Na última segunda-feira (15), um oficial de imigração do Aeroporto de Stansted, na Inglaterra, entregou a sua carta de demissão escrita num bolo.
Endereçada “ao gerente”, Chris Holmes escreveu que decidiu deixar um emprego para dedicar mais tempo e energia à sua família e investir em algo que o deixe mais feliz, no caso uma empresa de bolos.
Holmes, que vive em Cambridgeshire, é conhecido como Mr. Cake (Senhor Bolo). Ele iniciou o negócio há dois anos no seu tempo livre. Sobre a decisão de deixar o emprego, ele comentou: “Todos aceitaram muito bem. Foi um bolo enorme, feito com uns 18 ovos.”
No texto de despedida, ele desejou o melhor à organização e aos seus colegas. Desde que foi postada a foto do bolo no Twitter, Chris Holmes tem recebido diversas encomendas.
O Banco Nacional de Investimento (BNI) passa a actuar, simultaneamente, como banco de desenvolvimento.
Esta informação foi avançada pelo presidente do Conselho de Administração do banco, Adriano Maleiane, na cerimónia de inauguração do novo edifício-sede da instituição, ontem, em Maputo.
“O BNI representa um novo conceito de banco, caracterizado por actuar, simultaneamente, no segmento da banca de investimento e de desenvolvimento, e não para poupança do público, mas com fundos próprios, passando a recorrer ao mercado de capitais para alavancar as suas operações”, informou Maleiane.
Actualmente, o Estado moçambicano detém a totalidade do capital do BNI que, na altura do seu surgimento, assumia a posição de banco de investimento dedicado ao financiamento de infra-estruturas no país.
O banco foi constituído em 2010, tendo iniciado a sua actividade em 2011. Nessa altura, o Estado moçambicano detinha 49,5% do capital, através da direcção Nacional de Tesouro, ficando a Caixa Geral de Depósitos de Portugal (CGD) com outros 49,5%, e o restante 1% pertencia ao Banco Comercial de Investimento (BCI).
A inauguração do empreendimento foi dirigida pelo Presidente da República, Armando Guebuza, numa cerimónia que contou com a participação de várias individualidades da arena financeira.
Na ocasião, Guebuza disse que este empreendimento vem para fechar uma lacuna que o país tem em termos de instituições financeiras viradas para o desenvolvimento.
“O BNI vem responder a uma decisão resultante da visão do governo, plasmada no plano quinquenal, de constituir uma instituição vocacionada à dinamização do investimento em projectos estruturantes em carteira”, disse o chefe do Estado.
Lembre-se que o Estado moçambicano comprou, recentemente, a posição da caixa geral de depósitos e do Banco Comercial de Investimento nesta instituição e passou a deter a totalidade do capital do banco.
Maleiane disse que, na altura em que o Estado detinha 49,5% de capital, se tornava difícil alavancar projectos de desenvolvimento dos empresários nacionais, porque o parceiro português queria apenas actuar na área dos investimentos.
Duas mulheres morreram em consequência de dois acidentes de viação ocorridos entre Domingo (14) e Segunda-feira (15) na província de Nampula. Não foi possível apurar os nomes das vítimas.
Segundo a Polícia, um sinistro deu-se no distrito de Murrupula e o outro na Avenida Eduardo Mondlane, próximo à Escola Primária dos Belenenses, arredores da cidade de Nampula.
Os corpos das vítimas encontram-se na morgue do Hospital Central de Nampula, sendo que um deles, o do distrito de Murrupula, já foi identificado pelos familiares e o segundo ainda não, uma vez que na altura em que encontrou a morte a cidadã não trazia nenhum documento de identificação. Este facto, para além de dificultar a localização dos parentes, preocupa as autoridades policiais e sanitárias.
O acidente de viação que ocorreu no distrito de Murrupula foi um despiste e capotamento, tendo resultado na queda de uma passageira que perdeu a vida no local. O sinistro da cidade de Nampula foi devido a má travessia da vítima e ao excesso de velocidade.
Manuel da Silva, substituto do chefe do Departamento das Relações Públicas no Comando da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Nampula, disse que o condutor responsável pela ocorrência poderá permanecer detido até que seja localizada a família da vítima.
Da Silva pelou à população e aos automobilistas para que respeitarem os sinais de trânsito de modo a evitar as mortes nas estradas.
O antigo procurador-geral da República, Sinai Nhatitima, foi ontem homenageado pela passagem do seu 70° aniversário. Diversas personalidades ligadas à justiça, familiares e amigos tomaram parte da cerimónia, na procuradoria-Geral da República, onde exaltaram os feitos deste, considerando-o uma personalidade incontornável na Justiça no país.
A ocasião serviu para reconhecer o mérito de Nhatitima no seu percurso profissional, com destaque para o julgamento dos casos Golpe de Estado em Moçambique, MLL, entre outros.
O aniversariante mostrou-se bastante emocionado com a homenagem e agradeceu a todos pela iniciativa.
