As alunas da Escola Comunitária 1º de Maio, no bairro de Khongolote, no município da Matola, em Maputo, continuam a viver momentos de pânico por causa da onda de desmaios que se verifica naquele estabelecimento de ensino.
Ontem, a nossa fonte assistiu mais um episódio no qual mais três alunas entraram em transe e no final mesmo uma das vítimas desmaiou! Entretanto, a direcção da escola tentou desdramatizar o assunto, dando a entender que estava tudo bem. Inversamente às declarações da direcção, instantes depois das mesmas terem sido feitas, eis que duas alunas caem e entram em transe.
O problema foi despoletado semana passada quando reportou-se o caso. Na altura, dizia-se que 21 alunas já haviam desmaiado naquela escola, sem nenhuma explicação clara sobre assunto.
Higino Levi, responsável da escola, diz que os desmaios não têm nada que ver com a escola.
De acordo com o mesmo, trata-se de problemas familiares das alunas afectadas.
Sustenta a tese afirmando que já entrou em contacto com seis encarregados de educação das alunas afectadas e confirmam tais problemas. Aliás, são sempre as mesmas que entram em delírio diariamente.
Para além disso, Levi nega que os alunos tenham ficado duas semanas sem aulas. Diz que foi apenas um dia no qual duas turmas não assistiram às aulas por causa desta situação.
`A situação da agitação já passou. Tentámos falar com as estruturas do bairro e em seguida encaminhámos o assunto à direcção provincial de educação, para ver se nos ajudam a resolver o assunto´.
`As aulas só estiveram paralisadas na última quinta-feira, mas foi só para duas turmas. Hoje, conforme podem notar, está a estudarse normalmente. Ninguém pode confirmar que ficámos duas semanas sem aulas´, explicou o responsável da escola, para quem os desmaios são problemas familiares dos alunos.
Um edifício que servirá do Posto Policial está a ser erguido no quarteirão três, do bairro Zona Verde, no município da Matola numa iniciativa levada a cabo pelos moradores daquela zona.
A casa já na fase de acabamentos têm duas celas, dois gabinetes e uma sala de permanência e, segundo fontes será entregue ao Ministério do Interior, no próximo mês de Outubro.
O futuro Posto Policial está a ser erguido com fundos provenientes da propria comunidade local que considera a criminalidade ter aumentado significativamente naquele bairro.Januário Mondlane, responsável da obra refere que, a ideia de construir o referido edifício foi uma forma encontrada pelos moradores de ajudar o Ministério do Interior que enfrenta dificuldades de infra-estruturas policiais, sobretudo, nos bairros suburbanos.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve, na 14ª esquadra, Carlos Luís Nazar, de 28 anos de idade, vigilante de uma empresa de segurança privada, por homicídio voluntário contra a sua esposa, que em vida respondia pelo nome de Telma, de 24 anos de idade, no bairro de Ferroviário, em Maputo.
Segundo a Polícia, na semana de 14 a 21 de Setembro em curso, Carlos Nazar agrediu a vítima mortalmente com recurso a um barrote. Em igual período, a PRM deteve outro cidadão, também de nome Carlos, de 17 anos de idade, e Andre, de 18 anos de idade, indiciados de roubo com recurso à força física contra uma cidadã de 27 anos de idade, residente no bairro de Laulane.
Na posse dos malfeitores, a Polícia recuperou alguns bens, dos quais dois celulares, um par de sapatilhas e um reprodutor de cassete.
Um grupo constituído por três elementos não identificados assaltou clientes de uma instituição bancária e ameaçou os guardas de segurança privada da mesma instituição, na manhã de sábado (14) passado, na rua da França, no bairro da Coop. Segundo o porta-voz do Comando da PRM na Cidade de Maputo, Arnaldo Chefo, está-se no encalço dos supostos meliantes.
Certos agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM) têm estado a protagonizar desmandos na via pública, sobretudo nas artérias onde sabem que há maior fluxo de trânsito e podem interceptar um “descuidaddo” e lhe cobrar algumas moedas. Este não é um caso novo mas não está a merecer a devida atenção por parte de quem tem a obrigação de garantir a ordem e tranquilidade públicas.
Em relação às avenidas Julius Nyerere e Mao Tse Tung, na cidade de Maputo, têm sido várias as queixas de cidadãos dando conta de que alguns agentes afectos para trabalhar nesses locais interpelam automobilistas, principalmente taxistas, e extorquem dinheiro.
Uma das vítimas desses actos supostamente promovidos por agentes da corporação que, ao invés de garantir a ordem e tranquilidade públicas, ameaçam e roubam a pessoas indefesas, narrou-nos que, há dias, por volta da meia-noite, foi interpelado por um grupo de agentes da PRM numa altura em que se dirigia à sua casa, num táxi, usando a Avenida Julius Nyerere, ido do seu local de trabalho.
Nesse dia, mais ou menos defronte do Hotel Polana, o táxi no qual seguia viagem foi abordado por um carro grupo de elementos da Polícia que se fazia transportar numa viatura.
