter tomado a decisão de proibir as escolas de exigir garantias de depósitos bancários como condição principal para os alunos se matricularem. No seu entender, a aplicação das duas modalidades, depósito bancário ou pagamento do valor físico, vai dinamizar o processo, visto que as pessoas levavam muito tempo nos bancos para depositar o dinheiro para depois apresentar o talão de depósito como comprovativo para se inscrever.

Fronteira de Ressano Garcia – Saída menos embaraçosa

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Foi um ano diferente, com menos gasto de tempo de espera na fronteira, segundo testemunhos comuns colhidos ontem pela nossa Reportagem no terreno junto dos viajantes e das próprias autoridades que superintendem o sector.

O maior fluxo no sentido Moçambique/África do Sul iniciou-se na tarde do dia 1 de Janeiro. Todavia, foi ontem que a movimentação atingiu o pico. A dado momento, no período da manhã, a fila de veículos formada chegou a atingir seis quilómetros, situação que deixou desanimados os que faziam a sua aproximação à fronteira.

Para o alívio da maioria dos viajantes o atendimento prestado era satisfatório, embora houvesse alguns transtornados, o que podia ser considerado compreensível em momentos destes. A missão conjunta era composta por agentes das Alfândegas, da Migração, Polícia da República de Moçambique, Guarda Fronteira e Bombeiros que se juntaram no contexto da “Operação Karibu” para flexibilizar o atendimento e garantir segurança.

Os oficiais estavam distribuídos por vários pontos de modo a detectar eventuais esquemas de corrupção e prestar toda a assistência necessária.

Para carimbar os passaportes e outros documentos inerentes a este movimento tinham sido activados ontem cinco postos que operavam em coordenação com os serviços migratórios e alfandegários. Um dos locais de destaque é o conhecido quilómetro quatro (Km 4), primeiro ponto moçambicano de chegada de veículos e de pessoas que rumavam à terra do rand.

Aliás, é naquele ponto em que Domingos Tivane, director-geral das Alfândegas de Moçambique tomava decisões em função das circunstâncias surgidas no momento.

A propósito, Tivane afirmou que tudo estava a correr conforme o previsto. Para começar alguns automobilistas, conforme os apelos feitos, saíram para África do Sul utilizando outras fronteiras, nomeadamente de Namaacha, Goba e Ponta d´Ouro.

Terá resultado a distribuição atempada de folhetos que aconselhavam aos condutores a usar outras fronteiras.

“A pressão é maior, mas estamos a fazer de tudo para que se gaste menos tempo. Começamos a trabalhar na tarde do dia 1 de Janeiro e até aqui não há problemas”, disse Domingos Tivane.

Especulação de preços de bagagens irrita utentes

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Depois da erradicação de casos de especulação de preços de transporte inter-provincial, o Terminal Rodoviária Inter-provincial da Junta depare-se com outro fenómeno: a especulação de preços de bagagens. Este fenómeno agrava-se sobretudo nas épocas festivas como a que está em curso.

A incidência de casos de especulação de preços de bagagens é um fenómeno frequente o ano todo quando há mais demanda, mas agrava-se sobretudo nas épocas festivas, no Terminal Rodoviário Inter-provincial da Junta, em Maputo. O fenómeno preocupa para além dos utentes, também os gestores daquele terminal que consideram inadmissível esta prática.

A especulação de preços de bagagens acontece numa altura em que o Conselho Municipal da Cidade de Maputo, órgão que gere o terminal, diz ter conseguido combater a especulação de preços de tarifas de transportes. Os factos provam que a declaração do Município é falsa.

Inês Mindo, Coordenadora do Terminal, refere que este é um fenómeno preocupante, uma vez que tem acontecido frequentemente apesar da fiscalização.

Inês Mindo garante que na primeira reunião da direcção do terminal, neste princípio do ano, este assunto merecerá a devida atenção, pois no mesmo evento os gestores deverão desenhar estratégias para acabar com este fenómeno.

“Desde que nós estamos a gerir este terminal este é um fenómeno novo. A certeza que temos é que, pelo menos, conseguimos combater a especulação de preço tarifário de transporte inter-provincial”, referiu  a coordenadora do terminal.

