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Domingo, Novembro 1, 2026
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Varíola do macaco declara emergência sanitária em África

O Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças (África CDC) declarou a varíola do macaco (mpox) uma emergência sanitária em todo o continente africano. Esta decisão exige que todos os países africanos partilhem os relatórios actualizados sobre a situação da doença com o África CDC.

A nova variante de mpox, que se desenvolveu e se espalhou por pelo menos seis países africanos, já afectou cerca de 15.000 pessoas e causou a morte de mais de 500 indivíduos na República Democrática do Congo (RDC) somente este ano. Esta variante foi identificada pela primeira vez na RDC há menos de um ano.

A situação na RDC é particularmente grave, com muitos hospitais enfrentando sobrecarga extrema devido ao elevado número de pacientes.

Algumas unidades de saúde estão operando com uma capacidade 4.000% superior à sua capacidade normal. Além disso, aproximadamente 70% dos casos na RDC afectam crianças com menos de 15 anos.

Actualmente, a África é o único continente a enfrentar uma crise sanitária tão alarmante devido a esta doença. Embora vacinas estejam disponíveis ao custo de 100 dólares por unidade, estima-se que o continente precisará de aproximadamente quatro mil milhões de dólares para controlar e conter o novo surto de mpox.

BAD apoia construção de reservatórios para combater a seca em Chicualacuala

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) está a financiar a construção de dez reservatórios de água em diversas comunidades do distrito de Chicualacuala, no norte da província de Gaza, como parte das iniciativas para mitigar os efeitos da seca na região.

Até agora, foram concluídas as obras de quatro desses reservatórios, o que já começou a aliviar a escassez de água para consumo humano e para o abeberamento do gado, uma necessidade crucial para a subsistência das populações locais.

Segundo Cacilda Banze, Administradora do distrito de Chicualacuala, os trabalhos de construção dos seis reservatórios restantes deverão ter início nos próximos meses.

Banze destacou que esta intervenção é de grande importância, pois permitirá que as comunidades beneficiárias deixem de percorrer longas distâncias para obter água potável.

O distrito de Chicualacuala, que conta com uma população superior a 29 mil habitantes, apresenta actualmente uma cobertura de abastecimento de água de 68%.

A conclusão destes reservatórios é vista como um passo significativo para melhorar ainda mais o acesso à água, um recurso vital numa região frequentemente afectada pela seca.

Naufrágio de barco de pesca na China resulta em pelo menos dois mortos e três desaparecidos

Um trágico naufrágio ao largo da cidade chinesa de Dalian, no nordeste do país, resultou na morte de pelo menos duas pessoas, com outras três ainda desaparecidas. 

O acidente envolveu o barco de pesca ‘Liaodajinyu 25030’, que se virou perto da ilha de Dongmayi, no distrito de Jinpu.

O Gabinete Municipal de Desenvolvimento Oceânico de Dalian revelou que o naufrágio lançou para a água os oito membros da tripulação a bordo da embarcação. Até agora, as equipas de socorro conseguiram resgatar três pessoas, mas as operações de busca continuam em um esforço para localizar os três restantes.

As autoridades locais activaram uma operação de busca e salvamento, mobilizando recursos marítimos e aéreos, além de pessoal especializado. Simultaneamente, foi formada uma equipa de investigação para apurar as causas exactas do naufrágio.

Este acidente ocorre após um incidente semelhante em Dezembro passado, quando o naufrágio do barco de pesca ‘Shuiyuan 69’ nas mesmas águas causou a morte de quatro pessoas e deixou três desaparecidos.

Governo do Sudão do Sul avalia a realização das eleições de Dezembro em meio a incertezas

O Governo do Sudão do Sul avalia actualmente a “viabilidade” das eleições agendadas para Dezembro, conforme anunciado pela Presidência do país.

Esta decisão surge após diálogos entre o presidente Salva Kiir e os líderes dos principais partidos políticos.

O Sudão do Sul, o país mais jovem do mundo que obteve a independência do Sudão em 2011, enfrenta crescente incerteza quanto à realização das suas primeiras eleições.

Estas eleições foram estipuladas no âmbito do acordo de paz de 2018, que pôs fim a cinco anos de guerra civil, marcada por uma enorme perda de vidas (cerca de 400.000 mortos) e milhões de deslocados internos.

O acordo de paz previa a realização de eleições para encerrar um período de “transição”, durante o qual o país é liderado por um Governo de unidade nacional.

Este Governo é composto pelo presidente Salva Kiir e pelo vice-presidente Riek Machar, e tem a responsabilidade de implementar a transição para um regime democrático.

No entanto, as eleições foram adiadas várias vezes. A Presidência anunciou que está a colaborar com os líderes dos principais partidos políticos para obter aconselhamento técnico das instituições eleitorais sobre a viabilidade das eleições futuras.

O objectivo é estabelecer um calendário realista para que os líderes políticos possam chegar a um acordo.