“O taxista facultou os documentos do veículo e a sua carta de condução. De seguida, um agente da Polícia dirigiu-se a mim e pediu para que eu me identificasse. Por azar, naquele dia, eu havia esquecido os meus documentos no escritório”.
O nosso denunciante assume qualquer responsabilidade pelo facto de ter esquecido os documentos e ficou com a lição de nunca andar sem os mesmos – como fez questão de anotar um dos agente da PRM – mas condena a atitude dos que usam e abusam da sua farda de trabalho para protagonizar chantagens e extorquir dinheiro.
O denunciante a que nos referimos, cujo nome omitimos propositadamente, contou ainda que se ofereceu para se deslocar ao seu escritório, na companhia dos elementos da corporação, a fim de reaver os documentos, porém, foi impedido. Sugeriu igualmente que podia telefonar para alguém da sua confiança que pudesse ir até ao escritório buscar identificação até onde estava retido pela Polícia, mas, outra vez, não teve sucesso, pois os policiais pretendiam apenas se aproveitar do descuido do cidadão para extorquir dinheiro.
“Eles disseram que não era possível fazer um telefonema e que teria que lhes acompanhar até à esquadra. Esta opção foi prontamente posta de lado por outro membro da PRM, o qual me disse que ia passar uma multa de 5.000 meticais (por não estar identificado) e ainda iria me levar à casa. Sem saber o que fazer e sem querer ir parar numa esquadra cedi. Foi-me ordenado que pagasse o táxi e depois perguntaram quanto dinheiro eu tinha”.
Após esse interrogatório e já em desespero, a cidadão respondeu que trazia consigo cerca 300 meticais, valor que ficou, também, na posse do agente em questão. Depois disso, o nosso denunciante foi levado para o interior da viatura da própria Polícia e escoltado até ao banco mais próximo, onde poderia levantar, na caixa automática, 5.000 meticais referidos anteriormente, supostamente de multa. “Levantado o dinheiro, entreguei aos agente, recusei a oferta de boleia e apanhei outro táxi para casa”.
Outro cidadão que teria sido vítima dos supostos agentes da PRM, diga-se, corruptos, escreveu ao @Verdade o mesmo problema que aconteceu na Julius Nyerere. O caso deu-se numa madrugada defronte do antigo restaurante Taverna. Pela descrição do cidadão, a maneira de agir dos elementos da corporação é a mesma: mandam as vítimas descer do táxi e exigem-lhes a identificação. Quando se apercebem de que está tudo em ordem sempre arranjam uma desculpa esfarrapada para extorquir dinheiro. Alguns membros da PRM até chegam a aagredir fisicamente as suas vítimas. A Avenida Mao Tse Tung é igualmente outro lugar em que “cinzentinhos” actuam.
Entretanto, a Polícia diz está à espera de provas concretas para agir. Esta segunda-feira (23), o @Verdade confronto o porta-voz da PRM, Arnaldo Chefo, com essas denúncias. Eles disse que são frequentes mas ninguém apresenta provas com vista a neutralização dos elementos da corporação que fazem isso.
Quatro pessoas morreram e outras 19 contraíram ferimentos entre graves e ligeiros em consequência de sete acidentes de viação ocorridos na semana de 15 a 21 de Setembro em curso, em diferentes rodovias do distrito de Gúruè, na província da Zambézia.
Sem referir-se de dados colhidos nos locais dos sinistros, o porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Gúruè, Benjamim Watsana, disse que houve um aumento de mortes por causa dos acidentes de viação, comparativamente ao mês de Agosto passado.
A corporação fiscalizou 599 viaturas, tendo emitido multas a 854 automobilistas por diversas irregularidades. No período em alusão, foram apreendidas duas motorizadas, uma viatura por condução ilegal e 19 condutores foram multados por condução sob o efeito de álcool.
Benjamim Watsana indicou que o excesso de velocidade, a má travessia de peões, as ultrapassagens irregulares, o corte de prioridade, as deficiências mecânicas e a condução em estado de embriaguez são as principais causa dos sinistros.
Benjamim Watsana apela aos automobilistas e outros utentes da via pública para que verificarem as regras de trânsito como forma de evitar o derrame de sangue nas estradas.
Depois de um paragem de duas semanas, esta segunda-ferira (23) o diálogo entre as delegações do Governo e da Renamo retomou sem, no entanto, trazer novidades. O impasse mantém-se. A delegação do Governo, em resposta à insistência da sua contraparte no sentido de se incluir no diálogo facilitadores nacionais e observadores internacionais, disse que estes não são necessários pois ainda há condições para que ambos cheguem a consenso.
“Enquanto não tivermos razões para irmos buscar pessoas externas para resolver os nossos problemas, não faz sentido trazer facilitadores. Até parece haver um certo saudosismo de ter um patrão,” disse o chefe da equipa governamental, José Pacheco. Este argumentou que as partes ainda estão em condições de resolver as diferenças porque não estão de “costas voltadas.”
