O presidente da Tunísia, Kais Saied, assegurou uma vitória esmagadora nas eleições presidenciais, realizadas a 6 de Outubro, com mais de 89% dos votos, de acordo com uma sondagem à boca das urnas divulgada pela estação nacional de televisão Wataniya.
No entanto, a baixa participação nas urnas, de apenas 27,7%, revelou um crescente descontentamento entre a população tunisina.
A sondagem foi realizada pelo instituto Sigma Conseil e demonstrou uma vitória clara de Kais Saied, de 66 anos, sobre os seus adversários. Ayachi Zammel, industrial liberal, ficou em segundo lugar com apenas 6,9% dos votos, enquanto Zouhair Maghzaoui, ex-deputado pan-árabe de esquerda, obteve 3,9% dos votos, terminando em último lugar.
Apesar do resultado expressivo, a fraca afluência às urnas chamou a atenção. Apenas pouco mais de um quarto dos eleitores compareceu para votar, o que evidencia o descontentamento de grande parte da população com o actual panorama político do país. Essa baixa participação reflete a frustração com a economia e as mudanças políticas desde a revolução de 2011, que transformou a Tunísia num símbolo de sucesso democrático após a ‘Primavera Árabe’.
Saied, que chegou ao poder em 2019 como uma figura política independente, tem liderado o país numa direcção controversa, incluindo a dissolução do parlamento e a alteração da constituição. O seu estilo autoritário de governo tem gerado críticas, tanto internamente quanto por parte da comunidade internacional, levantando preocupações sobre o futuro da democracia no país.
A Tunísia, frequentemente vista como um dos poucos países que emergiu com um sistema democrático estável após a ‘Primavera Árabe’, enfrenta actualmente grandes desafios económicos e sociais, o que tem contribuído para a crescente apatia política dos seus cidadãos. A vitória de Saied, embora expressiva, ocorre num momento de incerteza e questionamentos sobre o futuro político e económico do país norte-africano.
A baixa taxa de participação nas eleições é um sinal de alerta para a liderança de Saied, que terá de enfrentar as demandas da população por melhorias nas condições de vida e pela preservação dos valores democráticos conquistados após a revolução.
A fiscalização de veículos automóveis em Moçambique passa a ser efectuada exclusivamente em 23 postos de controlo previamente estabelecidos pelo Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), localizados ao longo das estradas nacionais números 1, 4, 6 e 7.
Esta medida foi anunciada recentemente pelo comandante-geral da PRM, Bernardino Rafael.
Segundo o comunicado, os postos de controlo intermédios serão destinados apenas ao controlo de velocidade, que deverá ocorrer em locais de boa visibilidade, devidamente assinalados com cones.
Os agentes destacados para esta função devem estar munidos da ordem do dia, garantindo maior transparência no processo de fiscalização.
O principal objectivo desta nova directriz é eliminar a proliferação de postos de fiscalização rodoviária improvisados, frequentemente estabelecidos por agentes da Polícia de Trânsito e de Protecção.
A medida visa melhorar a fluidez da circulação de pessoas e mercadorias nas principais rodovias do país, combatendo práticas que muitas vezes resultam em inconvenientes para os condutores.
O documento esclarece que a tarefa de fazer sinais de paragem obrigatória aos veículos será da exclusiva competência dos agentes da Polícia de Trânsito (PT). Em cada posto de fiscalização oficial, poderão estar destacados até quatro agentes de trânsito e dois agentes de protecção, no máximo.
Uma nova regra proíbe, de forma expressa, que os agentes em motocicletas estabeleçam os seus próprios postos de fiscalização ou abordem condutores sem que haja uma infracção clara e flagrante das regras de trânsito.
Além disso, os agentes da Polícia de Trânsito posicionados em postos de observação de tráfego, previamente mapeados como áreas propensas a acidentes, não estão autorizados a abordar ou fiscalizar os veículos que ali transitam.
A medida também estabelece que funcionários de entidades não paramilitares estão proibidos de participar nos postos de controlo rodoviário, com excepção dos agentes do Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários (INATRO), e apenas em operações multissectoriais devidamente planificadas.
Para melhorar a segurança dos peões, será obrigatório o destacamento de agentes da PRM em passadeiras e em locais com grande concentração de pessoas, tanto em vilas como em municípios, com o intuito de facilitar a travessia de pedestres.
Os condutores que forem abordados por infringirem o Código da Estrada ou outra legislação rodoviária complementar deverão ser autuados dentro dos seus veículos. Qualquer violação desta nova regulamentação estará sujeita a avaliação e sanções disciplinares por parte dos chefes de Departamento e de Operações da Polícia de Trânsito.
A United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization (UNESCO) pretende recrutar um (1) National Programme Officer (Social and Human Sciences). Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC), no âmbito da implementação dos seus programas e projectos, está a recrutar um (1) Oficial de Finanças. Saiba mais.
