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Sábado, Julho 25, 2026
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Quatro supostos naparamas mortos em confronto com a polícia em Gurúè

A Polícia da República de Moçambique (PRM) esteve envolvida em um violento confronto que resultou na morte de quatro membros de uma milícia, conhecidos na região como naparamas. 

O incidente ocorreu no posto administrativo de Lima, no distrito de Gurúè, e culminou com três agentes da polícia gravemente feridos.

A revelação foi feita por Miguel Caetano, chefe do Departamento de Relações Públicas do Comando Provincial da PRM na Zambézia, durante uma conferência de imprensa. Caetano confirmou que o ataque por parte dos naparamas iniciou com a vandalização e pilhagem de vários estabelecimentos comerciais locais, seguido do incêndio de uma viatura da polícia.

Em declarações ao jornal Notícias, Miguel Caetano detalhou a cronologia dos eventos: “O grupo atacou uma posição das autoridades policiais, o que resultou no baleamento mortal de três dos seus integrantes”. A polícia, por sua vez, não se deixou intimidar e respondeu ao ataque, resultando na eliminação de mais um membro da milícia.

Após o confronto, as forças de segurança estão empenhadas em localizar os restantes elementos do grupo, que se encontram a refugiar-se nas matas da região. A PRM reforça o seu compromisso na luta contra a criminalidade e na restauração da ordem pública, perante a crescente preocupação com a actuação de grupos armados na Zambézia.

Tambara isolado após danos na estrada regional número 529 devido a chuvas intensas

O distrito de Tambara, na província de Manica, encontra-se isolado há três dias devido ao corte da Estrada Regional Número 529 (N 529), resultado das intensas chuvas que têm atingido a região. 

A ponte sobre o rio Nhamacombe, que facilitava o acesso ao distrito e à vizinha Guro, sofreu severos danos, dificultando a circulação de pessoas e de bens, incluindo camiões que transportam alimentos essenciais para a população e para os agentes económicos locais.

A interrupção da circulação ocorre a apenas sete quilómetros do povoado de Calingamussi, no distrito de Guro, o que levou as administrações locais a unirem esforços para restaurar a transitabilidade da estrada em breve.

A administradora de Guro, Angelina Nguiraze, informou ao jornal Notícias que as equipas já estão a trabalhar na recuperação da infra-estrutura. “A chuva retirou parte da areia na infra-estrutura, deixando a base vulnerável, na madrugada de domingo. As equipas estão a trabalhar para repor a transitabilidade”, afirmou.

A situação tornou-se ainda mais preocupante, conforme relatou o administrador de Tambara, Mário Pita Doa. Ele destacou que a falta de acesso directo à região está a causar uma grave escassez de alimentos, especialmente cereais. “Os camiões que transportam alimentos para o distrito estão impedidos de entrar, o que está a propiciar uma crise alimentar grave, obrigando a maior parte da população a alimentar-se de frutos silvestres, abóbora e maçaroca”, lamentou.

Para contornar a falta de víveres, parte da população tem recorrido a regiões como Chemba e Sena, na província de Sofala, e outros optam por viajar de canoa pelo rio Zambeze até a região de Doa, na República do Maláui. “Dependemos de alimentos de Tete, Chimoio e Báruè, mas com esta situação, a entrada de mercadorias está comprometida, devido à falta de alternativas à N 529. Há camiões carregados de cereais que não conseguem entrar no distrito, e os armazéns locais já não têm stock”, explicou Mário Pita Doa.

Ex-reclusos de Guantánamo condenam uso da prisão para detenção de imigrantes

Mansoor Adayfi, coordenador do Projecto Guantánamo da CAGE Internacional e ex-recluso da infame prisão, fez ecoar a voz de 15 antigos detidos em uma carta que critica a utilização contínua de Guantánamo como um centro de detenção. 

Adayfi, que passou 14 anos encarcerado sem qualquer acusação, descreve o local como um “buraco negro” onde a dignidade humana é obliterada e os direitos são sistematicamente violados.

A carta, à qual a agência espanhola EFE teve acesso exclusivo, revela as experiências traumáticas de quem viveu sob a brutalidade do sistema que define Guantánamo. “Guantánamo não é apenas uma prisão: é um lugar onde a lei é distorcida, a dignidade é retirada e o sofrimento é escondido atrás de arame farpado”, afirmam os ex-reclusos. O documento clama por justiça e destaca que “ninguém merece ser atirado para um sistema criado para o apagar”.

