24.5 C
Matola
Sexta-feira, Julho 31, 2026
Site Página 371

Jovem jogador brasileiro de 22 anos morto a tiro após partida de futebol

Um trágico incidente abalou o mundo do futebol brasileiro com a morte de Ricardinho, um jovem avançado de 22 anos, que jogava pelo Rio Branco, clube do Campeonato Paulista, emprestado pelo Clube do Remo. 

O atleta foi brutalmente assassinado no estado do Pará, Brasil, após ser alvo de vários disparos efetuados por um ocupante de um carro preto. No ataque, dois amigos do jogador também perderam a vida, de acordo com o globoesporte.

O crime ocorreu após Ricardinho e os dois amigos terem participado num jogo de futebol amigável. Depois da partida, o trio estava sentado num passeio quando um carro se aproximou. Sem aviso, um dos ocupantes do veículo disparou múltiplos tiros, atingindo fatalmente os três. Os serviços de emergência foram chamados ao local, mas as vítimas foram declaradas mortas no próprio local do ataque.

A notícia da morte de Ricardinho causou grande comoção no mundo desportivo. O Clube do Remo, ao qual o jogador pertencia, emitiu um comunicado emocionado nas redes sociais, expressando profunda tristeza pela perda do jovem atleta. “É com muita dor que o Clube do Remo lamenta profundamente a perda trágica do atleta Ricardinho, de 22 anos. Ricardinho pertencia ao Remo e estreou-se como profissional em Janeiro de 2023. A sua partida deixa um vazio nos corações de todos que o conheceram e admiraram o seu talento no campo. Que Deus conforte o coração da sua família e amigos neste momento”, escreveu o clube na sua conta oficial do Instagram.

Ricardinho, que tinha dado os primeiros passos como profissional no início de 2023, era visto como uma promessa do futebol brasileiro. A sua morte prematura interrompeu uma carreira que ainda estava em ascensão, deixando o país e a comunidade futebolística de luto pela perda de um jovem talento que, além de ser admirado pelo seu desempenho em campo, era estimado por colegas e amigos.

As autoridades estão a investigar o crime, mas até ao momento não foram divulgadas informações sobre a motivação do ataque ou a identidade dos suspeitos.

Moçambique aposta em novas técnicas para o tratamento do cancro do colo do útero

Moçambique está a desenvolver avanços promissores no campo do diagnóstico e tratamento do cancro do colo do útero, com o objectivo de reduzir o número de complicações e mortes associadas a esta doença.

Os esforços incluem a realização de dois importantes ensaios clínicos aleatórios, que poderão abrir caminho para novas abordagens na luta contra o cancro.

O primeiro estudo teve início em Janeiro deste ano e centra-se no desenvolvimento de métodos inovadores para a detecção de lesões pré-cancerígenas, especialmente em mulheres que apresentaram alterações nos testes de rastreio realizados em unidades de saúde periféricas. A identificação precoce destas lesões é crucial para prevenir a progressão para o cancro.

O segundo ensaio clínico, iniciado em Abril, foca-se na identificação do melhor tratamento a ser seguido por mulheres infectadas pelo HIV que também apresentem lesões pré-cancerígenas. Esta investigação é particularmente relevante dado o impacto da imunossupressão causada pelo HIV no desenvolvimento de doenças como o cancro.

Estes estudos fazem parte das actividades promovidas pelo Hospital Central de Maputo (HCM) no âmbito do “Outubro Rosa”, uma campanha global de sensibilização para a prevenção e tratamento dos cancros que afectam as mulheres, nomeadamente o cancro do colo do útero e o cancro da mama.

As pesquisas são desenvolvidas no âmbito do projecto “Consórcio Avanço”, uma colaboração entre o Centro de Treino e Pesquisa do HCM, a Universidade do Texas e a Rice University, ambas dos Estados Unidos da América. Até ao momento, foram testadas 52 amostras de mulheres com idades compreendidas entre os 30 e os 49 anos, provenientes da cidade e província de Maputo. Os resultados dessas amostras serão divulgados em breve.

O projecto abrange uma vasta gama de pacientes, desde aquelas sem lesões, até mulheres com lesões pré-cancerígenas de baixo e alto risco, e casos confirmados de cancro do colo do útero. As pacientes com diagnóstico confirmado são encaminhadas para o departamento de ginecologia oncológica, onde o tratamento é iniciado de imediato.

Anualmente, Moçambique regista uma média de 26 mil novos casos de cancro. Este aumento pode estar relacionado com o crescimento das capacidades de rastreio nas unidades de saúde, permitindo diagnósticos mais frequentes e precoces.

Com estas iniciativas, o país espera melhorar significativamente os resultados no combate ao cancro do colo do útero, especialmente em populações vulneráveis como as mulheres seropositivas, garantindo um tratamento mais eficaz e oportuno.