Por seu turno, Vasco Flôr supervisor do Terminal em representação da Associação dos Transportadores de Carreiras Interurbanas e Internacionais reconheceu a persistência desse fenómeno e referiu que já houve alguns casos de especulação de preços de bagagens, cujos infractores foram sancionados pela associação, como forma de desencorajar esta prática.

Toneladas de frutas diversas apodrecem em Manica

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A província de Manica, rica em produção de citrinos, litchies, mangas, bananas, ananases, laranjas entre outras frutas, enfrenta problemas de apodrecimento destas variedades de fruta devido a restrições de venda noutras regiões do País por causa da mosca de fruta.

É que o sector da Agricultura em Moçambique, decretou desde o ano de 2008 a interdição da exportação e venda para a região sul do país, das frutas de Manica, por se ter detectado uma mosca da fruta nas diversas farmes da província, com destaque para as da companhia do Vanduze.

Neste momento estão em curso pesquisas para neutralização da mosca em diversos pontos da província. Enquanto isso, a interdição de entrada da fruta na zona sul do País e exportação para países vizinhos da África Austral são as medidas encontradas pelo Governo para a não expansão destes insectos no País e na região austral de África.

Com muita produção e consumo restrito a Manica, toneladas de frutas estão a apodrecer, sem mercado.
As duas fábricas de processamento de fruta, uma em Gondola e outra em Guro, não conseguem responder às necessidades. Não possuem capacidade de produção para absorver toda a fruta disponível, disse o técnico provincial de Agricultura, para a área de produção, Luís Bota.

Segundo  Luís Bota, o Governo ainda não encontrou qualquer medida alternativa para a minimização da perda da produção na província de Manica. Isto desde 2008, já lá vão quatro anos.

A  governadora de Manica, Ana Comuane, afirmou recentemente que a potencialidade de produção de citrinos, exploração de recursos minerais, tem contribuído bastante para o crescimento económico da região, mas não deixou de salientar que a questão mosca da fruta é “um inimigo directo para o não  enriquecimento desejado das nossas farmes”.

Papa Bento XVI considera “capitalismo desregrado” uma ameaça à paz

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O Papa Bento XVI rezou ontem pela paz no mundo e disse esperar que a “vocação natural da humanidade” para o bem se sobreponha às ameaças que ela enfrenta no mundo actual, incluindo o “capitalismo financeiro desregrado”.

“Cada ano novo traz consigo a expectativa de um mundo melhor. Com a luz e a graça de Deus, possa este ser o início de um novo caminho para cada pessoa, cada família, cada país e para o mundo inteiro”, exortou o Papa na mensagem de Ano Novo.

Numa mensagem que disse ter sido inspirada pelo louvor de Cristo a quem trabalha pela paz, – “Bem-aventurados os obreiros da paz, porque serão chamados filhos de Deus” –, o Papa enalteceu aqueles que em todo o mundo se dedicam a promover a concórdia, muitas vezes longe dos olhares públicos, incansavelmente e sem reconhecimento, armados “apenas com as armas da oração e do perdão”.

Mas 2013 começa com heranças pesadas, seja a recessão que ameaça a Europa, sobretudo a católica do Sul, seja a guerra que devasta a Síria, conflito que em menos de dois anos terá causado perto de 50 mil mortos, abeirando o país da ruína e ameaçando a estabilidade de todo o Médio Oriente. Ameaças que Bento XVI reconheceu e que, a par dos fanatismos religiosos, do terrorismo e da criminalidade internacional, exigem um “renovado empenho na busca do bem comum”.

Entre todos os males que afligem o mundo, o Papa dedicou especial atenção aos “focos de tensão e conflito causados por crescentes desigualdades entre ricos e pobres, pelo predomínio duma mentalidade egoísta e individualista que se exprime inclusivamente por um capitalismo financeiro desregrado”.

