Trata-se de uma acção que surge integrada na componente da Política Nacional de Inserção Social para acompanhar a dinâmica do desenvolvimento do país em face do surgimento de mega-projectos, sobretudo na área da mineração.
De acordo com o delegado do INEFP em Sofala, Domingos Francisco, basicamente a ideia surge para incluir todos os cidadãos através da Estratégia de Emprego e Formação Profissional. Segundo preconizam as regras da Organização Internacional do Trabalho (OIT), no dizer da nossa fonte, cada sala vai comportar 16 formandos. Posteriormente será lançada ainda este ano na região a formação dos deficientes auditivos nas línguas de sinais.
Conforme precisou o delegado do INEFP em Sofala, para as senhoras, vai ser introduzido ainda este mês um curso de cabeleireiro. Além disso, unidades móveis desdobram-se pelos diversos pontos de difícil acesso na província de Sofala, nas componentes de serralharia civil.
Domingos Francisco acrescentou que ainda nos próximos dias, o Fundo de Desenvolvimento de Competências (FUNDEC) vai financiar em Sofala a formação de serralheiros, pedreiros, restaurante-bar, agro-processamento, tracção animal, reparação de motorizadas, mecânica-auto, electricidade instaladora, incluindo pequenos negócios na área transversal.
Uma média de 5830 pessoas foi formada no ano passado na região contra a meta fixada em 6315 elementos, enquanto um memorando de entendimento acaba de ser assinado com a Universidade Zambeze e Instituto Industrial da Beira para a utilização do equipamento da última geração do INEFP pelos estudantes na electricidade, electrónica, serralharia, mecânica e soldadura de oxigénio e acetileno.
Uma comissão multissectorial constituída pelos membros do Governo cujas instituições estão envolvidas na viabilização de acções para dar lugar à construção do regadio de Chimunda, coordenado pelo Fundo de Desenvolvimento Agrário (FDA), chumbou e devolveu quarta-feira passada, o modelo das casas de construção precária, apresentado pela Direcção Provincial das Obras Públicas e Habitação.
A planta chamada evolutiva para as referidas barracas provisórias, é do tipo III, sendo constituídas por uma casa de banho e cozinha. Esta planta não reuniu consenso da comissão dirigida pelo secretário permanente provincial, Luís Mambero, pois, segundo soubemos, além de acarretar custos elevadíssimos para a sua edificação, não há tanta necessidade de uma casa dessa natureza porque não é definitiva.
Informações em nosso poder apontam que o orçamento do modelo das casas ora chumbado, era de 15 milhões de meticais para um conjunto de 70 casas a serem construídas nos talhões já distribuídos aos beneficiários no centro de reassentamento de Chimunda-Chicudo.
Perante este cenário, a comissão governamental reúne-se, novamente, esta semana, para apreciar o novo modelo das casas provisórias elaborado pela Direcção Provincial das Obras Públicas e Habitação para posterior deliberação do Executivo de Agostinho em a sessão ordinária.
Enquanto não se decide o tipo de casas a construir, as famílias que vivem no perímetro do regadio, continuam a fazer machambas e semear culturas diversas, aproveitando as chuvas que estão a cair na região. Esta atitude constitui, igualmente, um entrave para o avanço das obras de edificação do regadio, pois, além das casas, as máquinas trabalham tentando evitar a destruição das machambas.
O coordenador do Projecto de Irrigação do Vale de Save (PIVASA), António Fernando Guerra, disse em entrevista a nossa fonte que a ligeira demora do início das obras de emergência pode embaraçar o empreiteiro que precisa de ter a área livre para as suas actividades.
“Sabemos e estamos envolvidos juntamente com o Governo provincial para encontrar estratégias urgentes para viabilizar o processo de reassentamento das populações. Da parte do FDA, só espero que haja celeridade na tomada de decisões e sua implementação para que as obras do regadio avancem em toda a largura do terreno”, desejou António Guerra.
Guerra não avançou em detalhes o tipo da contribuição do FDA no reassentamento das famílias. No entanto disse que, como instituição estatal, está envolvida na disponibilização de apoio técnico para que tudo corra tal como está previsto.
“Espero que o atraso de reassentamento não afecte em larga escala as obras, porque se isso acontecer, haverá necessidade de reajustar os orçamentos uma vez que as máquinas, neste momento, não estão a trabalhar na sua plenitude porque a área não está totalmente disponível”, disse.
Um outro fenómeno que precisa de pronta intervenção do Governo, é o aparecimento de novas machambas e palhotas na área do regadio.
“A chuva é boa para os agrónomos e é má para os construtores. Enquanto uns querem a chuva para semear, outros não querem porque atrasa o andamento das obras, daí que as pessoas que ainda estão no perímetro do regadio, estão a lançar novas culturas, e outros ainda estão a construir novas casas para serem indemnizados. É isto que urge combater para não encarecer as obras do regadio assim como do reassentamento”, alertou António Guerra.
