Militares palestinianos da Faixa de Gaza dispararam na madrugada de hoje um ‘rocket’ contra o sul de Israel, revelou o exército israelita, não havendo registo de vítimas e reivindicação do ataque.

Os confrontos na fronteira entre Gaza e Israel têm estado praticamente parados desde que a pandemia de covid-19 atingiu o território costeiro governado pelo Hamas, em agosto, noticia a agência AP.

O último disparo de ‘rockets’ contra o território israelita tinha acontecido em 5 de outubro.

O grupo militar tem dedicado os seus esforços para conter a propagação do vírus naquela região, que é bloqueada por Israel e Egito.

No poder em Gaza desde 2007, o Hamas intensificou em agosto o lançamento de balões incendiários e ataques de ‘rockets’ contra Israel, que responderam com ataques aéreos às posições daquela força militar, noticia a agência AFP.

O Hamas tem demonstrado o seu descontentamento acusando Israel de ignorar os termos de um cessar-fogo não oficial que foi negociado por mediadores regionais e internacionais.

Aquele acordo prevê uma flexibilização do bloqueio e projetos de grande escala para salvar a economia, bem como programas de emprego para combater a subida do desemprego na Faixa de Gaza.

Os confrontos na fronteira entre Gaza e Israel têm estado praticamente parados desde que a pandemia de covid-19 atingiu o território costeiro governado pelo Hamas, em agosto, noticia a agência AP.

O último disparo de ‘rockets’ contra o território israelita tinha acontecido em 5 de outubro.

O grupo militar tem dedicado os seus esforços para conter a propagação do vírus naquela região, que é bloqueada por Israel e Egito.

No poder em Gaza desde 2007, o Hamas intensificou em agosto o lançamento de balões incendiários e ataques de ‘rockets’ contra Israel, que responderam com ataques aéreos às posições daquela força militar, noticia a agência AFP.

O Hamas tem demonstrado o seu descontentamento acusando Israel de ignorar os termos de um cessar-fogo não oficial que foi negociado por mediadores regionais e internacionais.

Aquele acordo prevê uma flexibilização do bloqueio e projetos de grande escala para salvar a economia, bem como programas de emprego para combater a subida do desemprego na Faixa de Gaza.