Venâncio Mondlane foi escolhido como presidente interino da Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónomo (ANAMOLA). A eleição decorreu durante a primeira reunião da Comissão Executiva do partido.
Este processo de eleição dos membros da direcção representa um marco significativo na vida política do ANAMOLA. Venâncio Mondlane liderará o partido até à realização do primeiro Conselho Nacional, agendado para o próximo mês na cidade de Maputo, conforme explicado por Dinis Tivane, porta-voz da formação política.
Durante a mesma reunião, foram aprovadas e constituídas as organizações sociais, que terão a responsabilidade de dinamizar as actividades do partido. Adicionalmente, o partido discutiu um sistema de adesão de membros, que, segundo Dinis Tivane, se distingue pela sua inovação.
O lançamento oficial do ANAMOLA está previsto para o próximo mês, também em Maputo.
Conforme a influência das moedas digitais continua a crescer, aumenta também a quantidade de conteúdo sobre criptomoedas publicado online. Desde guias de negociação a artigos sobre tecnologias de blockchain, há um fluxo constante de nova informação disponível. Contudo, a maioria encontra-se apenas em inglês.
Para os milhões de falantes de português em Moçambique, Portugal, Brasil e outras regiões, encontrar conteúdo correto e atualizado nem sempre é fácil. Estará a população falante do português desatualizada no que diz respeito à informação cripto? Analisemos.
Grande parte do conteúdo está em inglês
Tal como noutras partes do mundo, os cidadãos dos países lusófonos demonstram cada vez mais interesse pelas criptomoedas. Muitos já investem nas moedas digitais mais conhecidas, enquanto outros ainda se encontram numa fase de aprendizagem, a ponderar entrar no mercado futuramente.
Contudo, ao procurarem informações online, é frequente que iniciem a sua pesquisa em inglês. Da mesma forma, quando acompanham o mercado, é mais provável que pesquisem por expressões como “Bitcoin price” do que “preço do Bitcoin”.
Isto não significa que não exista conteúdo em português, nem que não seja possível acompanhar os preços na língua materna. Mas no que toca a guias aprofundados e às análises mais recentes, as fontes em inglês continuam a dominar. Segundo alguns relatórios, apenas 6% do conteúdo sobre cripto e Web3 está disponível em português ou espanhol.
Isto não surpreende, já que o universo cripto foi, em grande parte, construído em torno de comunidades anglófonas. As principais plataformas, corretoras e meios de comunicação especializados costumam publicar os seus conteúdos para uma audiência global, maioritariamente falantes do inglês.
Em Portugal, por exemplo, os eventos relacionados com cripto contam com especialistas de todo o mundo e realizam-se, naturalmente, em inglês. Até projetos que não têm origem em países de língua inglesa optam por comunicar sobretudo neste idioma.
Os falantes do português podem aproveitar o que conteúdo disponível na sua língua, mas muitas vezes acabam por complementar com fontes em inglês. Como a maioria dos entusiastas cripto são jovens e têm alguma familiaridade com tecnologia, estão geralmente à vontade a navegar em sites em inglês.
Ainda assim, esta situação está longe de ser ideal. Nem todos têm os conhecimentos linguísticos necessários para compreender os termos técnicos e jargão legal em inglês. Com o aumento da popularidade do Bitcoin e outras criptomoedas, a procura existe, mas é preciso que exista mais conteúdo em português disponível.
As redes sociais preenchem a lacuna
Os meios de comunicação tradicionais portugueses ainda se estão a tentar adaptar ao universo cripto. Enquanto isso não acontece, são os próprios entusiastas que criam o seu conteúdo. Muitos dos que já têm experiência em negociação recorrem às redes sociais para partilhar conhecimentos e ajudar os outros a aprender.
Os vídeos no YouTube costumam ser a primeira paragem para quem está a considerar investir. Em Portugal, no Brasil e noutras regiões de língua portuguesa há cada vez mais canais geridos por investidores que explicam como funcionam as carteiras digitais, quais as plataformas recomendadas e que moedas vale a pena considerar.
