As gémeas siamesas Minal e Mirha, nascidas no Paquistão com as cabeças unidas, foram submetidas a uma cirurgia inovadora e bem-sucedida que as separou.
A operação, que durou 14 horas, foi realizada por uma equipa médica internacional e liderada pelo conceituado cirurgião britânico Noor ul Owase Jeelani, do Great Ormond Street Hospital, no Reino Unido. As irmãs partilhavam vasos sanguíneos essenciais e parte do tecido cerebral, tornando o procedimento de separação especialmente delicado.
O processo cirúrgico, realizado no Hospital da Cidade de Ankara Bilkent, na Turquia, envolveu o uso de tecnologia avançada de realidade mista para simular os passos da operação e garantir a máxima precisão.
Esta abordagem inovadora permitiu que a equipa médica planificasse e executasse a cirurgia com maior segurança.
A separação das gémeas foi realizada em duas fases ao longo de três meses, culminando na intervenção final, no dia 19 de Julho, que teve uma duração de 14 horas. Apesar da complexidade do caso, a operação foi um sucesso e as bebés estão agora a recuperar bem. A equipa médica está optimista e prevê que as gémeas possam ter uma vida normal.
Minal e Mirha, classificadas como gémeas craniópagas, ou seja, unidas pela cabeça, devem regressar ao Paquistão em Outubro, onde poderão continuar a sua recuperação junto da família.
A operação marca um importante avanço no tratamento de gémeos siameses, demonstrando as capacidades da medicina moderna e da tecnologia no campo da neurocirurgia.
Pelo menos oito pessoas morreram e cerca de 2.800 ficaram feridas na sequência de explosões de ‘pagers’ portáteis que ocorreram na terça-feira em Beirute e noutras localidades do Líbano, de acordo com um comunicado do Ministério da Saúde libanês.
Entre os feridos encontra-se o embaixador do Irão no Líbano, Mojtaba Amani, cujos ferimentos são considerados ligeiros, segundo a televisão estatal iraniana.
O incidente envolveu uma série de explosões de dispositivos de mensagens, conhecidos como ‘pagers’, que estavam na posse de membros do Hezbollah, o grupo xiita libanês.
O Hezbollah confirmou que, entre os mortos, estão três pessoas, incluindo uma jovem e dois dos seus combatentes. As explosões ocorreram por volta das 15h30 (13h30 em Lisboa), em áreas sob o controlo do movimento armado, nomeadamente no sul do Líbano e nos subúrbios de Beirute, onde o grupo mantém uma forte presença.
Em comunicado, o Hezbollah informou que os seus especialistas estão a conduzir uma investigação de grande envergadura, tanto científica quanto de segurança, para apurar as causas das explosões.
O grupo também alertou a população contra a disseminação de rumores e informações falsas, as quais, segundo eles, são parte de uma “guerra psicológica” promovida por Israel.
As áreas afectadas pelas detonações, incluindo as cidades de Sidon e Tiro, ficaram em estado de alerta, com hospitais a serem sobrecarregados pela chegada massiva de feridos.
Segundo o Ministério da Saúde, muitas das vítimas sofreram ferimentos graves na cara, mãos, abdómen e olhos. O número elevado de feridos levou o Ministério a apelar para todos os hospitais da região que ativassem o “alerta máximo” para lidar com a emergência.
Após as explosões, um grande número de ambulâncias foi visto a circular por Beirute e arredores, enquanto a Agência Nacional de Notícias relatava que os hospitais no sul do Líbano, no Vale de Bekaa e nos subúrbios da capital pediam doações de sangue de todos os tipos.
Fotógrafos da Associated Press (AP) presentes nos hospitais relataram cenas de caos nas urgências, onde muitos dos feridos estavam em estado crítico.
Dominique Pélicot revelou ter sido vítima de abuso sexual durante a juventude. Na terça-feira, no Tribunal Penal de Vaucluse, em Avignon, Dominique Pélicot, de 71 anos, admitiu ser culpado dos crimes que cometeu contra a sua ex-companheira, Gisèle Pélicot.
Durante o julgamento, Pélicot afirmou: “Sou um violador, tal como todos os que estão nesta sala. Todos sabiam, não podem negar”.
