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Quinta-feira, Outubro 15, 2026
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Mais de 20 pessoas desaparecidas após cheia no Grand Canyon

Mais de 20 indivíduos estão a ser procurados na sequência de uma cheia repentina que afetou, no passado sábado, o Parque Nacional do Grand Canyon, localizado no oeste dos Estados Unidos. A administração do parque fez este anúncio, destacando a gravidade da situação.

O Serviço Nacional de Parques dos Estados Unidos (NPS) fez um apelo ao público para que forneça informações sobre as pessoas que poderão estar desaparecidas ou incapazes de estabelecer contacto. A cheia forçou também a retirada de dezenas de visitantes da área, com mais de 60 pessoas a serem evacuadas de Phantom Ranch, um local bastante popular entre os turistas e praticantes de ‘rafting’.

As autoridades encerraram o parque de campismo Bright Angel, bem como partes do trilho North Kaibab e outras áreas afetadas pela catástrofe. As torrentes provocaram danos significativos, destruindo passadiços sobre o Bright Angel Creek e arrastando grandes blocos de pedra, estruturas metálicas e outros destroços em direcção ao rio Colorado, alterando consideravelmente a paisagem.

Até ao momento, não foi reportada qualquer ocorrência de feridos, de acordo com a agência noticiosa norte-americana AP. As precipitações na região variaram entre um e 2,5 centímetros em apenas 30 minutos. Justin Johndrow, meteorologista do Serviço Nacional de Meteorologia em Flagstaff, esclareceu que a maior parte da água escoou rapidamente.

A cheia ocorreu na parte norte do Grand Canyon, onde o Bright Angel Creek desce da margem norte até ao rio Colorado, numa diferença de altitude de aproximadamente 1.828 metros. Para agravar a situação, prevê-se a ocorrência de mais chuvas e trovoadas na região até à próxima segunda-feira.

Conflito EUA-Irão se intensifica com ataques aéreos na Jordânia

Na noite desta segunda-feira, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irão reivindicou a autoria de ataques a bases militares dos Estados Unidos na Jordânia, após um mês de relativa calma no conflito. 

Segundo informações veiculadas pela Al Jazeera, o ataque consistiu na utilização de mísseis e drones, sendo descrito como uma “punição ao agressor”. Contudo, uma fonte da CNN Internacional mencionou que os mísseis iranianos, lançados contra a Jordânia, foram interceptados, e até ao momento não há registo de danos.

As Forças Armadas da Jordânia confirmaram a interceptação e destruição de oito mísseis que entraram no seu espaço aéreo, assegurando que nenhuma ameaça foi destinada a civis ou bens. Estes incidentes sucedem a um ataque das forças norte-americanas à ilha de Larak, no Irão, onde foram identificados preparativos para o lançamento de foguetes com minas para o estreito de Ormuz.

Paralelamente, o Nepal e o Tibete enfrentam uma tragédia sem precedentes, com a confirmação de 804 mortes devido a inundações. Mais de 3 mil pessoas permanecem desaparecidas, e as autoridades estimam que cerca de mil trabalhadores possam estar presos em centrais hidroeléctricas. A Organização Mundial da Saúde anunciou a disponibilização de aproximadamente 130 mil euros para apoiar as comunidades afectadas, classificando esta como uma das piores tragédias recentes na região.

No âmbito da política nacional, Luís Montenegro, líder dos sociais-democratas, admitiu que a digitalização dos exames na primeira fase não foi bem-sucedida, mas reiterou a necessidade de continuar com essa transformação. Durante um discurso na Universidade de Verão do PSD, o primeiro-ministro mencionou que “a mudança tem riscos” e sublinhou a importância de avançar com as reformas. Anunciou também um novo regime de autonomia para as escolas e a criação da Universidade de Bragança e do Norte Interior.

A oposição criticou a abordagem do governo, com José Luís Carneiro, secretário-geral do Partido Socialista, a afirmar que a digitalização dos exames causou desigualdades significativas, afectando a vida de muitas famílias e jovens. Outros líderes da esquerda, como Paulo Raimundo, expressaram preocupações sobre um possível ataque ao estatuto dos professores, enquanto José Manuel Pureza, do Bloco de Esquerda, acusou a direita, de tentar desmantelar o Estado Social.

No desporto, o Benfica prepara-se para enfrentar o Estoril no encerramento da quarta jornada do campeonato, com o treinador Marco Silva a enfatizar a importância emocional do jogo. A partida terá início às 20h15. Além disso, Fernando Pimenta conquistou o título de campeão do mundo de K1 5000 metros pela terceira vez, um feito histórico celebrado pelo Presidente da República.

Anamola exige julgamento justo e transparente para Venâncio Mondlane

A Aliança Nacional por um Moçambique Livre e Autónomo (Anamola) reivindica um julgamento independente, imparcial e transparente para o seu líder, Venancio Mondlane, ex-candidato presidencial.

O Supremo Tribunal de Moçambique emitiu uma convocatória para Mondlane comparecer a julgamento face a cinco acusações criminais, que surgiram em consequência das manifestações massivas pós-eleitorais. As manifestações, organizadas por Mondlane para protestar contra os resultados fraudulentos das eleições gerais de Outubro de 2024, começaram de forma pacífica, mas rapidamente degeneraram em tumultos.

Mondlane é acusado de crimes que incluem: apologia pública de crime, incitação à desobediência colectiva, instigação pública ao crime, bem como instigação e incitação ao terrorismo. Recentemente, o Conselho de Estado, organismo consultivo do Presidente moçambicano, decidiu revogar a imunidade de Mondlane para que este possa enfrentar o julgamento.