Os vídeos curtos também começam a ganhar tração. No TikTok e YouTube Shorts, os conteúdos sobre cripto têm vindo a aumentar. Ainda se encontram atrás do conteúdo em inglês, mas já há material suficiente para quem está a começar ou quer manter-se atualizado.
Canais no Discord e grupos no Telegram são outro formato de conteúdo que ajuda a eliminar esta lacuna na informação. Estas plataformas permitem que os falantes do português se conectem a outros, coloquem dúvidas e partilhem experiências, tudo isto na sua língua nativa. Mesmo quem não participa ativamente nas discussões pode beneficiar apenas por acompanhar as conversas.
No entanto, este tipo de conteúdo criado pela comunidade, ainda que possa beneficiar significativamente os investidores, tem os seus riscos – os utilizadores menos experientes acabam sujeitos a burlas e desinformação.
O impacto da barreira linguística nos investidores
Ainda que exista conteúdo em português e muitos utilizadores se sintam à vontade a ler em inglês, isto não quer dizer que a experiência seja sempre simples.
Independentemente do valor investido, comprar criptomoedas é uma decisão financeira importante. Para o fazer corretamente, é essencial compreender a própria moeda, a tecnologia subjacente e o seu potencial a longo termo. Quando esta informação está noutra língua, pequenos mal-entendidos podem originar hesitação ou erros. Alguns termos não têm tradução direta; outros podem assumir significados diferentes dependendo do contexto.
Investidores mais experientes conseguem, em geral, contornar estas dificuldades, mas, no que toca aos principiantes, pode haver mais dificuldade em ligar os pontos e tomar decisões bem informadas.
Mencionámos que a maioria dos entusiastas compreende inglês, mas isto não se aplica a todos. Quem tem um domínio mais limitado da língua pode sentir-se excluído do mercado ou perder informações importantes quando começa a investir. E, num mercado tão volátil como o da cripto, estar algumas horas atrasado em relação às últimas novidades pode ter um grande impacto.
Problemas como estes atrasam a adoção da tecnologia e criam uma barreira entre aqueles com acesso facilitado à informação e quem não consegue atravessar a barreira linguística.
Conclusão
Independentemente de haver ou não conteúdo suficiente em português, as criptomoedas continuam a ganhar popularidade em Moçambique, Portugal, Brasil e outros países lusófonos.
A barreira linguística é, de momento, um entrave, mas, conforme cresce o interesse pelo setor, é provável que mais websites e meios de comunicação se juntem à conversa. Com o tempo, isto pode ajudar a construir uma comunidade cripto mais confiante e informada em todos os países de língua portuguesa.
Na manhã de hoje, uma condutora sofreu ferimentos após a viatura que conduzia deslizar e colidir com a automotora da Metrobus, na passagem de nível do bairro da Liberdade, na Matola.
De acordo com informações veiculadas pelo jornal Notícias, a composição ferroviária realizava o percurso entre Matola Gare e a Estação Central dos CFM, na baixa da cidade de Maputo.
A automobilista, que seguia sozinha no veículo, recebeu assistência no local e foi prontamente encaminhada para uma unidade sanitária por uma equipa de ambulância.
O acidente provocou também um atraso considerável na viagem do comboio, que transportava centenas de passageiros. A composição deixou o local às 8:25 horas, quando a chegada estava prevista para as 7:40 horas.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar um/a (1) Consultor(a) para Análise das Alocações Orçamentais nos Sectores de Infraestruturas, Água e Saneamento e Protecção Social. Saiba mais.
A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Administração. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar três (3) Facilitadores Distritais (Lago, Chimbonila e Mecanhelas). Saiba mais.
A EMS Pharma é uma empresa distribuidora de produtos farmacêuticos e pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Técnico. Saiba mais.
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, manifestou a sua disposição para um encontro bilateral com o líder russo, Vladimir Putin, com o objectivo de pôr fim ao conflito que assola a região.