O país enfrenta numerosos desafios, incluindo lutas pelo poder, corrupção e conflitos étnicos locais. Os progressos em áreas fundamentais do acordo de paz, como a elaboração de uma nova constituição e a criação de um exército unificado, têm sido limitados.

Como resultado, o Governo adiou novamente o fim do período de transição, agora fixando o prazo em Fevereiro de 2025, após as eleições inicialmente previstas para Dezembro de 2024.

Além disso, a natureza das eleições (se presidenciais, legislativas, ou para governadores) ainda não está clara. Riek Machar anunciou em Março que boicotaria as eleições até que as principais disposições do acordo de paz fossem plenamente implementadas. Por outro lado, Salva Kiir comprometeu-se a realizar as eleições em Dezembro, mas até agora não houve progressos substanciais na organização do plebiscito.

Embora tenham sido criados um Conselho dos Partidos Políticos e uma comissão eleitoral, não foram tomadas medidas concretas até agora, e o recenseamento eleitoral, que deveria começar em Junho, está parado.

O Governo enfrenta também uma grave falta de recursos devido à perda da sua principal fonte de receitas, o petróleo, em consequência dos combates no Sudão, que danificaram o oleoduto utilizado para exportar o petróleo.

Em resposta às crises no Sudão do Sul, os Estados Unidos anunciaram recentemente 95 milhões de dólares (aproximadamente 86,2 milhões de euros) em assistência humanitária adicional através da USAID.

Desde o início de 2024, a assistência total dos EUA ao Sudão do Sul ascende a 508 milhões de dólares (cerca de 460,9 milhões de euros), conforme afirmou o embaixador dos EUA em Juba, Michael J. Adler.

INGD e parceiros intensificam apoio aos deslocados internos de Cabo Delgado

O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD), em colaboração com diversos parceiros, está a desenvolver esforços para encontrar soluções sustentáveis para os deslocados internos resultantes do terrorismo em Cabo Delgado, no norte de Moçambique.

A situação dos deslocados internos representa um desafio significativo para as autoridades moçambicanas, diferindo consideravelmente da gestão dos deslocados devido a desastres naturais, onde há possibilidade de mobilizar e coordenar recursos de forma antecipada, graças às informações prévias disponíveis.

Esta análise foi apresentada hoje em Macaneta, no município de Marracuene, por Gabriel Belém Monteiro, vice-presidente do INGD, durante a abertura do Seminário sobre a Harmonização das Acções de Prontidão, Resposta e Reconstrução Pós-Desastres no Contexto dos Deslocamentos Internos em Moçambique.

“Em casos de desastres naturais, temos a capacidade de identificar áreas de risco com antecedência, dialogar com as comunidades e delinear estratégias de intervenção. No entanto, no caso dos deslocados internos, não dispomos dessa previsibilidade. Eles chegam subitamente e exigem uma resposta imediata,” afirmou Monteiro.

Segundo o vice-presidente, a colaboração com parceiros estratégicos, particularmente a Organização Internacional para as Migrações (OIM), tem sido crucial para enfrentar este desafio.

“Felizmente, temos uma cooperação com parceiros das Nações Unidas que ajudam a mitigar os impactos. Por isso, hoje já existem deslocados internos que conseguiram retomar actividades económicas,” sublinhou.

De acordo com dados do INGD, actualmente existem cerca de 1,2 milhão de deslocados internos em Cabo Delgado, muitos dos quais provenientes de áreas severamente afectadas pelo terrorismo. Deste total, cerca de 600 mil pessoas já regressaram às suas zonas de origem, enquanto outras decidiram estabelecer-se permanentemente nos locais de acolhimento, conseguindo, assim, retomar uma vida relativamente estável.

O INGD reconhece que o processo de normalização tem sido árduo, exigindo um trabalho profundo para aliviar o trauma causado pelas atrocidades perpetradas pelos terroristas.

“Foi um esforço colossal, mas já conseguimos estabilizar a situação. Actualmente, as pessoas estão a regressar graças à melhoria das condições de segurança no terreno,” destacou Monteiro.

Apesar dos progressos, Monteiro admitiu que a situação ainda não está completamente resolvida, mas expressou optimismo, afirmando que as condições de segurança em Cabo Delgado continuam a melhorar.

Por sua vez, o representante da OIM em Moçambique, Sascha Nlabu, destacou a necessidade de uma abordagem abrangente para lidar com a vulnerabilidade e o deslocamento interno no país. Esta abordagem deve integrar a gestão do risco de desastres no planeamento de desenvolvimento, com o objetivo de mitigar os efeitos adversos dos desastres e das mudanças climáticas.

Nlabu referiu ainda que, em consonância com o Plano Estratégico Global da OIM para 2024-2028, a organização procura abordar as causas do conflito e do deslocamento por desastres, trabalhando para salvar vidas, proteger os deslocados internos e os migrantes, promover soluções duradouras e facilitar a migração regular, visando alcançar os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.

