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Terça-feira, Abril 28, 2026
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Mais 37 cidadãos estrangeiros interditos de entrar em Moçambique

Trinta e sete cidadãos de diversas nacionalidades estrangeiras, dos quais 16 bengalis, foram impedidos de permanecer no território moçambicano, pelas autoridades, em virtude de terem sido detectadas irregularidades nos seus documentos de identificação, na semana de 30 de Dezembro último a 06 de Janeiro em curso, na cidade de Maputo.

Do grupo, interceptado no Aeroporto Internacional de Maputo, segundo a Polícia da República de Moçambique (PRM), constam 27 indivíduos que portavam passaportes com vistos falsos e 10 por falta de esclarecimento dos locais de hospedagem, objectivos de sua vinda ao país e não indicação clara dos meios de subsistência.

Ainda no Aeroporto Internacional de Maputo, a PRM deteve, temporariamente, na 16ª esquadra, duas cidadãs de nacionalidade sul-africana, de 28 e 32 anos de idade respectivamente, por terem sido encontradas com 6.2 quilogramas de cocaína. As visadas, cujo processo de condenação já está em curso, desembarcaram de um voo ido do Brasil.

Malfeitores assassinam guarda em Maputo

Um grupo de desconhecidos, ainda a monte, assinou a tiro um segurança numa residência do pacato bairro da Polana Caniço “A”, no Distrito Municipal KaMavota, na semana de 30 de Dezembro último a 06 de Janeiro corrente, na capital moçambicana.

De acordo com o porta-voz do Comando da Polícia da República de Moçambique (PRM) na cidade de Maputo, Orlando Modumane, o crime aconteceu por volta de 00h:30. Antes de ser assinada, a vítima foi imobilizada pelos meliantes, os quais se apoderaram da sua arma.

Enquanto isso, no período em alusão, outro bando de supostos malfeitores apoderou-se de três viaturas com recurso a chaves falsas numa das artérias da baixa da cidade de Maputo, das quais duas foram recuperadas pela Polícia. Em conexão com este crime, dois presumíveis ladrões foram encarcerados na 1ª esquadra.

Na semana de 30 de Dezembro último a 06 de Janeiro corrente, a corporação da cidade de Maputo, registou 44 crimes, dos quais 31 contra propriedade, 11 contra pessoas e dois contra a ordem e tranquilidade públicas.

Falta de produtos alimentares e especulação mancharam as festas em Moçambique

Problemas tais como a insuficiência de alguns produtos alimentares de primeira necessidade, a existência de elevadas quantidades de produtos fora do prazo em circulação em diferentes mercados do território moçambicano, a especulação e o agravamento de preços mancharam a última quadra festiva, porém, a multas aplicadas pelas autoridades aos prevaricadores geraram 2.516.210 meticais aos cofres do Estado.

Armando Inroga, ministro da Indústria e Comércio, disse que só os produtos fora de prazo não quantificados estavam avaliados em 892.981.00 meticais. Em relação às cidades de Maputo, da Beira, de Quelimane e Lichinga, os preços de tomate, da batata-reno e de ovos dispararam devido à chuva que dificultou o escoamento de mercadorias, para além da fraca capacidade de produção de ovos no mercado interno e, também, a recolha de vasilhames de refrescos em garrafa, o que culminou com a baixa oferta deste produto.

O consumo de energia aumentou e acabou por sobrecarregar as linhas, o que resultou na restrição do seu fornecimento, sobretudo nos distritos de Mabote, Vilanculos, Inhassoro e Govuro, na província de Inhambane, e no Distrito Municipal KaMaxaquene, na capital do país, segundo o governante, para quem o problema fez com que o Governo criasse medidas alternativas e intervenções técnicas com vista a reforçar, repor e substituir alguns equipamentos de electricidade obsoletos.

Combustível e acidentes de viação

Relativamente ao combustível, Inroga explicou que a deficiente planificação por parte dos gestores das gasolineiras contribuiu para a roptura de stock, o que foi influenciado, também, pela grande procura no período de festas em causa.

Em conferencia de Imprensa sobre o balanço da quadra festiva realizada esta segunda-feira (06), em Maputo, o ministro lamentou ainda o facto de as festividades terem sido manchadas por óbitos e ferimentos causados pelos acidentes de viação, por afogamentos nas praias, consumo excessivo de álcool, principalmente da famosa bebida alcoólica chamada “Tentação” e “Boss”, o que em parte concorreu para a ocorrência de agressões físicas e sinistralidades rodoviárias.

Migração

No que tange ao movimento migratório, durante a quadra festiva de 2013, entraram em Moçambique 86 mil viaturas através da fronteira de Ressano Garcia, contra 88.543 em igual período do ano anterior, e mais de 47 mil pessoas haviam regressado para os locais de origens até sexta-feira (04) passada.