Durante uma conferência de imprensa após discussões na Casa Branca com o Presidente dos Estados Unidos e líderes europeus, Zelensky afirmou: “Estamos prontos para uma reunião bilateral com Putin e, depois disso, esperamos uma reunião trilateral com a participação de Donald Trump.”
O Presidente ucraniano salientou que as questões relativas a possíveis concessões territoriais exigidas pela Rússia à Ucrânia devem ser discutidas directamente entre ele e Putin. “Após essa reunião, teremos uma reunião trilateral, que envolverá os dois Presidentes, além de mim”, completou.
De acordo com informações de uma fonte próxima ao encontro, a agência AFP reportou que Putin expressou a Trump a sua disposição para se encontrar com Zelensky. Por sua vez, o chanceler alemão, Friedrich Merz, confirmou que Putin aceitou o convite para uma reunião com Zelensky nas próximas duas semanas.
O MISA Moçambique participou no lançamento da auscultação do novo pacote legislativo do sector da comunicação social, que abrange as propostas de Lei da Comunicação Social e de Radiodifusão.
O evento decorreu na capital moçambicana e visou discutir a modernização do regime jurídico da comunicação.
Emília Moiane, Directora do GABINFO, destacou a importância dos documentos em debate, que visam actualizar a legislação vigente. Moiane expressou optimismo quanto à aprovação das leis pelo Parlamento, sublinhando o elevado nível de preparação demonstrado durante o processo.
O MISA Moçambique considera que este é um momento crucial para fomentar a participação activa dos profissionais da comunicação social, assegurando que as futuras leis sejam elaboradas através de um diálogo inclusivo e transparente.
No que diz respeito à carteira profissional, a organização defende que os jornalistas e comunicadores devem liderar o processo de regulamentação, com o intuito de valorizar a carreira jornalística e de garantir que o modelo adoptado responda de forma efectiva aos desafios enfrentados pela profissão.
O MISA reafirmou o seu compromisso em contribuir de maneira activa para um processo legislativo que respeite a liberdade de imprensa, fortaleça a democracia e coloque os profissionais da comunicação no centro das decisões.
As tentativas de estabelecer um acordo de paz entre o governo da República Democrática do Congo (RDC) e os rebeldes do M23 resultaram em insucesso, conforme reportado pela AfricaNews.
A reunião que visava a negociação da paz, agendada para segunda-feira (18), não se realizou.
O movimento M23 fez saber, através de um comunicado, que as conversações só seriam retomadas se todos os termos da declaração de princípios, assinada em Julho sob a mediação do Qatar, fossem plenamente implementados.
Desde Janeiro, os combates no leste da RDC têm-se intensificado, com os rebeldes do M23, supostamente apoiados pela Ruanda, a tomarem grande parte do território, incluindo a estratégica capital regional de Goma.
Uma fonte do Qatar revelou que um esboço de acordo visando o término das hostilidades havia sido partilhado tanto com o governo congolês como com os rebeldes. Por outro lado, na semana anterior, o exército congolês acusou o M23 de comprometer o cessar-fogo ao realizar múltiplos ataques na região leste do país.
Nos últimos 24 horas, os ataques russos resultaram na morte de cinco civis na região de Donetsk, na Ucrânia, segundo anunciou a administração militar local.
Três vítimas foram registadas em Kostianivika, uma em Dobropillia e outra em Novodetske, conforme informações divulgadas nas redes sociais e citadas pela agência de notícias espanhola EFE. Além das mortes, os ataques provocaram ainda oito feridos.
O comando-geral ucraniano reportou um total de 186 combates na linha da frente nas últimas 24 horas. Na região de Kharkiv, no leste da Ucrânia, os ataques com drones danificaram a infraestrutura eléctrica, resultando em apagões.
Os militares russos intensificaram suas acções na região de Zaporijia, no sul do país, com mais de 400 ataques com drones registados em apenas um dia, causando danos materiais significativos.