“Ninguém há de vir aqui dar ordens aos moçambicanos sobre o que vão fazer”, asseverou Pacheco, garantido que não estão esgotadas as capacidades internas de resolver os problemas.
No encontro de hoje estava prevista ainda a entrada em acção das duas equipas de peritos em matérias militares criadas com o objectivo de prepararem o debate sobre o ponto relativo às Foras de Defesa e Segurança (FDS) e o frente-a-frente entre o Chefe do Estado, Armando Guebuza e o líder da Renamo, Afonso Dhlakama.
Contudo, o encontro destes não aconteceu porque a equipa de especialistas da “perdiz,” chefiada pelo Tenente General Ussufo Momad, não se fez presente no Centro de Conferência Joaquim Chissano (CCJC), onde decorre o diálogo político, alegadamente porque ainda se encontra em Santundjira.
O chefe da delegação da Renamo, Saimone Macuiane, disse à imprensa que a falta de comparência deve-se ao facto de ainda não se ter acordado quando é que estes deviam iniciar os trabalhos, uma vez que ainda nem houve troca de correspondências entre as partes nesse sentido.
“Ainda nem sequer recebemos formalmente o nomes dos que compões a equipa do Governo,” disse Macuiane. Por seu turno, a equipe de trabalho do Governo liderado pelo major general Júlio dos Santos, fez-se ao CCJC. Na ocasião, este disse que tinha recebido dos seus mandatários a informação de que o primeiro dia do encontro com a contraparte seria esta segunda-feira (23), esclarecendo, porém, que agenda ainda não tinha sido traçada, sendo que a mesma dependeria das preocupações da Renamo.
“A informação que nos temos é que eles confirmaram que vinham e é por isso que estamos aqui a aguardar”, disse Dos Santos, acrescentando em seguida que “nós estamos pronto para ouvir quais as preocupações que a Renamo traz e será em função disso que será estabelecida a agenda de trabalho”.
Enquanto isso, as duas delegações, da Renamo e do Governo, mantiveram a sua rotina normal e, só para não variar, o seu encontro terminou sem consenso. Saimone Macuiane disse que a sua equipa levou ainda à mesa de diálogo uma proposta do número de elementos que devem constituir a Comissão Nacional de Eleições (CNE) e o Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE), o que foi rejeitado pela equipa do Governo.
Os instruendos da Escola Primaria Completa Patrice Lumumba, no município da Matola, iniciaram tarde as aulas esta segunda-feira (23) porque quase toda a manhã estavam envolvidos na limpeza de excrementos humanos expelidos durante o fim-de-semana por um grupo de malfeitores que usam aquele estabelecimento de ensino como um lugar para consumir álcool, fumar e praticar outros males.
Segundo os utentes, dentre os quais docentes e alunos, existe um grupo de jovens desconhecidos que usam as instalações como um esconderijo, pois não há segurança e as portas ficam sempre escancaradas. E fazem necessidades biológicas sobre as carteiras.
Na manhã desta segunda-feira, quando os alunos se fizeram às salas de aula tiveram uma surpresa desagradável, um número considerável de salas tinha as carteiras sujas. As paredes estavam também infestadas de fezes.
Contudo, para não perder todas as lições do dia, alguns estudantes ajudaram os contínuos a limparem as salas. Os que não suportaram seguir a mesma via preferiram estudar debaixo das árvores.
A directora pedagógica da Escola Primaria Completa Patrice Lumumba, Maria Helena Samuel, disse que se está a envidar esforços no sentido de se montar fechaduras e reforçar a segurança do estabelecimento.
Duas pessoas ficaram feridas em consequência de uma aterragem de emergência de uma avioneta particular ZS-LSR, de cinco lugares, proveniente de Nelspruit, África do Sul, esta segunda-feira (23), no campo do Zixaxa, no bairro de Chamanculo “D”, na capital moçambicana.
O pouso de emergência aconteceu cerca das 15 horas naquele pequeno campo de futebol. Na altura, mais de uma dezena de jovens estava a jogar futebol e algumas crianças encontravam-se a brincar nas proximidades do mesmo local.
As únicas vítimas que contraíram lesões são os dois ocupantes que estavam a bordo e se preparavam para aterrar no Aeroporto Internacional de Maputo. Eles foram evacuados numa viatura da Polícia da República de Moçambique (PRM) para um hospital em Maputo.
No local houve alvoroço devido ao medo no momento da queda do aparelho, sobretudo para as pessoas que acompanharam o despenho in loco. Alguns jovens que estavam a jogar futebol no lugar onde a avioneta caiu disseram que tiveram que fugir para que não fossem atingidos. Vários curiosos aproximaram para ver o que se passava.
Não foi possível apurar as causas do incidente nem falar com as pessoas que estavam a bordo. Desconhecem-se as causas do acidente mas uma equipa do Aeroporto Internacional de Maputo e da Aviação Civil esteve no local e está a trabalhar com vista a fornecer informações precisas sobre o originou a aterragem forçada nesta zona residencial.