Mondlane ocupa uma cadeira no Conselho de Estado em virtude da legislação que garante ao segundo classificado nas eleições presidenciais o direito a integrar este órgão.

Manuela Veloso, porta-voz do comité executivo da Anamola, afirmou, numa conferência de imprensa na província central de Sofala, que o julgamento deve ser conduzido com total respeito pela Constituição e pelas demais leis do país. “Queremos justiça, porque a compostura não significa silêncio. O respeito pelas instituições não pode significar uma confiança cega. E a defesa da paz não pode ser sinónimo de aceitação da injustiça”, declarou.

O partido acredita que o caso contra Mondlane representa “um verdadeiro teste de fogo para o sistema judicial moçambicano”. Veloso acrescentou: “O povo está a observar de perto e será capaz de avaliar as instituições que foram capazes de tomar uma decisão. Esperamos, por isso, que o Supremo Tribunal esteja à altura das responsabilidades históricas que lhe competem.”

Anamola também refutou as alegações de que Mondlane incitou a violência durante as manifestações, colocando a responsabilidade pelos distúrbios nas acções violentas da polícia.

Estatísticas compiladas pela plataforma não governamental “Decide” indicam que a polícia disparou e matou cerca de 400 pessoas, enquanto 619 outras ficaram feridas por balas durante os cinco meses de agitação que se iniciaram a 21 de Outubro de 2024.

O Ministério Público (PGR) informou que iniciou 31 processos legais contra agentes policiais no contexto dos distúrbios pós-eleitorais. Contudo, até à data, nenhum agente policial foi condenado.

A Anamola fez também um apelo para que o julgamento seja transmitido em direto pela televisão, redes sociais e outras plataformas, em conformidade com a lei.

FACIM entra na reta final dos preparativos para a 61.ª edição

O secretário de Estado do Comércio, António Grispos, revelou que o recinto da Feira Internacional de Maputo (FACIM), situado em Ricatla, no distrito de Marracuene, está 95% preparado para a sua 61.ª edição, a qual terá início na próxima segunda-feira.

Grispos fez estas declarações durante uma visita de monitorização às obras de instalação das infraestruturas destinadas a feirantes e expositores. O governante enfatizou que as acções estão a ser realizadas em conformidade com as directrizes estabelecidas pelo Presidente da República, Daniel Chapo, com o objectivo de evitar trabalhos de última hora e garantir a solidez das infraestruturas durante a Feira.

Nesta fase final dos preparativos, o secretário de Estado indicou que restam apenas tarefas básicas, como pintura e a Fixação de casas de banho. A expectativa é que até sábado as actividades estejam finalizadas na sua totalidade, permitindo que no domingo seja feita uma verificação para assegurar a segurança e o bem-estar de visitantes e expositores.

EDM quer levar electricidade a mais 420 mil consumidores até ao final de 2026

A Electricidade de Moçambique (EDM) tem em vista a realização de 420.000 novas ligações eléctricas até ao final de 2026, o que poderá beneficiar aproximadamente dois milhões de moçambicanos.

Esta informação foi partilhada por António Manda, Secretário Permanente do Ministério dos Recursos Minerais e da Energia (MIREME), numa conferência de imprensa realizada em Maputo a 27 de Outubro, durante a cerimónia de comemoração do 49.º aniversário da empresa.

Os dados apontam que 22,7 milhões de cidadãos, representando 66,9% da população nacional, têm actualmente acesso à electricidade. Este número revela um incremento significativo em relação aos aproximadamente 9,8 milhões que detinham acesso em 2019. Segundo António Manda, o aumento dos beneficiários pode ser atribuído à expansão da rede eléctrica nacional e às iniciativas do Governo, que visa alcançar o acesso universal à electricidade até 2030.

As novas ligações fazem parte do “Programa Energia para Todos”, implementado em 2018, cujo propósito é garantir o acesso à electricidade em todo o país, incluindo a instalação de mini-redes e sistemas solares em áreas rurais e peri-urbanas.

Apesar do progresso, o Secretário Permanente reconheceu que ainda existem comunidades que aguardam pela electrificação e consumidores sem acesso a serviços eléctricos de qualidade. Presentemente, todas as 11 capitais provinciais e 154 sedes distritais encontram-se electrificadas, com o trabalho a continuar para cobrir os restantes postos administrativos; até agora, 361 destes postos já têm acesso à electricidade.

Joaquim Henrique Ou-chim, presidente da EDM, anunciou também a formação de uma unidade de resposta rápida para catástrofes naturais, estabelecida, semanas antes do início da época chuvosa no país, que se prolonga de Outubro a Abril. O presidente assegurou que a prioridade permanece na criação de condições para o acesso universal à electricidade, ao mesmo tempo que se combate o vandalismo das infra-estruturas e o roubo de electricidade.

Durante a última estação das chuvas, a EDM reportou prejuízos na ordem de 2,3 milhões de dólares e necessitou de 9,3 milhões de dólares para reparar as infra-estruturas danificadas. Joaquim Henrique Ou-chim fez um apelo às direcções provinciais da empresa para que intensifiquem esforços no sentido de aproximar os serviços da população.

Casos de AVC em Maputo alarmam autoridades de saúde

No Hospital Central de Maputo (HCM), trinta pessoas faleceram devido a acidente vascular cerebral (AVC) no primeiro semestre do ano, de um total de 150 pacientes diagnosticados com a doença.

Este elevado número de mortes chamou a atenção das autoridades de saúde, que expressam preocupação crescente, especialmente pelos casos que envolvem pacientes mais jovens, com idades entre os 35 e 65 anos.