As hostilidades persistem, mesmo após o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky ter participado de uma reunião em Washington com o seu homólogo norte-americano, Donald Trump, e líderes europeus para discutir a situação da guerra na Ucrânia. A Rússia também afirmou que a Ucrânia continuou a lançar ataques, apesar dos diálogos ocorridos na capital americana.
Entretanto, o Ministério da Defesa da Rússia informou que as suas defesas antiaéreas conseguiram abater 23 drones ucranianos sobre duas regiões do país e na península da Crimeia, anexada pela Rússia. Treze desses drones foram destruídos na região de Volgogrado, localizada a mais de 100 quilómetros da fronteira ucraniana, enquanto outros foram abatidos nas regiões de Rostov e Crimeia.
Durante a cimeira em Washington, Trump manteve uma conversa telefónica com o líder russo, Vladimir Putin, para informar sobre os diálogos em curso, que se seguiram à cimeira anterior entre os presidentes dos Estados Unidos e da Rússia. A possibilidade de elevar o nível de representação nas futuras negociações de paz com a Ucrânia foi um dos tópicos abordados. Contudo, não foi mencionada uma nova reunião entre Putin e Zelensky.
A Rússia considera Zelensky um presidente ilegítimo desde maio de 2024, quando o seu mandato terminou, enquanto a Ucrânia defende que ainda não foram realizadas eleições presidenciais devido ao estado de guerra que se instalou desde a invasão russa em fevereiro de 2022.
Dezenas de camiões carregados com ajuda humanitária de emergência para Gaza cruzaram o Egito e encontram-se na fronteira terrestre de Kerem Shalom, entre o enclave palestiniano e o território egípcio.
Segundo informações das autoridades egípcias, os camiões, que transportam petróleo, açúcar, arroz, farinha e alimentos enlatados, começaram a chegar hoje a Kerem Shalom, onde serão inspeccionados pelas autoridades israelitas antes da autorização para entrada no enclave costeiro palestiniano.
Esta representa a 18.ª remessa de ajuda humanitária enviada pelo Egito desde que Israel reabriu a autorização para o envio de ajuda à Faixa de Gaza, no final de Julho. Desde então, o Governo do Cairo enviou um total de 1.288 camiões carregados com alimentos e medicamentos para os habitantes de Gaza através da fronteira controlada pelas forças de Israel.
O ministro dos Negócios Estrangeiros egípcio, Badr Abdelaty, manifestou que a quantidade de alimentos enviada é insuficiente, acusando Israel de “intransigência”.
De acordo com Abdelaty, seriam necessários entre 700 a 900 camiões por dia para mitigar a situação humanitária em Gaza, a qual classificou como “muito complicada”, “catastrófica” e uma “tragédia”.
Simultaneamente, diplomatas do Egito, do Qatar e dos Estados Unidos, que estão a mediar contactos entre Israel e o Hamas, aguardam a resposta do Governo israelita a uma nova proposta de cessar-fogo que foi aceite na segunda-feira pelo grupo palestiniano que controla Gaza.
Os mediadores indicaram que o novo plano prevê uma pausa de 60 dias, durante a qual o Hamas deverá libertar dez reféns israelitas vivos e 18 cadáveres em troca de vários prisioneiros palestinianos que se encontram detidos em Israel. Adicionalmente, durante este período, o Hamas terá de interromper as actividades militares, enquanto Israel deverá retirar tropas de Gaza para facilitar a entrada e distribuição de ajuda aos civis, continuando as negociações para alcançar um acordo abrangente que ponha fim ao conflito.
Nos últimos cinco dias, o Norte do Paquistão tem sido severamente afectado por cheias devastadoras, resultando na morte de mais de 300 pessoas.
A região de Buner destaca-se como a mais atingida, com um registo de mais de 200 mortes e pelo menos 150 indivíduos ainda desaparecidos.
As persistentes chuvas torrenciais transformaram o chão das habitações em lama, provocando a destruição de aldeias inteiras e o deslocamento de milhares de pessoas. As equipas de resgate estão em actividade constante, em busca de sobreviventes que possam ter ficado soterrados sob os escombros.
