Uma jovem de 23 anos perdeu a vida após sofrer uma queda numa zona de cascatas nas Terras Altas da Escócia. O incidente ocorreu em Rogie Falls, um local conhecido pela sua atractividade turística.
Segundo informações da Sky News, as autoridades foram alertadas para a situação às 13h45. Ao chegarem ao local, os socorristas verificaram que a jovem não apresentava sinais de vida, sendo o óbito declarado no local.
As autoridades locais esclareceram que as circunstâncias em que o acidente ocorreu não levantam suspeitas de crime, o que sugere que a queda foi um trágico infortúnio. Rogie Falls, famoso pelas suas belas paisagens, atrai muitos visitantes, que agora estão a lidar com a tristeza da perda desta jovem.
Uma tragédia ocorreu em Alquerías, Múrcia, onde uma menina de dois anos perdeu a vida após sofrer uma descarga eléctrica enquanto brincava num trampolim.
A justiça espanhola abriu uma investigação sobre o caso, considerando-o como um possível homicídio involuntário.
A vítima, de origem marroquina, foi vítima de um choque eléctrico que também causou ferimentos em outras três crianças, cujas idades variam entre 8 e 12 anos, segundo o Centro de Coordenação de Emergências.
O alerta para os serviços de emergência foi dado pouco depois da meia-noite, informando que a menina estava inconsciente e apresentava sangramento nasal. As outras crianças, embora feridas, estavam conscientes no momento da chegada dos socorristas.
Após aproximadamente uma hora de tentativas de reanimação cardiopulmonar, a criança foi declarada morta. Uma mulher de 29 anos que estava presente no evento recebeu assistência devido a um ataque de ansiedade provocado pela situação.
A Faixa de Gaza foi palco de intensos ataques aéreos por parte das forças israelitas, resultando na morte de pelo menos 79 pessoas e deixando centenas de feridos.
As agressões, que visaram várias zonas do enclave palestiniano, têm suscitado preocupações acerca da escalada do conflito, com Gaza a permanecer como o principal foco das hostilidades, apesar de Israel também estar a realizar operações em outras frentes, como no Irão e no Iémen.
Os ataques aéreos causaram destruição significativa nas áreas afectadas. Um dos incidentes mais trágicos ocorreu próximo de centros de distribuição de ajuda humanitária, onde pelo menos 20 pessoas perderam a vida e mais de 170 ficaram feridas. Em Nuseirat, outro ataque resultou na morte de oito civis e ferimentos em 125. Adicionalmente, um ataque em Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza, levou à morte de um indivíduo por fogo de artilharia israelita.
A tragédia alastrou-se ainda mais com a morte de três membros da mesma família, atingidos durante um ataque a um grupo de cidadãos nas proximidades da Universidade Islâmica, situada a sul de Khan Yunis. O campo de refugiados de Al-Bureij, localizado no centro da Faixa de Gaza, também registou vítimas devido a um ataque aéreo.
A Primeira-Ministra de Moçambique, Benvinda Levi, anunciou que o país está a atravessar um período de recuperação económica estável, após os desafios impostos pelas manifestações violentas ocorridas após as eleições.
Durante uma intervenção pública, Levi sublinhou que este processo de recuperação é resultado da implementação de diversas políticas e reformas estratégicas, orientadas para a melhoria dos indicadores de desenvolvimento nacional.
A Primeira-Ministra fez essas declarações no contexto de uma visita ao Japão, onde se reuniu com a comunidade moçambicana residente naquele país.
O Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM) expressou o seu repúdio face à propagação de desinformação e sensacionalismo relacionados com o assassinato de um membro da Unidade de Intervenção Rápida (UIR), ocorrido a 11 de Junho, no bairro Nkobe, na cidade da Matola, província de Maputo.
A PRM fez saber que tanto a imprensa nacional quanto as redes sociais distorceram os factos ao insinuar que a polícia teria negado a identidade do cidadão assassinado, afirmando que este era um membro da UIR. Em comunicado divulgado, o porta-voz da PRM na província de Maputo, Cláudio Ngulele, esclareceu que não houve confirmação ou desmentido sobre a identidade e profissão do agente assassinado.