Desde algum tempo, atravessar as ruas de Tinyiko, de Drive In e da Mafureira, no bairro Khongolote, no município da Matola, é um autêntico perigo e atrevimento. Foi por causa desse atrevimento que um cidadão cujo nome omitimos propositadamente para preservar o nome e a honra da viúva violada sexualmente pelos mesmos malfeitores, foi assassinado, na noite do último domingo (22), na Mafureira.
A vítima do abuso sexual está internada num hospital da capital do país. Neste momento, o clima que se vive naquela jurisdição é de medo e insegurança. As famílias receiam que o pior aconteça com os seus membros que estudam à noite ou que por diversas razões regressam do trabalho a altas horas da noite.
Para mostrar a sua fúria e revolta, centenas de residentes daquele bairro marcharam para um posto policial local com o intuito de exigir o reforço da segurança à Polícia. No sábado haverá um encontro entre as autoridades policiais e a população para analisar o problema que está a tirar sono aos munícipes.
Aliás, alguns moradores, visivelmente agastados com o assassinato e violação sexual da mulher do finado, contaram-nos que não passa muito tempo que outras pessoas foram mortas na Mafureira.
Segundo a população, desde a altura em que se falava do “G20” a Polícia e as Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) têm estado a patrulhar a zona mas a presença desses elementos não impede que os meliantes protagonizem desmandos e cometam assassinatos.
O Exército do Quénia garantiu deter o “controlo de todos os andares” do centro comercial Westgate, em Nairobi, onde um grupo de militantes do movimento islamista al-Shabab permanecia entrincheirado com um número indeterminado de reféns desde sábado.
O ministério do Interior confirmou que três militantes foram mortos pela polícia e que outros estavam feridos, mas não esclareceu se já tinham sido capturados pelas autoridades. A operação de segurança ainda não foi dada por terminada.
Numa mensagem publicada no Twitter, o inspector-geral da polícia do Quénia, David Kimaiyo, estimou que o confronto estaria prestes a terminar. “Não estamos aqui para entregar bolos aos terroristas, mas para acabar com eles”, escreveu, garantindo que os atacantes não tinham meios para escapar do local.
As informações recolhidas até ao momento sobre os indivíduos envolvidos no assalto ao centro comercial apontam para a presença de “nacionais de diversos países” associados ao grupo extremista sedeado na Somália.
“Temos uma ideia sobre quantos são, quem são e de onde vêm. Também podemos dizer que este incidente não é local: a informação indica que é um ataque terrorista global, levado a cabo por um grupo multinacional”, disse o chefe das Forças Armadas do Quénia, Julius Karangi.
Em mensagens divulgadas na Internet, um porta-voz do Al-Shabab esclareceu que o ataque contra o centro comercial era uma retaliação contra o Governo de Nairobi, que destacou cerca de 4000 tropas para combater os islamistas na Somália (onde o grupo extremista está sedeado).
Em declarações à BBC, um responsável do movimento sublinhou que “os mujahedin responsáveis pelo assalto estão bem organizados” e excluiu qualquer hipótese de negociação com as autoridades ou rendição à polícia.
A operação governamental arrancou esta manhã, com as forças quenianas a cercar o local com tanques e outros veículos blindados e soldados a assumir posições – as agências reportam a presença de atiradores furtivos no local e centenas de tropas.
Várias explosões, audíveis a centenas de metros do edifício e responsáveis por uma densa nuvem de fumo negro foram provocadas pela polícia. “Estamos a tentar entrar pelo telhado”, explicou à Reuters um dos responsáveis pela operação.
Os extremistas, que serão dez ou quinze, assaltaram o centro comercial no sábado, armados com granadas e metralhadoras: o Governo e a Cruz Vermelha do Quénia confirmaram a morte de 62 pessoas no ataque inicial. Pelo menos 175 frequentadores do centro comercial foram feridos no ataque e em posteriores trocas de tiros, alguns com extrema gravidade.
Cerca de mil pessoas conseguiram escapar do local. De acordo com o coronel Cyrus Oguna, porta-voz do Exército do Quénia, a maior parte dos reféns foi resgatada no domingo e está agora a receber tratamento médico. “Estavam muito desidratados e alguns em estado de choque”, disse.
Longe do local do crime, foram detidas pelo menos dez pessoas que segundo os investigadores estarão associadas aos acontecimentos no centro comercial Westgate. Desde 2011, têm vindo a multiplicar-se ataques do Al-Shabab no Quénia, com incidentes a envolverem ataques a igrejas, estações de transportes e outros espaços públicos frequentados por centenas de pessoas.
Em 1998, um atentado terrorista reivindicado pela Al-Qaeda contra a embaixada dos Estados Unidos em Nairobi fez 213 vítimas, naquele que foi o pior ataque da história do país.
O plano de controlo dos órgãos de comunicação social por parte do partido Frelimo tende a efectivar-se a cada dia que passa. Depois de Jaime Langa ter assumido o controlo editorial do jornal Notícias, e Samito Nuvunga ter assumido o controlo do jornal Público, ambos por orientações do partido Frelimo, agora é a vez do jovem Isálcio Ivan Mahanjane ser nomeado director de Informação da televisão Miramar, uma estação privada controlada pela parceria Igreja Universal/partido Frelimo.