A linha férrea de Ressano Garcia, principal via de escoamento de carga de e para o porto, não está a receber comboios comerciais e de passageiros desde 19 de Fevereiro último, apesar de, há semanas, os Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) terem-na declarado apta para o efeito após obras numa ponte na zona de Tenga.
Com efeito, depois de na última sexta-feira o tráfego rodoviário entre Maputo e Matola ter se mergulhado num caos devido ao congestionamento, a situação voltou a repetir-se no dia seguinte, sábado, com várias dezenas de camiões transportando carga para o porto a concentrar-se não só no recinto da Portagem de Maputo, como também ao longo do troço entre a portagem e a entrada para o recinto portuário.
Outras tantas dezenas de camiões foram sendo imobilizados ao longo daquela via até sensivelmente ao bairro de Mahlampsene, na Matola, uma decisão articulada entre a Polícia da República de Moçambique e a TRAC, concessionária da estrada.
Entretanto, e segundo dados apurados pela nossa Reportagem, a par do aumento exponencial do parque automóvel e de camiões que demandam o porto, o congestionamento na N4 está igualmente ligado a obras em curso no recinto portuário, nomeadamente a reconstrução de vias de acesso, trabalhos que deverão ser concluídos em finais de Maio.
Outra condicionante na circulação de veículos é, segundo informações apuradas pela nossa fonte, a existência de camiões em mau estado mecânico que, em caso de avaria, obstruem a via complicando ainda mais a situação, sobretudo quando carregados de mercadoria sensível ou com peso que exija a intervenção de equipamentos especiais para remover o obstáculo.
No entanto, o encerramento da linha férrea de Ressano ao tráfego constitui, segundo apurámos, a principal dor de cabeça para o Porto de Maputo, onde cerca de 70 por cento da carga manuseada entra por via ferroviária. Aliás, o aumento de camiões que demandam o porto reflecte, em parte, o esforço de fornecedores sul-africanos de encontrar alternativas para fazer chegar a sua carga ao porto e, através dele aos seus clientes em diversos pontos do planeta.
“O Terminal de Carvão da Matola não recebe uma tonelada de carvão há mais de 50 dias e isso é resultado da não circulação de comboios. Neste momento, o porto praticamente não está a fazer carvão e magnetite, duas cargas muito importantes na estrutura de negócios do porto. Quer dizer, não é verdade que a linha de Ressano esteja reaberta ao tráfego porque para nós reabrirmos significa ter comboios a passar, a trazer mercadoria para o porto e a levar outra para vários destinos…”, disse fonte do porto.
Dados apurados pela nossa Reportagem indicam que alguns fornecedores sul-africanos condicionam a utilização da linha de Ressano à realização de uma inspecção à via, de modo a aferir-se o seu grau de segurança. Aliás, sabe-se que para além da ponte reconstruída no Km 26,9, outras duas ao longo da linha encontram-se em obras visando reforçar a sua capacidade.
Os CFM não confirmam esta informação, mas reconhecem que tanto a linha de Ressano como a de Limpopo inspiram intervenções de vulto após as obras de emergência recentemente terminadas, de modo a aumentar-lhes a capacidade face ao incremento dos volumes de negócio dos países vizinhos através do Porto de Maputo.
Enquanto isso, a TRAC defende uma maior coordenação entre as instituições com responsabilidade na gestão do tráfego na N4, de modo a evitar que a falha de uma das partes não resulte num maior caos no tráfego rodoviário.
“Entendemos que se o porto tem obras no seu recinto deve coordenar connosco e com a Polícia de modo que, juntos, possamos intervir a tempo de evitar embaraços ao trânsito”, disse a fonte, acrescentando que novos congestionamentos poderão ocorrer nos próximos dias entre Maputo e Matola, enquanto não se reabrir o tráfego na linha de Ressano e enquanto os níveis de coordenação institucional forem baixos como acontece agora.
Dados preliminares estimam em cerca de 30 mil turistas de diversas nacionalidades que durante o período em referência demandaram as diversas estâncias turísticas da província.
O director provincial do Turismo, Bento Nhassengo, disse ao nosso Jornal que as entradas em perspectiva, este ano, representam um crescimento na ordem de 23 por cento em relação ao passado, em que as visitas de turistas nacionais e estrangeiras andaram à volta de 22700 turistas.
O dinheiro a ser arrecadado terá como principais beneficiários, as comunidades locais pelo fornecimento de alguns serviços bem como algumas empresas directa ou indirectamente ligadas à actividade turística. Durante este período, serão criados cerca de 494 postos de trabalho eventuais nos estabelecimentos hoteleiros.
Do número de turistas esperados este ano em Inhambane, segundo dados facultados pelo director provincial de Turismo, cerca de 72 por cento são estrangeiros, sendo, na sua maioria, provenientes da vizinha África do Sul e 28 por cento nacionais, com destaque para os provenientes da capital do país.