A comunicação da PRM ressalta que a imprensa apressou-se em divulgar o nome do policial, assim como o seu cargo e a unidade a que pertencia, antes de receber confirmação oficial por parte das autoridades.
Um terremoto de magnitude 6,1 na escala de Richter abalou a capital peruana, Lima. O sismo provocou a morte de pelo menos uma pessoa, além de causar deslizamentos de terra e desabamentos em diversas áreas da cidade.
Segundo informações da Agence France-Presse (AFP), a vítima, um homem de 36 anos identificado como motorista de táxi, residia no distrito de Independencia, em Lima. O epicentro do tremor localizou-se no oceano, nas proximidades da cidade costeira de Callao, e os primeiros tremores foram sentidos por volta das 11h30 no horário local, equivalente a 13h30 em Brasília.
No momento do abalo sísmico, uma partida do campeonato peruano de futebol decorria, sendo interrompida devido à intensidade do tremor, que fez com que o campo ficasse coberto por uma nuvem de poeira.
A presidente do Peru, Dina Boluarte Zegarra, deslocou-se para Callao a fim de acompanhar a situação no litoral.
Segundo o governo, a mandatária recebeu um relatório de danos no Centro de Operações de Emergência Nacional e está a coordenar alertas para a população.
O Peru integra a região conhecida como Cinturão de Fogo do Pacífico, caracterizada por sua elevada actividade sísmica.
Violeta Chamorro, ex-presidente da Nicarágua, faleceu em São José, aos 95 anos, conforme anunciado pela sua família através da rede social X.
Inicialmente uma figura discreta na vida pública, Dona Violeta, como era carinhosamente chamada, emergiu na cena política após o trágico assassinato do seu marido, Pedro Joaquín Chamorro, um renomado jornalista e opositor do regime da família Somoza.
Em 1990, Chamorro fez história ao ser eleita à frente de uma coligação de oposição, surpreendendo a comunidade internacional ao derrotar o então presidente Daniel Ortega, actualmente ao leme do país, e pondo fim à guerra civil que devastava a Nicarágua.
Violeta Chamorro destacou-se como a primeira mulher a assumir a chefia de Estado na Nicarágua, liderando a transição para a paz após quase uma década de conflito armado entre o governo sandinista e os Contras, rebeldes apoiados pelos Estados Unidos.
O seu mandato, que se estendeu por quase sete anos, foi o mais longo já cumprido por um chefe de Estado democraticamente eleito no país.
Três cidadãos, dois homens e uma mulher, que se encontram em estágio para se tornarem polícias municipais em Quelimane, província da Zambézia, enfrentam sérias consequências em virtude de práticas corruptas.
Os estagiários foram detidos após serem apanhados em flagrante a realizar cobranças ilícitas na via pública, conforme reporta o Diário da Zambézia.
A edilidade de Quelimane não confirmou nem desmentiu as informações sobre as detenções, mas é sabido que os indiciados já prestaram declarações a um juiz de instrução criminal e que as detenções foram formalizadas segundo os procedimentos legais.
Um trágico acidente ocorreu em Kundmala, uma popular zona turística localizada no estado de Maharashtra, no oeste da Índia, onde o desmoronamento de uma ponte pedonal resultou na morte de pelo menos duas pessoas e deixou várias outras desaparecidas.
As autoridades locais relataram que 32 pessoas ficaram feridas, e algumas fontes policiais indicam que o número de vítimas mortais poderá ascender a seis.
O colapso da estrutura, que estava repleta de visitantes, lançou dezenas de pessoas para as águas do rio Indrayani. Este rio, que atravessa a região, apresentava um caudal elevado devido às intensas chuvas torrenciais que têm atingido o país. A região atrai um grande número de turistas durante a época das monções, um fenómeno meteorológico crucial para a agricultura, mas que acarreta chuvas intensas, sobrecarregando as infraestruturas e aumentando o risco de acidentes.
