Um grupo de prefeitos brasileiros, que se encontrava em Israel durante o intenso conflito com o Irã, já conseguiu atravessar a fronteira com a Jordânia e recebeu autorização das autoridades locais para ingressar no país.
A informação foi confirmada pelo presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski.
O tesoureiro da CNM, Nélio Aguiar, que faz parte da comitiva composta por prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e secretários de diversos municípios, informou que a passagem para a Jordânia foi realizada em segurança, embora detalhes sobre o horário e o trajecto não tenham sido divulgados por questões de segurança.
De acordo com Aguiar, a comitiva está agora em deslocamento para um ponto onde embarcará num avião com destino ao Brasil. A confirmação foi também validada pelo deputado federal Mersinho Lucena, que está na Arábia Saudita liderando uma missão para resgatar seu pai, Cícero Lucena, prefeito de João Pessoa (PB), que se encontrava abrigado em um bunker na capital israelense, Tel-Aviv.
Mersinho Lucena destacou que seu pai está bem, e que alguns prefeitos do grupo decidiram permanecer em Israel apesar da escalada do conflito. Ele mencionou o apoio recebido da embaixada brasileira e do Ministério das Relações Exteriores para facilitar a travessia dos prefeitos na fronteira.
A Administração Nacional de Estradas (ANE) anunciou a interdição da circulação de viaturas pesadas na ponte metálica sobre o rio Revué, localizada no Km 33+000 da estrada N260, no troço Chimoio – Sussundenga, na província de Manica.
A medida, que terá a duração de 20 dias, foi tomada em resposta à danificação dos componentes estruturais da ponte, resultante de um acidente de viação ocorrido no passado sábado.
A suspensão temporária do tráfego é necessária para permitir a reparação e substituição dos componentes danificados.
A ANE recomenda aos automobilistas de veículos pesados que utilizem vias alternativas durante este período. As rotas sugeridas incluem a estrada N260, no troço Sussundenga – Dombe, R520: Dombe – Chitausse (Goonda) – N1: Chitausse (Goonda) – Inchope e N6: Inchope – Chimoio.
Moçambique integrou a Iniciativa Missão 300, um programa ambicioso que visa aumentar a electrificação da África Subsaariana e garantir acesso à electricidade a 300 milhões de pessoas até 2030.
A revelação foi feita pelo Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Estevão Pale, durante a Reunião Anual do Grupo de Trabalho do Sector de Energia, realizada na semana passada na capital moçambicana.
O Ministro sublinhou a importância do comprometimento do governo e dos seus parceiros de cooperação com os objectivos estratégicos do sector energético em Moçambique, de forma a alcançar as metas estabelecidas pela iniciativa. “Os resultados do trabalho conjunto entre o governo e os seus parceiros são evidentes. A taxa de acesso à electricidade em Moçambique aumentou de 30% em 2018 para 61% em 2023, com um recorde de mais de 500 mil novas ligações realizadas num único ano, sendo 70% através da rede nacional e 30% através de soluções off-grid”, declarou.
Estevão Pale acrescentou que os parceiros do governo desempenham um papel crucial em diversas áreas, incluindo a promoção de soluções de cozinha limpa por meio de mecanismos de financiamento climático, o fortalecimento da participação de energias renováveis na matriz energética nacional e a expansão equitativa do acesso à energia em regiões rurais e urbanas.
Uma tentativa de evasão fiscal que lesaria o Estado em mais de 40 milhões de meticais foi recentemente desmantelada pelas Alfândegas no porto de Nacala.
A operação envolveu uma empresa de capitais chineses, com sede na cidade de Nampula, e um despachante aduaneiro, que tentaram obter benefícios fiscais ilegítimos.
Conforme noticiado pelo portal “Ngani”, os indivíduos em causa apresentaram às autoridades uma licença emitida pela Agência para a Promoção de Investimentos e Exportações (APIEX), alegando operar dentro da Zona Económica Especial de Nacala. O intuito era isentar-se do pagamento de impostos sobre mercadorias importadas, declarando-se falsamente como importadores de matéria-prima industrial. A fiscalização culminou na descoberta de que a carga consistia, na verdade, em material de construção civil.
No total, 30 camiões, carregados com contentores de 40 pés, encontravam-se prontos para deixar o recinto portuário. Após a verificação, as Alfândegas decidiram reter os veículos, permitindo a sua libertação apenas mediante o pagamento das taxas legais, que ultrapassam os 40 milhões de meticais.
