Odiretor-geral da OMS defendeu, esta quarta-feira, na habitual conferência de imprensa diária relacionada com os dados da pandemia que a organização teve uma ação rápida na resposta ao novo coronavírus.
“Amanhã fazem três meses desde o início da declaração da pandemia do coronavírus. A 31 de dezembro a OMS viu um relatório de um problema causado por uma pneumonia em Wuhan, na China”, atirou ainda o diretor-geral da OMS, revelando que foi enviada para o local uma equipa para estudar este fenómeno.
“Este coronavírus é pior do que um ataque terrorista“, sublinhou ainda o diretor da OMS, acrescentando que “uma coisa não fizemos: não desistimos. Nem vamos desistir”, disse explicando que a pandemia pode trazer grandes “convulsões económicas, sociais e políticas”.
O dirigente da OMS reforçou também que este deve ser um tempo de “nos unirmos contra este vírus”, de “solidariedade global”, agradecendo a todos os países que em conjunto têm lutado para travar a evolução da pandemia, que já provocou milhares de vítimas mortais em todo o mundo.
“Quero dar os parabéns a todos os governos que participam neste esforço de alerta. (…) Estamos muito orgulhosos de trabalhar convosco“, disse.

