As autoridades locais tinham emitido um alerta laranja para a região devido à previsão de precipitações intensas. Equipes de emergência, incluindo a Força de Resposta a Desastres da Índia, foram mobilizadas rapidamente para iniciar as operações de busca e salvamento, enfrentando condições adversas.
A escalada do conflito entre Irão e Israel continua, com ambos os países a realizarem ataques aéreos que resultam em mortos e feridos de ambos os lados.
A situação no Oriente Médio torna-se cada vez mais preocupante, uma vez que os bombardeios, que antes ocorriam principalmente à noite, agora se estendem também durante o dia.
Desde o início do conflito, apesar dos apelos de várias lideranças internacionais e da Organização das Nações Unidas (ONU), não se vislumbra uma diminuição nas hostilidades. O Irão reagiu com uma série de retaliações a um alegado “ataque preventivo” israelita que visou estruturas nucleares iranianas. Em resposta, Israel tem procurado neutralizar os disparos provenientes do Irão, intensificando os seus próprios bombardeios.
Os dados divulgados pelo governo iraniano apontam para 224 mortos, enquanto em Israel, 14 pessoas perderam a vida devido à troca de mísseis e drones. As equipas de resgate em ambos os países trabalham incessantemente para localizar sobreviventes entre os escombros de edifícios atingidos pelos ataques. O governo israelita tem solicitado à sua população que procure abrigo em locais seguros para se proteger dos bombardeios.
O sector financeiro, saúde e transportes estão entre os mais afectados por ataques cibernéticos a nível global, incluindo Moçambique.
Esta informação foi revelada pelo especialista em Segurança de Informação e Cibersegurança, Mário Lavado, numa palestra realizada na capital moçambicana.
Durante a sessão, Lavado destacou que os sectores da administração pública, finanças, saúde, banca, seguros, bolsa e transportes são alvos preferidos dos cibercriminosos, que exploram as fragilidades presentes nessas áreas. “Os atacantes escolhem cuidadosamente as suas vítimas. Atacam aqueles que apresentam mais vulnerabilidades, em vez de se confrontarem com grandes organizações que exigem muito tempo e recursos para serem comprometidas”, afirmou o especialista.
Lavado ilustrou a sua argumentação com a comparação entre os ciberataques e a caça, onde os predadores buscam as presas mais fáceis. “Neste momento, as instituições públicas são as que apresentam menos resistência às investidas cibernéticas”.
Em relação à motivação dos ataques, o especialista esclareceu que existem diferentes objectivos, como o desvio de dinheiro e a destruição de dados. Para mitigar esses riscos, é crucial que instituições e cidadãos compreendam as ameaças em seu entorno e adoptem programas de segurança cibernética efectivos.
No contexto moçambicano, a vulnerabilidade do sistema de pagamentos digitais foi particularmente enfatizada. “O país enfrenta ameaças significativas, especialmente relacionadas a moedas electrónicas, onde os criminosos enviam mensagens solicitando valores a números desconhecidos”, explicou.
Lavado apontou ainda a dificuldade em rastrear transacções realizadas com criptomoedas, alertando que a falta de regulamentação nesse sector dificulta o controle financeiro. “É imperativo que os países estabeleçam regras claras para a utilização de moedas digitais, de modo a melhorar a supervisão”, acrescentou.
O especialista recomendou a criação de programas de sensibilização, alertando os cidadãos para a necessidade de prudência ao utilizar dispositivos conectados à internet. “Ao aceder à rede, é fundamental ter consciência dos possíveis perigos que se enfrentam. Um simples clique em um link desconhecido pode resultar em sérios problemas de segurança”.
Além disso, Lavado aconselha uma abordagem cautelosa em situações de comunicação com desconhecidos, onde a verificação da autenticidade deve ser a primeira atitude. Essa precaução é essencial para a prevenção de ataques cibernéticos.