Fontes ligadas ao processo indicam que esta operação revela a existência de uma rede organizada de sonegação fiscal na região norte de Moçambique, com ramificações entre operadores comerciais, despachantes e possíveis cumplicidades em instituições.
Até ao momento, a APIEX não se pronunciou sobre a legitimidade da licença utilizada na tentativa de fraude, levantando questões sobre a sua obtenção, se por meios legais, por má-fé declarativa ou por falsificação.
Um voo da Air India, que ligava Ahmedabad a Londres, foi cancelado devido a problemas técnicos, marcando o segundo cancelamento da companhia após um trágico acidente ocorrido na passada quinta-feira.
Esse incidente resultou na queda de um avião que levava mais de 240 pessoas a bordo, causando a morte de 240 passageiros.
O voo AI159 foi suspenso após a aterragem de um aparelho Boeing 787-8 no Aeroporto Internacional Sardar Vallabhbhai Patel, proveniente de Nova Delí. A CNBC noticiou que o avião apresentava falhas técnicas que levaram à decisão de cancelar o voo.
A Air India vivenciou uma tragédia quando um de seus aviões caiu menos de um minuto após a descolagem, deixando apenas um sobrevivente entre as 242 pessoas a bordo. Este evento lançou a companhia num foco de atenção negativa, levando a um aumento das preocupações em torno da segurança dos seus voos.
Adicionalmente, um outro voo da Air India, que deveria ligar Mumba a Ahmedabad, também foi cancelado. Inicialmente, a companhia alegou que o cancelamento era devido a um problema operacional, mas acabaria por ser confirmado como uma suspensão definitiva, segundo o India Times.
O Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, declarou que a luta contra o terrorismo “continua a ser a nossa prioridade máxima”. A afirmação foi feita durante uma visita à base da milícia conhecida como “Forças Locais”, na zona de Mueda, na província nortenha de Cabo Delgado.
Chapo enfatizou o papel fundamental desses combatentes na defesa da população e da soberania do país face aos ataques terroristas. Segundo um comunicado da sua administração, a visita à base fazia parte das comemorações do 65º aniversário do massacre de manifestantes desarmados perpetrado por tropas coloniais portuguesas a 16 de Junho de 1960. O Presidente reafirmou o compromisso do governo em melhorar as condições dos militares envolvidos na luta em Cabo Delgado, designada como o “Teatro Operacional Norte”.
O chefe de Estado sublinhou que o envolvimento da população local e a cooperação com as forças estrangeiras, nomeadamente de Ruanda e Tanzânia, têm sido cruciais para travar o avanço dos grupos terroristas. Chapo dirigiu-se aos soldados ruandeses e tanzanianos, afirmando que “sem o vosso trabalho em apoio às forças armadas moçambicanas, não seria fácil combater o terrorismo”.
“Não nos esquecemos das Forças Locais”, acrescentou. “E nunca nos esqueceremos de vocês”.
O presidente também visitou a 110ª Brigada das Forças Armadas de Moçambique (FADM), onde declarou: “Acompanhamos o trabalho que têm feito 24 horas por dia, sete dias por semana. Sabemos que vocês estão no terreno a defender a nossa pátria contra o terrorismo”.
Prometeu melhorias em infraestruturas e recursos logísticos para as tropas, afirmando que “continuaremos a trabalhar para melhorar as condições em todas as áreas, tanto em termos de estradas de acesso como de logística”.
Chapo comprometeu-se a intensificar as suas visitas às posições militares, de modo a elevar a moral dos combatentes. “Podem contar connosco”, finalizou. “Estamos com vocês”.
O Gabinete Provincial de Combate à Corrupção de Sofala (GPCCS) anunciou a detenção de um agente alfandegário que estava escalado no Posto de Fiscalização Norte do Porto da Beira.
A operação teve lugar cerca das 20h00 e resultou de denúncias apresentadas pela população.
Em comunicado, o GPCCS informou que a detenção foi realizada através da activação das suas linhas operativas, levando à captura do agente no momento em que este recebia quantias monetárias de camionistas, com o propósito de facilitar a tramitação dos seus documentos.
Durante o decurso das investigações, um dos condutores envolvidos confirmou que a prática de pagamentos ilícitos naquele posto é habitual e já se consolidou como um processo informal, amplamente conhecido entre os motoristas que transitam na área.
As autoridades expressaram descontentamento em relação ao comportamento do agente, que ao invés de agir com integridade e transparência, optou por práticas que violam os princípios que regem a Função Pública. Estas acções prejudicam a confiança dos cidadãos nas instituições estatais.
