O padre Paddy Byrne, da diocese de Kildare & Leighlin, na Irlanda, admitiu ter sugerido aos fiéis, durante a missa antes do Natal, que apostassem num cavalo específico numa corrida de saltos. O cavalo, chamado Hewick, acabou por ganhar a corrida, com probabilidades de 12 em 1.
A corrida, denominada Ladbrokes King George VI Chase, é uma das mais importantes do calendário de saltos na Irlanda. É realizada no Boxing Day, dia 26 de dezembro, e atrai milhares de espectadores e apostadores.
O padre Byrne, que tem 46 anos, é conhecido por ser um entusiasta das corridas de cavalos. Ele disse ao podcast Champ.ie que “adora” o cavalo Hewick e que achava que ele tinha “grandes possibilidades” de vencer a corrida.
“Tenho um presente de Natal para todos vós”, disse o padre durante a missa. “Há um cavalinho, e eu adoro este cavalo. Chama-se Hewick e vai participar na corrida King George na terça-feira. O meu pequeno presente é que, se puderem, coloquem algum dinheiro nele.”
O padre Byrne disse que ficou surpreendido com a vitória de Hewick. “Eu sabia que era um bom cavalo, mas não estava à espera que ganhasse”, disse ele. “Foi uma vitória incrível.”
O padre disse que os corretores das apostas tiveram de fechar mais cedo, tal foi a afluência de apostas no cavalo Hewick. “Acho que toda a gente teve um dia próspero”, disse ele.
A notícia da aposta do padre Byrne causou alguma controvérsia. Alguns críticos disseram que o padre não deveria ter feito sugestões de apostas durante a missa. Outros disseram que o padre estava apenas a tentar ajudar os fiéis a ganhar dinheiro.
O padre Byrne disse que não se arrepende da sua decisão. “Eu só estava a tentar ajudar as pessoas”, disse ele. “Se eu pudesse voltar atrás no tempo, faria a mesma coisa.”
Milhares de pessoas estão sitiadas em Nguawala, no distrito de Macossa, na província de Manica, devido à subida dos caudais de rios sazonais e a queimadas descontroladas.
As enchentes cortaram a circulação rodoviária dos principais acessos a Nguawala, isolando todo o posto administrativo do resto do distrito e província.
“Neste período chuvoso, Nguawala tem este problema de facto, fica sem comunicação durante algum tempo. A sede de Ngawala está toda ela sitiada”, disse António Dinis, administrador distrital.
As queimadas descontroladas, por outro lado, destruíram 44 casas e 36 celeiros precários, deixando 330 pessoas sem abrigo e sem alimentos.
“Muitas pessoas alimentam-se de mangas e tubérculos silvestres”, disse Lázaro Tauzene, um morador local.
Perante a situação, as autoridades equacionam a colocação de duas pontes metálicas sobre os rios Vunduzi e Mwavi, para se ultrapassar o problema de isolamento sazonal da região.
As enchentes e queimadas têm um impacto devastador na vida das pessoas afetadas.
Além de provocar o isolamento das comunidades, as enchentes também podem causar danos a infraestruturas, como pontes e estradas, dificultando o acesso a serviços básicos, como saúde e educação.
As queimadas, por outro lado, podem destruir plantações, casas e florestas, levando à perda de meios de subsistência e à insegurança alimentar.
As autoridades devem implementar medidas de prevenção para reduzir o impacto das enchentes e queimadas.
Entre estas medidas, estão a construção de infraestruturas de proteção, a sensibilização das comunidades para os riscos e a promoção de práticas agrícolas sustentáveis.
As comunidades também podem tomar medidas individuais para reduzir o risco de serem afetadas por estes fenómenos, como a construção de casas em locais elevados e a limpeza das áreas circundantes para reduzir a propagação do fogo.
O presidente do Conselho Municipal de Maputo, Eneas Comiche, inaugurou o Silo Auto do Mercado Central, uma infra-estrutura de três pisos com capacidade para o estacionamento de 440 viaturas.
A cerimónia de inauguração teve lugar na manhã de sexta-feira, no espaço anexo ao Mercado Central, na Avenida 25 de Setembro, na baixa da cidade.
O silo auto é uma obra de grande importância para a cidade de Maputo, pois vai contribuir para a melhoria da mobilidade urbana e para a organização do comércio informal.
