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Terça-feira, Abril 28, 2026
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Acção Social assiste 5180 crianças órfãs em Tete

A Direcção Provincial da Mulher e da Acção Social de Tete assistiu, no ano passado, 5180 crianças órfãs e vulneráveis nos distritos de Mutarara, Cahora Bassa, Mágoè, Changara, Zumbu, Moatize, Angónia e capital provincial.

A directora provincial da Mulher e da Acção Social de Tete, Ana da Costa Ferreira, disse ao nosso Jornal que a assistência prestada se centrou no apoio alimentar, material didáctico, psicossocial e médica e medicamentosa.

Foram igualmente assistidas, no âmbito dos serviços de acção social, 995 crianças em situação difícil, no quadro de promoção de acções que garantam a igualdade de oportunidade aos grupos e comunidades vulneráveis, proporcionando-lhes condições para participar nos programas de desenvolvimento do país.

“Estamos a promover a justiça social relativamente aos grupos vulneráveis e o seu acesso às oportunidades de desenvolvimento, à expressão das suas capacidades e ao exercício dos seus direitos civis” – disse Ana Ferreira.

A directora da Mulher e Acção da Social de Tete referiu que 62 pessoas da terceira idade, das quais 46 do sexo feminino, receberam apoio alimentar, artigos de vestuário, material de higiene e limpeza e assistência médica e medicamentosa.

Ana Ferreira apontou que a instituição que dirige recebe apoios de parceiros como algumas organizações não-governamentais nacionais e internacionais, com maior destaque para a Help Age Internacional, PMA, Visão Mundial, Gululansisi e a Cruz Vermelha de Moçambique.

Para projectos de sustentabilidade da iniciativa das camadas vulneráveis, Ana Ferreira referiu que, durante o primeiro semestre do ano transacto, 22 associações constituídas por 311 mulheres, em vários distritos da província de Tete, foram capacitadas em matéria de habilidades empresariais para garantir o crescimento, durabilidade e sustentabilidade das respectivas associações.

“Conseguimos dar assistência a 371 pessoas, sendo 307 mulheres, em pequenos projectos como actividades agrícolas, poupança, produção de artigos de olaria e bancas fixas, entre outras actividades de geração de rendimento” – disse Ana Ferreira.

Durante o primeiro semestre, segundo a nossa fonte, a Direcção Provincial da Mulher e da Acção Social de Tete apoiou 1963 pessoas com deficiência, das 1995 identificadas naquela condição, representando uma redução de 63,4 por cento comparativamente aos assistidos em 2011.

“Por outro lado, a Direcção Provincial de Mulher e da Acção Social está a divulgar, em vários segmentos da sociedade, a lei e estratégias de atendimento à criança, mulher, pessoa idosa, portadora de deficiência e a outros grupos em situação de vulnerabilidade” – disse Ana Ferreira.

Entretanto, dadas as condições geográficas da província, uma vez que é a única região que faz fronteira com três países, nomeadamente Zimbabwe, Zâmbia e Malawi, têm-se registado casos de cidadãos vulneráveis e desamparados destes países, sobretudo os que vivem na faixa fronteiriça, que atravessam para o nosso país solicitando apoio humanitário.

Segundo a directora da Mulher e da Acção Social de Tete, estes casos são frequentes e sempre que surgem são bem tratados e encaminhados aos seus países de proveniência.

“Os cidadãos estrangeiros, sobretudo idosos e crianças em estado de vulnerabilidade, atendemos e depois tentamos ajudar a sua reintegração nos seus países, para posterior benefício dos programas idênticos executados pelos seus governos”, disse.

Descargas eléctricas matam quatro pessoas em Quelimane

Quatro pessoas morreram por descargas eléctricas na província da Zambézia, na semana de 25 de Dezembro a 07 de Janeiro, segundo o Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), que indica, também, haver previsão de ocorrência de chuvas fortes, nos próximos dias, nos distritos de Nicoadala, Maganja da Costa, Mopeia, Chinde e Morrumbala.

Dados preliminarmente indicam que cerca de 99 famílias, o que corresponde a 493 pessoas, foram fustigadas pelas chuvas. Maria Madalena Luciano, delegada do INGC na Zambézia, disse que já foram activados os comités de gestão de riscos para as acções de prevenção e mitigação dos efeitos que possam resultar das chuvas, ciclones e vendavais.

Ainda na Zambézia, um vendaval fustigou a vila municipal de Alto Molócué e causou a queda da antena repetidora da rádio e televisão públicas, para além do corte de energia eléctrica.