Por ocasião da Páscoa assinalada semana passada, em todo o mundo, a província de Inhambane registou um movimento desusado de turistas, sobretudo internacionais, que quase esgotaram as reservas para alojamento nos estabelecimentos turísticos das cidades de Inhambane e distritos de Vilankulo e Inhassoro. Massinga, Jangamo, Inharrime e Morrumbene, são outros locais concorridos durante e depois da quadra pascal.
Bento Nhassengo defende que, nos dias que correm, a movimentação turística, em Inhambane, já deixou de ser sazonal, razão pela qual há sempre turistas durante todo o ano.
Promover Turismo em Vilankulo
O presidente do Conselho Municipal da Vila de Vilankulo, Suleimane Amuje, disse que os operadores turísticos naquela região de Inhambane, são sensibilizados a praticar pacotes promocionais aos fins-de-semana por causa da realização do Campeonato Nacional de Futebol, vulgo Moçambola.
Amuge defende que, sendo futebol uma das modalidades que arrasta multidões, as autoridades locais inculcam aos operadores turísticos no sentido de aproveitarem o Moçambola para terem mais receitas, atitude que passa pela prática de preços que não afugentem os turistas.
“O nosso objectivo como Conselho Municipal de Vilankulo, é ver o turismo a crescer, é ver os investidores compensados pelas operações que realizam todos dias no sector. É por isso que aconselhamos as melhores estratégias de fazer negócio para que Vilankulo consolide o estatuto de capital turística de Inhambane e continue a ser preferência do turismo nacional e regional”, disse Suleimane Amuge.
“Moçambola é festa e Vilankulo quis juntar o útil ao agradável ao criar a equipa Vilankulo FC que milita na maior prova futebolística nacional, portanto, quisemos fazer um belo casamento e é por isso que este casamento, turismo e o futebol, só pode dar frutos visíveis quando os operadores acarinharem os clientes”, concluiu Amuge.
A medida surge depois do ataque protagonizado um pouco depois das 17.00 horas de sábado por cerca de 20 homens armados trajados de uniforme militar de cor verde e boina preta contra um autocarro de passageiros e dois camiões que transportavam combustível e material de construção civil, resultando na morte de três pessoas e dois feridos incluindo saque dos bens das vítimas. Aquele uniforme é o mesmo que trajavam os homens que atacaram o posto policial e os civis na zona de Muxúnguè.
Tal episódio aconteceu concretamente na zona de Zove que dista a aproximadamente 20 quilómetros da vila de Muxúnguè em direcção à Vila Franca do Save, sendo que o autocarro atingido por 13 balas e um dos dois camiões circulavam no sentido Maputo/Beira e outro meio circulante faziam o trajecto Zambézia/Maputo.
Com efeito, a PRM reforçou seu efectivo e material bélico, numa medida cujo término ainda é imprevisível, conforme afiançou-nos o director da Ordem daquela corporação policial em Sofala, Aquilace Kapangula, que dirige a operação a partir de Muxúnguè.
Trata-se de uma enorme fila de veículos-automóveis posicionados em ambos os sentidos cujos ocupantes vivem uma situação bastante dramática pelo facto da vila de Muxúnguè ainda se encontrar com o comércio encerrado desde a passada quarta-feira que coincidiu com o feriado de 7 de Abril, Dia da Mulher Moçambicana, que por ser domingo a tolerância passou para ontem, segunda-feira.
O facto surge depois de a Polícia ter dispersado naquele dia cerca de 200 homens da Renamo concentrados na sua sede em suposto treino militar e seguido na quinta-feira de ataque daqueles antigos guerrilheiros contra uma posição policial que provocou cinco mortes e 13 feridos.
Por conseguinte, o cruzamento de Inchope entre as Estradas Nacionais Números Um e Seis, esta última que liga a cidade portuária da Beira à vila fronteiriça de Machipanda com o vizinho Zimbabwe, virou um local ideal para o pré-posicionamento de pessoas e bens.
Aliás, cenário semelhante da concentração de viajantes e viaturas se vive nas vilas da Gorongosa e Caia, em Sofala, onde o medo e a insegurança voltaram a instalar-se no seio da sociedade, passados que foram mais de 20 anos de uma paz efectiva no país.
Ontem, entretanto, a vila de Muxúnguè manteve-se relativamente calma com os habitantes a ensaiarem as primeiras vendas informais de galinhas e castanha aos viajantes, enquanto o Hospital Rural local funcionava em pleno, segundo David Guitimela, director de Saúde, Mulher e Acção Social em Chibabava.
Tudo isto, para o comandante da PRM, em Sofala, Joaquim Nido, representa uma perturbação da ordem, sendo que o Ministério do Interior está reforçar a segurança principalmente na sua área de jurisdição.