A infraestrutura conta com três pisos, sendo que o piso térreo é dedicado ao estacionamento de viaturas, o primeiro piso alberga mais de 300 bancas e o segundo piso nove lojas.
O silo auto foi construído pelo Conselho Municipal de Maputo, com um investimento de cerca de 5,2 milhões de dólares.
O presidente do Conselho Municipal de Maputo, Eneas Comiche, destacou a importância da obra para a cidade.
“Este silo auto é uma obra importante para a cidade de Maputo, pois vai contribuir para a melhoria da mobilidade urbana e para a organização do comércio informal”, disse Comiche.
O edil de Maputo também salientou que a obra vai gerar emprego e dinamizar a economia da cidade.
“Esta obra vai gerar emprego e dinamizar a economia da cidade”, disse Comiche.
O silo auto já está aberto ao público e está disponível para uso de todos os munícipes.
Uma deputada sul-coreana, Bae Hyunjin, do Partido do Poder Popular, foi atacada na cabeça com uma pedra na quinta-feira, em Seul. A mulher, de 40 anos, foi levada para o hospital, mas não sofreu ferimentos graves.
O ataque ocorreu por volta das 20h30, no distrito de Gangnam, em Seul. Bae Hyunjin estava a passear quando foi abordada por um homem que lhe perguntou se ela era a deputada do Partido do Poder Popular. Depois de Bae responder que sim, o homem a atacou com uma pedra.
A deputada foi atingida na cabeça e sofreu uma ferida aberta de cerca de um centímetro. Não houve sangramento significativo ou qualquer fratura, mas Bae Hyunjin foi levada para o Hospital Universitário Soon Chun Hyang, na capital sul-coreana.
A polícia de Seul deteve o agressor, que é um homem de 40 anos. O homem foi acusado de agressão e está sob investigação.
O ataque a Bae Hyunjin é o segundo ataque a um político sul-coreano em menos de um mês. Em 3 de dezembro, o líder da oposição, Lee Jae-myung, foi esfaqueado no pescoço. Lee Jae-myung foi submetido a cirurgia e já regressou ao trabalho.
Estes ataques têm levantado preocupações sobre a segurança dos políticos sul-coreanos. O Partido do Poder Popular condenou o ataque a Bae Hyunjin e exigiu que o governo tome medidas para proteger os políticos.
O governo sul-coreano já disse que está a tomar medidas para aumentar a segurança dos políticos.
Milhares de eslovacos manifestaram-se em Bratislava e noutras 15 cidades do país contra a reforma do código penal do primeiro-ministro, Robert Fico, num protesto organizado pela oposição sob o lema “Paramo-los!”.
A reforma, que foi aprovada pelo Governo com um procedimento de urgência, contempla a abolição da Procuradoria Especial Anticorrupção, a redução substancial das penas para delitos económicos e a redução para metade dos prazos de prescrição para crimes de corrupção.
Os participantes nos protestos, que foram pacíficos, gritaram slogans como “Fico mafioso” ou “Fico para a prisão”, uma vez que o primeiro-ministro é suspeito de querer, com esta reforma, encobrir crimes de corrupção dos seus correligionários.
A Procuradoria Especial Anticorrupção que pretende eliminar tem também a seu cargo vários casos importantes que afetam políticos do partido no poder, o SMER.
Entre eles, destacam-se o antigo chefe da polícia Tibor Gaspar e o atual vice-presidente do Parlamento, Peter Ziga, bem como o governador do banco central, Peter Kazimir, e um antigo chefe dos serviços secretos.
O Ministério Público do país supervisiona ainda investigações contra oligarcas suspeitos de corrupção com subvenções agrícolas e contratos públicos, delitos fiscais e assédio a jornalistas.
Os protestos foram organizados por grupos de oposição progressistas, liberais e democratas cristãos. Em Bratislava, a manifestação reuniu cerca de 10 mil pessoas, que marcharam do centro da cidade até ao Parlamento.
Nas outras 15 cidades, as manifestações reuniram entre 1.000 e 5.000 pessoas.
Os participantes nos protestos foram pacíficos e não registaram incidentes.
A reforma do código penal tem sido fortemente criticada pela oposição, pela sociedade civil e por organizações internacionais.
A chefe de Estado, Zuzana Caputova, disse que a reforma pode causar “danos irreparáveis” à sociedade eslovaca.