O homem confessou que drogou Gisèle durante quase uma década para a violar repetidamente e recrutou dezenas de homens pela internet para participarem nos abusos.
Pélicot pediu desculpas à sua ex-mulher, aos filhos e aos netos, dizendo: “Sou culpado pelo que fiz. Peço à minha mulher, aos meus filhos e aos meus netos que aceitem as minhas desculpas. Peço-lhes perdão, mesmo que não seja aceitável”.
O arguido declarou ainda que a ex-mulher não merecia passar pelo que passou e esclareceu que nunca tocou nos seus três filhos. Revelou também que sempre sofreu com traumas de abuso sexual na juventude, afirmando: “Não se nasce assim, tornamo-nos assim”, enquanto chorava. Pélicot acrescentou que suportou a sua condição durante 40 anos e que foi “muito feliz” com Gisèle, pois ela era o oposto da sua mãe, que descreveu como “totalmente submissa”.
O julgamento iniciou-se a 2 de Setembro, mas desde 11 de Setembro, Dominique Pélicot não comparece no tribunal devido a questões de saúde. O seu testemunho é crucial para o caso dos outros acusados de violação de Gisèle Pélicot.
Nos próximos dias, começarão a ser ouvidos alguns dos arguidos. Dezoito dos acusados, incluindo Dominique Pélicot, estão em prisão preventiva. Outros 32 permanecem em liberdade, enquanto um está em fuga e será julgado à revelia. O caso ganhou grande atenção mediática e deverá prolongar-se por vários meses. Ao final da sessão de terça-feira, os acusados saíram todos de máscara e alguns com o rosto coberto, excepto Dominique Pélicot.
No exterior do tribunal, várias pessoas filmaram os acusados com os telemóveis e exigiram que mostrassem os rostos e assumissem a responsabilidade pelos seus actos.
Os abusos foram descobertos em Setembro de 2020, quando Dominique Pélicot foi detido pelos seguranças de um supermercado após três mulheres o terem denunciado por tentar filmar por debaixo das suas saias.
Durante a investigação, a polícia encontrou no telemóvel e computador de Pélicot centenas de vídeos e fotografias que documentavam o abuso de Gisèle por ele e cerca de 50 outros homens enquanto ela estava inconsciente. Também foram encontradas fotografias da filha de Pélicot e das suas duas noras, algumas das quais nuas e captadas sem o conhecimento delas.
A Cimentos de Moçambique (CM) revelou um plano de investimento significativo, no valor de 60 milhões de dólares, destinado à modernização e ampliação da capacidade de produção da sua unidade fabril situada no Município do Dondo, na província de Sofala.
Este investimento faz parte das celebrações dos 100 anos de atividade da empresa, que se comemoram este ano.
O projecto de modernização inclui a instalação de um novo forno de clínquer, que será responsável por melhorar a eficiência da produção. Além disso, será implementado um novo moinho vertical de cimento, com uma capacidade de produção de 80 toneladas por hora, assim como uma ensacadeira com capacidade de 120 toneladas por hora. Com estas melhorias, a fábrica do Dondo verá a sua capacidade produtiva aumentar para 1,3 milhões de toneladas de cimento por ano.
Para além do impacto na produção, este investimento irá também beneficiar a comunidade local, com a criação de 200 novos postos de trabalho directos, oferecendo oportunidades especialmente para os jovens da região.
Paralelamente, a CM está a finalizar outro importante investimento, que envolve a modernização e ampliação da sua fábrica em Nacala. Este projecto, tal como o do Dondo, inclui a instalação de um forno de clínquer. As obras em Nacala tiveram início no final de 2023 e está previsto que estejam concluídas em Outubro deste ano.
“O investimento em Nacala e no Dondo representa a concretização do nosso compromisso com o crescimento e desenvolvimento de Moçambique”, afirmou Fernando Barreto, CEO da Cimentos de Moçambique, sublinhando a confiança da empresa no futuro do país.
A vice-presidente dos Estados Unidos e candidata do Partido Democrata, Kamala Harris, declarou na terça-feira (17), que as políticas antiaborto defendidas e implementadas pelo ex-presidente Donald Trump foram responsáveis pela morte de uma mulher de 28 anos na Geórgia.
