20.3 C
Matola
Quarta-feira, Julho 8, 2026
Site Página 92

Venezuela reage a anúncio de bloqueio total dos EUA no sector petrolífero

O Governo venezuelano qualificou o bloqueio total e completo aos petroleiros sancionados, anunciado pelos Estados Unidos, como uma “ameaça grotesca”.

A administração do Presidente Nicolás Maduro sustentou que a real intenção de Washington consiste em “roubar as riquezas” do país.

Em um comunicado oficial, o Executivo venezuelano criticou as declarações do Presidente norte-americano, Donald Trump, que, através da rede social Truth Social, revelou a intenção de implementar um “bloqueio militar naval” visando apropriar-se das riquezas petrolíferas da Venezuela.

“Hoje, estou a ordenar um bloqueio total e completo de todos os petroleiros sancionados que entram e saem da Venezuela”, declarou Trump, enfatizando que esta medida atingirá a principal fonte de rendimentos de Caracas: o petróleo.

A administração de Maduro argumenta que a decisão do Presidente dos EUA fere o direito internacional, o livre comércio e a liberdade de navegação, descrevendo-a como uma “ameaça temerária e grave”. Além disso, Caracas afirmou que a suposta aspiração de Trump é apropriar-se não apenas do petróleo, mas também das terras e minerais do país, por meio de campanhas de desinformação.

No comunicado, o Governo venezuelano reafirmou a soberania nacional sobre os seus recursos naturais e o direito à livre navegação nos mares da região. Em resposta a estas ameaças, Caracas planeia agir “em estrita conformidade com a Carta da ONU”, e seu embaixador na instituição multilateral irá denunciar o que consideram ser uma violação grave do direito internacional.

“O povo da Venezuela nunca mais será colónia de um império ou de qualquer potência estrangeira”, afirma o Governo, apelando à população norte-americana e à comunidade internacional para rejeitarem esta “ameaça extravagante”.

Trump, por sua vez, alegou que a Venezuela “está completamente cercada pela maior armada já reunida na história da América do Sul”, prevendo que o confronto com as forças militares venezuelanas será sem precedentes até que os EUA recupere todos os bens que considera ter perdido.

Este novo bloqueio representa um aumento significativo da operação militar norte-americana em curso desde agosto nas águas internacionais do mar das Caraíbas, inicialmente voltada para o combate ao narcotráfico na região. Até ao momento, o Comando Sul dos Estados Unidos já terá atacado várias embarcações e apreendido um petroleiro, além de reforçar a presença militar com o maior porta-aviões do mundo, o USS Gerald R. Ford, que transporta cerca de 5.000 militares e diversas aeronaves de combate.

No final de outubro, o número de soldados norte-americanos na região já se aproximava dos 10.000, solidificando a escalada da tensão entre os dois países.

Moçambique reafirma prioridade à cibersegurança e à transformação digital

O Governo de Moçambique reafirmou a importância da cibersegurança, protecção de dados e transformação digital, considerados pilares essenciais para o desenvolvimento económico e social do país.

Durante a abertura do IV Conselho Consultivo do Instituto Nacional de Tecnologias de Informação e Comunicação (INTIC), o ministro das Comunicações e Transformação Digital, Américo Muchanga, enfatizou que as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) não são mais um mero suporte, mas sim um eixo estratégico do progresso nacional. “Vivemos num tempo em que as TIC são fundamentais para o desenvolvimento económico, social e a boa governação”, afirmou Muchanga.

O ministro salientou que áreas como digitalização, cibersegurança, governo electrónico e capacitação digital dos cidadãos representam tanto desafios como oportunidades que exigem “visão estratégica, coordenação institucional e compromisso colectivo”.

Muchanga revelou que o Governo já avaliou positivamente propostas fundamentais, como a Lei de Segurança Cibernética e a Lei de Crimes Cibernéticos, que visam garantir a autoridade do Estado no espaço digital. “Estas leis irão permitir que o país avance rapidamente no estabelecimento da segurança do Estado no ambiente cibernético, em benefício da população moçambicana”, frisou.

O ministro apelou ao INTIC para reforçar institucionalmente os seus recursos humanos, tecnológicos e infraestruturas, de forma a dar resposta às novas responsabilidades que surgem com a implementação do novo quadro legal. “É imprescindível pôr termo à impunidade e à ausência da autoridade do Estado na segurança cibernética, crimes cibernéticos e protecção de dados”, sublinhou.

Muchanga também recordou o papel essencial do sector das comunicações e da transformação digital na redução da pobreza, promoção da inclusão social e fortalecimento da unidade nacional. “Apenas com paz, segurança e estabilidade será possível implementar projectos de desenvolvimento”, sublinhou.

