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Terça-feira, Maio 5, 2026
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Governo moçambicano convida seus compatriotas na África do sul a regressarem ao país

O Governo moçambicano através do vice-ministro do interior, José dos Santos Coimbra, convidou ontem aos moçambicanos residentes na cidade de Durban, África do Sul, a regressarem na terra natal, a fim de retomarem a sua vida normal, segura e sem perigo dos ataques xenófobos naquela cidade portuária.

Exortando aos compatriotas moçambicanos vitimas dos ataques xenófobos na África do Sul, Dos Santos Coimbra, disse que numa situação como aquela que se vive naquele país, é preferível voltar a casa do que viver em perseguições que põem em causa as suas vidas.

“Aqueles que estão disponíveis a voltar para casa as portas estão abertas”, disse o vice-ministro salientando que o governo moçambicano garantiria transporte gratuito a todos que manifestarem vontade.

Refira-se que a vaga de violência contra cidadãos estrangeiros naquele país tem como principal motivo segundo defendem os nativos, a falta de emprego, onde maior parte dos postos de trabalho são ocupados por cidadãos de não origem sul-africana.

Mais um caso de rapto na cidade de Maputo

Um  cidadão de origem asiática, cujo nome não foi possível apurar, foi raptado no final da tarde desta quarta-feira na avenida de Angola, nas proximidades do estabelecimento comercial Home Center, na cidade de Maputo. Informações prestadas ao jornal notícias indicam que a vítima foi interceptada por dois indivíduos munidos de igual número de armas de fogo que a obrigaram a entrar numa viatura da marca Toyota Conquest, sem chapa de matrícula.

Dada a resistência da vítima, os sequestradores desferiram contra ela alguns golpes, como forma de forçá-la a entrar no carro, partindo, de seguida, para lugar incerto. Fonte do “Notícias” contou que antes de abandonarem o local da ocorrência, os raptores dispararam várias vezes para o ar, como forma de dispersar e desviar a atenção de pessoas que passavam pelo local, circundado por estabelecimentos comerciais.

Governo confirma tentativa de retaliação em Moçambique, mas sem violência

O Ministro dos negócios estrangeiros e cooperação, Oldemiro Baloi, confirmou esta quinta-feira a ocorrência de tentativa de ataques contra trabalhadores sul-africanos na mineradora brasileira Vale, Moatize, na província de Tete, e na petroquímica sul-africana, Sasol, em Temane, Inhambane, como retaliação à vaga de violência contra cidadãos estrangeiros, incluindo moçambicanos em Durban, na África do Sul.

Falando esta quinta-feira em conferência de imprensa, Baloi confirmou a ocorrência, mas garante que a situação está controlada e todos os sul-africanos afectos nas duas empresas em Moçambique estão em segurança.

Por outro lado, Baloi apelou aos moçambicanos a não pautarem pela violência em retaliação ao ataques xenófobos protagonizados pelos sul-africanos contra cidadãos estrangeiros naquele país.

Moçambicanos retaliam Xenofobia na Fronteira de Ressano Garcia

Segundo informações que acabam de chegar a MMO, alguns cidadãos moçambicanos estão a expulsar e espancar sul-africanos na Fronteira de Ressano Garcia, no quilómetro 4, como resposta à onda de violência contra estrangeiros que se regista na vizinha África do Sul.

De acordo com testemunhas oculares que contactaram a MMO, esta manhã houve um ataque contra dois auto-carros de transporte inter-provincial que operam na rota Maputo África do Sul, pertencentes às empresas Intercape e Translux, que de imediato foram obrigados a interromper a viagem.

Ressano fronteira (2)

Ao que tudo indica, o acto ocorreu na localidade de Komatipoort, província de Mpumalanga, na república de África de Sul, a cerca de 4 quilómetros depois da fronteira de Ressano Garcia que interliga Moçambique e a terra de Mandela.

Há relatos de que a situação é de tal maneira perigosa, que “Vandalizam carros, camiões em plena K4, abrem todos os carros e espancam quem não é moçambicano”, afirmou uma testemunha.