Profissionais de saúde e polícias abandonam Phembe e Fanha-fanha com medo dos homens da Renamo

Os centros de saúde das localidades de Phembe e Fanha-fanha, no distrito de Homoíne, na província de Inhambane, estão sem profissionais de saúde que abandonaram o local com medo dos supostos homens armados da Renamo, que desde a semana passada circulam na região, sem no entanto molestar a ninguém. A polícia local fugiu, também, com a população. Esta refugiou-se na vila sede do distrito e na cidade de Maxixe.

Dia e noite, segundo relatos de populares que consideram que o seu futuro é incerto, os presumíveis homens da Renamo movimentam-se pelas localidades, pedem comida nas comunidades e em caso de necessidade compram. Em Gorongosa, na província de Sofala, enquanto milhares de pessoas das regiões de Vunduzi, Kanda, Nhakuku, Tazaranda, Nhambira, Mucodza, Nhataca, Tambararra, Morombodzi e do posto administrativo de Kanda-nhamadzi procuram lugares seguros devido à intensificação de confrontos militares entre as Forças de Defesa e Segurança e os homens armados da Renamo, há indicação de existência de helicópteros que transportam guerrilheiros para a zona sul de Moçambique, supostamente para o distrito de Homoíne.

Um oficial da Polícia em Gorongosa, que prefere manter o anonimato, garantiu ao @Verdade que, na madrugada desta segunda-feira (06), por volta das 03 horas, partiu da serra de Gorongosa um helicóptero transportando militares em direcção ao sul do país, uma situação que acontece desde a semana passada. Entretanto, o nosso interlocutor não soube explicar se os militares eram da Renamo ou do Exército.

Relativamente as mais de três 3.500 pessoas que abandonaram os seus domicílios à procura de locais seguros na vila sede de Gorongosa, o número tende a aumentar a cada dia que passa nos sítios de acomodação, o que se persistir, nos próximos dias poderá originar problemas relacionados com a falta de assistência e provisão de alimentos. Aliás, alguns cidadãos que se encontram na Escola Primária de Mapombwe e nas associações de AZM e de PACO, por exemplo, já se queixam de não estarem a receber ajuda de forma satisfatória.

Chuvas matam e desalojam em Nampula

Uma pessoa morreu e outras seis ficaram greve e ligeiramente feridas em consequência do desabamento de um muro de vedação dum armazém da Sociedade Algodoeira de Namialo (SANAM), devido a chuvas intensas caíram, no último sábado (04), na província de Nampula. Já no domingo (05), um menor que aparentava ter 10 anos de idade morreu afogado por ter sido arrastado pela corrente da água das chuvas, no bairro de Murrapaniua, unidade comunal Nikuta. O seu corpo foi localizado num riacho na mesma zona.

O acidente aconteceu na cidade de Nampula, na unidade comunal 3 de Fevereiro, no bairro de Mutauanha. Dentre os feridos, quatro encontram-se internados no Hospital Central de Nampula, onde se encontram sob cuidados intensivos e dois estão fora do perigo. Para além da vítima humana, duas residências foram totalmente destruídas, incluindo os bens, por causa da mesma derrocada do muro.

Jonas Fernando, de 28 anos de idade, proprietário de uma das residências destruídas, onde houve morte e dois ferimentos ligeiros, não tem abrigo desde aquele dia. Dentre outros pertences, ele indica ter perdido 42 mil meticais em dinheiro.

Santos Francisco, outro afectado pela desgraça, disse que na altura do desabamento se encontrava no interior da sua habitação e, para além de quatro membros da família gravemente feridos, perdeu quase tudo. Este problema já foi comunicado à SANAM para a reposição dos danos causados, mas ninguém da direcção havia se deslocado para o local do incidente até à publicação deste texto.

Refira-se que as chuvas intensas que caíram no fim-de-semana na cidade de Nampula já deixaram mais de 10 famílias ao relento nos bairros de Carrupeia, Muatala e Muahivire-Expansão em resultado do desabamento das suas casas, maioritariamente de construção precária.

Chuvas moderas a fortes em Sofala, Zambézia, Nampula e Cabo Delgado

O Intituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê ocorrência de chuvas moderadas a fortes (mais de 50 milímetros de precipitação em 24 horas), acompanhadas de trovoadas locais, entre esta terça-feira (7) e quarta-feira (8) nas províncias de Sofala, Zambézia, Nampula e no sul de Cabo Delgado.