Os moradores locais estão a unir esforços, ajudando amigos e familiares na busca por desaparecidos e na recuperação do que restou. As previsões meteorológicas indicam que as chuvas devem continuar até quinta-feira, aumentando o temor de mais danos na região.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) na província de Sofala efectuou a detenção de cinco indivíduos acusados de falsificação de documentos com o intuito de realizar os exames de admissão à Academia Militar.
Os detidos foram apanhados em flagrante delito enquanto tentavam aceder à sala de exame utilizando identidades falsas. A operação ocorreu durante uma supervisão antes da realização da prova, onde os suspeitos foram encontrados com bilhetes de identidade falsificados numa escola na cidade da Beira.
Um dos indiciados, que foi abordado pela equipa do jornal “O País”, optou por não fornecer informações adicionais sobre a sua detenção, limitando-se a afirmar: “Estou detido, mas não quero falar sobre isso”.
Segundo o porta-voz da PRM em Sofala, Honório Chimbo, as autoridades estão a trabalhar para localizar os verdadeiros candidatos e identificar os mandantes dos indivíduos detidos. A PRM apela aos cidadãos para que se preparem adequadamente para os exames, seguindo as directrizes estabelecidas nos editais e evitando a prática de actos ilícitos.
Moçambique enfrenta uma perda significativa de recursos, estimada em mais de três milhões e oitocentos mil meticais anualmente, devido à prática da pesca ilegal.
Esta informação foi divulgada na Ilha de Moçambique, na província de Nampula, durante a abertura da terceira Reunião Nacional de Planificação do Instituto Nacional do Mar (INAMAR).
A directora nacional dos Assuntos do Mar, Felismina Covane Antia, revelou que, em 2024, várias embarcações ilegais foram apreendidas no país. Alguns proprietários dessas embarcações foram julgados e condenados, enquanto outros continuam a enfrentar processos judiciais.
A dirigente enfatizou a necessidade urgente de que as diversas entidades responsáveis pela gestão das águas territoriais moçambicanas intensifiquem os esforços na fiscalização e no combate à pesca ilegal.
A Suíça anunciou a sua disponibilidade para conceder imunidade ao Presidente russo, Vladimir Putin, caso o líder se faça presente no país para participar numa conferência de paz.
Esta decisão foi revelada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros suíço, Ignazio Cassis.
O governo federal suíço estabeleceu recentemente novas directrizes sobre a imunidade concedida a indivíduos que se encontrem sob mandado de detenção internacional, permitindo tal protecção apenas para deslocações relacionadas com conferências de paz. Cassis esclareceu que essa imunidade não se aplica a viagens realizadas “por motivos pessoais”.
Vladimir Putin é alvo de um mandado de captura emitido em 2023 pelo Tribunal Penal Internacional, relacionado com o alegado “rapto de crianças ucranianas” em territórios da Ucrânia invadidos pelas forças russas, com o intuito de serem deportadas para a Rússia.
As declarações do ministro suíço surgem um dia após um encontro entre o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, em Washington.
Na mesma data, os líderes dos 27 países da União Europeia reúnem-se para avaliar as discussões que tiveram lugar na capital americana sobre a situação na Ucrânia.
O grupo Hamas anunciou a aceitação de uma proposta de acordo de cessar-fogo em Gaza, assim como a libertação de reféns. A proposta foi apresentada por mediadores do Egito e do Catar.
Segundo informações veiculadas pela Al Jazeera, que cita uma fonte do Hamas, o grupo manifestou a sua concordância com as condições propostas pelos mediadores internacionais.
O acordo traça directrizes semelhantes a uma proposta anterior dos Estados Unidos, que prevê uma trégua de 60 dias e a libertação dos reféns israelitas que ainda se encontram em Gaza, em duas fases distintas.
O Secretário de Estado no Niassa expressou a sua preocupação em relação à exploração ilegal de recursos naturais na província, afirmando que esta prática está a prejudicar o desenvolvimento tanto local como nacional.