Os agregados estão instalados em tendas unifamiliares e em talhões próprios, mas sem água – o tanque montado no dia da sua chegada está vazio – e à espera de comida para trinta dias, como lhes prometeu David Simango, presidente do Conselho Municipal da cidade de Maputo.
Falando há dias durante a cerimónia de entrega de títulos de Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUATs), o autarca garantiu àquelas vítimas da chuva que no dia da sua transferência para a zona de reassentamento ser-lhes-ia imediatamente entregue um “kit de instalação” que inclui, para além de tenda, 10 sacos de cimento, 12 chapas de zinco, dois colchões e comida para trinta dias.
Aliás, salientou que aquelas quantidades de cimento e de chapas de zinco eram a base, podendo ser aumentadas para as famílias que nada puderam aproveitar das suas antigas casas devido ao grau de destruição.
Contudo, já na terceira semana no bairro do Zimpeto, os agregados só possuem tenda e colchões. Alimentos e água, bem como material de construção para erguer as suas novas casas continuam uma miragem, não se sabendo ao certo quando é que aqueles chegarão às suas mãos.
Elisa Eduardo, cuja casa foi destruída em Laulane na zona de “Paga logo”, lamentou o facto de as autoridades os terem retirado dos centros de acomodação prometendo-lhes dar material de construção que nunca mais chega.
“Estamos aqui, sem comida, água, nem material de construção. Já podíamos ter começado a construir casas e deixarmos de viver em tendas que em nada nos ajudam”, disse.
Paulina Matsimbe, outra vítima que vivia no bairro Ferroviário, perto da estação dos Caminhos de Ferro, também deplorou a situação.
“Vieram nos deixar aqui com apenas um tanque de água que logo acabou e sem comida que nos prometeram, para não falar de material de construção que nem sequer sabemos quando é que o receberemos”, disse.
Aquelas vítimas e outras no local apelam às autoridades da cidade de Maputo para que tudo façam de modo a acabar com o sofrimento no qual estão mergulhados desde a tarde de 15 de Janeiro, quando as suas casas foram destruídas pela chuva que durante pouco mais de três horas se abateu sobre a capital.
Victorino Vidigal, director municipal de infra-estruturas, garantiu ontem ao nosso Jornal que o material existe. A ideia é que as famílias se organizem em grupos de acordo com os seus distritos de proveniência para levantarem-no.
“Vimos que seria insustentável ir diariamente ao Zimpeto para entregar material de construção a uma ou duas famílias. Eles devem fazer as limpezas e quando estiverem em número considerável comunicarem-nos para terem o material”, disse.
Um total de 15 bolseiros moçambicanos, dos quais cinco do sexo feminino, partiram semana finda com destino à Angola, onde vão frequentar, durante três anos, cursos médios nas áreas de perfuração de poços de petróleo, instrumentação, processamento de gás, geologia de minas e geologia de petróleos.
Estes bolseiros vão àquele país no âmbito da implementação da estratégia de formação do Ministério dos Recursos Minerais, aprovada em 2010, que tem como objectivo dotar o país de quadros com competências técnicas especializadas para servir as instituições relevantes e as indústrias de petróleos emergentes, numa altura em que se descobrem importantes jazigos de recursos minerais e hidrocarbonetos.
A Osaka Gas Co., o segundo maior fornecedor de gás de cidade do Japão, identificou Moçambique como uma das regiões onde pretende efectuar investimentos, disse quinta-feira um quadro superior da empresa citado pela agência financeira Reuters.
Takayuki Tasaka, director associado e director-geral da divisão de estratégia empresarial, disse que a empresa está a analisar não apenas Moçambique mas outras regiões do planeta, estando além disso a cooperar com a Tokyo Gas para a compra de gás natural liquefeito nos diversos projectos em curso em Moçambique.
As descobertas de gás natural liquefeito anunciadas ate à data em Moçambique ascendem a 150 biliões de pés cúbicos, volume suficiente para abastecer durante 35 anos o Japão, país que em 2012 importou 87,3 milhões de toneladas.
O grupo japonês Mitsui & Co, que controla uma participação de 20% no bloco Área 1 operado pelo grupo norte-americano Anadarko Petroleum, já anunciou pretender vender pelo menos 5 milhões de toneladas de gás natural liquefeito de Moçambique a clientes japoneses.
A África do Sul, o país com mais seropositivos do mundo, lançou nesta segunda-feira um novo programa de distribuição de medicamentos anti-retrovirais (ARV), mais barato, e que reduz o número de pílulas prescritas por dia.
“A principal vantagem é que melhorará a logística – passando de três para uma pílula diária – e além disso agora podemos tratar pacientes por 89 rands por mês (cerca de 9 dólares). É algo que jamais foi visto antes”, disse perante a imprensa o ministro da Saúde, Aaron Motsoaledi.
“Isto significa que poderemos tratar mais pacientes”, comemorou Motsoaledi.
A África do Sul conta com mais de seis milhões de seropositivos, um recorde absoluto no mundo.