O representante da OIM garantiu que a organização continuará a colaborar estreitamente com o INGD e outras entidades governamentais para apoiar as comunidades afectadas e os migrantes em todo o país, oferecendo assistência em áreas como abrigos, gestão de centros de acomodação, água e saneamento, saúde, entre outras.

“A OIM mantém o seu compromisso em apoiar a liderança do governo no apoio às comunidades afectadas por desastres, trabalhando em estreita colaboração com as autoridades governamentais e os parceiros,” concluiu Nlabu.

Escritório de campanha de Donald Trump na Virgínia é alvo de assalto

O escritório de campanha do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, juntamente com a sede do Comitê Republicano do 10º Distrito da Virgínia, localizado em Ashburn, foi assaltado na noite de domingo (11). 

As autoridades locais estão a investigar o incidente para determinar o que foi levado durante a invasão.

O assalto ocorreu em Ashburn, uma localidade situada no norte da Virgínia, a cerca de 50 quilómetros do centro de Washington, a capital dos Estados Unidos.

De acordo com um comunicado emitido pelo Gabinete do Xerife do Condado de Loudoun, a polícia foi alertada por volta das 21h de domingo, após a detecção do furto.

O local do incidente, uma zona relativamente isolada de parques de escritórios, estava aparentemente deserto no momento do assalto.

O porta-voz do xerife, Thomas Julia, comentou que, devido à localização remota, havia pouca ou nenhuma movimentação de pessoas no momento do crime. Ele acrescentou ainda que, assim que a identidade do suspeito e as suas motivações forem determinadas, um novo comunicado será emitido.

As autoridades já possuem em mãos imagens de vigilância que mostram um indivíduo do sexo masculino, vestido com roupas escuras, um boné de cor preta e a carregar uma mochila, na cena do crime.

O xerife Mike Chapman destacou que este tipo de crime, envolvendo a invasão de um escritório de campanha política, é raro e que as forças de segurança estão empenhadas em identificar o suspeito, compreender as motivações por trás do assalto, e determinar com exactidão o que foi levado e se algo foi deixado para trás.

Inhambane recebe 40 novas salas de aula para melhorar condições de ensino em sete distritos

Na província de Inhambane, mais de quatro mil alunos, pertencentes a vários subsistemas de ensino, vão beneficiar de melhores condições de aprendizagem com a inauguração, nos próximos dias, de quarenta novas salas de aula distribuídas por sete distritos.

As novas infraestruturas estão a ser construídas nos distritos de Massinga, Jangamo, Inharrime, Vilankulo, Mabote, Inhassoro e Govuro, como parte de um esforço contínuo para melhorar o ambiente escolar na região.

Na terça-feira, foi dado início às obras de construção de oito novas salas de aula na Escola Secundária 25 de Setembro, em Mudauca, no distrito de Massinga. A cerimónia de lançamento da primeira pedra contou com a presença do governador de Inhambane, Eduardo Mussanhane, que reiterou o compromisso do governo em continuar a trabalhar para o aprimoramento das condições de ensino e aprendizagem na província.

Os estudantes da Escola Secundária 25 de Setembro de Mudauca estão ansiosos pela conclusão das obras, que prometem proporcionar um ambiente educativo mais adequado e confortável.

Vagas de emprego do dia 14 de Agosto de 2024

Foram publicadas hoje, dia 14 de Agosto no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Clique aqui para baixar a edição em PDF.

Vagas de emprego abertas para hoje:

1. Vagas para Enfermeiras

Uma empresa anónima pretende recrutar duas (2) Enfermeiras. Saiba mais.

2. Vaga para Program Officer, Malaria Vaccine Project

A PATH pretende recrutar um (1) Program Officer, Malaria Vaccine Project. Saiba mais.

3. Vaga para Country Manager

A Akashinga pretende recrutar um (1) Country Manager. Saiba mais.

4. Vaga para Digital Technology Champion

A VSO pretende recrutar um (1) Digital Technology Champion. Saiba mais.

5. Vaga para Assistente de Administração e Recepcionista

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Assistente de Administração e Recepcionista. Saiba mais.

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vaga para Conselheiro Leigo

A Reencontro – Associação Moçambicana para Apoio e Desenvolvimento da Criança Órfâ e Vulnerável pretende recrutar um (1) Conselheiro/a Leigo/a. Saiba mais.

2. Vaga para Assistente Administrativo

A KK Providers Limitada pretende recrutar um (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.

3. Vaga para Vendedora/ Assistente de Loja

A DKL pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Vendedora/ Assistente de Loja. Saiba mais.

4. Vaga para Assessor de Engajamento Comunitário

O Ipas Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Assessor/a de Engajamento Comunitário. Saiba mais.

5. Vaga para Auditor Interno de Sistemas e Conformidade

O MyBucks Banking Mozambique, com visão de ser prestador de serviços financeiros de escolha para os Moçambicanos, pretende recrutar um (1) Auditor Interno de Sistemas e Conformidade. Saiba mais.