A mulher, identificada como Thruman, teve o direito a um aborto “vital” — um procedimento necessário para salvar sua vida — negado devido à proibição estadual da Geórgia, que impede a interrupção da gravidez após seis semanas.
“Estas são as consequências directas das acções de Donald Trump”, afirmou Kamala Harris.
Após o caso de Thruman ganhar destaque, um comitê estadual de revisão médica classificou sua morte como “previnível” e afirmou que ela teria uma “boa chance” de sobreviver se tivesse sido submetida a uma curetagem (D&C), um procedimento para remover tecido fetal do útero.
Segundo a ProPublica, as últimas palavras de Thruman foram: “prometa-me que você cuidará do meu filho.”
Kamala Harris afirmou que Thruman deveria estar viva e que as políticas dos republicanos impediram a sobrevivência da jovem mãe. “Esta jovem mãe deveria estar viva, criando seu filho e perseguindo seu sonho de ingressar numa escola de enfermagem. Isso é exactamente o que temíamos quando a decisão Roe foi derrubada. Mulheres estão a sangrar em estacionamentos, sendo mandadas embora de salas de emergência, perdendo a capacidade de ter filhos novamente. Sobreviventes de estupro e incesto estão a ser informadas de que não podem decidir sobre os seus próprios corpos. E agora, mulheres estão a morrer”, afirmou a vice-presidente.
Kamala Harris sublinhou que os americanos não devem ser enganados pela tentativa de Trump de moderar o discurso sobre o aborto, lembrando que, como presidente, ele nomeou três juízes conservadores para a Suprema Corte, cujas decisões foram cruciais para a anulação da decisão Roe, que permitia o aborto em todo o país.
“Se Donald Trump tiver a oportunidade, ele assinará uma proibição nacional do aborto, e essas realidades horríveis se multiplicarão. Devemos aprovar uma lei para restaurar a liberdade reprodutiva. Quando eu for presidente dos Estados Unidos, assinarei orgulhosamente essa lei. Vidas dependem disso”, concluiu Kamala Harris.
Milhares de venezuelanos estão a abandonar o seu país numa fuga em massa rumo ao Brasil, na sequência da crise política desencadeada pelas recentes eleições presidenciais, marcadas por alegações de fraude.
O aumento do fluxo migratório tem sido particularmente intenso na região fronteiriça com a Amazónia, onde famílias inteiras, enfrentando dificuldades económicas e insegurança, procuram refúgio no território brasileiro.
Segundo o repórter Pedro Sá Guerra, correspondente da Antena 1 no Brasil, que esteve no local a acompanhar a situação, o número de pessoas que atravessam a fronteira tem diariamente aumentado significativamente, criando uma pressão considerável sobre os postos de controlo e as infraestruturas de acolhimento do lado brasileiro.
Este êxodo reflete o desespero crescente da população venezuelana, que tenta escapar das duras condições de vida no seu país, agravadas pela crise política, económica e social.
Um guarda dos Serviços Distritais de Actividades Económicas (SDAE) foi recentemente detido no distrito de Mandlakazi, na Província de Gaza, após ser suspeito de roubar diversos computadores e outros equipamentos essenciais.
De acordo com informações fornecidas pelas autoridades locais, a detenção do suspeito ocorreu após a instituição ter apresentado uma denúncia, ao constatar o desaparecimento de vários equipamentos. O material subtraído inclui computadores e outras ferramentas técnicas indispensáveis para o funcionamento dos SDAE.
O indivíduo em questão, que desempenha funções como guarda há 14 anos, nega qualquer envolvimento no crime. Em sua defesa, o suspeito alegou que, na noite do roubo, deixou o seu posto de trabalho para ir descansar em sua residência.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) na Província de Gaza está a realizar diligências para a possível recuperação do material roubado e para o esclarecimento completo do caso.
Os incêndios florestais que afectam Portugal desde o fim-de-semana já causaram pelo menos sete mortes, com mais de 100 focos activos, principalmente nas regiões norte e central do país.
Além das vítimas, cerca de 50 pessoas ficaram feridas, incluindo mais de 30 bombeiros.