Foram recolhidos indícios substanciais relacionados com os crimes de corrupção activa, por parte do motorista, e corrupção passiva para acto ilícito, por parte do agente alfandegário. Estas infracções estão sujeitas a penas de prisão que podem variar de um a cinco anos, além de multas.
O processo-crime foi formalmente instaurado e remetido ao Tribunal da Cidade da Beira para os devidos trâmites legais.
O GPCCS reafirmou o seu compromisso firme na luta contra a corrupção, assegurando que tomará medidas severas contra todos os infractores, conforme estipulado pela lei. As autoridades fazem um apelo à população, solicitando vigilância activa e a rejeição de qualquer forma de corrupção, em defesa da ética, legalidade e boa governação na Administração Pública.
A companhia aérea israelita El Al revelou que mais de 60 mil pessoas se encontram em lista de espera para retornar a Israel, apenas uma hora e meia após a activação do link de registo no seu site.
A empresa, que cancelou toda a sua programação regular de voos, está a organizar voos especiais de resgate a partir de vários destinos.
Em um comunicado divulgado nas redes sociais, a El Al expressou compreensão pela dificuldade e frustração que os passageiros enfrentam ao tentarem regressar a casa, e assegurou que está preparada para operar voos com a frequência permitida pelas autoridades do Estado.
Estimativas de meios de comunicação israelitas indicam que o número de cidadãos de Israel retidos no estrangeiro devido ao encerramento do espaço aéreo poderá ultrapassar os cem mil.
Além do cancelamento das operações regulares, a subsidiária Sundor também suspendeu seus voos até, pelo menos, 23 de Junho. Em conformidade com as instruções do Ministério dos Transportes de Israel, a El Al está a coordenar voos especiais de resgate.
A situação actual é marcada por um aumento das tensões, com Israel a realizar bombardeios no Irão na madrugada de 13 de Junho, atacando instalações militares e nucleares iranianas. Os ataques resultaram em várias mortes, incluindo líderes militares e civis, entre os quais 15 oficiais superiores, conforme confirmado pelas autoridades de Teerão.
A Primeira-Dama de Moçambique, Gueta Chapo, anunciou em Dubai, a concessão de cem bolsas de estudo destinadas a profissionais de saúde do país.
O anúncio foi feito após um encontro com a presidente da Fundação Merck, Rasha Kelej, no qual se discutiu a importância do apoio à saúde e educação em Moçambique.
As bolsas de estudo serão distribuídas de forma equitativa, com dez vagas para cada província, abrangendo diversas áreas do sector de saúde. “Hoje, conseguimos o patrocínio de cem bolsas de estudos para médicos e enfermeiros do nosso país”, afirmou Gueta Chapo.
Durante a conversa, a Primeira-Dama sublinhou a necessidade de mais apoios para o sector da saúde, revelando que pretende realizar mais reuniões com empresários e outras individualidades dispostas a contribuir para a área social. Adicionalmente, a Fundação Merck disponibilizará outras 40 bolsas de estudo focadas no apoio a raparigas carenciadas em Moçambique.
Gueta Chapo participa, pela primeira vez, da VII Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas, promovida pela Fundação Merck, que visa fomentar o diálogo e a partilha de experiências em temas críticos para a saúde pública e desenvolvimento social.
O distrito de Tambara, na província de Manica, Centro de Moçambique, registou uma diminuição significativa nos casos de conflito entre humanos e fauna bravia neste ano.
Até à data, foram reportados ataques a sete pessoas, provocados por crocodilos e hipopótamos, ao longo das margens do rio Zambeze e em lagoas. Este número representa uma redução em relação aos 10 ataques reportados no mesmo período do ano anterior.
As autoridades locais indicam que as vítimas se deslocaram a estas áreas em busca de água para as suas actividades diárias e para consumo. A diminuição dos casos, verificada nos primeiros cinco meses deste ano, é atribuída à abertura de novas fontes de água em zonas anteriormente consideradas problemáticas. Além disso, várias outras fontes estão em processo de reabilitação, com o objectivo de garantir o abastecimento de água à população, especialmente nas áreas rurais.
Os ataques ocorreram principalmente nas margens do rio Zambeze e em algumas lagoas, sendo que Mário Doa, administrador do distrito, relatou que, no primeiro trimestre deste ano, as vítimas enfrentaram ferimentos graves, com alguns a ficarem com deficiências permanentes devido aos ataques. Entre essas vítimas, estavam também crianças, algumas das quais sofreram enquanto se banhavam nas águas do rio.