Actualmente presidente da comissão de Ética Pública, Nhatitima nasceu a 14 de Abril de 1943.
Nhatitima foi juiz-conselheiro do tribunal administrativo; presidente da Cruz Vermelha; e o primeiro procurador-geral da República a receber uma monção de censura no parlamento pela bancada da Frelimo por se recusar a apresentar o Informe, alegando não haver qualquer dispositivo legal que o obrigue a fazê-lo.
Juiz de Direito, Nhatitima foi juiz presidente do tribunal popular de Sofala e destacou-se no julgamento do “caso Golpe de Estado”, liderado por Sebastião Marcos Mabote, e o das matrículas MLL.
Moçambique continua atento a este conflito, uma vez que também é banhado pelo Lago Niassa, onde já se aventa a possibilidade de ocorrência de recursos naturais.
Os ex-presidentes sul-africano, Thabo Mbeki, e do Botswana, Festus Mogae, integraram a equipa de mediação da SADC ao conflito fronteiriço entre Malawi e Tanzânia sobre o lago Niassa, liderada pelo antigo presidente moçambicano, Joaquim Chissano.
Segundo o ministro dos Negócios Estrangeiros da Tanzânia Bernard Membe, as autoridades tanzanianas reiteraram a confiança da mediação do conflito aos ex-presidentes da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).
Há mais de meio século que Tanzânia e Malawi disputam a soberania do lago Niassa, mas a crise atingiu o pico no ano passado, após o início da prospecção de petróleo e gás natural, o que obrigou o Malawi a parar com as pesquisas.
Apegando-se ao Tratado Anglo-Germânico de 1890, o Malawi reivindica o domínio do lago Niassa, com excepção da parte que banha Moçambique. Entretanto, a Tanzânia considera que o acordo está cheio de lacunas.
Recentemente, o governo do Malawi pôs em causa a credibilidade do fórum dos antigos chefes de Estado da SADC, alegadamente porque o secretário-executivo da organização, John Tesha, de nacionalidade tanzaniana, estava a passar informações cruciais ao governo de Dar-es-Salaam.
As propostas dos salários mínimos nacionais por sector de actividade, apresentadas ontem durante o Conselho Consultivo do Trabalho, serão aprovadas hoje pelo Conselho de Ministros.
O Governo vai aprovar, hoje, durante o Conselho de Ministros, os novos salários mínimos nacionais, cujas propostas foram ontem apresentadas durante o Conselho Consultivo do Trabalho, um órgão que reúne os parceiros sociais, nomeadamente o Governo, o sector privado e os sindicatos. As propostas de aumento encaminhadas ainda ontem ao Conselho de Ministros variam de cinco a 31%. Trata-se de propostas de nove sectores de actividade.
Com aumentos a estes níveis, os salários mínimos dos sectores de agricultura, pescas e da função pública continuarão abaixo dos três mil meticais. Aliás, a maior parte dos sectores não terá um salário mínimo de quatro mil meticais, ou seja, a metade do valor de uma cesta-básica.
Maria Helena Ferro, da Organização dos Trabalhadores Moçambicanos-Central Sindical (OTM-CS), disse que o salário mínimo deveria ser de oito mil meticais, sendo que, com esta situação, os trabalhadores não têm como se sentir “satisfeitos”, porque os actuais rendimentos não cobrem as necessidades básicas das famílias.
Por outro lado, os empregadores dizem que as propostas aprovadas são as possíveis de garantir os postos de empregos actuais e a criação de outros, nos próximos tempos.
Prevê-se que, esta terça-feira, o Governo aprove as propostas de aumento dos mínimos salariais alcançados ontem na Comissão Consultiva do Trabalho. Geralmente, os salários mínimos aprovados pelo Conselho de Ministros são pagos em Maio, com retroactivos de Abril corrente.
Jornalistas mostraram-se desapontados com a cúpula da Comissão Consultiva do Trabalho. É que a mesma deliberou não revelar as propostas de aumentos salariais encaminhadas para o Conselho de Ministros. Sem argumentos sólidos para a não revelação dos dados, tanto a OTM-Central Sindical, assim como a Confederação das Associações Económicas de Moçambique não foram convincentes nas suas abordagens.
Nos anos anteriores, as propostas eram divulgadas ainda na fase de negociação entre os trabalhadores e os empregadores, mas, este ano, a Comissão Consultiva do Trabalho preferiu guardar a informação a sete-chaves.
Salários mínimos de 2012
Em 2012, os aumentos dos mínimos salariais, aprovados pelo Governo, variaram de 6 a 17 por cento. A função pública (sector 9) teve um aumento de seis por cento, a percentagem mais baixa.
“O Chefe do Estado moçambicano não é flexível, não é pelo diálogo…” A activista dos Direitos Humanos, Alice Mabota, acusa o presidente da República, Armando Guebuza, de ser intransigente e de não mostrar vontade de dialogar sobre assuntos que interessam e inquietam os moçambicanos.