A Aga Khan Foundation (AKF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Monitoring, Evaluation, Research & Learning (MERL) Manager. Saiba mais.
Nos momentos finais da campanha eleitoral em Manica, a tensão entre a Polícia da República de Moçambique (PRM) e a comitiva do candidato Venâncio Mondlane escalou, resultando na abertura de um processo-crime por incitação à violência e campanha fora de horas.
No entanto, especialistas jurídicos questionam a legalidade da acusação.
Na quinta-feira (03), a PRM confirmou a existência de um processo-crime contra Venâncio Mondlane, candidato presidencial apoiado pelo partido Otimista para o Desenvolvimento de Moçambique (PODEMOS), que tem realizado acções de campanha na província de Manica desde o dia anterior.
Segundo a polícia, Mondlane está a ser acusado de incitação à violência após um incidente que envolveu um atropelamento de apoiantes da sua caravana.
O conflito começou quando um cidadão que conduzia pela zona da caravana de Mondlane, que mobilizava inúmeras pessoas, atropelou vários simpatizantes do candidato. Revoltados com o acidente, os apoiantes do PODEMOS atacaram o condutor, agredindo-o fisicamente. A polícia interveio a tempo de salvar a vida do homem, mas a sua viatura foi completamente destruída pelos manifestantes.
Segundo Mouzinho Manasse, chefe das Relações Públicas do comando provincial da PRM em Manica, Venâncio Mondlane é responsabilizado pelo incidente. “Há um processo em curso contra o candidato do partido PODEMOS. Ele é indiciado pelo crime de incitação à violência, uma vez que, após o acidente com uma viatura ligeira, os seus apoiantes retiraram o motorista do veículo, agrediram-no e vandalizaram a viatura”, afirmou.
Mondlane, por sua vez, desafiou a imparcialidade da polícia, questionando as motivações por trás do processo. “Agora dizem que me processaram por fazer campanha fora do horário permitido. Mas todos viram carros da polícia a circular com bandeiras de outro partido a fazer campanha. Porque não processam esses candidatos?”, indagou o candidato durante uma declaração à imprensa.
O jurista André Júnior, em entrevista à DW, manifestou dúvidas quanto à base legal da acusação contra Mondlane. Segundo ele, uma investigação rigorosa é necessária para determinar se o candidato efectivamente incitou ou incentivou os seus apoiantes a cometer actos de violência. “É preciso investigar se foi de facto o candidato que incitou a violência ou se esta ocorreu de forma espontânea”, sublinhou o jurista.
A campanha eleitoral em Moçambique tem sido marcada por episódios de tensão entre diferentes partidos, e este incidente em Manica vem aumentar ainda mais a tensão política, numa altura em que as eleições se aproximam.
O ex-ministro das Finanças da Guiné-Bissau, Suleimane Seidi, foi novamente detido na quarta-feira, após ter sido libertado em Julho, onde aguardava julgamento em liberdade após ser acusado de corrupção.
Esta detenção, que a sua família e a Liga Guineense dos Direitos Humanos classificaram como um “rapto”, aconteceu enquanto Seidi tomava o pequeno-almoço num restaurante em Bissau. Quatro indivíduos não identificados o levaram para um local desconhecido, e a família foi posteriormente informada de que ele se encontrava na segunda esquadra da polícia.
Suleimane Seidi, que foi preso em Dezembro de 2023 no contexto do caso conhecido como “caso seis biliões”, aguardava julgamento após ter sido libertado mediante o pagamento de uma caução de sessenta milhões de francos CFA (aproximadamente 91 mil euros) e a imposição de apresentações semanais às autoridades. O seu irmão, Bramia Seidi, relatou que a família não conseguiu visitar Suleimane na esquadra, sendo impedidos de o ver juntamente com os seus advogados.
Bubacar Ture, presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, criticou a detenção, afirmando que não há justificação para a sua prisão neste momento. Ture argumentou que se trata de uma “perseguição política” sem fundamento judicial, resultante de um regime autoritário que tem perseguido opositores e vozes discordantes. Ele exigiu a libertação imediata e incondicional de Suleimane Seidi, alertando que cada minuto que o ex-ministro permanece detido representa um crime contra ele por parte do Estado. Ture também destacou que Suleimane não representa qualquer ameaça ao processo judicial, uma vez que um magistrado já havia decidido a sua libertação ao alterar a medida de coação de prisão preventiva para uma mais leve.
O ex-ministro foi inicialmente detido em Dezembro de 2023 juntamente com o ex-secretário de Estado do Tesouro, António Monteiro. Ambos os ex-governantes, membros do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), enfrentam acusações de pagamento indevido de dívidas do Estado a 11 empresários, totalizando cerca de seis mil milhões de francos CFA (mais de nove milhões de euros). Os crimes imputados incluem corrupção, abuso de poder, violação de normas orçamentais, peculato e fraude fiscal.