A Dr.ª Naichan Arroz, neurologista do HCM, alertou para a gravidade da situação, destacando que a taxa de óbitos superior a 15 por cento entre os doentes diagnosticados é alarmante. A especialista sublinhou a necessidade de promover a prevenção, o diagnóstico atempado e um atendimento médico imediato.

Os casos mais letais, conforme explicou a Dr.ª Arroz, estão frequentemente associados ao AVC hemorrágico, onde ocorre a rotura de um vaso sanguíneo, resultando na interrupção do fornecimento de sangue e hemorragia. Este tipo de acidente vascular cerebral é frequentemente caracterizado por um início súbito, o que o torna particularmente perigoso.

A neurologista manifestou a sua preocupação em relação à tendência de alguns pacientes em procurar ajuda médica apenas quando os sintomas se agravam. Muitos optam inicialmente por consultar farmácias ou outras formas de tratamento, o que retarda a sua chegada ao hospital e compromete a eficácia do tratamento.

O HCM continua a trabalhar na sensibilização da população para a importância da detecção precoce dos sintomas do AVC e da procura imediata de assistência médica.

Fortes chuvas em Caracas causam mortes e destruição

Pelo menos cinco pessoas perderam a vida devido às intensas chuvas que atingiram a capital venezuelana nas últimas duas semanas. A informação foi divulgada pela presidente da Câmara Municipal de Caracas, almirante Carmen Meléndez, através de uma mensagem nas redes sociais.

Meléndez reportou que as chuvas resultaram na queda de 31 árvores, 29 deslizamentos de terras e na inundação de 45 ruas. Embora não tenha especificado o número de residências danificadas, destacou que os estragos foram consideráveis.

Em sua comunicação, a autarca enfatizou a importância da cautela e da sensibilização da população, sublinhando a necessidade de transformação da gestão de resíduos sólidos como medida preventiva para evitar o colapso dos cursos de água. “Estamos a desenvolver um plano permanente para a manutenção de ravinas e ribeiros, mas estas acções exigem a participação da comunidade”, alertou Meléndez.

Durante os trabalhos de manutenção, os serviços encontraram diversos objectos de grande porte, como peças de veículos e electrodomésticos, que podem provocar obstruções e prejudicar tanto residências quanto vias públicas, especialmente em épocas de chuvas intensas.

O dirigente da oposição, Henrique Capriles, criticou a falta de manutenção das infraestruturas, salientando que cada emergência evidencia os desafios que os venezuelanos enfrentam no seu quotidiano.

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou no último sábado a activação do sistema de Protecção Civil na sequência das “graves chuvas” que devastaram Caracas e o estado vizinho de Miranda. Vale lembrar que, a 16 de Agosto, um comandante dos bombeiros de Caracas, Pablo Antonio Palacios, havia reportado a morte de duas crianças na paróquia La Vega, após terem sido arrastadas por uma corrente de água durante uma tempestade.

Funcionários da Autoridade Tributária presos por desvio de 160 milhões de meticais

A Polícia da República de Moçambique (PRM) anunciou a detenção de sete funcionários da Autoridade Tributária de Tete, envolvidos em um esquema de desvio de fundos que ultrapassa os 160 milhões de meticais.

As autoridades tomaram conhecimento do desvio através de uma investigação que se iniciou há vários meses, após suspeitas de irregularidades nas receitas fiscais da região. Durante a operação de captura, foram apreendidos documentos e equipamentos que serviram de suporte para as actividades fraudulentas.

Os detidos são acusados de colaborarem na manipulação de dados fiscais e na emissão de recibos falsos, permitindo a apropriação indevida de quantias significativas que deveriam ser alocadas aos cofres do Estado. A PRM informou que, com a colaboração do Ministério das Finanças, as investigações continuarão a fim de identificar outros possíveis implicados no esquema.

A Autoridade Tributária de Moçambique reafirma o seu compromisso na luta contra a corrupção e a promoção da transparência e integridade nas suas operações. Além da detenção dos funcionários, foram iniciadas medidas para reforçar os mecanismos de controlo interno, de modo a prevenir futuros desvios.

Os detidos aguardam o tratamento do seu caso nos tribunais, onde deverão responder pelas acusações apresentadas.

Vagas de emprego do dia 31 de Agosto de 2026

Foram publicadas hoje, dia 31 de Agosto no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Clique aqui para baixar a edição em PDF.

Vagas de emprego abertas para hoje:

1. Vaga para Senior Specialist: M-Pesa Data & Analytics

A Vodafone pretende recrutar um (1) Senior Specialist: M-Pesa Data & Analytics. Saiba mais.

2. Vaga para HR Expat Coordinator

A McDermott International pretende recrutar um (1) HR Expat Coordinator. Saiba mais.

3. Vaga para Superintendente de Parque de Pré-fabricados – MOF

A Mota-Engil pretende recrutar um (1) Superintendente de Parque de Pré-fabricados – MOF. Saiba mais.

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vaga para WASH Officer

A UNICEF pretende recrutar um (1) WASH Officer. Saiba mais.

2. Vaga para Corporate Brand, Reputation & Comms Manager

A AB InBev pretende recrutar um (1) Corporate Brand, Reputation & Comms Manager. Saiba mais.

3. Vaga para HSSE Officer

A TotalEnergies pretende recrutar um (1) HSSE Officer. Saiba mais.

4. Vaga para Finance Officer

A Aga Khan Academy Maputo pretende recrutar um (1) Finance Officer. Saiba mais.

5. Vaga para Humanitarian Access and Safety Technical Officer

A Norwegian Refugee Council (NRC) pretende recrutar um (1) Humanitarian Access and Safety Technical Officer. Saiba mais.