Por último, o especialista destacou a manipulação de informação, como a disseminação de fake news, como uma das grandes ameaças actuais, especialmente em contextos de campanhas eleitorais. “É crucial não apenas compreender as ameaças que enfrentamos, mas também as motivações por trás dos atacantes”, concluiu Lavado.
Uma tragédia abalou a cidade de Chimoio, onde dois gémeos de apenas sete anos, Sónia e José Araújo, perderam a vida após inalarem veneno para ratos que o pai havia colocado para proteger o milho armazenado no quarto onde dormiam.
O incidente ocorreu na manhã de sábado, quando o pai, preocupado com a demora dos filhos em acordar, chamou-os e bateu à porta do quarto, mas não obteve resposta. Desesperado, arrombou a porta e encontrou José já sem vida, enquanto Sónia ainda lutava para sobreviver. A mãe dos gémeos suspeita que a causa das mortes esteja relacionada com a inalação do produto tóxico utilizado para combater roedores.
Segundo o relato da mãe, o pai utilizou o veneno para evitar que os ratos consumissem o milho e, após cozinhar, arrumou a cama das crianças antes de eles irem dormir. Embora tenha ouvido gritos durante a noite, acreditou que se tratava de ruídos vindos de uma banca próxima. Ao abrir a porta pela manhã e constatar a ausência de resposta, tomou a decisão de forçar a entrada no quarto, momento em que encontrou a triste cena.
Sónia, apesar de ter sido levada com urgência para o hospital, acabou por não resistir. Os gémeos foram sepultados no domingo num dos cemitérios da cidade de Chimoio, deixando a comunidade em luto e a família devastada pela perda.
O Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, empossou três novos membros da Comissão Nacional dos Direitos Humanos (CNDH). Os nomeados, António Amélia, Rosália Lumbala e Aderito Zimba, foram eleitos por unanimidade pela Assembleia da República.
Na cerimónia, Chapo sublinhou que a eleição dos novos membros representa um claro sinal da maturidade democrática do país e da importância que Moçambique atribui à promoção e protecção dos direitos humanos. Os empossados assumem funções num contexto marcado por “demonstrações violentas pós-eleitorais”, que deixaram danos significativos, bem como pela devastação causada por fenómenos naturais, como os ciclones Chido, Dikeledi e Jude, que afectaram o país no final de 2024 e no início de 2025.
O Presidente alertou também para a continuidade do terrorismo aliado ao extremismo religioso na província do Cabo Delgado, que se espalhou até à Reserva do Niassa, a maior área de conservação nacional. “Estes actos representam um ataque à nossa soberania, independência e integridade territorial”, enfatizou Chapo, sublinhando que comprometem direitos humanos fundamentais, como o direito à vida, à integridade física e à liberdade de consciência e religião.
Os mais vulneráveis, como os idosos, as crianças e as mulheres, são frequentemente as principais vítimas deste contexto, conforme destacou. Chapo reconheceu a necessidade de adoptar medidas em defesa da soberania e da ordem pública, mesmo que essas possam, involuntariamente, levar a violações dos direitos humanos.
O Presidente endereçou uma mensagem clara aos membros da CNDH sobre a importância de investigar as denúncias de violações dos direitos humanos e reforçou o papel crucial que desempenham na monitorização dos direitos e liberdades fundamentais, na mediação de conflitos e na promoção de uma cultura de paz.
A CNDH, enquanto instituição nacional independente, tem a missão urgente de promover e defender os direitos de todos os cidadãos, independentemente da sua filiação política ou religiosa, origem étnica ou raça. Chapo sublinhou que este trabalho é particularmente pertinente num momento em que o país enfrenta desafios complexos que testam a coesão social e o compromisso com um futuro mais justo e inclusivo.
Por fim, o Presidente alertou que a confiança em instituições como a CNDH depende da sua independência, competência, responsabilidade e integridade. Os novos membros da Comissão devem exercer as suas funções com imparcialidade, coragem e sensibilidade, devendo ser firmes na luta contra a injustiça e próximos da população, especialmente dos que mais sofrem e cujas vozes permanecem silenciadas.
