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Três julgados por roubo de quatro milhões de dólares da fazenda de caça de Ramaphosa

Três indivíduos foram apresentados a um tribunal sul-africano, acusados de roubar quatro milhões de dólares da propriedade de caça do Presidente Cyril Ramaphosa, em 2022. 

Após a audiência, o tribunal regional da província de Limpopo decidiu adiar o caso para o dia 26 de Novembro.

Os suspeitos, identificados como Imanuwela David, Froliana Joseph e o seu irmão Ndilinasho Joseph, estão envolvidos no roubo milionário ocorrido na fazenda Phala Phala, de propriedade de Ramaphosa.

O caso, que ganhou notoriedade sob a designação de “Farmgate”, veio à luz em Junho de 2022, quando Arthur Fraser, ex-chefe dos serviços secretos da África do Sul, denunciou o incidente à polícia.

Fraser acusou Ramaphosa de estar envolvido em lavagem de dinheiro, corrupção e encobrimento do grande roubo de moeda estrangeira.

Cyril Ramaphosa, que antes de assumir a presidência era um empresário de destaque e bem relacionado, negou todas as acusações de irregularidade. Em Junho de 2023, o órgão de vigilância anti-corrupção do país concluiu que não havia evidências de um possível conflito de interesse relacionado ao dinheiro que foi encontrado dentro de um sofá na sua fazenda de caça Phala Phala.

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O desfecho deste caso poderá ter implicações significativas, tanto para os acusados quanto para a reputação do Presidente Ramaphosa, que enfrenta um escrutínio contínuo devido às alegações que envolvem a sua propriedade e a gestão de recursos no país.

As próximas audiências no tribunal deverão fornecer mais esclarecimentos sobre os acontecimentos e o impacto das acusações.

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