Este programa é resultado de um acordo anunciado em Novembro com três laboratórios farmacêuticos (Aspen Pharmcare, Cipla Medpro e Mylan Pharmaceuticals) para simplificar o tratamento e reduzir seu preço.
Qual a legalidade da viagem dos cantores Beyoncé e Jay-Z a Cuba? A pergunta é de dois congressistas republicanos ao Governo de Barack Obama. Apesar do embargo económico dos Estados Unidos a Cuba, o casal teve ou não autorização para fazer a viagem que decorreu na semana passada, questionam.
Numa carta enviada, sexta-feira, a Adam Szubin, responsável pelo controlo de activos estrangeiros do Tesouro norte-americano, Ileana Ros-Lentinen e Mario Diaz-Balart, ambos representantes do estado da Flórida, perguntam que tipo de autorização os cantores tiveram para viajar.
“Como sabe, a lei dos EUA proíbe a autorização de transacções financeiras para actividades turísticas” em Cuba, escreveram os políticos, acrescentando que representam uma comunidade onde muitos foram “profunda e pessoalmente prejudicados pelas atrocidades do regime de [Fidel] Castro, incluindo prisioneiros políticos e suas famílias”, que foram mortos em Cuba.
Beyoncé e Jay-Z estiveram em Cuba para comemorar o quinto aniversário de casamento. Na quinta-feira, o casal foi visto no centro histórico de Havana a caminhar, seguidos por centenas de fãs cubanos. Nesse dia, os cantores visitaram a catedral e almoçaram num restaurante. À noite, marcaram presença no La Guarida, um dos melhores restaurantes da capital.
O Departamento de Estado declarou que não teve conhecimento prévio da viagem. Uma porta-voz da secção dos interesses dos EUA em Havana disse que desconhecia se o casal tinha obtido uma licença para viajar até Cuba. Se não a tinham, poderiam ter de pagar uma multa, informou.
O embargo dos EUA a Cuba foi decidido em 1962 e prevê que os cidadãos norte-americanos não possam visitar aquele país e gastar dinheiro sem uma autorização governamental. Contudo, milhares de americanos viajam, anualmente, para a ilha, através de países terceiros. Por exemplo, saem dos EUA para outro estado e daí seguem para Cuba. Esses casos podem ser punidos, mas raramente isso acontece.
A administração de Barack Obama já aliviou algumas das restrições no que diz respeito à ida de norte-americanos a Cuba e deu autorização para fazer intercâmbios culturais, religiosos e académicos.
Beyoncé é uma forte apoiante do Presidente e ajudou a angariar fundos para a sua campanha de reeleição, o ano passado. Foi a artista que cantou o hino nacional durante a cerimónia de tomada de posse, em Janeiro, e que se expôs à polémica de ter feito playback, em vez de cantar em directo.
O Governo condena, veementemente, a morte de civis inocentes no conflito que se está a registar em Muxúnguè, distrito de Chibabava, província de Sofala.
O presidente da República, Armando Guebuza, considera estes ataques como actos criminais e que devem ser punidas à sua medida.
“Lamentamos profundamente os ataques da Renamo àquela zona de Muxúnguè, onde morreram compatriotas nossos, incluindo civis que não provocaram a ninguém. Condenamos seriamente estes ataques que são, na verdade, actos criminais perpetrados por estes homens”, afirmou Guebuza, à margem das cerimónias centrais do dia da Mulher Moçambicana.
Guebuza disse que o governo vai continuar a batalhar para restaurar a ordem no país e espera que a Renamo cumpra com os apelos, parando com os seus discursos belicistas e actos de intimidação, obedecendo às normas aprovadas por ela mesma.
“Eu espero que, talvez ainda não tenham estado em condições de controlar as forças, a resposta, aquela que nós gostaríamos de ter, possa chegar, mas o certo é que não toleraremos que situações desta natureza continuem a prevalecer”, disse Guebuza, acrescentando que, “como governo, continuaremos a batalhar para que o nosso povo viva tranquilo, não seja intimidado, não viva assustado”.
Guebuza negou, porém, as acusações da Renamo, segundo as quais o governo não tem sido aberto ao diálogo com a oposição. Para Guebuza, a forma como a Renamo entende o diálogo não faz sentido nenhum.
“Se é que a Renamo, ao falar de diálogo, quer dizer que o governo não aceita aquilo que eles dizem, quer dizer, querem dar ordens para o governo obedecer. Diálogo é troca de impressões, troca de opiniões, dos quais resultam ou não em consenso. Diálogo não é dar ordens a outra parte”, sublinhou o chefe de Estado.
O presidente entende que há abertura suficiente para o debate.
“Todo o mundo sabe perfeitamente que sempre houve diálogo entre o governo e a Renamo e, como viram recentemente, houve vários encontros nesse sentido”, concluiu.