Um dos casos mais trágicos envolveu a morte de uma criança atacada por um crocodilo enquanto tentava atravessar uma lagoa com sua irmã. O administrador do distrito lançou um apelo à consciência, referindo que a redução dos conflitos é resultado de medidas concretas implementadas para minimizar os ataques. Neste sentido, novas fontes de água estão a ser costeadas pelo governo, com acções de sensibilização a informar a população sobre os perigos de permanecer nas margens dos rios, bem como em locais identificados como de alto risco.
Doa afirmou ainda que, apesar de inicialmente a população relutar em seguir as recomendações das autoridades, têm-se mostrado cada vez mais dispostas a utilizar as novas fontes de abastecimento criadas. Na sede do distrito, o fornecimento de água é constante, permitindo à população evitar deslocações aos rios e áreas de risco para a preservação da sua segurança.
O distrito de Tambara, que conta com aproximadamente 64.778 habitantes, caracteriza-se como semiárido. A sua população dedica-se, predominantemente, à agricultura nas margens do rio Zambeze e à criação de pequenos animais, com destaque para o gado caprino.
Milhões de cidadãos que falam português em todo o mundo, poderão enfrentar restrições de entrada nos Estados Unidos.
Estima-se que cerca de 70 milhões de pessoas, incluindo cidadãos de Moçambique, possam ser afectadas por uma possível revisão da política de imigração da administração Trump.
Segundo a agência Reuters, citada pela CNN Portugal, a administração norte-americana está a considerar incluir 36 países adicionais numa lista que já contempla 12 nações, resultando num total de 48 Estados considerados indesejados. Entre os países lusófonos que podem ser incluídos estão Angola, Moçambique e São Tomé e Príncipe, que fazem parte da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).
A proposta surge na sequência de um documento assinado pelo presidente dos EUA no início de Junho, que já proibia a entrada de cidadãos de países como Afeganistão, Chade, Eritreia e Guiné Equatorial. A nova lista, que poderá resultar em suspensão total ou parcial de entrada, inclui países que não cumpram os padrões e requisitos estabelecidos num prazo de 60 dias.
Além dos três países mencionados, os restantes 33 sob avaliação incluem nações como Camboja, Egito, Etiópia, Gana, Uganda e Zimbábue. Caso se concretize uma suspensão parcial, a proibição de entrada geral poderá não se aplicar a diplomatas e outros casos específicos.
A Irlanda deu início aos preparativos para a exumação dos restos mortais de 796 bebés e crianças que faleceram em um antigo lar para mães solteiras na cidade de Tuam, localizada no oeste do país.
Os trabalhos de delimitação da área começaram na segunda-feira e as escavações estão previstas para iniciar em Julho.
Esta mobilização ocorre 11 anos após a confirmação de que os corpos estavam enterrados em uma fossa comum, na propriedade do lar Santa Maria do Bom Socorro, administrado por uma ordem de freiras católicas até 1972.
O lar recebia mulheres grávidas não casadas, em um contexto de forte repressão moral e social contra mães solteiras na Irlanda católica da época.
O Instituto Nacional de Petróleo (INP) destacou a importância da Republic of Mozambique Pipeline Investments Company (ROMPCO) no desenvolvimento do sector de gás natural em Moçambique.
A celebração do 25.º aniversário da empresa foi marcada pela inauguração do seu novo escritório em Maputo, ocorrida no mês passado.
Nazário Bangalane, Presidente do Conselho de Administração do INP, elogiou a ROMPCO como “um parceiro estratégico na implementação da visão nacional de transformar os recursos naturais em motores de desenvolvimento sustentável”. Esta colaboração, que se estabelece através de uma parceria entre o Governo de Moçambique, a Sasol e outras entidades do sector privado, é fundamental para a gestão do gasoduto Moçambique-Secunda (MSP), uma infra-estrutura de 867 km que conecta os campos de Pande e Temane, na província de Inhambane, à África do Sul. O gasoduto, construído após um acordo assinado em Outubro de 2000, tem sido crucial para o escoamento de gás natural, beneficiando simultaneamente as economias moçambicana e sul-africana.
O PCA do INP frisou que o gasoduto não se limita a ser uma infra-estrutura de transporte de energia, mas funciona também como um símbolo de uma parceria público-privada bem-sucedida, com repercussões directas na economia nacional e regional.