Na terça-feira (17), a Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil anunciou que três bombeiros morreram enquanto lutavam contra as chamas em Nelas, na região centro-norte de Portugal. O comandante André Fernandes informou que as vítimas, duas mulheres e um homem, faleceram após o veículo de combate a incêndios em que estavam ser atingido pelas chamas.
Mais tarde, o segundo comandante nacional da Protecção Civil, Mário Silvestre, confirmou a morte de outra pessoa, sem fornecer detalhes adicionais. A mídia local indicou que a vítima era um civil. Essas mortes somam-se ao bombeiro e a dois civis que já haviam perdido a vida no início da semana.
Entre as vítimas identificadas, uma delas é um brasileiro de 28 anos, que foi encontrado carbonizado numa zona florestal em Albergaria-a-Velha.
Segundo a Guarda Nacional Republicana (GNR), a vítima era um trabalhador de uma empresa de exploração florestal que, juntamente com outros colegas, foi ao local para recuperar maquinaria afectada pelo incêndio.
Os incêndios começaram no fim-de-semana e levaram o governo a declarar um alerta de incêndio até pelo menos na quinta-feira. O comandante Fernandes destacou que a situação continua “muito complexa”, com a área queimada nos últimos três dias equivalendo àquela queimada nos três meses anteriores.
Actualmente, há mais de cem focos de incêndio activos, com a maior incidência nas regiões norte e central de Portugal. O “complexo de incêndios” na área de fronteira entre o distrito de Aveiro e a área metropolitana do Porto é particularmente preocupante.
Em resposta à crise, o primeiro-ministro Luís Montenegro cancelou sua agenda até sexta-feira e convocou um conselho de ministros extraordinário para analisar a situação. A reunião será presidida pelo presidente Marcelo Rebelo de Sousa.
Um incêndio devastador consumiu dezenas de bancas no Mercado Central do Distrito de Gilé, situado na Província da Zambézia.
As bancas, que eram de construção precária, foram reduzidas a escombros pelas chamas que, de acordo com informações preliminares, tiveram origem ainda desconhecida.
O incêndio iniciou por volta das 23 horas e rapidamente se espalhou pelo mercado, sem dar qualquer oportunidade aos comerciantes para salvarem os seus bens. A rápida propagação das chamas deixou o comércio local em ruínas.
Na manhã de terça-feira, os vendedores chegaram ao local com a esperança de encontrar algo que pudesse ser recuperado ou para avaliar a extensão dos danos causados. Infelizmente, a maioria das bancas e dos bens ali armazenados foi completamente destruída, deixando os comerciantes em uma situação de grande dificuldade.
As autoridades policiais da província de Gaza anunciaram um trágico caso de homicídio ocorrido no distrito de Chibuto, onde um jovem de 24 anos confessou ter assassinado o próprio filho, ainda menor, durante o fim-de-semana.
O crime, segundo o autor, foi cometido num momento de “ataque de nervos”, motivado por ciúmes e pelo fim do relacionamento com a sua esposa.
Segundo o jornal Notícias, o suspeito admitiu que o homicídio foi um ato de vingança, após sentir-se rejeitado e desrespeitado pela família da esposa, que, segundo ele, o tratava com desprezo devido à sua situação financeira. Além disso, o jovem revelou que se sentia impedido de ver o filho, o que agravou ainda mais o seu estado emocional.
Num relato perturbador, o pai explicou que, no momento do crime, agiu de forma descontrolada e atacou a criança com um machado. “Eu tirei a vida do meu filho para acabar com tudo que me liga à minha esposa”, afirmou, justificando o ato pelo facto de a sua mulher ter deixado a casa conjugal e se recusar a regressar, preferindo viver com os pais.
Antes de chegar a este ponto extremo, o jovem confessou ter tentado forçar a guarda da criança como uma forma de pressionar a esposa a reatar o relacionamento.
No entanto, os seus esforços foram em vão, já que a mulher permaneceu na casa dos pais. Sentindo-se sem alternativas, decidiu cometer o crime como um último ato de desespero.