A presidente da Liga dos Direitos Humanos, que falava hoje numa conferência de imprensa sobre a situação política do país, com destaque para a tensão e onda de violência em Muxúnguè, referiu que o silêncio de Armando Guebuza causa estranhesa e sugere cumplicidade no assunto.
“O Chefe do Estado moçambicano não é flexível, não é pelo diálogo e ninguém entende o que vai na sua alma e no seu pensamento ao deixar que uma coisa como a violência de Muxúnguè ocorra. O presidente Chissano era uma pessoa que primava pelo diálogo e, por isso, havia tranquilidade no país, diferentemente do actual Chefe do Estado que não prioriza o diálogo e entendimento”, afirmou a activista.
Mabota diz não entender por que usar a força para resolver as reivindicações da Renamo, uma vez que as mesmas são de natureza política.
“A questão dos homens Armados da Renamo a que, de forma recorrente, as autoridades se referem quando se aproximam os pleitos eleitorais é um problema político e não criminal, uma vez que deriva dos Acordos Gerais de Paz e deve ser resolvido como tal”, disse.
Piotr Naskrecki vai liderar uma equipa de 15 cientistas que hoje começam um estudo das espécies existentes no Parque Nacional da Gorongosa e afirmou ser “muito provável” que os investigadores encontrem espécies “que nem sequer têm nome ainda”.
Em entrevista telefónica à Lusa, sublinhou a importância de descobrir novas formas de vida nesta expedição, afirmando que “pôr nome nessas coisas é o primeiro passo para garantir que sobrevivem no futuro”.
“Uma das funções deste parque é proteger a biodiversidade e só é possível proteger eficazmente o que sabemos existir. O primeiro passo para garantir que algo sobrevive é saber que existe e conhecer a sua biologia”, disse.
O investigador afirmou que será provável encontrar espécies endémicas, que só existem na Gorongosa, o que acredita ser “um argumento que reforça a noção de que a região precisa de ser protegida”.
Durante a expedição, de três semanas, os cientistas vão dar especial atenção aos animais pequenos, como insectos, rãs e cobras.
Entomólogo, especialista em gafanhotos e autor de um blog intitulado “A Pequena Maioria”, Piotr Naskrecki não esconde a sua admiração pelos animais pequenos.
“É sobre esses grupos que temos menos informação e eles são os mais importantes, são a fundação dos ecossistemas. As pessoas tendem a focar-se nos animais maiores e mais carismáticos, mas os ecossistemas são mantidos por estes organismos mais pequenos, que normalmente não têm atenção suficiente”.
Entre os 15 cientistas, cada um tem a sua área. Há uma especialista em leões, outro em rãs, outro em cobras, outro em aves. E há mais do que um entomólogo, cada um versado num tipo específico de insectos.
“Um vai estudar só insectos sociais, como térmitas e formigas, outro escaravelhos”, exemplificou Naskrecki, sublinhando a importância de estudar os escaravelhos que se alimentam de estrumo e que, por isso, podem dar aos cientistas informação sobre os outros animais.
“Mesmo que não tenhamos um registo positivo de um determinado animal, se encontrarmos um escaravelho que se alimenta do seu estrume teremos um bom indicador de que esse animal existe na zona”, disse.
Na equipa, que inclui investigadores africanos, europeus e americanos, há três moçambicanos, um especialista em répteis e dois estudantes de mestrado, e um brasileiro, especialista em escaravelhos.
A participação na expedição será parte da formação dos mestrandos, disse o líder da equipa, afirmando tratar-se de uma boa oportunidade de aprender as técnicas de recolha de amostras de biodiversidade junto de cientistas mais experientes.
Piotr Naskrecki é um entomólogo, fotógrafo e autor polaco, actualmente a trabalhar no Museu de Zoologia Comparada da Universidade de Harvard, nos EUA.
Exceptuando a Petromoc, as restantes empresas vocacionadas à comercialização de combustíveis para alimentação de veículos motorizados e outros equipamentos demonstram algumas dificuldades para garantir a gestão dos stocks, segundo o porta-voz da Direcção Provincial dos Recursos Minerais e Energia, Fila Lázaro.
No último fim-de-semana prolongado, por exemplo, as bombas da cidade de Nacala estiveram todas elas sem gasolina, porque ouve problemas de reposição de stocks.
Segundo a fonte que chefia o Departamento de Inspecção na Direcção Provincial de Recursos Minerais e Energia em Nampula, as gasolineiras operam de uma forma que concorre para a desestabilização do mercado de combustíveis que se caracteriza pela constância na ruptura de gasóleo e gasolina nas bombas.