Homens armados da Renamo controlam troço entre Gorongosa e Vunduzi

Homens armados da Renamo que operam em Gorongosa, Sofala, têm estado a apelar aos automobilistas para não transportarem efectivos das Forças de Defesa e Segurança governamentais no troço Vanduzi–Vila sede de Gorongosa, sob o risco de serem atacados pelos antigos guerrilheiros, cujos ataques têm sido mais frequentes, nas últimas semanas, nas regiões de Vunduzi e Canda.

Em Vunduzi, na região de Santungira – onde estava localizada a antiga base da Renamo – e a cerca de 35 quilómetros da vila sede de Gorongosa, há várias unidades militares que patrulham a rodovia, e os homens armados da Renamo actuam ali entre as unidades da Forças Armadas e de Defesa de Moçambique. “As viaturas civis têm sido interceptadas com frequência por homens armados da Renamo. Não amolestam os passageiros e muito menos os automobilistas. Mas, por vezes, mandam descer os passageiros e revistam as bagagens. Nunca dizem o que estão à procura e, depois, autorizam a partida, apelando, entretanto, aos automobilistas que não transportem elementos das forças governamentais”, contou o chefe do posto de Vunduzi, Viola Caravina.

Can-interno: “Mambas” rumam à Cidade do Cabo

A Selecção Nacional de Futebol deixa hoje Joanesburgo rumo à Cidade do Cabo, onde vai disputar o CAN-Interno que se inicia no sábado.

Os “Mambas” encontram-se em Joanesburgo desde o dia 2 de Janeiro em curso, tendo feito um jogo de controlo frente à Mauritânia, no qual perderam, por 3-2, naquele que foi o seu quarto embate de preparação.

Nos restantes três desafios, Moçambique empatou sem golos diante da Namíbia, tendo de seguida perdido frente ao Zimbabwe, por 2-1, antes de uma igualdade a uma bola com a Suazilândia, por sinal no último confronto antes de deixar Maputo.

Os “Mambas” estreiam-se logo no jogo inaugural agendado para sábado às 18:00 horas, defrontando a anfitriã África do Sul. Além dos “Bafana Bafana”, a turma moçambicana terá como opositores a Nigéria (15 de Janeiro, às 20:00 h) e Mali (19 de Janeiro, às 19:00 h).

Messi regressa hoje aos relvados

O argentino Messi foi ontem convocado por Gerardo Martino para o jogo do Barcelona com o Getafe, a contar para a Taça do Rei, de hoje. O avançado, que se lesionou no passado dia 10 de Novembro frente ao Bétis, volta assim às opções dos catalães cerca de dois meses depois. Recorde-se que o jogador sofreu uma rotura muscular na coxa esquerda e cumpriu parte da recuperação na Argentina.

A recuperação de Messi permite que o jogador possa hoje ter já uns minutos de competição e, dessa forma, ganhar algum ritmo para o importante jogo com o outro líder da Liga Espanhola, o Atlético de Madrid, agendado para o próximo sábado.

Para este jogo com o Getafe, Martino decidiu poupar Daniel Alves, Xavi e Bartra.

Centro de Medicina Desportiva funciona no Estádio do Zimpeto

O Centro de Medicina Desportiva entrou ontem em funcionamento com a inauguração oficial dirigida pelo ministro da Juventude e Desportos, Fernando Sumbana Júnior, numa cerimónia que contou com a também presença do titular da pasta da Saúde, Alexandre Manguele, e de representantes das federações e associações desportivas, entre outras figuras nacionais e internacionais convidados para o efeito.

O Centro de Medicina Desportiva, consubstanciado na política estratégica do desenvolvimento do desporto e cujo projecto foi idealizado há anos, é uma instituição que está subordinada ao Instituto Nacional do Desporto (INADE), e vem preencher uma grande lacuna que existia no sistema desportivo nacional, nomeadamente a ausência de um laboratório para exames médicos dos atletas.

O centro conta com gabinetes médico e de antidoping, sala de fisioterapia, que abrange sectores de quimioterapia e de massagens, e ginásio para a recuperação física.

Segundo a doutora Adélia Ndeve, responsável pelo centro, a sala de antidoping vai servir como local de atendimento médico, quando não solicitado para os seus serviços específicos, acrescentando que é um dos maiores ganhos que o Centro de Medicina Desportiva trouxe, sendo um serviço obrigatório na prática desportiva.

Adélia Ndeve anotou que a inauguração é a concretização de um sonho antigo, visando atender a saúde dos atletas e prestar cuidados clínicos especializados, quer no âmbito médico, quer na área de traumatologia. O centro, que contempla ainda uma sala de tratamentos e locais de observação, vai prestar serviços aos amadores e interessados.

A fonte falou do intercâmbio com o Instituto de Medicina Desportiva de Portugal para a formação de pessoal que trabalhará no Centro de Medicina Desportiva, atendendo que abrange áreas especializadas, o que exige também uma formação especializada.