O homicida ainda acrescentou que outro factor que o levou a cometer o ato foi o facto de se sentir inferiorizado pela família da esposa, que, de acordo com ele, era financeiramente bem-sucedida e o tratava como se fosse um “delinquente”.
O caso está a ser investigado pelas autoridades policiais, que mantêm o suspeito sob custódia enquanto prosseguem as diligências para esclarecer todos os pormenores deste crime chocante, que abalou a comunidade local.
A música moçambicana veste-se de luto com a perda de uma das suas maiores referências. Faleceu na madrugada de hoje, aos 97 anos, o icónico músico Dilon Djindji, vítima de doença.
O artista estava internado há cerca de três semanas no Hospital Central de Maputo, onde acabou por não resistir à enfermidade.
Dilon Djindji, uma figura incontornável da cultura moçambicana, deixa um profundo vazio no panorama artístico do país. O presidente do Conselho Municipal de Marracuene, Shaffe Sidat, lamentou a morte do músico, sublinhando o impacto da sua partida no seio da cultura nacional.
Natural de Marracuene, onde nasceu a 14 de Agosto de 1927, Dilon Djindji partiu pouco tempo após ter sido homenageado na sua terra natal. Considerado um verdadeiro embaixador da música tradicional moçambicana, Djindji foi uma inspiração para várias gerações, preservando e divulgando o património cultural do seu país ao longo de décadas.
A sua morte marca o fim de uma era na música moçambicana, mas o legado que Dilon Djindji deixou continuará a ecoar nos corações e nas memórias de todos os que apreciaram o seu talento e o seu contributo inestimável para a cultura de Moçambique.
A Millennium Challenge Account – Moçambique pretende recrutar um (1) Especialista em Reformas Políticas e Institucionais – PIR (Transportes). Saiba mais.
A Millennium Challenge Account – Moçambique pretende recrutar um (1) Director de Agregação da Agricultura Comercial e Gestão de Subvenções. Saiba mais.
A Associação Comité para a Saúde de Moçambique (CSM), no âmbito do Projecto FORTE, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Dados e de Sistemas. Saiba mais.
A Associação Comité para a Saúde de Moçambique (CSM), no âmbito do Projecto FORTE, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor de Pesquisas. Saiba mais.
A Associação Comité para a Saúde de Moçambique (CSM), no âmbito do Projecto FORTE, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Oficiais de Monitoria, Avaliação e Aprendizagem (MAA). Saiba mais.
A Johanniter International Assistance (JIA) pretende recrutar dois (2) Planning, Monitoring, Evaluation, Accountability and Learning (PMEAL) Officer. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Embaixadoras da Juventude. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Especialista Técnico/a de Educação em Emergência e Escolas Seguras. Saiba mais.
Os incêndios florestais no Peru já provocaram a morte de pelo menos 15 pessoas e destruíram mais de três mil hectares de terras agrícolas e áreas naturais, segundo informações das autoridades locais.
O Primeiro-Ministro peruano, Gustavo Adrianzén, revelou aos jornalistas que os incêndios foram causados por actividade humana. Ele destacou que 22 das 24 regiões do país estão actualmente com focos activos de incêndio.
Adrianzén acrescentou que as condições meteorológicas adversas, como nuvens espessas, fumo denso e ventos fortes, estão a dificultar as operações das aeronaves que combatem as chamas.
De acordo com um relatório da Protecção Civil, desde Julho, os incêndios resultaram na morte de pelo menos 15 pessoas e deixaram outras 98 feridas. Das vítimas, dez faleceram nas últimas duas semanas. Mais de 1.800 pessoas foram directamente afectadas pelos incêndios e o sector pecuário sofreu a perda de 334 animais.
O Serviço Nacional de Florestas e Vida Selvagem do Peru (Serfor) apontou que as alterações climáticas têm exacerbado as condições que favorecem a propagação dos incêndios. Romina Liza, especialista em monitorização e gestão de incêndios florestais do Serfor, explicou que “ventos extremamente fortes e secas prolongadas secam a vegetação, transformando-a num combustível altamente inflamável”.
Os incêndios mais graves estão a afectar a região amazónica, que faz fronteira com o Equador, conforme indicado por Juan Urcariegui, chefe da Protecção Civil, em declarações a uma estação de televisão peruana.