A prisão de Seidi e Monteiro provocou confrontos armados entre a Guarda Nacional e as Forças Armadas guineenses. Após a detenção, a Guarda Nacional retirou os dois ex-governantes das celas, levando-os para o seu quartel, que posteriormente foi atacado pelas Forças Armadas.
O Presidente guineense, Umaro Sissoco Embaló, ao regressar de uma viagem ao estrangeiro, classificou os acontecimentos como uma tentativa de golpe de Estado, resultando na demissão do Governo e na dissolução do parlamento.
Em Março, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) começou a analisar o caso, tendo a defesa apresentado um requerimento que alegava um incidente de inconstitucionalidade. Uma sessão de julgamento marcada para 11 de Março foi suspensa à última da hora, devido a esse mesmo incidente. O futuro do processo permanece incerto, mas a situação de Suleimane Seidi continua a gerar grandes preocupações a nível nacional e internacional.
As fraudes electrónicas nos serviços de carteiras móveis têm aumentado de forma alarmante, com esquemas cada vez mais elaborados.
Os criminosos estão a adoptar estratégias mais sofisticadas para enganar as vítimas, levando-as a fornecer informações confidenciais sobre as suas contas bancárias.
Com o crescimento significativo do número de utilizadores de moeda electrónica, impulsionado pela conveniência que este meio oferece, como a realização de transacções financeiras rápidas e o pagamento de serviços como electricidade ou compras em estabelecimentos comerciais, também se multiplicam as oportunidades para actividades fraudulentas.
Enquanto os serviços móveis facilitam a vida dos utilizadores, estão, ao mesmo tempo, a tornar-se uma nova “fonte de rendimento” para os criminosos.
Uma das formas mais comuns de burla envolve o roubo de telemóveis. Os criminosos, antes de removerem o cartão SIM do aparelho, enviam mensagens aos contactos da vítima, solicitando dinheiro sob pretexto de doença ou uma emergência.
Muitas vezes, os amigos e familiares da vítima, confiando na veracidade da mensagem, transferem os valores solicitados.
Irene Almeida, uma das vítimas desta prática, relatou ao jornal Notícias que perdeu o seu telemóvel no dia 3 de Agosto, por volta das 14 horas. Em menos de 15 minutos, os seus contactos começaram a receber mensagens pedindo empréstimos, com valores que começavam em mil meticais. “Infelizmente, duas pessoas acabaram por enviar dinheiro, e de forma surpreendente, o criminoso conseguiu levantar 2350 meticais, mesmo sem ter acesso à minha senha do M-pesa”, lamentou Irene.
Após o ocorrido, Irene dirigiu-se à 1.ª Esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Maputo para denunciar o caso.
No entanto, foi aconselhada a contactar a sede da operadora Vodacom para obter esclarecimentos sobre como o dinheiro foi levantado da sua conta sem a sua senha. Infelizmente, a operadora não conseguiu fornecer uma explicação satisfatória e Irene acabou por perder o montante roubado.
Este incidente reflete a crescente ameaça das fraudes electrónicas no país, expondo a vulnerabilidade dos sistemas de pagamento móvel e a necessidade de maior protecção e educação dos utilizadores para prevenir futuros crimes desta natureza.
Na madrugada de quarta-feira, uma violenta tempestade abateu-se sobre a Bósnia, causando a morte de pelo menos 14 pessoas, enquanto várias outras permanecem desaparecidas.
As inundações afectaram cidades e aldeias situadas no centro e no sul do país, levando a um cenário devastador.
O porta-voz da administração local de Jablanica, Darko Jukan, foi o responsável por confirmar o número de fatalidades. Em entrevista à televisão regional N1, o ministro da Defesa, Zukan Helez, declarou que as forças armadas foram mobilizadas para prestar auxílio, uma vez que o número de vítimas continua a aumentar. “A cada hora, estamos a receber notícias de novas vítimas. Estamos a enviar todos os recursos possíveis para as áreas afectadas. A nossa prioridade é salvar aqueles que continuam vivos e soterrados nas casas, especialmente nas zonas afectadas por deslizamentos de terra”, afirmou Helez.
Os serviços de emergência nas regiões mais afectadas, particularmente em Jablanica e Kiseljak, fizeram um apelo à população para a recruta de voluntários que possam ajudar na busca por desaparecidos. Neste momento, muitas residências encontram-se sem electricidade e sem cobertura de rede móvel, complicando os esforços de resgate.
O corpo de bombeiros de Jablanica informou que a cidade está completamente isolada, já que todas as estradas e linhas ferroviárias foram interrompidas. Imagens capturadas por drones e veiculadas pelos meios de comunicação bósnios revelam a extensão dos estragos, com vilas e cidades totalmente submersas. Vídeos partilhados nas redes sociais mostram cenas dramáticas de enchentes de lama e estradas severamente danificadas.