Lutero Simango denuncia fraude nas eleições gerais por exclusão de membros do MDM

O candidato presidencial e líder do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Lutero Simango, denunciou a exclusão de elementos do seu partido das mesas de voto nas eleições gerais, qualificando esta situação como uma “fraude”.

Simango afirmou que os delegados indicados pelo MDM estão a ser impedidos de participar no processo eleitoral, o que, segundo ele, compromete a transparência do escrutínio.

“A recusa da presença dos delegados do MDM e a não entrega das credenciais aos nossos representantes só pode ser interpretada como fraude. Por isso, vou deslocar-me pessoalmente às mesas de voto em Maputo para garantir que os nossos delegados estão presentes. Se esta situação continuar até ao final do dia, não restarão dúvidas de que estamos perante uma fraude, fraude, fraude”, declarou Simango em conferência de imprensa, logo após exercer o seu direito de voto por volta das 07:30 locais.

O líder do MDM denunciou que esta situação está a ocorrer em várias mesas de voto e responsabilizou a Comissão Nacional de Eleições (CNE) e o Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pela exclusão dos seus membros. “Perguntem ao STAE e à CNE, não a mim”, disse Simango, apelando à atenção dos observadores internacionais presentes em Moçambique: “Observem o que está a acontecer no nosso país. Esta não é a democracia que desejamos nem o processo que queremos ver.”

Determinado em garantir a presença dos seus delegados nas mesas de voto, Simango afirmou que, após ir à casa trocar de roupa, iria visitar as mesas de voto para se certificar de que os seus representantes exerciam o seu direito. Caso contrário, prometeu agir e mobilizar a população para protestar.

Para o candidato, a exclusão dos delegados do MDM representa uma conspiração contra o processo democrático. Reiterou o seu apelo à CNE e ao STAE para cumprirem a lei e alertou para uma possível reacção negativa caso isso não aconteça: “Se a lei não for cumprida, vamos reagir e a nossa resposta será firme e negativa. O que queremos é que este processo decorra de forma justa e transparente”, avisou Simango, acrescentando que a polícia não o iria impedir de agir.

Apesar das denúncias, Simango apelou à participação massiva dos moçambicanos nas eleições. “Durante a campanha, tive a oportunidade de falar com os eleitores de norte a sul. Os moçambicanos querem mudanças, e essas mudanças vão acontecer, custe o que custar”, assegurou.

As urnas abriram às 07:00 com alguns atrasos em certas localidades e permanecerão abertas até às 18:00. A CNE registou mais de 17 milhões de eleitores, incluindo cerca de 334 mil que votam em sete países africanos e dois europeus.

Estas eleições gerais incluem as sétimas eleições presidenciais, onde o actual presidente, Filipe Nyusi, já não concorre devido ao limite constitucional de dois mandatos.

Além de Lutero Simango, estão na corrida presidencial Daniel Chapo, apoiado pela Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), Venâncio Mondlane, pelo partido extraparlamentar Podemos, e Ossufo Momade, apoiado pela Resistência Nacional Moçambicana (Renamo).

Os resultados da eleição presidencial deverão ser anunciados pela CNE até 15 dias após a votação, salvo a necessidade de uma segunda volta, sendo depois submetidos ao Conselho Constitucional para validação.

A votação inclui ainda a eleição de 250 deputados para a Assembleia da República, além de eleições para assembleias e governadores provinciais, com um total de 794 mandatos a serem atribuídos.

O processo conta com a participação de 35 partidos políticos concorrentes à Assembleia da República e 14 partidos ou grupos de cidadãos às assembleias provinciais. Foram credenciados mais de 11.500 observadores nacionais e 412 internacionais, incluindo da União Europeia, da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e da União Africana.

No total, mais de 184 mil membros de mesas de voto estão envolvidos nas eleições, distribuídos pelos 154 distritos do país e em missões no exterior.

HCM planeia construir Centro Cirúrgico Nacional

O Hospital Central de Maputo (HCM) tem em vista a construção de um Centro Cirúrgico Nacional, que se pretende que venha a ser uma das maiores infraestruturas de saúde em Moçambique.

Este novo centro integrará diversos serviços essenciais, incluindo urgências, emergência médica, cuidados intensivos, enfermarias dedicadas à cirurgia e ortopedia, bem como áreas administrativas e outros serviços de apoio.

Esta informação foi divulgada numa mensagem emitida hoje pelo HCM, a maior unidade hospitalar do país, no âmbito das celebrações do seu 48.º aniversário, assinalado no domingo, dia 6 de Outubro. Durante as comemorações, o director-geral do HCM, Mouzinho Saíde, teve a honra de premiar o primeiro bebé nascido nesse dia, Kimberly Homo.