“Eles virão cá fazer a formação. Já vieram dar um curso de medicina desportiva. Aliás, há muita gente no sector da Saúde interessada em trabalhar nesta área de medicina desportiva”, ajuntou.

Ndeve anotou que o Centro de Medicina Desportiva vai, numa primeira fase, contar com a colaboração do Centro de Saúde do Zimpeto para afeitos de assistência, enquanto se forma o pessoal especializado para a área.

Questionado sobre se as províncias seriam abrangidas neste processo, Ndeve salientou que o objectivo é ampliar, criar outros sectores, tendo em conta que o principal alvo neste processo é o atleta.

“Já idealizámos, e o que estava previsto era ter centros de medicina desportiva também nas zonas norte e centro. Uma vez que as inspecções médicas são obrigatórias, teremos que ter 65 unidades sanitárias a funcionar. Aliás, antes do centro, temos unidades sanitárias e se for no âmbito específico melhor será”, concluiu.

Milhares no último adeus ao “Rei” Eusébio

O mundo do futebol, em particular Portugal, uniu-se na tristeza no último adeus a Eusébio, sepultado segunda-feira após milhares de pessoas terem seguido o seu funeral por Lisboa no segundo de três dias de luto nacional.

O corpo de Eusébio esteve exposto em câmara ardente na casa do seu amado Benfica entre a tarde de domingo e o início da tarde de segunda-feira, e milhares de pessoas passaram pelo féretro para prestarem a sua homenagem, algumas das quais esperaram mais de duas horas para tal. Foi uma jornada emocional, cujo momento mais alto ocorreu quando, respeitando um dos últimos desejos do dianteiro de Portugal, o caixão percorreu uma volta ao relvado antes de ser pousado no círculo central. As 15 mil pessoas presentes entoaram o hino do Benfica, ao qual espontaneamente se seguiu o hino português. Eusébio não era apenas do Benfica; pertencia a toda a gente.

Milhares no último adeus ao "Rei" Eusébio

O trajecto em redor do relvado foi acompanhado pela canção Con Te Partirò (Contigo Partirei), interpretada por Andrea Bocelli, ecoada através da instalação sonora do estádio. O tenor italiano, fã de Eusébio desde a adolescência, era amigo próximo da lenda portuguesa, de quem recebeu, em Dezembro de 1997, uma camisola autografada do Benfica, por ocasião da presença em Lisboa para o lançamento do seu multi-premiado álbum Romanza.

Eusébio deixou o estádio do Sport Lisboa e Benfica pela última vez e o cortejo fúnebre iniciou o trajecto até aos Paços do Conselho, onde foi alvo de curta homenagem da parte da cidade de Lisboa e dos seus munícipes, encabeçados pelo edil António Costa. A comitiva atravessou o centro de Lisboa através das principais avenidas (Avenida da República e Avenida da Liberdade), das praças mais importantes (Saldanha, Restauradores, Rossio e, também, Marquês de Pombal, onde os adeptos do Benfica costumam se juntar para festejar as conquistas mais importantes do clube).

O circuito foi seguido por largos milhares de pessoas, sempre a aplaudir ruidosamente e a exibir bandeiras e cachecóis do Benfica e de Portugal, perfazendo um mar vermelho. Muitos mais assistiram aos acontecimentos em directo, transmitido pelas três estações televisivas nacionais a emitir em sinal aberto, assim como pela Benfica TV.

A procissão terminou na Igreja do Seminário, no Largo da Luz, não muito longe do Estádio da Luz, onde foi celebrada uma missa de corpo presente, com o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, entre outros ilustres convidados, plantel e equipa técnica, dirigentes e antigos jogadores e familiares. Questionado sobre a gigantesca homenagem manifestada pelos portugueses pelo desaparecimento de Eusébio, Cavaco Silva disse: “É uma comoção nacional. Dá uma boa ideia da sua grandeza como pessoa e desportista.”

Num dia cinzento e chuvoso em Lisboa, as nuvens pareceram reflectir a tristeza à medida que a chuva foi caindo com maior intensidade perto do final do funeral, no Cemitério do Lumiar, onde o caixão chegou acompanhado de cânticos “Tu És o Nosso Rei, Eusébio”. Apesar de atrasado pela imensa multidão presente no local, Eusébio foi enterrado finalmente quando eram pelas 20:37 horas de Maputo, menos duas horas em Lisboa, Portugal.

O Governo português decretou três dias de luto nacional. Entretanto, fala-se de nomear o estádio do Benfica em sua honra, assim como da transladação do corpo para Panteão Nacional, em Lisboa, de modo a ficar sepultado junto de outras figuras ilustres da História do país. À segunda-feira o Panteão encerra e pareceu também que o mesmo se passou em Lisboa.