Lourino Chemane, presidente do Conselho de Administração do INTIC, disse que este Conselho Consultivo é um momento crucial para avaliar as realizações da instituição e planificar as actividades para o próximo ciclo. “Esta sessão permite-nos alinhar as actividades do próximo ano com os instrumentos estratégicos do Governo e as orientações do sector”, afirmou.

Chemane destacou os avanços na operacionalização do Centro Nacional de Resposta a Incidentes de Segurança Cibernética (CSIRT Nacional), bem como a implementação de sistemas de certificação digital e assinaturas eletrónicas. “O relatório dos últimos dois anos do CSIRT Nacional destaca a capacidade do país na mitigação e resposta a incidentes de segurança cibernética,” acrescentou.

O presidente do INTIC anunciou ainda que estão em curso várias estratégias, entre elas a Estratégia Nacional de Transformação Digital, a Estratégia Nacional de Inteligência Artificial e a Política Nacional de Governação de Dados, desenvolvidas com o apoio de organizações internacionais como a UIT, UNESCO, Banco Mundial e União Africana.

O IV Conselho Consultivo do INTIC decorre sob o lema “Por uma instituição sustentável, segura e resiliente”, reunindo quadros do sector público, parceiros institucionais e representantes da comunicação social, visando o fortalecimento da governação digital em Moçambique.

Governo exonera Isaías Mondlane da Presidência do INAMAR

Em uma tarde marcada por importantes deliberações, foi anunciada a exoneração de Isaías Mondlane do cargo de Presidente do Conselho de Administração do Instituto Nacional do Mar (INAMAR). 

A decisão foi divulgada pelo porta-voz do Conselho de Ministros, Inocêncio Impissa, durante a conferência de imprensa que se seguiu à sessão do Conselho.

Em um movimento que marca uma nova fase para a instituição, Adolfo Albino foi indicado como o sucessor de Mondlane. A transição na liderança do INAMAR visa impulsionar a gestão e a estratégia da entidade, que desempenha um papel crucial na regulamentação e desenvolvimento das actividades marítimas em Moçambique.

A evolução da situação administrativa do INAMAR será acompanhada de perto, uma vez que a nova liderança assume desafios significativos no que diz respeito à exploração sustentável dos recursos marinhos e à promoção do desenvolvimento económico no sector pesqueiro.

Governo formaliza Contratos-Programa para reforço da governação por resultados

O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, presidiu à Cerimónia de Assinatura de Contratos-Programa com os Ministros do seu Governo, um evento que se insere na estratégia de reforço da governação orientada para resultados e responsabilidade na gestão pública.

A cerimónia, que terá lugar na capital, contará com a presença de membros do Governo e representantes de diversas entidades convidadas. Esta iniciativa representa uma inovação significativa no processo governativo, introduzindo um mecanismo claro de monitorização e avaliação do desempenho dos membros do Conselho de Ministros.

Os Contractos-Programa são instrumentos essenciais de gestão, estabelecendo metas, prioridades e compromissos de desempenho entre o Chefe do Estado e os titulares das pastas ministeriais. Através destes contratos, pretende-se melhorar a prestação de serviços à população e realizar os objectivos estratégicos definidos pelo Governo.

Esta abordagem visa garantir uma gestão mais eficiente e responsável, reflectindo o compromisso do Executivo em promover melhores condições de vida para todos os moçambicanos.

Vagas de emprego do dia 17 de Dezembro de 2025

Foram publicadas hoje, dia 17 de Dezembro no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Clique aqui para baixar a edição em PDF.

Vagas de emprego abertas para hoje:

1. Vaga para Human Resources Coordinator

A Peace Parks Foundation (PPF) pretende recrutar um (1) Human Resources Coordinator. Saiba mais.

2. Vaga para Systems Agronomist

O International Institute of Tropical Agriculture (IITA) pretende recrutar um (1) Systems Agronomist. Saiba mais.

3. Vaga para Program Coordinator

A Operation Smile pretende recrutar um (1) Program Coordinator. Saiba mais.

4. Vaga para Enfermeira Superior de Saúde Materno Infantil

A Dream – Sant’Egidio pretende admitir uma (1) Enfermeira Superior de Saúde Materno Infantil. Saiba mais.

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vaga para Senior Manager, Policy and Government Engagement

A Rare pretende recrutar um (1) Senior Manager, Policy and Government Engagement. Saiba mais.

2. Vaga para Energy Infra – Admin Support – Administrative Assistant

A Impala Terminals pretende recrutar um (1) Energy Infra – Admin Support – Administrative Assistant. Saiba mais.

3. Vaga para Caixa – Pemba

O First National Bank (FNB) pretende recrutar um (1) Caixa – Pemba. Saiba mais.

4. Vaga para Health Systems Strengthening Experts

A Management Sciences for Health (MSH) pretende recrutar um (1) Health Systems Strengthening Experts. Saiba mais.

