Organização não governamental considera que a maioria das empresas não dá prioridade à vacinação dos países mais pobres.
A Amnistia Internacional acusou esta quarta-feira os grupos farmacêuticos que produzem as vacinas contra a Covid-19 de alimentar uma “crise de direitos humanos sem precedentes”, apelando à doação de dois mil milhões de doses aos países pobres.
Num relatório sobre a covid-19 e as vacinas a organização não governamental (ONG) de defesa dos direitos humanos considera que a maioria das empresas farmacêuticas não dá prioridade aos países mais pobres.
O documento surge quando está marcada para esta quarta-feira uma cimeira mundial sobre as vacinas. O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, prometeu anunciar compromissos suplementares para apoiar a vacinação nos países menos desenvolvidos do mundo.

