A União Europeia também expressou preocupação com a reforma, dizendo que pode prejudicar a luta contra a corrupção na Eslováquia.
É provável que os protestos continuem nos próximos dias e semanas. A oposição está a tentar pressionar o Governo a retirar a reforma.
No entanto, é improvável que o Governo ceda às pressões da oposição. Fico já disse que está determinado a implementar a reforma
Comerciantes do Mercado Central de Quelimane, que foi destruído por um incêndio de grandes proporções em agosto de 2023, queixam-se da lentidão na reconstrução da infra-estrutura.
O incêndio, que ocorreu na madrugada de 1º de agosto, destruiu 500 barracas e deixou cerca de 2.500 famílias desamparadas.
Após o incêndio, o município de Quelimane lançou um processo de reconstrução do mercado, com o objetivo de construir uma infra-estrutura moderna e segura.
No entanto, os comerciantes dizem que os trabalhos estão a andar a passo de caracol.
“Os trabalhos estão muito lentos para aquilo que visa acabar com o sofrimento das famílias”, disse Abrão Mobrica, chefe da Associação dos Comerciantes Informais de Quelimane.
“É preciso que o presidente do município desça ao mercado, junte-se à empreitada que está a trabalhar de forma muito lenta, pavimente o piso afectado pelo incêndio, pelo menos do lado frontal e nos entregue para nós continuarmos a reconstruir para a retoma das nossas vidas e das nossas famílias”, acrescentou.
Santos Moreira, outro comerciante do Mercado Central, diz que o processo de reconstrução está a atrasar porque o município se comprometeu em pavimentar o mercado e depois entregar aos legítimos proprietários.
“Estamos há seis meses, mas nada acontece, as bancas frontais em construção estão a ser feitas de forma individual e não com o Conselho Municipal”, disse.
O edil de Quelimane, Manuel de Araújo, diz que a reconstrução está a avançar e que a edilidade conseguiu cerca de 400 mil dólares para construir de raiz a zona afectada pelo incêndio.
“Nós já assinámos um memorando de entendimento com uma organização que vai transferir, de forma substancial, aqueles fundos para reabilitação”, disse.
“O mercado será o melhor e mais moderno de Moçambique, esse é o nosso desafio”, prometeu.
Enquanto isso, os comerciantes continuam a vender na rua, o que está a causar congestionamento no trânsito e prejudicando as vendas.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) deteve dois sargentos das Forças de Defesa e Segurança (FDS) na cidade da Beira, província de Sofala, por tráfico de drogas.
Os dois militares foram encontrados com cinco quilos de canabis sativa, vulgo soruma, numa operação da polícia realizada na passada terça-feira.
De acordo com o SERNIC, os dois sargentos pretendiam vender a droga no município de Dondo, onde estão afectos.
Os dois militares foram detidos no bairro de Mafalala, na cidade da Beira, quando se preparavam para vender a droga.
Na posse dos dois sargentos, a polícia encontrou cinco quilos de soruma, que foi adquirida no mercado informal da cidade da Beira.
Os dois militares foram apresentados a um juiz de instrução criminal, que decretou a sua prisão preventiva.
O SERNIC adiantou que está a investigar o caso para identificar outros envolvidos no tráfico de drogas.
A detenção dos dois sargentos das FDS é um caso grave, uma vez que envolve militares que deveriam garantir a segurança da sociedade.
Este caso também levanta questões sobre a corrupção nas FDS, uma vez que os dois militares foram detidos com drogas que foram adquiridas no mercado informal.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, está em visita de trabalho à República do Ruanda, a convite do seu homólogo ruandês, Paul Kagame.
A visita, que decorre de 25 a 27 de janeiro, visa aprofundar a cooperação bilateral entre os dois países.
Durante a sua estadia, Nyusi vai manter um encontro com Kagame, com o qual irá abordar questões como comércio, investimento, segurança e outras áreas de interesse mútuo.
Os dois Presidentes vão também assinar acordos de cooperação em várias áreas.
A visita de Nyusi ao Ruanda é uma oportunidade para estreitar as relações entre os dois países, que têm vindo a desenvolver uma cooperação cada vez mais intensa.
Moçambique e Ruanda são dois países africanos que partilham uma história comum de luta pela independência e pela democracia.
