O desastre envolveu uma viatura do tipo mini-“bus”, de marca Toyota Hiace, com inscrição ACV 700 MP, que se despistou e embateu violentamente na parede de uma residência, localizada junto à rua e sem muro de vedação, deixando aquela parcialmente destruída. Na altura, as vítimas se encontravam a dormir.
Os feridos foram evacuados momentos após o desastre para o Hospital Geral José Macamo, na cidade de Maputo, para tratamento.
Segundo os agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM) que se deslocaram ao local do acidente, o excesso de velocidade e condução em estado de embriaguez são as possíveis causas do acidente.
Falando ao nosso Jornal, Laurência Adriano, proprietária da residência ora destruída, conta que foi por volta das 23.00 horas do sábado quando os membros da família acordaram sobressaltados com a viatura já no interior de um dos quartos.
“É difícil explicar exactamente como aconteceu porque todos nós estávamos a dormir. De repente ouvi um estrondo. Era um carro que estava a destruir a minha casa”, disse Laurência Adriano, acrescentando que a preocupação imediata foi de evacuar os feridos para o hospital.
A mulher exige a construção de uma nova casa, feita de material convencional. Ela alega que a estrutura da casa ficou afectada.
Por seu turno, Lurdes Nhabai, cunhada do dono da viatura “intrusa”, disse estar pronta para reparar os danos causados na casa, facto que entretanto não é aceite pela proprietária da mesma que exige a edificação de uma nova.
De acordo com moradores da Zona Verde, desastres do género têm sido frequentes naquela zona porque a estrada têm muitas curvas e que na maioria das vezes, os veículos passam a uma grande velocidade.
A colocação de lombas para forçar os automobilistas a abrandar a marcha é vista por aqueles como uma solução para reduzir o índice de desastres na zona.