Durante uma reunião provincial realizada em Lichinga, que teve como foco a divulgação da Lei de Branqueamento de Capitais e Crimes Conexos, assim como a exploração de recursos naturais, Silva Livone alertou para a presença de empresas que operam sem a devida legalidade, exportando recursos de forma ilícita.
O governante destacou que a sonegação de impostos e a presença continuada de mineradoras ilegais têm sido práticas recorrentes na região. Silva Livone sublinhou a necessidade de uma actuação mais firme por parte das instituições de fiscalização, com o intuito de assegurar que as actividades extractivas sejam realizadas dentro dos parâmetros legais e contribuam efectivamente para a arrecadação de receitas do Estado.
Os incêndios florestais que lavram no noroeste e oeste de Espanha têm causado danos significativos em áreas protegidas da Rede Natura 2000, habitat de várias espécies ameaçadas da Península Ibérica. A alerta foi dado pela ONG SEO/Birdlife.
Segundo o comunicado emitido, os fogos que ocorrem nas regiões da Galiza, Castela e Leão, Extremadura e Astúrias estão a devastar habitats críticos para espécies como o urso e o tetraz, bem como áreas onde habitam aves como a águia real, a águia imperial e o abutre-preto.
A organização expressou “especial preocupação” face ao alastrar das chamas em locais de elevado valor ecológico, como o Parque Nacional dos Picos da Europa e os parques naturais de Ponga, Somiedo, Redes, Ubiñas-La Mesa e Las Fuentes del Narcea, Degaña e Ibias. Estas zonas, classificadas como áreas especiais de protecção e conservação, são consideradas essenciais para a preservação da biodiversidade.
A SEO/Birdlife fez um apelo à elaboração e execução de uma estratégia de recuperação pós-incêndio que inclua “critérios claros de conectividade ecológica” e a promoção de “florestas autóctones”. A organização sublinhou a importância destas áreas, que abrigam um número significativo de espécies de flora e fauna, sendo, portanto, insubstituíveis e dignas de protecção.
Os incêndios em Espanha já consumiram, neste ano, 343 mil hectares, ultrapassando o recorde anterior de 306 mil hectares registado em 2022, segundo dados provisórios do Sistema Europeu de Informação sobre Incêndios Florestais (EFFIS).
Actualmente, a Protecção Civil espanhola reporta 23 incêndios activos, com uma “situação operacional de maior gravidade” nas regiões mais afectadas. Para combater as chamas, milhares de bombeiros, dezenas de meios aéreos e cerca de 3.400 militares foram mobilizados.
Sete países da União Europeia estão a enviar apoio a Espanha, constituindo o maior contingente internacional de ajuda já recebido pelo país. A activação do Mecanismo de Protecção Civil da UE ocorreu a 11 de Agosto em resposta à gravidade dos incêndios, com a chegada de auxílio de França e Itália, que enviaram aviões Canadair.
Os incêndios coincidem com uma onda de calor que dura há 16 dias em Espanha, segundo os serviços meteorológicos, que prevêem o seu término na presente data.
O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, estará presente na 9ª Conferência Internacional de Tóquio para o Desenvolvimento de África (TICAD 9), que se realizará de 20 a 22 de Agosto na cidade de Yokohama, Japão.
De acordo com um comunicado da Presidência, a participação de Chapo é uma resposta ao convite do Primeiro-Ministro japonês, Shigeru Ishiba. O evento tem como lema “Co-criar Soluções Inovadoras com África”, enquanto o tema principal é “Pessoas, Planeta e Prosperidade em um Mundo em Transformação”.
Durante a conferência, o Chefe do Estado terá a oportunidade de se encontrar com Ishiba, representantes de entidades governamentais, parlamentares e dirigentes de empresas japonesas com interesses em Moçambique, assim como com a comunidade moçambicana residente na Japão. A TICAD 9 contará com a presença de vários Chefes de Estado e de governo africanos, bem como representantes de organizações internacionais e executivos de empresas africanas e japonesas.