Este marco celebra também a histórica visita realizada pelo primeiro Presidente de Moçambique, Samora Machel, ao então Hospital Miguel Bombarda, a 6 de Outubro de 1976. Na ocasião, Samora Machel decidiu alterar o nome da instituição, que era conhecida por ser um “centro de discriminação racial e social”, onde a população local era sujeita a maus tratos e humilhação. O hospital servia, à época, como local de teste para novos medicamentos e intervenções cirúrgicas, que, quando bem-sucedidos, eram depois aplicados aos mais favorecidos nas clínicas privadas.

Tribunal de Braga anula condenação da Ryanair por cobrança indevida de bagagem de cabine

Um erro processual levou à anulação da condenação da Ryanair pelo Tribunal Cível de Braga, que havia sido sentenciada por cobrar pelo transporte de bagagem de cabine. 

O tribunal não citou a companhia aérea low cost, o que resultou na nulidade do processo.

A sentença inicial, proferida em 10 de Setembro deste ano, obrigava a Ryanair a pagar 56,50 euros a uma passageira que se queixou de ser cobrada pelo transporte de bagagem de cabine, um valor adicional ao bilhete de voo. O juiz considerou que “a ré não pode aplicar um sobrepreço ao preço final do serviço de transporte aéreo quando o consumidor transporta uma bagagem de mão, não registada, com dimensões até 55x40x20 cm, que cumpre as regras de segurança e cabe na cabine”.

Contudo, após a notificação desta sentença, a Ryanair apresentou recurso, alegando que o processo era nulo devido à falta de citação, ou seja, não foi formalmente informada sobre a ação interposta, impossibilitando a sua defesa.

O Tribunal Cível de Braga reconheceu o erro, afirmando que “a omissão do ato de citação leva necessariamente à nulidade de todo o processado, em consequência do vício da falta de citação”.

O tribunal explicou que havia assumido, de forma errada, que os documentos nos autos correspondiam à citação da ré no estrangeiro, quando, na realidade, a citação nunca ocorreu.

Em comunicado, a Ryanair mostrou-se satisfeita com a decisão do tribunal de anular a sentença anterior, defendendo que a sua política de bagagens está em conformidade com as normas da União Europeia (UE).

A companhia aérea afirmou que não tinha sido notificada nem participado no processo quando o tribunal decidiu sobre a queixa da passageira, e destacou que o tribunal também não teve conhecimento da decisão do Tribunal de Justiça da UE no caso Vueling, que considerou legais os limites e taxas de bagagem de mão aplicados pelas companhias aéreas.

A empresa apelou ao Tribunal Cível de Braga para que cumpra a legislação da UE e os acórdãos do Tribunal de Justiça da UE, reafirmando que a sua política de bagagem está em total conformidade com as regras europeias. A Ryanair espera uma nova audição do caso, na qual os seus advogados irão apresentar argumentos baseados na legislação da UE.

Dara Brady, director de marketing da Ryanair, manifestou a satisfação da empresa com a decisão de anular a condenação, sublinhando que “a política de bagagem da Ryanair e as suas taxas estão em total conformidade com a legislação europeia e as decisões do Tribunal de Justiça da UE”.

Kais Saied reeleito Presidente da Tunísia com expressiva maioria

Kais Saied foi reeleito Presidente da Tunísia com uma esmagadora maioria de 90,7% dos votos, nas eleições presidenciais que tiveram lugar no passado domingo. 

No entanto, menos de um terço dos tunisinos participaram no escrutínio, com a Autoridade Eleitoral Independente Tunisina (ISIE) a reportar uma taxa de participação de apenas 28,8%.

Esta é a taxa mais baixa de participação desde que a Tunísia adotou a democracia em 2011, ano em que se realizou a primeira eleição presidencial após a revolução.

Além de Kais Saied, outros dois candidatos concorreram ao cargo. Ayachi Zammel obteve 7,35% dos votos, enquanto Zuhair Maghzausi, líder do Movimento Popular (Echaab), alcançou apenas 1,97%. Maghzausi assumiu a liderança do seu partido em 2013, após o assassinato do anterior líder, Mohamed Brahmi, uma figura influente da esquerda tunisina.

Ayachi Zammel, por sua vez, é o líder do partido liberal Azimun e esteve detido durante toda a campanha eleitoral.

Nos últimos cinco anos, a Tunísia, muitas vezes apontada como um exemplo raro de sucesso democrático após a “Primavera Árabe” de 2011, enfrentou um retrocesso significativo nos direitos e liberdades.

Este declínio tem sido amplamente atribuído à governação de Kais Saied, com vários críticos a compararem o seu mandato ao do antigo Presidente Zine el Abidine Ben Ali, que liderou o país entre 1987 e 2011, até ser derrubado pela revolução que instaurou a democracia no país.

Cinco pessoas morrem em queda de avião bimotor na Califórnia

Na noite de terça-feira, cinco pessoas morreram após a queda de um pequeno avião na ilha Catalina, situada ao largo da costa sul da Califórnia, segundo as autoridades locais.