Tal como Jaime Langa e Samito Nuvunga, Isálcio Ivan Mahanjane faz parte da lista de 40 individualidades (o famoso G-40) que foram alistadas pelo gabinete de propaganda do partido Frelimo para fazerem comentários nas televisões e jornais que exaltam Armando Guebuza e a Frelimo e em contrapartida atacam os partidos da oposição, e os jornais independentes do partido Frelimo.
Recentemente, Mahanjane escreveu uma crónica no jornal domingo a apelidar a Imprensa independente de “expatriada”.
Isálcio Ivan Mahanjane substitui do cargo Celma Marivate que estava no posto de directora de Informação da Miramar por via da Igreja Universal.
Celma Marivate, que até era uma jornalista e directora inofensiva ao regime, foi afastada pela necessidade de usar a Miramar para a propaganda mais vigorosa a favor de Armando Guebuza e do partido Frelimo.
O que está a preocupar as redacções controladas pela Frelimo é o facto de as escolhas para liderar as redacções não seguirem o mínimo de racionalidade. Os escolhidos para serem editores e directores nem sequer são jornalistas. São fanáticos do partido Frelimo sem qualquer experiência de gestão editorial. A ideia é garantir a propaganda a Guebuza e tudo o resto é considerado acessório. Nas lides do jornalismo, Isálcio Mahanjane é simplesmente um ilustre desconhecido e desconhecedor da área. Teve uma passagem pelo Instituto de Economia e Gestão (ESEG) onde frequentou o curso de Direito e depois foi parar a Portugal e regressou a Moçambique. Tal como aconteceu na redacção do Notícias, a nomeação de Mahanjane para a Miramar também está a criar um ambiente de frustração interna. Vários jornalistas contactaram o Canalmoz a manifestar a sua indignação com o plano do partido Frelimo.
A Miramar é uma televisão controlada pelo partido Frelimo e a brasileira Rede Record. Desde Junho passado, data da última alteração na estrutura accionista, a Rede de Comunicação Miramar, proprietária da TV Miramar, passou a ter oficialmente os seguintes accionistas singulares: Idélio Amado Bay, José Guerra dos Santos Simão, YassimineRazaque Mariana DadeBenhane, Flávio José Mandlate,Abílio Fortuna Xavier. A nível institucional são accionistas da Miramar: Desenvolvimento de Ciências, Tecnologia e Empreendimentos, Limitada e Rede Record de Televisão -Europa, S.A.
A subestação da Electricidade de Moçambique (EDM) de Hulene, na cidade de Maputo, está fora de serviço devido a uma avaria que foi reportada na manhã desta segunda-feira. Segundo apurou o Canalmoz, a subestação de Hulene serve de ponto de saída para o fornecimento de energia a algumas zonas da cidade de Maputo e distrito de Marracuene, o que a sua avaria afecta muitos bairros como se verificou no fim-de-semana findo.
A EDM ainda não reagiu oficialmente, mas uma fonte da empresa disse que técnicos se encontravam no terreno para repararem a avaria.
Desde quinta-feira da semana passada até domingo, também uma avaria na Média Tensão deixou alguns bairros da cidade de Maputo e quase todo o distrito de Marracuene e regiões adjacentes, na província de Maputo, sem fornecimento de energia eléctrica.
A fonte do Gabinete de Comunicação e Imagem da empresa pública Electricidade de Moçambique (EDM, EP) explicou ao Canalmoz que a mesma avaria condicionou o fornecimento de energia nos bairros de Magoanine “A”, “B” e “C”, Albazine, Zimpeto, Romão, isso na cidade de Maputo, e nos bairros de Guava, Mateque, Ricatla, HabelJafar e outros do distrito de Marracune, quase os mesmos bairros afectados com a avaria da subestação de Hulene.
Sabe-se que também os bairros de Ferroviário, Polana Caniço, Hulene, Laulane ressentiram-se igualmente dos cortes. Segundo a mesma fonte, a avaria aconteceu na quinta-feira da semana passada e teria sido reparada, mas voltou a verificar-se no sábado. De acordo com a fonte, apenas às 12 horas deste domingo é que os técnicos conseguiram resolver o problema.
A nossa fonte da EDM disse que a mesma avaria obrigou a empresa a suspender o trabalho de corte que estava previsto para o fim-de-semana a fim de realizar trabalho de manutenção, pelo facto dos técnicos terem sido empregues na reparação da avaria. Próximo fim-de-semana, mais cortes poderão verificar-se.
O treinador do Maxaquene, Arnaldo Salvado, foi suspenso pelo Conselho de Disciplina (CD) da Liga Moçambicana de Futebol (LMF) por um período de um mês, por «uso de expressões difamatórias e grosseiras contra agentes desportivos» no final do jogo que os tricolores empataram domingo na Beira frente ao Estrela Vermelha (1-1), referente à 17.ª jornada do Moçambola.