Num momento em que a Europa debate formas de ultrapassar a crise, o Sumo Pontífice denunciou “as ideologias do liberalismo radical e da tecnocracia” que insinuam “que o crescimento económico se deve conseguir mesmo à custa da erosão da função social do Estado, […] bem como dos direitos e deveres sociais”. Considerando que “o direito ao trabalho é um dos mais ameaçados”, Bento XVI pede “novas e ousadas políticas” que reconheçam o emprego “como bem fundamental para a pessoa, a família, a sociedade” e não como “uma variável dependente dos mecanismos económicos e financeiros”.

Antes, na homilia de Ano Novo, o Papa desafiara os crentes a procurar junto de Deus a “paz interior necessária a tempos da história que são por vezes tumultuosos e confusão”. Houve também tempo para reafirmar a oposição do Vaticano ao casamento entre pessoas do mesmo sexo – que desestabilizam a “insubstituível função social” da união entre um homem e uma mulher – e à legalização do aborto – “Como se pode pensar em realizar a paz, o desenvolvimento integral dos povos ou a própria salvaguarda do ambiente, sem estar tutelado o direito à vida dos mais frágeis, a começar pelos nascituros”.

Dez mortos e 120 feridos em cerimónia promovida pela IURD em Luanda

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Pelo menos 10 pessoas morreram em consequência de esmagamento e asfixia provocadas pela grande afluência de populares a uma cerimónia promovida na noite de 31 de dezembro em Luanda pela Igreja Universal do Reino de Deus (IURD).

Segundo o porta-voz do Serviço Nacional de Proteção Civil e Bombeiros (SNPCB), Faustino Sebastião, citado pela agência Angop, o incidente ocorreu junto ao Estádio Nacional da Cidadela Desportiva, local em que estava marcada uma vigília da IURD, designada “Vigília da Virada – Dia do Fim”.

As vítimas são seis adultos e quatro crianças.

Segundo o porta-voz do SNPCB, no recinto, com capacidade para 70 mil pessoas, concentraram-se 250 mil pessoas e apenas dois dos quatro portões estavam abertos.

Deste incidente há ainda a registar 120 feridos.

Em declarações à Angop, o bispo-adjunto da IURD em Angola, Ferner Batalha, admitiu que o número de fiéis que esteve na Cidadela excedeu a capacidade do recinto.

“A nossa expectativa era ter 70 mil pessoas, mas foi de longe superada. Dados não definitivos indicam-nos que estiveram no local acima de 250 mil pessoas”, precisou.

Aquele dirigente da IURD acrescentou que durante os preparativos do evento, a organização notificou as autoridades policiais e pediu a colaboração da Cruz Vermelha de Angola e das Emergências Medicas para o acompanhamento da vigília antes, durante e depois.

Pagamentos das empresas mineiras em 2010 contabilizados nas contas de Moçambique

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A diferença entre os valores monetários pagos em 2010 pelas empresas de extracção de recursos minerais a operar em Moçambique e os recebidos pelo Estado moçambicano é de menos de 1% por cento do total a favor do Estado, informou o vice-ministro dos Recursos Minerais.

Citado pelo matutino Notícias, de Maputo, o vice-ministro Abdul Razak disse ainda que a comissão encarregada de proceder à reconciliação dos valores está neste momento a trabalhar no sentido de apurar as razões da diferença a favor do Estado.

No entanto, Razak salientou que a diferença apurada não é preocupante, tanto mais que a Iniciativa de Transparência na Indústria Extractiva (ITEI) estabelece o máximo de 3% para eventuais diferenças carecendo de reconciliação.

A ITEI é uma iniciativa internacional que visa promover a transparência dos governos e das empresas envolvidas na indústria extractiva.

Moçambique foi admitido como país candidato à iniciativa em 2009 e desde então publicou dois relatórios de conciliação dos recebimentos e pagamentos provenientes da indústria extractiva, sendo o primeiro referente ao exercício económico de 2008 e o segundo a 2009.

Em Outubro deste ano o conselho de administradores da ITEI considerou Moçambique como sendo um país cumpridor da iniciativa, numa reunião que teve lugar na Zâmbia.