O avião bimotor Beechcraft 95 despenhou-se pouco depois das 20:00, hora local, momentos após a sua descolagem do aeroporto da ilha Catalina, próximo da cidade de Avalon, conforme informou a Administração Federal de Aviação (FAA).

A bordo do aparelho encontravam-se cinco pessoas, todas elas adultas, que foram encontradas sem vida no local do acidente.

O avião caiu numa área montanhosa e de difícil acesso, a cerca de 1,6 quilómetros a oeste do aeroporto, conforme relatou o gabinete do xerife do condado de Los Angeles, que esteve envolvido na operação de resgate. As vítimas foram localizadas pelos socorristas, que encontraram os corpos entre os destroços do avião.

O aeroporto de Catalina, muitas vezes referido como o “aeroporto no céu”, está situado a uma altitude de 488 metros e possui uma pista única com cerca de 914 metros de extensão. Localizado a cerca de 40 quilómetros da costa de Los Angeles, o aeroporto é conhecido pelas suas condições desafiantes, devido à altitude e ao terreno acidentado que o circunda.

As autoridades locais, incluindo a FAA e o Conselho Nacional de Segurança dos Transportes, estão a conduzir uma investigação detalhada para apurar as causas do acidente. Até ao momento, não foram divulgadas informações adicionais sobre o que poderá ter levado à queda do avião.

Idoso dado como morto “ressuscita” após ambulância passar por buraco na estrada na Índia

Um incidente insólito teve lugar na Índia, na região de Haryana, onde um idoso de 80 anos, dado como morto, voltou à vida após a ambulância em que era transportado passar por um buraco profundo na estrada. 

A situação, digna de um filme, foi relatada pelo jornal 20 Minutos.

Darshan Singh Brar, o homem em questão, vinha a sentir-se doente há vários dias, o que o levou a procurar tratamento médico. Após ser admitido no hospital, foi diagnosticado com uma infecção grave nos pulmões. Durante quatro dias, esteve ligado a um ventilador, mas, apesar dos esforços médicos, foi declarado clinicamente morto.

A história, no entanto, tomou um rumo inesperado quando o corpo de Darshan era transportado para casa pela ambulância. No trajecto, o veículo passou por um buraco considerável na estrada, e foi nesse momento que o irmão de Darshan, que o acompanhava, notou um ligeiro movimento da mão do “falecido”. Surpreendido, decidiu verificar o pulso de Darshan e, para seu espanto, descobriu que ele ainda apresentava sinais de vida, com batimentos cardíacos.

Imediatamente, o irmão alertou a equipa de bombeiros, que, sem hesitar, decidiram levar Darshan de volta ao hospital. Uma vez lá, os médicos confirmaram que o idoso estava realmente vivo, embora em estado de saúde crítico.

Após passar mais alguns dias internado, Darshan começou a respirar sem a ajuda de máquinas. “É um milagre! Agora só esperamos que ele recupere completamente”, comentou o seu neto, emocionado.

O jornal 20 Minutos salienta que os buracos nas estradas indianas são um problema crónico, sendo frequentemente responsáveis por acidentes graves.

Contudo, neste caso específico, um buraco que habitualmente causaria mais danos acabou por salvar a vida de um homem.

Filho de Osama Bin Laden impedido de regressar a França por glorificação de terrorismo

Omar Bin Laden, filho de Osama Bin Laden, ex-líder da Al-Qaeda, foi oficialmente proibido de retornar a França, conforme anunciou o ministro da Administração Interna do país, Bruno Retailleau, através da rede social X (antigo Twitter). 

Omar, de 43 anos, viveu na Normandia, no norte de França, entre 2016 e 2023, onde se dedicava à pintura de paisagens, ganhando a vida como artista.

A proibição foi decretada pelo novo ministro da Administração Interna, que assinou uma ordem que impede o seu regresso ao território francês. Retailleau justificou a medida, acusando Omar Bin Laden de fazer publicações nas redes sociais que, segundo as autoridades, “glorificavam o terrorismo”, uma infracção grave às normas de segurança e ordem pública do país.

Em 2023, Omar deixou França depois de as autoridades francesas terem decidido revogar a sua autorização de residência por um período de dois anos, uma decisão que agora foi reforçada pela nova ordem emitida pelo ministro. Esta decisão reflete a política firme das autoridades francesas em relação à segurança nacional, especialmente no que diz respeito a figuras associadas a discursos de apologia ao terrorismo.

Omar Bin Laden, apesar de ser filho de um dos homens mais procurados do mundo durante a última década, tentou distanciar-se do legado terrorista do seu pai, dedicando-se às artes, mas as suas recentes actividades nas redes sociais levantaram preocupações graves por parte das autoridades francesas, levando à sua expulsão e à interdição do seu regresso ao país.