“Existe um mecanismo de requisição de combustíveis junto à terminal do Porto de Nacala que as gasolineiras devem obedecer sempre que constatarem que os stocks nos respectivos depósitos estão em vias de esgotar. No entanto, tudo mostra que as gasolineiras não recorrem a tal dispositivo, o que nos faz acreditar, como instituição de tutela, que estes enfrentam dificuldades organizacional ou de ordem financeira para cumprir com o seu papel”, sustentou Fila Lázaro.
O mecanismo de solicitação de combustíveis pelos gestores das gasolineiras junto ao terminal baseia-se em regras claras com anos de vigência, onde o operador é obrigado a fazer depósito de uma caução.
Deste modo perpetuam as facilidades de continuar a fazer o reabastecimento e de garantir o fornecimento de combustíveis no mercado, segundo explicou a fonte.
Dados em poder da nossa Reportagem elucidam que as necessidades de gasóleo e gasolina na província de Nampula rondam os 134.200 metros cúbicos. No entanto, as quantidades do produto colocado à disposição dos potenciais utilizadores no mercado são de cerca de 99.223 metros cúbicos, conforme estatísticas relativas ao ano findo.
Aqueles dados foram apurados com base no levantamento efectuado em todas as gasolineiras que operam no mercado de Nampula e constam do plano de negócio relativamente do ano transacto, visando fazer face à demanda que ficou a cerca de 35 mil metros cúbicos de combustíveis.
Nos últimos tempos as longas filas de viaturas junto à algumas gasolineiras viraram o quotidiano da cidade de Nampula.
A acção, que está a ser dirigida pela administração daquela empresa vocacionada para a moagem de cereais, visa apurar a veracidade de tais denúncias efectuadas por funcionárias, as circunstâncias e o período em que terão ocorrido os casos de assédio sexual, para se instaurar um eventual processo disciplinar contra os autores.
Pretende-se também com a investigação esclarecer o modo como os factos narrados nas denúncias, feitas em cartas anónimas, foram cometidos, tal como indica uma nota da Africom, Lda enviada à nossa Redacção. O inquérito levará 15 dias.
O documento refere que o inquérito será efectuado pela Couto Graça e Associados (CGA), uma firma independente de advogados a quem foi conferido mandato para inquirir todos os trabalhadores e os membros da direcção da empresa que julgarem convenientes para ajudar a apurar a verdade.
A abertura do inquérito foi comunicada aos trabalhadores e aos membros da direcção da Africom, Lda, tendo sido igualmente explicado que o processo não era de carácter obrigatório e serviria apenas para ajudar a apurar a veracidade ou não das denúncias.
A averiguação destas denúncias ocorre depois da publicação, pelo nosso Jornal, de dois artigos que davam conta de que trabalhadoras daquela empresa eram vítimas de maus-tratos, com destaque para ocorrência de casos de assédio sexual protagonizados por alguns membros da direcção.
Em duas cartas anónimas enviadas à nossa Redacção, as trabalhadoras da Africom, Lda, na capital do país, acusam, entre outros gestores, o director dos Recursos Humanos da empresa, de nome Sumit Sanyal, de criar um mau ambiente de trabalho, com ameaças de despedimento caso as visadas não aceitem envolver-se sexualmente com ele.
Este funcionário sénior da Africom, Lda é igualmente acusado de promover situações de desprezo, racismo e pressão psicológica aos trabalhadores, uma situação que os denunciantes dizem concorrer para o seu mau desempenho.
Segundo a carta anónima, os assédios alargam-se às candidatas a determinadas vagas que chegam a receber propostas para acompanhar Sumit Sanyal a clubes nocturnos por ele frequentados como uma das condições para o conseguirem.
Este assunto é igualmente do conhecimento da Inspecção-geral do Trabalho que, segundo apurámos, nos próximos dias vai efectuar trabalhos com os funcionários, a direcção e o sindicato local com vista a esclarecer este caso.
Esta é a terceira queixa que o nosso Jornal recebe, no intervalo de um ano, sobre assédio sexual de colaboradores do sexo feminino na Africom, Lda por parte dos gestores da empresa. O grupo de trabalhadores que escreveu a primeira carta incluía homens cujas esposas trabalhavam naquela companhia. A segunda não fazia referência a nomes e a última aponta até pessoas que abandonaram a empresa devido a estes problemas.
Embora não se tenha indicado a proposta lançada para cada um dos nove sectores salariais, dados daquele órgão que junta os sindicatos, os empregadores e o Governo representado pelo Ministério do Trabalho (MITRAB), adiantam que a ideia é que o ajustamento mínimo seja de 5 e o máximo de 31 por cento.
Após o término do encontro de concertação de ontem, os membros da CCT disseram à Imprensa que não podiam revelar a sua proposta enviada ao Conselho de Ministros, cabendo ao Governo divulgar os números após analisá-los e aprová-los.
Adelino Buque, responsável pelo pelouro do Trabalho e Acção Social na CTA, que falou em nome dos empregadores, disse também que os reajustes propostos oscilam entre 5 e 31 por cento.