Represálias de Xenofobia contra sul-africanos em Moçambique

Actos xenófobes que se registam na vizinha África do Sul contra cidadãos estrangeiros, criam agitação no seio de trabalhadores moçambicanos contra sul-africanos, nas empresas Kentz, província de Tete e Sasol, em Inhambane.

Os trabalhadores da empresa britânica Kentz (Tete), em declaração a MMO, confirmaram que a onda de xenofobia que se regista na África do Sul contra cidadãos estrangeiros, incluindo moçambicanos, criou desde ontem um ambiente de mau estar entre trabalhadores nacionais e sul-africanos.

Outras fontes, confirmaram que o mesmo clima notou-se no seio dos trabalhadores de origem sul-africana que operam na multinacional Sasol Petroleum, concessionária do gás natural de Pande-Temane em Inhambane, que estão a abandonar Moçambique por temer represálias.

Aliás, alguns trabalhadores de origens sul-africanas nas duas províncias não se fizeram presente nos seus postos de trabalho por temer represálias por parte dos moçambicanos.

Em actualização.

Moçambola 2015: Fer. Nacala vence beirenses e vai para o sexto lugar

O Ferroviário  de Nacala ganhou o duelo entre “locomotivas”, derrotando ontem o seu homónimo da Beira, por 1-0, em pleno “caldeirão” do Chiveve, em partida referente à quarta jornada em atraso do Moçambola-2015.

Com a vitória, os nacalenses pularam da cauda para o sexto lugar, com os mesmos pontos que o Ferroviário de Quelimane (quinto).

Disputada a quinta jornada, no último fim-de-semana, o Maxaquene lidera a prova com 12 pontos, seguido pela Liga Desportiva de Maputo, com 11, e pela dupla composta pelas formações do Ferroviário de Maputo e Desportivo de Nacala, ambos com nove.

Mais apoio para as vitimas das cheias

Cerca de 280 toneladas de arroz e 500 mil dólares norte-americanos (cerca de 16.7 milhões de meticais), foram nesta quarta-feira entregues pela China ao Governo moçambicano, num gesto de apoio às vítimas das cheias no centro e norte do país.

Falando na cerimónia, o embaixador chinês em Maputo, Li Chunhua citado pelo Noticias, disse estar satisfeito por entregar o donativo aos moçambicanos e realçou a expectativa dos bens serem bem administrados para a mitigação do sofrimento dos afectados e na reconstrução pós-cheias.

Por sua vez, o vice-ministro da Administração Estatal e Função Pública, Roque Silva Manuel disse que o donativo é apenas mais um indicativo de quão são profundas as relações de irmandade entre Moçambique e a China, que datam desde os tempos da luta armada contra o colonialismo português.

“Estamos  a desenhar uma estratégia para fazer face às calamidades naturais como cheias, secas e ciclones que ciclicamente se abatem sobre o território nacional”, explicou.

Em jeito de resposta ao apelo do embaixador, Roque Silva Manuel garantiu que os apoios serão entregues aos necessitados o mais rapidamente possível.

Xenofobia já resultou 4 mortes e 74 detenções

Desde da semana passada, a onda de violência contra estrangeiros residentes na África do Sul até esta quarta-feira já fez 4 mortes e 74 pessoas foram presas, confirmou o porta-voz da polícia local, Naicker.

No total, pelo menos 5 mil estrangeiros, incluindo moçambicanos tiveram que deixar suas casas em Durban. Nesta quarta-feira (15), a onda de violência atingiu cidades vizinhas também.

Em Joanesburgo, onde lojas de imigrantes foram saqueadas no começo do ano, vários estabelecimentos fecharam as portas, para evitar actos de violência. De acordo com a Reuters, mesmo que a cidade não tenha registado ataques nas últimas semanas, os comerciantes foram ameaçados via mensagens, que afirmavam que todos os estrangeiros seriam mortos.