Os dois países também têm interesses económicos e estratégicos comuns, nomeadamente na área da segurança regional.
A visita de Nyusi ao Ruanda é um sinal da importância que Moçambique atribui à cooperação com os seus parceiros regionais.
A Save the Children International (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um/a (1) Coordenador(a) de Mentoria. Saiba mais.
A Brandview Communication Lda., empresa de Consultoria em Comunicação e Marketing localizada na Cidade de Maputo, pretende recrutar um/a (1) Estagiário(a) em Jornalismo. Saiba mais.
O Entreposto, com sólida reputação e presença em mercados de diferentes Continentes, pretende recrutar para a sua área financeira um (1) Coordenador Adjunto de Contabilidade e Fiscalidade. Saiba mais.
A Save the Children International (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar seis (6) Assistentes de Desenvolvimento Comunitário. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Provincial do Projecto READY+. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Digitador de Entrada de Dados do Projecto READY+. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Mobilizadores Comunitários do Projecto READY+. Saiba mais.
A ADPP Moçambique (Associação de Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo), pretende recrutar um/a (1) Coordenador(a) do Projecto ADPP – Futuro Azul. Saiba mais.
Na província de Maputo, cinco vagões de um comboio de carga descarrilaram na Linha de Ressano Garcia. A locomotiva, proveniente da África do Sul, transportava oitenta vagões carregados com magnetite.
O incidente resultou na interdição da circulação na Linha de Ressano Garcia, próximo ao quilómetro 72+800. Atualmente, a circulação de comboios de passageiros entre Movene e Ressano Garcia encontra-se interrompida devido ao acidente.
A empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique emitiu um comunicado informando que uma comissão de inquérito já foi formada para investigar as causas do acidente. Além disso, uma equipa de socorro está no local trabalhando para lidar com a situação.
Aerial view of people taking part in a demonstration during a national strike against the government of Javier Milei in Cordoba, Argentina on January 24, 2024. Argentine President Javier Milei faces the first national strike in just 45 days of government, against his draconian fiscal adjustment and his plan to reform more than a thousand laws and regulations that governed for decades. The largest Argentine union called the strike in rejection, in particular, of the changes by decree to the labor regime promoted by Milei, which limit the right to strike and affect the financing of unions. (Photo by Nicolas Aguilera / AFP)
Milhares de argentinos saíram às ruas de Buenos Aires para protestar contra as medidas de austeridade econômica e as reformas do novo presidente, Javier Milei.
A manifestação foi convocada pela principal central sindical argentina, a Confederación General del Trabajo (CGT), e incluiu uma greve geral de 12 horas.
Segundo a agência de notícias Reuters, o protesto abrangeu diversos setores e representa a maior demonstração de oposição aos planos do presidente ultraliberal Milei, que busca implementar cortes de despesas e privatizações desde que assumiu o cargo no mês passado.
Pablo Moyano, líder do sindicato dos camionistas, afirmou: “O primeiro corte que este governo está a fazer é nos trabalhadores. A reforma trabalhista deles visa tirar os direitos dos trabalhadores.”
A greve geral teve início às 12h00 locais, afetando os transportes, bancos, hospitais e serviços públicos. No entanto, o governo argentino assegura que “não há greve que nos detenha, não há ameaça que nos intimide”.
Patricia Bullrich, ministra da Segurança da Argentina, declarou: “São sindicalistas mafiosos, gestores da pobreza, juízes cúmplices e políticos corruptos, todos a defender os seus privilégios, resistindo à mudança que a sociedade escolheu democraticamente.”
Ao assumir a presidência há um mês, o liberal Javier Milei encerrou a emissão monetária e adotou uma política visando eliminar um défice fiscal de 5,2% em apenas um ano.
O Procurador do Estado e a Presidência sul-africana iniciaram uma acção judicial para obrigar o antigo presidente, Jacob Zuma, a devolver cerca de vinte e nove milhões de rands.
O valor é referente ao pagamento de honorários dos advogados que lidam com a defesa de Jacob Zuma, no julgamento sobre corrupção.
O julgamento de Zuma, que começou em 2021, terminou em 2022 com a sua condenação a 15 meses de prisão por obstrução da justiça.
Zuma, que cumpriu apenas dois meses de pena, foi libertado sob fiança após uma decisão do Tribunal Constitucional.