O estatuto de cumpridor da iniciativa significa que o país seguiu com sucesso o processo de reconciliação anual de todas as receitas da indústria extractiva, dando a informação de quanto é que o país recebeu desta indústria aos cidadãos moçambicanos.

Para a terceira reconciliação, relativa ao ano económico de 2010, foram abrangidas 46 empresas, das quais 34 na área mineira e outras na área de petróleo.

Os dez melhores jogadores africanos de sempre

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A paixão do povo africano pelo futebol é antiga, porém, a entrada dos jogadores africanos no primeiro mundo do futebol é recente. Os jogadores da África sempre foram hábeis e velozes, aliando a essas duas qualidades um fenomenal preparo físico, mas careciam de táctica, de profissionalismo.

Com a participação cada vez mais destacada das nações africanas em competições internacionais, essa deficiência começa a ser corrigida e não fosse a precária situação económica, política e social do continente, já dominariam o cenário do futebol mundial.

Outro factor que contribuiu para o desenvolvimento do futebol africano foi a contratação dos principais jogadores pelos clubes europeus. Hoje em dia os craques africanos são fundamentais nos maiores clubes da Europa.

Na lista abaixo, os dez melhores jogadores africanos da história.

1° Roger Milla: Mais do que um grande jogador, Roger Milla é um ícone do futebol africano. A actuação dele na Copa de 1990 foi espectacular. Em 1994, tornou-se o jogador mais velho a marcar num Mundial. Não ganhou grandes títulos, nem jogou em grandes clubes, mas possuía carisma, uma certa alegria em jogar a bola, alegria que talvez seja a verdadeira alma do futebol.

2° George Weah: Nascido na Libéria, Weah brilhou no Milan de 1995 a 2000. Em 1995 foi eleito pela FIFA, como o melhor jogador do mundo. Após encerrar a carreira, Weah concorreu à presidência do seu país e mantém uma fundação dedicada a fins humanitários.

3° Samuel Eto’o: O camaronês Samuel Eto’o é dos mais eficientes goleadores do futebol actual. Brilhou no Barcelona e actualmente defende a camisola do Anzhi da Rússia. Talvez seja o mais vitorioso jogador africano na Europa. Entre os seus títulos estão três Ligas dos Campeões e um Mundial de clubes.

4° Didier Drogba: O craque da Costa do Marfim é um dos melhores atacantes da actualidade. Jogou na França, antes de ser contratado pelo Chelsea. Participou em dois Mundiais: 2006 e 2010.

5° Nwankwo Kanu: Kanu é outra estrela nigeriana, campeão olímpico em 1996. Estreou-se no futebol europeu em 1993, defendendo o Ajax. Brilhou também no Arsenal.

6° Abedi Pelé: Considerado por muitos como o melhor jogador da história de Gana, Abedi Pelé foi eleito por três vezes como o melhor jogador africano, 1991, 1992 e 1993. Jogou em vários clubes da Europa, com destaque para o Lyon e Marselha, ambos da França.

7° Jay-Jay Okocha: Okocha participou de três Mundiais, 1994, 1998 e 2002. Ambidestro, habilidoso e criativo, foi campeão olímpico com a Nigéria em 1996.

8° Rabah Madjer: O argelino Rabah Madjer é um dos maiores ídolos do FC Porto. A actuação do jogador na final da Liga dos Campeões Europeus de 1987, foi decisiva para a conquista do clube português. No mundial interclubes do mesmo ano, o craque repetiu a dose, conduzindo o Porto ao título de melhor equipa do mundo.

9° Mahmoud El Khatib: Mahmoud El Khatib, só jogou em clubes do seu país, o Egipto. Em 1983, conquistou a Bola de Ouro de África. Fã confesso de Pelé, El Khatib foi um jogador guiado pela ética desportiva, em toda a sua carreira, só recebeu dois cartões amarelos. Em 1986. Conquistou o maior título da carreira: O CAN.