Adayfi sublinha que o foco não deve ser apenas o tratamento dos novos detidos, mas sim a razão pela qual eles são enviados para Guantánamo. “Guantánamo é uma das maiores violações dos direitos humanos do século XXI”, insiste, abordando a problemática a partir da Sérvia.

A CAGE International, uma organização sem fins lucrativos com sede em Londres, denuncia a opressão estatal na sequência do ataque de 11 de Setembro de 2001, que resultou em cerca de 3.000 mortos.

A organização salientou que a recente decisão do ex-presidente Donald Trump de expandir a utilização de Guantánamo para alojar até 30.000 imigrantes indocumentados apenas perpetua a injustiça e nega protecção constitucional a esses indivíduos.

“Esta ordem não só permite a injustiça, como a garante”, afirmam os ex-reclusos, que alertam para os riscos de abusos em um sistema que, segundo eles, foi projectado para destruir vidas. Entre os signatários da carta estão nomes como Ahmed Errachidi, Lakhdar Boumediene, Sufyian Barhoumi, Hisham Sliti, Tarek Dergoul e Moazzam Begg, todos repatriados sem acusações.

O grupo reforça que a questão não se resume a segurança, mas sim a uma questão de poder e controlo, usando a escuridão de Guantánamo para encobrir injustiças adicionais.

Recentemente, um conjunto de 15 organizações de defesa dos direitos humanos, incluindo a União Americana das Liberdades Civis (ACLU), pediu ao governo dos Estados Unidos o acesso aos imigrantes detidos, numa tentativa de assegurar que os direitos humanos sejam respeitados.

Novos casos de cólera registados em Moçambique após 45 dias sem reportes

As autoridades sanitárias moçambicanas alertaram para o regresso da cólera, com novos casos confirmados após um período de mais de 45 dias sem episódios da doença. 

A enfermidade, que anteriormente se encontrava restrita ao distrito de Mogovolas, foi agora detectada nos distritos de Murrupula e na cidade de Nampula, além de Mopeia, na província da Zambézia.

Segundo o último relatório do Ministério da Saúde (MISAU), desde o início da epidemia, em Outubro, foram notificados um total de 466 casos positivos, representando um aumento de 120 casos desde a última actualização em 16 de Dezembro. Este aumento ocorre num contexto em que as actividades de tratamento foram temporariamente suspensas devido à vandalização do Centro de Tratamento de Cólera (CTC) de Nametil.

O MISAU revelou que, do total de casos, 418 foram registados na província de Nampula e 48 na Zambézia. O número de óbitos permanece em 29, dos quais 25 ocorreram na comunidade, o que motivou o sector da saúde e seus parceiros a activarem um alerta máximo e a intensificarem as medidas de prevenção e controlo da doença. Esta situação é ainda mais preocupante, tendo em conta que as chuvas afectam praticamente todo o país, o que pode agravar as condições de saneamento nas áreas mais vulneráveis.

Em resposta a este surto, as autoridades têm implementado uma série de acções preventivas, incluindo campanhas de vacinação e sensibilização acerca das práticas de higiene e saneamento.

O MISAU enfatiza a necessidade de educar as comunidades sobre a importância do consumo de água tratada, seja através de cloro ou fervura, assim como a lavagem das mãos com água e sabão, especialmente após o uso de latrinas e antes do manuseamento de alimentos.

Jair Bolsonaro convoca manifestações contra Lula da Silva para 16 de Março

O ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro anunciou a convocação de manifestações em todo o país para o próximo dia 16 de Março, em protesto contra o actual Chefe de Estado, Luiz Inácio Lula da Silva. 

O movimento também pede a amnistia para os apoiantes de Bolsonaro que participaram nos actos de vandalismo em Brasília, em 2023.

Num vídeo divulgado nas redes sociais, Bolsonaro revelou que participará de um dos eventos na icónica praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. “A nossa pauta: liberdade de expressão, segurança, custo de vida, Lula fora em 2026 e amnistia agora. Eu, Silas Malafaia, e outras lideranças estaremos em Copacabana”, afirmou o ex-presidente na segunda-feira.

A convocação de protestos surge em um momento delicado para o governo de Lula da Silva, que enfrenta uma queda nos índices de popularidade e uma série de ataques por parte da oposição.

Os opositores têm disseminado informações falsas sobre propostas económicas do governo, enquanto a inflação tem contribuído para o aumento do custo de vida, especialmente no que diz respeito aos alimentos.