6. Vagas para Motoristas de Ambulância (Prestadores)

O Centro Médico e de Treinamento em Segurança e Saúde (CMTSS), Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Motoristas de Ambulância (Prestadores). Saiba mais.

7. Vaga para Analista de Língua Portuguesa – Estratégia de Serviços Financeiros

A Genesis Analytics pretende recrutar um (1) Analista de Língua Portuguesa – Estratégia de Serviços Financeiros. Saiba mais.

8. Vaga para Mecânico Auto

Uma empresa anónima está a recrutar um (1) Mecânico Auto. Saiba mais.

9. Vaga para Líder de Segurança Alimentar e Meios de Vida

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Líder de Segurança Alimentar e Meios de Vida. Saiba mais.

10. Vaga para Líder de Protecção Social e Género

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Líder de Protecção Social e Género. Saiba mais.

11. Vaga para Líder de Saneamento, Água e Higiene – WASH

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Líder de Saneamento, Água e Higiene – WASH. Saiba mais.

12. Vagas para Auxiliares de Limpeza

A Visão Excelente – Viex Serviços –  Sociedade Unipessoal Lda., pretende recrutar para o seu quadro de pessoal vinte e quatro (24) Auxiliares de Limpeza. Saiba mais.

13. Vagas para Agentes de Limpeza

A Eco Clean & Safety Services, Lda. pretende recrutar para o seu quadro pessoal seis (6) Agentes de Limpeza. Saiba mais.

14. Vaga para Assistente de Subvenções

A Rede Aga Khan para o Desenvolvimento (AKDN) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Subvenções. Saiba mais.

15. Vaga para Técnico de Marketing Digital

A DKL pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Marketing Digital. Saiba mais.

16. Vaga para Coordenador de Vendas

A MLS Scaffolding, Lda pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Coordenador de Vendas. Saiba mais.

17. Vaga para Oficial de Monitória e Avaliação

A Associação PROGRESSO pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Oficial de Monitória e Avaliação. Saiba mais.

18. Vagas para Gestores de Tráfego Digital

A Market Developers (MKD) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Gestores de Tráfego Digital. Saiba mais.

19. Vaga para Auxiliar Administrativo

Uma empresa anónima pretende recrutar um (1) Auxiliar Administrativo. Saiba mais.

20. Vaga para Motorista

A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista. Saiba mais.

21. Vaga para External IT Auditor

A PwC pretende recrutar um (1) External IT Auditor. Saiba mais.

22. Vaga para Oficial de Educação Acelerada para Crianças

A Fundação AVSI, para o fortalecimento da sua equipa de Sofala (Caia), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Oficial de Educação Acelerada para Crianças. Saiba mais.

23. Vaga para Monitoring Evaluation and Learning Officer

A Enabel pretende recrutar um (1) Monitoring Evaluation and Learning Officer. Saiba mais.

24. Vaga para Secretária

Uma empresa anónima pretende recrutar uma (1) Secretária. Saiba mais.

25. Vaga para Assistente de Distribuição

Uma empresa anónima está a recrutar um (1) Assistente de Distribuição. Saiba mais.

26. Vaga para Oficial de Marketing e Comunicação

A Mozlista pretende contratar uma (1) Oficial de Marketing e Comunicação. Saiba mais.

27. Vaga para Mecânico Auto

A empresa Centro Reparações de Veículos de Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Mecânico Auto. Saiba mais.

28. Vaga para Pintor Auto

A empresa Centro Reparações de Veículos de Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Pintor Auto. Saiba mais.

29. Vaga para Disaster Risk Reduction Officer

A Johanniter International Assistance pretende recrutar um (1) Disaster Risk Reduction Officer. Saiba mais.

30. Vaga para Disaster Risk Reduction Assistant

A Johanniter International Assistance pretende recrutar um (1) Disaster Risk Reduction Assistant. Saiba mais.

Quénia brilha nos jogos olímpicos de Paris e destaca-se entre os países africanos

O Quénia destacou-se como o país africano com melhor desempenho nos Jogos Olímpicos de Paris, conquistando um total de 11 medalhas, o que lhe garantiu o 17.º lugar na classificação geral.

O país arrecadou quatro medalhas de ouro, duas de prata e cinco de bronze, superando os seus concorrentes africanos.

A Argélia seguiu com três medalhas, sendo duas de ouro e uma de bronze, o que lhe rendeu o 39.º lugar na classificação geral.

A África do Sul, embora tenha conquistado mais medalhas do que a Argélia, terminou na 44.ª posição devido à menor quantidade de medalhas de ouro, reavivando o debate sobre o que é mais valioso: a quantidade total de medalhas ou a quantidade de ouros.

O Quénia também se destacou ao ocupar o terceiro lugar na lista de países com um Produto Interno Bruto (PIB) inferior a 10.000 dólares, ficando atrás apenas do Uzbequistão e da Ucrânia.