Um dos principais acessos do país, que liga Sarajevo à costa do Adriático através de Jablanica, foi devastado por um deslizamento de terras que arrastou uma importante estrada para dentro de um rio, juntamente com uma linha férrea.
A protecção civil local alertou que “muitas pessoas estão em perigo devido às intensas inundações e deslizamentos de terra”, reiterando que há indícios de um elevado número de feridos e de desaparecidos.
As autoridades pediram às pessoas que estão “presas” em suas casas que permaneçam nos andares superiores dos edifícios, uma vez que as águas turvas arrastaram animais de estimação e veículos, inundando rapidamente os andares inferiores.
Simultaneamente, a Croácia vizinha também sofreu os efeitos das fortes chuvas e ventos, resultando no encerramento de várias estradas e na preparação da capital, Zagreb, para a possibilidade de transbordo do rio Sava.
Os ventos intensos têm dificultado a circulação na costa sul do Mar Adriático, enquanto as inundações repentinas ameaçam diversas cidades e aldeias croatas.
Em Montenegro, as consequências das chuvas torrenciais também foram significativas, com várias aldeias isoladas e danos em estradas e casas. A tempestade e as chuvas intensas que têm afectado a região dos Balcãs surgem após um verão marcado por temperaturas recordes, que provocaram uma seca severa.
Especialistas apontam que estas condições climáticas extremas impediram que o solo absorvesse adequadamente as águas das cheias, contribuindo para a gravidade da situação actual.
Um barco sobrecarregado com 278 passageiros naufragou no Lago Kivu, na República do Congo, resultando na morte de, pelo menos, 78 pessoas.
As autoridades locais confirmam que ainda há dezenas de desaparecidos, elevando o número de vítimas potenciais. O incidente ocorreu na manhã de sexta-feira (04), quando a embarcação se aproximava do porto após atravessar o lago.
A capacidade do barco foi drasticamente excedida, transportando aproximadamente três vezes mais pessoas do que o limite permitido, o que pode ter contribuído para o trágico acidente. Testemunhas presentes no local conseguiram registar o momento dramático em que o barco virou, captando a magnitude da catástrofe.
Jean-Jacques Purisi, governador da província de Kivu do Sul, informou que, até ao momento, o número de mortos confirmados é de 78, embora o número definitivo só seja apurado após as operações de busca, que poderão durar vários dias. “Levará pelo menos três dias para obtermos números exactos, já que nem todos os corpos foram encontrados”, disse Purisi à imprensa. Apenas 28% dos passageiros foram localizados, com uma estimativa de que cerca de 40 pessoas tenham sido resgatadas com vida, mas a confirmação oficial dos números ainda não foi feita.
A tragédia gerou grande comoção na região, evidenciando, mais uma vez, a vulnerabilidade das populações que dependem de embarcações para transporte em áreas onde as condições de segurança são frequentemente desrespeitadas.
O procurador-chefe provincial de Nampula, Osvaldo Rafael, confirmou que o processo referente à detenção ilegal de um agente alfandegário está actualmente em fase de instrução.
Contudo, Rafael frisou que não pode fornecer informações detalhadas sobre o andamento do caso, uma vez que este se encontra sob segredo de Justiça.
Enquanto isso, os automóveis de luxo que estavam apreendidos no posto de controlo número 1 foram trasladados para um armazém de leilões localizado em Nacala. Esta ação levanta questões sobre a gestão e o destino dos bens apreendidos, à medida que o processo judicial se desenrola.
“Nós já tínhamos comunicado à imprensa através do Gabinete de Comunicação e Imagem da Procuradoria. Este gabinete tem uma estrutura específica e porta-vozes que estão habilitados para informar sobre quaisquer desenvolvimentos relacionados com a Procuradoria Provincial de Nampula”, sublinhou Osvaldo Rafael.
O procurador-chefe também esclareceu que, embora represente a instituição na sua função, a comunicação e a imagem da Procuradoria são tratadas por um gabinete adequado e por um porta-voz designado. Isto é uma forma de garantir que a informação divulgada ao público seja correta e oficial.
Questionado sobre se a procuradoria já havia respondido a um pedido formal enviado à polícia, nomeadamente ao comando distrital, Osvaldo Rafael reiterou que “a instrução é secreta, e estamos obrigados a respeitar o princípio do segredo de justiça.” Este princípio é fundamental para assegurar a imparcialidade do processo e a protecção dos direitos dos envolvidos.
Rafael concluiu que “enquanto o processo de instrução estiver a decorrer e não houver um julgamento, não podemos comentar sobre quaisquer diligências ou aspectos relacionados com o caso, pois isso poderia infringir o princípio do segredo de justiça e o sigilo que deve ser mantido durante a fase preparatória da instrução.”