Edmilsa Governo suspensa por seis anos pelo Comité Paralímpico de Moçambique

O Comité Paralímpico de Moçambique (CPM) anunciou a suspensão da velocista Edmilsa Governo, especialista nas provas de 100 e 400 metros da classe T13 (para atletas com limitações visuais), por um período de seis anos. 

A decisão surgiu após a desistência da atleta de participar na XVII edição dos Jogos Paralímpicos de Paris 2024, alegando uma suposta lesão na coxa esquerda.

No entanto, após a realização de um inquérito interno, o CPM concluiu que a atleta não apresentava qualquer lesão física. Segundo Sérgio Miguel, representante do CPM, exames médicos realizados indicaram que a desistência foi premeditada. “O relatório da Comissão de Inquérito foi claro ao afirmar que a desistência foi intencional e feita de má-fé, sem qualquer tipo de interferência externa”, afirmou Sérgio Miguel, em declarações ao jornal Notícias.

Além da suspensão de Edmilsa Governo, que a impedirá de competir e exercer quaisquer funções ligadas ao movimento paralímpico durante os próximos seis anos, o CPM também decidiu suspender o seu treinador, Narciso Faquir, por cinco anos.

A comissão considerou que o treinador foi conivente com a decisão de não competir, o que levou à sua penalização.

Ambos, atleta e treinador, estarão afastados de todas as actividades relacionadas ao movimento paralímpico durante o período de suspensão, marcando assim uma decisão dura do CPM na sequência deste incidente que prejudicou a participação de Moçambique nos próximos Jogos Paralímpicos.

Ex-ministro da Economia da Guiné-Bissau libertado após cinco dias detido, afirmam familiares

O antigo ministro da Economia e Finanças da Guiné-Bissau, Suleimane Seidi, foi libertado após passar cinco dias detido na Segunda Esquadra de Bissau, conforme anunciaram os seus familiares.

“Suleimane já se encontra em casa”, revelou um membro da família à agência de notícias Lusa. Segundo a mesma fonte, o ex-governante foi escoltado pela polícia até à sua residência. Suleimane havia sido detido na passada quarta-feira, enquanto se encontrava num restaurante na capital, Bissau.

Os familiares do ex-ministro consideram que a detenção foi, na verdade, um sequestro perpetrado pelas autoridades policiais. Esta visão é corroborada pela Liga Guineense dos Direitos Humanos, que tinha exigido a libertação imediata de Seidi, acusando as autoridades guineenses de o manterem em cativeiro de forma injustificada.

Um dos advogados de defesa, integrante do colectivo jurídico que representa Suleimane Seidi, afirmou à Lusa que a equipa não foi informada oficialmente sobre os procedimentos que levaram à libertação do ex-ministro. “Tudo foi conduzido de forma extraprocessual, tanto a sua detenção quanto a sua libertação”, declarou o advogado, que preferiu não se identificar.

Exército libanês apela à população para apoiar as forças armadas

O Exército do Líbano fez um apelo à população, instando os cidadãos a apoiar a “instituição militar”, destacando a determinação dos militares em cumprir a resolução das Nações Unidas que prevê a manutenção de efectivos no sul do país. 

O comunicado foi emitido em resposta à ofensiva israelita que tem atingido várias regiões libanesas.

No comunicado, o Exército enfatizou a importância de apoiar as forças armadas, descrevendo-as como a “espinha dorsal do Líbano” e a garantia da segurança para todos os cidadãos. “À luz das agressões bárbaras e crescentes do inimigo israelita contra várias regiões libanesas, é do interesse do comando do Exército deixar claro que as suas unidades se estendem por todo o território libanês, incluindo a fronteira sul”, afirma a declaração.

O Exército do Líbano reafirmou a sua prontidão para defender o território nacional “dentro das capacidades disponíveis” e anunciou que está a trabalhar em estreita coordenação com a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL) para garantir o cumprimento da Resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU.

Esta resolução, que pôs fim à guerra entre o Líbano e Israel em 2006, exige o desarmamento do Hezbollah e a instalação das forças armadas libanesas no sul do país. Assim, os membros do Hezbollah, um grupo xiita pró-iraniano, devem retirar-se para norte da fronteira com Israel.

Os militares sublinharam que estão a seguir “as decisões e directivas das autoridades políticas libanesas para tomar as medidas adequadas na protecção do Líbano e da instituição militar, conforme a resolução 1701”, mencionando uma ordem nesse sentido do primeiro-ministro libanês, Najib Mikati.

A nota militar ressalta ainda que “o Exército manteve-se firme graças à determinação, à fé e à vontade dos soldados, bem como à unidade dos libaneses em torno do papel unificador”. O comunicado conclui que “o que é necessário hoje é preservar a unidade nacional para garantir a segurança do Líbano”.

O Hezbollah tem estado em conflito com Israel na fronteira desde 8 de outubro do ano passado, e a situação agravou-se nas últimas duas semanas, com intensos bombardeamentos israelitas em diversas partes do Líbano, especialmente no sul e nos arredores de Beirute, onde o grupo xiita tem uma forte presença.