Segundo o comunicado, para além da suspensão, Arnaldo Salvado foi ainda multado em oito mil meticais. A Liga diz que a punição está «nos termos das disposições conjugadas dos artigos 134 nº 1, 109 nº 1 e 82 nº 1» do Regulamento Disciplinar da LMF.
Com esta suspensão, o técnico não se sentará no banco um mínimo de quatro jogos, a começar em Nampula, domingo, com o CD Nacala.
No final do jogo contra o Estrela Vermelha da Beira, lembre-se, Salvado criticou o piso do campo e disse que o mesmo nem dava para uma corrida de cavalos, porque os próprios cavalos se recusariam a correr, e criticou a LMF por continuar a autorizar o recinto, considerando que quem decide nunca jogou nem percebe muito de futebol..
Salvado já reagiu à suspensão. «Pelo que eu saiba, em Moçambique há liberdade de expressão e não vejo o porquê deste posicionamento do CD da LMF. Se pedissem dinheiro, dava», frisou.
O Desportivo de Nacala e o Maxaquene empataram por uma bola no Estádio 25 de Junho em Nampula, na tarde deste Domingo (22), em partida inserida na 19a jornada do Moçambola edição 2013.
A primeira parte do encontro foi disputada de igual para igual e sem jogadas de realce. Os dois conjuntos, que jogavam numa casa emprestada aos canarinhos da cidade portuária de Nacala, protagonizaram um duelo que defraudou as expectativas dos adeptos. Os “tricolores”, uma formação considerada candidata à conquista da prova, não demostrou a sua superioridade em campo nos aspectos tácticos.
A bola rolou apenas no meio campo, houve poucas vezes em que as equipas saiam em contra-ataques mas sem criar muitas situações de perigo. Com o nulo, as equipas foram ao intervalo.
Na etapa complementar, os “tricolores” entraram com o objectivo de sair do “Santuário” de Nampula com os três pontos, porém, foi o Desportivo de Nacala que respondeu claramente com situações de perigo sem nenhum proveito. Aliás, o Desportivo corria à procura do primeiro tento do encontro, mas o Maxaquene mantia a sua baliza inviolável.
Aos 60 minutos do jogo, os “canarinhos” de Nacala podiam ter aberto a contagem por intermédio de Lamah, mas este pecou na finalização desviando o esférico para o lado da baliza defendida por Acácio. Porque quem não marca arrisca-se a sofrer, foi o Maxaquene que abriu o activo aos 68 minutos por intermédio de Gabito, num lance de bola parada em que o defesa dos “tricolores” respondeu de cabeça ao cruzamento de Mfiki.
Com a desvantagem, o Desportivo não cruzou os braços, respondeu e passou a mandar no encontro. Aos cinco minutos dos 90, após três pontapés de cantos consecutivos,a bola tocou na mão do defesa do Maxaquene dentro da grande área e, Aureliano Mabote, árbitro da partida, não hesitou em assinalar uma grande penalidade que foi marcada por Coutinho. Este não desperdiçou a oportunidade e fez o golo de empate, após o qual as duas equipas só controlaram o jogo. O resultado final foi 1-1.
Um septuagenário, identificado por Gabriel da Cunha Amaral, foi encontrado morto na manhã de quinta-feira, na sua residência, localizada no quarteirão 22 do bairro de Maxaquene, na cidade de Maputo. O homem, de 74 anos, terá sido por estrangulamento por indivíduos desconhecidos com recurso a uma gravata.
Presume-se que o assassinato tenha ocorrido de madrugada quando o malogrado, aposentado dos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), se encontrava a dormir e os meliantes, em número não especificado, se introduziram na sua residência.
Não há informação sobre as circunstâncias em que o caso se deu, mas o que se sabe é que Gabriel foi encontrado morto ao lado da sua cama e com a gravata amarada ao pescoço. Os malfeitores apoderaram-se de alguns dos seus bens, como televisor plasma e uma máquina de soldar.
Não se sabe igualmente se o malogrado vivia sozinho ou não, mas a verdade é que na altura do crime, ele se encontrava sozinho em casa.
Segundo Arnaldo Chefo, porta-voz da Polícia no Comando da Cidade, do trabalho de investigação levado a cabo no local, a corporação concluiu que o malogrado tenha sido vítima de enforcamento.
“Tivemos um caso de homicídio voluntário qualificado em que indivíduos até aqui a monte se introduziram na residência de um ancião aposentado e sufocaram-no mortalmente com uma gravata”, disse Chefo.
O corpo da vítima foi transportado para a morgue do Hospital Central de Maputo (HCM) e o caso comunicado à 9ª Esquadra da Polícia que está a trabalhar com vista a identificar e neutralizar os meliantes e responsabilizá-los pelos seus actos.
“Neste momento, decorrem investigações para a localização e neutralização dos membros do grupo”, afirmou o porta-voz.