Este processo destaca a necessidade de um rigoroso acompanhamento das acções judiciais em Moçambique e a importância do respeito pelos procedimentos legais estabelecidos.
O Observatório Cidadão para a Saúde denunciou recentemente um preocupante esquema de “venda” de sangue em alguns hospitais de Moçambique, envolvendo enfermeiros.
Estes profissionais de saúde estariam a cobrar entre 1700 a 2500 meticais por cada 450 mililitros de sangue, criando uma barreira financeira para os pacientes que necessitam de transfusões.
Segundo o Observatório, este problema está a gerar grande preocupação entre os doentes e os seus familiares, que muitas vezes se veem obrigados a enfrentar um processo burocrático intencionalmente demorado e complicado, com o intuito de extorquir dinheiro.
Mesmo quando as famílias cumprem com todos os requisitos exigidos pelos hospitais, enfrentam dificuldades para conseguir as transfusões necessárias, o que tem, em alguns casos, resultado na perda de vidas.
O Observatório sublinha que estas práticas são uma grave violação do direito universal e equitativo à saúde, um princípio fundamental do sistema de saúde de Moçambique, e contrariam o estatuto do Serviço Nacional de Sangue.
O Observatório Cidadão para a Saúde apela às autoridades competentes para investigarem e tomem medidas urgentes para pôr fim a estas práticas abusivas e proteger os direitos dos pacientes.
Um grupo armado, conhecido como ‘Gran Grif’, perpetraram um ataque brutal no Haiti na quinta-feira, resultando na morte de “pelo menos 70 pessoas” e deixando outras 16 gravemente feridas, incluindo mulheres e crianças, segundo informações divulgadas pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), os atacantes, armados com espingardas automáticas, executaram o ataque em Port Sonde, uma localidade que se tornou alvo de violência crescente.
O comunicado expressou o “horror” da organização em relação à gravidade do ocorrido, destacando que entre as vítimas estão cerca de 10 mulheres e três crianças.
Além das mortes e feridos, os membros do grupo ‘Gran Grif’ foram responsáveis pelo incêndio de pelo menos 45 casas e 34 veículos na região, forçando muitos residentes a abandonarem as suas moradias em busca de segurança.
A situação alarmante na área reflete a crescente insegurança e a falta de protecção para os cidadãos haitianos, que enfrentam ataques recorrentes de grupos armados em várias partes do país.
Este ataque brutal sublinha a deterioração das condições de segurança no Haiti, onde a violência generalizada e a instabilidade política têm gerado um clima de medo e insegurança, particularmente para as populações mais vulneráveis.
A comunidade internacional e a ONU têm chamado a atenção para a necessidade urgente de acções eficazes para restaurar a paz e a segurança no país.
No norte do Quénia, uma iniciativa inovadora está a transformar antigos caçadores furtivos em protectores da vida selvagem.
Uma comunidade de conservação, preocupada com a crescente ameaça à biodiversidade da região, decidiu recorrer àqueles que antes praticavam a caça ilegal para, agora, ajudar a preservar o ecossistema local.
O programa, lançado pelas autoridades de conservação, tem mostrado resultados notáveis.
Graças ao conhecimento profundo que os ex-caçadores têm sobre as práticas de caça e as rotas utilizadas para a captura de animais, têm-se tornado recursos valiosos na protecção das espécies em perigo.
A capacidade de antecipar os movimentos e tácticas de caçadores ilegais permitiu uma redução significativa dos casos de caça furtiva, especialmente em áreas críticas do norte do Quénia, onde a fauna estava mais ameaçada.
Segundo os responsáveis pelo projecto, ao empregar antigos caçadores, não só se oferece uma segunda oportunidade a estas pessoas, como também se aproveita o seu vasto conhecimento sobre o terreno, promovendo uma convivência mais harmoniosa entre as comunidades locais e a vida selvagem.
Além disso, o programa tem contribuído para a sensibilização sobre a importância da conservação, criando uma rede de vigilância local que combate a caça ilegal de forma eficaz.
Esta abordagem inovadora tem sido saudada como um exemplo de como as comunidades, trabalhando em conjunto com as autoridades, podem encontrar soluções sustentáveis para proteger o património natural e, ao mesmo tempo, oferecer alternativas económicas e sociais para quem outrora dependia da caça furtiva como forma de subsistência.
Edmundo González Urrutia, um destacado político e líder da oposição ao regime de Nicolás Maduro, declarou, na sexta-feira, que se prepara para tomar posse como Presidente da Venezuela a 10 de Janeiro do próximo ano.
A declaração foi feita durante uma breve conferência de imprensa no Fórum La Toja, na Galiza, Espanha.