O evento reunirá, ainda, líderes da Organização das Nações Unidas, do Banco Mundial e de outras entidades, assim como representantes do sector privado e da sociedade civil. A TICAD 9 servirá como um espaço para discussões sobre desenvolvimento sustentável e parcerias público-privadas.
A conferência incluirá também eventos temáticos como seminários, simpósios e exposições de empresas japonesas que apresentarão soluções inovadoras para desafios enfrentados por África, incluindo a utilização de inteligência artificial, drones e impressão 3D.
O Presidente Chapo viajará acompanhado pela Primeira-Dama de Moçambique, Gueta Chapo, e pelos ministros dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Maria Manuela dos Santos; do Transporte e Logística, João Matlombe; dos Recursos Minerais e Energia, Estevão Pale; e da Saúde, Ussene Isse, além de outros quadros da Presidência da República e de instituições estatais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar um/a (1) Consultor(a) para Análise das Alocações Orçamentais nos Sectores de Infraestruturas, Água e Saneamento e Protecção Social. Saiba mais.
A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Administração. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar três (3) Facilitadores Distritais (Lago, Chimbonila e Mecanhelas). Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar um (1) Prestador – Produção de Vídeo Institucional – Projeto OMAMI. Saiba mais.
A EMS Pharma é uma empresa distribuidora de produtos farmacêuticos e pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Técnico. Saiba mais.
Iniciou uma auscultação pública destinada à apreciação de um pacote legislativo que contempla propostas para a Lei de Comunicação Social em Moçambique.
Entre as principais inovações, destaca-se a criação de uma carteira profissional para jornalistas, bem como a constituição de uma Autoridade Reguladora da Comunicação Social, que terá um estatuto próprio.
Este processo de auscultação, que se prolongará até ao dia 15 de Setembro, é conduzido pelo Gabinete de Informação (Gabinfo), em parceria com o Sindicato Nacional de Jornalistas, o Misa Moçambique e o Conselho Superior da Comunicação Social.
A nova Lei de Comunicação Social visa substituir a antiga Lei 18/91 de 10 de Agosto, actualizando e regulando o regime jurídico do sector. A proposta procura alinhar-se com a Constituição da República, que reforça os direitos à liberdade de imprensa e de expressão.
De acordo com Emília Moiane, directora do Gabinfo, a legislação proposta incluirá plataformas digitais e redes sociais, que actualmente não estão reguladas.
A iniciativa tem como intuito fortalecer os direitos sociais dos profissionais da comunicação e garantir uma regulação que seja técnica, imparcial e transparente.
O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza anunciou que o número de mortes no enclave ultrapassou as 62 mil desde o início da ofensiva israelita, em Outubro de 2023.
Nas últimas 24 horas, as autoridades palestinianas registaram mais 60 óbitos.
Segundo a contagem diária dos hospitais, pelo menos 62.004 pessoas perderam a vida no território palestiniano desde que a guerra iniciou, provocada pelos ataques do grupo extremista Hamas no sul de Israel a 7 de Outubro de 2023.
O ministério, que está sob a tutela do Hamas, especificou que entre os 60 falecimentos reportados no domingo, 27 ocorreram quando as vítimas tentavam receber alimentos em pontos de distribuição da Fundação Humanitária para Gaza, uma organização apoiada pelos Estados Unidos e por Israel. Outras mortes foram registadas em cruzamentos, onde transitam os escassos camiões da ONU e de outras entidades que conseguem entrar no enclave.
Além do elevado número de mortos, o balanço actualizado indica que mais de 156 mil pessoas ficaram feridas. As autoridades de saúde locais informaram ainda que, nas últimas 24 horas, pelo menos cinco pessoas, incluindo dois bebés de 3 e 5 meses, faleceram devido a causas relacionadas com a fome e a desnutrição.
Desde o início da ofensiva militar israelita, as autoridades estimam que mais de 260 pessoas tenham morrido de fome e desnutrição na Faixa de Gaza. O bloqueio à entrega de ajuda humanitária imposto por Israel resultou na destruição quase total das infraestruturas do enclave e na deslocação forçada de centenas de milhares de pessoas.
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