As manifestações de 16 de Março prometem mobilizar uma significativa base de apoio à figura de Bolsonaro, num cenário político já marcado por tensões e divisões. A participação de líderes religiosos, como o pastor protestante Silas Malafaia, também poderá galvanizar mais adeptos, reflectindo o apoio que Bolsonaro ainda mantém entre sectores conservadores da sociedade brasileira.

Israel inicia negociações sobre a segunda fase do cessar-fogo em Gaza

O Ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, anunciou que o Estado hebraico dará início, ainda esta semana, às negociações referentes à segunda fase do acordo de cessar-fogo em Gaza.

A confirmação surgiu após uma reunião do gabinete de segurança, realizada na noite anterior.

Durante a sessão, o gabinete decidiu avançar com as discussões, que estavam inicialmente previstas para o dia 3 de Fevereiro, conforme reportado pelo jornal britânico The Guardian.

Esta fase do acordo inclui não apenas a liberação dos reféns restantes, mas também a retirada total das tropas israelenses do território de Gaza. O cessar-fogo entre Israel e o Hamas está segmentado em três partes distintas, reflectindo a complexidade da situação.

Além disso, Saar enfatizou a necessidade de uma “desmilitarização completa de Gaza”, afirmando que Israel não aceitará a presença contínua do Hamas ou de quaisquer outros grupos considerados terroristas na região.

PGR do Brasil acusa Jair Bolsonaro de conspiração para matar Lula da Silva e outros

A Procuradoria-Geral da República (PGR) do Brasil lançou sérias acusações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmando que ele tinha conhecimento e concordou com um plano para assassinar o seu sucessor, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro Alexandre de Moraes. 

A revelação ocorreu na terça-feira, no âmbito de uma investigação sobre tentativas de golpe de Estado e organização criminosa.

Segundo a PGR, Bolsonaro e membros de uma organização criminosa estruturaram um plano denominado “Punhal Verde Amarelo”, que visava atacar instituições democráticas e desestabilizar o funcionamento dos Poderes. A acusação destaca que o referido plano foi apresentado ao gabinete presidencial, onde Bolsonaro teria manifestado apoio, coincidindo com a divulgação de um relatório do Ministério da Defesa que afirmava a inexistência de fraudes nas eleições.

“A organização criminosa planeou um ataque meticuloso, com o objectivo de neutralizar o Supremo Tribunal Federal (STF) e, em última instância, levar a cabo um golpe que incluiria o assassinato do presidente e vice-presidente da República, além de um ministro do STF”, afirmou a PGR. Este plano, segundo as investigações, revelou uma operação de execução de um golpe de Estado, evidenciando a gravidade da situação.

Nesta mesma data, Bolsonaro foi formalmente acusado de crimes relacionados a golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa. Juntamente com Bolsonaro, também foram indiciados o tenente-coronel Mauro Cid e o ex-ministro Braga Netto.

Bolsonaro formalmente acusado de tentativa de golpe de Estado

O ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro e mais 33 co-acusados foram formalmente acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por uma alegada tentativa de golpe de Estado, após a derrota nas eleições de 2022. 

As acusações foram apresentadas na terça-feira no Supremo Tribunal Federal (STF) e abrangem cinco crimes distintos relacionados à tentativa de impedir que Luiz Inácio Lula da Silva assumisse a presidência.

Segundo o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet Branco, as acusações baseiam-se em uma extensa colecta de provas, incluindo manuscritos, ficheiros digitais e trocas de mensagens que evidenciam um esquema destinado a perturbar a ordem democrática. “Descrevem, em pormenor, a trama conspiratória montada e executada contra as instituições democráticas”, informa o comunicado da PGR.

Entre as acusações, destaca-se o crime de “organização criminosa armada”, supostamente liderada por Bolsonaro e por Walter Braga Netto, seu candidato a vice-presidente. Segundo o gabinete de Branco, os réus tentaram, de forma coordenada, impedir que o resultado das eleições de 2022 fosse respeitado.

A decisão da PGR fundamenta-se num relatório da Polícia Federal, que, após uma investigação de dois anos, concluiu que Bolsonaro tinha “pleno conhecimento e participou activamente” da conspiração. Em resposta às acusações, Bolsonaro negou qualquer envolvimento e qualificou o processo como uma “perseguição” política.