O Instituto Nacional de Petróleo (INP), sob a alçada do Ministério dos Recursos Minerais e Energia, anunciou, na sua plataforma oficial, o cancelamento do 3º concurso destinado à aquisição de dados geológicos e geofísicos.
A medida foi comunicada também às empresas interessadas no concurso, que havia sido lançado a 8 de Novembro de 2024, e justifica-se pela necessidade de revisão e melhoria dos termos de referência.
Este concurso surgiu da demanda por informações relevantes nas áreas adjudicadas durante o 6º Concurso de concessão e da aquisição de dados que servirão para a avaliação contínua do potencial petrolífero, bem como para futuros concursos.
O INP explicou que a decisão de cancelar o concurso visa garantir uma maior eficiência e um alinhamento estratégico, com o intuito de ampliar o escopo do concurso. Essa ampliação inclui áreas que, embora não estivessem inicialmente previstas, demonstraram ser de interesse estratégico para uma cobertura mais abrangente de dados potenciais.
Além disso, o instituto procura reforçar a divulgação e promoção do concurso para atrair um grupo diversificado de investidores, tanto nacionais como internacionais, e esclarecer os benefícios para as comunidades locais.
Recentemente, o INP também anunciou reformas legislativas, que têm como objectivo principal criar um ambiente mais favorável ao investimento, promovendo uma participação mais activa de cidadãos e entidades nacionais ao longo de toda a cadeia de valor da indústria petrolífera.
A visão do INP é consolidar os ganhos do Estado, garantir benefícios concretos para as comunidades, reforçar o papel da instituição e fortalecer a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos.
Nazário Bangalane, Presidente do Conselho de Administração do INP, salientou que a complexidade e volatilidade do sector petrolífero, associadas às frequentes reconfigurações geopolíticas e comerciais, bem como os desafios internos de desenvolvimento socioeconómico, tornam necessária a adopção de medidas ajustadas à nova realidade do sector, exigindo uma revisão do quadro legal vigente.
“Bangalane” acrescentou que a legislação que rege o sector petrolífero deve evoluir para ser mais atractiva, transparente, previsível e estável, de forma a responder às exigências do mercado global, enquanto salvaguarda os interesses do povo moçambicano.
A nova legislação pretende também promover a competitividade, fomentar a participação de investidores locais e estrangeiros, assegurar uma distribuição justa dos benefícios, garantir a protecção ambiental em conformidade com a agenda global de transição energética e contribuir para um desenvolvimento socioeconómico inclusivo e sustentável.
A Rigor Outsourcing, Lda., empresa moçambicana especializada em Consultoria Financeira, Auditoria e Recursos Humanos, está a recrutar um (1) Profissional Sénior de Administração e Gestão. Saiba mais.
A Delim-Limpeza & Manutenção E.I, está a recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico (a) de Administração, Recursos Humanos e Finanças. Saiba mais.
A Rigor Outsourcing, Lda., empresa moçambicana especializada em Consultoria Financeira, Auditoria e Recursos Humanos, está a recrutar um (1) Técnico de Papelaria. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um/a (1) Estagiário(a) para as Áreas Jurídica e de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Salvaguarda e PSEA em Emergências. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor Provincial de Programas. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – MEAL. Saiba mais.
Familiares de Rodrigo Cabezas, economista, ex-ministro e professor universitário, denunciaram que desconhecem o paradeiro do mesmo após a sua detenção pelo Serviço Bolivariano de Inteligência (SEBIN), os serviços de informações da Venezuela.
A filha de Rodrigo Cabezas, Rodna Cabezas, expressou profunda preocupação com o estado de saúde do pai. “Não sei o paradeiro do meu pai (…) temo muito pela sua saúde, pois é um doente cardíaco, que faz um tratamento cardiovascular que deve cumprir diariamente por ter um estenose [estreitamento anormal de um vaso sanguíneo] e ser paciente hipertenso”, denunciou na sexta-feira.