Na sequência das inundações que têm devastado o nordeste da Nigéria, aproximadamente 281 reclusos conseguiram fugir da prisão de Maiduguri, localizada na capital do estado de Borno.
O Serviço Correcional da Nigéria confirmou que sete dos fugitivos foram já recapturados.
O chefe das relações públicas do Serviço Correcional, Abubakar Umar, informou que as inundações causaram o colapso das paredes da prisão, afectando tanto o centro de detenção de segurança média em Maiduguri quanto as instalações residenciais do pessoal na cidade.
Umar explicou que a ausência dos reclusos foi detectada durante a transferência para uma instalação de segurança. Apesar da situação, ele assegurou que o serviço mantém o controle sobre os dados dos reclusos, incluindo as informações biométricas, e está colaborando com outras agências de segurança para recapturar os fugitivos, tendo mobilizado destacamentos policiais para tal.
Além disso, na mesma região, uma barragem rebentou recentemente, causando a morte de 37 pessoas e deixando 60 feridos.
Sean “Diddy” Combs, renomado rapper norte-americano, foi detido na passada segunda-feira, dia 16, em Manhattan, Nova Iorque, em meio a uma série de processos que envolvem tráfico sexual e agressão. A informação foi confirmada pela Agência France-Presse (AFP).
Segundo o advogado de defesa do rapper, Marc Agnifilo, Diddy deslocou-se “voluntariamente” para Nova Iorque, antecipando as acusações que enfrenta. No entanto, os detalhes dessas acusações ainda não foram completamente divulgados.
O jornal The New York Times relatou que a detenção ocorreu após a emissão de uma “acusação por um grande júri”, o que motivou a acção das autoridades.
O advogado de Combs expressou o seu descontentamento face à decisão do Ministério Público dos Estados Unidos em prosseguir com o que ele considera ser uma “acusação injusta”.
O rapper, conhecido por nomes como Puff Daddy e P. Diddy, enfrenta actualmente várias acções civis que o descrevem como um “predador sexual violento”. Essas acusações indicam que Combs utilizava álcool e drogas para dominar e abusar das suas vítimas.
As suas propriedades foram alvo de buscas por agentes federais ao longo deste ano, intensificando a investigação em curso.
Além dessas acusações, o G1 informou que Sean “Diddy” Combs foi condenado ao pagamento de 100 milhões de dólares em um processo de agressão sexual.
Diddy, uma das figuras mais influentes na indústria da música, é amplamente reconhecido pelo seu papel fundamental na ascensão do hip-hop, desde as ruas até aos clubes de luxo. Ao longo dos anos, o artista construiu uma fortuna significativa, especialmente através de investimentos na indústria das bebidas alcoólicas, consolidando a sua posição como uma das maiores estrelas do entretenimento.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) em Sofala deteve A. Mapuca, de 39 anos, suspeito de violar sexualmente uma menina de 14 anos, amiga da sua filha, na zona residencial de Chamba.
O acusado nega as acusações, classificando-as como “infundadas” e alegando que a mãe da menor está a usá-la para o difamar.
A vítima, por sua vez, acusa o vizinho de ter aproveitado a sua ausência em casa para cometer o crime, ameaçando-a de represálias caso contasse o sucedido.
O caso está a gerar preocupação nas autoridades, uma vez que a zona de Chamba tem registado um aumento significativo de denúncias de violência sexual contra menores nos últimos tempos.
Segundo o porta-voz do comando provincial da PRM em Sofala, Dércio Chacate, foram registados cinco casos semelhantes nas últimas semanas.
O que mais preocupa as autoridades, é a proximidade entre as vítimas e os alegados agressores, o que dificulta a protecção das crianças. Muitas vezes, os agressores são conhecidos das vítimas, como vizinhos ou familiares, o que facilita a ocorrência dos crimes.
Diante deste cenário, a PRM apela às famílias para estarem mais atentas aos seus filhos e para denunciarem qualquer situação suspeita. “É fundamental haver uma mudança de comportamento por parte das famílias e da comunidade em geral para podermos combater este flagelo”, afirmou Chacate.