González, ao ser questionado sobre a necessidade de quantos políticos seriam necessários para derrubar Nicolás Maduro, enfatizou a legitimidade do seu apoio popular, afirmando: “São duas personagens distintas. [Juan] Guaidó (ex-presidente interino da Venezuela) teve uma designação da Assembleia Nacional, enquanto eu tive o apoio de 8 milhões de venezuelanos. (…) Vou tomar posse a 10 de Janeiro como Presidente da Venezuela.”
O político também abordou a possibilidade de deixar o exílio em Espanha e retornar à Venezuela antes da data prevista para a sua posse. Em tom irónico, González sugeriu que poderia antecipar o seu regresso, fazendo referência ao facto de que Nicolás Maduro antecipou o Natal, numa alusão à situação política actual no país.
Vale recordar que Nicolás Maduro foi eleito para um novo mandato em Julho, numa votação que gerou grande controvérsia e críticas tanto a nível nacional como internacional. A situação política na Venezuela continua a ser marcada por divisões profundas e conflitos entre as forças do governo e a oposição.
As autoridades de saúde do distrito de Machaze, na província de Manica, diagnosticaram mais de 7.600 casos de malária entre os meses de Janeiro e Setembro deste ano.
Este número representa uma diminuição significativa de 80% em comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram registados aproximadamente 36.000 casos da doença.
Segundo Nelson Sombreiro, chefe da repartição de saúde pública no distrito de Machaze, esta redução drástica nos casos de malária deve-se a várias medidas implementadas, como a sensibilização das comunidades para a prevenção da doença, a distribuição em massa de redes mosquiteiras e, em parte, à queda irregular das chuvas, que terá contribuído para a diminuição da proliferação de mosquitos.
Ainda assim, Sombreiro sublinhou que o trabalho de consciencialização das comunidades continua. O foco tem sido educar a população sobre o uso correto das redes mosquiteiras, bem como a importância de melhorar o saneamento básico, factores cruciais na luta contra a malária.
Entre os centros de saúde que mais registaram casos de malária estão os de Chitobe, Chipudji, Mutefu, Chipopopo e Mavende. As autoridades de saúde locais destacam que a doença continua a afectar, sobretudo, as crianças, que são as mais vulneráveis.
Os esforços para continuar a reduzir a incidência de malária na região mantêm-se, com a esperança de que as intervenções preventivas levem a uma maior queda nos números no futuro.
O rapper 50 Cent está a desenvolver uma série documental na Netflix que se centra nas alegações graves contra Sean “Diddy” Combs, que foi detido no dia 16 de Setembro por acusações de tráfico sexual e agressão sexual a um número alarmante de vítimas.
Segundo os relatos, Diddy enfrenta acusações de agressão sexual a pelo menos 120 pessoas, entre as quais se incluem 25 menores.
A série, que será dirigida por Alexandria Stapleton, ainda não possui uma data de lançamento definida. No entanto, 50 Cent enfatiza que os episódios abordarão uma “narrativa complexa que abrange décadas”, em vez de se limitarem a apenas manchetes e clipes já vistos nos meios de comunicação. Esta abordagem visa oferecer uma visão mais abrangente do caso e das suas implicações.
Diddy tem sido descrito como um “predador sexual violento”, sendo acusado de utilizar álcool e drogas para subjugar as suas vítimas e perpetuar os abusos. Em declarações à Variety, 50 Cent reafirmou o seu compromisso de dar voz aos que não têm, destacando a importância de apresentar perspectivas autênticas e diversas sobre a situação. Ele lembrou que, embora as alegações sejam perturbadoras, a história de Sean Combs não deve eclipsar as contribuições mais amplas da cultura hip-hop e da sua história.
As investigações em curso revelam que Diddy organizava festas conhecidas como “freak-offs”, que eram maratonas sexuais acompanhadas por uma equipa de limpeza, e que podiam durar dias. Essas festas eram filmadas, supostamente, para serem utilizadas como material de chantagem contra os participantes, o que gerou um escândalo significativo nos Estados Unidos.
Além disso, uma mulher alegou ter engravidado após ser violada enquanto estava inconsciente na casa do artista, adicionando mais um elemento chocante às acusações contra ele.
O caso continua a ser um ponto de discussão intenso, e a série de 50 Cent promete trazer à luz não apenas os detalhes do caso, mas também o impacto cultural que ele poderá ter.
A guerra em Gaza, que está prestes a completar um ano, já causou a morte de pelo menos 41,8 mil palestinos, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde de Gaza.
Desde o início dos confrontos, em 7 de Outubro de 2023, outros 96,8 mil palestinos ficaram feridos em ataques aéreos israelitas. A mesma fonte revela ainda que milhares de corpos permanecem desaparecidos, possivelmente soterrados sob os escombros causados pelos intensos bombardeamentos.