Os advogados de defesa do ex-presidente não se manifestaram imediatamente sobre o caso. É importante notar que a possibilidade de prisão de Bolsonaro antes do julgamento é considerada remota, a menos que o ministro do STF Alexandre de Moraes, responsável pelo caso, o considere um risco de fuga.

A investigação revelou que a conspiração remonta a 2021, marcada por “ataques sistemáticos ao sistema de votação electrónica”. Durante a segunda volta das eleições, em Outubro de 2022, houve mobilização dos órgãos de segurança para frustrar o voto nos opositores, culminando nos actos de violência e vandalismo em 8 de Janeiro de 2023, quando os apoiantes de Bolsonaro invadiram o Palácio da Alvorada, o Congresso e o Supremo Tribunal Federal.

Além disso, a PGR destacou que a organização criminosa supostamente liderada por Bolsonaro pressionou líderes militares a considerar acções de força para impedir a posse do presidente eleito. Investigações também revelaram um plano para assassinar Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e um juiz de alto escalão, com a alegada participação de Bolsonaro.

A$AP Rocky absolvido em julgamento de agressão em Los Angeles

Um júri de Los Angeles pronunciou-se na terça-feira, absolvendo o rapper norte-americano A$AP Rocky de duas acusações de agressão, relacionadas com um incidente ocorrido em 2021, no qual foi acusado de disparar contra um antigo colaborador.

Após cerca de três horas de deliberação, o júri alcançou um veredicto favorável ao artista, num julgamento que se arrastou por aproximadamente três semanas e que ameaçava comprometer a sua carreira musical. Em declarações após o anúncio do veredicto, A$AP Rocky, cujo nome verdadeiro é Rakim Mayers, expressou a sua gratidão: “Obrigado por me salvarem a vida. Tomaram a decisão certa.”

O rapper, visivelmente emocionado, foi imediatamente aplaudido e abraçado pela sua companheira, a cantora Rihanna, que esteve ao seu lado durante todo o processo judicial, acompanhada dos dois filhos do casal, conforme relatado pela emissora ABC News.

As acusações contra A$AP Rocky surgiram após o amigo de longa data, Terell ‘Relli’ Ephron, alegar que o rapper o havia baleado durante uma disputa próximo de um hotel em Hollywood, em Novembro de 2021. Apesar das alegações, a defesa de Mayers sustentou que a arma nunca foi encontrada, um ponto crucial que influenciou o desfecho do julgamento. O Ministério Público afirmava que se tratava de uma arma semiautomática, enquanto as testemunhas da defesa indicaram que era uma arma de adereço, carregada apenas com cartuchos vazios.

Ephron, na sua declaração, testemunhou que foi atingido por uma bala que lhe passou de raspão na mão. A$AP Rocky, que se declarou inocente e rejeitou um acordo judicial, enfrentava a possibilidade de até 24 anos de prisão, caso fosse condenado.

O rapper, conhecido por seu papel no colectivo de hip hop A$AP Mob e nomeado duas vezes para os prémios Grammy, foi detido em Abril de 2022, ao chegar a Los Angeles, após uma viagem com Rihanna.

Vagas de emprego do dia 19 de Fevereiro de 2025

Foram publicadas hoje, dia 19 de Fevereiro no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Clique aqui para baixar a edição em PDF.

Vagas de emprego abertas para hoje:

1. Vaga para Diretor de Obra

A Casais Moçambique, Lda está a recrutar um (1) Diretor de Obra. Saiba mais.

2. Vaga para Namuli Program Manager

A Legado pretende recrutar um (1) Namuli Program Manager. Saiba mais.

3. Vaga para Store Manager

A RA International pretende recrutar um (1) Store Manager. Saiba mais.

4. Vaga para Técnico de Vendas

Uma empresa anónima situada em Maputo, está a recrutar um (1) Técnico de Vendas. Saiba mais.

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vaga para Programme Assistant

A World Food Programme (WFP) pretende recrutar um (1) Programme Assistant. Saiba mais.

2. Vaga para Country Manager

A RA International pretende recrutar um (1) Country Manager. Saiba mais.

3. Vaga para Team Leader

A SoCha LLC pretende recrutar um (1) Team Leader. Saiba mais.

4. Vaga para Padeiro

Uma empresa anónima está a recrutar um (1) Padeiro. Saiba mais.

5. Vaga para Estagiário para Administração

A Rigor Outsourcing pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário para Administração. Saiba mais.

6. Vaga para Country Sales Lead

O International Workplace Group (IWG) pretende recrutar um (1) Country Sales Lead. Saiba mais.