Um homem de 40 anos que vive no Zimbabwe teve o seu dia normal como qualquer outro… Fez o seu ritual antes de dormir e deitou-se e dormiu por 8 horas, no dia seguinte levantou e sentou na sua bela cama. Mas para sua surpresa, não contava encontrar um rabo de crocodilo. E diz: “O sinistro de todo este episódio é o facto de que eu estava sentado na beira de minha cama, pé descalço e apenas centímetros de distância do crocodilo.” Explicou ele.
E relatou. ” Os crocodilos são óptimos em se esconder, é por isso que eles tenham sobrevivido na Terra por muito tempo, e também porque eles são os assassinos das águas.”
Acrescentou também “O crocodilo veio do Rio Turgwe que é alguns quilómetros da minha casa”.
Eles costumam vagar sobre os arbustos, especialmente quando o clima esta frio e a chover. Acho que ele gostou de ficar debaixo de minha cama porque estava quente.”
E o desfecho desta história foi que o crocodilo acabou sendo amarrado com uma corda antes de ser libertado para a reserva Chigwidi, na barragem da Humani.
A Selecção nacional feminina de basquetebol de Moçambique venceu o Egipto, por 105-53, em jogo da segunda jornada do Afrobasket, que está a decorrer em Maputo. Ao intervalo as Samurais já venciam por 46-29.
Moçambique fez assim, da melhor forma, a estreia na competição, já que o jogo de sexta-feira, da primeira jornada, com o Zimbabwe, foi adiado para segunda-feira por atraso da chegada das adversárias à capital moçambicana.
Moçambique assim luta pela primeira conquista do troféu, sendo que tem por melhor prestação duas finais, ambas perdidas, curiosamente em provas que organizou.
Para a mesma jornada, de sábado, a selecção de Angola venceu Cabo Verde, por 76-51 (ao intervalo as angolanas já venciam por 41-27), depois de na estreia ter derrotado a a Nigéria, por 60-46. Por seu lado, Cabo Verde averbou a segunda derrota, depois de ter perdido com o Mali por 62-73.
Em jogo de acerto de calendário da primeira jornada do grupo A, a selecção nacional de Moçambique derrotou, de forma humilhante, a sua congénere do Zimbabwe por 117 a 28. Rute Muianga e Deolinda Ngulela destacaram-se neste confronto.
Na noite deste domingo (22), Nazir Salé alinhou no cinco inicial com Deolinda Ngulela, Cátia Halar, Rute Muianga, Leia Dongue e com a experiente Clarisse Machanguana. Em comparação com a equipa que entrou para defrontar o Egipto na partida de estreia, a grande novidade foi Clarisse que substituiu Deolinda Gimo.
E não tardou para que a nossa selecção mostrasse garras diante de um Zimbabwe fraco que nem conseguia chegar com precisão à tabela da sua adversária. Disputados apenas dois minutos, a equipa daquele país vizinho já perdia por 10 a 0, sendo que os primeiros pontos foram apontados por Dorcas Marondera quando faltavam sete para o fim do primeiro período.
Diferentemente do sucedido no primeiro jogo diante do Egipto, o conjunto de Nazir Salé mostrou-se metódico e entrosado quer na defensiva, quer no ataque. A pressão alta, ou seja, defender a partir da saída da quadra do adversário, sufocou por completo o Zimbabwe que cedo “atirou a toalha ao chão”. 35 a 12 até ao fim do primeiro tempo.
No segundo, Salé operou mudanças profundas para refrescar a equipa, lançando para o jogo Deolinda Gimo, Anabela Cossa, Valerdina Manhonga e Odélia Mafanela. A atitude da selecção foi a mesma: ataques continuados; pressão alta; e lançamentos a partir do exterior. O Zimbabwe revelou mais dificuldades de estar na partida.
A cinco minutos do fim do segundo período, quando as “nossas meninas” venciam por 7 a 0, a selecção senegalesa, cotada como a mais forte deste grupo A, que estava a assistir ao jogo, abandonou o pavilhão do Maxaquene para ir treinar no do Desportivo de Maputo, mesmo ao lado. Porém não viu o “mister” Nazir Salé a cambiar o sistema de jogo, passando a privilegiar a defesa “zona” e os passes com profundidade para o interior. 67 a 18 até ao intervalo.
No reatamento, o aspecto físico corrompeu de vez as jogadoras do Zimbabwe que não conseguiram conduzir com sucesso as suas jogadas de ataque. Revelaram cansaço e diga-se, em abono da verdade, que não viam o tempo a passar. Moçambique continuou a passear a classe e ao fim do terceiro período estava a quatro pontos dos cem.
No último tempo, a nossa selecção caiu de rendimento revelando total desacerto e descoordenação sobretudo nas saídas ao ataque, um detalhe não aproveitado pelas zimbabweanas que tanto aguardavam pelo apito final. Anabela Cossa foi a jogadora que mais se destacou neste quarto ao converter cinco triplos, fazendo com que Moçambique chegasse aos 117 pontos contra apenas 28 do adversário.