De acordo com as autoridades libanesas, esses confrontos e bombardeamentos resultaram na morte de mais de duas mil pessoas, além da deslocação de centenas de milhares de cidadãos, que fugiram para a Síria em busca de segurança.

Governo entrega 35 novas casas às vítimas da tragédia na Lixeira de Hulene

O Governo fez a entrega de 35 novas casas às famílias afectadas pelo trágico deslizamento de resíduos na Lixeira de Hulene, ocorrido em 2017. 

A cerimónia de entrega decorreu no bairro Possulane, no distrito de Marracuene, província de Maputo, e foi presidida pelo presidente do Conselho Municipal de Maputo, Rasaque Manhique.

Durante o evento, Manhique destacou que esta acção faz parte de um esforço contínuo para mitigar o sofrimento das famílias que perderam as suas casas e entes queridos na tragédia. Ele sublinhou ainda que a entrega das habitações constitui uma resposta concreta para melhorar as condições de vida dos sobreviventes, proporcionando-lhes um local seguro e digno para reconstruírem as suas vidas.

Até à data, já foram entregues um total de 244 casas às vítimas, estando ainda em falta a conclusão e distribuição de mais 21 unidades, que irão marcar o término deste processo de reassentamento.

As 35 casas recentemente entregues são parte do compromisso assumido pelo governo local em garantir que todas as famílias afectadas pela tragédia sejam realojadas de forma permanente, num ambiente mais seguro e longe de áreas de risco. O reassentamento tem sido uma prioridade no plano de reconstrução pós-desastre, visando evitar futuras tragédias e melhorar a segurança habitacional.

A cerimónia contou com a presença de várias autoridades locais, que aproveitaram a ocasião para reforçar o compromisso do governo em continuar a apoiar as vítimas e trabalhar em prol do bem-estar da comunidade.

Encontrados mortos cinco alpinistas russos que estavam desaparecidos no Nepal

Cinco alpinistas russos que estavam desaparecidos desde domingo foram encontrados mortos no Nepal, confirmou um organizador de expedições na terça-feira. 

Os alpinistas faleceram durante uma escalada no Monte Dhaulagiri, que se eleva a 8.167 metros (26.788 pés) e é o sétimo pico mais alto do mundo.

Os alpinistas participavam da temporada de escalada de outono, uma época que não é tão popular quanto a de primavera, mas que começou no mês passado. Durante esta temporada, as montanhas tendem a estar menos lotadas, e as taxas de autorização para escalada são também mais acessíveis.

Os cinco alpinistas estavam dados como desaparecidos desde domingo. Um helicóptero de resgate foi mobilizado e avistou os corpos na terça-feira.

No entanto, as equipas de resgate ainda não decidiram quando e como realizar a operação de recuperação dos corpos, que exige um cuidadoso planeamento, mão-de-obra especializada e equipamentos adequados para as difíceis condições montanhosas.

Entre os cinco alpinistas, dois conseguiram atingir o cume do Dhaulagiri, enquanto os outros três regressavam sem terem alcançado esse objectivo. O contacto via rádio com a equipa no acampamento base foi perdido durante a escalada, o que levantou preocupações sobre a segurança dos alpinistas.

As autoridades continuam a investigar as circunstâncias do incidente, enquanto a comunidade alpinista expressa o seu pesar pela perda trágica destes montanhistas.

Trump acusa migrantes de introduzirem “genes ruins” nos Estados Unidos

O candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, reforçou o seu discurso habitual contra a imigração, desta vez associando os imigrantes a criminosos e afirmando que os migrantes estariam a trazer “genes ruins” para o país.

Durante uma entrevista ao podcast “The Hugh Hewitt Show” na segunda-feira (07), Trump fez declarações polémicas, acusando os migrantes de serem responsáveis por crimes violentos, sugerindo que essas acções seriam de natureza genética. Ao longo da entrevista, o magnata referiu-se aos migrantes como “criminosos” e acusou a sua rival, Kamala Harris, actual vice-presidente dos Estados Unidos e candidata democrata, de permitir a entrada de “milhares de assassinos” no país.

Segundo Trump, a política imigratória do governo de Joe Biden teria facilitado a entrada de 425 mil “criminosos” nas fronteiras americanas. “Essas pessoas não deveriam estar aqui”, afirmou o candidato.

De acordo com ele, vários dos imigrantes ilegais já teriam cometido múltiplos homicídios e estariam agora a viver “tranquilamente” nos Estados Unidos. “Esses assassinatos, sabem, acho que está nos genes deles”, acrescentou, insinuando que os crimes seriam uma característica hereditária. “Neste momento, muitos genes ruins estão a entrar no nosso país”, continuou Trump.