7. Vaga para Senior Specialist: M-pesa Company Secret

A Vodafone pretende recrutar um (1) Senior Specialist: M-pesa Company Secret. Saiba mais.

8. Vaga para Specialist: Dev Application Support

A Vodafone pretende recrutar um (1) Specialist: Dev Application Support. Saiba mais.

9. Vaga para M-Pesa Configuration Engineer

A Vodafone pretende recrutar um (1) M-Pesa Configuration Engineer. Saiba mais.

10. Vaga para Administrador

A ADPP Moçambique (Associação de Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo) pretende recrutar um/a (1) Administrador/a. Saiba mais.

11. Vaga para Assistente/ Oficial de Programas

A AIFO Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente/ Oficial de Programas. Saiba mais.

12. Vaga para Programador Estagiário

A Robobo Inc pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Programador Estagiário. Saiba mais.

13. Vagas para Grelhadores

Empresa vocacionada na área Catering e Prestação de Serviços, está a recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Grelhadores. Saiba mais.

14. Vaga para Gestor

A empresa Aquafish, Lda, localizada em Zavala, bairro NZile, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Gestor(a). Saiba mais.

15. Vaga para HR Associate G6

A World Food Programme (WFP) pretende recrutar um (1) HR Associate G6. Saiba mais.

16. Vaga para Digital Social Behavior Change Consultant

A UNICEF pretende recrutar um (1) Digital Social Behavior Change Consultant. Saiba mais.

17. Vaga para Motorista

Uma empresa anónima está a recrutar um (1) Motorista. Saiba mais.

18. Vaga para Digital Technology Champion – National Volunteer – Talent Pool

A VSO pretende recrutar um (1) Digital Technology Champion – National Volunteer – Talent Pool. Saiba mais.

19. Vaga para Assistente Administrativo

Uma empresa anónima pretende recrutar um (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.

20. Vagas para Serventes

Uma empresa anónima pretende recrutar dois (2) Serventes. Saiba mais.

21. Vaga para Legal Consultant on Border Management/ Bilateral Agreement

A International Organization for Migration (IOM) pretende recrutar um (1) Legal Consultant on Border Management/ Bilateral Agreement. Saiba mais.

22. Vaga para Senior Quality Operations Specialist

A CB&I pretende recrutar um (1) Senior Quality Operations Specialist. Saiba mais.

23. Vaga para B2C Key Account Manager

A Puma Energy Moçambique pretende recrutar um (1) B2C Key Account Manager. Saiba mais.

24. Vaga para Senior Environmental Specialist

A World Bank pretende recrutar um (1) Senior Environmental Specialist. Saiba mais.

Dugongo justifica preço elevado devido a aumentos nos custos de produção

A Dugongo Cimentos, localizada em Matutuine, província de Maputo, expressou preocupações sobre as implicações de uma possível redução arbitrária do preço do cimento, afirmando que tal medida poderá comprometer a produção normal e o abastecimento do mercado. 

Em comunicado emitido, a fábrica destacou que o custo do cimento é influenciado por uma variedade de factores, que não podem ser simplificados a um único valor.

Os gestores da Dugongo Cimentos enfatizaram que a produção de cimento é um processo industrial complexo, que envolve custos com calcário, gasóleo, carvão, equipamentos e matérias-primas importadas.

A fábrica reagiu à pressão popular que busca uma redução do preço de 50 kg de cimento para menos de 300 meticais, explicando que ainda não conseguiram recuperar nem metade do investimento realizado.

Para ilustrar a situação, a Dugongo Cimentos referiu que o preço do carvão subiu de 3.840 meticais por tonelada em 2021 para os actuais 6.450 meticais por tonelada, enquanto o gasóleo passou de 47 meticais por litro em 2021 para 91 meticais por litro neste momento.

Em resposta a críticas sobre a diferença de preços entre Moçambique e a África do Sul, onde o cimento Dugongo é vendido a valores inferiores, a fábrica esclareceu que o preço de exportação para o mercado sul-africano está, na verdade, abaixo do custo de produção. Esta estratégia, segundo a empresa, visa garantir a obtenção de moeda estrangeira necessária para cobrir os custos do combustível e das matérias-primas importadas.