Um momento curioso da participação africana ocorreu na maratona feminina deste fim-de-semana, onde Sifan Hassan, da Holanda, levou o ouro. Tigist Assefa, da Etiópia, ficou com a prata, e Hellen Obiri, do Quénia, conquistou o bronze.

Sifan Hassan, nascida na Etiópia, imigrou para a Holanda aos 15 anos, adquirindo a nacionalidade holandesa em 2013. Este facto levou muitos etíopes a reivindicarem Hassan como sua, alegando que a Etiópia, de certa forma, conquistou tanto o primeiro quanto o segundo lugar na maratona feminina.

No quadro geral de medalhas, os Estados Unidos foram os grandes vencedores, com um total de 126 medalhas, das quais 40 foram de ouro, 44 de prata e 42 de bronze. A China seguiu em segundo lugar, com 91 medalhas (40 de ouro, 27 de prata e 24 de bronze).

O Japão ficou em terceiro lugar, com um total de 45 medalhas, enquanto a Austrália e a França ocuparam o quarto e quinto lugares, respectivamente, com 53 e 64 medalhas. A classificação, no entanto, favoreceu o Japão devido às suas 20 medalhas de ouro, comparadas com as 18 da Austrália e as 16 da França.

Conselho Municipal eimina sanitários informais clandestinos e introduz soluções temporárias

O Conselho Municipal de Maputo iniciou, a operação de desmantelamento de vários pontos que eram utilizados como urinóis informais. 

Este esforço visa eliminar os urinóis clandestinos que proliferavam em diversos locais da cidade, considerados uma ameaça à saúde pública.

Durante o início das operações, o administrador substituto do distrito Municipal de KaMpfumu, Celso Fulano, expressou a sua preocupação com a situação, classificando estes urinóis como uma violação grave das normas de higiene e saúde pública.

Fulano assegurou que, após a remoção destes pontos, a autarquia irá intensificar a fiscalização para garantir que a prática não seja retomada.

Além das acções correctivas, o administrador anunciou que estão a ser implementadas medidas de longo prazo para resolver o problema. Está em andamento a construção de sanitários permanentes e a instalação de unidades sanitárias móveis, com o objectivo de fornecer alternativas adequadas e evitar a reincidência de situações semelhantes.

Nova fábrica de gás em Temane contribuirá para a independência energética de Moçambique

A imponente fábrica de produção de gás liquefeito, em fase final de construção em Temane, no distrito de Inhassoro, está prestes a ser concluída e deverá estar operacional até Setembro deste ano. 

Este ambicioso projecto integra uma rede de 10 poços de gás conectados por cerca de 100 quilómetros de gasoduto, cujo processo de perfuração e ligação já se encontra concluído, bem como a construção dos gasodutos.

Com um investimento de 760 milhões de dólares americanos, a nova unidade terá a capacidade de produzir 23 milhões de gigajoules de gás natural por ano, resultando em 30 mil toneladas de gás de cozinha (GPL) anualmente. Esta produção permitirá a Moçambique reduzir em cerca de 75% a sua actual dependência de importação de GPL, promovendo a sua utilização a nível nacional e contribuindo significativamente para a redução do desflorestamento.

Além de reforçar a segurança energética do país, a nova fábrica irá alimentar 40% do mercado interno de gás de cozinha e será uma fonte crucial para a geração de energia eléctrica, com potencial para produzir 450 megawatts na Central Térmica de Ciclo Combinado de Temane. Esta energia será integrada na rede nacional, contribuindo para a electrificação do país e proporcionando energia limpa e acessível para o desenvolvimento regional da SADC.

O projecto, que se insere num pacote mais amplo de investimentos no sector energético, inclui ainda a construção da Central Térmica de Temane, com capacidade para gerar 400 megawatts, e a linha de transmissão Temane-Maputo. Estão previstas a construção de três subestações em Vilankulo (Inhambane), Chibuto (Gaza) e Matalane (Maputo), essenciais para a evacuação da energia a ser gerada pela Central Térmica de Temane.

Durante o processo de construção da fábrica, foram criados cerca de 3 mil postos de trabalho, dos quais a maioria foi ocupada por moçambicanos. Na fase de operação, a fábrica deverá empregar 120 pessoas, incluindo 34 trabalhadores locais de Inhassoro, formados na Escola Profissional local.

Nazário Bangalane, Presidente do Conselho de Administração do Instituto Nacional de Petróleo, destacou a relevância deste projecto na diversificação e fortalecimento da matriz energética de Moçambique, sublinhando o seu papel estratégico no desenvolvimento económico e industrial do país.

Igreja anglicana lamenta oferecer 240 mil libras a padre suspeito de abuso para silenciá-lo

A Igreja Anglicana emitiu um pedido de desculpas na terça-feira (13), devido à forma como geriu o caso de Andrew Hindley, um padre do noroeste da Inglaterra suspeito de representar riscos para crianças.