10° Thomas N’Kono: Muito do crescimento do futebol africano, se deve à selecção dos Camarões. Por sua vez, muito do sucesso dos camaroneses se deve a Thomas N”Kono, uma muralha africana na baliza. Em 1979, o guarda-redes foi eleito o melhor jogador africano, actuando pelo Canon Yaoundé. Em 1982, transfere-se para o Espanhol, de Barcelona, clube que defendeu por oito anos. N’Kono foi destaque na Copa de 1990, quando a selecção dos Camarões terminou em 7° lugar.

Moçambique quer experiência de Angola – diz Embaixador Domingos Fernandes

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Este desejo foi manifestado pelo embaixador de Moçambique em Angola, Domingos Fernandes, em declarações à imprensa, à saída de uma audiência que lhe foi concedida pelo Presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos.

De acordo com o diplomata, neste momento, a cooperação no referido sector passa pela formação de quadros, encontrando-se estudantes moçambicanos em formação na matéria em Angola.

Por outro lado, considerou excelentes as relações nos distintos domínios, sobretudo, na educação, defesa e segurança, policial e concertação política.

Domingos Fernandes disse ter abordado com o presidente da Assembleia Nacional questões relacionadas com a cooperação entre os dois parlamentos, principalmente, a implementação do protocolo existente nesta vertente, assinado em Novembro de 2003.

Neste quadro, disse que a execução do acordo é positiva, pois têm sido honrados os pontos nele constante, traduzidos na troca constante de visitas entre as comissões de especialidades de ambos os órgãos, visando o intercâmbio de experiências.

Lembrou que, nesta perspectiva, esteve uma delegação parlamentar angolana a visitar Moçambique há duas semanas, em retribuição de duas anteriores de deputados moçambicanos efectuadas a Angola.

O embaixador disse igualmente ter transmitido a Fernando da Piedade Dias dos Santos as felicitações da sua homóloga do Parlamento moçambicano, Verónica Macamo, pela sua eleição ao cargo, a 31 de Agosto de 2012, bem como o convite para visitar aquela nação, tão logo a sua agenda o permita.

Tete amplia rede viária

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O director provincial das Obras Públicas e Habitação, em Tete, Luís Machel, disse que a província contava, até Novembro último, com uma extensão da rede de estradas na ordem de 4.361 quilómetros, sendo 2.970 de rodovias classificadas e 1.391 quilómetros de não classificadas.

“Contamos com uma rede constituída por 540 quilómetros da rede primária, 1229 secundária, 788 quilómetros de terciária e 413 de vicinal. Estas vias de comunicação oferecem uma transitabilidade de cerca de 70 por cento da totalidade da rede viária da província” – disse Machel.

A nossa fonte acrescentou que estão em curso os trabalhos de manutenção e reabilitação das estradas nacionais número sete e 304, nomeadamente nos troços cidade de Tete/Zóbuè e Mussacama/Cálomuè, do Corredor de Tete, com maior tráfego de circulação que ligam aos países vizinhos, cuja acção está a cargo do consórcio Estradas do Zambeze.

O director das Obras Públicas e Habitação de Tete referiu que, em relação à estrada Chitima/Mphende, que estabelece ligação entre o distrito de Cahora-Bassa e a sede distrital de Mágoè, foi concluída, este ano, a construção de 13 pontes das previstas, no âmbito da asfaltagem daquela rodovia.

Entretanto, Luís Machel, reconheceu haver atrasos na execução das obras de construção de estradas, uma situação originada pela demora no desembolso dos orçamentos. Este facto é agravado pela falta de meios circulantes na direcção provincial das Obras Públicas e Habitação em Tete para o acompanhamento e supervisão das actividades de reabilitação das estradas.

“A direcção provincial das Obras Públicas e Habitação, em Tete, enfrenta ainda a exiguidade de quadros qualificados para acompanhar o crescente ritmo de desenvolvimento que a província hoje denota. Esta limitante contribui, negativamente, para a realização da inspecção periódica do grau de execução das Obras Públicas em diversos pontos da província” – indicou Machel.

Em relação à obra da estrada de acesso à Nova Ponte da cidade de Tete, o nosso interlocutor admitiu a possibilidade de atrasos na sua execução, uma situação que, conforme assinalou, deverá resultar da demora da mineradora Rio Tinto em se pronunciar sobre a sua eventual desistência na construção de um dique de protecção das minas de Benga, junto ao rio Revubuè.

