Seis meses depois do assassinato a facadas de um professor em Inharrime, os acusados foram presentes em tribunal, onde segundo o acórdão lido esta sexta-feira 26, ficou provado o envolvimento dos réus nos crimes de roubo, concorrendo com homicídio.
O tribunal Judicial da Província de Inhambane, decidiu condenar 4 dos 5 réus presentes.
Ao réu Gito Victorino, que foi acusado pelo crime de roubo, concorrendo com homicídio, foi-lhe aplicada uma pena de 40 anos de prisão maior e deverá ainda pagar um milhão de meticais de indemnização a família da vítima.
Aos réus Vitálio Hele, Hilário Sambo foram acusados pelos mesmos crimes, na qualidade de encobridores, foram condenados a penas de 18 meses de prisão.
Amade Benagir, deverá cumprir 6 meses de prisão. Este último, foi quem comprou a viatura roubada do professor.
Por outro lado, o tribunal decidiu absolver o réu identificado apenas por José, por sinal o mecânico que tinha a responsabilidade de desmontar o motor e colocar noutra viatura, foi absolvido por insuficiência de provas.
Apesar de não concordar com o envolvimento dos seus constituintes no crime, o advogado de 4 dos 5 réus diz que não vai recorrer da decisão. É que com a excepção de Gito os outros réus foram acusados de crimes cuja moldura penal varia de 18 a 20 anos de prisão, entretanto, o tribunal condenou-os a 18 meses de prisão.
Por outro lado, a advogada do reu Gito, diz que não está satisfeita com a decisão do tribunal e por isso vai recorrer.
Para a família, apesar a perda a justiça foi feita, uma vez que os réus foram condenados a penas consideradas exemplares.
O Tribunal Judicial da Província de Inhambane condenou quatro réus e absolveu um, porém, a justiça ainda não colocou as mãos no cabecilha de toda operação, foragido desde janeiro deste ano.