O INAM recomenda a tomada de medidas de precaução e segurança, face ao risco associado a chuvas intensas e descargas atmosféricas, com maior atencao nas áreas propensas a inundações ou que se encontrem inundadas particularmente nos distritos de de Buzi, Dondo, Muanza, Cheringoma, Marromeu,Caia e Cidade da Beira (na províncias de Sofala); nos distritos de Chinde, Mopeia, Nicoadala, Namacurra, Maganja da Costa, Pebane e Cidade de Quelimane (na província da Zambézia); nos distritos de Moma, Angoche, Mogincual, Ilha de Moçambique, Mossuril, Monapo, Nacala-Velha e Memba (na província de Nampula) e ainda nos distritos de Mecufi, Pemba-Metuge, Quissanga e Macomia (localizados na província de Cabo Delgado)

CTA diz que espectro de guerra civil e raptos “deterioram” ambiente de negócios

O presidente da Confederação das Associações Económicas (CTA), Rogério Manuel, diz que a actual tensão político-militar teve impacto muito negativo no sector privado. Ao espectro de guerra o sector privado junta os raptos que, segundo diz Rogério Manuel, “deterioraram” o ambiente de negócios em 2013. O presidente da CTA fez tais declarações em entrevista no seu gabinete de Imprensa no balanço do exercício económico de 2013.

Segundo Rogério Manuel, a situação político-militar e os raptos deterioram o ambiente de negócios, afectando o desempenho do empresariado nacional devido aos seguintes aspectos – porque as empresas tinham várias obrigações por cumprir – nomeadamente: (i) financeiras, devido ao uso de recursos de terceiros para operar; (ii) pagamentos de salários; e (iii) prazos por cumprir junto dos seus parceiros e não o fizeram. “Não podendo fazê-lo, as empresas nacionais poderão ser preteridas a favor das estrangeiras”.

O empresariado do sector de transporte, de acordo com o sector privado, foi dos primeiros a ressentir-se, porquanto a circulação norte-sul está condicionada ou interrompida.

“Temos ainda o sector do turismo, também, condicionado, particularmente o turismo do interior, baseado em recursos faunísticos, como os existentes nos parques”. O espectro de guerra civil continua e não há indicações claras nem vontade política para que o mesmo chegue ao fim apesar de já ter ceifado perto de uma centena de vidas e deslocado outras centenas.

Governo violou Constituição na nomeação de PCAs da TVM e RM

O Governo, cujo chefe, Armando Guebuza, jurou respeitá-la e fazê-la cumprir durante o acto da sua investidura, atropelou, afinal, a Constituição da República (CR) na anunciada exoneração e nomeação, a 17 de Dezembro último, dos Presidentes dos Conselhos de Administração (PCAS) das formalmente públicas Televisão de Moçambique (TVM) e Rádio Moçambique (RM), uma vez não ter obedecido o que a lei fundamental preconiza como mandatário nesse tipo de expediente.

É que, nos termos da norma contida no número 3 do artigo 50 da CR, o Conselho Superior de Comunicação Social (CSCS) deve ser envolvido tanto na exoneração como na indicação dos gestores de topo dos órgãos de comunicação social do chamado sector público, sem o envolvimento do CSCS está-se em face de uma nítida violação ao estatuto jurídico do Estado moçambicano.

O presidente do CSCS, o Catedrático Armindo Ngunga, confirmou ontem em declarações a esta publicação este mais recente atropelo à CR, com o que a validade do próprio acto é juridicamente duvidosa. A uma pergunta sobre se o órgão por si dirigido tinha sido envolvido, nos termos em que estabelece a lei suprema, Ngunga foi claro e directo: “O CSCS não foi consultado”.

O objecto do controvertido acto governamental foi a exoneração de Armindo Chavana Jr. e Ricardo Malate, dos cargos de PCA, respectivamente, da TVM e RM, e nomeação para a gestão máxima dos mesmos órgãos de informação nominalmente públicos, dos jornalistas Jaime Cuambe [para a TVM] e Faruco Sadique [RM]. Curiosamente, tanto Cuambe e Sadique eram, até à data da sua nomeação, membros do CSCS, órgão “fintado” pelo Governo que neles depositou confiança.

O artigo 2 da CR, sob a epígrafe “soberania e legalidade”, refere, no seu número 3, que o Estado subordina-se à Constituição e funda-se na legalidade. Em Moçambique, o Presidente da República, que é o chefe do Governo (número 3 do artigo 146 da CR), jura, no acto da sua investidura, “…respeitar e fazer respeitar a Constituição, desempenhar com fidelidade o cargo de Presidente da República de Moçambique, dedicar todas as minhas energias à defesa, promoção e consolidação da unidade nacional, dos direitos humanos, da democracia e ao bem-estar do povo moçambicano e fazer justiça a todos os cidadãos”, conforme dispõe o número 2 do artigo 150 da CR.