Maputo rende homenagem

Na capital moçambicana, cidade de Maputo, o Pantera Negra foi homenageado por diversas figuras ligadas ao desporto e ao Governo. A cerimónia decorreu na rua que leva o seu nome, situado no bairro da Mafalala, onde ele nasceu e começou a dar os primeiros toques na bola (feita de trapo). O encontro carregado de emoção na Mafalala foi antecedido por um momento não menos comovente na Igreja da Munhuana, onde foi rezada uma missa pela paz à alma do melhor futebolista moçambicano de todos os tempos.

Autoridades da província de Maputo lançam alertas às populações para subida de caudais

Pelo menos cinco mil hectares de culturas diversas ficaram alagados na baixa do distrito da Manhiça, província de Maputo, na sequência da subida dos níveis do caudal do rio Incomáti.

A directora Provincial dos Combatentes e porta-voz do Governo da província de Maputo, Constância Guiamba, disse nesta terça-feira à Reportagem do Canalmoz que até ao último domingo, os caudais dos rios Maputo, Umbeluzi e Incomáti registaram subida de níveis.

De acordo com a senhora Guiamba, no caso do rio Maputo, cujo nível de alerta é de 3.5 metros, este registou há três dias uma subida para 3.70 metros, estando neste momento (segunda-feira) com tendência de baixar para 3.27 metros. Para o rio Incomáti, cujo nível de alerta é 5 metros, neste momento a situação é de 3 metros para a região de Ressano Garcia e 4.18 para a região de Magude, esta última onde a três dias registava problemas de acessibilidade.

“Mesmo assim, há uma transitabilidade deficiente na zona de Magude”, alertou Constância Guiamba, acrescentando que apesar da tendência de baixa dos caudais, “qualquer chuva a montante noutros países poderemos ficar afectados”.

A nossa fonte referiu-se também ao rio Umbeluzi, garantindo que está controlado. Por outro lado, disse que neste momento, a barragem de Corumana está a receber descargas do rio Incomáti que regularmente quando há regista desnível descarrega naquela barragem onde também o rio Sabié descarrega.

O Governo da província de Maputo começou a lançar na semana passada alertas para as populações que vivem nas regiões baixas no sentido de se retirarem para as zonas seguras, devido à ameaça de subida dos caudais dos principais rios da província.

Na verdade, os rios Maputo, Incomáti e Umbeluzi, na província de Maputo, continuavam a subir de caudal nos últimos três dias.

Os distritos de Matutuíne, Magude e Manhiça são os mais foram mais afectados pela subida dos caudais dos rios Maputo e Incomáti.

As autoridades governamentais da província de Maputo continuam a alertar as populações para se precaverem dando a conhecer que prevê-se até Março próximo, a queda normal das chuvas para tendências acima de normal, que poderão afectar pessoas, culturas e animais. Outro alerta é de que “qualquer chuva a montante nos países vizinhos, a província de Maputo, poderá ser afectada pelas descargas”.

As previsões do Instituto Nacional de Meteorologia e do Instituto Nacional de Gestão das Calamidades apontam para a ocorrência de chuvas normais com tendências de acima do normal que poderão provocar cheias e alagamentos no período que vai até Março de 2014.

Seis pessoas morreram vítima de afogamento na Costa do Sol

Ao longo da quadra festiva seis pessoas morreram vítima de afogamento na praia da Costa do Sol, por terem desafiado as águas sob efeito de bebidas alcoólicas e outros por desrespeito às regras de sinalização da costa.

Estas informações foram avançadas esta terça-feira pelo porta-voz dos Serviços de Salvação Pública, David Cumbane.

O corpo de salvação pública informou também que um autocarro de transporte colectivo de passageiros, de matrícula e a rota não reveladas, pegou fogo em plena marcha e feriu 16 passageiros.

Segundo o porta-voz do Serviço Nacional de Salvação Pública, David Cumbane, o semi-colectivo tinha como destino o distrito de Metuge, na província de Cabo Delgado.
A ocorrência deu-se por volta da 12h30min, no distrito de Metuge em Cabo delgado no dia 02 de Janeiro corrente.
Segundo Cumbane, os feridos foram evacuados de emergência para o hospital local.

Instituto Agro-Industrial de Salamanga exclui estudantes do exame de ingresso

Mais de vinte encarregados de educação estão revoltados com a direcção do Instituto Agro-Industrial de Salamanga, distrito de Matutuíne, província de Maputo, devido à exclusão dos seus educandos dos exames de admissão de ingresso naquela instituição de ensino. Os exames começaram ontem e deverão terminar amanhã, quinta-feira.

Entretanto, o director do Instituto Agro-Industrial de Salamanga, Valentim Miguel, promete investigar o que terá acontecido, se foi por distracção ou de uma forma deliberada.