A Renamo desmentiu ontem a autoria de ataques contra dois autocarros e um camião-cisterna, que causaram três mortos em Muxúnguè.
“Desde já, queremos informar aos moçambicanos e à comunidade internacional que os desmobilizados jamais atacariam civis.
O alvo está bem identificado: atacamos aqueles que nos atacam, quem rouba os bens de populares, ocupa nossas sedes ou prende nossos irmãos”, afirmou Ossufo Momad, chefe do departamento de Segurança da Renamo.
Para ele, a responsabilidade é do executivo de Armando Guebuza. “Este triste e lamentável episódio deve ser imputado ao Comandante-em-Chefe das Forças de Defesa e Segurança, Armando Guebuza, porque cabe a ele controlar a intervenção destas forças”, disse Momad.
A Renamo diz estar cansada das humilhações da Frelimo e radicaliza ainda mais o discurso. “Nós não podemos continuar a assistir a polícia a massacrar o povo, a reprimir com violência as manifestações pacíficas de vários tecidos sociais… não vamos permitir que o governo da Frelimo continue a subjugar os moçambicanos”, sublinhou, acrescentando que “a Renamo ama a paz, mas não teme a guerra e de agora em diante os desmobilizados vão retaliar qualquer ataque, e não será apenas no local do ataque, mas em todo o país, incluindo na cidade de Maputo”.
Os bispos católicos consideram que a hipocrisia dos partidos políticos pode ser uma das principais causas do conflito de Muxúnguè. Segundo uma carta pastoral onde analisam a situação do país, os religiosos dizem não poder fechar os olhos a tais situações que põem em causa a preservação da paz no país.
“Não estarão ameaçadas a democracia e a paz, quando temos a impressão de assistirmos a um renhido antagonismo e a uma falta de diálogo e de tolerância entre os dois partidos mais fortes, com tendência de se denegrirem reciprocamente, ao ponto de não mais poderem ver e apreciar adequadamente os aspectos positivos que acontecem no seio do outro?” diz a carta, que acrescenta “nos partidos pode-se perceber uma certa divergência, é caso para perguntar: não estarão os partidos, senão todos, pelo menos uma boa parte deles, longe de ter uma democracia interna? Não estaremos diante de um paradoxo de partidos que retoricamente declaram-se defensores da democracia mas, efectivamente, na sua práxis interna e habitual são autoritários? Não é a elite desses partidos, que tende a impor aos demais as próprias ideias e interesses, constrangendo a maioria dos seus membros a ter que se contentar e seguir a disciplina traçada pela elite? Não terão muitos membros dos partidos medo de expressar a própria opinião, quando difere daquela da elite dirigente? Serão consistentes e sustentáveis uma democracia e uma convivência pacífica assentes no medo de pensar diferente e de expor publicamente o próprio pensamento?”. Por isso lançam a receita para um país em paz.
“A democracia e a paz só estarão garantidas se houver uma efectiva transformação dos partidos, para que sejam não somente retóricos mas verdadeiramente democráticos, a partir do seu interior”, lê-se na carta.
O Governo pondera, com sensatez e olhando para as repercussões desta situação, tomar medidas que julgar pertinentes nestas circunstâncias.
“Nós entendemos que a guerra é superior às emoções, por isso, deve-se agir com cautela. Tirar a vida às pessoas não pode ser deixado impune, por isso que já é uma preocupação de quem tem a responsabilidade de proteger os cidadãos indefesos, neste caso as forças de defesa e segurança, que devem dar tal protecção.
Estas acções criminais da Renamo terão respostas que o Governo entender estarem à altura e no devido momento. As Forças de Defesa e Segurança têm um Comandante-em-chefe que deverá dar ordens do que se deve fazer, quando e que dosagem devemos dar como resposta às provocações e ataques da Renamo.
Todos nós, o presidente da República, as forças de defesa, e toda a sociedade estamos preocupados com esta situação, que já está a tomar outros contornos.”
“Devemos fazer uma reflexão sobre a situação que se está a viver em Muxúnguè. mas há que dizer que nós, os partidos políticos, não podemos resolver os nossos problemas através da violência. Temos de privilegiar o diálogo para resolver este conflito.
A Renamo tem assentos na Assembleia da República e no Conselho de Estado, órgãos próprios para este partido colocar as suas preocupações e dialogar com o Governo e com a Frelimo.
A violência não leva a lado nenhum, só retrocede o desenvolvimento. Em nenhum momento o Governo disse que não aceitava dialogar com a Renamo, por isso o nosso apelo é que este partido pare com a violência e abra-se para conversações, para se debaterem as suas inquietações em fóruns apropriados.
Homens armados mataram, anteontem, três pessoas no centro do país, num ataque a um camião de transporte de combustível e a um autocarro, segundo o administrador de Chibabava, Arnaldo Machevo.
Uma das vítimas morreu quando estava a ser evacuada para o hospital da Beira, capital da província de Sofala.
