Sociedade Governo moçambicano amplia serviços de identificação civil no país

Governo moçambicano amplia serviços de identificação civil no país


O governo moçambicano abriu 12 novos postos de atendimento de identificação civil em todo o país, no período compreendido entre Janeiro e Dezembro de 2023.

A informação foi tornada pública pela porta-voz da Direcção Nacional de Identificação Civil (DNIC), Gilda Lameque, em conferência de imprensa em Maputo.

Os novos postos incluem três em Nampula (Natikire, Namicopo e Moatala), dois na Zambézia (Nauela e Lioma), três em Tete (Degwe, Matundo e Mpaduwe), um em Sofala (Siluvo), um em Gaza (Bairro de Inhamissa), um na província de Maputo (Ponta D’Ouro) e um na província de Niassa (Madimba).

“No âmbito da aproximação de serviços de Identificação Civil ao cidadão, foram abertos 12 postos com vista a alcançar mais cidadãos, principalmente os da zona rural”, disse Lameque.

A DNIC também registou uma subida significativa na produção, pedidos de BI’s e realização de brigadas móveis comparativamente ao ano 2022.

“Foram produzidos 1. 736.759 BI’s contra 1.541.611 de igual período de 2022, o equivalente a 122 por cento, foram realizadas 2.479 brigadas móveis, contra 1882 em 2022 e atendidos 251.658 cidadãos contra 138.561, uma subida em 131,72 por cento”, disse.

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Através da campanha de emissão gratuita e massificação do BI, lançado a 13 de Novembro de 2023, à escala nacional para indivíduos que estejam a tratar o BI pela primeira vez, foram emitidos gratuitamente 191.991 BI’s, dos quais 43.391 a favor dos deslocados e comunidades acolhedoras em Cabo Delgado, Nampula e Niassa.

Lameque disse ainda que no que diz respeito à emissão de BI’s na diáspora, “Durante o período em análise, foram emitidos 4.663 BI’s a favor de igual número de cidadãos moçambicanos residentes no Quénia, Malawi, Zimbabwe, Etiópia, Tanzânia, Portugal, Alemanha, China, África do Sul, Estados Unidos da América, Índia. Brasil e Emirados Árabes Unidos.

Concluiu com um apelo dirigido às pessoas que pediram o BI e que ainda não levantaram, pois até finais de Dezembro a DNIC tinha aproximadamente 200 mil bilhetes por levantar.

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