Adicionalmente, a Dugongo Cimentos indicou que os recursos, como o carvão, estão concentrados principalmente na província de Tete. Devido à insuficiência de infra-estrutura e à longa distância até Maputo, o custo de transporte é superior ao da importação a partir da África do Sul. Como resultado, a fábrica recorre a uma exportação limitada de apenas 5% da produção total, com o intuito de assegurar a entrada de moeda estrangeira e manter a continuidade da produção.

LAM suspende voos entre Maputo e Lisboa para reforçar mercado interno

As Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) anunciaram a suspensão dos voos entre Maputo e Lisboa, com efeito, a partir de hoje (19). Esta decisão, conforme explicada pela companhia em conferência de imprensa, visa consolidar o mercado doméstico e regional da empresa.

A medida está alinhada com o Plano de 100 dias de governação, que busca optimizar a operação da LAM e avaliar o desempenho das rotas actualmente em funcionamento, nomeadamente as ligações entre Maputo/Harare/Lusaka e Maputo/Cidade do Cabo.

Em comunicado, a empresa sublinhou que o objectivo principal é reestruturar a oferta de produtos e serviços, com foco na melhoria da qualidade da assistência prestada aos passageiros. A suspensão do voo para Lisboa é parte de uma estratégia mais ampla para posicionar a LAM de forma mais competitiva no mercado regional.

Ex-Presidente da Argentina indiciado por agressão à ex-esposa

O ex-presidente argentino, Alberto Fernández, foi formalmente indiciado pela Justiça do país por um suposto caso de violência de género contra a sua ex-esposa, Fabiola Yañez.

O desfecho deste caso foi anunciado na segunda-feira, quando o juiz Julián Ercolini decidiu tornar o ex-mandatário réu.

As acusações contra Fernández remontam a 2021, período em que ainda exercia a presidência da Argentina. Segundo as informações divulgadas, o ex-presidente é acusado de ter agredido e ameaçado a sua ex-companheira. Em uma medida cautelar, o juiz ordenou o congelamento de aproximadamente dez milhões de pesos argentinos das contas de Fernández.

O ex-presidente já tinha prestado testemunho em 4 de Fevereiro, onde reiterou a sua inocência. Durante o depoimento, Fernández fez uma afirmação surpreendente, alegando que era a vítima de agressões por parte da sua ex-esposa.

Caso seja condenado, Alberto Fernández poderá enfrentar uma pena que pode chegar até 18 anos de prisão, uma situação que promete desdobramentos significativos para a vida política e pessoal do ex-chefe de Estado argentino. A sociedade argentina observa atentamente este caso, que levanta questões cruciais sobre a violência de género e a protecção das vítimas no país.

Ataque no Benim faz pelo menos 23 mortos

Nos últimos anos, o norte do Benim tem sido palco de um aumento alarmante de atentados, atribuídos pelas autoridades a membros de grupos extremistas como o Estado Islâmico (EI) e Al-Qaida, que operam a partir de países vizinhos. 

A região fronteiriça com Burkina Faso permanece como o epicentro destes ataques, colocando em evidência a crescente instabilidade na área.

O mês de Janeiro de 2024 foi particularmente trágico, com a morte de pelo menos 28 soldados beninenses num ataque reivindicado pelo Grupo de Apoio ao Islão e aos Muçulmanos (GSIM). Este incidente, que ocorreu na fronteira entre o Níger e Burkina Faso, é considerado um dos mais mortíferos contra as forças armadas do Benim nos últimos anos. Em Julho de 2023, a violência já havia causado a morte de cinco guardas florestais e sete soldados no mesmo parque nacional, evidenciando a escalada da insegurança.

Em resposta a esta situação crítica, o Ministério da Defesa do Benim anunciou a implementação de novas medidas de “apoio psicológico” para os soldados, ressaltando a importância da saúde mental no contexto das operações militares. O secretário-geral do ministério, Mathias Alizannon, afirmou que “a saúde mental dos nossos soldados não é um luxo, mas uma componente essencial da segurança nacional”.

Desde Janeiro de 2022, o Benim tem reforçado a sua presença militar na região, com o envio de cerca de 3.000 soldados para proteger as fronteiras, através da Operação Mirador. Além disso, mais 5.000 soldados foram recrutados para intensificar a segurança no norte do país.

Apesar do aumento das medidas de segurança, as autoridades beninenses têm sido reticentes em comunicar sobre os ataques, embora tenham relatado cerca de 20 incursões transfronteiriças desde 2021.

Segundo uma fonte diplomática citada pela agência noticiosa France-Presse (AFP), 121 soldados beninenses foram mortos entre 2021 e Dezembro de 2024, sublinhando a gravidade da situação e a urgência de uma resposta eficaz.