Recentemente, o Supremo Tribunal de Recurso ordenou ao Procurador do Estado a tomar todas as medidas necessárias, para recuperar os montantes pagos pelos estado pela custas judiciais de Jacob Zuma.
Tais medidas incluem o recurso a processos civis.
A acção judicial, que foi apresentada na terça-feira, alega que Zuma é responsável pelo pagamento das custas judiciais, uma vez que foi ele quem solicitou a assistência jurídica do Estado.
O Procurador do Estado, Shamila Batohi, disse que a acção judicial é um passo importante para garantir que Zuma seja responsabilizado pelos seus atos.
“Estamos determinados a recuperar os fundos públicos que foram mal utilizados”, disse Batohi.
Um tribunal de Hong Kong confirmou a condenação de Chow Hang-tung, antiga líder da Aliança de Hong Kong de Apoio aos Movimentos Democráticos e Patrióticos da China, por incitar outros a participarem na vigília proibida em homenagem às vítimas da repressão de Tiananmen, em 1989, em Pequim.
Chow foi condenada a 15 meses de prisão em janeiro de 2022, mas o Tribunal de Última Instância restabeleceu a condenação, após o Governo regional ter recorrido da decisão.
A vigília, que reunia anualmente milhares de pessoas no parque Vitória, em Hong Kong, foi proibida pela polícia em 2021, alegando razões de saúde pública durante a pandemia da covid-19.
A decisão do tribunal foi criticada por apoiantes da aliança pró-democracia, que dizem que é um sinal de que as liberdades e autonomias prometidas a Hong Kong quando a antiga colónia britânica regressou à soberania da China, em 1997, estão a diminuir.
“É uma decisão triste para Hong Kong”, disse à agência de notícias Associated Press (AP) o ativista Lee Cheuk-yan, um dos ex-líderes da aliança. “Mostra que as liberdades de expressão e associação estão a ser reprimidas.”
No ano passado, o parque Vitória recebeu grupos pró-Pequim para celebrar a transferência de soberania de 1997, depois de as restrições impostas pela covid-19 terem sido levantadas.
Chow também foi condenada a quatro meses e meio de prisão por não ter fornecido às autoridades informações sobre a aliança no ano passado.
Num outro caso, a ativista e dois antigos líderes da aliança, Lee Cheuk-yan e Albert Ho, foram acusados de subversão ao abrigo da lei de segurança nacional.
A lei criminaliza a secessão, a subversão e o conluio com forças estrangeiras para intervir nos assuntos da cidade, bem como o terrorismo. Desde a promulgação da legislação, em 2020, muitos ativistas pró-democracia foram detidos, referiu a AP.
Os governos de Pequim e de Hong Kong saudaram a legislação por trazer de volta a estabilidade ao território semiautónomo.
O governo moçambicano abriu 12 novos postos de atendimento de identificação civil em todo o país, no período compreendido entre Janeiro e Dezembro de 2023.
A informação foi tornada pública pela porta-voz da Direcção Nacional de Identificação Civil (DNIC), Gilda Lameque, em conferência de imprensa em Maputo.
Os novos postos incluem três em Nampula (Natikire, Namicopo e Moatala), dois na Zambézia (Nauela e Lioma), três em Tete (Degwe, Matundo e Mpaduwe), um em Sofala (Siluvo), um em Gaza (Bairro de Inhamissa), um na província de Maputo (Ponta D’Ouro) e um na província de Niassa (Madimba).
“No âmbito da aproximação de serviços de Identificação Civil ao cidadão, foram abertos 12 postos com vista a alcançar mais cidadãos, principalmente os da zona rural”, disse Lameque.
A DNIC também registou uma subida significativa na produção, pedidos de BI’s e realização de brigadas móveis comparativamente ao ano 2022.
“Foram produzidos 1. 736.759 BI’s contra 1.541.611 de igual período de 2022, o equivalente a 122 por cento, foram realizadas 2.479 brigadas móveis, contra 1882 em 2022 e atendidos 251.658 cidadãos contra 138.561, uma subida em 131,72 por cento”, disse.
Através da campanha de emissão gratuita e massificação do BI, lançado a 13 de Novembro de 2023, à escala nacional para indivíduos que estejam a tratar o BI pela primeira vez, foram emitidos gratuitamente 191.991 BI’s, dos quais 43.391 a favor dos deslocados e comunidades acolhedoras em Cabo Delgado, Nampula e Niassa.