6. Vaga para Procurement Intern

A DP World pretende recrutar um (1) Procurement Intern. Saiba mais.

7. Vaga para Senior Structural Engineer

A McDermott International pretende recrutar um (1) Senior Structural Engineer. Saiba mais.

8. Vaga para Finance Control Manager

A TotalEnergies pretende recrutar um (1) Finance Control Manager. Saiba mais.

9. Vaga para Project Director

A Segula Technologies pretende recrutar um (1) Project Director. Saiba mais.

10. Vaga para Chief Operating Officer

A Segula Technologies pretende recrutar um (1) Chief Operating Officer. Saiba mais.

11. Vaga para Regulatory & Compliance Lead

A McDermott International pretende recrutar um (1) Regulatory & Compliance Lead. Saiba mais.

12. Vaga para Administration Manager

A Segula Technologies pretende recrutar um (1) Administration Manager. Saiba mais.

13. Vaga para Gestor de Projecto

A N’weti pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Projecto. Saiba mais.

14. Vaga para Oficial de Monitoria, Avaliação & Aprendizagem

O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um (1) Oficial de Monitoria, Avaliação & Aprendizagem. Saiba mais.

15. Vaga para Consultoria

O Ministério da Saúde (MISAU) pretende recrutar uma (1) Empresa de Consultoria para Avaliação, Dimensionamento e Optimização da Infraestrutura de Conectividade de Internet e Segurança Digital do Ministério da Saúde. Saiba mais.

16. Vaga para Gestor de Projecto

A Humanity & Inclusion (HI) pretende recrutar um (1) Gestor de Projecto. Saiba mais.

17. Vaga para Assistente de Tecnologias da Informação e Comunicação

A Action Contre La Faim pretende recrutar um (1) Assistente de Tecnologias da Informação e Comunicação. Saiba mais.

18. Vaga para Gestor de Recursos Humanos

A Handicap International/Humanity & Inclusion (HI) Gestor de Recursos Humanos. Saiba mais.

19. Vaga para Operator Administrator

A Eazi Access pretende recrutar um (1) Operator Administrator. Saiba mais.

20. Vaga para HR Administrator

A Eazi Access pretende recrutar um (1) HR Administrator. Saiba mais.

21. Vaga para Site Supervisor

A Eazi Access pretende recrutar um (1) Site Supervisor. Saiba mais.

Governo moçambicano vende Tmcel devido a dívidas bilionárias

Uma investigação recente revelou que as substanciais dívidas acumuladas pelo Estado moçambicano têm sido um factor determinante para a decisão de alienar a operadora de telecomunicações Tmcel.

Segundo as informações obtidas, o Governo enfrenta uma pressão financeira significativa, com passivos que ascendem a milhares de milhões de meticais.

A Tmcel, uma das principais fornecedoras de telecomunicações no país, tem enfrentado desafios financeiros que, conforme apurado, tornam a sua manutenção como uma questão complexa sob a actual conjuntura económica. O despacho governamental relativo à venda da empresa foi, assim, impulsionado pela urgência em estabilizar as finanças públicas e optimizar os recursos governamentais.

A investigação destaca que as dificuldades financeiras enfrentadas pelo Governo são parte de um contexto mais amplo de instabilidade económica, que se agravou nos últimos anos, afectando severamente a capacidade operacional de diversas entidades estatais. O leilão da Tmcel surge, portanto, como uma estratégia para fortalecer o equilíbrio orçamental e permitir que o Executivo direccione esforços para áreas prioritárias do desenvolvimento nacional.

Os detalhes sobre o processo de venda e os potenciais compradores ainda não foram divulgados, mas a expectativa é de que o Governo avance rapidamente com a alienação, no intuito de mitigar os efeitos da crise económica que assola várias camadas da sociedade moçambicana.

Com esta decisão, espera-se que o Governo não apenas reduza o seu passivo, mas também reforce a confiança dos investidores no mercado moçambicano, posicionando-se de forma mais competitiva na arena económica regional.

Reabilitação da EN4 avança para garantir segurança e fluidez no trânsito

As obras de reabilitação e modernização da Estrada Nacional Número 4 (EN4) em Moçambique continuam a progredir de forma significativa, com o objectivo de reforçar a segurança rodoviária e garantir uma maior fluidez do tráfego neste importante corredor de transporte nacional.

Actualmente, os trabalhos estão a concentrar-se na reabilitação dos troços 16 e 17 da EN4. As intervenções previstas incluem a construção de uma nova via de ultrapassagem, bem como a fresagem e a substituição integral do pavimento existente.

Este projecto abrange uma área de grande importância económica, estendendo-se desde a fronteira de Ressano Garcia até ao Nó de Moamba e, posteriormente, ao Nó de Tchumene.

Com as melhorias em curso, espera-se que haja uma redução significativa nos congestionamentos de trânsito, facilitando o escoamento de mercadorias e pessoas, e beneficiando directamente automobilistas e operadores que utilizam frequentemente esta rota comercial estratégica.

Supermercado em Maputo é fechado por vender medicamentos ilegais e perigosos

Uma operação inspectiva levada a cabo pela Autoridade Nacional Reguladora de Medicamento (ANARME), em colaboração com a Inspecção-Geral de Segurança Alimentar e Económica (IGSAE), o Ministério Público (MP) e o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), resultou na apreensão de uma vasta gama de produtos farmacêuticos e de saúde não autorizados para comercialização em Moçambique.

A fiscalização foi realizada no Supermercado China City, localizado na cidade de Maputo.