Deslizamento de terras na China soterra casas e desloca milhares de pessoas

Um deslizamento de terras devastador, provocado por dias consecutivos de chuvas intensas, soterrou dez casas na vila de Junlian, integrante do município de Yibin. 

As autoridades locais informaram que cerca de 800 pessoas, pertencentes a 139 agregados familiares, foram evacuadas e transferidas para locais seguros em resposta à catástrofe.

O deslizamento também causou danos significativos, afectando mais de 100 hectares de áreas agrícolas na região. Desde o ocorrido, uma vasta mobilização tem sido realizada no local, com a participação de mais de 3.000 elementos das equipas de emergência, incluindo polícia, bombeiros e serviços médicos. As operações de resgate contam ainda com a colaboração de unidades caninas, drones e equipamentos especializados para detecção de sinais de vida, conforme noticiado pela agência oficial Xinhua.

Em adição aos esforços de salvamento, as autoridades iniciaram a reconstrução das áreas e casas afectadas pelo deslizamento. No entanto, os trabalhos enfrentam desafios devido à geografia acidentada da zona montanhosa, bem como a condições meteorológicas adversas, que incluem chuva e nevoeiro intenso, dificultando o acesso e as operações.

O Presidente da China, Xi Jinping, manifestou preocupação com a situação, apelando a “esforços máximos” para minimizar o número de vítimas e para uma “gestão adequada” das consequências deste trágico incidente.

Acidente de ónibus provoca morte de 30 pessoas na Bolívia

Um grave acidente de viação na Bolívia resultou na morte de pelo menos 30 pessoas e deixou diversos feridos. 

O incidente ocorreu entre as cidades de Potosi e Oruro, quando um ónibus que seguia a rota entre La Paz e Villazón, na fronteira com a Argentina, perdeu o controlo e despencou por um despenhadeiro de aproximadamente 800 metros.

De acordo com relatórios da imprensa local, entre os 15 feridos estão várias crianças, algumas das quais se encontram em estado grave e necessitam de cuidados médicos intensivos. As operações de resgate continuam em curso, conforme afirmou o coronel Limbert Choque, que lidera as equipas de socorro. “Eles (os agentes) ainda estão resgatando os corpos, enquanto são realizadas as investigações”, esclareceu o oficial.

As autoridades locais suspeitam que o excesso de velocidade tenha sido o principal factor que contribuiu para o acidente, levando o motorista a perder o controlo do veículo em uma curva perigosa. A situação continua a ser investigada, e mais informações sobre as causas do despiste e a identidade das vítimas devem ser divulgadas nas próximas horas.

População invade mina de turmalina na província de Manica

A população de Nhampassa, no distrito de Báruè, em Manica, tomou a decisão de invadir e explorar uma mina de turmalina, alegando incumprimento das promessas de responsabilidade social por parte da empresa concessionária, a Sominha, Lda. 

Este ato de desespero acontece após três meses de crescente descontentamento, com os moradores a acusarem o empresário Nadat de não cumprir os acordos firmados desde 2007.

Quando a mina foi concessionada à Sominha, a empresa comprometeu-se a realizar diversas obras e serviços que beneficiariam a comunidade, incluindo a construção anual de dez casas, a edificação de uma escola secundária, a construção de um hospital, a reabilitação da estrada principal, a abertura de furos de água e a aquisição de uma ambulância.

Contudo, após 18 anos, apenas seis habitações foram construídas, ainda em fase de acabamentos, o que gerou frustração e indignação entre os residentes.

Em resposta à invasão, a administração distrital de Báruè emitiu um comunicado exigindo o abandono imediato da mina, uma ordem que não foi acatada pela população. Matias Meneses, um dos representantes da comunidade, expressou o seu descontentamento, afirmando que o empresário seduziu tanto a população quanto as autoridades locais com promessas não cumpridas. “Estamos aqui a explorar nossos próprios recursos porque o empresário não fez nada por nós”, disse Meneses.

Bernardo Tempo, outro porta-voz da população, sugere a criação de uma associação que administre a mina e seus recursos de forma autónoma, apelando ao governo para intervir e busque uma solução pacífica para o conflito. “Pedimos que o governo nos ajude a resolver este conflito, sem recurso à força policial”, acrescentou.