Lameque disse ainda que no que diz respeito à emissão de BI’s na diáspora, “Durante o período em análise, foram emitidos 4.663 BI’s a favor de igual número de cidadãos moçambicanos residentes no Quénia, Malawi, Zimbabwe, Etiópia, Tanzânia, Portugal, Alemanha, China, África do Sul, Estados Unidos da América, Índia. Brasil e Emirados Árabes Unidos.
Concluiu com um apelo dirigido às pessoas que pediram o BI e que ainda não levantaram, pois até finais de Dezembro a DNIC tinha aproximadamente 200 mil bilhetes por levantar.
O Governo de Moçambique aprovou, esta semana, o plano de negócios do Porto de Maputo, que prevê investimentos de 2,06 mil milhões de dólares americanos.
Os investimentos visam aumentar a capacidade de manuseamento de carga do porto, que é de importância estratégica para o comércio externo da região.
Com a aprovação do plano de negócios, a concessionária do porto, a Maputo Port Development Company (MPDC), está autorizada a realizar os seguintes investimentos:
Construção de um novo berço de atracação para navios de grande porte;
Ampliação do cais existente;
Modernização das infra-estruturas de manuseamento de carga;
Investimento em tecnologia de ponta.
A conclusão dos investimentos está prevista para 2033.
O Porto de Maputo é o principal porto da região sul de Moçambique e é utilizado por países vizinhos, como a República da África do Sul, o Reino do Eswatini, o Botswana e o Zimbabwe. No ano passado, o porto registou um volume recorde de 31,2 milhões de toneladas de carga, representando um crescimento de 16% em relação a 2022.
Os investimentos aprovados pelo Governo vão permitir ao Porto de Maputo aumentar a sua capacidade de manuseamento de carga e reforçar a sua posição de importância estratégica no comércio externo da região.
A aprovação do plano de negócios do Porto de Maputo é uma notícia positiva para o desenvolvimento económico de Moçambique. Os investimentos previstos vão permitir ao porto aumentar a sua capacidade de manuseamento de carga e reforçar a sua posição de importância estratégica no comércio externo da região.
O aumento da capacidade do porto vai permitir atrair mais navios e carga, o que vai gerar mais receitas para o Governo e para a concessionária do porto. Também vai criar mais empregos e oportunidades de negócios para a população local.
É importante que os investimentos sejam realizados de forma eficiente e que o porto continue a operar de forma segura e sustentável.
O Governo da província de Maputo está a investigar as razões da subida de preços dos produtos de primeira necessidade que se regista nos últimos dias, depois da estabilidade verificada durante a quadra festiva.
Uma equipa multissectorial, onde fazem parte técnicos do sector da indústria e comércio, já está no terreno para a averiguação desta elevação de preços no mercado nacional.
Entre os produtos com esta tendência constam o açúcar, arroz, cebola, batata reno, farinha de milho, feijão, óleo alimentar e peixe.
O director provincial da indústria e comércio de Maputo, Joel Nhassengo, avançou que as reais causas da subida de preços poderão ser conhecidas brevemente.
No entanto, Nhassengo garantiu que os referidos produtos estão em quantidade suficiente para responder à demanda por estes dias.
O responsável lançou ainda um aviso para os comerciantes que forem surpreendidos a operarem à margem das normais, que não haverá dó.
“Vamos agir com rigor contra todos os que forem surpreendidos a aumentar os preços sem justa causa”, disse Nhassengo.
As autoridades acreditam que a subida de preços pode estar relacionada com o aumento do custo de produção, nomeadamente dos custos de transporte e dos insumos agrícolas.
No entanto, o Governo está a investigar outras possíveis causas, como a especulação ou a importação de produtos com preços mais elevados.
A subida de preços dos produtos de primeira necessidade está a causar preocupação aos consumidores, que temem que a situação possa agravar a situação económica das famílias.
O setor de saúde em Inhambane expressa preocupação com o aumento de casos de gripe e apela à população para reforçar as medidas de higiene e saneamento.
Nas unidades sanitárias da província, mais de seiscentos pacientes diários apresentam sintomas de gripe.
O médico chefe provincial, João Machanga, destaca que, apesar do aumento nas consultas, não houve internamentos, e todos os pacientes são testados e tratados de forma ambulatória.