5. Vaga para Project Specialist – Peace and Conflict Prevention

A United Nations Development Programme (UNDP) pretende recrutar um (1) Project Specialist – Peace and Conflict Prevention. Saiba mais.

6. Vaga para Operator Asst I-Nitrogen

A Halliburton pretende recrutar um (1) Operator Asst I-Nitrogen. Saiba mais.

7. Vaga para Serviços de Auditoria Externa

A Associação para o Fortalecimento Comunitário (UATAF-AFC) pretende contratar Serviços de Auditoria Externa. Saiba mais.

8. Vaga para Infrastructure Specialist: Water, Sanitation and Hygiene

A MENTOR Initiative pretende recrutar um (1) Infrastructure Specialist: Water, Sanitation and Hygiene. Saiba mais.

9. Vaga para Technical Manager

A MENTOR Initiative pretende recrutar um (1) Technical Manager. Saiba mais.

10. Vaga para Health & Nutrition Specialist (Adolescent)

A United Nations Children’s Fund (UNICEF) pretende recrutar um (1) Health & Nutrition Specialist (Adolescent). Saiba mais.

11. Vaga para Supervisor/a de Saúde e Nutrição para Mecanismo de Reposta Rápida

A Action Contre La Faim pretende recrutar um/a (1) Supervisor/a de Saúde e Nutrição para Mecanismo de Reposta Rápida. Saiba mais.

12. Vaga para Supervisor/a de Água, Saneamento e Higiene

A Action Contre La Faim pretende recrutar um/a (1) Supervisor/a de Água, Saneamento e Higiene. Saiba mais.

13. Vagas para Consultores Para Entrada de Dados na Plataforma e-OVC

A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal vinte e quatro (24) Consultores Para Entrada de Dados na Plataforma e-OVC. Saiba mais.

14. Vaga para Técnico de Medições

A Mota-Engil pretende recrutar um/a (1) Técnico/a de Medições. Saiba mais.

15. Vaga para Warehouse Coordinator – Chimoio

A Bayer pretende recrutar um (1) Warehouse Coordinator – Chimoio. Saiba mais.

16. Vaga para HR Expat Coordinator

A McDermott International pretende recrutar um (1) HR Expat Coordinator. Saiba mais.

17. Vaga para Oficial de MEAL (Matola)

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial de MEAL (Matola). Saiba mais.

18. Vaga para Oficial de MEAL (Manhiça)

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial de MEAL (Manhiça). Saiba mais.

19. Vaga para Manager Vodacom Business Care Operations

A Vodafone pretende recrutar um (1) Manager Vodacom Business Care Operations. Saiba mais.

20. Vaga para Quality Control & Assurance Lead

A Vodafone pretende recrutar um (1) Quality Control & Assurance Lead. Saiba mais.

21. Vaga para Technical Services Engineer

A NTT DATA pretende recrutar um (1) Technical Services Engineer. Saiba mais.

22. Vaga para Catering Operational Analyst

A RA International pretende recrutar um (1) Catering Operational Analyst. Saiba mais.

23. Vaga para Vendedor de Camiões e Serviços

A Nors pretende recrutar um (1) Vendedor de Camiões e Serviços. Saiba mais.

24. Vaga para Responsável – Pessoas e Cultura (Maputo)

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Responsável – Pessoas e Cultura (Maputo). Saiba mais.

25. Vaga para Técnico de Contabilidade

A (INALCA) Indústria Alimentar Carnes de Moçambique, Lda procura um (1) Técnico de Contabilidade. Saiba mais.

26. Vaga para Consultor(a) de Viagens

A CRH Consultores, Lda pretende recrutar um/a (1) Consultor(a) de Viagens. Saiba mais.

27. Vaga para Pasteleiro

Empresa pretende recrutar um (1) Pasteleiro. Saiba mais.

28. Vaga para Padeiro

Empresa pretende recrutar um (1) Padeiro. Saiba mais.

29. Vaga para Gestor de Compras (Interno)

Empresa pretende recrutar um (1) Gestor de Compras (Interno). Saiba mais.

30. Vaga para Executivo B2B

Empresa pretende recrutar um (1) Executivo B2B. Saiba mais.

31. Vaga para Técnico de Cobranças

Empresa pretende recrutar um (1) Técnico de Cobranças. Saiba mais.

32. Vaga para Gestor de Logística

Empresa pretende recrutar um (1) Gestor de Logística. Saiba mais.

Assembleia aprecia acordos com Moçambique e países parceiros

A Assembleia da República de Moçambique encontra-se neste momento a debater várias propostas de resolução que visam a ratificação de acordos referentes à Transferência de Pessoas Condenadas com os governos da Tanzânia, Quénia, Botswana e Rússia. 

As discussões incluem a apreciação das propostas tanto na sua generalidade como na especialidade.