“Foram atacadas sábado dois autocarros de passageiros e um camião-cisterna. O ataque foi por volta das 16h50, a 30 quilómetros de Muxúnguè, quando os homens pretenderam parar o autocarro da empresa Intercape. O motorista não parou e eles dispararam, ferindo uma pessoa”, disse Machavo.
“De seguida, os mesmos homens imobilizaram um camião-cisterna e dispararam contra os pneus e o tanque. Aqui, morreram duas pessoas, o motorista e um dos ajudantes, e o outro ajudante ficou gravemente ferido”, acrescentou o administrador de Chibabava, que disse que “os atacantes eram homens armados na Renamo”.
Neste momento, já há movimentações de populares em fuga da vila, em consequência dos confrontos entre a polícia e os homens armados da Renamo.
A polícia atenta
“A polícia não está indiferente perante os ataques dos homens da Renamo e está a trabalhar para tornar transitável o troço mais problemático da estrada nacional número 1”, disse Joaquim Nido, comandante provincial da Polícia da República de Moçambique (PRM).
Na quinta-feira, na mesma região da província de Sofala, elementos da Renamo assaltaram um posto da polícia, num ataque em que morreram quatro agentes e a um ex-guerrilheiro. A STV relatou no sábado à noite uma outra tentativa de assalto, mas sem consequências, a um autocarro de passageiros da empresa Estrago, que fazia a rota Nampula-Maputo.
O Comandante Provincial da PRM de Sofala disse que “por razões de segurança” não pode divulgar a estratégia policial para travar a onda de ataques na zona, mas garantiu que a polícia “fará tudo para tornar seguro aquele troço”.
O Centro de Pesquisa da História da Luta de Libertação Nacional (CPHLLN) do Ministério dos Combatentes em parceria com a Organização da Mulher Moçambicana (OMM) lançaram hoje, Dia da Mulher Moçambicana, em Maputo, o livro que versa sobre as memórias do destacamento feminino.
O livro, intitulado “A Mulher na Luta de Libertação Nacional”, homenageia o envolvimento da mulher na Luta de libertação nacional contra o colonialismo portugues.
Trata-se de uma obra que descreve ao pormenor as memórias do engajamento feminino, fase embrionária da Organização da Mulher Moçambicana, no processo da luta de libertação Nacional e do envolvimento da mulher nos grandes desafios rumo ao desenvolvimento de Moçambique.
Falando na ocasião, a Secretária da OMM, Amélia Franklin, disse que a mulher moçambicana celebra o seu 40° aniversario “com muito orgulho e vai continuar a lutar arduamente para o desenvolvimento do País”.
“Quando nós, mulheres, começamos a trabalhar, houve forte oposição à nossa participação, porque isso era contrário à nossa tradição, mas com muito sacrifício vimos que devíamos continuar com o papel de mobilizador activo da mulher e da população em geral, na prossecução do objectivo de eliminação da pobreza e relançamento do desenvolvimento económico-social do pais”, explicou.
Franklin disse ainda que as mulheres estão satisfeitas por lançar um livro que descreve a vida da mulher na luta de libertação nacional e, por isso, vão continuar a honrar pelos feitos de todas as mulheres que participaram na luta armada de Libertação Nacional.
Por seu turno, o Ministro dos Combatentes, Mateus kida, saudou toda a mulher moçambicana pelos seus feitos e pelas conquistas que tem vindo a alcançar, contribuindo assim para o melhoramento das condições de vida e de inserção das mulheres neste país.
“Este livro é um produto da luta de todas as mulheres, pois descreve os feitos da mulher moçambicana e na luta pelo bem-estar da sociedade moçambicana”, sublinhou. “Por isso, todos devem se juntar a este movimento inrreversível de fazer a nossa própria história de modo a passarmos o legado histórico as futuras gerações”, disse.
Por ocasião do dia da mulher moçambicana o presidente moçambicano, Armando Guebuza, disse que o dia 7 de Abril, que também é um dia de celebração da vida e obra da Heroína Nacional, Josina Machel, “é um dia de reflexão e de celebração desses feitos”.
Ao mesmo tempo, consagra-se como um momento de lançar um olhar para a frente sobre as oportunidades que despontam no horizonte para a Mulher Moçambicana aumentar e diversificar as suas acções de luta pela sua própria emancipação e de uma crescente participação na luta contra a pobreza”, vincou Guebuza.
Moçambique pode eliminar, ate 2015, a transmissão vertical do HIV/SIDA da mãe para o filho durante o parto.
Segundo informações da Organização não Governamental Médicos Sem Fronteiras (MSF), para Moçambique alcançar esta meta deverá reduzir ate la para menos de cinco por cento de transmissão vertical do HIV/SIDA e cobertura de 90 por cento de profilaxia de anti-retrovirais para mulheres grávidas infectadas pelo HIV e 30 por cento de tratamento anti-retroviral (TARV) para a mulher grávida.