Nos termos do número 1 do artigo 60 da Lei número 14/2011 (Lei do Procedimento Administrativo), o Sindicato Nacional de Jornalistas (SNJ) e o capítulo moçambicano do Instituto de Comunicação Social da África Austral (MISA-Moçambique) podem, por exemplo, querendo, solicitar que quem de direito se conforme com o quadro jurídico-constitucional: “Tem legitimidade para iniciar o procedimento administrativo e para intervir nele os titulares de direitos subjectivos ou interesses legalmente protegidos lesados pela actuação administrativa [nomeação, neste caso], bem como as associações [SNJ e MISA-Moçambique, por exemplo] e as fundações que tenham por fim a defesa desses interesses, no âmbito das decisões que no processo forem ou possam ser tomadas”.

E, ainda nos termos da Lei do Procedimento Administrativo, pode aqui ser convocado o seu artigo 134, sobre impulso procedimental, que reza que “os actos administrativos podem ser revogados por iniciativa dos órgãos competentes, ou a pedido dos interessados, mediante reclamação ou recurso administrativo”.

Ao que tudo indica, está-se, aqui, em presença de um vício que, mesmo sendo grave, é sanável, pelo que, em prol da defesa do Estado de Direito Democrático, em termos gerais, e do sacrossanto princípio da legalidade, especialmente, quem de direito deveria cuidar de corrigir a falha, sob pena de o Governo moçambicano se destacar naquilo que ele deveria ser exemplar.

Não deixa de ser, no mínimo, interessante o facto de o Governo não considerar o constitucional envolvimento do CSCS na exoneração e indicação de PCAs da TVM e RM, quando este [o CSCS] tem se destacado como uma espécie de “polícia parcial” da liberdade de Imprensa e de expressão, tendo como alvos de eleição os órgãos de comunicação social sem vinculação ao Estado, Governo e partido Frelimo. Formalmente, espera-se que o CSCS actue como “órgão de disciplina e de consulta, que assegura a independência dos meios de comunicação social, no exercício dos direitos à informação, à liberdade de Imprensa, bem como dos direitos de antena e de resposta”.

Grupo Portucel acusado de usurpar machambas para plantar eucaliptos

A população da comunidade de Munene, Posto Administrativo de Chuala-Honde, no distrito de Báruè, província de Manica, acusa o Grupo Portucel, líder europeu no sector de papéis finos de impressão e escrita não revestidos, de usurpar machambas para a plantação de eucaliptos.

Segundo os camponeses, o “padrinho” desta usurpação é o actual presidente do município de Catandica, Tomé Maibeque, na altura, chefe do Posto Administrava de Chuala-Honde. Na comunidade, comenta-se que a ascensão ao cargo de edil é um prémio a Maibeque por ter ajudado a implantar este projecto, com alguma protecção desde o Governo provincial até ao central.

A acusação foi feita à margem da 1ª Conferência Nacional dos Paralegais, realizada há dias na cidade de Maputo e coordenada pelo Centro Terra Viva, uma ONG de defesa de meio ambiente e boa governação.

Rudo Pita, paralegal no distrito de Báruè, disse ao Canalmoz que é dramático o que está a acontecer naquele local. Camponeses perdem suas machambas sem nenhuma explicação.

Pita disse que quando se implantou o projecto de plantação de eucaliptos, dizia-se que o mesmo teria benefício para as comunidades. Mas, na prática, nada se vê.
Passado algum tempo, descobriu-se que não passava de uma burla. “As estruturas administrativas vieram ensinar as comunidades que todo o investimento é bem-vindo. Até foi propalado que os investimentos vinham agradecer o sentido de voto responsável, mostrado por aquelas comunidades ao partido no poder”, disse.

As comunidades, ainda segundo Pita, foram enganadas. Quando a população revoltou-se, o chefe do posto trouxe agentes da Polícia para espancar os agricultores que queriam queimar as máquinas e arrancar os eucaliptos. Hoje ele já é edil.

“Neste negócio está metido um ex-chefe do posto administrativo e o administrador. Antes de plantação de eucaliptos, a população produzia alimentos para o seu auto-sustento”, disse.

SDAE indiferente

Indiferentes com a situação, os camponeses redigiram uma carta aos Serviços Distritais das Actividades Económicas (SDAE) de Báruè, mas até hoje não há resposta.
Amélia Cândido, também paralegal de Báruè, disse que as estruturas administrativas falsificaram assinaturas alegando que camponeses iriam ter emprego.

“Não houve consulta. A população fez uma carta para Agricultura mas até aqui não há resposta. A empresa foi informada para parar de trabalhar. Fomos explicar à população que qualquer investimento deve ser alvo de consulta”, disse.

Afirmou que a maior parte das machambas foram usurpadas. Disse que há uma residência no meio dos eucaliptos cujo dono recusou-se a sair.
“Muitos camponeses perderam casas e machambas sem indemnização. Os eucaliptos ainda são pequenos ”, disse.

Estado colectou 2.5 milhões em multas por venda de produtos fora do prazo

O Estado moçambicano arrecadou durante a quadra festiva mais de 2.5 milhões de meticais provenientes de multas aplicadas a diversos estabelecimentos comerciais por comercializarem produtos alimentares de primeira necessidade fora do prazo.