Um estudo publicado pela prestigiada revista The Lancet no início deste ano aponta que o número real de mortes em Gaza poderá ser consideravelmente superior, estimando que as fatalidades, incluindo as indirectas provocadas pela falta de alimentos, assistência médica e o surgimento de doenças, ultrapassem as 186 mil vítimas.
Num campo de refugiados em Khan Younis, uma mãe é vista a preparar uma refeição para os seus filhos junto a uma casa improvisada, cenário que retracta a situação crítica vivida pelos habitantes de Gaza. O conflito iniciou em Outubro de 2023, quando o grupo Hamas lançou um ataque contra o sul de Israel, sequestrando 251 pessoas, incluindo 38 crianças. Este ataque resultou na morte de cerca de 1,2 mil israelitas e estrangeiros, entre os quais 282 mulheres e 36 crianças, marcando o dia como o mais letal na história de Israel.
O impacto sobre a população palestina tem sido devastador, com mais de 6 mil mulheres e 11 mil crianças entre as vítimas. Um relatório da organização Oxfam indica que este conflito é o mais mortal para os palestinos nos últimos 20 anos.
Dados recolhidos pela Action on Armed Violence até 23 de Setembro revelam que Israel atacou a infra-estrutura civil em Gaza com armas explosivas, em média, uma vez a cada três horas. Excluindo a trégua humanitária de seis dias em Novembro passado, apenas dois dias em todo o último ano ficaram sem bombardeamentos.
Este cenário trágico reflete a destruição contínua e o sofrimento causado pela guerra, que, um ano depois, continua a infligir perdas humanas e materiais de grande dimensão em Gaza.
Um surto de gripe aviária, causado pelo vírus H5N1, tem afectado diversos animais nos zoológicos do Vietname, resultando na morte de pelo menos 47 tigres e uma pantera.
A informação foi divulgada na sexta-feira pela imprensa local, que relata que, especificamente em um jardim zoológico no sul do país, 20 tigres e uma pantera faleceram após contraírem a doença.
Segundo o VNExpress, um meio de comunicação estatal do Vietname, um funcionário do zoológico Vuon Xoai, localizado na cidade de Bien Hoa, explicou que os animais eram alimentados com frango cru adquirido em quintas próximas. As vítimas, que incluíam várias crias de tigre, tinham um peso que variava entre 10 e 120 quilos no momento da morte. Após os óbitos, os corpos dos animais foram incinerados e sepultados no local.
Nguyen Ba Phuc, responsável pelo zoológico, relatou que “os tigres morreram de forma muito rápida. Pareciam fracos, recusavam-se a comer e faleceram dois dias após apresentarem os primeiros sintomas.” Amostras colhidas dos tigres falecidos testaram positivo para o vírus H5N1, conhecido por causar a gripe das aves.
O vírus H5N1 foi identificado pela primeira vez em 1959 e tornou-se uma ameaça significativa e altamente letal para aves migratórias e domésticas. Desde então, o vírus evoluiu e, nos últimos anos, tem sido detectado em uma gama crescente de animais, incluindo cães, gatos, leões-marinhos e ursos polares. Nos gatos, foi observado que o vírus afecta o cérebro, causando danos e coagulação dos vasos sanguíneos, resultando em convulsões e morte.
Em resposta ao surto, mais de 20 tigres no zoológico foram isolados e estão sob vigilância rigorosa. Este zoológico alberga cerca de 3.000 outros animais, incluindo leões, ursos, rinocerontes, hipopótamos e girafas. Os 30 funcionários responsáveis pelos cuidados dos tigres testaram negativo para a gripe aviária e estão em condições normais de saúde, conforme informado pelo VNExpress.
Além disso, um outro surto de gripe aviária foi reportado em um zoológico na província vizinha de Long An, onde 27 tigres e três leões faleceram em apenas uma semana no mês de Setembro.
Estirpes raras de gripe originadas em animais têm sido ocasionalmente detectadas em humanos. As autoridades de saúde dos Estados Unidos informaram que dois trabalhadores de uma área de laticínios na Califórnia foram infectados, elevando o total de casos detectados no país para 16 em 2024.
Jason Baker, vice-presidente sénior da PETA, comentou sobre a tragédia das mortes de 47 tigres, três leões e uma pantera no My Quynh Safari e no Jardim Zoológico Vuon Xoai, afirmando que “destaca os riscos de manter animais selvagens em cativeiro”. Baker sublinhou que “a exploração de animais selvagens também coloca em risco a saúde humana global, aumentando a probabilidade de outra pandemia.”
A gripe aviária já causou centenas de mortes em todo o mundo, sendo que a grande maioria dos casos envolve contacto directo entre pessoas e aves infectadas.
Um tribunal na África do Sul condenou Nkosinathi Phakathi a 42 penas de prisão perpétua por 90 violações, a maioria delas cometidas contra crianças, num caso que chocou o país desde a sua detenção, em 2021.