Embora o governo tenha condenado a onda de violência, segundo o site australiano News, Zulu King Goodwill Zwelithini, líder de um grande grupo étnico no país, disse que os estrangeiros tinham que “fazer as malas e irem embora”.

Edward Zuma, filho do presidente Jacob Zuma disse à uma agência local que o país estava “sentado numa bomba relógio de estrangeiros que tomam o país”. Mesmo diante de intensas críticas, ele disse que não vai se desculpar pelo que disse, nem retirar seus comentários.

Quanto aos moçambicanos, indica que trezentos moçambicanos que se encontram na África do sul nesta situação, serão repatriados, a partir desta quinta-feira, devido à onda crescente de ataques xenófobos, naquele País vizinho.

Funcionários do Millennium BIM queixam-se de carga horária

Os funcionários do Banco Internacional de Moçambique (BIM), na vila de Songo, distrito de Cahora Bassa, província de Tete, queixam-se de trabalhar acima do horário normal estabelecido pela lei. Os visados trabalham cerca de 3 horas a mais, todos os dias úteis.

Depois de tanto tempo de lamentações internas e tentativas de criar solução intra-organizacional com seus superiores hierárquicos sem sucesso, os funcionários daquela instituição bancária decidiram quebrar o silêncio com a MMO.

Entretanto, segundo fontes que preferiram falar em anonimato, o horário normal para o atendimento público vigora das 8 horas da manhã às 15 horas da tarde, sendo que o horário para o funcionário prolonga-se até no máximo 17 horas.

De acordo ainda com os queixosos, a instituição não cumpre com este horário. Acontece que as actividades são prolongadas até as 20 horas ao invés de 17 horas, “isto acontece todos os dias, nós funcionários desta intuição afectos na vila de Songo, nos últimos anos perdemos o privilégio de gozar o nosso horário normal estabelecido nos nossos contratos de trabalho e assim como a empresa estabelece”, lamentaram.

“Queremos exortar a quem é de direito resolver a nossa situação. Com este horário não temos tempo para fazer coisas da nossa vida social, só vivemos para trabalhar, trabalhamos sempre cansados, e por cima sem nenhuma compensação. São cerca de 3 horas a mais que somos submetidos todos os dias”, acrescentou um dos lesados.

Galiza Matos Jr. quer quebrar imunidade de Muchanga

Os deputados da Assembleia da República (AR), António Muchanga e Galiza Matos, pertencentes às bancadas da Renamo e Frelimo, respectivamente, trocaram mais uma vez farpas em pleno parlamento.

Galiza

O facto sucedeu-se nesta terça-feira em pleno parlamento, com transmissão directa do sinal dos órgãos de comunicação, os dois deputados como de costume trocaram ofensas e ameaças na casa do povo.

António Muchanga revelou durante o seu discurso, que Galiza Matos Jr., deputado na bancada parlamentar da Frelimo, teria repetido 4 vezes a 10ª classe, afirmação que não foi bem recebida por Matos Jr., que acusou o seu rival de mentiroso, prometendo leva-lo à barra do tribunal e retirar a sua imunidade para que seja punido. Veja o vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=J1LrQ5Tgk-Y&feature=youtu.be

A imundície que se vive no mercado de “Xiquelene”

Zonas alagadas e intransitáveis, que dificultam a prática de algumas actividades comerciais é a actual realidade vivida na Praça dos Combatentes vulgo “Xikelene”, nome proveniente da cratera que surgiu naquela zona há anos atrás.

A imundície traduz-se pelos montões de lixo e pelos charcos mal cheirosos que servem de habitat e fonte de reprodução de mosquitos, moscas e outros insectos causadores de doenças.

As péssimas condições de higiene e trabalho que predominam no local fazem com que o Mercado da Praça dos Combatentes não seja digno de merecer tal designação.

Algumas actividades comerciais são realizadas numa nuvem de insectos e à margem de uma grande massa de lixo, sem contar com a proximidade que as bancas tem com os contentores de depósito de lixo.

São vários os mariscos que lá podem-se encontrar, desde magumba até ao peixe serra, dizem que o peixe de Xiquelene é bom e barato, porém encontra-se em péssimas condições.