Num vídeo divulgado nas redes sociais, a filha do ex-ministro dirigiu-se ao procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, solicitando “uma prova de vida” do pai, e exigindo que lhe sejam garantidos o devido processo legal e os direitos humanos.
Rodrigo Cabezas, de 68 anos, foi ministro das Finanças do falecido presidente Hugo Chávez (1999-2013) entre 2007 e 2008. Contudo, segundo o Programa Venezuelano de Ação e Educação em Direitos Humanos (Provea), Cabezas tem sido um “crítico ferrenho da política económica e do autoritarismo de [o Presidente] Nicolás Maduro”.
“A sua detenção ocorre em meio da incessante escalada repressiva do Estado, que agora se volta contra os críticos da grave crise económica que o país atravessa”, explicou o Provea na rede social X (anteriormente Twitter).
A líder da oposição, Maria Corina Machado, também reagiu à notícia nas redes sociais, denunciando a inexistência de uma ordem judicial para a detenção de Cabezas e afirmando que “nas últimas horas se intensificou o terrorismo de Estado” no país. “Economistas são presos por alertar sobre o aumento descontrolado da inflação e vendedores ambulantes por venderem em dólares ao preço de mercado. Na sua loucura delirante, [o regime] acredita que reprimindo o dólar e negando a inflação vão impedir que a realidade se imponha”, sublinhou Machado.
O Observatório Venezuelano de Finanças (OVF) manifestou, num comunicado, “a mais veemente condenação à perseguição, ao assédio e à criminalização de pessoas que recolhem, analisam e divulgam dados estatísticos relevantes para a compreensão da economia venezuelana”. O OVF acrescentou que “Atacar quem gera e compartilha dados económicos confiáveis não só viola princípios democráticos fundamentais, mas também limita a compreensão colectiva da realidade nacional”.
Em fevereiro de 2022, Rodrigo Cabezas apoiou publicamente o opositor e ex-presidente do parlamento Juan Guaidó, que, três anos antes, se tinha declarado presidente interino da Venezuela com o objetivo de afastar Nicolás Maduro.
O ex-ministro do Turismo do Brasil, Gilson Machado, foi detido sob a acusação de tentar obter um passaporte português para facilitar a fuga de Mauro Cid, antigo assessor do então presidente Jair Bolsonaro.
A detenção surge após a Procuradoria-Geral da República (PGR) brasileira ter encaminhado, no passado dia 10 de Junho, um requerimento ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando medidas contra Machado. A PGR havia reunido indícios de que o ex-ministro teria tentado emitir um passaporte português em Maio de 2025 para que Cid, figura central num processo sobre uma alegada tentativa de golpe de Estado durante a presidência de Bolsonaro, pudesse deixar o Brasil.
Os advogados de Mauro Cid confirmaram que o ex-assessor de Bolsonaro foi alvo de buscas e que irá prestar depoimento à Polícia Federal ainda na sexta-feira. Cid aceitou colaborar com a Justiça em troca de uma redução de pena nos processos em que ele e Bolsonaro são réus.
Segundo a imprensa local, a polícia brasileira recolheu indícios de que Machado terá procurado o Consulado de Portugal em Recife, onde reside, para tentar obter o passaporte de Cid, mas sem sucesso. Já em Janeiro de 2023, antes de ser detido e acusado em vários processos criminais, Mauro Cid havia indicado ter procurado um serviço de assessoria para a obtenção da cidadania portuguesa.
No pedido de prisão acatado, a PGR brasileira considerou que as informações recolhidas pela polícia apontam para “elementos sugestivos” de uma ação de Machado com o objectivo de obstruir a instrução do processo em que Bolsonaro, Cid e dezenas de outros ex-aliados, militares e civis, são réus. A PGR avaliou que o passaporte seria utilizado para viabilizar a fuga de Cid do Brasil, de forma a “furtar-se à aplicação da lei penal, tendo em vista a proximidade do encerramento da instrução processual”.