Entretanto, tal como os outros, escusou-se a revelar as propostas por cada um dos sectores, bem como indicar, pelo menos, que áreas de trabalho estas duas percentagens representam.
Para o cálculo das propostas dos reajustes, segundo Adelino Buque, a CCT usa como indicadores a inflação registada no ano anterior e o desempenho de cada sector e olha-se ainda para as previsões de crescimento no ano em curso.
Para Helena Ferro, secretária para os Assuntos Jurídico-Laborais da Organização dos Trabalhadores de Moçambique (OTM-CS), representante da massa laboral, nas condições actuais do país, o aceitável seria um salário mínimo de oito mil meticais.
Ao abrigo das alterações feitas em Abril do ano passado, o salário mínimo mais baixo é de 2300,00 meticais, correspondente ao sector da agricultura, pecuária, caça e silvicultura. O salário mínimo mais alto do país é da actividade financeira que passou dos anteriores 5320,00 para 6171,00 meticais (16 por cento de acréscimo).
À Administração Pública, Defesa e Segurança coube uma revisão de seis por cento. O sector da indústria de extracção de minerais passou a ter dois salários mínimos. A indústria propriamente dita beneficiou de um incremento de 22 por cento, o mais alto no conjunto de todas as áreas de actividade, passando o vencimento básico para 3526,00, enquanto no subsector das pedreiras e areeiros fixou-se em 3295,00 meticais (14 por cento de acréscimo).
A área de produção, distribuição de electricidade, gás e água, cujo mínimo passou de 3222,00 e 3116,00 para 3817,00Mt, teve uma evolução na ordem de 18,48 por cento.
À actividade dos serviços não financeiros coube uma percentagem de 17.13 por cento, passando o valor mínimo pago ao trabalhador de 2996,50 para 3510,00Mt. A indústria transformadora, onde vigorava um mínimo de 3100 e 2850,00 meticais, passou a ter dois valores de referência, sendo 3585,00 (15.65 por cento) aplicável à indústria e 3021,00 meticais (6 por cento) ao subsector da panificação.
Outro sector com duas referências é o das pescas, que ficou de pagar 2680,00Mt (8.28 por cento) contra os anteriores 2475,00 na pesca industrial e semi-industrial, enquanto no de kapenta passou de 2300,00 para 2485,00 meticais (8,04 por cento).
A sessão destinada à apresentação das provas materiais reunidas sobre o envolvimento dos policiais estava prevista para o dia 12 passado.
O Tribunal Judicial de Benoni, na África do Sul, adiou, na sexta-feira, a sessão destinada à apresentação por parte do Ministério Público das provas materiais reunidas sobre o envolvimento dos nove polícias na morte do taxista moçambicano, Mido Macia.
Estava previsto que, nesta sessão, o Ministério Público fosse apresentar o ADN dos polícias, relatório balístico, fotos da vítima tiradas para provar a tortura, entre outros documentos para sustentar a acusação.
O juiz do caso, Samuel Makamu, marcou para 24 de Maio a nova audição em torno do caso.
O adiamento, segundo escreve a agência noticiosa SAPA, também serve para dar tempo ao Ministério Público para decidir se o julgamento deverá ter lugar no Supremo Tribunal ou no Tribunal Regional.
Refira-se que a 12 de Março o tribunal recusou libertar os arguidos sob caução, dizendo que não era do interesse da justiça.
Os arguidos são Thamsanqa Ncema, 35 anos de idade; Linda Sololo, 56; Meshack Malele, 45; Motome Walter Ramatlou, 37; Percy Mnisi, 26; Bongumusa Mdluli, 25; Sipho Ngobeni, 30; Lungisa Ewababa, 31; e Bongani Kolisi, 27.
O porta-voz da família e do governo moçambicano, José Nascimento, disse que a família Macia está a reagir bem.
Os trabalhadores apresentaram as suas queixas através de cartas dirigidas ao Primeiro-Ministro, Alberto Vaquina, e ao Ministro da Educação, Augusto Jone. Em ambos os documentos, cujas cópias chegaram a nossa fonte através dos próprios funcionários, estes apontam actos de perseguição, o desrespeito da ética e despedimentos sem justa causa.
Os funcionários acusam o director do ISCAM, João Moreno, de arrogante, ditador e desumano.
Os trabalhadores acusam Moreno de privatizar a instituição. Apontam que no ISCAM não há um órgão de consulta ou de apoio ao director. “Não há no ISCAM um plano de actividades da instituição e muito menos se pode falar em reuniões de colectivo de direcção para analisar o funcionamento da instituição”, denunciam.
Para sustentar a sua posição, os trabalhadores daquela instituição de Ensino Superior deram como exemplo o recente concurso público de contratação de docentes, em que foi constituído um júri que faria administração técnica do concurso. Contudo, “ele (Moreno) fez sozinho a selecção (dos candidatos) e ordenou os membros do júri a assinarem a acta”, acusam.