Segundo contaram ao Canalmoz, no acto de inscrição, não houve informação de que os talões de Bilhetes de Identidade não seriam válidos no acto de exames, mas estranhamento no primeiro dia das provas, os concorrentes foram excluídos.

“No mês passado fui a Belavista inscrever a minha filha usando para o efeito um talão de Bilhete de Identidade. Esta segunda-feira, um dia antes do exame, quando fomos ver as listas, disseram que os nossos filhos estavam excluídos por terem usado talões de BI para inscrição. Há nossos contactos nos processos. Porque é não nos ligaram antes”, questionam os encarregados.

Acrescentam ainda que quando pediram falar com o director do instituto, Valentim Miguel, este disse que estava apenas a cumprir com ordens do Ministério da Educação. Devolveu o dinheiro das inscrições e os processos numa “clara indicação de que vão se embora”.

“O que nós queremos não é dinheiro, é que os nossos filhos estudem. Se a instituição sabia que não fariam os exames, porque é que não deu informação atempadamente. Que sejam claros”, vincam os encarregados.

As nossas fontes questionam que se o talão do BI não é válido para os exames, porque é que a Direcção de Identificação Civil emite estes documentos que são aceites por umas instituições e por outras não sendo do Estado.

“As crianças que ficaram por fora devem ter um exame especial porque não têm culpa”, disseram.

Director promete investigar

O director do Instituto Agro-Industrial de Salamanga, Valentim Miguel, promete investigar o caso junto dos funcionários da secretaria, se o que aconteceu foi por distracção ou houve uma acção deliberada.

“O edital está claro e foi assinado pelo ministro da Educação. Se houve inscrições com talões de BI, vamos investigar. Nós como pessoas podemos entender, mas nestes processos há inspecção do distrito e da província”, disse.

Explicou que o ensino técnico tem regras nas inscrições orientadas pelo ministério que devem ser seguidas. “ É possível que isso tenha acontecido, mas a nossa forma de trabalhar é esta. Se isso foi detectado tinha que se corrigir”, disse Valentim Miguel.

Disse, por exemplo, que se exige no acto de inscrição 10ª classe, fotocópia do BI autenticado e duas fotos de tipo passe.

Governo local acusado de interferir na Rádio Comunitária de Homoíne

Com o caos instalado em Homoíne, na província de Inhambane, a sul de Moçambique, e a população a fugir em debandada devido à informação de alegada presença de homens armados da Renamo, o Governo moçambicano é acusado de interferir na programação e emissão de noticiários da Rádio Comunitária de Homoíne, segundo os colaboradores daquela estação.

Segundo um colaborador da Rádio que pediu anonimato, na manhã desta segunda-feira, o senhor Benedito Cuna, quadro local do partido Frelimo e que estranhamente também faz parte do comité de gestão da Rádio, foi à estação informar que fora mandatado pelos seus “superiores” para informar aos colaboradores da rádio para pararem de dar informações, o que está a acontecer no distrito. Cuna não explicou, segundo a nossa fonte, por que razão a rádio não devia informar às pessoas sobre o que se está a passar.

Mas disse que caso não parassem de dar informação sobre o que está a passar, todos os colaboradores sofreriam consequências. O Canalmoz contactou o coordenador da Rádio, Berlaves Alexandre, que confirmou a ida de um membro da Frelimo à Rádio para “negociar” a não difusão de informação sobre o ambiente de pânico que se vive naquela região, desde o anúncio público, a semana passada, por parte de um líder comunitário, da alegada presença de “homens armados da Renamo”.

Berlaves disse que a Rádio não está encerrada, mas parou de dar informações sobre a situação do distrito, por medo de represálias. “A Rádio não foi encerrada, mas não estamos a dar informação sobre o que se está a passar”, disse não tendo avançado quando irão retomar a difusão de informação.

O Canalmoz também contactou a assessoria de Imprensa da Fórum das Rádios Comunitárias de Moçambique (FORCOM) que confirmou a intimidação dos colaboradores da Rádio por pessoas “estranhas” à gestão da rádio. A Rádio Comunitária de Homoíne, é uma das importantes fontes de informação do distrito. É propriedade da comunidade no âmbito do projecto da UNESCO, e faz parte do Fórum das Rádios Comunitárias de Moçambique.

Ministério da Defesa e Polícia contradizem-se sobre a situação de Homoíne

O Governo está a dar informações contraditórias sobre o que se está a passar em Homoíne, província de Inhambane, sul de Moçambique. A Polícia diz uma coisa e o Ministério da Defesa Nacional diz outra, completamente diferente. O porta-voz da polícia em Inhambane, Delcir Marquel, veio esta segunda-feira ao público informar que não existem homens armados em Homoíne e tudo não passou de um “falso alarme” e que se trata de ladrões de gado que querem agitar a população.