Durante a operação, foram encontrados diferentes produtos, incluindo anabolizantes destinados ao aumento de ancas, glúteos, mamas e peito, produtos supostamente utilizados para estimular a ovulação, além de estimulantes sexuais, anti-hemorroidários, antimaláricos, géis, pomadas e cápsulas para clareamento da pele. Foram também apreendidos chás medicinais para emagrecimento e creatina, um suplemento ergogénico com finalidade de melhorar o desempenho muscular.

A fiscalização identificou, ainda, fitoterápicos e outros produtos de saúde que contêm princípios activos com acção medicinal, cuja comercialização requer um conjunto específico de registos e autorizações por parte da autoridade reguladora.

A ANARME sublinhou a descoberta de diversos produtos sem rótulos, assim como vários rolos de rótulos armazenados no local, indicando a possível realização do processo de rotulagem no próprio estabelecimento. Para além disso, foi verificado que o supermercado não possuía o alvará necessário para a venda de produtos farmacêuticos.

Como consequência da operação, foi imposta ao estabelecimento uma multa equivalente a 400 salários mínimos da Função Pública, sem prejuízo de outras medidas administrativas ou legais que possam resultar das investigações em curso. A ANARME reafirmou o seu compromisso na fiscalização rigorosa da comercialização de produtos de saúde e medicinais em Moçambique.

Vacina Lenacapavir contra HIV ganha adesão entre jovens em Maputo

Pelo menos 17 unidades sanitárias na cidade de Maputo já estão a administrar a vacina Lenacapavir, destinada à prevenção do HIV, com registo de uma adesão crescente entre os jovens.

Esta iniciativa surge como resposta ao aumento preocupante de novas infecções, especialmente entre adolescentes e jovens nos últimos anos.

A Profilaxia Pré-Exposição Injectável (PrEp) é a abordagem adoptada, sendo indicada para pessoas em risco de contrair a infecção. Esta vacina é administrada duas vezes ao ano, o que representa uma alternativa mais prática para os pacientes. A confirmação da adesão ao programa foi feita pela vereadora municipal de Saúde e Qualidade de Vida, Alice de Abreu, durante a visita de uma delegação de parlamentares da Alemanha e Luxemburgo, que se deslocou ao Centro de Saúde de Xipamanine para avaliar a eficácia do imunizante.

Alice de Abreu salientou que a escolha por este método profiláctico se deve à redução no número de deslocações necessárias dos pacientes às unidades de saúde. “Esperamos pela continuidade da adopção deste método de prevenção flexível, com o apoio dos parceiros e organizações da sociedade civil, dentro das instituições de ensino e na comunidade em geral”, afirmou a vereadora.

Esta iniciativa representa um avanço significativo para a saúde pública em Moçambique, particularmente na luta contra o HIV entre os jovens.

Moçambicanos denunciam expropriação na África do Sul

Um crescente número de cidadãos moçambicanos está a reportar casos de expropriação de bens na África do Sul, levantando preocupações sobre a xenofobia que afecta a comunidade estrangeira naquele país.

As denúncias surgem em um contexto de tensões sociais que têm caracterizado as relações entre cidadãos sul-africanos e imigrantes.

Os relatos indicam que muitos moçambicanos, que emigraram em busca de melhores oportunidades, têm sido alvo de ataques violentos e desapossados dos seus pertences. Várias organizações da sociedade civil, empenhadas na defesa dos direitos humanos, têm expressado a sua preocupação com a situação, apelando às autoridades sul-africanas para que adoptem medidas mais eficazes no combate à xenofobia.

Na última semana, um grupo de moçambicanos residentes na África do Sul organizou uma manifestação pacífica para exigir protecção e respeito pelos seus direitos. Os manifestantes destacaram que a expropriação de bens e agressões físicas tornaram-se uma realidade alarmante, afectando não só a sua segurança, mas também o seu sustento diário.

As autoridades moçambicanas têm acompanhado a situação com preocupação e incentivado os cidadãos a reportarem qualquer incidente de violência ou abuso. O governo apela ao diálogo entre comunidades para promover a convivência pacífica e a tolerância.

A comunidade moçambicana na diáspora continua a enfrentar desafios significativos, enquanto muitos esperam que mudanças políticas e sociais na África do Sul possam garantir um ambiente mais seguro e inclusivo para todos os residentes.

Moçambique aposta na energia solar para levar electricidade às zonas rurais

Moçambique está a intensificar os seus esforços na adopção da energia solar como uma solução para a exclusão energética que afecta várias comunidades afastadas da rede eléctrica. 

Este impulso é acompanhado pela busca de novas parcerias, financiamento e investimento no continente africano, com o objectivo de acelerar a expansão de soluções solares e promover um desenvolvimento económico sustentável.

Actualmente, a estratégia está a ser debatida durante a 8.ª Reunião do Comité Regional da Aliança Solar Internacional (ISA) para África, que decorre no Zimbabué, reunindo representantes de diversos governos, missões diplomáticas e instituições do sector energético. O Fundo de Energia (FUNAE) está a participar neste encontro, onde explora oportunidades de cooperação, troca de experiências e identificação de mecanismos para financiar projectos de energia solar, com especial atenção às comunidades sem acesso à rede eléctrica nacional.

A delegação moçambicana é composta por Edson Uamusse, Administrador do Pelouro de Suporte do FUNAE, e Damião Namuera, representante do Ministério dos Recursos Minerais e Energia (MIREME). A reunião ocorre num contexto em que muitos países africanos buscam acelerar a transição para fontes de energia limpa e ampliar o acesso à electricidade.

Entre os objectivos discutidos, destacam-se o aumento da capacidade de geração solar no continente para 200 gigawatts até 2030 e 1000 gigawatts até 2050. Para Moçambique, onde muitas comunidades rurais estão ainda fora da rede eléctrica, a expansão de soluções solares é vista como uma forma eficaz de levar electricidade a áreas remotas, sem depender inteiramente da extensão da rede convencional.