O facto foi revelado esta segunda-feira em Maputo pelo ministro da Indústria e Comércio, Armando Inroga, durante uma conferência de Imprensa que serviu para fazer o balanço da quadra festiva.

Na ocasião, aquele governante referiu que durante o período em análise a brigada interministerial composta pelos ministérios da Indústria e Comércio, Agricultura, Energia, Finanças, Interior e Transportes e Comunicações e ainda pela Inspecção Nacional das Actividades Económicas, criada para garantir a disponibilidade e acessibilidade de diversos produtos de primeira necessidade durante a quadra festiva, apreendeu e destruiu em diversos estabelecimentos comerciais espalhados por todo o País vários produtos alimentares fora do prazo avaliados em 892.981 meticais.

No total a brigada interministerial visitou 1.720 estabelecimentos comerciais formais e informais em algumas das quais foram detectadas diversas anomalias que vão desde especulação de preços até à venda de produtos fora do prazo.

E como medidas punitivas a todos os estabelecimentos comerciais onde foram registadas as referidas anomalias a briga interministerial decidiu aplicar multas que totalizaram 2.516.210,00 meticais.

Balanço positivo da quadra festiva

Mesmo assim, o ministro da Indústria e Comércio considera o balanço da quadra festiva de 2013 positiva, uma vez que na maioria dos principais mercados de todo o País os preços dos produtos alimentares de primeira necessidade registaram uma certa estabilidade em relação ao igual período dos anos anteriores.

Quanto ao movimento migratório, mais de 85 mil viaturas atravessaram a fronteira de Ressano Garcia em Moçambique e África do Sul.

O referido número de viaturas, de acordo com Armando Inroga, pertence a diversos cidadãos moçambicanos que trabalham nas minas sul-africanas bem como cidadãos daquele País vizinho que atravessaram aquela fronteira para passar as festas do dia da família e do fim de ano em Moçambique.

Polícia diz que não são homens da Renamo em Homoíne

A Polícia veio ontem, através do seu porta-voz do Comando Provincial em Inhambane, dizer que em Homoíne houve falso alarme pois apenas “trata-se de ladrões de gado e não de homens armados da Renamo em Pembe”, como havia sido anunciado pelo líder comunitário.

Desta forma, a polícia desmente informações posta a circular no país dando conta que a Renamo estaria a alargar o perímetro de Guerra para o distrito de Homoíne, em Inhambane, a ocidente do distrito da Maxixe.

O líder comunitário do posto administrativo de Pembe no distrito de Homoine na Provincia de Inhambane disse à população local, a semana passada, em acto público, que em Manhique “homens armados da Renamo” estavam a instalar-se para iniciarem hostilidades. E acto contínuo ele próprio abandonou a sua casa. Aí a população com posses começou a abandonar as suas residências.

“Num trabalho preliminar feito no terreno ou seja em Pembe a polícia não teve rastos de homens da Renamo, mas, sim, trata-se de ladrões de gado que andaram a circular naquela zona”, disse Delcir Marquel, porta-voz do comando provincial da PRM em Inhambane. Não apresentou evidências. Disse, entretanto que a polícia nunca abandonou a zona, o que contraria aquilo que a nossa Reportagem constatou em Pembe, in loco.

Roquete de bazuca mata dois menores no distrito de Magude

Dois menores de seis anos de idade perderam a vida no passado dia 31 de Dezembro, no distrito de Magude, província de Maputo, ao fazerem explodir um roquete de bazuca confundido com objecto pirotécnico, vulgo “paixão”.

Roquete de bazuca mata dois menores no distrito de Magude

O facto ocorreu dentro de uma residência. A Polícia não entrou em mais detalhes, mas sabe-se que o roquete estava guardado no interior de uma residência.

Malfeitores faziam-se passar por militares

A Polícia da República de Moçambique (PRM), a nível da província de Maputo, neutralizou malfeitores que, com recurso a instrumentos contundentes, assaltavam residências e “semeavam pânico” no município da Matola. Trata-se de Luzido Sérgio e Anselmo Ernesto que se faziam passar por militares no bairro Sidwava e arredores.

Segundo o oficial de Imprensa, no Comando Provincial de Maputo, Emídio Mabunda, os malfeitores estão detidos nas celas da 9ª Esquadra na Matola. Os mesmos foram neutralizados graças à colaboração da população local. A Polícia assegura que uma parte dos bens pilhados pelos malfeitores foi recuperada.

No que concerne à aquisição do uniforme militar, A Polícia, citando Luzido Sérgio, disse que o uniforme militar era do seu (Luzido) tio militar já falecido. Sérgio confessou que usava para cortar caniço, mas depois usou para assaltar residências.