Esta terça-feira o Ministério da Defesa em Maputo convocou a Imprensa para, através do director Nacional da Política de Defesa do MDN, Coronel  Cristóvão Chume, anunciar a captura de supostos “homens armados da Renamo” em Homoíne.

Só que o Ministério da Defesa não diz quantos homens da Renamo foram capturados nem em que circunstâncias foram capturados. Está assim aberta a contradição entre as autoridades e com tentativas de aproveitamento político à mistura.

Forças de defesa e segurança em Homoíne

Segundo o director Nacional da Política de Defesa do MDN, Cristóvão Chume, um contingente das forças de defesa e segurança já está em Homoíne.
“As forças de defesa e segurança estão no terreno neste momento.”

Governo acusa a Renamo de recrutamento de jovens

O Coronel Cristóvão Chume acusa a Renamo de estar a recrutar e treinar jovens para ingressarem nas suas fileiras.

“Nos últimos dias, a Renamo tem vindo a recrutar jovens, na zona da Gorongosa e actualmente em também em Homoíne”, acusa.

Preso foge da cadeia e pede para voltar por causa dofrio de -20ºC

Em Lexington, no estado de Kentucky (EUA), Robert Vick, de 42 anos, arrependeu-se de ter fugida da prisão e precisou ligar para a polícia e pedir para voltar, depois de precisar lidar com as temperaturas baixíssimas fora da cadeia.

Vick fugiu de uma unidade de segurança mínima e, na mesma noite, as temperaturas chegaram a -20ºC, com direito a ventos fortes e congelantes.

O frio estava tão insuportável que o homem de 42 anos para um motel e pediu para que o funcionário ligasse para a polícia, para que o apenado pudesse se entregar e voltar para a prisão.

A polícia chegou e chamou os paramédicos para examinar Vick, antes de levá-lo de volta para a cadeia.

Jovem é preso por fazer sexo com cão de amigo

Um jovem de 22 anos foi preso em Palm Bay, na Flórida (EUA), após ser filmado por uma câmara escondida enquanto cometia actos sexuais com o cão do seu colega de quarto.

Desconfiando do comportamento do animal em relação ao seu colega de quarto, o dono do pastor alemão instalou uma câmara de segurança no apartamento que dividia com Joshua Webick, e acabou por filmar o crime.

A polícia recebeu as imagens chocantes e prendeu Joshua, acusado de crueldade contra os animais. Ele também pode ser proibido de manter ou morar com um animal de estimação. O americano foi levado para a cadeia do condado de Brebard sujeito a pagamento de fiança.

Ministério da Defesa Nacional não confirma haver ataques em Homoíne

Informações postas a circular no princípio da tarde desta terça-feira (06) davam conta de que, na localidade de Phembe, no distrito de Homoíne, na província de Inhambane, onde, desde a semana passada, há relatos da presença de homens armados supostamente da Renamo, devido aos quais a população tem estado a abandonar, apavoradamente, as suas residências e bens, houve confrontos entre os referidos guerrilheiros e as Forças de Defesa e Segurança. Entretanto, o Ministério da Defesa Nacional (MDN) não confirma nem desmente que tenha havido alguma confrontação mas confirma a presença de guerrilheiros do partido de Afonso Dhlakama na região.

Segundo relatos populares, o confronto entre as duas forças resultou na morte de dois militares, um de cada lado, e nove feridos. Sobre este assunto, o director nacional de Política de Defesa, Cristóvão Chome, disse à imprensa que não podia confirmar tal informação. “Neste momento, não posso confirmar o tiroteio, a sua existência ou não, mas confirmo que as Forças de Defesa e Segurança estão, neste momento, no terreno”.

A população de Homoíne vive momento de terror em consequência desta situação, pois ainda recorda, com mágoa, a carnificina da guerra dos 16 anos. Todavia, Cristóvão Chome explicou que as forças governamentais “estão a acautelar e criar condições para que as medidas de segurança possam ser tomadas com vista ao retorno da vida normal das populações.”

Renamo quer engrossar suas fileiras

O Ministério da Defesas Nacional acusa a Renamo de estar a efectuar recrutamento de jovens para integrá-los nas suas fileiras com vista a concretizar um suposto plano de dividir o país. Cristóvão Chome, por outro lado, assegurou que o Governo tem estado a desenvolver acções para neutralizar os tais homens armados, mas não foi capaz de indicar o número de homens até aqui neutralizado, tendo deixado a promessa de um dia estes serem exibidos pela Polícia.