O traçado da estrada que dá acesso à Nova Ponte de Tete, do lado do distrito de Moatize, atravessa uma parte da área concessionada ao Rio Tinto, na localidade de Benga, nas proximidades dos rios Zambeze e Revubuè.

O governo da província de Tete esteve, durante o ano prestes a terminar, empenhado na expansão e melhoramento da qualidade das vias de acesso, o que permitiu assegurar que os distritos com maior potencial agrícola e pecuário, estejam ligados entre si e à capital da província por estradas transitáveis.

 Relativamente ao programa de urbanização básica e de habitação, Luís Machel, disse que foram demarcados, este ano, em toda a província, 2694 talhões destinados à habitação ao mesmo tempo que foram edificadas 1540 habitações contra 1177 casas construídas em 2011.

“Queremos assegurar cada vez mais a qualidade das intervenções de construção, reabilitação e manutenção de edificações públicas, melhorando a qualidade e controlo das obras e edifícios públicos assim como assegurar a concepção de projectos de boa qualidade e envolver a fiscalização independente nas obras” – prometeu o director provincial das Obras Públicas e Habitação, em Tete, Luís Machel.

Quadra Festiva – Mortes e incêndios em Nampula

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Ele precisou que as mortes causadas por essa intoxicação aconteceram no bairro da Muhala Expansão, na cidade de Nampula e no distrito de Murrupula. A pessoa que perdeu a vida por ataque cardíaco é de nacionalidade sul- africana e antes da sua morte vivia naquele bairro, enquanto o afogamento ocorreu com uma criança que caiu no poço, também na cidade de Nampula.

 No que se refere aos incêndios, aquele porta- voz explicou o que ocorreu no mercado da vila municipal de Monapo, foi provocado por um curto- circuito e calcula- se em 56 barracas, que foram devoradas pelo fogo. Em relação ao registado no distrito de Nacarõa, o mesmo teve como causa, o manuseamento indevido de combustível. De acordo com a polícia, não foram registados casos criminais relevantes durante a transição em Nampula.

Um total de 426 viaturas foram fiscalizadas pela Polícia de Trânsito, tendo sido passados 42 avisos de multas. Um aspecto curioso é que ao contrário do que foi nos anos passados, desta vez não houve registo de nenhum acidente de viação em todo o território da província. Apenas foi detido um indivíduo por condução ilegal.

No Hospital Central de Nampula, durante a passagem do ano, entraram naquela unidade sanitária um total de 25 caso de agressões físicas ligeiras, sendo a cifra mais baixa quando comparada com a do ano passado, em que foram registados perto de 100 agressões.

Entretanto, a polícia naquele ponto do país considera que apesar dessas ocorrências a festa do fim do ano foi celebrada em ambiente de paz, ordem e tranquilidade, fruto do grande trabalho que a corporação vinha fazendo no sentido de fundamentalmente sensibilizar os cidadãos a pautarem pelo civismo.

Esta foi a festa que mais registou a “fuga” de muitos citadinos de Nampula para outros pontos da província, com destaque para as zonas turísticas das Chocas- Mar, no distrito de Mossuirl, Ilha de Moçambique, Memba e Nacala- Porto, onde os locais de hospedagem ficaram esgotados.

  Nos bares e restaurantes, incluindo barracas, muitos amigos se juntaram para festejar a transição do ano. Na zona periférica, os fabricantes de bebidas tradicionais, principalmente “cabanga”, aproveitarem a ocasião para ganhar dinheiro com a sua venda, ao som da música e volume ensurdecedor.

Avaria da Auto-Gás com solução à vista

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Segundo João das Neves, director-geral da Auto-Gás, a avaria grossa registada no dia 25 do mês passado impossibilitou o abastecimento de automóveis que normalmente o fazem naquele ponto, por sinal, o único a nível da cidade de Maputo.