Hindley, que serviu na paróquia de Blackburn entre 1991 e 2021, continuou nas suas funções durante três décadas, apesar de várias acusações que o apontavam como uma ameaça para os menores.

De acordo com uma investigação realizada pela BBC, a Igreja da Inglaterra é acusada de inacção perante alegações de pedofilia no seu clero. Em resposta, a instituição prometeu reforçar os seus procedimentos para lidar com tais situações, na sequência de críticas crescentes.

Em 2022, a Igreja Anglicana terá oferecido a Hindley uma soma significativa de 240 mil libras esterlinas (aproximadamente 1,2 milhão de reais na cotação da época) para que este abandonasse as suas funções. O montante exacto pago ao padre permanece desconhecido devido a acordos de confidencialidade.

Os arcebispos de Canterbury, Justin Welby, e de York, Steven Cottrell, manifestaram profundo arrependimento pelo facto de as vítimas não terem recebido o apoio necessário. “Estamos absolutamente convencidos de que não há lugar no clero para aqueles que representam um risco para os outros”, afirmaram os dignitários em comunicado.

Julian Henderson, ex-arcebispo de Blackburn, defendeu a decisão da igreja, afirmando que o acordo financeiro foi “a única opção” face ao risco que Hindley representava para crianças e pessoas vulneráveis.

Hindley, por seu lado, alega ser inocente e que é alvo de homofobia e vinganças pessoais. Desde 1991, foi investigado em cinco ocasiões pela polícia, incluindo duas investigações por alegadas agressões sexuais a menores. No entanto, nenhuma dessas investigações resultou em acusações formais, segundo recordou a BBC.

Centenas de judeus entram na esplanada das mesquitas para assinalar destruição de templos históricos

Centenas de judeus invadiram a Esplanada das Mesquitas em Jerusalém na terça-feira, num gesto destinado a marcar a destruição dos templos históricos da sua fé. 

Este local, de enorme significado tanto para judeus como para muçulmanos, é um ponto de elevada sensibilidade religiosa e política, sob constante vigilância devido ao seu potencial de provocar tensões.

Segundo as agências de notícias palestinianas, mais de mil pessoas participaram nesta manifestação na Esplanada, conhecida entre os judeus como Monte do Templo. Relatos indicam que alguns dos judeus rezaram no local, apesar de uma proibição explícita, um ato que desafia directamente o acordo de ‘status quo’ em vigor.

Este ‘status quo’, estabelecido em 1967 entre Israel e os países árabes, liderados pela Jordânia, determina que o culto religioso no recinto seja reservado exclusivamente aos muçulmanos. Judeus podem entrar apenas como visitantes, em horários predeterminados, seguindo um percurso específico e sempre acompanhados pela polícia. A oração, para eles, é limitada ao Muro das Lamentações, que fica nas proximidades.

A Jordânia, que mantém a custódia dos locais sagrados muçulmanos e cristãos em Jerusalém Oriental, controla a gestão espiritual da Esplanada, mas Israel mantém o controle sobre o acesso e as visitas ao local, conforme os acordos de paz firmados entre ambos os países em 1994.

Historicamente, a Esplanada abrigou o Primeiro e Segundo Templos judaicos, dos quais apenas o Muro das Lamentações permanece como vestígio.

Actualmente, a área é dominada pela Mesquita de Al Aqsa, o terceiro local mais sagrado para o Islão, após Meca e Medina na Arábia Saudita.

A coexistência destes locais sagrados em Jerusalém exige um equilíbrio delicado entre as partes, para evitar que situações como a ocorrida na terça-feira desencadeiem uma escalada de tensões políticas ou até de violência.

Veteranos da FRELIMO distanciam-se de Manuel Chang e condenam as irregularidades

A Associação dos Combatentes da Luta de Libertação de Moçambique (ACCLIN) afastou-se das acções do ex-ministro Manuel Chang, condenado pela justiça norte-americana no caso das dívidas ocultas.

Fernando Faustino, secretário-geral da ACCLIN, fez uma declaração contundente sobre o envolvimento de Chang, a quem chamou de responsável por “falcatruas”.

Faustino sublinhou que os actos de Chang são uma questão pessoal e não têm qualquer relação com a FRELIMO, o partido ao qual ele pertenceu. Em uma conferência de imprensa realizada em Nampula, no norte de Moçambique, Faustino destacou: “O que ocorreu é resultado das escolhas pessoais dele e não reflete o que é a FRELIMO. Estar no partido não isenta ninguém de responsabilidade, e ser membro não significa que se deve participar em práticas corruptas.”

Faustino esclareceu que, ao ser parte da FRELIMO, é necessário estar ciente de que quaisquer irregularidades serão punidas: “Na FRELIMO, quando alguém comete uma infracção, essa pessoa deve responder pelas suas acções e será sancionada. Cada um deve assumir a sua própria responsabilidade.”

Manuel Chang, ex-ministro das Finanças de Moçambique, foi condenado na passada quinta-feira (08), nos Estados Unidos, no contexto do caso das dívidas ocultas.