Chome disse ainda que a Renamo alterou seu “modus operandi”, optando agora em atacar civis inocentes e infra-estruturas económicas, por exemplo a cratera aberta na Estrada Nacional número Um (EN1) e que serve para emboscar viaturas. Para este quadro do Executivo, a continuidade dos ataques pelos homens da Renamo visa evitar o diálogo político entre o Presidente da República, Armando Guebuza, e o líder da Renamo, Afonso Dhlakama.

Chome afirmou que a Renamo desenvolve esses ataques para se furtar do diálogo e pressionar o Governo a aceitar as suas exigências.

Enquanto o Ministério da Defesa diz não saber se houve ou não tiroteios em Homoíne, a Renamo, por sua vez, nega que tenha algum homem armado naquele distrito. Contudo, enquanto o povo sofre, fica sem eira nem beira e reavive, forçosamente, os horrores da guerra dos 16 anos, parece certo que as duas partes estão interessadas neste conflito para salvaguardar os seus interesses políticos.

Comboio de mercadoria descarrila na Linha do Limpopo

Uma composição ferroviária com 26 vagões carregados de açúcar proveniente do Zimbabwe saiu dos trilhos causando o descarrilamento de oito vagões e 12 tombaram na madrugada do último domingo (05), na Linha do Limpopo, na região de Niza, km 272, no troço entre Chókwè e Mabalane.

Um comunicado de imprensa dos Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) explica que equipas de socorro da Direcção Executiva-Sul encontram-se no terreno e neste momento decorem trabalhos com vista ao resgate da carga, reposição da via de modo a garantir o restabelecimento, o mais breve possível, do tráfego ferroviário que neste momento está interrompido. Após o incidente foi constituída uma comissão de inquérito para apurar as causas do descarrilamento.

Entretanto, há dias, a linha férrea do troço Chókwé-Chicualacuala, entre Mabalane e Combomune, na província de Gaza, ficou interrompida no quilómetro 310, devido à chuvas. Dias depois, a empresa CFM anunciou que já reparou os danos registados da ferrovia.

Detido elemento de uma quadrilha de assaltantes em Nampula

A Polícia da República de Moçambique (PRM) em Nampula colocou fora de acção, nesta segunda-feira (06), um membro de uma quadrilha de três elementos considerados perigosos que, dia e noite, assaltam cidadãos indefesos na via pública.

O suposto gatuno, identificado pelo nome de Momade Mustafa, de 18 anos de idade, detido nas celas da 1ª esquadra da PRM, confessou a jornalistas que não é a primeira vez que fica preso devido ao roubo. Já esteve enclausurado, por seis meses, na Penitenciária Industrial de Nampula, por furto de um telemóvel. Todavia, a corporação garante que já tem pistas para neutralizar os dois indivíduos foragidos.

Na operação desencadeada pelos agentes da Lei e Ordem, vários bens foram recuperados, principalmente telemóveis, electrodomésticos e motorizadas, os quais aguardam pela reclamação dos respectivos proprietários, segundo Miguel Bartolomeu, porta-voz da Polícia em Nampula.

Há falta de vagas para novos ingressos na Zambézia

A Educação na província da Zambézia tem disponíveis 6.266 vagas para a 6ª classe, 3.997 para a 8ª e 2.840 para 11ª classe, porém, dois dias depois do início do processo de matrículas, algumas escolas, tais como as secundárias Eduardo Mondlane, de Coalane e Sangarriveira, já não tem vagas para os novos ingressos.

Na Escola Secundária de Sangarriveira, por exemplo, planificou ter 700 estudantes da 8ª e 11ª classes, mas o número de inscritos triplicou, o que, segundo Américo Narciso, director pedagógico, vai fazer com que o rácio aluno-professor seja pelo menos de 100 a 150 alunos por turma, uma vez que a escola não dispõe de salas de aula suficientes.

Entretanto, Martins Alige, chefe da Repartição da Educação Geral na Zambézia, diz que o número recomendado é de 60 alunos por turma, por isso está-se a trabalhar com vista a evitar que as salas sejam superlotadas.

MDM afina máquina das Assembleias Municipais

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM), que nas eleições autárquicas de Novembro passado, foi o segundo partido mais votado, para além de ter conquistado o município de Nampula, está empenhado em tornar forte a sua presença nas Assembleia Municipais (AM) onde conseguiu ter assentos, por mais ínfimas que sejam. Assim, e de olhos postos nesse desiderato, o partido de Deviz Simango, está a capacitar os seus futuros membros destes órgãos deliberativos.

Num encontro de dois dias, terça e quarta-feiras (7 e 8), na capital do país, cerca de 70 futuros membros das AM pelo MDM oriundos das autarquias de Boane, Manhiça, Namaacha, Matola e cidade de Maputo serão munidos de ferramentas legislativas que lhes permitirão fazer face aos desafios da nova tarefa. Esta é, de resto, a primeira vez que estes deverão exercer esses cargos.