Enquanto os utentes de Maputo se socorrem alternativamente do posto localizado junto da Mozal, João das Neves disse que no quadro de esforços que a empresa está a empreender no sentido de normalizar a situação foram já adquiridos, no Brasil, alguns componentes para a subsequente substituição.

A opção pelo mercado brasileiro, segundo a fonte, resulta do facto de não haver, a nível da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), fornecedores capazes de garantir os acessórios necessários para restaurar o funcionamento das máquinas.

No caso dos autocarros dos TPM, com um universo de 153 unidades movidas a gás, a Auto-Gás recomendou a empresa que usasse os seus meios nas rotas e carreiras para Matola, com vista a aproximá-las do posto de abastecimento da Mozal.

No quadro do programa de expansão da empresa, a Auto-Gás em parceria com a Petromoc está a trabalhar na instalação de três novos postos que deverão entrar em funcionamento no início deste próximo ano, aumentando, por conseguinte, as escolhas para os utentes do serviço.

A Auto-Gás, que contempla até então a cidade e província de Maputo, conta actualmente com um universo de 700 viaturas movidas a gás.

ADPP forma mais de 460 professores

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Quatrocentos e sessenta e sete professores é o universo de professores formados recentemente pela Escola de Formação do Professor do Futuro da Associação de Desenvolvimento do Povo para o Povo (ADPP), em Manje, sede do distrito de Chiúta, em Tete.
A maioria desses educadores está em diversos pontos das províncias de Tete, Manica e Sofala. Informações avançadas por Francisco Gungunhana, director daquele estabelecimento de formação profissional, indicam ser política da instituição o recrutamento direccionado de jovens que vivem nos arredores do empreendimento que, por diversos motivos, são limitados a prosseguir com os estudos a outros níveis.

Tribunal de Sofala condena agentes da PRM

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Trata-se de Cândido Almeida Safur e Joaquim Munogarepi, que estavam afectos ao posto policial de Muxúnguè, distrito de Chibabava.

O Juiz de Direito da 5ª Secção do TJPS, Alberto Assane, também condenou outros cinco co-réus neste processo número 25/5ª Secção/2012 a penas que variam de 12 a 24 anos de prisão e absolveu um outro agente por não se ter provado o seu envolvimento em crimes acima referenciados.

Os elementos civis que em incursões criminosas estavam sob comando dos agentes da lei, nomeadamente Adamo Titosse, Filipe Moisés Silva e Rosário Moiana, apanharam igualmente 24 anos de prisão, pagamento de impostos máximo de justiça, mais três mil meticais ao defensor oficioso.

Ao passo que Armindo Massingue e Ernesto Moiana, outros dois elementos, que também foram identificados como pertencendo à rede criminosa sob comando dos agentes da PRM apanharam 12 anos de prisão

Ano Lectivo 2013: Matrículas começam hoje

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Dados facultados pelo MINED indicam que o Ensino Secundário Geral irá contar com um efectivo de seis milhões e 510 mil alunos, contra seis milhões 177 do ano passado, o que representa uma subida na ordem de cinco por cento.

O calendário estabelece ainda que o primeiro trimestre irá decorrer até o dia 12 de Abril, enquanto que o segundo terá lugar no intervalo que vai de 22 de Abril a 19 de Julho. O terceiro e último trimestre será de 5 de Agosto a 25 de Outubro.

Para o Ensino Primário, o MINED indica que os exames da primeira época para os alunos da 5ª e 7ª classe irão decorrer de 11 a 13 de Novembro, enquanto que a segunda época terá lugar de 2 a 4 de Novembro. O calendário estabelece ainda que o período de 23 a 27 de Julho está reservado aos exames extraordinários e o de 4 a 8 de Novembro para os exames da 1ª época para os alunos da 10ª e 12ª classes. O intervalo de 2 a 6 de Novembro está para aos exames da segunda época.

Quanto à Alfabetização e Educação de Adultos, as aulas iniciam na semana de 1 a 8 de Fevereiro. De 3 a 5 de Junho serão realizados os exames de admissão no Ensino Técnico Profissional e Vocacional, devendo a abertura solene do ano lectivo neste nível de ensino acontecer a 2 de Agosto.