David Franque, administrador de Báruè, reconheceu que a Sominha não cumpriu as suas obrigações de responsabilidade social. Ele explicou que a invasão ocorreu em um período de manifestações pós-eleitorais, onde as condições para negociação eram limitadas.

Franque expressou a sua preocupação quanto à exploração desordenada dos recursos, que, apesar de compreensível na ausência de ação da empresa, pode resultar em problemas de sustentabilidade e segurança para os garimpeiros.

Avião da Delta Airlines capota em Toronto durante pouso e deixa 18 feridos

Um acidente aéreo chocante ocorreu na segunda-feira no Aeroporto de Toronto, onde um avião da Delta Airlines capotou durante o pouso, resultando em dezoito feridos, sendo três deles em estado grave, incluindo uma criança.

O incidente aconteceu por volta das 16h45, equivalente a 14h45 no horário local.

A aeronave envolvida, um Mitsubishi CRJ-900LR, estava em rota de Minneapolis, nos Estados Unidos, para o Canadá quando ocorreu o capotamento. A ministra dos Transportes canadense, Anita Anand, confirmou a situação preocupante dos feridos e destacou a presença de uma criança entre aqueles que necessitam de cuidados médicos intensivos.

Após o acidente, imagens que circularam nas redes sociais mostraram os passageiros a abandonarem a aeronave com a ajuda de equipas de resgate que rapidamente se mobilizaram no local.

As autoridades continuam a investigar as causas do capotamento, e até o momento, não há informações concretas sobre o que pode ter provocado este incidente.

O caso levanta preocupações sobre a segurança das operações aéreas e a necessidade de esclarecimentos detalhados sobre os factores que contribuíram para o acidente. As investigações estão em curso e as autoridades prometem manter o público informado à medida que novos dados surjam.

EUA suspendem apoio a programa de circuncisão em Moçambique

O Departamento de Eficiência do Governo dos Estados Unidos (DOGE), sob a liderança de Elon Musk, anunciou a suspensão de um programa de apoio à circuncisão masculina em Moçambique, que estava avaliado em 10 milhões de dólares. 

Esta decisão integra uma lista de 15 programas cancelados em diversos países ao redor do mundo, incluindo na África, Ásia e Europa.

Segundo informações veiculadas pela Sic Notícias, esta medida representa um sério revés na luta contra o HIV/Sida em Moçambique, comprometendo a execução de importantes programas de saúde. O corte no financiamento não apenas limita a provisão de profissionais de saúde, mas também põe em risco a distribuição de medicamentos essenciais, afectando a eficiência dos serviços fundamentais à população.

O ministro da Administração Estatal e Função Pública, Inocêncio Impissa, expressou a preocupação do Governo moçambicano, sublinhando que a suspensão do apoio dos EUA poderá agravar a logística dos medicamentos, aumentando o risco de superlotação nos armazéns.

Em resposta a esta situação crítica, o Governo está em diálogo com a embaixada dos Estados Unidos, numa tentativa de mitigar os impactos adversos e assegurar a continuidade dos serviços de saúde vitais para a população.

Homem tenta assaltar banco com pistola de água em forma de dinossauro

Um homem foi detido após tentar assaltar um banco utilizando uma pistola de água, numa abordagem que rapidamente se tornou quase “hilariantemente” insólita, segundo reportagens do South China Morning Post.

O incidente ocorreu em Gijang-gun, onde o assaltante, munido de um saco de viagem, dirigiu-se ao segundo andar da instituição bancária, onde se encontravam funcionários e clientes. Em um ato que deixaria muitos perplexos, ele ergueu um saco plástico preto, imitando uma arma, e gritou: “Ponham-se de joelhos!” A cena provocou gritos de pânico entre os clientes presentes, enquanto o homem parecia exigir dinheiro.

O desenrolar do “assalto” foi rápido, durando cerca de dois minutos, até que um dos clientes, identificado como Park Cheon Gyu, interveio. Park, um ex-militar das forças especiais, estava no banco a celebrar o aniversário da esposa.

De acordo com ele, a mulher comentou que seria um aniversário que nunca esqueceria, o que motivou Park a agir. “Naquele momento, pensei que, como só havia um assaltante, só tinha de lhe tirar o saco. Senti que era o único cliente que podia resolver a situação e quis acabar com isto o mais depressa possível”, relatou Park à imprensa.

As autoridades informaram que o assaltante, que estava desempregado há cinco anos, enfrentava sérias dificuldades financeiras, o que o levou a esta tentativa desesperada.

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