Jovem é preso por agredir namorada com banana

Um homem de 36 anos foi preso no dia 1º de janeiro no condado de Pasco, no estado da Flórida (EUA), acusado de atacar sua namorada com uma banana.

Segundo as autoridades, após uma discussão, Joseph Smolinsky lançou uma banana na namorada e atingiu o rosto dela, provocando “vermelhidão” no local.

Jovem é preso por agredir namorada com banana

Smolinsky chegou a resistir à prisão, e o policial precisou usar o spray de gás pimenta para conseguir algemá-lo.

Ele foi levado para a cadeia acusado de agressão doméstica e resistência à prisão.

Menino de 4 anos rasga dinheiro que pais guardavam debaixo da cama

Um menino de quatro anos rasgou o dinheiro que seus pais guardavam debaixo da cama em Xi’an, na província de Shaanxi, na China.

Deixado sozinho pela mãe, o menino encontrou o dinheiro numa caixa e começou a rasgá-lo em pedaços enquanto seus pais estavam na sala.
Segundo a imprensa chinesa, a criança rasgou mais de 3.500 yuanes que estavam guardados sob a cama.

O casal levou o dinheiro a um banco local, onde cinco funcionários conseguiram, depois de quase três horas de trabalho, recuperar 3.585 iuanes e trocar as cédulas para a família.

Munícipes de Nkobe passam festas submersos nas águas das chuvas

Este cenário acontece uma semana depois da última chuva que fustigou as cidades de Maputo e Matola. Casas alagadas, muitas delas abandonadas, num bairro, que se diga, recém-parcelado.

Neste momento, muitas casas continuam submersas e dezenas de famílias estão desalojadas.

Os afectados estão indignados e atiram a responsabilidade à edilidade. “É sempre assim quando chove. É uma zona baixa. O município parcelou este local sabendo dos problemas. Mesmo assim, enquadrou nos num local como este e agora não temos solução”, disse Fabião Jeremias, um dos afectados.

Na verdade, a água inundou as casas desde o início de Dezembro passado, altura que começou a chover em Maputo.

Para os moradores, a solução está com o município. “A edilidade devia fazer uma drenagem da rua principal, onde as águas deviam ser escoadas até à zona do campo. De lá, correria em direcção à Matola Gare. Aliás, os nativos explicam que desde as cheias de 2000 as águas deste local sempre foram drenadas até ao campo e de lá iam atè a Matola Gare”, explicou a fonte.

Para já, grande parte das famílias, as que não puderam abandonar as casas, partilha espaços pequenos, já que as suas residências estão completamente alagadas.

Renamo intensifica ataques em Gorongosa

Mais de três mil e quinhentas pessoas oriundas das regiões de Vunduzi, Canda, Tazaranda, Mucodza, Nhataca e Morombodzi, no distrito de Gorongosa, a norte da província de Sofala, encontram-se refugiados na sede daquele distrito, devido à intensificação de confrontos militares entre os homens armados da Renamo e o Exército.

Além de atacar posições das forças de defesa e segurança, os homens armados da Renamo estão a sequestrar e assassinar pessoas ligadas à Frelimo ou às estruturas administrativas locais. A medida é descrita como retaliação contra a ocupação da base de Santungira, em Outubro de 2013.

A intensificação dos ataques obrigou o governo do distrito à retirada compulsiva das populações das regiões visadas, para evitar mais mortes de civis. A maioria dos homens que integram o braço armado da Renamo não tem nenhum sinal distintivo, o que “atrapalha” as populações.

Na vila sede de Gorongosa, foram criados três centros de acomodação, o primeiro e o maior de todos na escola de Mapómbuè, no bairro do mesmo nome, outro junto à pista do aeródromo local, e o último no centro de saúde local.

Líder Comunitário diz que viu “homens armados da Renamo” e cria pânico

Ataques Renamo

O líder comunitário do povoado de Manhique, no Posto Administrativo de Pembe, no distrito de Homoíne, na província de Inhambane, disse em público que andavam na zona “homens armados da Renamo” e, consequentemente, os residentes locais entraram em pânico e começaram a abandonar as suas casas em debandada.

A Reportagem do CanalMoz foi ao local e constatou que ninguém viu de facto os tais “homens armados da Renamo”. A nossa reportagem nem viu militares ou agentes da FIR a patrulharem a região. Nem em Pembe, nem nas zonas circunvizinhas de Pembe, nem no trajecto, alguém nos disse que viu os tais homens armados.

O CanalMoz confirmou que “a informação dos homens da Renamo veio do senhor Siquelane Manhique que é o líder comunitário” do povoado de Manhique.