Além dessas propostas, na sessão de hoje, será também discutido o tratado que estabelece a criação da Agência Africana de Medicamentos. Este tratado procura fortalecer a colaboração entre os países africanos na área da saúde e garantir o acesso a medicamentos seguros e eficazes para as populações.

Adicionalmente, será analisado um projecto de moção, apresentado pela bancada da Renamo, que reprova as respostas do Governo nas sessões de Informação realizadas nos dias 13 e 14 de Novembro do ano passado.

Estas discussões são parte fundamental do papel da Assembleia na promoção da transparência e na responsabilização do Governo frente à sociedade moçambicana.

Presidente nomeia Procurador-Geral Adjunto e promulga Lei dos Seguros

O Presidente da República procedeu à nomeação de José Inácio Ramos Santos para o cargo de Procurador-Geral Adjunto da República. 

Esta decisão, conforme indicado em um comunicado oficial da presidência, tem como objectivo garantir a continuidade, a eficiência e o fortalecimento das acções do Ministério Público.

Na mesma jornada, o Chefe de Estado promulgou a Lei de Autorização Legislativa referente ao Regime Jurídico dos Seguros. Este importante marco legislativo foi aprovado pela Assembleia da República no dia 6 de Novembro de 2025, e deverá trazer novas directrizes para a regulamentação do sector segurador.

O anúncio das iniciativas sublinha o compromisso do governo em aprimorar a administração da justiça e a regulação dos serviços financeiros no país.

Naufrágio no Porto da Beira resulta em cinco mortes

Ocorreu um trágico naufrágio no canal de acesso ao Porto da Beira, na província de Sofala, resultando na morte de cinco indivíduos. A embarcação, que partira do distrito de Muanza com destino à Praia Nova, transportava um total de vinte e cinco pessoas.

Graças a operações de resgate, vinte passageiros foram salvos com vida. A administradora do Instituto do Transporte Marítimo em Sofala, Anabela Chaúque, confirmou que as causas exactas do naufrágio ainda não foram apuradas.

Por sua vez, o porta-voz do Comando Provincial da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Sofala, Marito Peralto, referiu que as condições meteorológicas adversas no momento do incidente poderão ter contribuído para a tragédia.

As autoridades continuam a investigar as circunstâncias que levaram a este lamentável acontecimento.

Governo e Banco Mundial investem 490 milhões de dólares no sector da aviação em Moçambique

O Governo de Moçambique, em colaboração com o Banco Mundial, anunciou um investimento de aproximadamente 490 milhões de dólares para a melhoria do sector da aviação no país. 

Este montante faz parte de um Plano Director elaborado entre as duas entidades e que se estende por cerca de 20 anos.

Manuel Chaves, Presidente do Conselho de Administração do Instituto de Aviação Civil de Moçambique (IACM), revelou que “o orçamento total do Plano Director que vamos propor é de 493.504.743 dólares”. Este investimento visa abordar diversas questões prementes, como a acessibilidade ao transporte aéreo internacional, a vulnerabilidade da companhia de bandeira, a reduzida cota de mercado, a insuficiência de equipamentos e a falta de parcerias estratégicas.

O regulador da aviação civil foi instado a promover a inclusão no transporte aéreo, com foco na redução das tarifas aéreas, de modo a democratizar o acesso aos voos para os cidadãos moçambicanos. O Ministro dos Transportes e Logística, João Matlhombe, enfatizou a necessidade de o regulador rever a estrutura de custos dos bilhetes de passagem, incentivando as operadoras a estabelecer tarifas mais acessíveis e justas, segundo as melhores práticas internacionais.

As declarações foram proferidas durante a celebração do Dia da Aviação Civil, que teve lugar em Maputo. O Plano Director será agora submetido ao Conselho de Ministros para apreciação e aprovação.

Suspeito do ataque em Sydney acorda de coma e está sob guarda policial

Naveed Akram, de 24 anos, um dos principais suspeitos do ataque mortal na praia de Bondi, em Sydney, Austrália, que resultou na morte de 15 pessoas, acordou do coma em que se encontrava, de acordo com informações do The Guardian.

O jovem, que estava hospitalizado em estado crítico, é uma das figuras centrais no ataque, ocorrido durante as celebrações de um feriado judaico na praia. O seu pai, Sajid, de 50 anos, é também considerado um dos principais suspeitos, tendo sido abatido pela polícia no passado domingo.

Naveed Akram, que ficou gravemente ferido após ser surpreendido por um desconhecido no decorrer do ataque, está desde então sob guarda policial no hospital. Embora o seu estado de saúde tenha sido classificado como crítico, as autoridades esperam que ele sobreviva.

A polícia de Nova Gales do Sul confirmou que Akram acordou do coma na madrugada de terça-feira. Ele deverá ser alvo de várias acusações em breve, à medida que a investigação sobre o ataque avança.