As actuações de Moreno, segundo os trabalhadores, vão para além de insultos. Referem que após denúncias feitas ano passado, o Ministério de Educação enviou uma equipa de inspecção para apurar a veracidade dos factos no ISCAM, mas os funcionários que confirmaram as alegações contidas na carta-denúncia foram despedidos da instituição e outros viram os seus contratos de trabalho reduzidos de um ano para seis meses.
Na carta, os funcionários apontam nomes de alguns colegas seus despedidos e outros cujos contratos reduziram para seis meses.
O desastre envolveu uma viatura do tipo mini-“bus”, de marca Toyota Hiace, com inscrição ACV 700 MP, que se despistou e embateu violentamente na parede de uma residência, localizada junto à rua e sem muro de vedação, deixando aquela parcialmente destruída. Na altura, as vítimas se encontravam a dormir.
Os feridos foram evacuados momentos após o desastre para o Hospital Geral José Macamo, na cidade de Maputo, para tratamento.
Segundo os agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM) que se deslocaram ao local do acidente, o excesso de velocidade e condução em estado de embriaguez são as possíveis causas do acidente.
Falando ao nosso Jornal, Laurência Adriano, proprietária da residência ora destruída, conta que foi por volta das 23.00 horas do sábado quando os membros da família acordaram sobressaltados com a viatura já no interior de um dos quartos.
“É difícil explicar exactamente como aconteceu porque todos nós estávamos a dormir. De repente ouvi um estrondo. Era um carro que estava a destruir a minha casa”, disse Laurência Adriano, acrescentando que a preocupação imediata foi de evacuar os feridos para o hospital.
A mulher exige a construção de uma nova casa, feita de material convencional. Ela alega que a estrutura da casa ficou afectada.
Por seu turno, Lurdes Nhabai, cunhada do dono da viatura “intrusa”, disse estar pronta para reparar os danos causados na casa, facto que entretanto não é aceite pela proprietária da mesma que exige a edificação de uma nova.
De acordo com moradores da Zona Verde, desastres do género têm sido frequentes naquela zona porque a estrada têm muitas curvas e que na maioria das vezes, os veículos passam a uma grande velocidade.
A colocação de lombas para forçar os automobilistas a abrandar a marcha é vista por aqueles como uma solução para reduzir o índice de desastres na zona.
Assim, o início das aulas passa para 31 de Janeiro, em vez de 15, ficando todo o primeiro mês do ano reservado a férias escolares e dos professores. Dados em nosso poder indicam que das quatro propostas de alternativa ao calendário escolar, em debate neste momento, todos apontam para o dia 31 de Janeiro como a data ideal e oficial para a abertura solene do ano lectivo. As propostas apontam para 38 a 40 semanas lectivas.
Assim, o primeiro cenário esboçado para o Ensino Primário aponta para o período de 1 de Outubro a 31 de Dezembro como período para as matrículas dos novos ingressos, devendo o dia 27 de Janeiro ser reservado à apresentação dos professores nas escolas. O dia 31 de Janeiro será da abertura solene do ano lectivo, sendo que as aulas propriamente ditas, arrancarão a 4 de Fevereiro de cada ano.
Para este cenário foram delineadas 38 semanas de aulas com o primeiro trimestre a ser interrompido a 2 de Maio, devendo o segundo decorrer de 12 de Maio a 8 de Agosto. O terceiro trimestre será de 25 de Agosto a 14 de Novembro, e os exames da 1ª e 2ª épocas da 5ª e 7ª classe realizar-se-ão de 1 a 18 de Dezembro. A publicação dos resultados será feita até ao dia 29 de Dezembro. Os professores deverão gozar as suas férias de 30 dias no mês de Janeiro.
O segundo cenário apresentado para o Ensino Primário não difere muito do primeiro. Ele indica que as aulas decorrerão em 40 semanas lectivas. Contrariamente à primeira proposta, as aulas não terminarão no dia 14 de Novembro, mas sim no dia 28. Os exames finais da primeira chamada da 5ª e 7ª classes poderão ter lugar de 15 a 17 de Dezembro.
Para o ensino secundário, a proposta inicial aponta para o processo de matrículas a decorrer de 16 de Dezembro deste ano a 10 de Janeiro de 2014. Os professores e alunos deverão se apresentar na escola no dia 27 de Janeiro, para a abertura solene do ano lectivo a 31 de Janeiro e início das aulas a 4 de Fevereiro, devendo ao todo serem contabilizadas 38 semanas lectivas.
O primeiro trimestre irá decorrer até 5 de Maio, devendo o segundo decorrer de 12 de Maio a 8 de Agosto. O terceiro trimestre irá decorrer de 25 de Agosto a 14 de Novembro, com os exames da 1ª época da 10ª e 12ª classes a terem lugar de 24 a 28 de Novembro. Os exames da 2ª época decorrerão de 15 a 19 de Dezembro, e a publicação dos resultados a ser feita até 30 de Dezembro. As férias dos professores no secundário decorrerão no mês de Janeiro.