Em contrapartida muitas famílias dependem destas actividades, pois a pobreza e o desemprego, não perdoam.

O mais curioso e intrigante, é que bem por detrás da rua existe lá um mercado que reúne mínimas condições para realização dessas actividades comerciais, no entanto não é de preferência, os comerciantes preferem colocar suas vidas e a de quem adquire o produto, em risco.

PIB moçambicano pode baixar de 7 para 6,5 por cento

Segundo o Banco Mundial (BM), o Produto Interno Bruto (PIB) da economia moçambicana poderá baixar de 7 para 6,5 por cento, no presente ano (2015). Como causas apontam-se as calamidades naturais que afectaram o país no inicio do mesmo período em análise e despesas do Estado.

Falando esta quarta-feira o economista-chefe do BM em Moçambique, Enrique Blanco Armas, citado pela Lusa, disse que apesar desse abrandamento, a economia moçambicana vai crescer este ano acima da média africana, que será de 4 por cento , contra 4,5 por cento ano passado, devido, principalmente, à queda do preço do petróleo, assinalou Armas.

“A indústria extractiva tem estado a apoiar o crescimento da economia de Moçambique nos últimos anos, mas quando olhamos para os sectores que têm contribuído mais são a agricultura, manufacturas e serviços”, disse.

Nuvens de fumo criam pânico em Hulene

Uma nuvem de fumo originada pela queima de pneus num terreno pertencente à construtora Tâmega, gerou alvoroço entre os moradores do Bairro do Hulene, na cidade de Maputo e naqueles que passavam pelas imediações.

Segundo escreve o Noticias na sua edição de hoje, a ocorrência deu-se cerca das 11.30 horas quando um grupo de crianças decidiu queimar o lixo depositado no local, onde se encontra amontoada uma considerável quantidade de pneus, originando chamas e fumo, confundidos com uma incêndio de residências.

A partir dos terminais de Xiquelene, Hulene e Laulane era possível ver-se nuvens de fumo provocadas pelas chamas, que  pouco a  pouco iam cobrindo os estabelecimentos comerciais e casas nas imediações.

Uma equipa da Polícia na República de Moçambique (PRM), afecta à 14ª Esquadra, fez-se ao local com intuito de conter os ânimos e o desespero da população, na altura em que o incêndio ia se alastrando pelo capim ali existente.

O Serviço Nacional de Salvação Pública (SENSAP) foi chamado a intervir para extinguir o fogo e evitar que os fios de electricidade de média tensão que cruzam a área, fornecendo energia às residências próximas, não fossem afectados pelo fogo.

Não há notícias de vítimas ou de pessoas que terão procurado os serviços de Saúde por inalação de fumo.

Passa um ano depois do rapto de centenas de raparigas pelo Boko Haram

Um ano depois, o destino de 219 raparigas é ainda desconhecido, 365 dias depois os familiares ainda choram o desaparecimento das estudantes, raptadas pelo grupo jihadista Boko Haram, no norte da Nigéria.

Em Abuja, houve uma nova manifestação para relembrar o mundo.

“Quando somos amordaçados, não conseguimos falar, não existimos, mas as nossas raparigas existem”, diz .

Das 276 adolescentes sequestradas na povoação de Chibok, 60 conseguiram escapar.

As outras são violadas, abusadas, submetidas à escravidão para servir a causa dos militantes do Boko Haram que juraram fidelidade ao grupo Estado Islâmico e espalham o terror no nordeste nigeriano há mais de uma década.

De acordo com a Amnistia internacional, já foram raptadas mais de 2000 raparigas e mulheres.

Parlamento aprova Plano Quinquenal do Governo 2015-2019

O Parlamento moçambicano aprovou hoje, na generalidade, o projecto de resolução atinente ao Programa Quinquenal do Governo (PQG) 2015-2019.

O objecto em referência foi aprovado pela bancada parlamentar da Frelimo, contra os blocos da oposição (MDM e Renamo).

