As recentes inundações ocorridas no início do ano exacerbaram a escassez de salas de aula na província de Sofala. Actualmente, o número de turmas que funcionam ao ar livre aproxima-se das setecentas, uma situação preocupante para a comunidade educativa.
Segundo os dados mais recentes, a província enfrenta uma necessidade de aproximadamente 2.400 salas de aula. Este déficit afecta directamente mais de 43.000 alunos obrigados a estudar em condições precárias. O director provincial de Educação em Sofala, Luís Meno, identificou os distritos de Chemba, Marromeu, Muanza e Machanga como os mais afectados por esta carência.
Luís Meno informou que o governo está a mobilizar recursos para a construção de novas infraestruturas escolares e para a restauração das que foram danificadas por desastres naturais. A situação apresenta-se como um desafio urgente para garantir um ambiente de aprendizagem adequado às crianças da província.