A segunda proposta para o ensino secundário, a decorrer em 40 semanas lectivas não se difere muito da primeira, com realce para o facto dos exames da 1ª chamada virem a decorrer de 8 a 12 de Dezembro e os da 2ª época de 15 a 19 de Dezembro. Os exames extraordinários do ensino secundário mudam de Julho para Agosto, sendo que os candidatos externos realizam os exames da segunda chamada do final do ano com os alunos internos. A segunda chamada normalmente é reservada aos considerados alunos faltosos.
Depois de muito criticados pela visita de três dias que Jay-Z e Beyoncé fizeram a Cuba – apesar do embargo que impede cidadãos norte-americanos de visitarem a ilha desde 1960 , para comemorar o quinto aniversário do seu casamento, o artista respondeu agora com um rap intitulado Open Letter.
“Querem prender-me e multar-me. Tudo bem, vou cometer um crime a sério, então”, diz Jay-Z na nova canção publicada na quinta-feira, adiantando que teve autorização da Casa Branca para viajar com Beyoncé nesta viagem “institucional e cultural”.
Na quinta-feira também, um porta-voz de Barack Obama já veio dizer que o presidente dos EUA não deu qualquer autorização e nem sequer tinha conhecimento da viagem. A autorização, essa, tinha vindo do ministério das finanças norte-americano. O caso promete não ficar por aqui.
“Obama disse calma ‘você vai me causar um impeachment…. Nós não precisamos desta merda de qualquer maneira, relaxe comigo na praia”, relata o rapper na letra da sua nova música Open Letter.
De acordo com o TMZ, “a letra indica que Obama tenha feito algo escuso para ajudar Jay-Z e Beyoncé a entrar em Cuba, o que pode resultar em confusão como resultado”.
Na letra, Jay-Z também diz: “Políticos nunca fizeram merda nenhuma para mim, excepto mentir para mim, distorcer a história”. O rapper fez campanha para Obama e Beyoncé cantou na sua posse do segundo mandato.
O papa Francisco disse neste domingo que líderes clericais e cristãos não devem trair a palavra de Deus com as suas acções ou correm o risco de prejudicar a credibilidade da Igreja Católica. Francisco, eleito há um mês, tem como um dos seus principais desafios restaurar a credibilidade da Igreja após uma série de escândalos, incluindo abuso sexual de crianças por padres.
O papa fez os seus comentários na Basílica de São Pedro, onde celebrou a missa dominical. Ele também saudou os peregrinos e membros de igrejas locais na Praça de São Pedro.
“A inconsistência por parte de pastores e de fiéis entre o que dizem e o que fazem, entre a palavra e o estilo de vida, está a prejudicar a credibilidade da Igreja”, afirmou o pontífice na sua homilia. “Aqueles que nos ouvem e nos observam devem ser capazes de ver nas nossas acções o que escutam dos nossos lábios”, acrescentou.
Na sua primeira grande decisão, no sábado, Francisco estabeleceu uma comissão de cardeais para ajudá-lo a governar a Igreja e reformar a sua problemática administração central, que foi afectada por disputas internas e suspeitas de corrupção sob o Papa Bento.
O Metical, a moeda nacional moçambicana, continuou a depreciar-se face ao dólar norte-americano em Março último, ao cotar-se em 30,08 meticais por dólar, o correspondente a uma depreciação mensal de 0,30 por cento, após ter estado a 29, 99 em finais de Fevereiro.
Em contrapartida, no último dia de Março, o metical esteve cotado a 3,26 meticais por rand, o equivalente a uma apreciação mensal da moeda nacional face a sul-africana de 2,98 por cento após uma variação nula no mês anterior, revela o Comité de Politica Monetária do Banco de Moçambique.
Citando dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), o Banco Central refere que o nível geral de preços na cidade de Maputo registou uma variação mensal de 0,26 por cento em Março último, apos uma variação de 1,43 por cento em Fevereiro e 0,27 por cento em igual período de 2012.
Com esta variação a inflação homóloga regrediu e a inflação media anual aumentou para 2,23 por cento, enquanto a taxa acumulada fixou-se em 2,77 por centos após 2,09 por cento e 2,51em Fevereiro, facto que se deveu fundamentalmente ao comportamento dos preços de bens e serviços, comunicações, habitação, água, gás, combustíveis, alimentos, bebidas e outros.
Esta trajectória, segundo o Banco de Moçambique, foi também assumida pelo Índice de Preços no Consumidor (IPC) nas cidades de Maputo, Beira e Nampula que registou uma variação mensal positiva em 0,30 por cento no mês de Março, após 1,16 no mês anterior.
O comportamento do IPC foi justificado pela subida dos preços nas três cidades sendo mais expressiva na Beira (0,52 por cento), seguida de Maputo (0,26 por cento) e Nampula (0,24 por cento).
