Destaque Advogado de Lindsay Clancy considera perdão presidencial como opção de defesa

Advogado de Lindsay Clancy considera perdão presidencial como opção de defesa


Menos de uma semana após a anulação do julgamento de Lindsay Clancy, o seu advogado, Kevin Reddington, delineou as possíveis estratégias de defesa da mulher acusada de matar os três filhos.

Em uma entrevista à rádio “Good Morning America”, Reddington deixou claro que está disposto a negociar com o Ministério Público, considerando até um pedido de perdão presidencial dirigido a Donald Trump.

“Peço ao Sr. Presidente que considere esta jovem, tendo em conta o que passou, e que pense na possibilidade de um perdão”, afirmou Reddington durante a transmissão. Embora o perdão possa ser solicitado apenas para crimes federais, Trump já usou o seu poder de perdão em casos não federais anteriormente.

Após ser questionada pela Reuters, a Casa Branca enviou respostas restritas sobre os comentários de Trump a respeito do caso. No último dia 8, o Presidente descreveu as acções de Clancy como “horríveis”, sublinhando que “há um preço a pagar”, que poderia incluir uma instituição mental ou a prisão.

Sem um perdão assegurado, Reddington expressou disponibilidade para dialogar com Timothy Cruz, procurador do distrito de Plymouth County, a fim de encontrar um acordo que satisfaça ambas as partes. Reddington referiu-se ao procurador como um “cavalheiro conservador” e manifestou a esperança de que Cruz reavalie a situação após a análise das provas apresentadas durante o julgamento.

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Na sexta-feira, Cruz declarou que ainda não havia tomado uma decisão sobre a apresentação de novas acusações contra Clancy. As partes estão agendadas para se reunir novamente no dia 29 de Setembro, onde avaliarão futuras possibilidades no processo. Reddington mostrou-se optimista quanto à abordagem utilizada durante a defesa, recusando-se a mudar qualquer linha argumentativa. “Por que haveria de o fazer? Eu ganhei o caso”, afirmou, recordando que o julgamento foi considerado nulo, pois onze jurados votaram a favor da injustiça por incapacidade mental, enquanto apenas um votou pela condenação.

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