Nos últimos dois meses, a província de Cabo Delgado, em Moçambique, foi fortemente afectada por um surto de sarampo que já resultou na morte de 17 pessoas.
O surto, que começou em Julho, registou até ao momento 341 casos confirmados, com as áreas mais atingidas sendo os distritos de Chiúre, Montepuez, Namuno e Ancuabe.
De acordo com Edson Lino, médico-chefe provincial, a maioria dos pacientes diagnosticados já recebeu alta hospitalar. No entanto, ainda há três pessoas em tratamento, em estado considerado estável.
Para conter a propagação da doença e evitar mais fatalidades, as autoridades de saúde de Cabo Delgado lançaram, na segunda-feira, uma campanha massiva de vacinação. Esta iniciativa destina-se a imunizar crianças até aos 15 anos, consideradas o grupo mais vulnerável à infecção.
O sarampo, uma doença viral altamente contagiosa, tem um impacto mais severo em populações não vacinadas, especialmente em crianças.
As autoridades estão a redobrar os esforços para garantir que a cobertura vacinal seja ampliada e para sensibilizar a comunidade sobre a importância da imunização.
O surto de sarampo em Cabo Delgado surge num contexto de desafios adicionais, incluindo a insegurança e a deslocação forçada de muitas famílias devido aos conflitos armados na região, o que dificulta o acesso regular aos serviços de saúde.
Um debate televisivo entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo, a maior cidade do Brasil, transformou-se em um episódio de caos quando o candidato José Luiz Datena (PSDB – Partido da Social Democracia Brasileira) atacou o adversário Pablo Marçal (PRTB – Partido Renovador Trabalhista) com uma cadeira, resultando na sua expulsão do evento.
No debate realizado no domingo e que contou com a participação de seis candidatos, Datena, conhecido apresentador de televisão, perdeu a compostura após Marçal, um influencer de extrema-direita, desafiar a sua coragem. Marçal afirmou que Datena não teria coragem de agredi-lo, uma ameaça que Datena já havia feito anteriormente.
A tensão entre os candidatos já vinha acumulando desde debates anteriores, quando Marçal levantou uma suspeita de assédio sexual contra Datena, envolvendo uma colega de trabalho que, após fazer uma queixa, alegou ter sido intimidada e acabou por permanecer em silêncio.
Enfurecido, Datena pegou numa cadeira e desferiu um golpe no ombro de Marçal. Devido ao incidente, Datena, que actualmente ocupa o quinto lugar nas sondagens para as eleições de 6 de Outubro, foi expulso do debate.
Marçal foi levado para receber tratamento médico, e a equipa do candidato informou nas redes sociais que ele sofreu uma fractura numa costela. Os outros candidatos continuaram a participar no debate.
Marçal, um jovem influencer que está a fazer a sua estreia na política, tem visto a sua campanha ganhar destaque devido às suas declarações controversas, que se tornaram virais. Actualmente, ocupa o terceiro lugar nas sondagens, atrás do conservador Ricardo Nunes e do rival de esquerda, Guilherme Boulos.
Novas sondagens deverão avaliar o impacto deste incidente na corrida eleitoral na cidade com 11,5 milhões de habitantes.
O Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, anunciou que o país está no caminho para reduzir a sua dependência da importação de medicamentos.
Esta afirmação foi feita na passada segunda-feira, durante uma visita oficial à Fábrica Nacional de Medicamentos, situada no Município da Matola, província de Maputo. Esta fábrica é actualmente a maior produtora de medicamentos na região Austral de África.
A fábrica, que recebeu em Abril deste ano a aprovação da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a produção e exportação de medicamentos, é vista como um marco na independência de Moçambique em termos de fornecimento de medicamentos essenciais para o seu sistema de saúde. Com esta certificação, o país está agora apto a fornecer medicamentos de qualidade não só para o consumo interno, mas também para outros mercados globais.
Durante a visita, o Chefe de Estado sublinhou a importância da certificação da OMS, referindo que esta validação atesta a qualidade e os elevados padrões dos medicamentos produzidos localmente. Nyusi destacou ainda que o país já iniciou a campanha de vacinação contra a malária, um passo importante na luta contra esta doença endémica.