Assim, em termos acumulados, a inflação agregada prosseguiu com tendência para aceleração ao passar de 2,52 por cento em Fevereiro para 2,83 por cento em Março, tendência que se verificou também em termos de média anual.
O comportamento da inflação nos primeiros três meses de 2013, segundo o Banco Central, reflecte uma conjuntura específica caracterizada por choques exógenos (cheias e inundações) que afectou a oferta de produtos alimentares, com destaque para frutas, vegetais e leguminosas, para além do fortalecimento do dólar.
Segundo o INE, em Fevereiro, o indicador de clima económico prosseguiu com a sua tendência ascendente iniciada em Julho de 2012, justificada fundamentalmente pela avaliação favorável dos sectores do comércio, alojamento, restauração, produção industrial e dos outros serviços financeiros que suplantaram a apreciação negativa da confiança dos sectores de transportes e de construção.
Dados do BM apontam que o saldo das Reservas Internacionais Liquidas no final de Março foi de 2.290,9 milhões de dólares norte-americanos, o que representa um desgaste mensal de 98,6 milhões de dólares, apos um desgaste de 94,5 milhões em Fevereiro, afastando-se das previsões feitas para o período em 253,1 milhões de dólares.
“Em termos de reservas brutas, o saldo provisório do mês de Março equivale a 5,3 meses de cobertura de importações de bens e serviços não factoriais”, explica o Banco de Moçambique.
Em face destes resultados, o CPM decidiu intervir no mercado interbancário para garantir que o saldo da base monetária não expanda para além de 30.005 milhões de meticais no final de Abril próximo, manter as taxas de juro, da Facilidade Permanente de Cedência em 9,5 por cento, da Facilidade de Depósitos em 2,25 por cento e o coeficiente de Reservas Obrigatórias em oito por cento.
A circulação rodoviária na Avenida da Marginal, entre a Praia da Miramar e a Ponte da Costa do Sol, estará condicionado a partir de segunda-feira e por um período de oito meses para dar lugar às obras da Estrada Circular de Maputo na chamada “secção 1”, na cidade de Maputo.
Durante o período em causa, o trânsito poderá ser feito através de ruas particulares ou de apenas uma das faixas, segundo revelou o director-executivo da Empresa de Desenvolvimento de Maputo Sul, responsável pela gestão das obras, Eng.º Nelson Nunes.
Nesta “secção 1”, as obras consistirão na melhoria e alargamento do piso, intervenção na ponte, construção de passeios e separador central e de uma das quatro portagens previstas no projecto da Estrada Circular de Maputo, numa extensão de pouco mais de seis quilómetros.
Ciente dos transtornos que os trabalhos poderão criar para a circulação de viaturas, um plano de gestão de trânsito e de segurança rodoviária foi aprovado pela instituição em coordenação com o Conselho Municipal de Maputo (CMM), com o intuito de identificar ruas alternativas.
“Já apresentámos uma proposta das possíveis ruas que vão permitir a circulação de pessoas e bens sem criar grandes constrangimentos na circulação, principalmente nas horas de ponta, em que existe um grande fluxo de viaturas na zona norte”, disse Nelson Nunes.
Para evitar interferências, o trânsito de camiões de transporte de material para as obras far-se-á durante a noite, enquanto de dia as viaturas que entram e saem da cidade de Maputo.
Um jovem de 24 anos de idade de nome Emerson, residente actualmente da vila de Ponta de Ouro, província de Maputo, é acusado de ter morto e esquartejado na madrugada de quinta-feira, a sua namorada de 17 anos, conhecida apenas por Didi.
Segundo uma fonte próxima do acontecimento, o corpo da malograda foi encontrado dividido em pedaços a menos de trinta metros da casa do suposto criminoso quando era cinco horas da manhã de quinta-feira.
Vizinhos do acusado aventam a possibilidade de o assassinato da jovem Didi ter ocorrido cerca das duas horas, altura em que foram ouvidos sons estranhos vindos da residência de Emerson. Acrescentam que, posteriormente, o jovem arrastou e abandonou o corpo da malograda numa mata próxima, onde foi descoberto pelos vizinhos que, imediatamente trataram de comunicar o ocorrido às autoridades policiais daquela instância turística.
Na sequência das primeiras investigações, a polícia encontrou na casa de Emerson não só os instrumentos do crime, nomeadamente, uma faca e um pedaço de madeira ensanguentados, como também quatro fotografias de diferentes raparigas assinaladas com uma cruz, o que leva a crer que elas seriam as próximas vítimas.
Uma outra fonte próxima dos acontecimentos relatou que o jovem Emerson é um toxicodependente que, antes do trágico acontecimento de quinta-feira, matou a sua própria avó na Swazilândia e uma outra jovem com quem tivera um filho já na cidade de Maputo.
Emerson trabalhava numa instância turística conhecida por “Florentina do Indico” e a jovem Didi era empregada numa das várias barracas do mercado local.
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