Rute Muianga e Deolinda Ngulela em destaque
A capitã da selecção nacional, Deolinda Ngulela, foi a grande maestrina da selecção nacional. Revelou-se, ao longo dos 26 minutos e 42 segundos que teve na partida, uma verdadeira líder. Soube colocar a equipa ao ataque; soube dirigir os processos defensivos, sobretudo os da pressão alta; e soube, ainda, atacar a tabela com precisão atingindo a marca dos 28 pontos e dois ressaltos.
Rute Muianga, por sua vez, foi a melhor marcadora com 29, enquanto Leia Dongue destacou-se nos ressaltos com onze de um total de 47 da nossa selecção. Clarisse Machanguana evidenciou-se nos lançamentos livres ao converter seis em oito tentativas.
De lembrar que este jogo foi adiado na última sexta-feira (20) em virtude do Zimbabwe ter chegado tardiamente a Maputo. Moçambique volta a entrar em campo nesta segunda-feira (23) às 19 horas diante da Argélia, naquilo que poderá ser o seu primeiro teste de ferro.
Uma avaria na Média Tensão deixou quase alguns bairros da cidade de Maputo e quase todo o distrito de Marracuene e regiões adjacentes, na província de Maputo, sem fornecimento de energia eléctrica desde quinta-feira até ao final da manhã deste domingo.
Uma fonte do Gabinete de Comunicação e Imagem da empresa pública Electricidade de Moçambique (EDM, EP) disse ao Canalmoz no domingo à tarde que a mesma avaria condicionou o fornecimento de energia, nos bairros de Magoanine “A”, “B” e “C”, Albazine , Zimpeto, Romão, isso na cidade de Maputo, e nos bairros de Guava, Mateque, Ricatla, Habel Jafar, e outros do distrito de Marracune.
Sabe-se que também os bairros de Ferroviário, Polana Caniço, Hulene, Laulane ressentiram-se igualmente dos cortes. Segundo a mesma fonte, a avaria aconteceu na quinta-feira da semana passada e teria sido reparada, mas voltou a se verificar no sábado. De acordo com a fonte, apenas às 12 horas deste domingo é que os técnicos conseguiram resolver o problema.
A nossa fonte da EDM disse que a mesma avaria obrigou a empresa a suspender o trabalho de corte que estava previsto para o fim-de-semana a fim da realização do trabalho de manutenção, pelo facto dos técnicos terem sido empregues na reparação da avaria.
O director da Faculdade de Educação Física e Desporto da Universidade Pedagógica (UP), António Prista, disse que a ocupação de espaços baldios que serviam de prática de actividades desportivas está a criar problemas de saúde em todas as faixas etárias na cidade de Maputo. Mas, o caso mais alarmante, de acordo com este académico, é que mais da metade da população escolar na cidade de Maputo tem tensão arterial avançada.
“Há certos valores que as crianças jovens deveriam ter, mas não as têm. Há 20 anos que seguimos a população escolar na cidade de Maputo. O último estudo feito o ano passado mostrou que mais da metade da população escolar não tinha os valores recomendados”, disse Prista à margem da conferência sobre desporto e desenvolvimento, organizado a semana passada pela Escola Superior de Ciências do Desporto, sem no entanto revelar as escolas e número de alunos abrangidos pela pesquisa.
Segundo Prista, o planeamento urbano deve observar o equilíbrio dos interesses económicos e da população. “Não estamos contra o crescimento da cidade. Ela deve crescer sem prejuízo da componente desportiva e de saúde. Olho isto com muita preocupação. Para se desenvolver desporto não precisa que necessariamente seja um campo, pode ser num espaço baldio. A cidade está a crescer sem ter em conta estes aspectos. O planeamento urbano, se é que existe, não está dimensionado para isso. Estamos a assistir a um aumento terrível de ocupação de tudo que é espaço livre. As consequências disto já são visíveis no presente”, alertou.
“Já medimos e mostramos que os resultados da pesquisa. A nossa população a está tornar-se doente. A população infantil, juvenil e adulta está a tornar-se difícil movimentar-se no seu dia-a-dia. O ambiente está agressivo para eles”, observou.
Segundo Prista, a falta de espaços livres, do ponto de vista de saúde, está a ter repercussões nas doenças não transmissíveis e do ponto de desporto, está a criar geração de inaptos. Não podemos ter resultados desportivos sem cultura desportiva.
Indicou que o planeamento urbano bem feito equilibra os interesses económicos e da população. A cidade pode crescer sem prejuízo da componente desportiva e de saúde.
“É verdade que não estamos a dizer que é uma população hipertensa, mas não tem valores daquilo que é recomendado. O município de Maputo deve assumir. Isso deve ser urgente, quando se põe um prédio não se tira mais. É um erro que não se corrige. Deviam acautelar-se os espaços baldios”, disse.
Disse, por exemplo, que o Circuito de Manutenção António Repinga está a acabar. Realçou também que o jardim dos Professores e o dos Namorados, sob ponto de vista desportivo, já não existem.
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