A implementação das metas continentais exige agora a transformação em projectos concretos, que sejam financeiramente sustentáveis e que produzem um impacto positivo nas comunidades. Um dos temas principais em discussão é a solarização do sector agrícola, considerada uma ferramenta para aumentar a produtividade e melhorar a segurança alimentar. A energia solar pode facilitar o funcionamento de sistemas de irrigação e equipamentos de processamento, diminuindo a dependência de fontes de energia mais onerosas ou difíceis de acessar nas áreas rurais.

A reunião também aborda a expansão de soluções de energia solar nos telhados, apresentadas como uma oportunidade para fomentar investimento privado e diversificar a produção de eletricidade. Para Moçambique, esta abordagem poderá permitir a implementação de novos modelos de negócios no setor energético, envolvendo a colaboração entre empresas privadas, instituições públicas e comunidades na produção e uso da energia solar.

Apesar do vasto potencial solar de África, a realização dos projectos depende de uma sólida mobilização de recursos financeiros e da criação de mecanismos que minimizem os riscos para os investidores. Deste modo, a integração de programas e iniciativas de financiamento está entre os principais tópicos na agenda da reunião, visando acelerar a preparação e a implementação de projectos.

Por fim, a participação de Moçambique na reunião da ISA alinha-se com os esforços nacionais para melhorar o acesso à electricidade, criar oportunidades de geração de rendimento e promover um desenvolvimento sustentável nas comunidades que ainda não estão ligadas à rede eléctrica.

O encontro no Zimbabué representa, portanto, uma oportunidade crucial para Moçambique na procura de parcerias e soluções que visem acelerar a electrificação rural, aproveitando uma fonte de energia abundante no continente.

Nova lei garante proteções a trabalhadores de plataformas digitais em Moçambique

A recente revisão da Lei do Trabalho em Moçambique introduziu importantes medidas de protecção para os trabalhadores que actuam em plataformas digitais.

Esta mudança legislativa, que visa regular a crescente economia digital no país, foi aprovada pela Assembleia da República e promete garantir melhores condições laborais para os profissionais deste sector.

Com esta nova legislação, os trabalhadores de plataformas digitais, como entregadores e motoristas de aplicações, passam a ter acesso a direitos fundamentais, incluindo remuneração mínima, seguro de saúde e protecção em caso de acidentes de trabalho. Estas medidas visam responder às dificuldades enfrentadas por estes trabalhadores, que, até então, operavam sem a devida regulamentação e amparo legal.

O Ministro do Trabalho, Emprego e Segurança Social, durante a apresentação da nova lei, afirmou que a iniciativa é um passo significativo rumo à formalização deste tipo de trabalho em Moçambique. Esta mudança é uma resposta directa à necessidade de garantir a dignidade dos trabalhadores e promover um ambiente laboral justo e seguro.

A nova legislação estabelece também a obrigação das plataformas digitais de registar os seus trabalhadores, bem como de disponibilizar informações claras sobre as condições de trabalho e remuneração. Os especialistas do sector laboral consideram que esta abordagem poderá contribuir para uma maior transparência nas relações de trabalho e evitar abusos por parte das empresas.

As entidades sindicais e organizações da sociedade civil, que têm lutado por melhorias nas condições dos trabalhadores de plataformas, acolheram com satisfação a aprovação da lei. Acreditam que este é um avanço significativo no reconhecimento dos direitos laborais no contexto da economia digital em Moçambique.

Esta reforma legislativa representa uma adaptação do quadro jurídico às novas realidades do mercado de trabalho e estabelece um precedente importante para a protecção dos trabalhadores na era digital.

Conselho de Lichinga veta marcha do MDM por causa de visita presidencial

O Conselho Municipal de Lichinga anunciou, a sua decisão de não autorizar a realização da marcha agendada pelo Movimento Democrático de Moçambique (MDM) na cidade. A decisão prende-se com a coincidência da manifestação com a visita presidencial programada para os próximos dias na região.

A deliberação foi comunicada em conferência de imprensa pelo presidente do Conselho Municipal, que justificou a decisão com a necessidade de garantir a segurança pública e a ordem na cidade durante a visita do Chefe de Estado. A autarquia realçou que a concentração de forças de segurança e a logística envolvida no evento presidencial impossibilitam a realização da marcha do MDM, uma vez que poderia gerar situações de conflito ou perturbar a normalidade do evento oficial.

O MDM, por sua vez, manifestou a sua insatisfação com a decisão, argumentando que a marcha decorre do direito à liberdade de expressão e reunião consagrado na Constituição da República de Moçambique. Em declaração à imprensa, líderes do partido afirmaram que continuarão a lutar pelos seus direitos democráticos e exigiram que a administração municipal reverta a sua posição.

A situação gerou reacções diversas entre os cidadãos de Lichinga, que se dividem entre os que apoiam a decisão da autarquia e os que defendem o direito à manifestação pacífica. A segurança na cidade será reforçada nas datas previstas, de modo a garantir a tranquilidade durante a visita do presidente.

O desfecho deste impasse político e social permanece em aberto, com a possibilidade de novos diálogos entre as partes envolvidas.

Crise migratória em Ceuta gera protestos e confrontos

Centenas de manifestantes bloquearam o acesso de um camião da Cruz Vermelha, carregado de alimentos, a uma praia onde se encontram concentrados migrantes ilegais, numa ação que durou mais de duas horas. 

O protesto teve como objectivo exigir ao Governo uma solução para a crise que afecta esta cidade autónoma espanhola.

