A Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) garantiu nesta sexta-feira, que o governo de Moçambique ainda não traçou o destino final dos 53 (parte dos 65) cornos de rinoceronte, apreendidos e depois roubados nas instalações do Comando Provincial da Polícia, na madrugada da última sexta-feira (22).

Segundo o director geral da ANAC, Bartolomeu Soto, a gestão dos cornos que são ao mesmo tempo recursos naturais pertencentes ao Estado, carece uma comparticipação da Sociedade Civil para se encontrar o destino final.

“O governo está neste momento a estudar qual vai ser o destino a dar a este tipo de troféus. Neste momento os troféus estão apenas guardados, depois uma decisão vai ser tomada”, declarou garantindo que há várias hipóteses a tomar, excepto a venda.