Ministro do Interior apela à união e transparência no combate aos raptos

O Ministro do Interior, Pascoal Ronda, defende que a combinação de medidas legislativas, capacitação das instituições e o envolvimento activo das comunidades pode ser uma estratégia eficaz para enfrentar o problema dos raptos em Moçambique. 

O governante sublinha que é essencial desmistificar a ideia de que o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) e a Polícia da República de Moçambique (PRM) estão envolvidos neste tipo de crime, especialmente na ausência de provas concretas.

Ronda anunciou que irá reunir-se, ainda esta segunda-feira, com a Comunidade Mahometana de origem indiana, que tem sido um dos principais alvos destes crimes, para discutir os factores subjacentes aos raptos e encontrar soluções conjuntas.

O Ministro destacou que a polícia está a intensificar os seus esforços para combater este flagelo, assegurando que todas as acções estão a ser levadas a cabo com seriedade e empenho.

Adicionalmente, à medida que se aproxima o período eleitoral, o Ministro garantiu que a PRM está preparada para garantir a ordem e tranquilidade durante todo o processo eleitoral, assegurando que a segurança dos cidadãos será uma prioridade.

As declarações foram feitas em Maputo, durante o lançamento da Estratégia de Desenvolvimento da Economia Azul e Portfólio de Oportunidades de Investimentos Azuis, evento onde o Ministro reafirmou o compromisso do governo em garantir a segurança e bem-estar da população.

Camionista com taxa de álcool sete vezes superior ao legal causa acidente e oferece cerveja a polícias

Um camionista causou uma interrupção significativa na via rápida A-1, em Olazagutía-Olazti, Espanha, ao conduzir sob a influência de álcool, apresentando uma taxa sete vezes superior ao limite legal. 

O incidente ocorreu quando a cabine do camião virou acidentalmente, fazendo com que a carga ficasse virada para o sentido contrário da estrada.

Segundo o ABC News, o acidente resultou no corte da via, o que levou a uma intervenção rápida por parte da Polícia Foral. Ao chegar ao local, os agentes descobriram que o condutor estava com uma taxa de álcool no sangue consideravelmente elevada, sete vezes acima do permitido.

Após o acidente, o homem foi notificado para comparecer ao tribunal. Curiosamente, ao chegar às instalações judiciais, ele tentou oferecer uma cerveja aos polícias, o que foi descrito pela Polícia Foral como uma situação “irreal” nas suas redes sociais, nomeadamente no X (anteriormente conhecido como Twitter).

Trump processa departamento de justiça dos EUA por 100 milhões de dólares alegando perseguição política

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrou com um processo judicial contra o Departamento de Justiça, exigindo uma indemnização de 100 milhões de dólares, alegando que as buscas realizadas na sua residência em Mar-a-Lago foram inconstitucionais e motivadas por perseguição política. 

A ação judicial está relacionada com a operação do FBI, que ocorreu em Agosto de 2022, como parte de uma investigação federal sobre a retenção indevida de documentos confidenciais pelo ex-presidente.

O processo, que foi interposto pelo candidato republicano às eleições presidenciais de Novembro, acusa as autoridades de conduzirem uma “perseguição política” ao ex-presidente. A operação do FBI levou à acusação de Trump por reter ilegalmente documentos confidenciais da Casa Branca após o término do seu mandato.

A juíza da Florida, Ailenn Cannon, nomeada por Trump durante o seu período como presidente, arquivou o caso em 15 de Julho, argumentando que o procurador especial responsável pela investigação, Jack Smith, não foi nomeado legalmente, o que, segundo a juíza, viola a Cláusula de Nomeações da Constituição dos Estados Unidos.

O processo judicial aberto por Trump na semana passada, de acordo com meios de comunicação norte-americanos, classifica as acções do Departamento de Justiça como “conduta tortuosa” contra o ex-presidente. A denúncia foca-se nas buscas do FBI em Mar-a-Lago e alega que estas violaram os protocolos legais, que exigem o consentimento prévio da pessoa investigada, a comunicação prévia aos seus advogados e o envolvimento do Ministério Público local.

A defesa de Trump sustenta ainda que as decisões tomadas pelo procurador-geral dos EUA, Merrick Garland, e pelo director do FBI, Christopher Wray, foram motivadas por interesses que desrespeitam os princípios constitucionais, alegando que as acções contra o ex-presidente não se basearam em políticas sociais, económicas ou políticas, mas sim em um claro desrespeito pelas normas legais estabelecidas.

O Departamento de Justiça tem um prazo de 180 dias, a partir da data de recepção da notificação, para responder à ação e tentar alcançar uma resolução. A defesa de Trump continua a afirmar que a operação de 8 de Agosto de 2022, em Mar-a-Lago, foi uma violação flagrante dos direitos do ex-presidente e da sua família, e um abuso de poder por parte das autoridades federais.