O ex-presidente também atacou Kamala Harris, alegando que a vice-presidente quer implementar um sistema semelhante ao do “Partido Comunista” para fornecer assistência alimentar à população americana, recorrendo a fundos federais.

As declarações de Trump intensificam ainda mais o tom do seu discurso anti-imigração, uma bandeira central da sua campanha presidencial.

Três julgados por roubo de quatro milhões de dólares da fazenda de caça de Ramaphosa

Três indivíduos foram apresentados a um tribunal sul-africano, acusados de roubar quatro milhões de dólares da propriedade de caça do Presidente Cyril Ramaphosa, em 2022. 

Após a audiência, o tribunal regional da província de Limpopo decidiu adiar o caso para o dia 26 de Novembro.

Os suspeitos, identificados como Imanuwela David, Froliana Joseph e o seu irmão Ndilinasho Joseph, estão envolvidos no roubo milionário ocorrido na fazenda Phala Phala, de propriedade de Ramaphosa.

O caso, que ganhou notoriedade sob a designação de “Farmgate”, veio à luz em Junho de 2022, quando Arthur Fraser, ex-chefe dos serviços secretos da África do Sul, denunciou o incidente à polícia.

Fraser acusou Ramaphosa de estar envolvido em lavagem de dinheiro, corrupção e encobrimento do grande roubo de moeda estrangeira.

Cyril Ramaphosa, que antes de assumir a presidência era um empresário de destaque e bem relacionado, negou todas as acusações de irregularidade. Em Junho de 2023, o órgão de vigilância anti-corrupção do país concluiu que não havia evidências de um possível conflito de interesse relacionado ao dinheiro que foi encontrado dentro de um sofá na sua fazenda de caça Phala Phala.

O desfecho deste caso poderá ter implicações significativas, tanto para os acusados quanto para a reputação do Presidente Ramaphosa, que enfrenta um escrutínio contínuo devido às alegações que envolvem a sua propriedade e a gestão de recursos no país.

As próximas audiências no tribunal deverão fornecer mais esclarecimentos sobre os acontecimentos e o impacto das acusações.

Nove detidos por práticas ilícitas durante a campanha eleitoral em Nampula

A Polícia da República de Moçambique (PRM) na província de Nampula anunciou, na segunda-feira, a detenção de nove indivíduos suspeitos de envolvimento em actividades ilícitas ligadas ao processo eleitoral. 

As detenções ocorreram durante a última semana de campanha eleitoral, marcadas por episódios de violência e desordem.

Segundo informações divulgadas pela porta-voz da PRM em Nampula, Rosa Chaúque, no briefing semanal da corporação, os suspeitos estão ligados a uma série de incidentes que incluem agressões físicas, insultos e confrontos entre membros de diferentes partidos políticos. Além disso, foram registados actos de vandalismo contra um veículo e duas instalações.

Chaúque explicou que dois dos detidos são suspeitos de vandalizar o carro de um membro do partido Frelimo, como retaliação a uma alegada agressão cometida por um simpatizante do partido PODEMOS. Outros dois indivíduos foram presos por invadirem instalações da Frelimo e se apoderarem de bens alimentares.

Os cinco restantes foram detidos por envolvimento em confrontos ocorridos durante o cruzamento de caravanas de diferentes partidos políticos, resultando em escaramuças que exacerbaram a tensão durante a campanha.

A PRM sublinhou que estes incidentes refletem a crescente polarização e rivalidade entre os partidos em disputa, e reforçou o apelo à calma e à contenção por parte dos simpatizantes e militantes, à medida que o processo eleitoral se aproxima da sua fase decisiva.

Justiça boliviana intima Evo Morales a depor em caso de suposto tráfico humano e abuso de menor

A justiça da Bolívia intimou o ex-presidente Evo Morales a prestar depoimento no âmbito de uma investigação que o liga a um caso de suposto tráfico humano e abuso sexual de menor. 

A informação foi divulgada na segunda-feira (07), pelo Procurador-Geral da Bolívia, Juan Lanchipa. Além de tráfico humano, Morales está a ser investigado por suspeita de estupro de uma menor de idade.

A investigação ganhou destaque na semana passada, após a promotora encarregada do caso ter sido afastada do cargo, na quarta-feira (02). O afastamento ocorreu após esta ter solicitado a prisão de Evo Morales, o que gerou polémica e aumentou a atenção sobre o caso.

De acordo com documentos relacionados ao pedido de prisão contra Morales, o suposto estupro teria ocorrido em 2016, quando a vítima, uma jovem de 15 anos, teria tido uma filha com o ex-presidente enquanto ele ainda ocupava o cargo de chefe de Estado. Os relatos sugerem que os pais da menor teriam consentido a relação em troca de benefícios oferecidos por Morales.

O Ministro da Justiça da Bolívia, César Siles, afirmou recentemente que a jovem deu à luz uma segunda filha e que o nome de Evo Morales consta como pai na certidão de nascimento. “Há um processo aberto que está em investigação”, declarou Siles, acrescentando que o caso está a ser tratado com a devida seriedade pelas autoridades judiciais.