Com a capacidade de transporte a aumentar de 122 MGJ/ano para 212 MGJ/ano, a ROMPCO implementou diversas melhorias, incluindo compressores e looplines, além da instalação de cinco pontos de interligação no território nacional, situados em Funhalouro, Chókwè, Magude (dois) e Moamba. Esta evolução tem sido vital para o fortalecimento do mercado doméstico de energia.
Durante a cerimónia, Bangalane reiterou o desejo de que a ROMPCO amplie sua contribuição, especificamente por meio de projectos que tenham um impacto directo nas comunidades locais, programas de capacitação de quadros nacionais e uma maior sinergia com as metas de conteúdo local.
A inauguração do novo escritório em Maputo é considerada um passo significativo para a consolidação da presença institucional da ROMPCO em Moçambique, facilitando a cooperação com os diversos agentes do sector energético.
A ROMPCO é detida em 40% pelo Governo de Moçambique, através da CMG, em 40% pela South African Gas Development Company iGas e em 20% pela petrolífera sul-africana Sasol. Desde a sua criação, a empresa tem desempenhado um papel crucial na integração de mercados transfronteiriços e no crescimento da distribuição de gás natural em Moçambique e na África do Sul.
A organização ambiental portuguesa Quercus denunciou que o Grupo Navigator, uma empresa de referência na produção de celulose de eucalipto, está a conduzir projectos florestais que resultam na usurpação de terras, água e meios de subsistência das comunidades camponesas nas províncias centrais de Manica e Zambézia.
De acordo com informações avançadas pela Quercus e citadas pela agência alemã DW África, está previsto o envio de uma nova remessa de madeira de eucalipto de Moçambique, com cerca de 100 mil metros cúbicos, para a fábrica de celulose do Grupo Navigator, localizada em Aveiro, no norte de Portugal, possivelmente ainda este ano.
A organização expressa preocupação face à conversão de vastas áreas de terra em sistemas de exploração intensiva para novas plantações de eucalipto nas províncias de Manica e Zambézia. No seu relatório, a Quercus alerta para o impacto negativo que a concessão de áreas tão extensas quanto 356 mil hectares pode ter nos ecossistemas locais, alterados, afectando tanto a flora como a fauna, além da redução da área agrícola disponível para as populações residentes.
A Quercus defende a necessidade de uma gestão activa dos territórios, em termos económicos, sociais e ambientais, que inclua a participação dos actores locais. A organização sublinha a importância de evitar erros cometidos em Portugal na área das plantações de eucalipto, de forma a potenciar Moçambique neste sector.
A Rigor Outsourcing, Lda., empresa moçambicana especializada em Consultoria Financeira, Auditoria e Recursos Humanos, está a recrutar um (1) Profissional Sénior de Administração e Gestão. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um/a (1) Estagiário(a) para as Áreas Jurídica e de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Salvaguarda e PSEA em Emergências. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor Provincial de Programas. Saiba mais.
As autoridades da República Democrática do Congo (RDCongo) confirmaram que o número de mortos resultantes das cheias que afectaram a cidade de Kinshasa aumentou de 19 para 29.
O novo balanço de vítimas foi divulgado pelo Ministério do Interior da RDCongo através de um comunicado no final de domingo, que especificou que as fatalidades foram registadas em oito zonas da capital, com destaque para Ngaliema.
Kinshasa, que abriga cerca de 17 milhões de pessoas, sofreu danos materiais significativos, deixando muitas famílias sem abrigo. Durante uma reunião de crise realizada no domingo, o ministro do Interior e da Segurança, Jacquemain Shabani, assegurou que as pessoas afectadas receberão assistência.
Imagens veiculadas pelos meios de comunicação social locais evidenciam ruas completamente inundadas e ocorrências de deslizamentos de terra.
Apesar de Junho ser tradicionalmente parte da estação seca na região, a precipitação foi intensa, atribuída a ventos provenientes do Golfo da Guiné. Augustin Tagisabo, chefe de divisão do METTELSAT, o serviço meteorológico nacional, indicou que a grande quantidade de chuva afectou não apenas Kinshasa, mas também o norte do país.
Os media locais da República Popular do Congo, país vizinho, relataram que o mau tempo resultou em pelo menos duas mortes na capital, Brazzaville, embora não tenham sido apresentados números oficiais. As cidades de Kinshasa e Brazzaville estão situadas em frente uma da outra, separadas pelo rio Congo, que actua como uma fronteira natural entre os dois países.