Para Carlos Agostinho do Rosário, primeiro-ministro, o PQG 2015-2019 é um documento estratégico, que de forma objectiva, inovadora e pragmática incorpora as diferentes visões e contribuições da sociedade moçambicana sobre as intervenções que devem constituir prioridade para o desenvolvimento do país nos próximos 5 anos.

Mediadores exigem mais comunicação entre Dlhakama e Nyusi

O mediadores nacionais do diálogo político entre o Governo e a Renamo apelaram esta segunda-feira, mais comunicação entre o presidente da República, Filipe Nyusi e o líder da “Perdiz”, Afonso Dlhakama para se ultrapassar o impasse sobre a despartidarização do Estado e integração dos homens residuais da RENAMO.

Falando à respeito do diálogo político entre o governo e a Renamo, o porta-voz da missão dos mediadores, Lourenço do Rosário, indignado com o ritmo que vai o diálogo entre as partes, considerou que, há uma espécie de institucionalização das conversações em curso, de modo que alguns pormenores que são aparentemente fáceis de serem resolvidos como o caso da despartidarização do aparelho do Estado, matéria que já foi submetida à Assembleia da República (AR), pelo partido MDM.

“No que tange ao quarto ponto a “exclusão e distribuição das riquezas” não é um ponto que apenas interessa ao governo e a Renamo, mas envolve toda sociedade moçambicana”, disse do Rosário, acrescentando que já alertou Nyusi e Dlhakama para alargarem o âmbito para não desmoralizar as conversações em curso.

“Temos também conhecimento da própria delegação da Renamo que o seu líder, Afonso Dlhakama terá entregue a tal lista dos militares que estão nas Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), aqueles que pretende que sejam devidamente enquadrados nas chefias militares”.

Perante esta situação, o porta-voz dos mediadores, julga que a questão de enquadramento deixa de ser da competência das duas delegações.

Morreu o Nobel da Literatura alemão Günter Grass

O escritor Günter Grass morreu esta segunda-feira, aos 87 anos, num hospital de Lübeck, onde fora internado com uma infecção respiratória. Prémio Nobel da Literatura em 1999, 40 anos após ter publicado um dos mais extraordinários romances da literatura universal, O Tambor de Lata (1959), Grass foi, mais do que nenhum outro autor alemão seu contemporâneo, a memória e a consciência crítica da Alemanha do século XX.

A obra “O Tambor”, publicada em 1959, valeu-lhe notoriedade internacional e tornou-se um clássico da literatura. Faz a crítica social e dos costumes da sociedade alemã, antes e depois da II Guerra Mundial.

Em 2005, já depois de ser laureado pela Academia Sueca, a polémica em que Grass sempre esteve envolto atinge o auge. Na autobiografia A Passo de Caranguejo, o escritor de nacionalidade alemã admite a integração nas forças Waffen-SS, o braço direito militarizado de Adolf Hitler, aos 17 anos.

Grass venceu o Prémio Nobel da Literatura em 1999.

Para além da prosa, o escritor dedicou-se também à poesia, teatro, artes gráficas e plásticas. Günter Grass colaborou recentemente como ilustrador do livro inédito de José Saramago “Alabardas, Alabardas, Espingardas, Espingardas” (Porto Editora), publicado em 2014.

Laboratório de Tuberculose com serviços reconhecidos

O Laboratório Nacional de referência da Tuberculose do Instituto Nacional de Saúde foi nesta segunda-feira  reconhecido pelo Instituto Português de Acreditação (IPAC), com o Certificado de acreditação para o diagnóstico através da microscopia de fluorescência e dos exames culturais em meio líquido e meio sólido.

Trata-se da principal evidência de que o mesmo presta serviços equiparados aos padrões internacionais de qualidade.

Durante a cerimónia de celebração, a Ministra da Saúde disse que o reconhecimento é um factor impulsionador na busca de estratégias de combate à Tuberculose.