Este episódio surge num momento de instabilidade política no país, marcado por uma crescente tensão entre Evo Morales, figura proeminente da política boliviana e líder cocaleiro, e o actual presidente, Luis Arce, com quem Morales tem enfrentado divergências.

Professoras detidas em Gaza por sequestro de aluna de 10 anos

Duas professoras foram recentemente detidas pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), na província de Gaza, sob a acusação de envolvimento no sequestro de uma aluna de apenas 10 anos. 

As suspeitas, que leccionavam na Escola Primária de Macamuine, nos arredores da cidade de Xai-Xai, são apontadas como responsáveis pelo rapto da menor, que ocorreu durante o intervalo das aulas.

Segundo as autoridades, as professoras exigiram um resgate de 500 mil meticais à família da criança, como condição para a sua libertação. No entanto, graças à rápida intervenção do SERNIC, que agiu prontamente após a mãe da menor ter apresentado a denúncia, a criança foi resgatada em menos de 24 horas, antes de sofrer qualquer dano.

O SERNIC confirmou que as investigações estão em curso para apurar todos os detalhes do crime e garantir que os responsáveis sejam devidamente julgados.

A detenção das professoras causou choque na comunidade escolar e levantou preocupações sobre a segurança das crianças em ambientes educativos, onde se esperaria que estivessem protegidas.

Prefeito mexicano morto e decapitado apenas seis dias após assumir o cargo

Alejandro Arcos, recém-empossado como prefeito de Chilpancingo, no México, foi brutalmente assassinado e decapitado no último domingo (06), apenas seis dias após tomar posse. 

O Partido Revolucionário Institucional (PRI), ao qual pertencia, exigiu justiça, classificando o crime como “covarde”.

A presidente Claudia Sheinbaum anunciou, na segunda-feira (07), que a investigação sobre o assassinato poderá ser conduzida pelo Ministério Público Federal, conforme informações divulgadas pela imprensa local.

Durante a sua conferência de imprensa matinal, Sheinbaum destacou que “as investigações necessárias estão em andamento para apurar o motivo do crime e, claro, para efectuar as prisões correspondentes”.

Sheinbaum também mencionou que as autoridades federais estão a colaborar com as forças do estado de Guerrero, onde se localiza Chilpancingo, e que existe a possibilidade de transferir o caso para a Procuradoria-Geral da República.

O crime ocorreu poucos dias após o assassinato de Francisco Tapia, secretário municipal de Chilpancingo, a 3 de Outubro. Ainda assim, Sheinbaum sublinhou que, apesar destes assassinatos, Chilpancingo não é considerado um dos municípios com maior índice de homicídios.

Alejandro Arcos, momentos antes da sua morte, partilhou nas redes sociais fotos de visitas a comunidades recentemente atingidas por um furacão. Homenagens póstumas foram feitas por familiares nas redes sociais, onde exaltaram o seu “compromisso inabalável com a paz, o serviço e o bem-estar da comunidade”.

O Partido Revolucionário Institucional (PRI) reagiu ao assassinato com uma dura condenação, exigindo justiça e o fim da violência. “Chega de violência e impunidade! O povo de Guerrero não merece viver com medo”, escreveu o PRI na rede social X (anteriormente Twitter).

A governadora de Guerrero, Evelyn Salgado, também lamentou a morte de Arcos, expressando a sua indignação. “A sua perda enche de luto toda a sociedade de Guerrero e gera profunda revolta”, escreveu na mesma rede social.

O presidente do PRI, Alejandro Moreno, também se pronunciou, condenando o crime e relembrando a morte de Francisco Tapia, ocorrida poucos dias antes. “Estavam no cargo há menos de uma semana. Jovens servidores públicos honestos que desejavam o progresso para a sua comunidade”, lamentou Moreno, reforçando o sentimento de tristeza e choque pela tragédia que abalou a cidade e a região.

Últimas Notícias Hoje

Neymar encerra capítulo na seleção brasileira após frustração no Mundial

Neymar Júnior anunciou a sua despedida da selecção brasileira, encerrando uma trajectória marcada por conquistas, mas sem o sonho de levar para casa o...

SERNIC e GCPCD incineram produtos químicos de laboratório clandestino de drogas

O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), em colaboração com o Gabinete Central de Prevenção e Combate à Droga (GCPCD), realizou  a incineração de...

Jovem detida após furtar 52 mil meticais da mãe e tentar repor valor com...

Uma jovem de 19 anos foi detida nas celas da Polícia da República de Moçambique (PRM) na cidade de Maputo, sob a acusação de...

Sofala enfrenta grave déficit de salas de aula após inundações

As recentes inundações ocorridas no início do ano exacerbaram a escassez de salas de aula na província de Sofala. Actualmente, o número de turmas...