A Ucrânia enfrentou um intenso ataque aéreo por parte da Rússia, com a cidade de Kremenchuk, situada na região central de Poltava, a ser o principal alvo.
Durante a ofensiva, as forças ucranianas interceptaram um total de 169 drones e mísseis, de um total de 183 lançados a partir de dez locais diferentes em território russo.
A Força Aérea ucraniana reportou que, apesar de 111 drones terem sido abatidos e 48 não terem alcançado os seus alvos, várias áreas de Kremenchuk foram atingidas. Não há, até ao momento, relatos de vítimas, mas incêndios foram provocados por impactos directos e pela queda de destroços dos drones e mísseis. O ataque causou danos significativos à infra-estrutura energética e agrícola da cidade, assim como as residências e veículos.
O presidente da câmara de Kremenchuk, Vitalii Maletskyi, descreveu o ataque como “o mais maciço de todos os tempos” dirigido à cidade.
Além disso, as forças russas continuaram a bombardear outras regiões ucranianas, especialmente as que estão próximas da linha da frente e da fronteira, utilizando artilharia, aviação e drones.
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, expressou preocupação de que o conflito entre Israel e o Irão possa resultar numa diminuição da ajuda internacional ao seu país.
Um trágico acidente aéreo na Índia resultou na morte de sete pessoas, incluindo um bebé, quando um helicóptero que transportava peregrinos caiu na região dos Himalaias.
Este incidente sucede três dias após a queda de um Boeing da Air Índia, que causou a morte de pelo menos 279 pessoas. O helicóptero, que levava o piloto e seis peregrinos, regressava do templo de Kedarnath no momento da tragédia, segundo informações de uma fonte oficial à agência AFP.
As primeiras investigações apontam para que o acidente tenha sido motivado por condições meteorológicas adversas, semelhante a um incidente ocorrido em Maio.
O templo de Kedarnath, dedicado ao deus hindu Shiva, encontra-se a uma altitude de 3.584 metros e atrai peregrinos de todo o país durante a época de Verão. Embora seja acessível através de várias horas de caminhada, que ultrapassam os 22 quilómetros em altitude, muitos optam por utilizar os serviços de helicóptero para o deslocamento.
Cerca de 600 pessoas organizaram uma manifestação nas ruas de Barcelona, expressando a sua indignação em relação ao turismo de massas na cidade.
O protesto, impedido pela polícia de se dirigir à Sagrada Família, foi promovido pela Assembleia de Bairros pelo Decréscimo Turístico.
Os manifestantes marcharam em direcção ao mar, aproveitando para contestar o recente anúncio do projecto de ampliação do aeroporto de El Prat, iniciativa do governo que tem gerado controvérsia entre os residentes e defensores do turismo sustentável. A manifestação contou com a presença de integrantes do partido dos Comuns e da Candidatura Unidade Popular.
Após aproximadamente uma hora de desfile pelas ruas do bairro de Eixample, os Mossos d’Esquadra, a polícia da Catalunha, interromperam a marcha no cruzamento das ruas Roselló e Sicilia, a poucos quarteirões da famosa Sagrada Família. Em resposta, os manifestantes decidiram continuar a marcha, comprometendo-se a não se aproximar da área do templo.
Fontes policiais, citadas pela agência EFE, afirmaram que a decisão de impedir a manifestação de avançar visava minimizar o impacto sobre os moradores e turistas, uma vez que a acção já se prolongava pelas ruas da cidade.
Um trágico acidente ocorreu no centro da Turquia, resultando na morte de uma pessoa e deixando 19 feridos após a queda de dois balões de ar quente.
A informação foi avançada pela imprensa local, que ainda não conseguiu apurar as causas que levaram a este infortúnio.
O incidente teve lugar nas imediações do vale de Ihlara, na província de Aksaray, uma região conhecida pela sua atractividade turística. O passeio de balão de ar quente é uma actividade bastante popular entre os visitantes, que têm a oportunidade de sobrevoar uma paisagem marcada por igrejas antigas escavadas nas falésias.
O centro da Turquia é famoso pelas suas “chaminés de fada”, formações rochosas em forma de cone que resultaram de processos de erosão natural ao longo de milhares de anos que foram reconhecidas como Património Mundial da UNESCO.
Os onze alunos da Escola Comunitária Santa Montanha, afectados por um spray paralisante, encontram-se fora de perigo. O incidente ocorreu quando uma estudante trouxe...
Um total de 2.266 operadores do transporte público de passageiros em Moçambique recebeu a primeira prestação da compensação destinada a mitigar os efeitos do...