Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, considera prematuro qualificar o recente incidente envolvendo Donald Trump como uma “tentativa de assassinato” e pede cautela aos americanos até que as investigações sejam concluídas.
Em contraste, antigos dirigentes do país, como Barack Obama, Bill Clinton e Hillary Clinton, condenaram veementemente o ato e a violência política.
Biden, após uma conversa com Trump, assegurou que o ex-presidente está fora de perigo. Ele condenou o ocorrido e reforçou que os Estados Unidos devem combater toda forma de violência.
“O que aconteceu é doentio e é uma das razões pelas quais precisamos unir este país. Não podemos aceitar isto. Eu não sei o suficiente, tenho uma opinião, mas não tenho os factos. Quero ter a certeza dos factos antes de fazer comentários”, disse Biden em entrevista no Delaware.
Barack Obama expressou gratidão pelo fato de Trump estar fora de perigo e reiterou que não há espaço para violência nos Estados Unidos, defendendo que todos os actos violentos devem ser repudiados.
Bill Clinton, por sua vez, afirmou que a violência não tem lugar na América.
Hillary Clinton, que concorreu com Trump na eleição que o elegeu presidente, também repudiou o ato.
Além disso, senadores tanto do Partido Democrata quanto do Partido Republicano expressaram solidariedade a Trump.