Os participantes no protesto expressaram o seu descontentamento através de gritos de “Desta estrada não nos moverão”, sublinhando a preocupação com uma situação que, segundo afirmaram, tem condicionado a vida diária dos moradores e gerado um sentimento crescente de insegurança. Apesar da presença policial, a manifestação decorreu pacificamente, com os manifestantes a manterem a sua posição.

Durante a concentração, também foram ouvidas críticas à Cruz Vermelha espanhola, com apelos para que a organização não seja apoiada por atender migrantes ilegais em vários pontos da cidade. Os manifestantes reivindicaram o direito dos habitantes de Ceuta a recuperar a normalidade e questionaram a falta de soluções para descongestionar a cidade, quase um mês após a entrada maciça de imigrantes, que ocorreu a 30 de julho.

Uma participante do protesto, citada pela agência EFE, expressou a necessidade de retomar a rotina familiar, afirmando que muitas famílias vivem com “medo” e “ansiedade”. Outra manifestante enfatizou que as necessidades dos residentes de Ceuta também devem ser atendidas, assinalando que “há muita gente de Ceuta a passar dificuldades”.

O protesto incluiu ainda críticas à permanência dos migrantes na praia El Trampolín e pedidos para serem transferidos para fora de Ceuta, sempre segundo os procedimentos legais.

A Polícia pediu aos manifestantes que permitissem a passagem do veículo da Cruz Vermelha, que finalmente conseguiu continuar o seu percurso. Nesta mesma tarde, novos distúrbios ocorreram na praia de Benítez, onde habitantes de Ceuta intervieram em acampamentos de migrantes, provocando danos e queimando pertences.

Os manifestantes também exibiram uma bandeira gigante de Espanha e dirigiram-se para a praia El Trampolín, onde é realizada a distribuição de alimentos. Esta onda de protestos, que se estende por vários dias, sucede à criação, esta semana, de um comando único pelo Governo espanhol, destinado a coordenar a resposta à crise migratória, uma alternativa já solicitada pela população desde o início da situação.

Na terça-feira, tornou-se conhecida a intenção do Executivo espanhol de habilitar locais para concentrar temporariamente os migrantes que permanecerem na via pública, facilitando a sua identificação e triagem.

Ceuta, localizada no extremo norte de Marrocos e região com cerca de 83.000 habitantes, representa uma das duas fronteiras terrestres entre África e Europa. Desde o final de julho, as autoridades estimam que cerca de 72.000 pessoas entraram na cidade em apenas 24 horas, resultando na morte de pelo menos 82 indivíduos durante tentativas de atravessar o mar a nado. Actualmente, ainda não existem dados precisos sobre o número de migrantes que permanecem em Ceuta, com algumas estimativas a apontarem até 8.000 imigrantes ilegais.

Nepal contabiliza 469 mortos e mais de 1.500 desaparecidos após fortes inundações

As autoridades nepalesas confirmaram, esta manhã, que o número de vítimas mortais em consequência das severas inundações no país subiu para 469.

Este dado foi noticiado pela agência estatal chinesa Xinhua e representa uma tragédia em curso, à medida que mais de 1500 pessoas permanecem desaparecidas.

O impacto das cheias é alarmante, com cerca de 3500 pessoas a serem alojadas em locais temporários, enquanto um lago artificial, formado pelas chuvas torrenciais, encontra-se em risco elevado de desbordar, o que poderá resultar em novas enxurradas.

As previsões meteorológicas indicam que as chuvas persistentes podem provocar a adição de cerca de três milhões de metros cúbicos de água ao lago nos próximos três dias, um volume equivalente a cerca de 1200 piscinas olímpicas. As populações das áreas afectadas foram instadas a deslocar-se para locais seguros em antecipação a possíveis novas cheias.

A Comissão Europeia anunciou a mobilização de um milhão de euros para apoiar as vítimas das inundações. Os fundos destinam-se a fornecer cuidados urgentes de saúde, alimentação e abrigo àqueles que perderam tudo nas cheias.

Em cenários políticos, em Portugal, José Luís Carneiro, líder do Partido Socialista (PS), expressou a intenção de alcançar uma percentagem próxima de 35% nas sondagens antes de considerar avançar para as próximas eleições. A cúpula socialista enxerga esta margem como a linha de segurança necessária para um eventual ato eleitoral. Esta situação surge em um contexto onde o PS se prepara para negociações cruciais com o governo relacionadas ao Orçamento do Estado para 2027.

O líder socialista reiterou a importância de um acordo prévio com o Partido Social Democrata (PSD) sobre questões significativas da revisão constitucional, visando a viabilização do documento. Carvalho também busca recuperar parte dos votos perdidos nas últimas legislativas, numa altura marcada por intensas interacções políticas.

Na Universidade de Verão do PSD, as declarações de figuras proeminentes como João Soares, antigo ministro socialista, geraram reações. Soares defendeu José Luís Carneiro, considerou inadequadas comparações do líder do PS com André Ventura do Chega e discorreu sobre a importância do PS no contexto democrático português.

Enquanto isso, o Primeiro-ministro português, Luís Montenegro, manifestou a sua esperança de um entendimento nacional sobre as reformas da Segurança Social antes das futuras eleições. Contudo, reiterou que não estão previstas alterações na presente legislatura.

Em desporto, o Benfica garantiu a sua presença na Liga Europa após vencer o Aarhus por 3-1 na Dinamarca, com destaque para a performance de Prestianni, que marcou dois gols. O Sporting de Braga também conseguiu assegurar-se na fase de liga da Liga Conferência de Futebol, ao empatar sem gols com o Austria, beneficiando do resultado da primeira mão.