O Presidente instou os gestores da fábrica a priorizarem a produção de vacinas contra a malária, cólera e outras doenças, para assim reforçar a resposta do país às principais ameaças de saúde pública.
Desde o início das suas operações em 2015, a Fábrica Nacional de Medicamentos tem produzido mais de um bilião de doses por ano, abrangendo um vasto leque de cerca de 85 medicamentos essenciais. Estes incluem anti-hipertensivos, antibióticos, anti-convulsantes, anti-diabéticos, vitaminas e antialérgicos, entre outros.
A expansão da capacidade desta unidade fabril representa um passo significativo para o reforço da autonomia de Moçambique no sector da saúde, ao mesmo tempo que coloca o país como um potencial exportador de medicamentos no cenário internacional.
Com esta evolução, Moçambique poderá, num futuro próximo, reduzir drasticamente a sua necessidade de importar medicamentos, assegurando um fornecimento sustentável e acessível para a sua população e fortalecendo o seu sistema nacional de saúde.
A tempestade Boris, que está a afectar severamente a Europa Central e de Leste, provocou já a morte de pelo menos 21 pessoas.
Os falecimentos foram registados em vários países da região: sete na Roménia, sete na Polónia, quatro na Áustria e três na República Checa.
A agência Associated Press reportou a ocorrência de mais quatro mortes na Polónia, três na República Checa e uma na Roménia, elevando o número total de vítimas da tempestade Boris para 21. A tempestade deverá continuar a afectar a Eslováquia e a Hungria no fim-de-semana.
Na Polónia, o Governo declarou as áreas inundadas como zonas de desastre para facilitar a evacuação e as operações de resgate. O primeiro-ministro Donald Tusk anunciou que serão disponibilizados mil milhões de zlótis (aproximadamente 234 milhões de euros) para apoiar as vítimas das cheias.
As inundações na Polónia causaram a ruptura de barragens e diques, e quando as águas recuaram, deixaram as ruas cobertas por pilhas de entulho e lama. As regiões da Silésia, Opole e Pequena Polónia, entre outras, sofreram com o isolamento das populações, evacuações e cortes nas comunicações, afectando milhares de pessoas.
Na República Checa, as chuvas intensas provocaram o transbordo de muitos rios e ribeiros, levando as autoridades de várias localidades a declarar estado de alerta máximo devido às inundações. Mais de 12 mil pessoas foram evacuadas e centenas de milhares de residências ficaram sem electricidade. As autoridades declararam emergência em duas regiões, incluindo Jeseniky, na fronteira com a Polónia.
Na Roménia, mais de 15 mil habitantes foram afectados pelas cheias, especialmente no condado de Galati, no leste do país. As inundações foram descritas como “históricas” pelas autoridades.
O transbordo dos rios atingiu 76% das propriedades, segundo Emil Dragomir, presidente da Câmara de Slobozia Conachi, que descreve a situação como um “desastre total”, com várias estradas bloqueadas e mais de 750 bombeiros envolvidos em operações de resgate.
Na Áustria, as chuvas dos últimos quatro dias registaram até 280 litros por metro quadrado, um recorde para o mês de Setembro e quatro vezes superior à precipitação média dos anos anteriores. A ruptura de uma dúzia de barragens no estado federal da Baixa Áustria, o maior e mais populoso do país, deixou 12 mil casas sem electricidade e 23 cidades sem água potável. Cerca de 800 pessoas foram resgatadas por helicópteros.
Na Hungria, o presidente da Câmara de Budapeste alertou que a cidade enfrenta as maiores inundações da última década, com as águas do Danúbio a começarem a inundar as zonas baixas desde a manhã de terça-feira.
O presidente anunciou que a cidade irá utilizar um milhão de sacos de areia para reforçar a protecção contra as cheias e pediu aos habitantes que tomem cuidados redobrados junto ao rio.
A União Europeia manifestou hoje solidariedade para com os países afectados por estas inundações “devastadoras” e declarou estar “pronta para agir” em apoio às regiões afectadas.
Três pessoas morreram e outras cinco ficaram feridas após o desabamento de uma formação rochosa ("chaminé de fada") na região da Capadócia, na Turquia.
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