Embarcação estrangeira encalha na costa de Chidenguele

A empresa Ekaa Hrim Earth Resources Management, originária da Guiana, anunciou que a sua embarcação, LCT BHADRA NIJHA, encalhou nas proximidades de Chidenguele, durante uma viagem internacional de entrega devidamente autorizada.

A embarcação, descrita como uma lancha de desembarque autopropulsada, estava em rota da China para a Guiana, após ter obtido as aprovações de viagem e o planeamento de navegação necessários. Um comunicado oficial, enviado ao portal “Notícias Online”, revelou que a lancha tinha sido recentemente adquirida com o intuito de apoiar operações de mineração e construção na Guiana, encontrando-se em trânsito para a sua área de operação prevista.

No momento do incidente, a LCT BHADRA NIJHA não transportava carga comercial, consistindo exclusivamente numa pequena embarcação de apoio, também destinada a actividades operacionais na Guiana.

A empresa garantiu que todos os membros da tripulação estão em segurança, e foram tomadas medidas imediatas para assegurar a embarcação e avaliar as suas condições.

A situação está a ser monitorada de perto, enquanto as autoridades locais foram notificadas do incidente.

Moamba: Embate entre dois camiões causa morte de condutor na EN4

Um trágico acidente na Estrada Nacional 4 (EN4), no quilómetro 34,6, próximo da portagem da Moamba, na província de Maputo, resultou na morte de um condutor, após uma colisão entre dois camiões de grande tonelagem.

Informações preliminares indicam que um camião da marca Scania, que seguia na direcção de Maputo para Ressano Garcia, terá invadido a faixa contrária, possivelmente devido ao condutor ter adormecido ao volante. Este incidente provocou um embate violento que resultou em consequências fatais.

O acidente ocasionou a obstrução temporária da via, levando a um congestionamento significativo no trânsito. As autoridades locais estão no local a trabalhar para restabelecer a circulação.

Segundo a Polícia de Trânsito da província de Maputo, o condutor do outro camião, que seguia na direcção de Ressano Garcia para Maputo, sofreu ferimentos graves e foi prontamente socorrido e transportado para uma unidade hospitalar.

M23 anuncia retirada após mediação dos Estados Unidos

O grupo rebelde Movimento 23 de Março (M23) anunciou a sua decisão de retirar da cidade de Uvira, no leste da República Democrática do Congo (RDCongo), onde havia tomado o controlo na semana passada, a pedido das autoridades dos Estados Unidos.

Corneille Nangaa, coordenador da Aliança do Rio Congo/Movimento 23 de Março (AFC/M23), uma coligação liderada pelo M23, afirmou que esta ação representa “uma medida unilateral de promoção da confiança” com o objectivo de proporcionar ao processo de paz em Doha a melhor oportunidade de alcançar soluções duradouras para o conflito.

Nangaa sublinhou que a AFC/M23 irá retirar unilateralmente as suas forças da cidade de Uvira, enfatizando que o pedido foi feito em virtude da mediação dos Estados Unidos. Ele também fez um apelo aos garantes do processo de paz para implementarem medidas adequadas para a gestão da cidade, que incluem a desmilitarização, a protecção da população e das infraestruturas, bem como a fiscalização do cessar-fogo através do destacamento de uma força neutral.

O coordenador expressou preocupações baseadas em “experiências passadas”, onde as Forças Armadas da RDCongo (FARDC) e as milícias aliadas Wazalendo tentaram aproveitar as medidas de promoção da confiança do M23 para recuperar territórios perdidos e atacar a população considerada simpatizante da Aliança.

A declaração surge após o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, ter alertado que “as ações do Ruanda” no leste da RDCongo configuram uma “clara violação dos Acordos de Washington”, afirmando que os Estados Unidos “tomarão medidas para garantir que sejam cumpridas as promessas feitas ao Presidente”.

Uvira, situada nas margens do lago Tanganica e na fronteira com o Burundi, foi ocupada na passada quarta-feira pelo M23, que é considerado um poderoso grupo rebelde apoiado pelo Ruanda, segundo a ONU e vários países ocidentais. A cidade desempenhou um papel central como sede do governo designado por Kinshasa em Kivu do Sul, especialmente após a queda de Bukavu em Fevereiro.

Esta ofensiva rebelde ocorre apesar de um acordo de paz assinado em 04 de novembro entre o Presidente congolês, Félix Tshisekedi, e o homólogo ruandês, Paul Kagame, na presença do ex-Presidente Donald Trump. Desde então, ambos os países têm-se acusado mutuamente de violar o acordo.

Desde a assinatura do acordo de Washington, esforços de mediação patrocinados pelo Qatar têm sido feitos entre o Governo congolês e o M23, que firmaram um acordo-quadro em Doha a 15 de novembro para avançar rumo ao fim do conflito.