FBI investiga suposta intrusão cibernética na campanha de Donald Trump

O FBI confirmou estar a investigar uma alegada intrusão em documentos oficiais da campanha de Donald Trump. A campanha do ex-presidente acusou o Irão de estar por trás da violação cibernética.

De acordo com uma declaração oficial, citada pelo jornal The Washington Post, “podemos confirmar que o FBI está a investigar este assunto”.

No sábado, Donald Trump revelou que a Microsoft havia informado a sua campanha sobre uma invasão de um dos seus sites por parte do Irão, mas indicou que a invasão resultou apenas no acesso a informações disponíveis publicamente.

Maduro reafirma compromisso com o poder e condena oposição por suposto fascismo

O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, reafirmou na segunda-feira que o seu Governo não entregará o país ao imperialismo, nem cederá o poder político à oligarquia e ao que classificou de fascismo. 

Durante uma sessão do Conselho de Defesa e de Estado, realizada no Salão Sucre da Casa Amarilla, Maduro sublinhou a necessidade de uma resposta firme por parte das instituições contra os responsáveis pela violência que se seguiu às eleições.

“Não somos covardes. Não nascemos no dia dos covardes. Levantamo-nos com valentia, porque não entregaremos o nosso país, a riqueza deste país, ao imperialismo. Não entregaremos o poder político deste país a esta oligarquia fascista. Não vamos trair o nosso povo. Não é altura para traições”, afirmou Maduro, dirigindo-se ao alto comando militar e aos membros do executivo presentes na reunião.

Maduro destacou que é imperativo manter a união das instituições e do povo, alertando que o “fascismo mostrou a sua face criminosa” e que deve ser erradicado da sociedade venezuelana.

Embora tenha reconhecido que nem todos os que votaram na oposição apoiam a violência, o Presidente advertiu que “detrás do engano e da oferta mentirosa estava um plano de violência e de assalto ao poder”.

O líder venezuelano questionou ainda o paradeiro de Edmundo González Urrutia, o candidato opositor que a oposição alega ter vencido as eleições com quase 70% dos votos. Maduro acusou Urrutia de se esconder por medo e atacou a líder opositora María Corina Machado, acusando-a de incitar à violência e preparar grupos armados para alcançar o poder.

De acordo com Maduro, os opositores “com o seu ódio e fascismo” pretendiam desencadear um “banho de sangue” no país, algo que ele afirma ter conseguido evitar, garantindo que o seu Governo é o verdadeiro defensor da paz na Venezuela. Maduro exigiu que os responsáveis intelectuais e financiadores da violência sejam levados à justiça e afirmou que desta vez “não pode haver impunidade”, insistindo na necessidade de “desfascizar” a direita venezuelana.

Além disso, Maduro defendeu a regulação das redes sociais no país, alegando que estas “infectam a sociedade de anti-valores” e que, embora possam ser divertidas e úteis para a comunicação, também servem como ferramentas para a guerra.

Maduro anunciou que vai impulsionar a criação de leis para proteger o país e garantir o direito à paz, denunciando ainda que foi impedido de realizar transmissões no TikTok até 19 de Agosto. “A mim não me vão calar. Não vão calar a Venezuela, bandidos do TikTok, imorais donos do TikTok”, frisou.

Maduro também apelou ao presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, para acelerar a aprovação de leis contra o fascismo e o ódio no país.

As eleições presidenciais, realizadas a 28 de Julho, continuam a ser fonte de tensão. O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) declarou Maduro vencedor com pouco mais de 51% dos votos, mas a oposição, liderada por Edmundo González Urrutia, contesta os resultados, alegando que Urrutia obteve quase 70% dos votos.

Diversos países da comunidade internacional também denunciaram uma possível fraude eleitoral e exigiram uma verificação independente das atas de votação, algo que o CNE diz ser inviável devido a um suposto “ciberataque”.

Os resultados eleitorais têm sido contestados nas ruas, onde manifestações têm sido reprimidas pelas forças de segurança, resultando em mais de 2.200 detenções e 25 mortos.

Formação de jornalistas foca na ética e responsabilidade na cobertura eleitoral

Um grupo de 40 jornalistas de diferentes meios de comunicação social em Moçambique está a participar numa formação intensiva sobre ética e responsabilidade na cobertura eleitoral na era digital.

O evento, que decorre no distrito de Marracuene, província de Maputo, abrange uma série de temas relevantes para a prática jornalística actual.

Durante o curso, os participantes terão a oportunidade de explorar tópicos como as eleições na era digital no contexto moçambicano, o quadro eleitoral aplicável aos jornalistas e as melhores práticas para a cobertura de campanhas eleitorais.

O programa inclui também uma análise do código de ética jornalística, entre outros assuntos pertinentes.

Além das sessões teóricas, estão previstos momentos de debate e exercícios práticos em grupo para reforçar o aprendizado e promover a troca de experiências entre os participantes.

A formação é organizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), em colaboração com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Sindicato Nacional de Jornalistas (SNJ).

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