“Este constitui o mais elevado reconhecimento internacional da competência técnica e de gestão de qualidade que pode ser atribuído a um laboratório médico”. Com este feito, “O Ministério da Saúde dá um passo significativo no reconhecimento da melhoria da qualidade da prestação de serviços de saúde”, disse.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) existem em África 340 laboratórios médicos acreditados. Na sua maioria são privados e localizam-se na África do Sul.

A Tuberculose é um dos sérios problemas da saúde pública em Moçambique, onde se registam anualmente 140.000 novas infecções e grande parte das vítimas não recorrem às unidades sanitárias, daí que o fortalecimento das condições de diagnóstico, tratamento e combate a propagação da doença é uma das prioridades do Ministério da Saúde (MISAU).

 

Homem injecta silicone no pénis e perde erecção

Um alemão aumentou o tamanho de seu pénis através de várias injecções de silicone até o seu órgão chegar a pesar pouco mais de 4 quilos, com impossibilidade de ter relações sexuais.

Micha Stunz, de 45 anos, conta que tem um pénis de 22,5 centímetros de comprimento e  pesa cerca 4,3 quilos.

O homem, que vive em Berlim, na Alemanha, contou que ampliou o tamanho de seu pénis por uma satisfação pessoal, já que isso fazia com que ele se sentisse melhor consigo. Ele começou a realizar as injecções quando tinha 20 anos.

Homem injecta

Micha contou ainda que é uma pessoa muito tímida e que, quando está em público, usa sua mochila para esconder a área dos órgãos genitais.

Os implantes de silicone não oferecem nenhum prazer físico a ele, e ainda tornam difícil o ato sexual, já que ele não pode ter uma erecção normal devido a quantidade de silicone injectado.

O alemão comenta que se uma mulher aumenta o tamanho dos seios não há polémicas ou repercussão, mas quando um homem aumenta o tamanho do pénis ‘vale a pena fazer um documentário.

O homem também contou que, em vez de procurar ajuda médica profissional, conheceu uma estudante de medicina que concordou em executar as primeiras injecções.

Até a presente data ele passou por quatro procedimentos para injectar o silicone no seu pénis e no escroto.

O Dr. Aref el Seweife, urologista em Berlim que realiza ampliações de pénis, adverte que há o risco de ter o pénis ‘mutilado’ devido a uma infecção no processo de ampliação como o que Micha se submeteu.

Mesmo inseguro “My love” garante transporte em Maputo

A crise dos transportes em Maputo é antiga e se acentua dia após dia, com longas filas de trânsito e de espera em quase todas as paragens da Cidade.

Para dar resposta à procura por transporte, existem semi-coletivos particulares, conhecidos como “chapa 100”, e recentemente voltaram à cena os camiões “My Love”, chamados assim pelo facto de as pessoas terem de viajar sempre coladas e juntinhas umas às outras.

Estas carrinhas de transporte informal levam frequentemente dezenas de pessoas, em iminente risco, e que para não caírem agarram-se umas às outras, dando origem ao nome “my love”, que rapidamente se vulgarizou.

Muitos destes veículos de caixa aberta apresentam-se em más condições de conservação, circulam super lotados principalmente na hora de ponta, não têm horários e muitas vezes não cumprem sequer o itinerário previsto.

My love1

Este é o dia-a-dia de muitos moçambicanos  que, de madrugada devem abandonar as suas residências para só regressarem no fim do dia, com o corpo cansado de tanto sofrer por causa do “chapa” e a energia que se deve despender pelo trabalho.

Depois das seis horas da manhã o que se assiste é um verdadeiro espectáculo. As filas se desfazem e entra em vigor a “lei do mais forte”, e quem não aguenta só pode aguardar até que a situação melhore e consequentemente arrisca a chegar tarde ao destino.

Este é o diário de muitos cidadãos moçambicanos. É penoso, desgastante. Torna-se cada vez mais difícil a pessoa se juntar à família antes que as crianças se tenham deitado.

De referir que  em Fevereiro deste ano o Governo reconheceu a sua incapacidade para resolver o problema de falta de transportes no país e acabar com as carrinhas de caixa aberta “my love” que circulam sobretudo na capital.

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