A escalada da violência resultou na deslocação de cerca de 500 mil pessoas, incluindo mais de 100 mil crianças, desde 01 de dezembro, conforme relatado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) no último domingo.

PR Chapo aponta Academia Militar como pilar no combate ao terrorismo

O Presidente da República e Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança, Daniel Chapo, marcou presença na cerimónia de graduação de oficiais militares da Academia Militar Marechal Samora Machel, realizada na cidade de Nampula. 

Neste evento, Chapo salientou a importância estratégica da academia na defesa do Estado moçambicano, particularmente no combate ao terrorismo.

O Chefe de Estado considerou a cerimónia um marco significativo para a segurança nacional, destacando que a formação de novos quadros é vital para o fortalecimento das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM). “O nosso País e o mundo enfrentam novos desafios complexos, como o terrorismo e crimes cibernéticos, exigindo respostas inteligentes e firmes,” afirmou.

Durante o discurso, Chapo frisou que a formação militar não se limita a cenários convencionais, mas abrange também ameaças não militares que podem comprometer a segurança e a estabilidade do país. O Presidente expressou o desejo de um sector da defesa forte e eficaz, que assegure a estabilidade do Estado, condição essencial para o desenvolvimento económico de Moçambique.

Dirigindo-se aos graduados, Chapo sublinhou a nova responsabilidade que agora assumem, que envolve a defesa da soberania e da liberdade do povo moçambicano. “A missão de vocês é vital e deve ser cumprida com profissionalismo, responsabilidade e ética,” enfatizou.

O Presidente também fez questão de invocar a necessidade de respeitar as convenções internacionais sobre direitos humanos e de construir relações sólidas com as comunidades, visando reforçar a legitimidade das Forças Armadas junto da sociedade.

Chapo recordou a importância histórica da Academia Militar, estabelecida em 1978 pelo então Presidente Samora Moisés Machel e tem contribuído para a formação de centenas de oficiais que se destacam nas Forças Armadas, bem como em diversas áreas da sociedade.

No contexto das comemorações dos 50 anos da independência de Moçambique, o Presidente classificou a Academia como uma das conquistas mais significativas do país. Em relação à situação de segurança no norte, Chapo expressou a expectativa de que os novos oficiais desempenhem um papel chave no combate ao terrorismo, particularmente nas províncias de Cabo Delgado, Nampula e Niassa.

Na conclusão do evento, Chapo elogiou o trabalho das Forças de Defesa e Segurança, bem como a colaboração dos aliados do Ruanda, ressaltando o sacrifício e a bravura demonstrados no teatro operacional no norte do país.

Governo da Guiné-Bissau suspende todas as actividades na CPLP

O Governo de transição da Guiné-Bissau anunciou a suspensão de “todas as suas actividades” na Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), com efeito imediato. 

A decisão foi comunicada através de uma carta endereçada ao secretariado da CPLP, onde o Ministério dos Negócios Estrangeiros do país justifica a medida pela alegada exclusão da Guiné-Bissau de reuniões e processos de tomada de decisões nas estruturas da organização.

O governo, constituído após o golpe de Estado de 26 de Novembro, considera que a atitude da CPLP viola o princípio da igualdade soberana entre os Estados-membros, consagrado nos seus estatutos. Na carta, é afirmado que as decisões da CPLP não têm sido acompanhadas de fundamentação clara, transparência processual e mecanismos de acompanhamento, o que compromete a sua legitimidade e credibilidade.

A missiva ressalta ainda que o desrespeito pela presidência da CPLP exercida pela Guiné-Bissau constitui uma “afronta grave”, levando o país a afastar-se da organização até que haja um cumprimento rigoroso dos estatutos da CPLP. O governo guineense sublinha que esta decisão “firme e categórica” é uma demonstração da sua determinação em defender a soberania nacional e exigir o respeito pelos princípios que regem a CPLP.

Actualmente, a Guiné-Bissau enfrenta também a suspensão da CEDEAO e da União Africana, na sequência do golpe de Estado que resultou na destituição do Presidente Umaro Sissoco Embaló e na interrupção do processo eleitoral. O Conselho de Ministros das Comunidades da CPLP recomendou ainda a suspensão do país da organização.

As eleições gerais, que incluíam as presidenciais e legislativas, tinham ocorrido sem incidentes, mas na véspera da divulgação dos resultados oficiais, um tiroteio em Bissau antecedeu a tomada de poder pelos militares, que nomearam o general Horta Inta-A como Presidente de transição. Este indicou Ilídio Vieira Té, antigo ministro de Embaló, como primeiro-ministro e ministro das Finanças.