A decisão foi anunciada durante uma audiência transmitida ao vivo pelos principais canais de notícias sul-africanos, em 2022, onde o criminoso já havia sido condenado.
O juiz Lesego Makolomakwe, responsável pelo veredicto, descreveu como algumas das vítimas foram abordadas enquanto se dirigiam para a escola, vestindo os seus uniformes, enquanto outras se encontravam em casa a preparar-se para sair. Este padrão de ataques brutais contribuiu para o impacto devastador do caso na sociedade sul-africana.
Durante a sessão no tribunal de Palm Ridge, nos arredores de Joanesburgo, Phakathi, de 40 anos, manteve o rosto coberto por uma máscara cirúrgica, tentando esconder-se do olhar público.
As autoridades detalharam ainda como ele conseguiu enganar algumas das suas vítimas, fazendo-se passar por jardineiro, por alguém que precisava de reparar esgotos, ou como um funcionário municipal que alegava preencher documentos importantes para poder entrar nas casas das pessoas.
Enquanto ouvia as sentenças, Phakathi permaneceu imóvel e sem reacção, com a cabeça deitada sobre os braços e apoiado em muletas, resultado de uma perna amputada após ter sido baleado pela polícia no momento da sua detenção.
Além dos 90 crimes de violação, Phakathi também foi condenado por forçar quatro outras pessoas a cometer violações, por obrigar uma criança a assistir a actos sexuais em três ocasiões, por 43 raptos, duas agressões e quatro roubos. O juiz destacou a frieza com que os crimes foram cometidos, sem sinais de arrependimento por parte do criminoso.
A África do Sul enfrenta níveis alarmantes de criminalidade, com um aumento contínuo da violência sexual. Entre Abril e Junho de 2024, foram registados 9.309 casos de violação, um aumento de 0,6% em comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com dados da polícia.
Esta situação tem levado a uma crescente onda de críticas por parte de activistas dos direitos das mulheres, que acusam o governo de não implementar medidas suficientemente eficazes para combater a violência de género e proteger as mulheres e crianças.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC), no âmbito da implementação dos seus programas e projectos, está a recrutar um (1) Oficial de Finanças. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Assistente de Finanças. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar onze (11) Assistentes – Distribuição. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Fiel – Armazém. Saiba mais.
A Aga Khan Foundation (AKF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Monitoring, Evaluation, Research & Learning (MERL) Manager. Saiba mais.
A Millennium Challenge Account – Moçambique pretende recrutar um (1) Especialista em Reformas Políticas e Institucionais – PIR (Transportes). Saiba mais.
A Millennium Challenge Account – Moçambique pretende recrutar um (1) Director de Agregação da Agricultura Comercial e Gestão de Subvenções. Saiba mais.
Numa nova escalada de tensões no Médio Oriente, o Irão lançou um ataque directo contra Israel, atingindo principalmente a cidade de Tel Aviv.
Este foi o primeiro ataque directo após o agravamento dos conflitos entre Israel e o grupo extremista Hezbollah, que opera no Líbano e recebe apoio do regime iraniano.
O governo israelita já prometeu uma resposta firme a esta ofensiva, que surge como retaliação ao assassinato dos líderes do Hezbollah e do Hamas. Um atentado simultâneo nas proximidades de Tel Aviv resultou na morte de oito pessoas.
Segundo a televisão estatal iraniana, o Irão disparou aproximadamente 200 mísseis balísticos em direcção ao território israelita na terça-feira (01). Este ataque marca uma nova fase no conflito, sendo o primeiro desde o recente aumento de hostilidades entre Israel e o Hezbollah.
Na véspera deste ataque, Israel tinha lançado uma ofensiva terrestre no Líbano, visando alvos específicos do Hezbollah, como resposta a mais de uma semana de bombardeamentos sobre diversas regiões do Líbano, incluindo a capital, Beirute.
Há cerca de um ano, Israel encontra-se também envolvido numa guerra com o Hamas, na Faixa de Gaza, após a invasão do grupo terrorista ao sul de Israel, que resultou na morte de 1,2 mil pessoas e no sequestro de centenas. Desde então, o Hezbollah tem bombardeado o norte de Israel, em solidariedade ao Hamas.
A situação na região agravou-se nos últimos dias, com intensos bombardeios israelitas sobre posições do Hezbollah em várias partes do Líbano. Um desses ataques, realizado na sexta-feira (27), resultou na morte do líder do grupo extremista, Hassan Nasrallah, intensificando ainda mais as tensões.
Neymar Júnior anunciou a sua despedida da selecção brasileira, encerrando uma trajectória marcada por conquistas, mas sem o sonho de levar para casa o...
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), em colaboração com o Gabinete Central de Prevenção e Combate à Droga (GCPCD), realizou a incineração de...