Ao fim do período em que durará a formação, os futuros membros da AM deverão dominar o modo de operação das Assembleias Municipais e conhecerem a legislação que orienta o funcionamento das autarquias.

O porta-voz do MDM, Sande Carmona, disse que no encontro está também em discussão a postura política dos membros municipais, os direitos e deveres dos membros das AM, a relação entre bancada e partido, entre outras matérias. A mesma capacitação já decorreu nas províncias de Nampula, Zambézia e Sofala, prevendo-se abranger todas as províncias do país até início de Fevereiro.

No entender do porta-voz deste partido, um dos principais desafios do MDM nas autarquias é “tornar as autarquias visíveis” através de um trabalho com os munícipes. “Queremos interagir com os munícipes e saber deles como é que pretendem que os problemas sejam resolvidos”, disse Carmona.

Deputados cientes da dificuldades

Os futuros deputados das AM, ora em formação, reconhecem as dificuldades que poderão enfrentar resultantes principalmente da falta de experiência no assunto, porém afirmam que tudo farão para defender os interesses dos munícipes. Eles dizem ainda que os problemas já foram devidamente identificados.

Para Rosa France, candidata a membro da AM da cidade de Maputo, os assuntos ligados à juventude merecerão prioridade. O problema de lixo, estradas esburacadas, casas nocturnas em sítios impróprios, dentre outros, são pontos que também merecerão muita atenção do grupo parlamentar do MDM.

Por sua vez, Marcelino Bernoso, da Vila de Boane, entende que os desafios são enormes a medir pela caracteristicas do Município. “Por um lado temos um Município meio urbano na vila-sede, por outro temos uma zona rural.

O Executivo terá que dar muito para o desenvolvimento desta autarquia e nos vamos fazer a pressão necessária”. Para este, o facto de a sua futura bancada ser a minoria, não constitui estorvo para o funcionamento pleno do mesmo pois o mais importante é a união de grupo. O mais importante é conseguir encontrar canais propício de interagir com os cidadãos e fazê-los perceber como é que o MDM pensa sobre diferentes assuntos.

Homens da Renamo confrontam-se com exército em Homoíne

Homens armados alegadamente da Renamo estão a confrontar-se com o exército no distrito de Homoíne, segundo afirmou à Lusa o coordenador de uma rádio local, naquele que é o primeiro incidente do género registado na região sul de Moçambique.

Segundo Berlaves Alexandre, os confrontos iniciaram-se na madrugada de hoje, no posto de administrativo de Pembe, a cerca de 45 quilómetros da sede distrital de Homoíne, na província de Inhambane, havendo já a indicação da existência de feridos.

“Os confrontos começaram na madrugada de hoje e, nesta altura, já estão a retirar feridos”, disse hoje Berlaves Alexandre, em declarações à agência Lusa.

O coordenador da Rádio Comunitária de Homoníne explicou que os incidentes surgiram na sequência da instalação, a partir do dia 31 de dezembro, de homens armados alegadamente da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo, oposição) na região de Pembe.

Na segunda-feira, a força conjunta exército e Força de Intervenção Rápida (FIR) terá chegado ao local.

Até hoje, os confrontos entre elementos da Renamo e as forças de segurança de Moçambique estavam circunscritos à província central de Sofala, à exceção de incidentes de pequena escala registados na província nortenha de Nampula.

A imprensa moçambicana noticiou, ao longo dos últimos dias, que a população de Pembe estava a abandonar a região com receio de possíveis confrontos.

“Quando chegaram lá, os homens foram-se apresentar aos líderes tradicionais e pediram que eles fizessem cerimónias para os defuntos sobre a presença deles. Entretanto, a população começou a abandonar o local com receio”, avançou o responsável.

Berlaves Alexandre disse ter entrevistado alguns dos homens armados, que lhe disseram que “não estavam ali para fazer mal a ninguém, mas para monitorar o recenseamento eleitoral” para as eleições gerais de outubro, que arranca em março.

Segundo o jornalista, em Pembe encontrar-se-iam cerca de 50 homens armados, mas “o grosso”, várias centenas, estarão concentrados junto à antiga base provincial da Renamo, que a imprensa moçambicana dá como “reativada”.

O responsável disse ainda que foram contactados por “um elemento do governo provincial de Inhambane”, no sentido de não noticiarem ao longo do dia de hoje informações sobre a situação que se vive em Pembe.

“Foi-nos pedido que não noticiássemos durante o dia de hoje, porque ia haver uma ação, que não explicaram de que tipo. Agora percebemos que era uma ação militar”, concluiu.

Durante a guerra civil moçambicana o distrito de Homoíne foi palco de um massacre protagonizado pela guerrilha da Renamo, em que terão morrido cerca de 400 pessoas.

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