Por outro lado, as equipas portuguesas de futebol, como o Futebol Clube do Porto e o Sporting, conheceram os seus adversários nas competições europeias. O Porto enfrentará equipas da Premier League, como o Manchester City e o Liverpool, enquanto o Sporting terá desafios marcantes, incluindo um confronto com o Barcelona.

A situação em Moçambique, tal como em outras partes do mundo, continua a exigir atenção e solidariedade, e esforços internacionais estão em curso para mitigar os efeitos das catástrofes naturais e apoiar os afectados.

Vagas de emprego do dia 28 de Agosto de 2026

Foram publicadas hoje, dia 28 de Agosto no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Clique aqui para baixar a edição em PDF.

Vagas de emprego abertas para hoje:

1. Vaga para WASH Officer

A UNICEF pretende recrutar um (1) WASH Officer. Saiba mais.

2. Vaga para Corporate Brand, Reputation & Comms Manager

A AB InBev pretende recrutar um (1) Corporate Brand, Reputation & Comms Manager. Saiba mais.

3. Vaga para HSAga Khan Academy MaputoSE Officer

A TotalEnergies pretende recrutar um (1) HSSE Officer. Saiba mais.

4. Vaga para Finance Officer

A Aga Khan Academy Maputo pretende recrutar um (1) Finance Officer. Saiba mais.

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vaga para Humanitarian Access and Safety Technical Officer

A Norwegian Refugee Council (NRC) pretende recrutar um (1) Humanitarian Access and Safety Technical Officer. Saiba mais.

2. Vaga para Procurement Intern

A DP World pretende recrutar um (1) Procurement Intern. Saiba mais.

3. Vaga para Senior Structural Engineer

A McDermott International pretende recrutar um (1) Senior Structural Engineer. Saiba mais.

4. Vaga para Finance Control Manager

A TotalEnergies pretende recrutar um (1) Finance Control Manager. Saiba mais.

5. Vaga para Executive Associate

A UNICEF pretende recrutar um (1) Executive Associate. Saiba mais.

6. Vaga para Project Director

A Segula Technologies pretende recrutar um (1) Project Director. Saiba mais.

7. Vaga para Chief Operating Officer

A Segula Technologies pretende recrutar um (1) Chief Operating Officer. Saiba mais.

8. Vaga para Regulatory & Compliance Lead

A McDermott International pretende recrutar um (1) Regulatory & Compliance Lead. Saiba mais.

9. Vaga para Partnerships Specialist

A UNOPS pretende recrutar um (1) Partnerships Specialist. Saiba mais.

10. Vaga para Administration Manager

A Segula Technologies pretende recrutar um (1) Administration Manager. Saiba mais.

11. Vaga para Gestor de Projecto

A N’weti pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Projecto. Saiba mais.

12. Vaga para Safeguarding Associate Field Manager

A GiveDirectly pretende recrutar um (1) Safeguarding Associate Field Manager. Saiba mais.

13. Vaga para Network Developer

A TotalEnergies pretende recrutar um (1) Network Developer. Saiba mais.

14. Vaga para Technical Manager Terminals

A TotalEnergies pretende recrutar um (1) Technical Manager Terminals. Saiba mais.

15. Vaga para Purchasing Manager

O Minor Hotels pretende recrutar um (1) Purchasing Manager. Saiba mais.

16. Vaga para Operations Lead (Senior Manager)

A GiveDirectly pretende recrutar um (1) Operations Lead (Senior Manager). Saiba mais.

17. Vaga para Transport Analyst

A TotalEnergies pretende recrutar um (1) Transport Analyst. Saiba mais.

18. Vaga para Principal Project Engineer (Eng)

A McDermott International, Ltd pretende recrutar um (1) Principal Project Engineer (Eng). Saiba mais.

19. Vaga para Administrador de Vendas

A DHL pretende recrutar um (1) Administrador de Vendas. Saiba mais.

20. Vaga para Field Manager

A GiveDirectly pretende recrutar um (1) Field Manager. Saiba mais.

21. Vaga para Oficial de Monitoria, Avaliação & Aprendizagem

O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um (1) Oficial de Monitoria, Avaliação & Aprendizagem. Saiba mais.

22. Vaga para Consultoria

O Ministério da Saúde (MISAU) pretende recrutar uma (1) Empresa de Consultoria para Avaliação, Dimensionamento e Optimização da Infraestrutura de Conectividade de Internet e Segurança Digital do Ministério da Saúde. Saiba mais.

23. Vaga para Gestor de Projecto

A Humanity & Inclusion (HI) pretende recrutar um (1) Gestor de Projecto. Saiba mais.

24. Vaga para Assistente de Tecnologias da Informação e Comunicação

A Action Contre La Faim pretende recrutar um (1) Assistente de Tecnologias da Informação e Comunicação. Saiba mais.

25. Vaga para Gestor de Recursos Humanos

A Handicap International/Humanity & Inclusion (HI) Gestor de Recursos Humanos. Saiba mais.

26. Vaga para Operator Administrator

A Eazi Access pretende recrutar um (1) Operator Administrator. Saiba mais.

27. Vaga para HR Administrator

A Eazi Access pretende recrutar um (1) HR Administrator. Saiba mais.

28. Vaga para Site Supervisor

A Eazi Access pretende recrutar um (1) Site Supervisor. Saiba mais.

29. Vaga para Gestor Comercial Sénior — Carteira Empresas (Crédito, Seguros e Contabilidade)

A EKITALCI pretende recrutar um (1) Gestor Comercial Sénior — Carteira Empresas (Crédito, Seguros e Contabilidade). Saiba mais.

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