Um novo governo de transição foi empossado, incluindo nomes do executivo deposto e cinco militares entre os 23 ministros e cinco secretários de Estado. A oposição denunciou a tomada de poder pelos militares como uma manobra para obstruir a divulgação dos resultados eleitorais, enquanto o líder do PAIGC, Simões Pereira, foi detido.

Israel aprova projecto de lei que autoriza encerramento de imprensa estrangeira

O parlamento de Israel deu um passo significativo ao aprovar, em primeira leitura, um projecto de lei que poderá facultar ao governo a possibilidade de encerrar órgãos de imprensa estrangeiros considerados uma “ameaça à segurança nacional”. 

A proposta, que ainda requer mais votações antes de se tornar uma lei definitiva, tem suscitado preocupações entre críticos que a veem como uma ameaça à liberdade de imprensa.

Este projecto torna permanente uma legislação temporária, conhecida como “Lei Al Jazeera”, que já conferia ao governo o poder de bloquear ou fechar meios de comunicação estrangeiros sem a necessidade de uma ordem judicial. O governo israelita argumenta que a medida é uma forma de proteger a segurança nacional, evitando a disseminação de informações que possam ser prejudiciais ao país.

Organizações internacionais que defendem a liberdade de imprensa, como a Federação Internacional de Jornalistas, manifestaram a sua oposição ao projecto, alertando para o perigo de censura e para a restrição do trabalho jornalístico crítico em relação ao governo.

Até ao momento, nenhum veículo de comunicação estrangeiro foi afectado directamente pela nova legislação, mas a aprovação do projecto em primeira leitura representa um avanço importante para a possível implementação da lei de forma permanente.

PRM em Manica intensifica patrulhamento para festas de fim de ano

A Polícia da República de Moçambique (PRM) na província de Manica fez saber que está pronta para enfrentar o crime e prevenir acidentes de viação durante a quadra festiva que se aproxima. 

O objectivo principal é assegurar que a população possa desfrutar das festividades de Natal e fim de ano num ambiente seguro e ordeiro.

O Comando Provincial da PRM na Manica partilhou os preparativos para o período festivo. O Director da Ordem e Segurança Públicas, Ricardo Sainete, sublinhou que, tal como em anos anteriores, serão reforçadas as equipas de patrulhamento e fiscalização rodoviária, com a intenção de prevenir os acidentes que frequentemente resultam em perdas humanas e danos materiais significativos.

“Pretendemos que a população celebre esta quadra festiva num ambiente mais seguro. A nossa instituição estará pronta para repelir qualquer situação que ameace a ordem e a segurança pública. Queremos garantir que os residentes da província de Manica, os visitantes e todos os cidadãos possam desfrutar do Natal e do fim de ano sem riscos”, afirmou Ricardo Sainete.

Para este período, várias equipas operativas estarão em acção, incluindo o pessoal burocrático, que se juntará aos outros membros da corporação. O lançamento da campanha “Festas Seguras” ocorreu em Chimoio, onde Sainete apelou aos polícias para se afastarem de actos de corrupção que possam manchar a reputação da instituição.

“Sendo um período de grande movimentação de pessoas e bens, é fundamental que mantenhamos uma conduta responsável, evitando qualquer comportamento desviante que possa manchar a imagem da nossa corporação”, acrescentou.

Além disso, Sainete destacou a necessidade de vigilância por parte da polícia ambiental, para garantir o cumprimento do decreto que proíbe a actividade mineira, protegendo assim os recursos hídricos da região de contaminações.

Para finalizar, a PRM lançou uma campanha de controlo rodoviário e fronteiriço na cidade de Chimoio, com o intuito de prevenir acidentes de viação e a entrada ilegal de cidadãos estrangeiros. A corporação trabalha em coordenação com outras forças e intervenientes, tendo em vista facilitar a circulação e a segurança de pessoas e bens nos principais corredores de desenvolvimento da província de Manica.

Ricardo Sainete fez um apelo à população para que conduza de forma prudente e denuncie quaisquer actos que possam ameaçar a segurança e a ordem pública.

Trump lança acção judicial contra a BBC exigindo 10 mil milhões de dólares

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou uma queixa judicial contra a BBC, exigindo uma indemnização de 10 mil milhões de dólares (cerca de 8,5 mil milhões de euros) por difamação, alegando que a estação pública britânica veiculou uma edição de vídeo enganadora.

A acção, protocolada num tribunal federal em Miami, alega difamação e violação de uma lei da Florida que regulamenta práticas comerciais enganosas e desleais. Na queixa, Trump solicita um montante mínimo de cinco mil milhões de dólares (4,25 mil milhões de euros) por cada uma das duas acusações, totalizando assim os 10 mil milhões de dólares.

“Eles literalmente colocaram palavras na minha boca”, afirmou o bilionário de 79 anos em declarações à comunicação social na segunda-feira. Há algumas semanas, Trump já havia mencionado a possibilidade de exigir até cinco mil milhões de dólares à BBC.