Silva Nhanombe, residente em Pembe há vários anos, disse à nossa Reportagem que ele pessoalmente não viu os tais “homens armados da Renamo” a circularem na aldeia. Referiu, que foi o líder comunitário (Siquelane Manhique) que se reuniu com os residentes locais, no dia 02 do corrente mês, para dar a informação da existência na zona de homens armados da Renamo.

“O líder comunitário é que veio dizer à população que “homens da Renamo” estão perto do povoado, e que se encontraram com eles e pediram uma cabeça de gado alegando que estavam com fome, e dai ele disse que seria melhor abandonarmos o local e levar nossos bens porque podem vir nos roubar e matar”, explicou ao Canalmoz Silva Nhanombe.

Luís, outro residente em Pembe, também nos disse peremptoriamente que a informação da existência dos “homens da Renamo” naquela região foi transmitida pelo líder comunitário Siquelane.

“O líder disse que se encontrou com eles e veio dizer que os homens a Renamo já estão no terreno e o que falta é só fazerem acção, por isso estamos a fugir para quando eles aparecerem não encontrarem a ninguém”, contou-nos.

Enquanto a informação circulava na zona de Manhique, o líder local viajou e a população ficou a crer da existência “dos homens da Renamo” e logo também começou a abandonar a zona. As outras zonas bem próxima souberam da informação e também optaram por levar os seus bens antes da invasão dos supostos “homens da Renamo” que dizem que “dialogaram com o líder comunitário de Manhique”.

Vitória André Zandamela, idosa residente em Nhaulane, disse à nossa reportagem: “Eu pessoalmente não vi os homens da Renamo em Nhaulane, só estou ver gente a abandonarem as casas e a dizerem que se ficarmos a Renamo vai nos matar, por isso também levei as minhas coisas e vou em casa do meu filho na Maxixe”. “Mas dizem quem viu os homens com arma foi o régulo de Manhique”, acrescentou Victoria Zandamela.

Em Pembe a situação é critica devido a essa informação que circula, mas ninguém viu de facto os tais “homens armados da Renamo”. “Ninguém quer morrer ou ouvir só de armas”, diz-nos Mário Massango. Conta-nos que já viveu momentos dramáticos e caótico no tempo da guerra civil dos 16 anos por isso mesmo sem ter visto os homens a Renamo com armas ele acredita na informação do régulo e por isso estava a levar a sua família e bens para o distrito de Massinga.

“Eu não tenho provas concretas disso só que muita gente saiu e eu decidi também sair”.

Questionado se viu os tais homens a circularem na vila ele afirmou: “Eu não vi ninguém com arma. Mesmo em Tsambi, onde faço o meu negócio, ninguém tem a máxima certeza que os da Renamo estão aqui”, revelou Mario Massango.

Comércio encerrado

Durante nossa presença no posto administrativo de Pembe durante a tarde do último sábado e principio da manhã de domingo não havia qualquer actividade comercial. Recordamo-nos que se estava no período de tolerância de ponto decretado pela ministra do Trabalho. No entanto ali a razão era outra.

Arnaldo Xavier Matsimbe, proprietário de um estabelecimento comercial, encontrá-mo-lo a evacuar os seus produtos para a vila de Homoíne. Disse-nos que “as pessoas como estão a fugir com medo da guerra, por isso eu também estou a levar os produtos para deixar em casa da minha irmã na sede do distrito, porque as pessoas estão a dizer que os homens da Renamo foram vistos em casa do líder quando vinham pedir cerimónia tradicional para serem recebidos aqui na zona. Eu como não estava, por isso não posso confirmar isso.”

Medicamentos do Centro de Saúde retirados

No centro de saúde local só ficaram as bases das camas. Todo o material médico foi levado para a Direcção Distrital de Saúde de Homoíne.

A nossa reportagem deparou com a enfermeira de Serviços materno infantil, Valória de Gabriel, a transportar caixas de medicamentos e outros derivados para fora do hospital, “à espera da viatura que vinha da direcção distrital de saúde de Homoíne”.

Líder comunitário em parte incerta

Para apurarmos a veracidade da informação que o líder comunitário do povoado de Manhique, Siquelane Manhique, terá posto a circular a ponto de colocar a população em pânico, a nossa reportagem deslocou-se até à sua zona. Disseram-nos que ele encontra se ausente da zona e ninguém sabe onde se encontra.

Levámos o seu contacto telefónico e não o conseguimos contactar porque o seu telemóvel está desligado. Mais informações sobre o pânico em Homoíne na edição impressa do semanário Canal de Moçambique que sai a rua esta quarta-feira.

Urgências do HCM receberam 1340 doentes durante a virada e tolerância de ponto

Os Serviços de Urgência do Hospital Central de Maputo (HCM) receberam durante a transição de ano e nos dois dias de tolerância 1340 doentes. São doentes que procuravam aqueles serviços pelas diferentes causas, desde ferimentos por objectos pirotécnicos, agressões físicas, acidentes de viação e traumas diversos. O número de pacientes que procuravam os serviços aumentava a cada dia. No último dia da tolerância (03) deram entrada no HCM 448 pacientes, quase o dobro de pacientes (273) que procuraram as urgências, durante a transição. Neste período houve registo de 15 óbitos por diferentes doenças, 12 dos quais deram entrada na fase terminal.