No início desta semana, Bolsonaro, Cid e outros seis réus foram interrogados pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal. São acusados de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, bem como deterioração de património. Caso sejam condenados, incorrem em penas de prisão que podem ultrapassar os 40 anos.
Segundo o Ministério Público brasileiro, o alegado plano golpista terá tido início após a vitória do actual Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, nas eleições de Outubro de 2022. Bolsonaro, que procurava a reeleição, recusou-se a reconhecer a derrota nas urnas, descredibilizou o sistema e o processo eleitoral (o que resultou na proibição de se recandidatar a cargos públicos durante oito anos) e incentivou os seus apoiantes a montarem acampamentos em frente a bases militares para protestar contra o resultado das presidenciais e para exigirem uma intervenção militar.
A 8 de Janeiro de 2023, enquanto o então novo Presidente brasileiro, Lula da Silva, se encontrava fora de Brasília a visitar a cidade de Araraquara, no estado de São Paulo, que havia sido afetada por chuvas severas, um grupo de radicais apoiantes de Jair Bolsonaro, influenciados por meses de desinformação sobre urnas eletrónicas e com receio do comunismo, invadiram e atacaram o Palácio do Planalto, o Congresso e o Supremo Tribunal Federal.
O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) assegurou que os deslocados internos, vítimas do terrorismo em Cabo Delgado e reassentados no posto administrativo de Corrane, distrito de Meconta, província de Nampula, terão um centro de saúde construído de raiz nos próximos três meses.
A garantia foi dada pela delegada do INGD, Anacleta Botão, em resposta a questões da imprensa sobre a reconstrução das infraestruturas destruídas pelo vendaval que atingiu o centro de reassentamento em Novembro de 2024. Na altura, mais de 170 casas foram destruídas, incluindo a única tenda que servia como unidade sanitária para os deslocados.
“O centro de saúde é um projecto que está em curso e em pouco tempo vamos ter o centro dentro do bairro de reassentamento construído de raiz. É um projecto que aguardávamos os fundos e as obras já estão a decorrer. Posso avançar que em três meses já teremos resultados visíveis”, declarou a delegada, citada pelo portal Ikweli.
O balanço de vítimas das intensas tempestades e inundações que assolaram a cidade de San Antonio, no estado norte-americano do Texas, subiu para 11 mortos, com várias pessoas ainda dadas como desaparecidas.
As equipas de busca e salvamento prosseguiram hoje os esforços para encontrar os desaparecidos, na sequência das chuvas torrenciais que caíram na quinta-feira. À medida que as águas das cheias começam a recuar, a extensão dos danos torna-se mais visível, declarou Joe Arrington, porta-voz da Corporação de Bombeiros de San Antonio.
Mais de uma dezena de automóveis foram encontrados destruídos, encalhados e capotados num riacho, depois de algumas zonas da sétima maior cidade dos Estados Unidos terem registado mais de 18 centímetros de chuva.
Das 11 mortes confirmadas, três vítimas tinham idades compreendidas entre os 28 e os 55 anos, de acordo com um comunicado emitido pelo gabinete do médico legista do Condado de Bexar.
As autoridades de San Antonio indicaram que as operações de busca pelos desaparecidos estão concentradas na área do riacho. Os veículos terão sido rapidamente arrastados da estrada pelas águas que subiram de forma súbita. As autoridades reportaram ainda a realização de mais de 70 resgates aquáticos em toda a cidade.
O Papa Leão XIV lançou um forte apelo ao Irão e a Israel, exortando-os a “agir de forma responsável e racional”, face à “situação que se deteriorou gravemente” entre os dois países.
Durante uma audição pública na Basílica de São Pedro, o Sumo Pontífice expressou a sua profunda preocupação com a escalada das tensões. “Nunca ninguém deve ameaçar a existência do outro, e é dever de todos os países apoiar a causa da paz, procurando caminhos de reconciliação e promovendo soluções que garantam a segurança e a dignidade para todos”, afirmou o Papa, reforçando a urgência de desanuviar o clima de confrontação.
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