A prevalência do HIV/SIDA no país é de 11,5 por cento em adultos dos 15 aos 49 anos de idade e 1,2 porcento em crianças do 0 a 14 anos.
O número de pessoas vivendo com HIV é de 1,4 milhão das quais 200 mil são crianças e 550 mil são homens na idade produtiva.
A prevalência do HIV entre as mulheres é superior à prevalência entre os homens- 13,1 e 9,2 porcento, respectivamente.
No ano passado, 869.490 mil mulheres grávidas- cerca de 79 por cento das que foram à primeira consulta pré-natal- receberam aconselhamento e testagem, enquanto 70.270 mil receberam anti-retrovirais para prevenir a transmissão vertical, o que corresponde a 69 por cento de todas as mulheres infectadas.
Em relação às crianças expostas, foram 38 mil-correspondendo a 64 por cento- que receberam profilaxia anti-retroviral.
A Comissão Consultiva do Trabalho (CCT) devera revelar, antes do dia 15 de Abril corrente, a proposta do novo salário mínimo nacional para posteriormente submetê-la a apreciação do Conselho de Ministros para a sua fixação definitiva.
Os nove sectores de actividade deverão, ao longo desta semana, assinar o memorando de entendimento contendo a proposta final do salário mínimo.
Os nove sectores de actividade estão distribuídos da seguinte maneira: Agricultura, Pecuária, Caca e Silvicultura; Pescas; Indústria de Extracção de Minerais; Industria Transformadora; Produção e Distribuição de Electricidade, Gás e Agua; Construção; Actividades dos Serviços não Financeiros e Administração Publica, Defesa e Segurança.
Até sexta-feira última, três dos nove sectores de actividade estavam empenhados na procura de consenso na mesa negocial para avançarem com uma proposta definitiva a CCT.
Segundo o Secretário do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Indústria Metalúrgica e Energia (SENTIME), Américo Macamo, citado pela nossa fonte, negociar é um processo complexo, pois os dados dos trabalhadores não conjugam com os apresentados pelo patronato, dai a necessidade de um meio-termo de aproximação.
“Estamos na quinta ronda de negociação em que levamos uma proposta acima de 4 mil e 500 meticais (o dólar EUA está acima de 30 meticais), mas o patronato não concorda com esses números e avançou uma contraproposta, por isso procuramos buscar valores intermédios entre elas”, referiu Macamo.
Segundo o teor do documento elaborado pelas partes envolvidas, na posse do semanário “Domingo, a fixação do salário pelo método do cabaz afigura-se como ideal na medida em que tende a ajustar o salário ao custo de vida.
O referido cabaz abrange um agregado familiar de cinco pessoas, tendo como referência os seguintes produtos: arroz, farinha de milho, feijão manteiga, amendoim, peixe de segunda, legumes e vegetais, pão, óleo vegetal, açúcar amarelo, carvão, petróleo de iluminação, sabão bingo e viagem do transporte semicolectivo de passageiros para duas pessoas por dia, considerando que na família existe pelo menos um trabalhado e um estudante.
De acordo com a CCT, o cabaz mostra-se representativo dos padrões de consumo da população média do pais, pese embora baseie em produtos alimentares, reduzindo o trabalhador a um mero consumidor de bens alimentícios, sem ter em conta outros bens não alimentares, mas vitais, tais como transporte para todos, agua, educação, saúde, vestuário e calçado, habitação, lazer, entre outros, que formam o agregado do Índice de Preço de Consumidor (IPC) actual do Instituto Nacional de Estatística (INE).
A polícia de Moçambique “está atenta” aos ataques que hoje ocorreram na principal estrada do país, atribuídos a homens da Renamo, que causaram pelo menos três mortos e dois feridos, disse à Lusa um porta-voz da corporação.
“A polícia não está indiferente perante os ataques dos homens da Renamo e está a trabalhar para tornar transitável o troço mais problemático da estrada nacional número 1”, disse à Lusa Joaquim Nido, porta-voz provincial da Polícia da República de Moçambique (PRM).
Homens armados assaltaram hoje um camião de transporte de combustível e um autocarro no centro de Moçambique e mataram pelo menos três pessoas.
Uma das vítimas morreu quando estava a ser evacuada para o hospital da Beira, capital da província de Sofala.
Na quinta-feira, na mesma região da província de Sofala, elementos da Renamo assaltaram um posto da polícia, num ataque em que morreram quatro agentes e a um ex-guerrilheiro.
O canal de televisão STV relatou hoje uma outra tentativa de assalto, mas sem consequências, a um autocarro de passageiros da empresa Estrago, que fazia a rota Nampula-Maputo.
O porta-voz da PRM de Sofala disse à Lusa que “por razões de segurança” não pode divulgar a estratégia policial para travar a onda de ataques na zona, mas garantiu que a polícia “fará tudo para tornar seguro aquele troço”.
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