O responsável pelo incêndio que resultou na morte de 36 pessoas em 2019 em um estúdio de animação em Quioto, no centro do Japão, foi condenado à morte, conforme anunciado por fontes locais.
Shinji Aoba, de 45 anos, foi considerado culpado por um tribunal, enfrentando acusações que incluem homicídio, tentativa de homicídio e incêndio posto.
O incêndio ocorreu no estúdio conhecido como KyoAni, causando a morte principalmente de jovens funcionários da empresa. Mais de 30 pessoas ficaram feridas. O acusado admitiu ter entrado no estúdio, espalhado gasolina e iniciado o fogo, proferindo ameaças de morte.
A motivação por trás do ataque foi alegadamente uma vingança contra a KyoAni, pois Aoba acreditava que a empresa havia roubado uma ideia para um roteiro. Essa alegação foi negada pelo estúdio e considerada delirante pelos procuradores.
O tribunal rejeitou a argumentação da defesa de que Aoba não tinha a capacidade de distinguir entre o certo e o errado devido a perturbações psiquiátricas. Os procuradores afirmaram que o acusado agiu de forma premeditada, com intenção assassina e plena consciência dos perigos ao utilizar gasolina.
A pena de morte no Japão é realizada por enforcamento, e o país mantém uma posição predominantemente favorável à pena capital, apesar das críticas internacionais. A última execução no Japão ocorreu em 2022, e mais de 100 condenados permanecem no corredor da morte no país.
Uma mulher foi resgatada depois de ter permanecido quase 15 horas em cima de um veículo submerso no Lake Del Valle, em Livermore, no condado de Alameda, no estado norte-americano da Califórnia.
A mulher tentou atravessar o riacho na noite de segunda-feira, mas a força da água provocou o capotamento do automóvel em que seguia, como detalhou a NBC Bay Area.
Segundo a mesma fonte, a mulher conseguiu subir para o teto do carro, onde permaneceu até ser descoberta por um campista que ouviu seus gritos por volta das 9h30 da manhã.
O homem, identificado como Bob Sitzwohl, alertou um funcionário do Parque Regional Del Valle, que, por sua vez, contactou os serviços de socorro.
A mulher foi resgatada por um helicóptero da Patrulha Rodoviária da Califórnia, em colaboração com os Bombeiros do Condado de Alameda. Segundo as autoridades, a mulher apresentava sinais de hipotermia, mas espera-se que recupere rapidamente.
A proliferação de incêndios florestais na Colômbia nos últimos dias levou o Presidente Gustavo Petro a pedir ajuda internacional para combater os fogos.
A falta de chuva e as temperaturas recorde provocaram pelo menos 21 incêndios ativos em Bogotá e nos departamentos de Santander, Norte de Santander, Cundinamarca, Boyacá, Antioquia, Cauca, Cesar e Vichada.
Em novembro passado, as autoridades colombianas alertaram os governos locais para as consequências do fenómeno ‘El Niño’ e para a necessidade de planear a resposta aos incêndios e à seca.
No entanto, a proliferação de incêndios florestais desde o último fim de semana parece ter apanhado de surpresa as autoridades e as agências de prevenção de riscos, que ficaram sobrecarregadas com os numerosos focos de incêndio em diferentes regiões.
Por esta razão, o Governo, criticado por não responder mais cedo aos incêndios, decidiu recorrer à ajuda internacional, algo que lhe tem sido exigido nas redes sociais.
Os bombeiros têm recebido apoio das Forças Armadas e de voluntários para tentar apagar os incêndios, mas todos os dias surgem novos focos e reacendimentos.
O impacto dos incêndios florestais na Colômbia é significativo.
Além da destruição de áreas florestais, os incêndios também causam danos a infraestruturas e propriedades, e contribuem para a poluição do ar.
A ajuda internacional é essencial para que o Governo colombiano possa controlar os incêndios florestais e minimizar os seus impactos.
Até ao momento, os Estados Unidos, o México e o Brasil ofereceram ajuda à Colômbia para combater os incêndios.
O Governo colombiano espera que a ajuda internacional chegue o mais rapidamente possível para que os incêndios possam ser controlados antes que causem ainda mais danos.
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O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) anunciou para amanhã a previsão de calor intenso nas províncias de Maputo, Gaza e Inhambane. As temperaturas máximas...