Transição do ano

Na transição de ano, deram entrada no HCM 273 doentes. Destes, destaque vai para 13 feridos por objectos pirotécnicos, 21 por conta de acidentes de viação e 32 por agressões físicas. E um caso de ferimento por arma branca.

280 doentes no primeiro dia do ano

No dia 01 de Janeiro deram entrada no HCM 280 doentes, 179 por doenças gerais, 101 por diferentes traumas. Envolvidos em acidentes de viação deram entrada 20 doentes, por agressões físicas 21, e dois feridos por arma branca. Neste dia, destaque vai para dois óbitos, por doenças gerais e traumas.

299 doentes e 12 óbitos no segundo dia

Dos 299 doentes que deram entrada no dia 02, doze já na fase terminal perderam a vida. Como consequência de acidentes de viação e agressões físicas deram entrada 20 e 21 doentes, respectivamente. Houve também dois feridos por arma de fogo.

Maior procura no dia 03

O dia 03, por sinal último dos dois de tolerância concedidos pelo Governo, foi o que maior procura pelos serviços de urgência registou (488). Deste, 371 padeciam de doenças gerais,117 trauma. 20 por acidentes de viação e 18 por agressões físicas. Referir que do dia 2 para 3 de Janeiro o número quase duplicou.

Raul Cossa, porta-voz do HCM, diz tratar-se de números normais depois de um período de festas. Cossa faz balanço preliminar positivo da transição e dos dois dias de tolerância. Amanhã o HCM vai fazer o balanço geral da quadra festiva.

Ancião de 60 anos viola menor de nove anos

Um ancião de 60 anos de idade está a contas com a Polícia da República de Moçambique (PRM) a nível do distrito de Manjacaze, na província de Gaza, acusado de violar sexualmente uma menor de nove anos.

Segundo o porta-voz da PRM em Gaza, Jeremias Langa, o caso deu-se no passado dia 01 de Janeiro na localidade de Nhafoco, mais concretamente no Posto Administrativo de Mazucane. Para conseguir os seus intentos, Manuel Onjo, o ancião agora nas mãos da Polícia, é acusado de ter aliciado a menor com um valor de 30 meticais para a compra de mecha de cabelo.

De acordo com a Polícia, em consequência da violação a criança contraiu ferimentos vaginais, tendo sido levada ao hospital local para tratamentos.
A Polícia diz que o ancião detido não tem nenhum grau de parentesco com a vítima, tendo-se aproveitado da ausência da avó com quem a menor vive.

Objectos pirotécnicos matam em Gaza

Ainda em Gaza, um adolescente de 14 anos de idade morreu na madrugada do dia 01 de Janeiro durante a transição para o ano novo na cidade de Chókwè, na sequência de uso incorrecto de artifício pirotécnico. O porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM), Jeremias Langa, deu a conhecer ao Canalmoz que “Paulo Quefasse Combone, jovem de 14 anos, perdeu a vida por artifício pirotécnico”.

“Jovem que aparenta ter 14 anos perdeu a vida na cidade de Chókwè, por causa de manuseamento incorrecto de artifício pirotécnico. Ele introduziu o objecto numa garrafa e detonou, tendo provocado forte explosão ferindo-lhe gravemente no abdómen e, consequentemente, perdeu a vida no hospital”, avançou a nossa fonte.

Ainda na cidade de Chókwè, um jovem foi detido na mesma ocasião no sexto bairro daquele município, por ter alegadamente ter introduzido um objecto pirotécnico numa garrafa e atirando de seguida sobre uma multidão, tendo a explosão provocado ferimentos graves em duas pessoas e ligeiros a uma outra pessoa.
Carlitos Jacinto Macuácua, jovem de 30 anos, foi quem colocou um objecto pirotécnico dentro de um vasilhame e depois acendeu atirando contra uma multidão que se encontrava reunida a celebrar o ano novo, provocando, na sequência, ferimentos em três pessoas.

Apesar desses dois incidentes a Polícia da República de Moçambique em Gaza diz que a transição do ano foi calma e pacífica, por não ter se registado nenhum caso criminal nem de acidente de viação.

Acidentes de viação

Ainda no dia 01 de Janeiro, cerca das 06h30min uma viatura capotou depois de despistar na Estrada Nacional Número 453, na zona de Nwamakevele na Praia do Bilene. Como consequência, registou-se um morto, quatro feridos graves e danos materiais avultados. A Polícia aponta o excesso de velocidade como causa que provocou o acidente.

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