No ramo de professores e educadores profissionais, os exames de admissão serão de 8 a 14 de Janeiro, enquanto que as matrículas de novos ingressos, elaboração de horários e formação de turmas irão acontecer de 25 a 30 de Janeiro.

O Ministério da Educação elege a preparação e abertura do ano lectivo como um dos momentos privilegiados do calendário escolar.

Durante o processo de preparação e abertura do ano lectivo, dirigentes, quadros e técnicos do sector da Educação, parceiros de cooperação, pais e encarregados de educação são chamados a unir esforços e criar condições com vista a assegurar que o ano lectivo comece da melhor forma, em termos organizativos. Este momento é descrito pelo pelouro como sendo crucial para o alcance dos objectivos e metas propostas para o sector.

Apesar de alguns incidentes: Fim de ano calmo

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Porém, é de salientar que alguns poderão não ter dado largas à sua alegria numa medida de contenção da despesa.

As zonas de cimento das cidades de Maputo e Matola, o clima dominante foi de serenidade, ao ponto de em alguns locais de residência não parecer estar-se a celebrar o fim e o início de um ano.

Já nas nos bairros da periferia, como T3, Trevo, Liberdade e Zona Verde, na Matola, Polana-Caniço, Maxaquene, Chamanculo, Laulane, na capital, a transição de 2012 para 2013 foi vivida com grande excitação e euforia popular. Foi este o ambiente geral vivido nesta região.

 Pelo país fora, soubemos do nosso correspondente em Gaza que, pese embora na província se tenham registado cinco mortes na noite de transição, nos distritos de Bilene, Xai-Xai e Chókwè em resultado das descargas atmosféricas (relâmpago) que fustigaram aquela região, os festejos decorreram a contento.

A cidade de Inhambane de ano para ano regista uma avalanche sempre crescente de turistas nacionais e estrangeiros, a tal ponto que as infra-estruturas locais, por estas alturas, tornam-se insuficientes para atender a demanda.

É digno de realce que muitos visitantes acomodaram-se debaixo de árvores, dormiram em discotecas e exploraram tudo quanto é espaço alternativo a habitação, para repouso.

Enquanto isso, se por um lado houve uma grande animação dos beirenses e visitantes pela passagem de ano na Beira, por outro, é de lamentar a ocorrência de 15 acidentes de viação, que ceifaram a vida de cinco pessoas, incluindo uma criança.

Ainda na noite de transição, a cidade da Beira registou um óbito que resultou de afogamento na praia do Estoril, 24 casos de agressões físicas, contra cinco assinaladas nas festividades do Natal e cinco casos de queimaduras graves resultantes de mau uso do fogo de artifícios.

As praias da província de Nampula tiveram uma taxa bastante elevada de turistas oriundos de diversos pontos do país, que encontraram naqueles destinos as melhores condições de habitação e serviços de hotelaria. Porém, fontes da PRM revelam a morte de quatro pessoas durante a festa da transição do ano, sendo duas por intoxicação alcoólica e as restantes por ataque cardíaco e afogamento.

Na cidade de Quelimane, os cidadãos saíram à rua para saudar efusivamente a entrada do novo ano. Numerosas famílias “inundaram” por completo as principais artérias e a avenida marginal desta cidade.

Informações que nos chegam de Pemba, dão conta que a cadeia de praias ao longo da costa registou a maior enchente de todos os tempos. As condições logísticas, apesar de reforços, continuou exígua tendo em conta a procura.

Em Tete, muitas famílias, incluindo estrangeiros empregados nas mineradoras celebraram o momento de forma comedida e sem distúrbios na via pública, o que permitiu uma transição exemplar, sem registo de nenhum tipo de acidente de viação e nem entrada de casos graves, no Banco de Socorros local.

O director do Hospital Provincial de Tete, Baltazar José Maria, considerou ter sido a melhor transição do ano e nunca vista na província, em particular na cidade capital, onde também no seu sector não deram entrada casos como acidentes de viação, agressões físicas como resultado do excesso de consumo de bebidas alcoólicas.

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