Um porta-voz da equipa jurídica de Trump denunciou que “a BBC, outrora respeitada e hoje desacreditada, difamou o Presidente Trump ao alterar intencionalmente, maliciosamente e de forma enganosa o seu discurso, com o objectivo flagrante de interferir nas eleições presidenciais de 2024”.

O porta-voz acrescentou que a BBC tem um historial de enganar o seu público na cobertura relacionada com Trump, servindo uma agenda política de esquerda.

Mozal anuncia suspensão de operações em Moçambique a partir de Março de 2026

A Mozal S.A. divulgou a decisão de suspender as suas operações na fundição de alumínio localizada em Moçambique, com efeito, a partir de 15 de Março de 2026. 

A informação foi partilhada através de um comunicado de imprensa, onde a empresa justifica a sua decisão pela incapacidade de assegurar o fornecimento de energia eléctrica a preços competitivos.

Segundo a nota, “a Mozal não conseguiu garantir o fornecimento de electricidade suficiente e a preços competitivos para continuar com as operações após esta data”. A empresa enfatiza que a electricidade a preços acessíveis é crucial para a continuidade das operações de qualquer fundição de alumínio, uma vez que representa uma das despesas mais significativas.

O documento ainda destaca a seca que tem afectado a produção da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) como um dos principais obstáculos à resolução do problema. “Historicamente, a maior parte da electricidade para a Mozal tem sido gerada pela HCB, mas as condições de seca significaram que também foi necessária uma quantidade significativa de electricidade proveniente da Eskom, na África do Sul”, lê-se na comunicação emitida pela empresa.

Samuel Samo Gudo, presidente da Mozal, expressou a consciência da empresa sobre o impacto desta decisão nos trabalhadores e parceiros locais. “O foco imediato da Mozal é a segurança e o bem-estar das suas pessoas, bem como a suspensão segura e ordenada das operações na fundição em Março de 2026”, afirmou Gudo no comunicado.

Presidente João Lourenço garante saída do poder em 2027

O Presidente da República de Angola e líder do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), João Lourenço, confirmou que não se recandidatará nas próximas eleições gerais, previstas para 2027. 

A declaração foi proferida durante um acto político de massas em Luanda, onde se celebraram os 69 anos do MPLA, conforme divulgou a ANGOP.

João Lourenço enfatizou que a sua saída é uma questão de cumprimento da Constituição da República de Angola, que estabelece um limite de dois mandatos presidenciais.

O chefe de Estado afirmou: “Só deixo o poder porque a Constituição não permite continuar à frente dos destinos do País.” Ele expressou ainda que, se fosse permitido, preferiria continuar no cargo.

Durante o seu discurso, o Presidente reiterou a importância de o partido preparar a sucessão e seleccionar um novo candidato que possa enfrentar os desafios actuais. “Quem me substituir não pode estar mais cansado do que eu”, declarou Lourenço, numa clara mensagem aos militantes.

A escolha do futuro líder, segundo o Presidente, não deve apenas servir os interesses do MPLA, mas igualmente atender às expectativas do povo angolano. “É preciso escolher um bom candidato, não apenas para o partido, mas para Angola”, acentuou, garantindo que o processo será conduzido sem ceder a pressões internas ou externas.

Num momento em que questões como a governação e a democracia interna dominam as discussões políticas, Lourenço aproveitou para refutar críticas de que o MPLA não respeita os princípios democráticos. Afirmou que o partido continuará a agir dentro dos marcos legais e institucionais.

A confirmação da sua saída em 2027 representa um marco significativo para o MPLA, que pela primeira vez em décadas irá a eleições gerais com um novo líder, num contexto político que se torna cada vez mais competitivo. A sucessão de João Lourenço colocará à prova a capacidade de renovação do MPLA e a estratégia da sua permanência à frente do País.

Últimas Notícias Hoje

Recluso baleado ao tentar fugir em Inhambane

Um recluso foi alvejado no distrito de Homoíne, na província de Inhambane, ao tentar escapar das autoridades penitenciárias. O incidente ocorreu quando o preso...

SERNIC desmantela fábrica clandestina e detém dois estrangeiros em Chimoio

O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) desmantelou uma unidade fabril completamente clandestina que operava no bairro 7 de Abril, na cidade de Chimoio,...

Quatro crianças abandonadas à fome após alegada exploração de trabalho infantil

Um caso chocante de exploração de trabalho infantil e abandono de menores está a gerar uma onda de profunda indignação entre os residentes do...

Governo do Niassa punirá fiscais por falhas na fiscalização de obras públicas

A governadora da província do Niassa, Judite Massengele, anunciou que o governo poderá implementar penalizações para os fiscais de obras públicas que não cumprirem...